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THAT THE WORD OF THE LORD MAY RUN AND BE GLORIFIED
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    The Practice Of Priests© 2026 Christian Testimony Ministry
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    The Practice Of Priests
    The Practice Of Priests
    Bogdanowicz, Jim

    Praticando o Sacerdócio

    Oração de Abertura

    Voltemo-nos para o Senhor.

    Pai celestial, queremos agradecer-Te pela abundante entrada em Tua presença que tivemos nesta manhã. Agradecemos-Te pelo nosso Salvador. Agradecemos-Te porque agora continuamos em Tua presença.

    Chegamos a Ti, Senhor, desejando ouvir o que queres dizer por meio de Tua Palavra. Senhor, oramos para que confirmes Tua Palavra — não a minha palavra — e para que, por causa de Tua Palavra que vem a nós, respondamos a ela. Pedimos isto em nome de Jesus. Amém.

    A maioria de vocês deu a minha mensagem de hoje durante a Mesa do Senhor. Foi um encorajamento, mas também me fez pensar: “Como vou dar continuidade a isso?” Mas vamos em frente.

    Tenho aqui três passagens das Escrituras que têm relação com o que o Senhor tem me mostrado. Não quero dizer que Ele colocou algo em meu coração meramente para que eu lhes diga alguma coisa. Pelo contrário, o Senhor tem usado estas Escrituras para me mostrar algo a respeito de Seu desejo para mim. Sei que é o desejo Dele para mim, mas também é o desejo Dele para nós — para cada um de nós individualmente. É isto que Ele deseja.

    O Chamado de Todos os Crentes ao Sacerdócio

    Fundamentos Escriturísticos

    Êxodo 19:6
    “E vós Me sereis reino de sacerdotes e nação santa. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.”

    1 Pedro 2:9
    “Mas vós sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de Sua exclusiva propriedade, para que proclameis as virtudes Daquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz.”

    Estão vendo o que quero dizer? Mac trouxe a mesma coisa, apenas a partir de versículos diferentes.

    Apocalipse 1:5-6
    “Àquele que nos ama, e pelo Seu sangue nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para Seu Deus e Pai — a Ele seja glória e domínio pelos séculos dos séculos. Amém.”

    Apocalipse 5:9-10
    “E cantavam um novo cântico, dizendo: ‘Digno és de tomar o livro e de abrir os seus selos, porque foste morto e, com o Teu sangue, compraste para Deus homens de toda tribo, língua, povo e nação; e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra.’”

    Todas estas coisas têm relação com um único tema: ser sacerdotes.

    Alguns destes versículos foram usados nas últimas semanas por quem quer que tenha falado aqui — esta ideia dos sacerdotes. Quando me pediram para ir a Toronto este ano, a minha parte era sobre Jesus, o Apóstolo e Sumo Sacerdote. Enquanto me preparava para isso, comecei a pensar em ser sacerdote e a contemplar o que o Senhor é como Sacerdote. Ele é Aquele que nos conduz ao nosso sacerdócio.

    Há uma verdade aqui: todos os crentes, todos os cristãos, devem ser sacerdotes. Não apenas devem ser sacerdotes — eles realmente são chamados. Quando você é chamado das trevas para a maravilhosa luz, é chamado para um sacerdócio.

    Nem quero chamar isso de uma “função”, porque essa palavra se tornou tão religiosa para mim que perdeu o seu significado. Mas este é o sacerdócio de todos os crentes.

    Isso remonta ao Antigo Testamento. Era destinado ao próprio Israel. Todos deveriam ser sacerdotes — todos. Mas eles abriram mão do seu sacerdócio, e fizeram isso por vontade própria.

    Esse é um perigo para nós também. Podemos abrir mão desse chamado, desse privilégio de ser sacerdote.

    O sacerdócio de todos os crentes foi recuperado várias vezes ao longo da história. A primeira recuperação significativa aconteceu por meio de Lutero, na Reforma. Uma das coisas que ele recuperou foi o sacerdócio de todos os crentes, mas ele não sabia como implementá-lo dentro da igreja. A igreja luterana ainda mantinha um sistema de clero e leigos.

    Provavelmente, o grupo por meio do qual isso foi mais recuperado e implementado entre os crentes foi o dos Irmãos. Eles chegaram à verdade do sacerdócio de todos os crentes. Mas não foi como se simplesmente tivessem pensado nisso: “Ah, sim, todos somos sacerdotes.” Não; como vimos, isso está nas Escrituras.

    Pequenos grupos — os valdenses, os albigenses, os anabatistas — todos carregavam em seu coração esse conhecimento, essa revelação, de que todos os crentes deveriam ser sacerdotes.

    Não quero apenas falar sobre esta verdade. Estou preocupado em ser sacerdote na minha própria vida.

