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THAT THE WORD OF THE LORD MAY RUN AND BE GLORIFIED
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    Spiritual Exercise #4: Communion © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Spiritual Exercise #4: Communion
    Spiritual Exercise #4: Communion
    Kaung, Stephen

    O exercício espiritual e a comunhão com Deus

    Por favor, abram no Evangelho de João, capítulo 4.

    Leituras bíblicas

    João 4:24

    Deus é Espírito; e os que O adoram devem adorá-Lo em espírito e em verdade.

    Romanos 8:15-17

    Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor; mas recebestes o espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba, Pai.

    O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus:

    e, se filhos, também herdeiros; herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo; se com Ele padecemos, para que também com Ele sejamos glorificados.

    1 João 1:1-4

    O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos tocaram, acerca da Palavra da vida

    (e a vida foi manifestada, e nós a vimos, e dela damos testemunho, e vos anunciamos a vida, a vida eterna, que estava com o Pai e nos foi manifestada);

    o que vimos e ouvimos, também vos anunciamos, para que também vós tenhais comunhão conosco; e, de fato, a nossa comunhão é com o Pai e com Seu Filho Jesus Cristo:

    e estas coisas escrevemos, para que a nossa alegria seja completa.

    1 João 4:15-19

    Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele em Deus.

    E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem em nós. Deus é amor; e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele.

    Nisto o amor é aperfeiçoado conosco, para que tenhamos confiança no dia do juízo; porque, assim como Ele é, também nós somos neste mundo.

    No amor não há temor; antes, o perfeito amor lança fora o temor, porque o temor tem castigo; e aquele que teme não é aperfeiçoado no amor.

    Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro.

    Oração

    Querido Senhor, ao continuarmos juntos em Tua presença, queremos agradecer-Te por todas as Tuas promessas, porque todas as Tuas promessas são verdadeiras, e todas elas são sim e amém em Cristo Jesus.

    Tu, Que prometeste, cumpriste, porque és fiel. Portanto, Senhor, com base em Tua fidelidade, nós nos achegamos a Ti nesta manhã. Abrimos o coração a Ti e pedimos que o Teu Espírito introduza a Tua própria Palavra, a Palavra viva, no mais íntimo do nosso ser.

    Senhor, não queremos apenas ouvir o que tens a dizer. Queremos viver naquilo que disseste. E tudo isso é para a Tua glória. Pedimos em Teu precioso nome. Amém.

    A necessidade do exercício espiritual

    Temos considerado juntos esta questão do exercício espiritual. Entendemos que isso é de tremenda importância, porque, se não há exercício espiritual, não há vida espiritual.

    Essa é a vontade de Deus, Que nos deu Sua própria vida em Cristo Jesus e até colocou Seu Espírito em nosso novo espírito. Todas essas maravilhosas provisões de Deus têm um único propósito: que tenhamos vida espiritual.

    Mas de que serve o novo espírito que Ele nos deu, se não está sendo usado e exercitado? Por que o Espírito Santo habita em nosso espírito, senão para fazer com que a vida de Cristo em nós cresça até a plenitude?

    Portanto, queridos irmãos e irmãs, entendemos que é extremamente importante, e absolutamente fundamental, que todo crente saiba como exercitar seu espírito e o que significa exercitar o nosso espírito.

    O espírito não é algo material que possamos ver, mas conhecemos sua realidade por causa de suas funções, de suas faculdades.

    Mencionamos que, em nosso novo espírito, no qual estão a vida e o Espírito de Deus, há três funções principais.

    A consciência

    Primeiro, ele tem a função da consciência.

    Depois que somos salvos, nossa consciência é purificada pelo precioso sangue de nosso Senhor Jesus. Deus Se torna o padrão de nossa consciência e, por Seu Espírito, fala à nossa consciência. Muitas vezes dizemos que nossa consciência é a voz de Deus.

    E, para nós, crentes, a consciência é muito importante e extremamente confiável. Antes de crermos no Senhor Jesus, a consciência está ali, mas não é confiável. Por quê? Porque perdeu seu padrão.

    Mas, no caso de um crente, nossa consciência está sob a justiça de Deus. Assim, sempre que o Espírito Santo toca nossa consciência e fala a ela, sabemos o que é certo e o que é errado. Por meio disso, somos capazes de viver como crentes.

    A intuição

    Segundo, vemos que nosso espírito tem a função da intuição.

    Normalmente, adquirimos conhecimento por meio de informações externas. Nós as reunimos em nosso cérebro, armazenamos, analisamos e até chegamos a uma conclusão sobre o que é bom e o que é mau. Isso é conhecimento — conhecimento ético, que é o mais elevado de todos os conhecimentos humanos.

