Por favor, abram em Cântico dos Cânticos 1:7-8.
Dize-me, ó Tu, a Quem ama a minha alma,
Onde apascentas o Teu rebanho,
Onde o fazes repousar ao meio-dia:
Pois por que seria eu como uma mulher coberta com véu
Junto aos rebanhos dos Teus companheiros?Se tu não o sabes, ó mais formosa entre as mulheres,
Sai pelas pegadas do rebanho,
E apascenta os teus cabritos junto às tendas dos pastores.
Por favor, abram também em 1 Coríntios 10:11.
Ora, estas coisas lhes aconteceram como exemplos;
E foram escritas para nossa admoestação,
Sobre nós, a quem têm chegado os fins dos séculos.
Amado Senhor, queremos agradecer-Te por nos reunires em Tua presença. Em Tua presença há plenitude de alegria. Nós Te louvamos e agradecemos por nos reunires desta maneira.
Nós Te agradecemos porque sempre Te lembras de nós. Tu desejas preparar-nos como Tua noiva para o Teu retorno iminente. Tu desejas que estejamos diante de Ti com alegria.
Nós Te agradecemos por Tua longanimidade para conosco. Nós Te agradecemos por Teu amor, pois Tu nos amas até o fim.
Senhor, neste dia nos colocamos em Tua presença. Pedimos que examines nosso coração, para ver se há em nós algum caminho mau, e nos conduzas pelo caminho eterno.
Pedimos que abras nosso entendimento e nos concedas o espírito de sabedoria e de revelação, para que verdadeiramente Te conheçamos. Conhecer-Te é a vida eterna.
Esperamos que Teu Espírito Santo Se mova em nosso meio e nos mostre Cristo Jesus, para que tudo seja de Cristo e nada de nós mesmos.
Nós Te louvamos e agradecemos porque Tua misericórdia, Teu amor e Tua graça estão sempre presentes. Ó Senhor, que nos valhamos daquilo que Tu nos concedeste, para que a glória e a honra sejam Tuas para todo o sempre. Amém.
Irmãos e irmãs, de fato agradecemos ao Senhor por nos dar esta oportunidade de estarmos juntos. Sempre sinto que, quando temos uma oportunidade assim, isso é a misericórdia de Deus.
Deus deseja preparar-nos para Seu retorno iminente, para que possamos vê-Lo face a face com alegria. É por isso que Ele sempre nos proporciona oportunidades: para que estejamos bem preparados para vê-Lo.
Vocês anseiam por vê-Lo? Espero que Ele venha agora. O que vocês desejam?
Nesta ocasião, queremos falar sobre o caminho da igreja — as pegadas do rebanho de nosso Senhor Jesus.
Quando vocês abrem Cântico dos Cânticos, encontram uma virgem. Antes, ela era rebelde, mas o Senhor a beijou. Ela foi subjugada pelo Senhor, e Ele criou em seu coração um desejo por Si mesmo.
Ela queria andar mais perto de Deus. Ansiava por conhecer o Senhor cada vez mais. Sentia-se atraída pelo amor do Senhor. Havia provado um pouco da doçura do Senhor e desejava andar mais perto Dele.
Mas, infelizmente, seus irmãos não a compreendiam e, por isso, lhe deram muito trabalho. Nessas circunstâncias, ela não estava suficientemente perto do Senhor. Então clamou: “Senhor, onde apascentas o Teu rebanho ao meio-dia? Onde fazes repousar o Teu rebanho? Por que devo estar junto aos rebanhos dos Teus companheiros?”
“Quero saber onde Tu estás. Quero ver o Teu rosto.”
O Senhor respondeu: “Se você não sabe onde estou, então siga as pegadas do Meu rebanho”.
Irmãos e irmãs, temos esse anseio? Estamos satisfeitos apenas em ser salvos e ir para o céu? Vocês acham que o coração de nosso Senhor ficará satisfeito apenas com isso?
Temos o coração daquela virgem? O apóstolo Paulo nos diz em 2 Coríntios 11:2-3 que nos havia desposado com Cristo como virgens puras. Ele temia que fôssemos seduzidos e perdêssemos a simplicidade que há em Cristo.