    A Prática do Sacerdócio

    Não é simplesmente uma verdade em que se deve crer para que eu possa dizer: “Ah, sim, todos somos sacerdotes. Isso é bom. Posso marcar isso. Agora tenho anotado no meu caderno: sou sacerdote. É uma das muitas coisas que sei.”

    A preocupação que tenho pela minha própria vida é ser um sacerdote praticante — um sacerdote praticante.

    Aí está o seu título, Jack: Sacerdotes Praticantes.

    Prática não significa que a prática leva à perfeição. Procurei a definição inglesa de practice: “o exercício contínuo de uma profissão”. Agora, por “profissão”, não quero dizer que sejamos sacerdotes profissionais. Coloquei entre parênteses: vocação. Esta é a nossa vocação. Este é o nosso chamado. É isto que devemos ser.

    Não é um trabalho para nós; é uma vida — a vida de um sacerdote.

    Esse exercício contínuo de nossa vocação inclui atos ou métodos praticados regularmente, e geralmente por escolha. Isto não é algo imposto sobre nós como um fardo, dizendo: “Vocês têm de fazer estas coisas.” Não é uma lei sobre nós. É um chamado, e é um chamado no qual somos chamados a entrar.

    Jonas foi chamado para ir a Nínive. No início, ele rejeitou esse chamado: “Não vou para Nínive. Aqueles caras são terríveis. São as pessoas mais perversas do mundo, e eu sei que, se eu for lá, Tu terás misericórdia deles.” É isso que o livro nos diz, não é?

    Mas o Senhor tratou com ele. Em efeito, disse: “Eu o chamei para este propósito. Quero que entre nesse chamado.” Jonas poderia ter dito: “Deixa-me morrer dentro do peixe.” Ele poderia ter desistido dentro do peixe e dito: “Sucumbo ao seu sistema digestivo.”

    Mas ele não fez isso. Em Jonas 2, ele caiu em si e viu Quem Deus é. Então respondeu a Ele, saiu com todos os sucos digestivos tendo feito a sua obra nele, entrou em Nínive parecendo sabe-se lá o quê, pregou para eles, e o Senhor trouxe um grande avivamento.

    A ideia toda é que este é o nosso chamado, mas podemos recusá-lo.

    Eu estava em um dos últimos anos em que as pessoas eram convocadas para o Exército nos Estados Unidos. Lembro-me da questão: se você for chamado, irá? Havia aquela atitude de protesto: “Eu não vou. Vou fugir da convocação, mudar-me para o Canadá ou ir para a prisão por cinco anos.”

    Você pode rejeitar o seu chamado. Mas, ao rejeitar o seu chamado, há uma perda de realização interior para toda a sua vida, e isso seguirá para a eternidade, até que sejamos corrigidos depois daqueles mil anos.

    Símbolos da Antiga Aliança e a Realidade da Nova Aliança

    Somos sacerdotes, mas não somos sacerdotes da Antiga Aliança. No Antigo Testamento, o sacerdócio aarônico e levítico era uma sombra e uma figura da atividade sacerdotal.

    Não é que não façamos as mesmas coisas. Não temos os símbolos físicos que eles tinham, porque aqueles eram sombras, e foram removidos quando o templo foi destruído. Não temos aqui um candelabro literal que todos mantemos, nem um altar de incenso ou pães da proposição.

    Aqueles eram símbolos — utensílios —, mas mostram-nos o que um sacerdote faz: a prática ou atividade de um sacerdote. Mais uma vez, não quero dizer “função”, porque tomo essa palavra de alguma maneira espiritual que nunca põe os seus pés no chão.

    Eu pratico o meu sacerdócio. Vou receber isso como um amém.

    O meu foco não está nos símbolos, embora precisemos considerá-los, nomeá-los e interpretá-los em relação ao nosso sacerdócio da Nova Aliança. O meu foco está na atividade — na prática — de um sacerdote.

    Ao considerar isso, quis atentar para alguns deveres sacerdotais. O computador é algo maravilhoso quando se trata de pesquisa. Temos tantos mecanismos bíblicos e aplicações que nos ajudam. Anos atrás, aqueles de vocês que têm a minha idade lembram-se de pegar a concordância de Strong, a de Cruden ou a Bíblia Tópica de Nave e procurar nelas.

    Agora posso ir ao Bible Hub e perguntar: “Quais são os deveres de um sacerdote?” Ele me dá uma lista de coisas e de Escrituras. Mas ter uma lista não substitui ler, pensar, meditar, questionar e sondar o próprio coração: “Qual é a verdade nisso que Tu queres que eu veja?”

    Quando você estuda estas coisas, não estuda apenas para descobrir; você estuda para confirmar. Eu tinha coisas no coração e vinha olhando para elas, e queria ver se eu estava no caminho certo e o que outros haviam dito. Li várias pessoas e ouvi uma mensagem do irmão Kong.

