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THAT THE WORD OF THE LORD MAY RUN AND BE GLORIFIED
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    Prayer #2 © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Prayer #2
    Prayer #2
    Lambert, Lance

    Intercessão, oração coletiva e dores de parto espirituais

    Isso significa que eles eram, em si mesmos, uma mensagem. Muitas pessoas não sabiam ler nem escrever, e eles costumavam ensinar linha por linha, fazendo assim a mensagem chegar ao coração daqueles que haviam encontrado o Senhor.

    Leituras bíblicas

    Vocês podem abrir comigo na profecia de Isaías 62:1-7? Isaías 62. Vou ler a partir de Isaías 62:1.

    Por amor de Sião, não Me calarei,
    e, por amor de Jerusalém, não descansarei,
    até que a sua justiça saia como resplendor,
    e a sua salvação, como uma lâmpada que arde.

    E as nações verão a tua justiça,
    e todos os reis, a tua glória;
    e serás chamada por um nome novo,
    que a boca do Senhor designará.

    Também serás uma coroa de beleza na mão do Senhor,
    e um diadema real na mão do teu Deus.

    Nunca mais te chamarão Desamparada;
    nem à tua terra jamais chamarão Desolada:
    mas tu serás chamada Hefzibá,
    e a tua terra, Beulá;
    porque o Senhor Se agrada de ti,
    e a tua terra será desposada.

    Porque, como um jovem se casa com uma virgem,
    assim teus filhos se casarão contigo;
    e, como o noivo se alegra com a noiva,
    assim o teu Deus Se alegrará contigo.

    Sobre os teus muros, ó Jerusalém, pus atalaias;
    jamais se calarão, nem de dia nem de noite:
    vós que fazeis o Senhor Se lembrar, não descanseis,
    e não Lhe deis descanso,
    até que Ele estabeleça Jerusalém,
    e a faça um louvor na terra.

    Agora, na Nova Aliança, no Evangelho de Mateus 18:19-20.

    Ainda vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por Meu Pai, Que está nos céus.

    Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em Meu nome, aí estou Eu no meio deles.

    E agora a carta do apóstolo aos Efésios, na qual este hino se baseou. Efésios 6:10-13.

    Finalmente, fortalecei-vos no Senhor e na força do Seu poder.

    Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais permanecer firmes contra as ciladas do diabo.

    Porque a nossa luta não é contra carne e sangue, mas contra os principados, contra as potestades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as hostes espirituais da maldade nas regiões celestiais.

    Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes feito tudo, permanecer firmes.

    Efésios 6:17-19:

    Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;
    com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito,
    e vigiando para isso com toda perseverança e súplica por todos os santos;
    e por mim, para que me seja dada a palavra, ao abrir a minha boca, para tornar conhecido com ousadia o mistério do evangelho.

    Oração inicial

    Vamos fazer mais uma breve oração.

    Amado Senhor, queremos Te agradecer porque, ao nos reunirmos aqui nesta tarde, em Tua presença, Tu estás aqui. Tu és Aquele Que nos chamou e nos convidou a entrar em Tua presença.

    E, Senhor, ao chegarmos à ministração da Tua Palavra, queremos simplesmente confessar diante de Ti que, sem Ti, nada podemos fazer — isto é, nada de valor eterno — sem essa unção que Tu providenciaste.

    Por isso, amado Senhor, pela fé nos firmamos nessa unção de graça e poder que Tu nos concedeste tão livre e plenamente, tanto para falar como para traduzir e, Senhor, para ouvir.

    Assim, vem sobre este tempo, para que ele tenha vida com Tua presença, com Tua voz e com Tua ação; e para que, por meio dele, Senhor, haja em todos nós algo mais para Ti mesmo.

    Pedimos isso em nome do nosso Messias, o Senhor Jesus. Amém.

    O ministério da intercessão

    Nesta sessão da tarde, quero falar novamente sobre oração e intercessão. Eu disse ontem que este é um assunto vasto — enorme. Em duas sessões, só podemos realmente tocar em alguns aspectos dessa questão tão ampla.

    Mas estou confiando no Senhor para que Ele nos capacite a abordar aquelas coisas que terão significado para nós na presente conjuntura em que nos encontramos como povo de Deus.

    Não há chamado mais elevado ao qual Deus possa nos convocar do que o ministério da intercessão. Creio que esse ministério da intercessão está de tal maneira no coração do nosso Senhor que não há ministério que o supere em valor ou significado.

    Poucas pessoas respondem a esse chamado. Mas é minha convicção — posso estar errado — que todos aqueles que ocupam as posições mais elevadas no governo eterno de Deus foram intercessores.

    Não há outro caminho para realmente entrar no coração de Deus senão pela intercessão. E Deus faz as coisas mais extraordinárias com as pessoas para torná-las intercessoras.

    Muitas vezes me perguntei se o apóstolo Paulo não se tornou um dos maiores intercessores da história da igreja por estar preso a uma corrente e não poder mais pregar em público.

    Certamente Amy Carmichael se tornou uma grande intercessora depois que o Senhor a deixou acamada por quase quarenta anos, após uma vida muito ativa até aquele momento. E certamente tenho me perguntado a respeito do nosso amado irmão Watchman: será que ele não cumpriu um ministério de extraordinário poder durante os longos anos em que esteve na prisão?

    É impressionante para mim até onde o Senhor vai para levar uma pessoa ao ponto de se tornar intercessora. Pois isso não diz respeito apenas ao tempo e ao que percebemos pelos sentidos; diz respeito à eternidade. É a maneira pela qual o Senhor nos prepara para uma posição eterna e um ministério eterno.

    A oração como relacionamento com o Senhor Jesus

    Ontem à tarde, falei sobre o poder que há na oração. É claro que, na oração em si, não há poder. O poder está no relacionamento com o Senhor Jesus. É aí que está o poder.

    Como a oração, e especialmente a intercessão, é um relacionamento com o Senhor Jesus — acompanhando-O, estando sob Sua supervisão, se vocês preferirem, sob Seu comando —, ela tem enorme importância e enorme poder. É o Senhor Quem tem o poder.

    Quando aprendemos essa lição muito simples, todo tipo de situação pode ser alcançado, uma vez que estamos sob a autoridade do Senhor Jesus como Cabeça, sob o comando do Senhor Jesus pelo Espírito Santo.

    Não há nada impossível para o Senhor: nenhuma situação que não possa ser alcançada, nenhum problema que não possa ser resolvido e nenhum obstáculo complexo que não possa ser vencido, quando aprendemos a andar com o Senhor e a nos mover com Ele.

    Falei sobre a ampla abrangência da oração. Essa abrangência é impressionante. Ela vai desde orações simples, voltadas para nós mesmos, quase egocêntricas — o que chamo de orações do tipo “me dá”: “Eu quero; por favor, me dá isto; por favor, me dá aquilo. Preciso disto. Por favor, me atende aqui”. Ou até mesmo pequenas orações tão simples como: “Socorro!”