    Mas, irmãos e irmãs, quando estávamos em pecado e transgressão, todo o conhecimento que acumulávamos nos fazia sábios aos nossos próprios olhos; pensávamos que éramos inteligentes. Tornamo-nos quase como Deus. Tornamo-nos independentes de Deus, e isso nos trouxe a morte.

    Mas, graças a Deus, depois que somos salvos, a árvore da vida está dentro de nós, e Deus nos dá o verdadeiro conhecimento do bem e do mal.

    Em outras palavras, o bem, nas Escrituras, significa a vontade de Deus. Tudo o que é a vontade de Deus é bom para nós. Tudo o que não é a vontade de Deus, por melhor que pareça aos olhos humanos, é mau.

    Esse conhecimento só vem de Deus. Por isso o chamamos de intuição, porque é um conhecimento direto. Não vem de fora; vem de dentro do nosso espírito. É o Espírito Santo Quem nos revela Deus e Sua mente. Por meio disso, somos capazes de viver uma vida santa, separada do mundo.

    A comunhão como função fundamental do espírito

    Agora, nesta manhã, gostaríamos de entrar na terceira função do nosso espírito, que é a comunhão.

    Na verdade, a comunhão é a função que serve de fundamento para todas as outras funções do nosso espírito. Se não estamos em comunhão com Deus, nossa consciência não funciona corretamente. Se não estamos em comunhão com Deus, em contato com Deus, nossa intuição também não funciona.

    Portanto, vemos que a comunhão é a função básica do nosso espírito. Não é apenas a função básica; é a função mais elevada.

    Por quê? É como um abismo chamando outro abismo. Das profundezas de Deus vem o chamado às profundezas do nosso ser. E é das profundezas do nosso ser que respondemos às profundezas de Deus. É a mais elevada de todas as nossas funções espirituais.

    É por meio da comunhão que entramos em união com Deus em vida. É isso que cumpre o propósito eterno de Deus.

    Qual é o propósito eterno de Deus para o homem? Fomos feitos à Sua própria imagem, e devemos ser transformados e conformados à imagem do Filho amado de Deus. Essa é a vontade de Deus para nós.

    Como isso pode se cumprir? Por meio da comunhão. À medida que temos comunhão com Deus, e Deus tem comunhão conosco, somos transformados.

    Talvez vocês não saibam exatamente o que significa a palavra comunhão. Outra palavra é companheirismo. Muitas vezes, quando falamos de companheirismo, pensamos no relacionamento uns com os outros. Mas, quando falamos desse relacionamento com Deus, ou do relacionamento de Deus conosco, usamos a palavra comunhão.

    Na verdade, é uma forma de compartilhar a vida. Deus Se abre a nós, e nós respondemos a Ele. Nós nos abrimos a Deus. Por meio dessa comunicação, dessa comunhão, gradualmente somos transformados: saímos de nós mesmos e passamos a expressar Cristo.

    Portanto, irmãos e irmãs, a comunhão é a função mais básica e, ao mesmo tempo, a mais elevada do nosso espírito.

    Se a consciência nos dá a justiça de Deus, e a intuição nos dá a santidade de Deus, então a comunhão nos dá a glória de Deus, que é o amor. Essa é a importância da comunhão.

    A comunhão e o propósito divino para a humanidade

    Agora, vamos retomar a história humana. Depois que Deus criou o homem à Sua própria imagem, conforme a Sua semelhança, colocou o homem no jardim do Éden, que é um jardim de prazer.

    Deus plantou todo tipo de árvore frutífera para alimentar o homem, para sustentar nosso corpo humano. Então Deus colocou no meio do jardim a árvore da vida, que simbolizava Sua própria vida.

    Se o homem comesse o fruto da árvore da vida, o que aconteceria? Ele teria a vida de Deus dentro de si, porque fomos criados para receber a vida de Deus.

    Quando Deus criou o universo e todas as criaturas vivas, nenhuma delas podia receber a vida de Deus. Somente o homem foi criado à imagem de Deus, e é por essa razão que ele pode receber a vida de Deus e ser unido a Deus em vida. Essa é a bênção mais elevada, o propósito mais elevado que Deus determinou para os seres humanos.

    No entanto, no jardim, ao lado da árvore da vida, Deus colocou a árvore do conhecimento do bem e do mal.

    A árvore do conhecimento do bem e do mal não era uma árvore má. Deus não poderia colocar algo mau no jardim de prazer. Era uma árvore melhor do que todas as árvores frutíferas, mas não era a melhor de todas. Era o conhecimento, em si mesmo, do bem e do mal.

    Mas, infelizmente, se o homem comesse da árvore do conhecimento do bem e do mal, estaria declarando sua independência de Deus. Faria de si mesmo um pequeno deus. Pensaria que sabia tudo e que tinha o conhecimento do bem e do mal como Deus.