Quando olhamos para o cristianismo hoje — sem falar daqueles que usam o nome de Cristo, mas têm um espírito empresarial —, graças a Deus há aqueles que foram fiéis: pessoas como Wesley, Moody e outros que realmente amavam o Senhor.
Mas, infelizmente, vemos que as pessoas começaram a seguir esses servos de Deus. Seguiram Lutero e se tornaram a Igreja Luterana. Outros seguiram John Wesley e se tornaram a Igreja Metodista.
Vocês encontram muitos rebanhos que pertencem aos companheiros de nosso Senhor. Mas essa virgem era tão pura em sua devoção ao Senhor que não queria estar no rebanho dos companheiros Dele, porque se sentia como alguém coberto com um véu. Ela não tinha aquele andar direto e próximo com o próprio Senhor.
Nada mais satisfaria seu coração, a não ser o próprio Senhor.
O Senhor conhece aqueles que têm esse coração para com Ele. Embora agora esteja assentado à direita de Deus, ao longo dos séculos Ele ainda tem deixado na terra as pegadas de Seu rebanho.
Examinem a história da igreja. Infelizmente, grande parte dela é a história oficial da igreja. Mas, nos últimos tempos, encontramos cada vez mais descobertas.
Descobrimos que, desde o princípio até agora, houve pessoas que não queriam nada além do próprio Senhor. Ali estão as pegadas do rebanho do nosso Senhor.
Nosso humilde desejo não é apenas encontrar essas pegadas, mas andar nelas. É por isso que sentimos a necessidade de um tempo como este juntos.
Irmãos e irmãs, se vocês vieram ouvir bons sermões, ficarão decepcionados. Tenho pregado há mais de setenta anos, mas agora não sei mais pregar. A única coisa que sei fazer é conversar. Quero conversar com vocês.
Espero que possam compreender meu coração. Espero que saibam o que realmente está em meu coração. Amados irmãos e irmãs, é por isso que gostaríamos de ter este tempo juntos.
Meus irmãos me pediram que falasse sobre nosso passado. A princípio, eu lhes disse: “Se vocês querem apenas que eu fale sobre nosso passado, não vou”, porque esse não é o encargo que tenho no coração.
Meu encargo é este: estamos hoje seguindo as pegadas certas? Se o passado puder nos ajudar, então vamos considerá-lo. Por isso, nesta manhã, vou falar sobre nosso passado.
Creio que sou o mais velho entre os que estão ligados ao caminho em que estamos andando; por isso, tentarei compartilhar com vocês nosso passado. Se vocês acharem que há algo estranho em nosso passado, vou lhes dizer por que somos estranhos.
Esta reunião em Nova York começou há muito tempo. Não sei exatamente quando começou, porque foi antes de eu vir para este país. Creio que foi em algum momento da década de 1940, ou até antes.
Havia um pastor de uma grande igreja em Minneapolis, Minnesota. Só sei que seu nome era senhor Ling. Naquela época, ele também tinha um ministério no rádio.
Mas, de alguma maneira, o Senhor começou a revelar-Se a ele. Ele começou a sentir que o caminho da igreja, conforme o entendia, não era o plano de Deus. Então deixou o pastorado.
Naquela época, duas irmãs idosas lhe sugeriram: “Por que não ir à Inglaterra visitar o senhor T. Austin-Sparks?”
Então ele foi e passou algum tempo lá. Pelo que sei, quando voltou, disse: “Não aprendi nada novo lá. Aquilo que o Senhor havia me mostrado foi confirmado”.
Quando voltou, foi para a cidade de Nova York. Morava na Quinta Avenida, em Manhattan, e, para se sustentar, tornou-se mecânico. Uma pequena reunião começou em sua casa.
Havia também um irmão chamado doutor Thornton Stearns — não o filho, mas o pai. O doutor Stearns havia se formado na Universidade Johns Hopkins e depois foi para a China como missionário.
Ele estava ligado à Igreja Presbiteriana e era o chefe do departamento de ortopedia da Universidade Cheeloo. Ele e sua esposa amavam muito o Senhor, e o Senhor o usou para levar muitos estudantes de medicina a Si.
Então ele começou a enxergar algo a respeito da igreja. Deixou seu cargo e veio para Xangai para se reunir conosco.