    Ela vai desse tipo de oração simples até orações extraordinárias — o tipo de oração que o apóstolo fez quando disse, em Efésios 1:17-19:

    Oro para que vos seja dado o espírito de sabedoria e de revelação,
    sendo iluminados os olhos do vosso coração,
    para que saibais qual é a esperança do Seu chamamento,
    e quais as riquezas da glória da Sua herança nos santos,
    e qual a suprema grandeza do Seu poder para conosco, os que cremos.

    A abrangência da oração é tremenda: vai daquilo que está voltado para nós mesmos, quando não é egocêntrico, até aquilo que é inteiramente altruísta. É uma abrangência que cobre tudo.

    A natureza espiritual da oração

    Depois, falamos sobre ter os olhos do coração abertos para o fato de que este mundo em que vivemos é essencialmente espiritual.

    Não creio que alguém perceba o valor da oração antes disso. A oração — a reunião de oração — é apenas um exercício religioso, um lugar realmente muito enfadonho, até que a liderança e o povo, todos nós juntos, comecemos a perceber que vivemos num mundo essencialmente espiritual.

    A única maneira de haver avanço na obra do Senhor, a única maneira de a igreja ser edificada, é quando os obstáculos, os problemas e a atividade do inimigo são tratados no lugar de oração.

    Quando começamos a perceber que não lutamos contra carne e sangue, entendemos que não se trata apenas de circunstâncias físicas. São circunstâncias espirituais. Não estamos enfrentando apenas ideologias, filosofias, problemas ou pessoas no plano humano e físico.

    Lutamos contra principados, contra potestades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra hostes de espíritos malignos nas regiões celestiais. Quando começamos a entender isso, é como se nossos olhos se abrissem e, de repente, percebêssemos que estamos em contato com o trono.

    Quando reconhecemos isso, também reconhecemos que nos foi concedido um privilégio extraordinário: acesso à sala do trono do universo, ao próprio trono de Deus, o Altíssimo, Que governa os assuntos dos homens.

    O chamado dos jovens à oração

    Para qualquer um de vocês que seja jovem, adolescente, e esteja aqui nesta tarde, deixem-me dizer apenas uma coisa. Sou muito grato a Deus por Ele ter me alcançado nessa questão da oração quando eu tinha treze anos, pouco depois de ser salvo.

    Meus olhos se abriram para esse mundo invisível, e comecei a ir à reunião de oração — para espanto de alguns dos mais velhos da comunidade, ao verem aquele jovem ali toda semana.

    De alguma maneira, para mim, era a reunião mais importante da semana. É claro que, naquele momento, eu não sabia muita coisa sobre oração; tudo isso veio depois.

    Mas não pensem que isso é para pessoas idosas, de cabelos brancos, já no limiar da eternidade. Essa questão da oração é para vocês, por mais jovens que sejam.

    Se vocês simplesmente começarem a se colocar à disposição do Senhor na adolescência, ah, o que o Senhor poderá fazer em suas vidas, e a que entendimento Ele poderá conduzi-los desde o começo!

    A intercessão como cooperação com Deus

    Quero, antes de tudo, ressaltar algo que mencionei ontem à tarde: a intercessão, que é a forma mais elevada e mais altruísta de oração, é basicamente trabalhar em cooperação com o Senhor.

    Não é, de alguma forma, lutar contra o Senhor nem arrancar de um Deus relutante aquilo que Ele realmente não quer fazer. Não é que, se vocês insistirem por tempo suficiente, Ele finalmente dirá: “Tenho de fazer isso”.

    Tantas vezes, nos momentos de oração, ficamos com a impressão de que o Senhor é, na verdade, o adversário, e de que precisamos colocá-Lo contra a parede, onde Ele terá de fazer alguma coisa por nós. Se fizermos bastante barulho, orarmos por bastante tempo e com bastante poder, e usarmos as palavras certas, finalmente o Senhor dirá algo como: “Bem, vou ter de fazer alguma coisa; caso contrário, essas pessoas não vão Me dar sossego”.

    Essa é uma mentalidade religiosa, porque é exatamente isso que vemos nas religiões do mundo. A ideia é que, se apenas continuarmos por tempo suficiente — com rodas de oração, incenso, rituais, prostrações ou qualquer outra coisa —, de alguma forma conquistaremos o favor de Deus.

    Mas a verdadeira intercessão não consiste em arrancar do Senhor respostas a pedidos que Ele realmente não quer atender. Consiste em conhecer a vontade do Senhor e permanecer com Ele em favor do cumprimento do Seu propósito.

    Creio que isso transformará tudo para nós no momento de oração. Somos soldados e estamos, de fato, sob o comando do Comandante Supremo. Estamos à Sua disposição.

    Ele é, para usar a linguagem antiga da versão King James, o Senhor dos Exércitos. Em hebraico, é “Comandante dos exércitos”, simples assim. Estamos à Sua disposição, sob Seu comando.

    Ele é o Comandante Supremo, e está nos conduzindo a essa batalha. Precisamos aprender quais são Seus objetivos, quais são Suas metas, e então estar à Sua disposição para que possamos chegar ao cumprimento desses objetivos.

    A intercessão de Cristo

    Deixem-me colocar isso de outra maneira. O Senhor Jesus é o Intercessor. Ele vive sempre para interceder por nós à direita do Pai.

    A verdadeira intercessão acontece quando o Espírito Santo toma o encargo que está no coração do nosso Senhor Jesus em determinado momento e, por assim dizer, o comunica a nós, em nosso coração e em nosso espírito.

    Então, isso se torna um encargo dentro de nós que, por fim, encontra sua expressão por meio dos nossos lábios. É algo extraordinário. Dessa maneira, estamos em comunhão com o nosso Senhor Jesus.

    A concordância na oração

    Agora, se vocês olharem para aquela passagem em Mateus 18:19-20, creio que isso fica bem claro. Ela diz:

    Ainda vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por Meu Pai, Que está nos céus.

    Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em Meu nome, aí estou Eu no meio deles.

    Já ouvi muitas mensagens sobre o último versículo, Mateus 18:20:

    Onde estiverem dois ou três reunidos, aí estou Eu no meio deles.

    Já ouvi isso ser mencionado mil vezes em mensagens.

    Também ouvi mensagens sobre a outra declaração, em Mateus 18:19:

    Se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito.

    Já estive em reuniões em que alguém disse da plataforma: “Alguém pode concordar comigo sobre isso?” Alguém levanta a mão — “Aleluia! Pronto, somos dois”.

    A ideia imediata é que agora Deus tem de responder porque dois dos Seus filhos concordaram. Como duas dessas pessoas estão realmente de acordo, o Senhor diz: “Isso é um milagre. Vou ter de fazer alguma coisa”.

    Pouquíssimas pessoas percebem que a última frase qualifica a primeira. Ouçam novamente Mateus 18:19-20:

    Se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por Meu Pai, Que está nos céus;
    porque, onde estiverem dois ou três reunidos em Meu nome, aí estou Eu no meio deles.

    Essa última frase qualifica a primeira. É por meio do Senhor, no meio de dois ou três reunidos em Seu nome, que essa harmonização acontece.