    O resultado foi que ele sabia o que era bom, mas não tinha o poder, a vida, para fazer o bem. Sabia o que era mau, mas não tinha a vida para resistir ao mal. Irmãos e irmãs, essa é a situação da humanidade hoje.

    Mas, graças a Deus, embora nossos antepassados tenham comido da árvore errada, causando tudo o que os seres humanos têm vivido ao longo dos séculos, a salvação chegou.

    Os seres humanos vivem pela árvore do conhecimento do bem e do mal. Não têm a vida de Deus dentro de si, porque Deus disse:

    No dia em que dela comeres, certamente morrerás.

    Quando Adão e Eva comeram o fruto proibido, o espírito deles morreu. Isso significa a cessação da comunicação. O ambiente adequado para o espírito do homem é Deus. Mas, quando o homem pecou contra Deus, essa comunicação foi interrompida. Isso foi a morte espiritual.

    O espírito ainda está ali. Sua função ainda está ali. Mas já não funciona corretamente. É por isso que, no mundo, as pessoas conseguem se comunicar com espíritos malignos, mas não conseguem se comunicar com Deus.

    A salvação e a restauração da comunhão

    Mas, graças a Deus, é isso que a salvação faz. A salvação não é algo exterior.

    Algumas pessoas consideram o evangelho de Jesus Cristo o mais elevado ensinamento ético, mas isso está completamente errado. É verdade: se vocês lerem o Sermão do Monte, encontrarão o mais elevado ensinamento ético do mundo. Mas quem consegue praticá-lo? Ele nos condena; isso não é salvação.

    Mas, graças a Deus, quando Cristo Jesus morreu na cruz pelo pecado do mundo, Ele não apenas purificou nossa consciência — nossa má consciência —, tornando-a uma boa consciência, uma consciência sem ofensa diante de Deus.

    Podemos viver com uma boa consciência diante de Deus e dos homens. É isso que a salvação faz. A salvação nos dá um novo espírito e nos devolve essa capacidade, essa possibilidade de nos comunicarmos com Deus.

    Essa é a experiência de todos os que são salvos. Talvez você não saiba muita coisa, nem mesmo sobre o evangelho, mas sabe uma coisa: você crê no Senhor Jesus como seu Senhor e Salvador. Quando faz isso, algo acontece. Imediatamente, você descobre que o céu se abriu.

    Você e o Deus invisível, Que é Espírito, começam a ter contato. Romanos 8 nos diz que recebemos o Espírito de adoção como filhos. Clamamos a Deus: “Aba, Pai”. Somos filhos de Deus. Temos Sua vida dentro de nós, e nossa comunicação com Deus começa.

    Testemunho pessoal do despertar espiritual

    Sabem, eu me lembro disso com muita clareza. Fui criado em uma família cristã, uma família muito devota.

    Tínhamos um culto doméstico todas as noites. Meu pai lia uma Bíblia grande e, depois, todos nos ajoelhávamos, e ele nos conduzia em oração. Estudei em escolas cristãs desde o jardim de infância até a faculdade.

    Quando estávamos nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio, éramos obrigados a ir à igreja aos domingos. Todos os alunos formavam uma fila e entravam juntos no prédio da igreja. Ocupávamos cerca de um quarto do prédio e ouvíamos os sermões.

    Meu pai era o pregador. Mas o filho do pregador, quando se sentava ali, colocava um romance atrás do hinário.

    Eu sabia quase tudo sobre o cristianismo. Podia falar aos outros. Preguei antes de ser salvo. Conduzi reuniões de oração antes de ser salvo. Mas eu sabia a respeito de Deus; nunca O conhecera.

    Eu lia a Bíblia. Sabia o que estava na Bíblia, mas ela não falava comigo. Era um livro estranho para mim.

    Mas, um dia, quando Ele me salvou, algo aconteceu.

    Eu me lembro: fui para o meu quarto e abri a Bíblia. Era 2 Pedro 1. Comecei a ler, e cada palavra passou a falar ao meu coração. Era como se meu Pai estivesse escrevendo uma carta para mim.

    Irmãos e irmãs, é diferente. Havia comunicação.

    Isso deve nos mostrar que é assim que Deus quer que sejamos. Ele quer Se comunicar conosco, e quer que nos comuniquemos com Ele. Ele quer compartilhar Sua vida conosco, e nós precisamos compartilhar nossa vida com Ele. Esse é o mais elevado destino humano.

    O cultivo de uma vida de comunhão

    Irmãos e irmãs, já que começamos dessa maneira, estamos continuando dessa maneira? Estamos crescendo dessa maneira?