    A primeira coisa que um sacerdote faz é mediar entre Deus e os homens. Ele é o intermediário.

    Eu sei o que isso significa porque fui criado como católico. Você nunca ia a Deus por conta própria; sempre ia por meio do sacerdote. Quer fosse na missa, para receber os sacramentos, quer fosse na confissão, para confessar os pecados e receber penitência, você ia por meio do sacerdote.

    Deveres Sacerdotais

    Ao mediar entre Deus e o homem, os sacerdotes oferecem sacrifícios. Como chego a Deus? Você precisa ter um sacrifício, porque é pecador. Deve haver um sacrifício e uma oferta.

    O que traz Deus até nós? Outro dever do sacerdote era ensinar a lei. A lei não são apenas regras e regulamentos. A lei revela Quem Deus é e como é a Sua natureza. Você olha para a lei e diz: “Ele é santo.” Por santo, não quero simplesmente dizer que não se pode aproximar Dele. Significa que Ele é diferente — diferente de todos os outros deuses ao nosso redor. Esses deuses espalham medo, tentando fazer com que você os adore. Mas este Deus não. Ele quer aproximá-lo.

    Os sacerdotes mantinham o tabernáculo e o templo. Esta é a principal coisa que quero destacar hoje: a manutenção do tabernáculo e do templo.

    Não temos aquele tabernáculo hoje, a menos que você vá a Lancaster, na Pensilvânia. Os amish montaram um belo tabernáculo que você pode visitar. Ele tem tamanho normal, embora eu ache que esteja atrás de um vidro. Barb e eu o visitámos uma vez. Foi muito interessante. Mas não temos isso hoje. O templo foi destruído.

    Mas, irmãos e irmãs, nós somos o templo de Deus. Individualmente, somos pedras vivas edificadas no templo; contudo, de outra maneira, cada pedra viva é um templo em si mesma.

    O próprio Deus vivo, que habitava entre os querubins no templo que Salomão construiu, habita em nós. Em nós, todos estes símbolos celestiais do sacerdócio podem estar vivos.

    Os sacerdotes também realizavam purificações rituais, abençoavam o povo e tinham responsabilidades judiciais na resolução de disputas. Há muitas outras coisas que poderiam ser listadas, mas não se trata das coisas; trata-se da prática.

    O que quero abordar é a manutenção do tabernáculo e do templo.

    A Prática Sacerdotal e o Relacionamento da Aliança

    Se fôssemos resumir todos os deveres sacerdotais, poderíamos dizer isto: os deveres sacerdotais eram essenciais para manter o relacionamento de aliança entre Deus e Israel.

    Essenciais. Outra palavra para essencial é vital. Se você deixa de fazer aquilo que é vital, os resultados são sérios. Quais são os nossos sinais vitais? O meu coração bater, a minha respiração — esses são sinais vitais. Eles são essenciais para que eu esteja vivo. Se o meu coração parar de bater, eu morro. Se eu parar de respirar, espero que possam me ressuscitar, mas eu morro.

    Da mesma forma, a prática sacerdotal era essencial para manter o relacionamento de aliança de Israel com Deus.

    Não estamos sob a Antiga Aliança, em que, no versículo seguinte de Êxodo 19, o Senhor diz: “Se obedecerdes a estas palavras, sereis o Meu povo”, e assim por diante. Estamos sob uma aliança diferente: a Nova Aliança.

    O meu foco particular é manter o tabernáculo e o templo como sacerdotes da Nova Aliança. A nossa atividade sacerdotal — a nossa prática sacerdotal — é igualmente essencial para sustentar o nosso relacionamento com Deus sob a Nova Aliança.

    Notem que mudei manter para sustentar. Fiz isso por uma razão. Sustentar tem a mesma raiz de sustento. Vocês tiveram sustento esta manhã?

    Sustento são as coisas essenciais de que todos os seres vivos precisam para viver, crescer e permanecer saudáveis.

    Irmãos e irmãs, apliquem isso à atividade sacerdotal e à prática sacerdotal. A atividade ou prática sacerdotal da Nova Aliança mantém vivo, saudável e crescente o nosso relacionamento da Nova Aliança com Deus.

    Se decidirmos que não queremos mantê-lo, esse relacionamento pode morrer, tornar-se débil e cristalizar-se em mera forma. Tornamo-nos cristãos nominais — cristãos de nome, mas não na prática que Deus deseja que sigamos.

    A Nova Aliança encontra-se em Jeremias 31:31-35 e Ezequiel 36:24-28. Jeremias fala da obra consumada e chega ao ponto em que o Senhor diz que não Se lembrará mais dos pecados. Ezequiel começa pela outra direção, e eu quero começar por ali.

