Vou começar em Romanos 4:16. São versículos conhecidos sobre Abraão.
Portanto, é pela fé, para que seja segundo a graça;
a fim de que a promessa seja firme a toda a descendência;
não somente à que é da lei,
mas também à que é da fé de Abraão,
o qual é pai de todos nós
(como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí),
perante Aquele em Quem creu, a saber, Deus,
que vivifica os mortos
e chama as coisas que não são como se já fossem.
O qual, em esperança, creu contra a esperança,
para que se tornasse pai de muitas nações,
conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência.
E, sem se enfraquecer na fé, considerou o seu próprio corpo já amortecido
(pois tinha quase cem anos),
e o amortecimento do ventre de Sara;
contudo, diante da promessa de Deus, não vacilou por incredulidade,
mas foi fortalecido pela fé, dando glória a Deus,
e estando plenamente persuadido de que o que Ele prometera também era poderoso para cumprir.
E quero que vocês prestem atenção a essa expressão, porque ela é o tema: “estando plenamente persuadido”.
Pelo que isso lhe foi também imputado como justiça.
Ora, não foi escrito somente por causa dele que lhe foi imputado,
mas também por nossa causa, a quem será imputado,
a nós que cremos Naquele que ressuscitou dos mortos a Jesus, nosso Senhor,
o Qual foi entregue por causa das nossas transgressões
e ressuscitado para a nossa justificação.
Será imputado.
Gostaria de ler outra passagem de Romanos. Acho que vocês a conhecem: Romanos 14:5. Paulo estava falando sobre dias e sobre honrar determinados dias — e, a propósito, essa não será a mensagem.
Um faz diferença entre dia e dia;
outro julga iguais todos os dias.
Cada um esteja plenamente convicto em sua própria mente.
Agora, só mais um versículo: 2 Timóteo 3:14. Paulo estava falando ao seu amado filho na fé, e disse:
Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste
e de que foste inteirado,
sabendo de quem o aprendeste.
Vamos orar?
Senhor, nós Te agradecemos muito pela Tua Palavra. Sempre refletimos sobre essa verdade permanente: as Tuas palavras são espírito e vida. Ao nos aproximarmos, dizemos: “Não temos a quem ir senão a Ti, nem a quem ouvir senão a Ti”.
Por isso, dizemos: “Senhor Jesus, fala. Fala conosco. Abre-nos a Tua Palavra e faz-nos ouvir o que o Espírito está dizendo às igrejas”.
Senhor, esta poderia ser apenas uma hora desperdiçada com palavras — somente palavras. Estamos pedindo mais do que palavras: palavras de vida, palavras de poder, palavras do Espírito Santo. Pedimos que fales dessa maneira. Em nome de Jesus, amém.
Bem, há algum tempo, essa palavra, persuadido, vem ressoando no meu coração. Já faz meses. Todos os anos, no fim do ano que está terminando — e isso não é uma resolução de Ano-Novo, a propósito; não acredito nessas resoluções e não sou muito bom em cumpri-las —, começo a pensar: “Senhor, o que estás dizendo para este ano?”
Esta expressão, em particular, parecia ressoar no meu coração e no meu espírito: estar plenamente persuadido. Então, repetidas vezes, eu encontrava no Novo Testamento essa palavra, persuadido, e a expressão que vocês conhecerão daqui a pouco, se ainda não a souberem de cor: “Estou persuadido”.
É isso que está ressoando no meu coração para este ano. Parecia que esse encargo havia sido vivificado em mim, e ele vem especialmente desta passagem de Romanos 4 sobre Abraão. A expressão é usada primeiro a respeito de Abraão.
Paulo, ao escrever essa gloriosa apresentação do evangelho em Romanos — incomparável na maneira como apresenta o evangelho no Novo Testamento —, viu em Abraão algo que ninguém mais viu. Ele disse que a marca distintiva do pai Abraão era estar plenamente persuadido.
Acho isso importante, irmãos e irmãs. Acho isso importante para vocês e acho isso importante para mim. Muitas vezes, como cristãos, temos uma fé morna. Muitas vezes, como crentes, temos uma fé sem fervor, como em Apocalipse 3, quando pensamos na igreja de Laodiceia.
Mas isso distinguia o pai Abraão. Pensem no título que a Escritura lhe dá: ele era o pai da fé. A marca distintiva, a observação extraordinária que Paulo recebeu por revelação, era que ele estava plenamente persuadido.
Romanos 4:21 diz:
E estando plenamente persuadido de que o que Ele prometera também era poderoso para cumprir.
Vocês conseguem imaginar se essa fosse a fé de vocês e a minha fé — a diferença que isso faria?
Para mim, isso é muito importante. Não acho que deveria ser apenas o testemunho de Abraão, porque logo depois o texto diz que não foi escrito somente por causa dele que isso lhe foi imputado, mas também por nossa causa.