    Infelizmente, vemos que o cristianismo nos desviou do caminho, porque o ensino do cristianismo nos dá muitas regras e regulamentos: “Você deve fazer isso. Você não deve fazer aquilo”.

    Simplesmente obedecemos às regras e, então, somos chamados de bons cristãos. Somos conduzidos a um caminho exterior. Quando não sabemos alguma coisa, perguntamos, e nossos mestres nos dizem: “É assim. Faça isso e você estará certo. Se não fizer isso, estará errado”.

    Se os ouvimos e fazemos tudo o que nos é prescrito, tudo vem de fora. Esquecemos que há um caminho interior de vida que Deus estabeleceu para nós.

    Portanto, a comunhão é aquilo que nós, como crentes, precisamos cultivar durante toda a vida. Se perdermos essa questão da comunhão com Deus, perderemos tudo.

    Deus é Espírito. Você não pode vê-Lo a olho nu. Ele está em toda parte. Ele está aqui, mas você não O vê porque Ele é Espírito.

    A única maneira de vê-Lo é por meio do seu espírito. Se o seu espírito está vivo, ativo, cheio de vida, então você está em contato com Deus a cada momento da sua vida. Essa é a verdadeira vida espiritual.

    Portanto, queridos irmãos e irmãs, nós, que somos redimidos pelo Senhor, estamos cultivando essa vida de comunhão com Deus? Estamos em contato real e vivo com Deus todos os dias?

    Vivemos na presença de Deus, momento a momento? Isso é o que a vida espiritual realmente é.

    A adoração como comunhão com Deus

    Há várias expressões da comunhão. Como podemos ter comunhão com Deus? Há várias expressões. Por exemplo, a adoração.

    Hoje, a adoração é profundamente mal compreendida. Fazemos dela algo limitado pelo tempo e pelo espaço. Aos domingos, vamos adorar. O culto de domingo é chamado de adoração. Mas, na verdade, muitas vezes é apenas ouvir um sermão.

    Vocês se lembram de nosso Senhor Jesus em João 4? Ele encontrou uma mulher samaritana e conversou com ela. Por causa do que nosso Senhor lhe havia dito, ela percebeu que Ele devia ser um profeta.

    Então ela tentou discutir com nosso Senhor Jesus a questão da adoração. Disse: “Nós, samaritanos, adoramos no monte Gerizim, mas vocês, judeus, adoram em Jerusalém. Aonde devemos ir para adorar?”

    Em outras palavras, para ela, adorar era uma questão de onde e quando. Aonde ir e quando adorar; fora daquele horário, não havia adoração. Se não há adoração, o que você está fazendo? Está vivendo sua própria vida.

    Nosso Senhor Jesus disse:

    Não é em Jerusalém nem no monte Gerizim. A hora vem, e agora é, em que Deus busca verdadeiros adoradores, que O adorem em espírito e em verdade, porque Deus é Espírito.

    Irmãos e irmãs, o que é adoração? No inglês antigo, a palavra worship, “adoração”, significa, na verdade, worth-ship, o reconhecimento do valor ou da dignidade de alguém. Em outras palavras, você considera Deus digno, por isso O adora.

    Adorar é realmente colocar Deus em Seu devido lugar e colocar a si mesmo em seu lugar adequado. Isso é adoração.

    A adoração é uma atitude. A adoração é uma disposição do espírito. O que Deus deseja é um espírito adorador. Ela não é limitada pelo tempo nem pelo espaço. Você adora a Deus em toda parte, a qualquer hora, porque a adoração procede do seu espírito.

    Lembro-me de um dia em que estava nas Filipinas. Fui a uma ilha chamada Davao e vi uma igreja católica. Diante do altar havia quatro estátuas brancas ajoelhadas.

    Mas, quando me aproximei, descobri que eram quatro freiras ajoelhadas ali, sem se mover. Minha primeira reação foi: “Como essas freiras são piedosas”. Mas então veio um segundo pensamento: isso é piedade? Isso é adoração?

    Você adora a Deus apenas com sua postura? Isso é adoração? Se o espírito não estiver envolvido, por mais que você se prostre, não há adoração. Deus não está sendo adorado.

    Hoje, a chamada adoração é principalmente uma questão de posturas físicas. Não estou dizendo que a verdadeira adoração não inclui postura alguma. Não estou dizendo isso. Mas estou dizendo que a adoração não se origina no corpo físico.

    Por mais piedoso que você pareça fisicamente, se o seu coração não estiver envolvido, se o seu espírito não for exercitado, Deus não está sendo adorado.

    Vocês se lembram do que nosso Senhor Jesus disse em Mateus 15:

    Hipócritas, fariseus e escribas, vós adorais com os lábios, mas o vosso coração está longe de Mim.

    Isso não é adoração.