A guerra sino-japonesa começou. Depois de Pearl Harbor, todos os chamados estrangeiros em Xangai foram confinados. O doutor Stearns adoeceu e foi levado ao hospital; por isso, ele e sua família estiveram entre os primeiros a ser repatriados para os Estados Unidos.
Quando voltou, passou a morar em Orange, Nova Jersey. Suponho que tenha sido por meio do irmão Sparks que ele soube do senhor Ling. Ao retornar, passou a se reunir com o senhor Ling.
Mais tarde, o irmão Ling adoeceu. O doutor Stearns o acolheu em sua própria casa e cuidou dele até sua morte. Durante esse período, alguns outros irmãos e famílias se juntaram a eles.
Eles começaram a se reunir em Manhattan. A Fulton Street era conhecida nos círculos cristãos porque, durante a Depressão, havia acontecido ali uma reunião de oração ao meio-dia.
Todos os dias, ao meio-dia, homens de negócios se reuniam para orar. Foi um grande movimento.
Os irmãos se mudaram para a Fulton Street e passaram a usar o local onde havia sido realizada aquela reunião de oração, porque ele não era utilizado à noite nem aos domingos.
Quando soubemos disso na China, depois do fim da guerra, alguns irmãos e irmãs, com suas famílias, se mudaram para os Estados Unidos. Nós os encaminhamos àquela reunião na Fulton Street.
Eu vim em 1952. Quando cheguei a Nova York, uni-me a esses irmãos e irmãs. Conheci a senhora Ling e as duas irmãs idosas que estavam ali desde o início.
Tínhamos uma pequena reunião ali — talvez trinta ou quarenta pessoas. O irmão Sparks costumava nos visitar uma vez por ano.
Aquela casa pertencia a uma organização financeira, e eles retomaram o imóvel. Então os irmãos encontraram outro lugar. Mudamos duas ou três vezes e, por fim, nos estabelecemos no Instituto da China.
Em 1957, obtive minha residência permanente. Estava pensando em voltar para o Extremo Oriente, então decidi me mudar para São Francisco.
Os irmãos responsáveis perguntaram ao irmão Sparks: “Quem você sugeriria para vir nos ajudar?” Ele sugeriu seu genro, Richard Ackroyd, e eles concordaram.
Mas, depois que o irmão Sparks voltou à Inglaterra, eles lhe escreveram uma carta dizendo que não queriam Richard, e eu estava de saída. Por fim, não demorou muito para que a reunião inteira se dissolvesse. Eles não conseguiam nem pagar o aluguel.
No entanto, um irmão que morava em Jamaica, no Queens, e o irmão Ackroyd começaram outra reunião na casa desse irmão.
Enquanto eu estava em São Francisco, Witness Lee veio de Taiwan. Ele havia sido convidado para visitar o irmão Sparks e insistiu que eu o acompanhasse para servir de intérprete.
Então o acompanhei desde São Francisco até Nova York e, depois, à Inglaterra. Quando passei por Nova York, senti dentro de mim a necessidade de voltar para lá.
Quando nossa visita à Inglaterra terminou, voltei para Nova York e trabalhei com o irmão Ackroyd por alguns anos. Por fim, saímos da casa do irmão e passamos a nos reunir no salão da Legião Americana.
Nós nos reunimos no salão da Legião Americana, em Jamaica, durante vários anos. Embora o Senhor começasse a acrescentar pessoas ao nosso meio, aquele não era o lugar adequado.
Todos os sábados à noite havia bingo ali, e uma grande placa de bingo ficava na frente do prédio. Quando convidávamos as pessoas, elas viam a placa e diziam: “Não é aqui”.
O pessoal do bingo não queria muito que estivéssemos ali, porque desejava preparar o local para o domingo à noite. Queriam que saíssemos, mas não podiam nos tirar de lá por causa da opinião pública.
Depois de nos reunirmos ali por alguns anos, um líder chinês disse que não havia esperança, porque os chineses estavam ali, mas os americanos não. Então ele foi para Louisville.
Curiosamente, depois que ele saiu, um grupo de porto-riquenhos se juntou a nós, e nosso número começou a crescer. Por causa dos inconvenientes do salão da Legião Americana, finalmente decidimos sair de lá.
Compramos um terreno e começamos a construir um salão de reuniões em Jamaica, Queens.