    Este é um retrato do templo de Salomão, onde a atividade sacerdotal acontecia. Onde ocorreu a primeira atividade sacerdotal? No átrio exterior, no altar de bronze, onde eram feitos sacrifícios pelo pecado.

    O Início do Sacerdócio da Nova Aliança

    Irmãos e irmãs, quero dizer isto porque muitas vezes é verdade em relação a mim: a minha atividade sacerdotal é passada no átrio exterior. Estou constantemente no átrio exterior.

    Mas a atividade sacerdotal de um sacerdote da Nova Aliança não começa no átrio exterior. Há aquele cântico, “Indo Além do Altar de Bronze”. Quase pedi que o escolhêssemos hoje antes da reunião. Nós passamos pelo altar de bronze.

    Se não estamos no altar de bronze, onde o nosso sacerdócio realmente começa?

    Jerry roubou a minha ideia. Ele usou esta mesma Escritura à mesa esta manhã.

    Zacarias 3:1-5
    “Ele me mostrou Josué, o sumo sacerdote, estando diante do Anjo do Senhor, e Satanás estava à sua mão direita para o acusar.
    Então o Senhor disse a Satanás: ‘O Senhor te repreenda, ó Satanás; o Senhor, que escolheu Jerusalém, te repreenda. Não é este um tição tirado do fogo?’
    Ora, Josué, vestido de vestes sujas, estava diante do Anjo.
    Então o Anjo disse aos que estavam diante Dele: ‘Tirai-lhe as vestes sujas.’
    E a ele disse: ‘Eis que tirei de ti a tua iniquidade e te vestirei de vestes puras.’
    E eu disse: ‘Ponde-lhe uma mitra limpa sobre a cabeça.’ Então puseram uma mitra limpa sobre a sua cabeça e o vestiram de vestes.”

    Começamos neste exato lugar como pecadores. O nosso sacerdócio começa quando nascemos de novo. Chegamos como Josué chegou, vestidos de vestes sujas.

    Notem que o Senhor diz: “Tirei de ti a tua iniquidade.” Isso implica que algo precisava acontecer. Ele não disse simplesmente: “Você está perdoado.” A justiça e a retidão precisavam ser satisfeitas no perdão dos pecados.

    No altar de bronze, foi realizado um sacrifício por nós. Não fomos nós que fizemos o sacrifício. Quem o fez? Deus fez o sacrifício por nós. Portanto, Ele pode dizer: “Afastei de ti os teus pecados”, porque o juízo que era devido a você caiu sobre Outro.

    Portanto, podemos começar reconhecendo a nossa própria injustiça, o nosso próprio desvio e a nossa própria distância de Deus. Mas então nos é mostrado Alguém que nos leva além do altar de bronze e nos introduz para dentro do véu.

    Irmãos e irmãs, o nosso sacerdócio como sacerdotes da Nova Aliança começa dentro do véu.

    É ali, quando entramos para dentro do véu, que chegamos à arca da aliança.

    A Nova Aliança começa, como diz Ezequiel, com o Senhor removendo toda a nossa imundícia dos ídolos que adorávamos, aspergindo-nos com água limpa e perdoando os nossos pecados. A Nova Aliança vem depois do exílio e se aplica àqueles que saíram do exílio.

    Entramos no lugar onde encontramos a arca da aliança e o propiciatório.

    O Propiciatório e a Expiação de Cristo

    Quando consideramos o propiciatório, o nosso Sumo Sacerdote vai adiante de nós. A primeira coisa que Ele faz é colocar o valor de Seu sacrifício sobre o propiciatório, onde Deus habita, para que Deus veja aquele sangue e saiba que ele fez expiação por nós.

    Não há misericórdia sem expiação.

    Deus não diz simplesmente: “Oh, sim, Eu te perdoo, Meu filho.” Não. Tinha de haver um preço de expiação, um resgate. Algo precisava ser dado para a expiação, e isso foi a vida de Cristo — pura.

    A ideia toda de Cristo não é meramente que Ele morreu. Primeiro, Ele nasceu homem. Houve a encarnação de Quem Ele é. Depois, vivendo diante de nós naquela vida, Ele ofereceu essa vida e morreu.

    Mas não termina aí. O Pai O ressuscitou dentre os mortos. Então não O deixou na terra; levou-O à Majestade nas alturas, para assentar-Se com Ele ali, reinar e governar com Ele.

    É como um banco de quatro pernas: encarnação, morte, ressurreição e ascensão. Todas estas coisas estão incluídas em Quem Cristo é e estão incluídas em nossa expiação. O sangue não tem valor algum se Ele não ressuscitou dentre os mortos. E simplesmente ressuscitar dentre os mortos e viver o restante de Sua vida na terra não teria sido suficiente. Ele precisava estar em Seu trono, governando nas regiões celestiais, para que pudesse liberar o Espírito a fim de governar em nossas vidas.