    A adoração não é apenas algo mental. Você pode fazer uma bela oração. Se ler um livro de orações, encontrará belas orações. Mas, se for apenas com os lábios e o seu coração não estiver envolvido, isso não é adoração.

    Você pode ter pensamentos elevados sobre Deus, palavras grandiosas de louvor a Deus, mas, se o seu coração não estiver envolvido, isso não é adoração.

    Você pode cantar, mas, se não cantar com o coração, por mais bonito que seja o som, Deus não o ouve.

    Hoje, as pessoas procuram cantar canções da alma, músicas da alma, despertando as emoções humanas e estimulando a mente, pensando que isso é adoração. Irmãos e irmãs, não. Ela precisa vir do seu espírito.

    Seu espírito se curva diante de Deus. Seu coração está aberto a Ele, e todo o seu ser está voltado para Ele. Isso é adoração: colocá-Lo em Seu devido lugar e colocar a si mesmo em seu lugar adequado.

    É verdade que, se a adoração procede do espírito, ela afeta nossa mente e também envolve nosso corpo. Isso é verdade. Mas precisamos perceber sua origem.

    O erro que encontramos no cristianismo hoje está na origem. Em vez de partir do espírito, as pessoas tentam agir de fora para dentro, e esse não é o caminho de Deus. Sempre que Deus age, é de dentro para fora, alcançando a periferia. Mas a atuação do inimigo é sempre de fora, tentando alcançar o interior.

    Portanto, irmãos e irmãs, o que é adoração? Adoração é comunhão com Deus. Nela, seu espírito tem comunhão com Deus, Que é Espírito, e dessa comunhão surge o espírito adorador. Isso é adoração.

    A comunhão na vida de Deus

    Outra expressão é a comunhão entre os irmãos. O que é essa comunhão? Acabamos de mencionar que normalmente usamos a palavra comunhão para falar do relacionamento entre os crentes. Isso é verdade.

    Mas, se vocês lerem 1 João 1, encontrarão o que o apóstolo João diz:

    O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos, o que contemplamos, o que tocamos — a própria Palavra da vida.

    Aqui está a descrição de Cristo, porque Cristo é Aquele Que é desde o princípio. Os profetas nos ensinaram a respeito Dele, por isso, no Antigo Testamento, ouvimos a Seu respeito.

    Agora Ele veio a este mundo em Sua encarnação. Nós O vemos. Mas, se você apenas O vê exteriormente, não O conhece. Por isso, nós O contemplamos, pensamos Nele, meditamos sobre Ele e recebemos revelação.

    Quando O contemplamos, vemos que Ele é a glória do Unigênito do Pai. Ele é Aquele em Quem os apóstolos disseram ter tocado.

    Como? Porque Cristo ressuscitou dentre os mortos e mostrou a Tomé: “Toque em Mim. Toque no Meu lado. Veja, há uma abertura. Toque nas Minhas mãos. Veja se estão ali as marcas dos pregos”. Ele é a Palavra da vida. Ele é Cristo.

    O que vimos e ouvimos, vos anunciamos, para que tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é, de fato, com o Pai e com o Filho.

    Portanto, queridos irmãos e irmãs, a comunhão entre nós se origina em nossa comunhão com Deus. Todos fomos chamados à comunhão do Filho de Deus, Jesus Cristo. O que é essa comunhão? É a comunhão Dele com o Pai, no Espírito.

    Se você não é rico o suficiente para entrar em uma sociedade exclusiva, graças a Deus, é rico o suficiente para fazer parte da família de Deus. Estamos na comunhão mais exclusiva de todo o universo.

    Essa comunhão é a comunhão entre o Pai e o Filho, no Espírito, e agora está aberta a nós.

    Comunhão — koinonia — significa compartilhar em comum. Pensem nisso. Deus e Seu Filho amado compartilham conosco o que têm.

    Ele não retém nada de nós. Compartilha conosco tudo o que é e tem. Compartilha Seu Filho conosco. O que mais poderíamos pedir?

    Irmãos e irmãs, nós valorizamos essa comunhão? Você quer conhecê-Lo cada vez mais, ou pensa que ser salvo já é suficiente?

    Deveria surgir dentro de nós um verdadeiro desejo de comunhão com Deus, com Cristo. Queremos conhecê-Lo cada vez mais, e Ele não retém nada.

    Tudo o que recebemos na comunhão com Deus, com Seu Filho, no Espírito, compartilhamos com os irmãos e irmãs. Isso é comunhão.

    Muitas vezes entendemos isso de maneira errada. Confundimos convivência social com comunhão. “Bem, vamos ter comunhão.” O que você quer dizer? “Vamos conversar e fofocar juntos.” Você chama isso de comunhão?