    A palavra concordar, em grego, é sumphōneō, de onde vem a palavra “sinfonia”. Poderíamos até usar “harmonizar”. Se dois de vocês forem harmonizados.

    Certamente o significado de tudo isso é que o Senhor, no meio de dois ou três membros do Seu corpo, produz uma harmonia, uma unidade na oração. Quando isso acontece, vocês sabem que têm aquilo que pedem. É a vontade de Deus.

    Não se trata de você e eu combinarmos de concordar e, assim, conseguirmos colocar o Senhor contra a parede e obrigá-Lo a fazer o que Ele não quer. Pelo contrário, enquanto oramos espontaneamente pelo Espírito de Deus, brota de dentro de nós uma harmonia.

    Vocês já tiveram essa experiência numa reunião de oração? Desculpem-me por ficar tão empolgado com isso; sempre fico empolgado. Acho isso emocionante.

    Em vez daquelas reuniões de oração mortas e enfadonhas, nas quais destruímos a eficácia com tantos maus hábitos, aqui estamos na presença do Senhor. O Espírito Santo está nos conduzindo, e a unção está sobre todo esse tempo.

    Alguém ora e, enquanto ora, algo se acende em outra pessoa, e ela ora. Então, você recebe um encargo para orar, mas, antes que consiga orar, outra pessoa começa e ora exatamente aquilo que você ia orar.

    Vocês já tiveram essa experiência? Quase dá vontade de dizer: “Roubaram minhas falas”. Mas é muito necessário que você também ore por isso, pois, pela boca de duas ou três testemunhas, a questão é estabelecida. Então sabemos: aqui está a obra do Espírito Santo.

    O Cabeça, o corpo e o Espírito Santo

    Estou indo rápido demais para vocês? Aqui está o Cabeça: o Senhor Jesus. Aqui está o corpo: nós, que somos salvos. E aqui está o Espírito Santo.

    Como a mente do Cabeça é comunicada aos membros do corpo? O Cabeça está à direita do Pai e vive sempre para interceder por nós ali, enquanto nós, membros do corpo, estamos na terra.

    Como a mente, o propósito e a vontade do Cabeça são comunicados aos membros do corpo? Pelo Espírito Santo. É obra do Espírito Santo tomar aquilo que está na mente do Cabeça e torná-lo real para os membros do corpo.

    Isso transforma a oração. De repente, a oração deixa de ser um exercício litúrgico ou religioso. Ela se torna um lugar de poder, um centro de comando na guerra, um lugar de revelação e um lugar para discernir a vontade de Deus em qualquer questão — pessoal, local, nacional ou internacional.

    Muitas vezes, no lugar de oração, recebemos revelação a respeito de situações que nos deixam completamente perplexos. É algo extraordinário.

    O mistério da verdadeira intercessão

    Isso é trabalhar em cooperação com o Senhor. Li aquela maravilhosa passagem em Isaías 62:1-7. Quem está falando em Isaías 62:1, quando diz:

    Por amor de Sião, não Me calarei,
    e, por amor de Jerusalém, não descansarei?

    É Aquele de Quem se fala em Isaías 61:1-2:

    O Espírito do Senhor Deus está sobre Mim;
    porque o Senhor Me ungiu
    para anunciar boas-novas aos mansos;
    Ele Me enviou a curar os quebrantados de coração,
    a proclamar liberdade aos cativos,
    e a abertura da prisão aos que estão presos;
    a proclamar o ano do favor do Senhor,
    e o dia da vingança do nosso Deus;
    a consolar todos os que choram.

    É o Senhor Jesus; é o Messias. Portanto, aqui está o Messias dizendo, em Isaías 62:1:

    Por amor de Sião, não Me calarei,
    e, por amor de Jerusalém, não descansarei.

    Mas então, de repente, encontramos o Messias falando novamente em Isaías 62:6:

    Sobre os teus muros, ó Jerusalém, pus atalaias;
    jamais se calarão.

    Ele acabou de dizer: “Não Me calarei”. Agora diz: “Eles não se calarão”.

    Em Isaías 62:6-7, lemos:

    Vós que fazeis o Senhor Se lembrar, não descanseis,
    e não Lhe deis descanso, até que Ele faça isso.

    Não é uma bela tradução — “vós que fazeis o Senhor Se lembrar”?

    Imediatamente surge um problema aqui. Não sei se acontece com vocês, mas comigo acontece. Se o Senhor disse, em Isaías 62:1:

    Por amor de Sião, não Me calarei,
    e, por amor de Jerusalém, não descansarei,
    até que a sua justiça saia como resplendor,
    e a sua salvação, como uma lâmpada que arde.

    Por que eu teria de ficar calado? Por que eu não deveria ter descanso?

    Se é o Senhor Quem já derrotou todos os poderes das trevas e Se assentou à direita da Majestade nas alturas, isso será feito, aconteça o que acontecer. Então posso me sentar e não fazer nada.

    Mas então, de repente, encontro o Senhor dizendo: “Igreja, espere. Eu a coloquei como atalaia sobre os muros de Jerusalém. Você não terá descanso. Não se calará, nem de dia nem de noite”.

    “Vocês são aqueles que Me fazem lembrar.” Ah, você diz: “O Senhor quer dizer que pode Se esquecer? Ele é esquecido? Ficou tão idoso que está com Alzheimer? Precisa ser lembrado?”

    O que o Senhor quer dizer com isso? Não é uma passagem extraordinária? É quase como se o Senhor estivesse dizendo: “É claro que posso fazer tudo isso sozinho, mas não quero”.

    Isso me leva ao meu próximo ponto nesta tarde: o mistério da verdadeira intercessão. Ninguém jamais se tornará intercessor até encarar o mistério da intercessão.

    Por que, se o Senhor é todo-poderoso, se para o Senhor nada é impossível, se Ele pôde criar todo o universo sem nós e criar o homem sem nós, Ele quer que participemos disso? Por que precisamos ser aqueles que fazem o Senhor Se lembrar?

    A súplica e o discernimento da vontade de Deus

    A oração é um derramar. É isso que ela é em grego: simplesmente um derramar.

    Amy Carmichael disse que há três maneiras pelas quais o Senhor responde à oração simples. Tiago 4:2 diz:

    Nada tendes, porque não pedis.

    Então vocês pedem ao Senhor. O Senhor pode dizer sim, o Senhor pode dizer não e o Senhor pode dizer espere.

    Mas, quando chegamos à intercessão, estamos lidando com outra coisa. Ouçam-me com atenção: isso não é uma questão de tentativa e erro. Não é como a oração em geral, na qual vocês podem pedir, mas o Senhor pode dizer não.

    É sempre melhor pedir ao Senhor. Não entendo as pessoas que assumem um ar tão piedoso a esse respeito e dizem: “Bem, não vou pedir ao Senhor, porque talvez não seja certo”. Por que não pedir a Ele? Não há mal algum em pedir.

    C. T. Studd disse: “Por que pedir um ovo ao Senhor se você pode pedir a Ele um elefante?” Você pode muito bem pedir. O Senhor apenas dirá: “Não, você não pode ter isso”, ou: “Espere”. É sempre melhor pedir.