Vocês se lembram do versículo que li em Romanos 14:5. Deixem de lado essa questão dos dias. Vocês podem ter quantos dias santos quiserem. Podem celebrar hoje o Dia de São Patrício, se quiserem. Desculpem-me por não ter usado nada verde, caso isso ofenda vocês.
Mas o ponto era este: cada um esteja plenamente persuadido. Foi isso que Paulo disse. Creio que isso é muito importante.
Ele até disse ao seu filho Timóteo, seu amado filho na fé, que ele havia sido plenamente persuadido. Para mim, esse parece ser o objetivo de Deus. Parece ser aquilo que Deus deseja alcançar em cada crente.
Isso foi encontrado primeiro em Abraão, mas deveria passar de Abraão para uma nação inteira. Abraão é o início da restauração do testemunho de Deus. Vocês podem discordar de mim e dizer: “Bem, começa com Noé”, ou com este ou aquele, mas, na verdade, começa com Abraão.
O que Deus tinha em vista era um povo santo e plenamente persuadido de tudo o que Ele dizia. Isso começa com Abraão.
Creio que, se tivermos esse testemunho, ele fará a diferença entre um testemunho vivo e meras palavras. Acho que essa deve ser a marca distintiva de todo cristão que queira viver a vida em sua plenitude, assim como foi para Abraão, para cada pessoa a quem Paulo pregou em Roma e para seu filho na fé, Timóteo.
Para todos, essa deve ser a marca distintiva. Por fim, coletivamente, para nós que estamos reunidos como a assembleia que tem o testemunho de Jesus, essa deve ser a característica distintiva.
Acho que Jim falou recentemente sobre o recrutamento militar, e nenhum de vocês, jovens, sabia do que ele estava falando. Mas, quando recebi meu cartão de alistamento, perguntaram: “Você tem algum sinal particular?”
Pensei nisso e disse a mim mesmo: “Não sei”. Então me lembrei de que tinha uma marca de nascença — não vou mostrar a vocês — na parte inferior das costas. Eles registraram isso no meu cartão de alistamento.
Imagino que, se eu fosse para o Vietnã — e achava que estava indo para lá — e me encontrassem em uma pilha de corpos, eles me virariam, levantariam minha camisa e diriam: “É ele — a marca de nascença”.
Era uma característica distintiva. Mas há uma característica distintiva muito mais importante para cada filho de Deus: ser alguém santo e plenamente persuadido.
Espero que hoje examinemos esta questão: o que significa estar plenamente persuadido? Acho que precisamos entender isso. Mas há mais do que isso. Precisamos ver, creio eu, o testemunho de Paulo, porque há uma expressão aplicada repetidas vezes ao apóstolo Paulo.
Era a expressão dele: “Estou persuadido”. Que segredo!
Então, talvez possamos olhar para isso e começar a descobrir que esse é o tema de toda a Bíblia. Creio que seja. Vemos Cristo Jesus, o tema da Bíblia, buscando um povo que tenha essa marca distintiva.
Bem, este é o encargo que está no meu coração: o que significa estar plenamente persuadido? Talvez vocês se perguntem e comecem a pensar: “Bem, eu não estou plenamente persuadido”. Muitos de nós concordariam.
Mas, antes de tudo, acho que estar plenamente persuadido é uma expressão importante. É um processo. Você não fica, de repente, plenamente persuadido, transformado à imagem de Cristo e conformado à imagem de Cristo.
Há, nesta vida cristã, um processo de se tornar plenamente persuadido. Vocês entendem? Acho que o Espírito Santo foi muito preciso ao escolher essa expressão.
Na verdade, a expressão inglesa fully persuaded, “plenamente persuadido”, vem de uma única palavra grega. Mas essa única palavra grega é tão rica que não seria possível expressar seu significado ao traduzi-la por uma única palavra em inglês.
Por isso, os tradutores das versões inglesas pegaram essas duas palavras, fully persuaded, e as colocaram juntas. Há outra palavra grega para persuadido. Ela aparece muito mais vezes na Bíblia, e é a palavra traduzida por uma única palavra em inglês: persuaded.
Essa foi a palavra usada quando o apóstolo Paulo disse, repetidas vezes: “Estou persuadido”. Significa ter completa certeza — estar plenamente persuadido. Significa estar inteiramente convencido — plenamente persuadido.
Essa é a força dessa palavra na Bíblia. Esse é o objetivo de Deus, irmãos e irmãs: convencer-nos inteiramente, dar-nos plena certeza de que Ele é capaz de fazer tudo o que disse.
Tudo o que Ele prometeu — esse era o segredo de Abraão —, Ele é capaz de fazer. Creio que esse é o objetivo para cada crente.