Usávamos o inglês como língua principal porque sentíamos que, estando neste país, deveríamos usar a língua do país.
Mas, como alguns irmãos chineses e porto-riquenhos não conheciam bem o inglês, tínhamos duas cabines: uma para traduzir para o chinês e outra para traduzir para o espanhol.
Pela graça de Deus, o número continuou aumentando. O irmão Sparks costumava nos visitar uma vez por ano, e o irmão Lee, que estava em Los Angeles, também nos visitava de vez em quando.
Começamos o processo de compra de uma casa de hóspedes. Na verdade, eu estava pensando em comprar outra casa para ajudar os idosos.
Enquanto nos reuníamos, convidávamos o irmão Sparks para nos visitar todos os anos, porque já havíamos trabalhado juntos durante muitos anos.
Eu o conheci em 1933, quando ele veio pela primeira vez e se uniu a Watchman Nee. Eu estava na faculdade naquela época, e ele me ajudou muito.
Depois que me uni aos irmãos em 1935, seguimos juntos na China. Mais tarde, trabalhamos juntos: eu estava nas Filipinas, e ele, em Taiwan. Depois que vim para este país, ele também veio.
Havíamos trabalhado juntos durante muitos anos. Infelizmente, houve alguns mal-entendidos, mas o ponto principal era que começamos a ter ideias diferentes sobre a igreja.
Quando ele veio a Nova York, me disse: “Vocês têm de se chamar a igreja em Nova York”.
Eu disse: “Não podemos fazer isso, porque somos apenas cerca de duzentas pessoas, e há tantos outros que pertencem ao povo de Deus em Nova York. Como podemos afirmar que somos a igreja em Nova York? Isso seria excomungar todos os outros crentes”.
Temos de dar testemunho da igreja local, mas não podemos afirmar que nós somos a igreja local.
Ele discordou de mim. Disse: “Se vocês não afirmarem que são a igreja em Nova York, então não há igreja em Nova York”.
Então ele tentou assumir o controle. Eu sabia o que ele estava fazendo, mas ainda assim o convidávamos para vir.
Lembro-me da última vez em que o convidamos. Disse aos irmãos que estavam comigo: “Se enviarmos uma carta para convidá-lo, não podemos impor limites ao que ele pode ou não pode falar. Queremos respeitá-lo como servo do Senhor”.
Embora eu soubesse sobre o que ele falaria, se o convidássemos, seria de todo o coração.
Então lhe enviamos uma carta. Pelo que sei, ele mostrou a carta aos irmãos e irmãs em Los Angeles e perguntou se deveria vir. Alguém disse: “Se eles estão convidando você, então vá”.
Ele não apenas veio, mas trouxe várias pessoas consigo. Eu sabia que ele pretendia assumir o controle, mas, graças a Deus, naquela ocasião os irmãos estavam realmente unidos comigo.
Quando ele veio com aquele grupo de pessoas, eles começaram uma reunião. Nós permitimos que fizessem isso até chegar a hora de nossa reunião. Os irmãos dali continuavam de acordo comigo.
A propósito, tive uma longa conversa com ele. Eu lhe disse: “Há rumores circulando. Se eu tenho algo contra você, diga-me o que é. Se você tem algo contra mim, diga-me também. Não devemos ter nada entre nós”.
Ele me falou de duas coisas. Não quero lhes contar os detalhes, mas eram realmente mal-entendidos. Então eu lhe expliquei essas questões.
Por fim, ele disse: “Está bem, não há nada entre você e mim”. Mas, quanto à questão da igreja, não conseguimos concordar. Foi assim que nos separamos.
Em 1972, mudei-me para Washington, D.C. Durante aquele período, ele tentou influenciar os irmãos em Nova York e, por fim, assumiu o controle da reunião em Jamaica.
Quando isso aconteceu, eu estava em Washington, D.C. Alguns irmãos e irmãs se sentiram incomodados com aquilo, então saíram e começaram a se reunir para orar.
Eu não os ajudei muito, porque não os visitava. Queria evitar qualquer conflito. Para mim, um prédio não é nada. Procurei evitar qualquer conflito e não ia a nenhum lugar onde ele estivesse.
Na verdade, ele assumiu o controle de vários lugares, mas tudo bem.