    A comunhão se baseia em sua comunhão com o Pai e com o Filho. O que você recebeu, transmite aos seus irmãos e irmãs. Há um compartilhar em comum.

    Deus não deseja ter alguns gigantes espirituais e deixar todos os outros crentes como indigentes espirituais. Deus deseja que todos entremos na plenitude de Cristo, para que, como resultado, a alegria de vocês seja completa.

    Essa é a verdadeira alegria. Muitas vezes nos sentamos, conversamos e dizemos que passamos um bom tempo juntos. Mas que alegria é essa, comparada à alegria de ter comunhão em Cristo? A comunhão em Cristo — essa é a verdadeira alegria. Isso é comunhão.

    O desejo do Pai pela comunhão

    Quanto temos de comunhão com Deus? Sempre me lembro daquela história.

    Havia um pai e sua filhinha. A família era formada pelos dois. Todas as noites, quando o pai chegava em casa, depois do jantar ele e a filha se sentavam juntos e passavam um tempo agradável compartilhando suas experiências.

    O pai contava à filha o que havia acontecido durante o dia, e a filha contava ao pai o que havia acontecido com ela. Todas as noites.

    Então, um dia, de repente, depois do jantar, a filha disse ao pai: “Com licença, tenho algo para fazer”, e correu para o quarto, fechando a porta.

    O pai não sabia o que havia acontecido. Durante um mês, talvez mais, a filha agiu daquela maneira. O pai sofreu muito.

    Um dia, no aniversário dele, a filha veio e lhe deu um par de chinelos que havia feito com as próprias mãos. Disse: “Pai, eu fiz para você”.

    O pai respondeu: “Filha, eu agradeço muito, mas você não sabe quanta falta sinto de você”.

    Irmãos e irmãs, é isso que nosso Pai celestial sente. Estamos ocupados, talvez fazendo algo para Ele, mas Ele valoriza nossa presença com Ele — nossa comunhão com Ele, nosso abrir do coração a Ele e nossa disposição de ouvi-Lo — mais do que qualquer outra coisa.

    Isso é comunhão. Quanto tempo temos passado em Sua presença?

    A oração como comunhão

    A oração é outra forma de comunhão. Às vezes pensamos que orar é fazer petições. Temos uma necessidade, então contamos ao Senhor qual é essa necessidade, esperando plenamente que Ele a supra. Isso é oração.

    É oração, sim. Mas a base da oração é a comunhão.

    O que é oração? A oração é um encontro de coração para coração. Você abre o seu coração ao Senhor e deixa o Senhor abrir o coração Dele a você.

    Quando você tem essa comunhão com Ele, então, dessa comunhão, a petição encontra expressão. Você apresenta outras coisas. Isso é oração.

    Muitas vezes dizemos que, como cristãos, devemos ter um devocional pela manhã. Quando nos levantamos, não devemos simplesmente sair correndo para o mundo e cuidar dos nossos afazeres. Se fizermos isso, como poderemos viver como cristãos?

    Todos sabemos que a primeira coisa pela manhã, ao nos levantarmos, deveria ser nos achegarmos a Deus. Faça seu devocional matinal, ore, leia sua Bíblia, tenha um tempo com o Senhor. Isso nos dá forças para sair ao mundo e ser testemunhas do Senhor.

    Costumo dizer que a vida moderna não favorece a vida cristã. Se dormimos tarde e nos levantamos tarde, não temos tempo. Será que vamos dizer a Deus: “Bom dia. Até logo”, e sair correndo?

    O que é oração? Como oramos? Apenas fazemos nossa oração e vamos embora, sem sequer nos lembrarmos do que dissemos?

    Como você ora em sua oração particular? Primeiro se achega a Deus? Verifique se há contato com Deus. Verifique se o seu espírito está realmente aberto a Deus, Que é Espírito. Verifique se você está sendo levado à própria presença Dele.

    Então, do seu coração, você começa a se derramar diante do Senhor. Irmãos e irmãs, isso é oração.

    Estamos nos achegando a Ele, para que Ele Se achegue a nós?

    Muitas vezes me lembro do cântico que entoamos no início:

    Nada entre nós, Senhor, nada entre nós; deixa-me ver Tua glória, aproxima minha alma de Ti, então fala-me do Teu amor — nada entre nós, nada entre nós.

    Ele foi escrito por Evan H. Hopkins, um teólogo da Convenção de Keswick. Ele vivia tão perto do Senhor. Não queria nada entre ele e o Senhor. Achegava-se a Deus e ouvia o que Ele tinha a dizer. Essa era sua vida e seu testemunho.

    Fui muito ajudado por ele. Muitas vezes, pela manhã, esta era simplesmente a minha oração: “Nada entre nós, Senhor. Nada entre nós”.