Às vezes, no mundo dos negócios — e eu sou empresário —, usamos uma expressão. Não a ouço tanto ultimamente; talvez tenhamos desgastado certas expressões. Espero que nunca desgastemos esta: estar plenamente persuadido.
Mas dizemos: “Qual é o objetivo final?” Lembro-me de participar de reunião após reunião após reunião, e as pessoas sempre perguntavam: “Qual é o objetivo final?” Queriam dizer: “O que você deseja alcançar com todo esse planejamento?”
Às vezes, até os planos mais bem elaborados de ratos e homens dão errado. Afinal, qual é o objetivo final?
Quando lemos 1 Timóteo 1:5, o texto diz:
Ora, o fim do mandamento é o amor que procede de um coração puro,
de uma boa consciência
e de uma fé não fingida.
Irmãos e irmãs, acho que a fé não fingida — o objetivo daquelas coisas de que ele falou — é estar plenamente persuadido. É isso que Deus busca.
Tenho minha própria definição. Talvez vocês não gostem dela, mas, pelo menos, é a minha definição: estar plenamente persuadido é crer ao máximo.
É isso que acho que significa. É isso que acho que Deus busca. O Senhor busca um povo que creia no que Ele diz, creia no que Ele promete e saiba que isso é fato.
Eu me lembro — vou contar uma pequena história; não vou tomar muito tempo — de que eu era um completo agnóstico. Era um agnóstico autêntico, de carteirinha.
Estava envolvido em todas aquelas coisas dos anos sessenta e setenta e acreditava que toda verdade era relativa e que não havia Deus. Eu acreditava nisso de todo o coração.
Vocês já ouviram essa história. Jerry a conta melhor. Ele era um batista autêntico, de carteirinha. O Senhor nos colocou juntos no trabalho quando saí da faculdade — na verdade, eu ainda estava na faculdade, mas trabalhava enquanto estudava, no Departamento de Obras Públicas da Prefeitura de Richmond.
Conheci Jerry ali. Um dia, enquanto testemunhava para mim, ele se aproximou. Quero dizer a vocês, só para deixar registrado: Jerry exagera a história. Ele diz que meu cabelo chegava até o meio das costas. Isso nunca foi verdade — talvez até os ombros, mas nunca até o meio das costas.
Ele me perguntou: “Você acredita na Bíblia?” Nunca vou me esquecer disso. Ele se aproximou daquele agnóstico de carteirinha e disse: “Você acredita na Bíblia?”
Respondi: “Claro que não. Ela foi escrita por homens. Como você pode acreditar nela? Está cheia de erros”. Eu não conhecia um único erro nela, mas adorava dizer isso. “Está cheia de contradições. Foi escrita por homens.”
Como qualquer bom batista faria, ele sacudiu a poeira dos sapatos e me deixou no meu estado decaído.
Isso foi cerca de um ano depois. Eu havia saído da divisão dele e ido para a Divisão de Estruturas, e Jerry entrou na sala para falar com outro engenheiro. Lembro-me do nome daquele sujeito: Wayne Wiles.
Jerry me ouviu dando testemunho ao telefone, na hora do almoço. Toda aquela capa de batista deve ter caído dele, e ele pensou: “Olhe só. O que ele está fazendo?”
Ele veio andando até mim, com um olhar de tanta incredulidade. Olhou diretamente para mim e viu folhetos empilhados na minha prancheta — e a Bíblia.
Ele me perguntou: “Você acredita na Bíblia?”
E eu disse: “Em cada palavra dela. Em cada palavra dela. É a Palavra inspirada de Deus”.
Ainda bem que ele não teve um ataque cardíaco. Estamos juntos há quarenta e nove anos, servindo ao Senhor.
Algo aconteceu. Deus é capaz de alcançar o coração mais duro. Deus é capaz de alcançar a pessoa mais incrédula. Deus é capaz de transformar o agnóstico mais convicto em alguém que crê plenamente e está plenamente persuadido.
Bem, esse é o meu testemunho.
Hebreus 11:1 — li recentemente na Versão Amplificada — diz:
Ora, a fé é a certeza, a confirmação, a escritura de propriedade.
Gosto da maneira como o tradutor colocou isso.
É a escritura de propriedade das coisas que esperamos,
sendo a prova das coisas que não vemos e a convicção de sua realidade:
a fé percebendo como fato real aquilo que não é revelado aos sentidos.
Irmãos e irmãs, muitas vezes falamos de fé cega. Não cremos em fé cega. Cremos em uma fé que convence. Cremos em uma fé que produz convicção. Cremos em uma fé capaz de alcançar e transformar a pior pessoa em alguém plenamente persuadido.
É nisso que cremos.
O sistema judiciário dos Estados Unidos se baseia no mais alto padrão de prova. É um bom sistema. Sejam gratos por morar aqui, e não no Irã, está bem? Isso não é um comentário político, e alguns de vocês já estão desconfiando de mim. Mas sejam gratos.