    Mas a intercessão não é uma questão de tentativa e erro. A intercessão começa com um entendimento, um discernimento, por mais tênue que seja, da vontade de Deus — para uma nação, para a igreja, para as nações ou para qualquer situação específica, até chegar a uma pessoa individualmente.

    Então vocês começam a entender. De maneira ainda tênue, começam a enxergar qual é a vontade de Deus. Então, pelo Espírito do Senhor, podem permanecer com o Senhor em favor do cumprimento desse propósito.

    Creio que isso é realmente muito importante. Para dizer de maneira simples, é orar para que a vontade de Deus se concretize.

    Mas por que precisamos orar para que a vontade de Deus se concretize? Certamente Deus pode cumprir Sua vontade e Seu propósito sem nós. Sim, meu querido amigo, Ele não apenas pode cumprir Seu propósito sem você e sem mim, como pode cumpri-lo com muito mais facilidade e sem tantas complicações, sem você e sem mim.

    Nós somos sempre o problema. Assim que entramos em cena, tudo se torna difícil, até para o Senhor, se vocês entendem o que quero dizer. Nós bagunçamos as coisas. Introduzimos nossa carne nisso. Atrapalhamos as coisas.

    Por isso, vocês veem, há necessidade de súplica. Vocês se lembram de 1 Timóteo 2:1:

    Súplicas, orações, intercessões, ações de graças.

    É interessante como a súplica é associada à oração repetidas vezes.

    Súplica significa simplesmente um apelo insistente. É um apelo normalmente feito ao imperador ou a quem quer que esteja em posição de autoridade. Pode ser um apelo a respeito de mil e uma coisas.

    Sempre gosto de pensar na súplica como um apelo que busca orientação. É perguntar ao Senhor, de coração: “Como lidamos com esta situação? Como oramos?” É por isso que ela vem primeiro.

    Não pode haver intercessão sem súplica. A primeira coisa é suplicar ao Senhor, clamar ao Senhor, apelar ao Senhor, consultar o Senhor. Então, quando Ele dá a vocês um princípio de clareza, a verdadeira intercessão pode começar.

    Daniel como intercessor

    O melhor exemplo, é claro, como mencionamos ontem à tarde, é Daniel. O Senhor já havia dito ao profeta Jeremias que haveria apenas setenta anos de cativeiro.

    Por que, então, o Senhor chamou Daniel a orar como se tudo dependesse de sua oração? O Senhor já havia falado por meio de um profeta, setenta, oitenta ou noventa anos antes, que o cativeiro duraria setenta anos e depois terminaria.

    Por que o Senhor chamou Daniel à oração? Por que esse encargo foi colocado no coração de Daniel? Por que isso quase lhe custou a vida? O rei havia dado uma ordem: nada de oração.

    Daniel se lembrou da condição que o rei Salomão havia apresentado: se vocês orarem voltados para o lugar onde fiz habitar o Meu nome e confessarem seus pecados, então Eu os ouvirei. Se estiverem no exílio, Eu os trarei dos confins da terra de volta a esta terra que lhes dei.

    Assim, Daniel abria as folhas de sua janela como uma expressão concreta de sua fé. Ele abria as janelas, não para o norte, nem para o sul, nem para o leste, mas para o oeste — na direção de Jerusalém.

    Ele estava firmado na Palavra de Deus. E o inimigo preparou para ele uma cova de leões.

    Daniel sabia muito bem que havia inimigos por toda parte ao seu redor, esperando fazê-lo tropeçar e destruí-lo. Sabia que havia forças das trevas e poderes do mal procurando eliminar a ele, ao seu ministério e aos seus amigos.

    Vocês conhecem a história. Sabem como ele foi para a cova dos leões bem no meio de seu ministério de oração e como o Senhor fechou a boca dos leões. Ele saiu da cova dos leões e prosseguiu com seu ministério de oração até que o Senhor fez surgir o decreto que permitia ao povo de Deus voltar a Jerusalém e reconstruir a cidade, as cidades da terra e a casa de Deus.

    Por que o Senhor precisava de Daniel? Não poderia ter feito isso sem Daniel? É claro que poderia ter feito isso sem Daniel. Então por que Daniel teve de passar por todo aquele jejum e oração, colocando cinzas sobre a cabeça, confessando os pecados do povo e apelando ao Senhor para que tivesse misericórdia?

    Aqui fazemos a descoberta mais extraordinária a respeito da intercessão: em Sua graça, o Senhor quer que estejamos com Ele no cumprimento do Seu propósito. E é mais do que isso — trata-se de treinamento para o serviço eterno.

    O treinamento para o serviço eterno

    Damos tanto trabalho ao Senhor, mas Ele suporta tudo isso. Por quê? Porque entende que somos tão cegos, tão desequilibrados, e que não enxergamos as coisas como deveríamos enxergá-las.

    Mas Ele suporta tudo isso porque, pouco a pouco, vai nos treinar, nos instruir, nos conduzir à oração e nos ensinar.

    Por que o Senhor persevera conosco nessa questão da intercessão? Ele está nos treinando para sermos sensíveis a Ele. Está nos treinando para ouvi-Lo e vê-Lo com os olhos do coração.

    Repetidas vezes, no livro de Apocalipse, lemos:

    Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz.

    Há pouquíssimos filhos de Deus que estão realmente ouvindo o que o Espírito diz às igrejas em nossos dias. Pouquíssimos.

    A maioria de nós está simplesmente presa a uma rotina. Não ouvimos de fato o que o Senhor está dizendo.

    Toda essa questão da intercessão não significa que tenhamos algum conceito concreto, rígido e inabalável de como o Senhor fará as coisas no futuro, exatamente onde e como. Pelo contrário, estamos nos movendo com o Senhor. Estamos ouvindo o Senhor.

    Onde há perigos, recebemos os alertas desses perigos. Eles chegam ao nosso coração como encargos. Não consigo explicar de outra maneira. A intercessão nos treina para sermos sensíveis ao Senhor, para estarmos atentos, para vigiar — não para dormir.

    Depois há o discernimento. Como são poucas as pessoas que conseguem discernir a vontade de Deus! Recebo mais perguntas de jovens sobre qual é a vontade de Deus para a vida deles do que sobre qualquer outra coisa.

    Sempre digo a mesma coisa: aprendam primeiro qual é a vontade de Deus, em termos gerais, para todos nós em nossos dias e em nossa geração. Então, talvez vocês comecem a entender muito mais sobre a vontade de Deus para sua vida pessoal.

    Todos temos dificuldades com a vontade do Senhor, mas, na intercessão, aprendemos a discernir qual é a vontade de Deus. Cometemos muitos erros nessa questão, mas, à medida que prosseguimos, aprendemos a discernir o que vem do Senhor, o que vem de nós mesmos e o que vem do inimigo.

    A espada do Espírito

    Além disso, a intercessão nos treina para agir sob Seu governo. O Senhor não permanece parado na intercessão. Primeiro usamos uma arma da Palavra de Deus, e depois Ele nos conduz a outra coisa.