    A minha primeira atividade sacerdotal, a minha primeira prática sacerdotal, é entrar neste Santo dos Santos. Esta é a primeira coisa que devo fazer.

    Ainda que eu venha como Josué, o sumo sacerdote, em trapos imundos, Jesus me leva, com os meus trapos imundos, para o Santo dos Santos. É ali que recebo as vestes da redenção. Não sou vestido até entrar naquele lugar santo.

    É como o pai do filho pródigo. Ele queria que o filho tivesse as vestes da filiação, mas não podia dá-las a ele até que voltasse para casa. Como você volta para casa? Como um perdedor — pobre, miserável, dizendo: “Eu não mereço nada disso.” E era verdade: ele não merecia.

    Chegamos ao que é chamado de propiciatório. Gary Blaylock, no último domingo, deu uma grande definição de misericórdia e graça.

    Misericórdia é não recebermos o que merecemos. Não recebemos o juízo de Deus porque ele caiu sobre Outro.

    Graça é recebermos as bênçãos que não merecemos. Pela graça, recebemos estas vestes.

    Ele nos veste com tudo o que nos torna aceitáveis ao Pai. Tudo. Nada falta. Não há uma pequena costura aberta ou um buraco no tecido. Tudo foi feito.

    Jesus tinha uma veste que não podia ser dividida porque era sem costura. Você tem uma veste tecida no céu para você — tudo o que o torna aceitável a Deus.

    Estas são as vestes da justificação. Fomos expiados, e agora Ele nos dá vestes para usarmos em Sua presença.

    Não é apenas que agora você está justificado. É que Ele está justificado em trazê-lo para Si mesmo. Ele pode dizer: “Estou justificado em trazê-lo para Mim. Agora você também pode estar diante de Mim justificado.”

    Ele fez isso porque queria pessoas em Sua presença. Fez isso por causa do que planejou para nós desde o princípio: que O conhecêssemos.

    “Isto é a vida eterna: que conheçam a Ti, o único Deus, e a Jesus Cristo.”

    Agora começamos a nossa atividade exatamente ali. Irmãos e irmãs, não é apenas algo de uma vez. Temos em nós uma vida que não peca — o Senhor Jesus Cristo —, mas nem sempre estamos andando em Seu Espírito. Caímos.

    É por isso que 1 João diz que, se algum de vocês pecar, tem um Advogado junto ao Pai. O que você faz? Volta imediatamente a este lugar. Este é o propiciatório, onde você recebe misericórdia e graça em tempo de necessidade.

    Esta é uma maneira de manter — sustentar — esse relacionamento da Nova Aliança. O encargo de manter o relacionamento está sobre Cristo, mas há práticas que conservam esse relacionamento vibrante do nosso lado.

    O Cuidado do Candelabro

    Há três utensílios no templo que têm relação com a nossa prática sacerdotal: o candelabro, a mesa dos pães da proposição e o altar de incenso. Não vou conseguir abordar todos eles; então, se o Senhor quiser e se os irmãos concordarem, terminarei isso em outra ocasião.

    Mas quero falar pelo menos sobre cuidar do candelabro.

    Podemos considerar o candelabro como Cristo, porque tudo no templo simboliza Cristo. Contudo, estas coisas também têm significado para a nossa caminhada com o Senhor.

    O candelabro tem relação com dar luz no lugar santo para o meu relacionamento da Nova Aliança com o Senhor. Para nós, como crentes, o candelabro são as Escrituras — a Palavra de Deus.

    Tudo de que preciso para ter luz foi-me dado. Foi-me dado o candelabro. Irmãos e irmãs, foi-me dado o candelabro. Há luz neste Livro.

    Não seria maravilhoso? Não sei se vocês se lembram de Os Caçadores da Arca Perdida. Quando abriram a arca, no início não havia nada nela, mas então toda aquela luz começou a sair, e o rosto do sumo sacerdote se iluminou. Bem, há luz aqui dentro.

    O azeite também é provido. O azeite é o Espírito Santo, que ilumina a Palavra. O candelabro em si pode parecer apenas um livro, mas o Espírito Santo o faz ganhar vida. Recebemos estas coisas.

    O que fazemos com elas? Antes de tudo, é apenas um livro, apenas um candelabro e apenas uma quantidade de azeite. Como isso produz luz?

    Isso tem relação com a maneira como cuidamos dele. A primeira coisa que você tem de fazer é acendê-lo. Ora, você tem de acendê-lo.

    Como você o acende? Você o abre. Esta é a minha lição objetiva. Você o abre e o lê.