“Além de qualquer dúvida razoável” é o mais alto padrão de prova que se pode exigir em um tribunal. Isso é importante, porque pensem: se vocês estivessem sendo julgados por assassinato, iriam querer todas as garantias de proteção e a prova mais absoluta possível antes de serem trancados para sempre naquela cela de quatro por oito pés.
Mas vocês sabiam que essa não é a prova mais elevada? Hebreus 11:1 diz que a fé é a certeza das coisas que não se veem. Esta é a prova — esse estar plenamente persuadido.
Não há prova no direito, no país ou no mundo que seja superior. Na verdade, muitas versões dizem que é evidência. É a mais elevada evidência.
No nosso sistema aqui nos Estados Unidos, tudo o que você precisa fazer é semear alguma dúvida. Ela precisa ser razoável, mas é uma dúvida razoável.
Vocês se lembram de Johnnie Cochran, o advogado de O. J. Ele se levantou e, com toda a teatralidade de que era capaz, pegou aquela luva, puxou-a com força e soprou nela. As veias da testa e do pescoço dele estavam saltando.
Ele pronunciou aquelas palavras famosas: “Se a luva não servir, vocês devem absolver”.
Vocês podem pensar o que quiserem sobre aquele julgamento. Ele prendeu a atenção do país por cem dias. As pessoas ficavam grudadas nele, assistindo à televisão nas vitrines das lojas e nas ruas.
Uma única dúvida foi suficiente para libertar esse homem que assassinou aquelas pessoas. Vocês podem dizer: “Kenny, você está sendo um pouco injusto com O. J.” Não, não estou. Desculpem-me se vocês são fãs de O. J. Talvez ainda estejam usando a camisa dos Bills.
Mas a prova mais elevada — a evidência das coisas, a convicção das coisas que esperamos, a certeza das coisas que nunca foram vistas — está em ser plenamente persuadido.
É isso que significa estar plenamente persuadido. É a mais elevada evidência. Nunca é fé cega.
Na próxima vez que alguém disser a você: “Você simplesmente acredita por fé cega”, diga: “Não, de forma alguma acredito por fé cega. Há uma convicção no meu coração que é a mais elevada evidência. Há no meu ser uma prova da mais elevada ordem — uma evidência irrefutável”.
Isso é estar plenamente persuadido.
Certa vez, um escritor descreveu isso no contexto da navegação. Ele disse que é como um navio sendo levado adiante com todas as velas abertas.
Tenho um sócio que adora velejar. Ele tem um belo veleiro. Há algo nos velejadores: eles vão para onde está o vento e adoram isso. Entra no sangue. Você ama o vento no rosto e os respingos de água no rosto. Para eles, não há nada igual.
Mas estar plenamente persuadido é como uma vela cheia de vento. Ele disse: “Todas as velas estão abertas”. Vocês entendem o que quero dizer? Estão captando todo o vento. É isso que significa estar plenamente persuadido.
Bem, irmãos e irmãs, esse é um encargo. Minha oração é que Deus encontre entre nós pessoas assim.
Vocês estão plenamente persuadidos? Estão mornos? A fé de vocês está sem fervor?
No fim, Ele está buscando pessoas assim. Foi isso que Ele encontrou em Abraão. Foi isso que Ele encontrou em Paulo. Foi isso que Ele encontrou em Timóteo. É isso que Ele busca em nós.
Outra coisa em que estou pensando é essa expressão que me veio repetidas vezes, com tanta certeza. Comecei a vê-la em toda parte.
Primeiro, sabe, é como se o Espírito Santo falasse uma expressão no seu coração, e ela estivesse viva. Ela vai ficando cada vez mais forte. A propósito, nunca tomo aquela convicção inicial como algo do Senhor para eu compartilhar. Tento me livrar dela. Tento não pensar nela. Pergunto: “Isso está certo?”
Então, talvez alguns meses depois, começo a examiná-la e a me aprofundar um pouco mais. Se o Senhor me convence, então estou convencido.
Mas essa expressão que o apóstolo Paulo usava repetidamente era: “Estou persuadido”. Ela é, de modo particular, o testemunho dele.
Irmãos e irmãs, o argumento que quero apresentar é este: esse deve ser o nosso testemunho. Não deveríamos dizer: “Fulano crê”, “Beltrano crê”, “Eu creio naquilo” e “Eu creio nisto”. Deveríamos simplesmente dizer: “Estou persuadido”.
Tudo o que Tu dizes é certo. Tudo o que prometes, Tu farás, como disse Abraão. Em Ti não há sombra de variação. Estou persuadido.
Essa única palavra grega traduzida como persuadido significa uma confiança interior e um convencimento exterior. Antes de tudo, você precisa ter essa confiança interior no seu espírito, com um amém: “Isso está certo”.