    Aprender a agir é muito importante. Aprender a usar a espada do Espírito faz parte do treinamento na intercessão.

    É claro que toda a Palavra de Deus é a espada do Espírito. Mas creio que a maneira como isso é apresentado em Efésios 6:17 significa que o Espírito Santo toma alguma parte da Palavra — alguma declaração, alguma promessa, algo na Palavra — e a aplica a uma situação específica.

    Pode ser uma situação nacional. Então essa Palavra se torna a espada do Espírito na mão da igreja, naquele momento, em oração. Precisamos aprender a usá-la.

    A disciplina da comunhão na oração

    O Senhor também nos treina para experimentar a disciplina da comunhão. Uma coisa é orar sozinhos; outra coisa é orar juntos.

    A maioria das pessoas, quando ora em conjunto, ora como se estivesse sozinha. Essa é uma das razões pelas quais nossos momentos de oração são tão pesados e sem vida.

    Entramos neles como se não houvesse mais ninguém ali — só eu e o Senhor. Então, quando finalmente abrimos a boca e oramos, esquecemos todas as outras pessoas, e ficamos apenas o Senhor e eu.

    Bem, nesse caso, vocês podem muito bem ir para casa e orar. O ponto central de estarmos juntos é justamente estarmos juntos. Estar juntos em oração exige disciplina. Precisamos aprender quando orar e quando parar.

    A oração no Espírito

    Gostaria de passar a uma terceira coisa que quero ressaltar nesta tarde: o que significa orar no Espírito?

    Em Efésios 6:18, vocês encontrarão estas palavras maravilhosas:

    Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito,
    e vigiando para isso com toda perseverança e súplica por todos os santos.

    O que significa orar no Espírito? O apóstolo não diz para orar de vez em quando, quando o Senhor toca vocês e os eleva, por assim dizer, a alguma altura sublime, mas para orar em todo tempo no Espírito.

    Significa que a verdadeira intercessão está sempre na esfera do Espírito Santo, sob o governo do Espírito Santo, sob a direção do Espírito Santo. Ela é iniciada, ou concebida, pelo Espírito Santo. Ele nos capacita a levá-la adiante, e Ele a conduz até sua conclusão.

    Em outras palavras, ela está sob a direção soberana do Espírito Santo. Isso é orar no Espírito.

    Algumas pessoas pensam que orar no Espírito é orar em línguas. Não tenho problema algum com línguas, mas orar no Espírito pode incluir o dom de línguas; não é sinônimo de falar em línguas.

    Muitas pessoas dizem: “Orar no Espírito significa que eu simplesmente oro em uma língua. Não sei o que estou dizendo, mas o Senhor sabe, e isso é tudo o que importa”. Bem, louvado seja o Senhor por isso.

    Mas orar no Espírito é muito mais do que orar em uma língua. Significa que o Espírito Santo está colocando um encargo em vocês, conduzindo vocês, supervisionando essa intercessão e capacitando-os a prosseguir até que ela se cumpra.

    A unção na oração coletiva

    Em certo sentido, outro termo usado em relação ao Espírito Santo é unção. O Espírito Santo é a Pessoa; Ele é Aquele Que unge. O Senhor Jesus unge, mas é o Espírito Santo Quem torna isso uma realidade viva.

    Numa reunião de oração, vocês já notaram que podemos começar muito bem? Alguém ora bem. Um dos irmãos ora com uma voz boa e forte, e todos conseguimos ouvi-lo. Então nos perdemos.

    Alguém ora por uma coisa completamente sem relação com o que estávamos tratando, depois outra pessoa ora por uma tia com um dedo do pé gangrenado, então alguém ora por uma pessoa à beira da morte, e, de repente, já não sabemos onde estamos.

    Então, de repente, alguma querida irmã se levanta e ora, e imediatamente todo aquele tempo volta ao rumo certo — imediatamente, direto ao rumo certo, ao centro. Havia saído do centro; agora está de volta ao centro. É a unção.

    Vocês já estiveram numa reunião de oração assim? Sinto pena de quem nunca esteve. É emocionante. Você consegue suportar o tédio e a confusão do restante só para ver o que o Senhor pode fazer quando a unção volta.

    Quando essa pessoa ora na unção, é quase como se a temperatura de toda a reunião de oração subisse, e vocês estivessem novamente no céu — esperando que outra pessoa os faça voltar à terra.

    Se a unção que está sobre aquela pessoa for acompanhada pelos outros e levada adiante, seguimos a unção durante todo aquele tempo. Toda a reunião de oração pode ser mantida na luz e no centro do desígnio e da vontade de Deus para aquele momento.

    Isso é orar no Espírito em todo tempo. Não é cada um chegar com seu pequeno encargo e simplesmente verbalizar aquilo que trouxe.

    Um ora pelo Nepal, outro pelo Japão, outro por Londres, outro por Washington, outro por Bill Clinton, outro por Hillary Clinton, outro pela China — é uma coisa para cada lado. Vocês entendem o que quero dizer?

    Quando saem de uma reunião de oração assim, vocês quase precisam dizer a si mesmos: “Deus responde à oração; creio que Deus responde à oração”, porque algo bem no fundo está lhes dizendo que o Senhor não ouviu grande parte daquilo. Nunca passou do teto.

    Foi um exercício religioso, só isso. Não foi oração verdadeira no Espírito; foi oração fora do Espírito.

    Hindus podem orar fora do Espírito. Budistas podem orar fora do Espírito. Muçulmanos podem orar fora do Espírito. Cristãos podem orar fora do Espírito, se isso for um exercício religioso.

    Mas, se vocês já tiveram essa experiência, sabem do que estou falando. De repente, há a unção. Há a unção. Agora precisamos seguir essa unção.

    Aquela pessoa querida acertou em cheio, pelo governo e pela capacitação do Espírito Santo. Agora podemos levar isso adiante ou deixar passar.

    Precisamos aprender a segui-la, e precisamos aprender quando o Senhor terminou de tratar daquele assunto específico. Talvez uma ou duas pessoas orem nessa direção; então avançamos, e é como se o Senhor Se movesse e a direção mudasse.

    Se seguirmos a unção numa reunião de oração, ela se tornará um tempo poderoso. Questões locais são alcançadas, questões pessoais são alcançadas e, às vezes, até questões nacionais e internacionais são alcançadas.

    Os obstáculos à oração coletiva

    O princípio da intercessão e da oração coletivas é a unidade de estarmos juntos. É muito simples, mas tantas vezes nossos momentos de oração são tudo, menos isso.

    Orações longas

    Alguns de vocês já me ouviram falar sobre os problemas da oração coletiva, e vou simplesmente enumerá-los. O primeiro é a oração longa.

    Nada pode matar mais uma reunião de oração do que uma oração longa. Uma pessoa se levanta e ora por dez minutos numa reunião de oração coletiva, quando só temos uma hora ali.

    Não importa quem você seja, e não importa quem seja a pessoa que ora por dez minutos: você não consegue acompanhá-la. Perde o fio da oração. Não consegue.