    “Mostra-me Tua glória. Aproxima-me de Ti. Deixa-me ver Tua face. Deixa-me ouvir Tua voz.” Há comunhão nisso. Se você tiver comunhão com Deus, Ele terá comunhão com você. Que tempo abençoado!

    Quando você sai para o mundo, a presença Dele vai com você. Irmãos e irmãs, a oração é uma forma de comunhão.

    A leitura bíblica como comunhão

    A leitura bíblica — nós lemos a Bíblia. Todos devemos ler a Bíblia. Mas ouçam o exemplo de George Müller.

    George Müller leu a Bíblia cem vezes durante a vida. Era uma pessoa muito metódica. Anotava tudo e mantinha um registro. Havia lido a Bíblia de Gênesis a Apocalipse cem vezes.

    Deus o usou para abrir um orfanato na Inglaterra. Ele era alemão. Cuidou de milhares de órfãos, tudo por meio da oração. Durante a vida, teve dez mil orações respondidas. Mantinha um registro delas.

    Mas o que ele fazia todas as manhãs? A primeira coisa era se achegar a Deus. Tomava um versículo da Bíblia, lia, meditava nele e, então, começava a orar.

    Às vezes, o que lia o levava a confessar e a se arrepender diante de Deus. Às vezes, o que lia o enchia de alegria, levando-o a louvar e adorar o Senhor.

    Assim, todos os dias ele dedicava um período bem curto a isso: lia um versículo, meditava nele e o transformava em oração. Isso é comunhão.

    Achei isso muito útil nos meus primeiros anos de vida cristã. Procure, talvez, um livro da Bíblia que favoreça a meditação. Todas as manhãs, leia um versículo algumas vezes, medite no que Ele diz e transforme isso em oração. É comunhão.

    Esse é o alimento espiritual para sua vida diária. Ler a Bíblia apenas para adquirir conhecimento não é suficiente. Não há alimento nisso.

    Somente quando você realmente medita nela diante de Deus e a transforma em oração é que recebe alimento para o dia. É maravilhoso.

    O partir do pão como comunhão

    O partir do pão, como vemos em 1 Coríntios 11, é uma lembrança. Lembrar é recordar o passado e trazê-lo ao presente. Por causa daquilo que você recorda, é tocado, adora e dá graças.

    Mas, se vocês lerem 1 Coríntios 10:15-17, o que encontrarão? É comunhão.

    Vocês não sabem que o cálice que bebemos é comunhão com o sangue do Senhor Jesus? O pão que partimos é comunhão com o corpo de Cristo. Nós, embora muitos, somos um só corpo, porque somos um só pão. É comunhão.

    Não pensem que a Mesa do Senhor é apenas uma lembrança do passado. É comunhão presente. A comunhão é sempre presente. Nunca se torna passado, nem está no futuro. É sempre comunhão presente.

    Quando bebemos o cálice, estamos em comunhão com Seu sangue. Quando tomamos o pão, estamos em comunhão com Sua vida.

    Em outras palavras, em nosso espírito — não em nosso corpo físico, mas em nosso espírito — estamos em comunhão com Seu sangue, que nos purifica. Estamos em comunhão com Sua vida, que nos dá energia e força para prosseguir durante a semana que temos pela frente.

    Cada vez que você toma o pão e bebe o cálice, sai fortalecido para mais uma semana. Irmãos e irmãs, que comunhão é essa!

    Não é apenas algo objetivo; é uma experiência muito subjetiva. Quando participamos da Mesa do Senhor, experimentamos comunhão com nosso Senhor Jesus?

    A ação de graças e o louvor como comunhão

    Outra expressão é a ação de graças e o louvor. O louvor e a ação de graças são expressões da comunhão.

    O louvor Te aguarda, ó Deus.

    Quem oferece louvor Me glorifica, diz o Senhor.

    Devemos nos achegar e oferecer o sacrifício de louvor, que é o sacrifício dos nossos lábios. Irmãos e irmãs, deem graças em todas as coisas. Essas são expressões da comunhão.

    A Bíblia diz que Daniel orava três vezes por dia. O salmista disse:

    Sete vezes no dia Te louvo.

    Essa é uma vida de comunhão.

    Portanto, irmãos e irmãs, há uma vida aqui. Há uma vida de comunhão, e é nela que Deus quer que entremos. Da comunhão vem a união.

    Da comunhão vêm a transformação e a conformidade à imagem de Cristo.

    Orientações práticas para uma vida de comunhão

    Por fim, permitam-me dar algumas sugestões práticas. Como começamos?

    A dedicação de tempo ao Senhor

    Primeiro: é muito simples. Dediquem tempo ao Senhor.