Então você se torna uma testemunha viva e pode convencer outras pessoas exteriormente. Se não tiver essa confiança interior, não terá nenhum poder de convencimento exterior.
O Senhor disse:
Ide, esperai em Jerusalém até que venha a promessa do Pai;
e recebereis poder do alto
e sereis Minhas testemunhas.
Uma vez que você tem esse conhecimento interior, essa percepção interior, passa a ter a capacidade exterior de convencer. É isso que significa: “Estou persuadido”.
Se vocês pesquisarem a palavra persuadido — e os encorajo a fazer isso, porque não podemos ler todos os versículos —, descobrirão que essa palavra do Novo Testamento, traduzida como persuadido, está associada repetidas vezes ao apóstolo Paulo.
Por ter tanta confiança e convicção interiores, ele passou sua vida e seu ministério persuadindo outras pessoas. Ao lerem o livro de Atos, vocês descobrirão que Paulo tentou persuadir os que estavam em Atenas, o rei Agripa e os judeus. Essa palavra aparece repetidas vezes.
Em seu próprio testemunho, em 2 Coríntios 5:11, ele disse:
Conhecendo, pois, o temor do Senhor, persuadimos os homens.
Esse era o seu testemunho: “Estou persuadido” e “Persuadimos os homens”. Essa era a sua vida e o seu testemunho.
Vocês veem isso repetidas vezes. Talvez eu leia um versículo. Não terei tempo se ler todos eles. Atos 13:43:
E, despedida a reunião da sinagoga,
muitos dos judeus e dos prosélitos devotos seguiram Paulo e Barnabé;
os quais, falando com eles, os exortavam a permanecer na graça de Deus.
Vocês começam a ver esse pensamento repetidas vezes. Mas, irmãos e irmãs, por mais importante que seja o testemunho exterior, esse não é o meu encargo nesta manhã. Meu encargo é essa certeza interior: “Estou persuadido”.
Estou convencido. Vocês podem não concordar, mas, se tiverem essa convicção interior, terão esse testemunho exterior. Não conseguirão evitar. Essa era a realidade da história do apóstolo Paulo.
Então, quando chegarem em casa, pesquisem. Ao lerem repetidas vezes, verão essa expressão aparecer nas próprias palavras do apóstolo Paulo: “Estou persuadido”.
Uma das passagens mais conhecidas é Romanos 8:38-39. Todos vocês a conhecem:
Porque estou persuadido de que nem a morte, nem a vida,
nem os anjos, nem os principados, nem as coisas presentes, nem as futuras,
nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura
poderá separar-nos do amor de Deus,
que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
Esse era o testemunho dele — seu testemunho conclusivo. Ao apresentar o evangelho, ele disse: “Estou persuadido”.
Há tantos exemplos disso. Em 2 Timóteo 1:12, Paulo diz:
Por cuja causa também padeço estas coisas;
todavia, não me envergonho;
porque sei em Quem tenho crido
e estou persuadido de que Ele é poderoso para guardar o que Lhe confiei até aquele dia.
Repetidas vezes, ele diz: “Estou persuadido”.
Filipenses 1:6 diz: “Tendo confiança”. Na verdade, a palavra ali é estando persuadido. Ele está persuadido de que Aquele que começou uma boa obra neles é capaz de completá-la até o dia de Jesus Cristo.
Esse era o testemunho de Paulo, e esse deve ser o nosso testemunho.
Agora, sei o que vocês estão pensando. Provavelmente vocês se parecem muito mais comigo do que estão dispostos a admitir. Mas vocês têm dúvidas. Todos nós temos dúvidas. Pensamos: “Isso nunca poderia acontecer comigo. É impossível que isso aconteça comigo”.
Pode acontecer com Abraão. Pode acontecer com Paulo. Mas pode acontecer comigo? Irmãos e irmãs, o testemunho do apóstolo Paulo é que pode acontecer com vocês. É para vocês.
Lembrem-se: ali estava o maior inimigo. Pensem nisso. Ele era o maior inimigo da vida cristã. Ele disse que perseguia a igreja. Mais do que isso, disse que assolava a igreja — palavras fortes. Ele consentia na morte de cristãos.
Vocês conseguem imaginar alguém mais distante da graça de Deus do que o apóstolo Paulo? Ele era o maior inimigo do evangelho, um inimigo terrível, o maior perseguidor da igreja.
E ele foi transformado no mais poderoso defensor do evangelho. Irmãos e irmãs, ele teve uma experiência no caminho de Damasco, e cada um de nós pode ter uma experiência no caminho de Damasco, na qual somos capturados.
Somos transformados, e nosso testemunho passa a ser: “Estou persuadido”. Se isso pôde acontecer com Paulo, pode acontecer com vocês.