    A Leitura da Palavra

    Não apenas: “Estou fazendo a minha devocional.” Eu não gosto disso. “Estou fazendo a minha devoção.” Nós abreviamos tudo, então fico pensando se também não estamos abreviando o nosso tempo com o Senhor.

    Quando digo para lê-la, não quero dizer apenas devocionalmente. Quero dizer: leia-a. Leia-a.

    Lembro-me de ter lido Contra a Maré, sobre Watchman Nee. Ele lia dez capítulos por dia. Não tenho certeza de que os lia de forma meditativa; acho que ele os lia.

    Pensem nos seus livros didáticos — ou, melhor ainda, nas instruções de como montar algo. Como vocês leem essas instruções? Primeiro, tentam lê-las depressa, não é?

    Não há nada pior do que ter de ler um livro de geologia. Rochas — como elas se formam. Elas nem estão vivas. Rochas.

    Mas você lê, lê e lê. O Senhor deu a você algo extraordinário entre as suas orelhas: a memória. Isto tem memória.

    Posso ir ao Google, clicar no lugar onde vou digitar e, de repente, ele mostra todas as coisas que já pesquisei. Ele tem memória.

    Irmãos e irmãs, não negligenciem a leitura da Palavra de Deus, mesmo quando não a entendem.

    Lembram-se de Karatê Kid? O rapaz queria aprender karatê, e o homem disse: “Certo, vou ensinar-lhe karatê. Encere os meus carros. Encera, tira a cera. Pinte a minha cerca — não assim; para cima e para baixo, para cima e para baixo.”

    O rapaz continuou fazendo aquilo e, por fim, pensou: “Isso é estúpido. Tudo o que o senhor me fez fazer foi encerar carros e pintar cercas.” Então o professor o atacou, e de repente ele descobriu que os movimentos de encerar e tirar a cera o haviam preparado. Os movimentos de pintura também entraram em ação.

    O Senhor nos deu o Espírito Santo para trazer-nos a verdade em tempos de necessidade. Mas o ponto é que ela foi colocada na memória. É incrível o que a memória faz. Você nem percebe o que ela está recolhendo em sua mente.

    Por isso digo: leiam a Palavra. Por experiência, posso dizer-lhes que, se começarem a ler a Palavra, logo começarão a dizer: “Uau, sobre o que será isto?”

    Em vez de apenas lê-la, você começa a pensar nela. Quer saber o que ela significa. Está procurando sentido. Então, logo começa a dizer: “Quero aprofundar-me.” Agora está estudando a Bíblia. Por fim, algumas pessoas começam a memorizá-la.

    Mas o ponto todo é este: o sacerdote acendia a lâmpada.

    O Aparar do Pavío

    A outra coisa que o sacerdote fazia era aparar o pavio.

    Não sei se vocês já ficaram sem energia durante uma tempestade ou furacão e tiveram de usar velas. Por que as velas ficam fracas? O pavio fica curto. Há material queimado que não queima mais, e a chama vai ficando cada vez menor. Então você apara o pavio.

    O que significa, para nós, aparar o pavio?

    A Bíblia tem tantas coisas: sabedoria, mandamentos, palavras que levam você a saber o que é pecado, conhecimento, encorajamento à fé, verdade e exemplos de como Deus trata as pessoas. Há todas estas coisas nela.

    Se vamos impedir que a luz enfraqueça, uma das maneiras é respondermos à luz que recebemos. Respondemos à luz que o Senhor nos dá.

    Isto não é apenas doutrina; é vida diária. Como devo agir com os meus amigos? Devo estar com estas pessoas? Há luz na Palavra.

    Quando o Senhor usa aquela Palavra — não apenas de modo acadêmico, mas quando você está lendo e de repente um versículo o alcança e o Senhor diz: “Estou falando com você aqui” — responda a isso.

    Se você não responde, deixa aquilo se consumir. A luz fica cada vez mais fraca.

    Esdras, quando estava saindo da Babilónia, propôs em seu coração primeiro buscar a lei do Senhor. Ele queria saber o que havia nela. Isso é lê-la. Mas então diz que ele propôs cumprir os mandamentos. Isso é aparar o pavio: fazer o que o Senhor está mostrando que você deve fazer.

    É algo muito prático, com os pés no chão.

    Efésios 5 ensina que devemos andar como filhos da luz.

    O Senhor nos deu luz, e devemos andar como filhos que têm essa luz. Devemos andar diante Dele.

    Em outra ocasião, podemos falar sobre andar diante dos outros. A Abraão foi dito: “Anda diante de Mim e sê perfeito.” Ande diante do Senhor. Ande com o Senhor.