    A oração coletiva não é uma pessoa orar por dez minutos, outra por trinta minutos, outra por cinco e outra por dez. Na oração coletiva, às vezes as orações podem ser muito curtas, e você pode orar três, quatro ou cinco vezes.

    Mas a oração longa é uma coisa terrível, e confunde todo o momento de oração. Algumas pessoas ficam tão nervosas que, quando finalmente abrem a boca, sentem que cada encargo que carregaram no último mês precisa sair.

    Começam na unção, depois acrescentam, acrescentam e acrescentam, e assim vão descendo, descendo e descendo, até que a temperatura chega ao fundo. Fica quase congelante.

    Orações inaudíveis

    Depois temos outro problema: a oração em voz baixa. Isso me impressiona. Numa reunião de oração, uma pessoa enfia a cabeça na almofada, e ninguém no mundo consegue ouvi-la.

    É claro que o Senhor entende, mas nós devemos dizer amém. Como posso dizer amém se não consigo ouvir? Não sei em que ponto a pessoa está nem pelo que está orando.

    Bastam cinco orações desse tipo, e a reunião de oração está destruída.

    E então acontece algo muito estranho: alguns homens que normalmente têm voz de sirene de navio, quando oram, ficam assim: “Ó, Senhor…”, como se fossem a senhorinha mais doce e humilde de toda a reunião. O que há de errado com esses homens? Por que não se levantam e oram? Acham que não estão justificados na presença de Deus?

    O ponto central da oração coletiva é que eu consiga ouvir você. Esse é o ponto. Preciso ser capaz de dizer amém.

    Nunca diga “amém” apenas porque está tentando ajudar alguém que ficou tão nervoso que sussurrou a oração inteira. Quando a pessoa terminar, não diga simplesmente: “Amém”. Você não sabe a que está dizendo amém.

    A pregação durante a oração

    Depois, é claro, temos a pregação — pessoas que pregam uma mensagem inteira em oração, quase com três pontos começando com a mesma letra. Vocês sabem como é: um pequeno seminário, talvez uma paráfrase do Sermão do Monte, ou de alguma coisa em Efésios ou Obadias.

    É tremendo trazer a Palavra de Deus e se firmar na Palavra de Deus quando o Espírito Santo a está tornando Sua espada numa questão específica. É excelente. É maravilhoso ter a Bíblia como fundamento de nossa oração.

    Mas, quando estamos pregando para o Senhor, uma artificialidade entra na reunião de oração, e isso é morte. Sempre que a morte ou a falta de vida toca o povo de Deus, vem a contaminação.

    É por isso que os sacerdotes não tinham permissão para tocar em nada morto durante seu serviço. É muito importante entender isso.

    A oração horizontal

    Depois temos a oração horizontal. A oração horizontal busca a atenção do público, não a atenção divina. É para consumo do público, não para a atenção divina.

    Em outras palavras, alguém ora: “Querido Senhor, quero orar pela senhora Lee. Ela mora no bloco tal, número tal, em tal lugar. O marido dela é alcoólatra; ela tem dois filhos na prisão; tem uma filha delinquente; e, Senhor, Tu sabes que amanhã ela vai a tal lugar”.

    O que é tudo isso? Será que achamos que o Senhor pode abençoar e salvar a senhora Lee errada?

    Por que estamos orando assim? Meus queridos amigos, ouçam-me com atenção: estamos prostituindo o tempo de oração para transmitir informações horizontalmente. Estamos dando informações aos outros irmãos e irmãs. Isso não é oração.

    Às vezes, a oração horizontal gira inteiramente em torno de teologia. Alguém está doente, e uma pessoa se levanta e diz: “Senhor, Tu tens de curar fulano porque isso está na expiação, e pelas Tuas feridas somos sarados”. Então, imediatamente, outra pessoa se levanta e diz: “Senhor, não podemos Te dizer o que fazer. Tu podes ter um propósito no sofrimento”.

    Isso é oração horizontal. Estamos virando as armas uns contra os outros. Isso destrói todo o momento de oração. Em vez de ser um ministério eficaz de oração, torna-se uma questão de informação horizontal e até de tentar influenciar uns aos outros.

    Orações em forma de lista de compras e de viagem pelo mundo

    Depois temos a oração em forma de lista de compras. Isso significa que cada assunto mencionado para oração precisa ser coberto por uma única pessoa numa única oração. Ela começa com cada questão e percorre a lista inteira.

    Se vocês tiverem cinco dessas orações em forma de lista de compras, acabou. Uma pessoa começa e percorre a lista inteira, depois outra começa e percorre a lista inteira, depois outra começa e percorre a lista inteira.

    Depois há o que chamo de orações de viagem pelo mundo, nas quais começamos em Richmond, na Virgínia, vamos para Los Angeles, atravessamos para Hong Kong, chegamos a Pequim, depois Moscou, Londres, Roma e, finalmente, voltamos a Richmond, na Virgínia. É uma viagem pelo mundo.

    O problema é que vocês não conseguem perceber nenhum senso de unção num momento de oração assim. Esses são os problemas que temos na oração, não são?

    Entregues a nós mesmos, destruímos qualquer momento de oração simplesmente por não aprendermos a lição básica de que o princípio da oração coletiva é estarmos juntos.

    A oração mecânica

    Deixem-me acrescentar outro problema: o ruído mecânico. É o tipo de coisa que acontece quando alguém diz: “Louvado seja o Senhor. Louvado seja o Senhor. Louvado seja o Senhor. Louvado seja o Senhor”.

    Isso se torna como um pequeno mantra, como um mantra budista. É ridículo — completamente ridículo.

    Certa vez, estive numa reunião de oração e ouvi um homem gemendo. Pensei que ele estivesse muito doente. O pastor se inclinou na minha direção e disse: “Você está preocupado com o nosso irmão?”

    “Bem”, respondi, “ele está bem?”

    Ele disse: “Sim, sim, sim. Ele tem o ministério de gemer”.

    O ministério de gemer! Eu nunca tinha ouvido falar de uma coisa dessas. Sei que há orações presas dentro de vocês que nem sequer podem ser expressas. Isso é verdade.

    Mas, queridos amigos, precisamos ter muito cuidado com todo esse tipo de coisa, porque isso destrói a eficácia da oração.

    Quando oramos no Espírito, somos purificados desse tipo de coisa. Somos expurgados disso, se vocês preferirem. Quando conhecemos a unção no momento de oração e aprendemos a permanecer com ela, todo o momento de oração se torna uma central de poder. Torna-se um lugar emocionante.

    As dores de parto na intercessão

    Acho que preciso terminar; nosso tempo está passando depressa. Mas, por fim, quero falar sobre uma questão que considero tão importante quanto qualquer outra coisa que poderia dizer sobre oração nestas duas sessões. É o princípio das dores de parto.

    Não pode haver vida sem nascimento, e não pode haver nascimento sem dores de parto.

    Em Gálatas 4:19, o apóstolo Paulo abre uma pequena janela para sua própria experiência. Ele diz:

    Meus filhinhos, por quem de novo sofro dores de parto, até que Cristo seja formado em vós.