Aconteceu comigo. Nunca poderia ter imaginado, em toda a minha vida, que estaria diante de vocês compartilhando o evangelho. Nos meus dias loucos e desregrados, jamais poderia imaginar isso.
Mas minha explicação para o que aconteceu com o apóstolo Paulo é simples. Paulo tinha um plano. Estava executando esse plano. Seguia a vida, caçando cristãos, consentindo na morte deles e levando-os a julgamento.
E Deus interrompeu aquele plano.
Nunca me esquecerei de uma irmã, nesta sala, orando e dizendo: “Deus interrompeu minha vida”. Eu sabia o que ela queria dizer. Eu disse: “Esse é o segredo”.
Vocês foram capturados assim? Estão sem fervor? Estão mornos? Se Deus pôde entrar na vida do apóstolo Paulo — o maior inimigo — e fazer dele o maior defensor, Ele pode entrar na vida de vocês e virá-la de cabeça para baixo.
Ele pode fazer com que, no fim, isso não seja apenas o testemunho do apóstolo Paulo. Seja o testemunho de vocês: “Estou persuadido”.
Irmãos e irmãs, é isso que creio que significa estar plenamente persuadido. Mas há outra coisa. Acho que essa é a mensagem de toda a Bíblia. Vocês podem discordar de mim aqui, e tudo bem, porque há uma longa fila de pessoas que discordam.
Mas creio que a mensagem de estar plenamente persuadido é a mensagem de toda a Bíblia, do começo ao fim. Era isso que Deus buscava.
Lembro-me daquele versículo em Lucas 18:8. Vocês o conhecem tão bem:
Quando vier o Filho do Homem, achará fé na terra?
Não é algo extraordinário? Quando vi isso pela primeira vez, pensei: “É isso que Ele quer: uma fé viva, uma fé poderosa que responde”. É isso que Ele busca.
Falando do evangelho, deixem-me levá-los de volta ao Evangelho de Lucas. Talvez vocês não soubessem disso. Já ouviram os versículos iniciais antes. Lucas 1:1:
Visto que muitos empreenderam compor uma narrativa
acerca dos fatos que se cumpriram entre nós,
conforme nos transmitiram aqueles
que desde o princípio foram testemunhas oculares e ministros da palavra.
Irmãos e irmãs, essa palavra é uma das seis ocorrências no Novo Testamento em que aparece a expressão plenamente persuadido — a palavra grega que está por trás dela: fatos plenamente cridos entre nós.
Então, em Lucas 1:4, ele escreve ao excelentíssimo Teófilo:
Para que conheças a certeza
das coisas em que foste instruído.
Isto é, estar persuadido — a certeza daquelas coisas em que você foi instruído. Esse era o propósito do Evangelho de Lucas.
Mas, quando vocês olham para o Antigo Testamento, talvez pensem: “Bem, talvez nem tanto. Talvez esse não tenha sido o tema de toda a Bíblia”. Há algo interessante: quando olhamos para a Bíblia, a palavra inglesa faith, “fé”, aparece apenas duas vezes em todo o Antigo Testamento.
Se isso não surpreende vocês, pelo menos vou ter a coragem de admitir que me surpreendeu. Certamente, eu pensava que essa palavra em inglês apareceria mais vezes, se é isso que Deus busca — e então, apenas duas vezes.
Vocês se lembram de que ela aparece primeiro em Deuteronômio 32:19-20, e, a propósito, de maneira muito negativa. É incrivelmente negativa. O povo de Deus foi infiel e se voltou para outros deuses.
O texto diz que, quando o Senhor viu isso, Ele os desprezou por causa da provocação de Seus filhos e filhas. Essa é uma palavra forte.
E disse: Esconderei deles o Meu rosto,
verei qual será o seu fim;
porque são uma geração muito perversa,
filhos em quem não há fidelidade.
Poderia haver uma palavra mais negativa? Filhos em quem não há fé.
Mas então vocês vão ao fim do Antigo Testamento e encontram Habacuque. Acho que todos vocês conhecem a palavra em Habacuque. Ouçam esta palavra: Habacuque 2:2-4. Isso é poderoso.
E o Senhor me respondeu e disse: Escreve a visão
e torna-a bem legível sobre tábuas,
para que possa correr aquele que a lê.
Porque a visão ainda é para o tempo determinado,
e se apressa para o fim, e não mentirá;
ainda que tarde, espera-a;
porque certamente virá, não tardará.
Eis que a sua alma está inchada, não é reta nele;
mas o justo viverá pela sua fé.
Irmãos e irmãs, diante daquilo que parece tão negativo ao longo do Antigo Testamento, com a infidelidade do povo de Deus, no fim o profeta diz: “Escreve a visão”. Esta é a visão: o justo viverá pela fé.