Depois de muito tempo, comecei a visitar esses poucos irmãos e irmãs no Queens. Pela graça de Deus, finalmente estamos estabelecidos aqui.
Então, essa é a nossa história. Não é algo que aconteceu recentemente; é uma história muito, muito longa.
Agora, irmãos e irmãs, por que queremos falar sobre a história passada? Vocês se lembram do apóstolo Paulo em 1 Coríntios 10.
Ele falou sobre a história de Israel: como Deus os tirou do Egito, como atravessaram o mar Vermelho, como viajaram pelo deserto e como se rebelaram contra Deus.
Por que ele mencionou todas essas coisas? Ele nos diz que essas coisas do passado são figuras. São para nós, que vivemos nestes últimos dias.
O que significa admoestação? Por um lado, admoestação é encorajamento. Por outro, admoestação é advertência.
Devemos ser admoestados — isto é, encorajados — pelo que aconteceu em nosso passado. Mas, por outro lado, isso nos serve de advertência, para que não caiamos no mesmo erro.
Então, amados irmãos e irmãs, apresentei a vocês um breve relato de nossa história. Espero que não olhemos para ela e simplesmente a deixemos para trás. Vamos aprender com nossa história.
Seguir o Senhor não é algo fácil. Nosso Senhor Jesus diz:
Se alguém quiser vir após Mim,
Negue-se a si mesmo,
Tome a sua cruz,
E siga-Me.
A menos que você negue a si mesmo, tome sua cruz e O siga, não é digno de ser Seu discípulo.
Por Seu amor para conosco, o Senhor Jesus esvaziou-Se a Si mesmo. Ele não considerou a igualdade com Deus algo a que devesse Se apegar. Isso Lhe pertencia, mas, por amor, Ele esvaziou-Se a Si mesmo.
Não apenas isso, mas Ele assumiu a forma de servo. Quando Deus criou o homem, por um lado, foi uma criação maravilhosa. Deus nunca criou nada da maneira como criou o homem — nem mesmo os anjos.
Ele nos criou segundo Sua própria imagem e conforme Sua própria semelhança. O homem é uma criação tão gloriosa. O que Ele tinha em mente? Ele queria que fôssemos Seu vaso e Seu instrumento.
Ele quer que O contenhamos e que O expressemos. Mas, infelizmente, caímos. É por isso que Ele nos chama a negar a nós mesmos, tomar nossa cruz diariamente e segui-Lo.
Irmãos e irmãs, vocês ouviram esse chamado? Estamos realmente seguindo as pegadas do rebanho de nosso Senhor?
O Senhor disse:
Eu sou o bom pastor.
O Bom Pastor dá Sua vida por Seu rebanho. Ele os chama, eles conhecem Sua voz e O seguem. Ele os conduz para o pasto.
É isso que o Senhor está fazendo. Estamos realmente seguindo-O?
Quando o Senhor olha para nós hoje, como Se sente? Ele fica feliz ou triste?
Pensamos apenas em nós mesmos? “O que aconteceu comigo? O que vai acontecer comigo?” Vocês já pensaram no que acontecerá com Ele?
Ele tem esperado por milhares de anos.
Irmãos e irmãs, esperamos que, quando nos reunirmos, venhamos com seriedade de coração. Não ousamos mais brincar de igreja.
O Senhor disse:
Edificarei a Minha igreja sobre esta rocha.
O Senhor disse que fará isso. Mas quem estará com Ele?
Então, amados irmãos e irmãs, colocamos essas coisas diante de vocês, esperando que as considerem seriamente.
Senhor, queremos de fato agradecer-Te por toda a Tua misericórdia e graça no passado. Não temos nada de que nos gloriar. Tudo o que podemos fazer é reconhecer nossa fraqueza e nos gloriar em Tua misericórdia, graça e paciência.
Pedimos que realmente desejemos ver-Te, conhecer Teu coração e satisfazer Teu coração. Tem misericórdia de nós.
Livra-nos de toda autossatisfação, para que verdadeiramente nos humilhemos diante de Ti e permitamos que realizes em nós uma salvação plena.
Ó Senhor, não pares até que Teu coração esteja satisfeito.
Que possamos orar e buscar mais o Senhor a respeito das palavras que ouvimos.