    Creio que essa é uma janela para o coração desse querido servo de Deus, que revela algo, infelizmente, muito, muito raro entre o povo de Deus.

    Observem que o apóstolo Paulo diz:

    Meus filhinhos, por quem de novo sofro dores de parto.

    Ele usa a palavra grega para a angústia, a agonia e a dor do parto.

    Não poderia haver expressão mais forte do que esse termo usado pelo apóstolo. Que janela isso abre para seu coração!

    Em outro lugar, em 1 Coríntios 4:15, ele diz:

    Podeis ter dez mil mestres; tendes apenas um pai.

    Ele estava falando de si mesmo.

    Eu vos gerei no evangelho.

    Observem outra coisa extraordinária. Ele diz:

    Meus filhinhos, por quem de novo sofro dores de parto.

    Isso significa que já havia sofrido dores de parto anteriormente. Agora está novamente em dores de parto pelas mesmas pessoas.

    Ele os chama de filhinhos. Antes, eram pessoas não salvas, e aparentemente ele estava na angústia das dores de parto espirituais — de um nascimento espiritual — para que encontrassem o Senhor e viessem a Ele.

    Agora ele os chama de filhinhos e diz:

    Meus filhinhos, por quem de novo sofro dores de parto, até que Cristo seja plenamente formado em vós.

    Vocês já pensaram que talvez a razão pela qual o Senhor não acrescenta pessoas salvas ao nosso meio seja a ausência de dores de parto?

    Deixem-me perguntar novamente. Vocês acham que a razão pela qual o Senhor não nos multiplica e não acrescenta pessoas ao nosso meio, como nos primeiros dias — diariamente, aqueles que haviam de ser salvos —, é que não há dores de parto?

    Agora deixem-me fazer outra pergunta, especialmente a vocês que têm responsabilidade pelo povo de Deus. Vocês acham que a razão pela qual muitos não amadurecem é que não há um ministério de dores de parto?

    Amados irmãos e irmãs, por favor, ouçam-me. Vocês podem pregar o evangelho até ficarem sem fôlego, e ninguém necessariamente será salvo. Em algum lugar, precisa haver dores de parto.

    Vocês podem ensinar os que são salvos, e ensinar, ensinar e ensinar, e tudo vai para a cabeça, sem haver desenvolvimento. Cristo não é plenamente formado neles.

    Tudo fica aqui em cima. As pessoas têm clareza sobre a doutrina e sobre a verdade; conseguem apresentar dissertações e esboços sobre a verdade. Ouviram tantas vezes e foram tão bem ensinadas.

    Mas, no fim, o que importa é o desenvolvimento de seu caráter e de sua vida espiritual. As dores de parto são um princípio na obra de Deus.

    Não são muitos os chamados para esse ministério. Mas esse princípio está no coração da igreja, no coração da obra de Deus e no coração do desenvolvimento do caráter espiritual dos que creem.

    O ministério oculto da oração

    Creio que, se nada mais acontecesse como resultado destas duas sessões, mas Deus tomasse um ou dois de vocês, queridos, e os chamasse para esse ministério de dores de parto, já teria valido muito a pena.

    Agradeço a Deus pelas pessoas que oraram por mim ao longo dos anos, quando eu era, como vocês podem perceber, uma pessoa muito irreverente. Sempre tive um enorme senso de humor.

    Lembro-me de meu antigo professor de história, no colégio, dizendo: “Você nunca vai se dar bem no meio daquele pessoal cristão”.

    “Por quê?”, perguntei.

    “Você tem senso de humor demais”, ele disse. “Eles não têm humor.”

    Lembro-me de Norman Grubb e sua esposa, na Missão do Interior da China. Quando fui salvo, mantinha um ministério de correspondência com eles. Costumava lhes fazer todas as perguntas para as quais não conseguia respostas na igreja em que estava.

    Eu era conhecido na igreja como “Jack Quer-Saber”. O tempo todo, queria saber isto e queria saber aquilo. Então escrevia para eles, e recebia cartas de volta. Coitados, eu não fazia ideia de como eram ocupados.

    Posso imaginá-los recebendo cartas de um menino de treze anos perguntando todo tipo de coisa: “Por que nos reunimos no domingo e não no sábado? Por que temos membresia na igreja? Não consigo encontrar isso no Novo Testamento. O que significa receber a mão direita de comunhão? Por que não é a mão esquerda?”

    Todas essas perguntas bobas que eu fazia àqueles pobres trabalhadores tão ocupados na obra do Senhor.

    Mas o interessante é que, basicamente, no fim, o que importa é se as pessoas oram por você.

    Fui abençoado por duas ou três pessoas que, nos bastidores — só soube disso anos depois —, sofreram dores de parto por mim, para que Deus me tomasse e me conduzisse através de toda a minha irreverência e de tudo o mais, e de alguma maneira perseverasse comigo até que eu cumprisse um ministério.

    Tia Kathleen e tia Alexander, de Portslade, foram duas delas. Até o dia em que morreram — uma aos oitenta e nove anos, a outra aos noventa e três —, oraram por mim todos os dias. E como oravam!

    Depois havia aquela extraordinária irmã idosa que viveu até os cento e dois anos. Isso mostra a vocês como sou difícil; o Senhor a manteve aqui embaixo até os cento e dois anos.

    Estou falando de Sophia Jørgensen, da Dinamarca. Ah, como ela orava!

    Onde estão esses guerreiros de oração? Onde estão aqueles dispostos a entregar a vida sem que ninguém saiba, nos bastidores? Eles trabalham arduamente em oração e se tornam, como creio que o irmão Oliphant disse certa vez, “um ventre para a igreja”.

    Onde estão eles? Não admira que todos trabalhemos sob tanto peso e tanta rigidez, sentindo que, de alguma forma, muitas vezes não saímos do lugar. Precisamos desse ministério de dores de parto.

    Esse tipo de ministério não pode ser produzido artificialmente. Não é emocional, nem é algo que surge porque você ouve uma mensagem como esta e pensa: “Preciso fazer isso. Preciso ser assim”.

    É algo que o Espírito Santo precisa colocar em seu coração, e do qual você não consegue se afastar. São encargos concebidos pelo Espírito Santo em seu espírito.

    Uma vez concebidos em seu espírito, não há maneira de virem à luz senão por um nascimento espiritual. São dores de parto. Não há outro caminho.

    A intercessão do Espírito Santo

    Penso em Romanos 8:26-27 e no que o apóstolo Paulo diz ao falar sobre essa questão:

    Da mesma maneira, também o Espírito ajuda a nossa fraqueza:
    porque não sabemos orar como convém;
    mas o próprio Espírito intercede por nós
    com gemidos inexprimíveis;
    e Aquele Que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito,
    porque Ele intercede pelos santos segundo a vontade de Deus.

    Esse tipo de oração é o mais especial de todos. É como um iceberg: nove décimos ficam invisíveis.

    O décimo que se expressa em palavras é a menor parte de tudo. A oração fica presa no espírito, e, ainda assim, é um ministério do Espírito Santo em nosso espírito.