É isso que Deus busca. Sim, o Antigo Testamento trata da fé.
Basta ler o relato daquele escritor anônimo e ungido em Hebreus 11. Ele não tinha o Novo Testamento como vocês têm. Ele olhou para o Antigo Testamento, e cada personagem que mencionou foi apresentado assim: “Pela fé”.
Pela fé, pela fé, pela fé — fulano. Pela fé, ela fez isto. Pela fé, ele fez aquilo. O texto diz:
Pela fé, obtiveram testemunho.
Portanto, quando o Espírito Santo olhou para o Antigo Testamento em busca daquilo que Deus desejava, e o registro foi escrito no Novo Testamento, a chave foi encontrada: havia aqueles que estavam plenamente persuadidos. Eram eles que tinham o testemunho de Deus no Antigo Testamento.
Acho isso poderoso.
Vocês sabem que essa expressão de Habacuque, “O justo viverá pela fé”, é repetida três vezes no Novo Testamento: em Romanos, Gálatas e Hebreus.
Eles perceberam isso. Era a visão desde o princípio. Era o coração de Deus. No fim, aquele escritor de Hebreus viu nessas pessoas uma fé verdadeira e viva.
Elas não estavam circunscritas à lei, mas sua característica distintiva era a fé viva. Para mim, essa é a história do Antigo Testamento.
Chamo Habacuque 2 de “a grande indicação”. Creio que é isso que o Senhor está buscando.
Vocês que conhecem a história da igreja se lembram de como essa expressão, “O justo viverá pela fé”, transformou o mundo cristão? Ela mudou o cristianismo de um sistema para algo em que as pessoas podiam entrar por meio de uma fé viva.
Vocês se lembram da história de Martinho Lutero? Lembram-se do monge? Ele era tão dedicado na própria carne que o chamavam de monge dos monges.
Adoro a História da Igreja, de Miller. É um dos meus livros favoritos. Tenho vários livros de história da igreja, a propósito. Também gosto de A Igreja Peregrina, de Broadbent — um livro poderoso.
Mas gosto do que Miller disse ao escrever sobre Martinho Lutero e sobre como esse homem foi mudado e transformado. Devemos a essa transformação a recuperação do verdadeiro crer.
O relato diz que, em 1510, sem dinheiro e descalço, Lutero atravessou os Alpes para ir ver o papa em Roma.
Agora, uma coisa é ir sem dinheiro. Outra coisa é atravessar os Alpes descalço. Linda não consegue me fazer ir descalço nem até o fim da entrada de casa para pegar a correspondência.
Mas ele era tão dedicado, tão empenhado na própria carne. Foi enviado ao papa por causa de divergências na Igreja Católica. Quando desceu dos Alpes, encontrou mosteiros luxuosos, cheios de mármore e de refeições suntuosas.
Não havia jejum, irmãos e irmãs. Ele exclamou: “O papa e a igreja o proíbem”. O irmão Miller disse que Lutero quase desmaiou diante daquela maneira de viver.
Então ele segue para Roma. Ficou tão deprimido porque o inimigo o fez voltar-se para dentro de si, olhando para si mesmo e para os próprios pensamentos.
Pensem nisso, irmãos e irmãs. Não é isso que o inimigo faz tantas vezes com vocês e comigo? Ele nos faz voltar para dentro de nós mesmos. Ficamos olhando para dentro. Olhamos para nós mesmos, em vez de olhar para o Senhor.
E ele disse que a palavra veio como um relâmpago: “Mas o justo viverá pela fé”. Ela levantou tanto o seu espírito que ele conseguiu seguir até Roma.
Quando foi a Roma, ele conhecia aquela superstição. Claro, para ele não era superstição. Havia em Roma a escadaria de Pilatos. Supostamente, ela havia sido transportada milagrosamente de Jerusalém para Roma.
Quem subisse de joelhos até o alto daqueles enormes degraus conseguiria uma audiência particular com o papa. Lutero começou aquela jornada dolorosa, um degrau de cada vez, de joelhos — degrau após degrau.
No meio da subida, ele disse que a palavra veio como um trovão: “O justo viverá pela fé”.
Lutero se levantou de um salto e correu. Deixou Roma e disse: “Só os ímpios podem viver aqui”.
Irmãos e irmãs, aquela única visão mudou o cristianismo. Lutero voltou e foi o instrumento de Deus para trazer essa compreensão de estar plenamente persuadido — viver pela fé.
Acho que esse é o segredo de que todos nós precisamos.
Agora, quando vocês voltam ao Novo Testamento, a palavra crer aparece repetidas vezes. Vocês se lembram do Evangelho de João. Acho que todos sabem disso. Qual é a palavra-chave? Dei uma grande dica. Mac, você não pode responder.
Ninguém sabe? Estou espantado. Jim, você pode responder. Obrigado, Jim. Obrigado por me aguentar.