    Não fiquem tão ocupados a ponto de não terem tempo para o Senhor. Procurem ter tempo com o Senhor.

    Lembro-me de uma querida irmã. Ela era esposa do diretor da escola onde estudei no ensino médio. Tinha vários filhos. Queria ter tempo com o Senhor, mas estava muito ocupada.

    O que ela fazia? Levantava-se às quatro horas, quando as pessoas ainda estavam dormindo, e passava um tempo com o Senhor. Depois voltava a dormir.

    Separem tempo para o Senhor. Se vocês estão tão ocupados que não têm tempo, podem dizer que não têm tempo para o Senhor? Ele tem tempo para vocês. Ele está esperando.

    Portanto, de maneira bem simples, precisamos ter tempo com o Senhor. Não exagerem. Se exagerarem, não conseguirão continuar.

    Estejam diante do Senhor para ver quanto tempo realmente podem passar diante Dele. Depois, perseverem nisso com fidelidade.

    O exercício do espírito

    Segundo: quando estiverem passando esse tempo com o Senhor, aprendam a exercitar o espírito.

    Não se limitem a passar o tempo ali, fazer sua oração e depois ler a Bíblia. Era isso que eu fazia quando fui salvo.

    Normalmente, eu era o primeiro da família a me levantar. Ia para um cômodo, fechava a porta e fazia meu culto matinal. Cantava um cântico, ajoelhava-me diante do Senhor e abria a Bíblia.

    Disseram-me que, se eu lesse quatro capítulos por dia, conseguiria ler toda a Bíblia em um ano. Então eu lia quatro capítulos, três vezes cada capítulo, e refletia sobre eles. Depois orava. Fazia meu devocional matinal.

    Mas, depois que saía, se você me perguntasse o que eu havia lido, eu já tinha esquecido.

    Eu dedicava meu tempo, mas não o aproveitava bem. Passem seu tempo com o Senhor. Aproximem-se Dele. Acheguem-se a Ele. Esperem Nele. Permaneçam. Façam Dele sua morada. Estejam em Sua presença, dentro do véu.

    Na Bíblia, vocês encontram todo tipo de descrição disso. Dediquem tempo. Usem seu espírito. Procurem exercitar seu espírito.

    A resposta à consciência e à intuição

    Terceiro: quando vocês exercitam o espírito em comunhão com Deus, se houver algum problema, a consciência falará com vocês.

    Vocês descobrem que essas três funções não podem ser separadas. Podem ser distinguidas, mas não podem ser separadas.

    Quando você se aproxima do Senhor e percebe, em sua consciência, que há algum pecado que ainda não foi confessado, confesse-o. Aproprie-se do sangue de nosso Senhor. É um momento de arrependimento.

    Ou, quando o Senhor lhe mostrou algo pela intuição e você não obedeceu, ao entrar na presença de Deus, Ele o lembrará. Esse é o momento de se render e obedecer.

    Em outras palavras, todas as manhãs são o momento de oferecer seu holocausto. Coloque-se no altar como um holocausto para o Senhor. Renove isso todos os dias.

    Com esse tipo de vida de comunhão, você descobrirá que tem força e qualidade espiritual.

    A manutenção de contas em dia com o Senhor

    Quarto: durante o dia, não deixem nada pendente. Confessem imediatamente. Não esperem até a noite, para que sua comunhão com Deus não seja afetada.

    Mantenham suas contas em dia com o Senhor ao longo de todo o dia.

    No início, a presença de Deus é mantida por nossa memória. Em outras palavras, quando nos lembramos, estamos na presença de Deus. Mas, quando estamos ocupados com outras coisas, deixamos de estar conscientes da presença de Deus.

    Então procuramos nos lembrar, trazer isso à memória de tempos em tempos. Talvez apenas elevar o coração: “Obrigado, Senhor. Tu estás aqui”. Dessa maneira, você se mantém na presença de Deus.

    Mas isso não é o estágio final; é apenas o começo. Somente quando você aprende a lição do quebrantamento do seu homem exterior é que começa a viver realmente dentro do véu.

    Essas são algumas sugestões, e espero que nos ajudem nesta vida de comunhão com Deus.

    Como diz 2 Coríntios 3:18:

    Mas todos nós, com o rosto descoberto, contemplando como em um espelho a glória do Senhor, somos transformados na mesma imagem, de glória em glória, como pelo Senhor, o Espírito.

    Isso é comunhão.

    Oração final

    Querido Senhor, perdoa-nos por nossas palavras dispersas, que não conseguem revelar plenamente o Teu coração. Pedimos que o Teu coração se abra a cada um de nós.

    Tu anseias ter comunhão conosco. Dá-nos esse mesmo anseio, para que corramos após Ti. Em Teu precioso nome.