    Podemos sentir alívio quando conseguimos derramar alguma coisa em palavras pobres, mas, de alguma maneira, sentimos alívio apenas para descobrir que, dentro de um dia, o encargo está ali novamente, tão forte quanto antes.

    Querido filho de Deus, este é um ministério tremendo, esse ministério de dores de parto. Tive o privilégio de conhecer uma ou duas pessoas que tiveram esse ministério em suas vidas.

    Ah, quem dera houvesse mais candidatos! Como vamos atravessar estes últimos dias? Como vamos ver a casa de Deus edificada? Como vamos vê-la chegar ao ponto em que a pedra de remate possa ser trazida com aclamações de “Graça, graça a ela”?

    Se não houver aqueles que têm esse ministério de dores de parto, como isso acontecerá? O Senhor está falando com você sobre isso?

    Homens e mulheres na oração

    Agora deixem-me dizer outra coisa. Por favor, ouçam-me. Por alguma razão, os homens parecem pensar que esse ministério é para as mulheres.

    É perfeitamente verdade que a Palavra de Deus diz que as viúvas devem se dedicar à oração. Isso é absolutamente verdadeiro. Eu nunca desprezaria a oração dessas irmãs.

    Creio que minha vida tem sido cercada pelas orações de irmãs mais velhas que oram. Agradeço a Deus por elas.

    Mas, meus queridos amigos, não há desculpa para os homens não estarem na linha de frente dessa batalha.

    Às vezes as pessoas me dizem: “Ah, as irmãs são tão fortes”. É claro: se os homens são fracos, o que as irmãs podem ser? Elas devem se tornar fracas para não expor a fraqueza dos homens?

    Quando os homens são fortes no Senhor, as irmãs também podem ser fortes no Senhor.

    A obra do Senhor atravessa dias difíceis. Há tão poucos homens na linha de frente da obra de Deus.

    Precisamos de homens nos momentos de oração — homens que sejam a cobertura do lar, homens que assumam sua posição no Senhor Jesus, no Messias, e que sejam capazes, por assim dizer, de identificar com precisão a direção e abrir caminho.

    Não me entendam mal a esse respeito. Não estou dizendo que o ministério das irmãs é de segunda classe ou de qualidade inferior — longe disso.

    O que desejo de todo o coração é que os homens tomem seu lugar como bons soldados do Senhor Jesus e não deixem para as pobres irmãs a tarefa de serem boas soldados do Senhor Jesus.

    Tantas vezes as reuniões de oração estão cheias de irmãs. Bem, graças a Deus por isso; elas receberão sua recompensa. Mas onde estão os homens?

    Se Deus está falando ao seu coração, entregue-se ao Senhor, seja quem você for. Se o Senhor está falando com alguns irmãos aqui, e vocês acham a oração muito difícil, simplesmente peçam ao Senhor que comece a treiná-los, a ensiná-los.

    Tomem seu lugar. Falo também a vocês, irmãos mais jovens, não apenas aos mais velhos. Vocês, irmãos mais jovens, precisarão assumir essa responsabilidade se o Senhor tardar.

    Vocês vão viver num dos períodos mais difíceis da história — não apenas num dos períodos mais difíceis, cheio de pressão para o povo de Deus, mas também num dos períodos mais empolgantes da história.

    Não precisamos de homens que apenas tenham conhecimento da Palavra; precisamos de homens que tenham sabedoria na oração.

    Precisamos de homens capazes de conduzir o povo de Deus à batalha; homens capazes de conduzir o povo de Deus ao discernimento da vontade e da mente do Senhor em qualquer situação; homens que possam ser uma cobertura para o girar da chave na fechadura, ou para o destravar da fechadura.

    Precisamos de homens e mulheres.

    A resposta ao chamado de Deus

    Que Deus use estes dois encontros para escrever algo em seu coração.

    Muitas vezes pensei que os Estados Unidos da América do Norte poderiam se tornar o cenário de um dos maiores despertamentos e avivamentos da história da igreja.

    Não quero dizer que tudo será maravilhoso. Não, creio que, lado a lado com enormes pressões, enorme desintegração, um governo que cause inquietação e um colapso da moral e da ética em âmbito nacional, ainda seria possível que, na América do Norte, Deus fizesse algo em Seu povo e salvasse multidões de pessoas não salvas.

    Foi Matthew Henry quem disse: “Sempre que Deus está para fazer alguma coisa, primeiro põe Seu povo a orar”.

    Que o Senhor toque seu coração. Se você sentiu o Senhor falando com você de uma maneira ou de outra por meio destas duas sessões sobre oração, responda ao Senhor.

    Lembre-se daquele antigo ditado chinês: “Uma jornada de mil milhas começa com um passo”.

    Se você estiver pronto para dar o primeiro passo, em pouco tempo o Senhor o conduzirá a dar o segundo, o terceiro, o quarto e o quinto. Essa jornada terminará no serviço de Deus.

    Que o Senhor toque seu coração e fale com você, seja quem você for, por mais jovem que seja, por mais recentemente que tenha encontrado o Senhor. Que o Senhor toque seu coração e o desafie.

    Oração final

    Vamos orar?

    Vamos ter um momento de silêncio. Nesse silêncio, vamos responder ao Senhor.

    Talvez haja alguns que precisem ter os olhos do coração abertos para enxergar que vivemos num mundo espiritual. Peça ao Senhor que abra os olhos do seu coração.

    Talvez haja outros, especialmente alguns irmãos, que não têm estado muito na linha de frente da oração. De alguma maneira, vocês se sentem convencidos e desafiados. Entreguem-se ao Senhor. Ele os conduzirá e os capacitará.

    Talvez haja alguns jovens aqui que tenham pensado que tudo isso é para pessoas mais velhas. Talvez o Senhor tenha falado com vocês. Entreguem-se Àquele Que é seu Senhor e seu Salvador. Ele os conduzirá, os instruirá e os ensinará.

    Talvez haja alguns que sintam que o Senhor os desafiou a respeito da intercessão. Entreguem-se a Ele, mesmo que achem que não têm muito a oferecer. Entreguem-se a Ele.

    E, por fim, talvez haja alguns que sintam que o Senhor está falando com eles sobre esse ministério de dores de parto — tão invisível, tão oculto. Entreguem-se ao Senhor.

    Amado Senhor, Tu conheces cada um dos nossos corações. Tu sabes, Senhor, que todos somos servos inúteis.

    Senhor, tem misericórdia de nós. Pois Tu nos salvaste e perseveraste conosco. Tua fidelidade, Teu amor constante, é algo que nos deixa maravilhados.

    Senhor, oramos neste dia: Tu, Que ouviste a resposta de cada coração, assume nossa instrução, nossa educação, nosso treinamento e nossa disciplina.

    Faz isso, Senhor, por amor da Tua igreja e por amor do Teu propósito nas nações. Faz isso, Senhor.

    E nós Te daremos todo o louvor e toda a glória, pois pedimos isso em nome do nosso Senhor Jesus. Amém.