    Você não pode andar com alguém a menos que esteja de acordo com essa pessoa. Quando o Senhor lhe mostra algo na Palavra com que você não concorda, a sua caminhada é prejudicada. Você começa a andar mancando ou ficando para trás. Mas, quando entra em harmonia com a vontade Dele por meio de Sua Palavra, percebe que está andando junto com Ele.

    “A Tua palavra é lâmpada para os meus pés.”

    Frequentemente pensamos na luz como luz celestial, porque queremos ver o que está nos céus. Ele nos mostra o que está nos céus, mas também quer dar-nos luz que nos mostre como andar e onde andar. Ele quer que andemos diante Dele naquela luz.

    Isso nos leva a um conhecimento experimental do Senhor. Ler a Palavra dá-nos verdade objetiva. Então, à medida que começamos a andar em obediência — aparando o nosso pavio —, isso nos dá conhecimento experimental Dele. Nós O conhecemos pessoalmente porque Ele nos guia enquanto andamos em unidade com Ele.

    Outra coisa que faz a luz enfraquecer é a negligência. Negligenciamos ler a Palavra. Oh, irmãos e irmãs, como sou culpado disso.

    Você fica ocupado. Agora não tenho desculpa — estou aposentado. Mas você fica ocupado com a escola, o trabalho e, especialmente, com filhos pequenos. Você fica exausto e cansado.

    Mais uma vez, apenas leia. Isto não se trata de marcar algo em sua lista de tarefas. Veja desta maneira: “Senhor, preciso de Tua Palavra. Sei que estou cansado. Talvez eu não a entenda, mas vou abri-la diante de Ti como uma oferta. Esta é a minha oferta a Ti: abrir o Livro.”

    Os Pães da Proposição e a Comunhão Entre os Crentes

    Os pães da proposição também são conhecidos como o pão da Presença. Vejam como aqueles pães eram grandes. Tinham cerca de cinco palmos — pães grandes, dobrados, feitos de flor de farinha sem fermento. Incenso era queimado entre eles.

    Havia doze pães, portanto os pães da proposição representam o povo de Deus.

    Eles eram colocados na presença do Senhor, diante do altar de incenso. O Senhor olhava para eles e dizia: “Estou satisfeito com eles. Eu os comprei. Foram comprados por sangue. São Meus.”

    Irmãos e irmãs, quando falamos dos pães da proposição, precisamos considerar isto: como vemos os nossos irmãos e irmãs? Como olhamos para eles?

    Isto é tão importante porque devemos comer os pães da proposição. Alguns de nós não gostamos de legumes. Podemos gostar de feijão e milho, mas não de couve-flor. Podemos olhar para um irmão e pensar: “Aquele irmão é couve-flor para mim.” Então temos uma visão inferior dele.

    Mas um sacerdote não deveria ver a couve-flor. Ele deveria ver a flor de farinha.

    Cada pão tinha o mesmo peso. Eram uniformes. Eram colocados numa forma e assados. Não era como fazer tortilhas, em que nenhuma sai um círculo perfeito. Aqueles pães eram moldados numa forma e saíam com o mesmo peso.

    O Senhor olha para eles e diz: “Isto é Cristo. Eu valorizo cada pão da mesma maneira.”

    Não importa onde você está na hierarquia ou qual é a sua idade. Como eu o vejo? Vejo Cristo em você?

    Não apenas: “Vejo você em Cristo como aquilo que deveria ser?” Mas: “Vejo Cristo em você?” Deus O colocou em você. Como sacerdote, devo discernir Cristo nos meus irmãos e irmãs e valorizá-los.

    Cristo Se identifica com o Seu povo. Ele participou de carne e sangue. Ele não Se envergonha de chamá-los irmãos.

    Você pode olhar para alguém e pensar: “Quando essa pessoa entra, Cristo deve fugir e não querer ter nada a ver com ela.” Não. Ele não Se envergonha de chamá-los irmãos.

    Ele está neles pelo Espírito Santo. A Sua vida neles é a substância da comunhão. Eu toco a substância de Quem Ele é nos meus irmãos e irmãs. É por isso que somos instruídos a não deixar de comer juntos.

    Os pães da proposição eram colocados sobre uma mesa. Uma mesa é onde se coloca comida, e você coloca comida ali para comer com outros, para que possa ter comunhão — o que estamos prestes a fazer daqui a alguns minutos.

    Havia também um incensário de incenso. Lembrem-se da canção de Natal: “Incenso para oferecer tenho eu; o incenso reconhece a Divindade presente.” Isso fala da fragrância de Cristo.

    Mas quem coloca o incenso ali? O sacerdote.

    O sacerdote está dizendo: “Reconheço voluntariamente o que Tu estás dizendo: há fragrâncias nesta pessoa. Colocarei essa fragrância ali como um lembrete para mim mesmo de que é a Tua fragrância que colocaste nela.”