Crer. Repetidas vezes.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira
que deu o Seu Filho unigênito,
para que todo aquele que Nele crê
não pereça,
mas tenha a vida eterna.
Quando João concluiu seu Evangelho de maneira tão poderosa, disse isto em João 20:31:
Estes, porém, foram escritos para que creiais
que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus;
e para que, crendo, tenhais vida em Seu nome.
É disso que toda a Bíblia trata. Esse é o objetivo. É isso que Deus busca em vocês e em mim.
Deixem-me terminar com isto. Acho que todos vocês conhecem o julgamento de Paulo diante do rei Agripa. Acho que conhecem: Atos 26. Se não conhecem, vão para casa e leiam.
Em particular, três personagens me chamam a atenção quando leio essa história: Festo, o rei Agripa e o apóstolo Paulo. Há outros, mas esses são os três principais. São eles que realmente contam a história.
Em Atos 26:24, depois que Paulo dá esse testemunho persuasivo — um testemunho que prende a atenção, um testemunho poderoso —, Festo diz em alta voz:
Estás louco, Paulo; as muitas letras te fazem delirar.
Pensem nisso. Há pessoas a quem se apresenta o testemunho mais claro, mais persuasivo e mais poderoso, e que nunca crerão.
Creio que Festo era uma delas. Essa é uma reação. É essa a nossa reação? “Isso é loucura. Quem poderia acreditar nisso?”
Depois há Agripa. Vocês se lembram do rei Agripa em Atos 26:28. Ele foi tocado. O rei Agripa foi realmente tocado. O testemunho de Paulo era tão persuasivo que até o rei foi tocado.
E aquele versículo famoso diz:
Com pouca persuasão queres fazer de mim um cristão.
Agora, irmãos e irmãs, acho que muitas vezes isso descreve muitos de nós. Ficamos comovidos. Somos tocados. Talvez haja até uma lágrima. Naquele momento, tudo parece tão arrebatador.
Contudo, no fim, a palavra era quase. Quase persuadido.
Então há Paulo. Vejam Atos 26:29:
E Paulo disse: Prouvera a Deus
que, por pouco ou por muito,
não somente tu, mas também todos quantos hoje me ouvem
se tornassem tais como eu sou,
exceto estas cadeias.
Paulo estava inteiramente persuadido. Irmãos e irmãs, há três reações que vocês podem ter diante das promessas e das palavras do Senhor.
Vocês podem achar que é pura loucura. Podem não crer. Podem ter um coração de incredulidade.
Vocês podem ser tocados por um momento e, como a semente que caiu em solo pedregoso, isso dura um pouco e depois desaparece. Vocês estariam entre aqueles de quem o Espírito Santo diria que estavam quase persuadidos.
Então, por fim, há aqueles que Ele está buscando. Paulo disse: “Eu desejaria que todos os que ouvem a minha voz estivessem inteiramente persuadidos”.
Para mim, essa é a definição de estar plenamente persuadido.
Esse é o testemunho de vocês? Sei que é um processo.
Mas, irmãos e irmãs, com tudo o que há no meu ser, no pouco tempo que ainda tenho para viver, é isso que quero que seja o meu testemunho: inteiramente persuadido.
Não um pouco. Não quase. Inteiramente persuadido.
Creio que, no fim, é isso que o Senhor quer: pessoas assim. Pessoas assim.
Podemos dizer, como Abraão:
Estando plenamente persuadido de que o que Ele prometeu também é poderoso para cumprir.
Podemos dizer:
Estou persuadido de que Ele é poderoso para guardar o que Lhe confiei até aquele dia.
Estou inteiramente persuadido.
Senhor, simplesmente entregamos a Ti estes pensamentos frágeis. Perdoa-nos por não conseguirmos comunicar o que está no Teu coração.
Mas, Senhor, cremos que Tu desejas isso. Hoje, aqui entre o povo de Deus que está reunido e entre aqueles que ouvirão esta voz mais tarde, nossa oração é que encontres aqueles que estão se tornando plenamente persuadidos.
No fim, nosso único testemunho será: “Estou persuadido”. Por fim, estaremos inteiramente persuadidos.
Senhor, faz o que nós não podemos fazer.
Lembro-me daquele homem no Evangelho, com aquele filho doente. Tu disseste:
Tudo é possível ao que crê.
Aquele querido homem não foi embora triste, como o jovem rico. Mas disse:
Eu creio; ajuda-me na minha incredulidade.
Senhor, esses somos nós. Muitas vezes somos crentes incrédulos.
Farás uma obra no nosso coração para nos capturar da maneira como capturaste Abraão, da maneira como capturaste Timóteo, da maneira como capturaste Paulo? Farás essa obra no nosso coração?
É isso que pedimos juntos, em nome de Jesus. Amém.