    O incenso era granulado, permeava a fumaça e se espalhava entre os pães. Os pães estavam alinhados de modo que a fragrância passava por todos eles juntos, enquanto estavam voltados uns para os outros.

    Nós não sentimos o aroma do pão. Não sentimos o homem natural — os seus dons naturais ou a sua personalidade natural. Sentimos a fragrância de Cristo, que vence aquela outra fragrância.

    “Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos.”

    Ele prepara uma mesa no deserto. Onde quer que tenhamos comunhão juntos — seja sob perseguição ou em tempos difíceis —, Ele prepara uma mesa para que tenhamos comunhão uns com os outros e com Ele.

    Os pães da proposição deviam ser comidos em lugar santo. Onde dois ou três estiverem reunidos, Ele está ali no meio de nós. Se Ele está ali, aquele lugar é santo.

    O pão permanecia no tabernáculo ou no templo durante sete dias. Você poderia pensar: “Por que eles têm de comer pão amanhecido?” Tenho certeza de que alguns jovens poderiam olhar para pessoas mais velhas sentadas juntas e pensar: “Por que eu deveria estar entre um monte de pão amanhecido?”

    Mas o ponto todo é que é pão. Pão é alimento, e o alimento sustenta a sua vida.

    Se você está com irmãos e irmãs e se alimentando de Cristo, o que quero dizer? Você está vendo algo de Cristo. Está ouvindo algo de Cristo neles sendo transmitido a você, e está tendo comunhão juntos. Isso ajuda a sustentar a vida.

    Uma das melhores épocas da minha vida foi quando tínhamos um estudo bíblico às terças-feiras à noite, na Califórnia. A comunhão que tive com os seis ou sete irmãos que estavam ali no início foi tão encorajadora para nós em nossa caminhada com o Senhor. Ajudou-nos a andar juntos, e ajudou-nos a ver onde precisávamos carregar a nossa cruz ao lidar com outros irmãos.

    Mas como era maravilhoso provar Cristo. Você sabia que não era a personalidade ou a sabedoria daquela pessoa. Você provava algo e dizia: “Rapaz, encontrei o Senhor aqui. Encontrei o Senhor quando estava tomando o café da manhã com este irmão.”

    Sou grato por isso, e sou melhor por causa disso.

    Desses pães da proposição — de estarmos juntos com os irmãos — surge a adoração. Ler a Palavra enriquece a sua adoração, porque você começa a ver Quem Deus é, como Ele trata as pessoas e como Ele trata você. De repente, a sua adoração se torna mais real para você.

    Irmãos e irmãs, isto é parte da nossa atividade. Isto é parte de praticar o sacerdócio. Há outras coisas, e talvez eu possa compartilhá-las em outra ocasião, mas é isso por enquanto, porque passei cinco minutos do horário.

    Que o Senhor nos encoraje a praticar o nosso sacerdócio nesta semana. Estas são coisas práticas. A raiz de prático é prática: você põe em prática.

    Vamos devolver estas coisas a Deus.

    Oração de Encerramento

    Pai celestial, quero agradecer-Te porque, desde o início de hoje, Tu Te abriste a nós de tal maneira que vimos o nosso Salvador, o Senhor Jesus.

    Senhor, queremos agradecer-Te porque nos introduziste naquele lugar santo por meio de Seu sangue. Mas, Senhor, Tu não queres que habitemos meramente no lugar onde o sangue é aplicado. Queres que avancemos mais, para os lugares onde desejas que tenhamos maior conhecimento de Ti, maior apreciação de Ti e maior percepção de Ti.

    Oh, Senhor, agradecemos-Te pelas coisas que nos deste. Agradecemos-Te pela Palavra da vida. Senhor, onde temos sido negligentes, ajuda-nos a levantar e acender a lâmpada. Dá-nos luz, oramos. Queremos a luz da lâmpada. Não queremos apenas marcar coisas numa lista. Senhor, desejamos a Tua luz. Dá-nos a Tua luz, oramos.

    Agradecemos-Te, Senhor, pelo pão diante de Ti — por cada irmão e irmã. Perdoa-nos quando pensamos que alguém é couve-flor e não milho. Ajuda-nos a ver os nossos irmãos e irmãs com os Teus olhos.

    Senhor, revela-Te a nós por meio deles, seja por palavra, por ação ou simplesmente por Tua presença consoladora neles enquanto estão conosco. Senhor, abre os nossos olhos.

    Ó Senhor, agradecemos-Te. Sabemos que não estás tentando repreender-nos. Sabemos que estás simplesmente dizendo: “É isto que tenho para vocês.” Senhor, queremos dizer: “Sim, eu quero isto. Quero praticar as coisas que sustentam o meu relacionamento Contigo.”

    Senhor, ajuda-nos, oramos, em nome de Jesus. Amém.