Esta sessão que estamos tendo agora, na programação, chama-se “Considerações finais”. Eu ia compartilhar alguns pensamentos, e depois o irmão Elkin viria para concluir. Todos, quando começam esses momentos, sempre dizem que têm apenas algumas breves considerações. E a plateia ora para que a pessoa que diz isso não seja como o autor de Hebreus, que, depois de treze longos capítulos, diz:
Brevemente vos escrevi.
Mas o nosso desejo é realmente fazer apenas algumas breves considerações. Antes disso, acho que talvez eu seja a última pessoa de fora de Toronto a ter o privilégio de estar aqui à frente. Todos nós que viemos participar desta conferência apreciamos muito o trabalho de amor que todos vocês, queridos irmãos e irmãs, demonstraram. Gostaríamos de lhes oferecer uma expressão de gratidão por meio de uma salva de palmas.
Vamos ter mais uma palavra de oração.
Senhor, verdadeiramente, grande é a Tua fidelidade. Nós Te agradecemos porque tudo de que precisamos a Tua mão nos providenciou. Ao chegarmos a este momento, Senhor, permanecemos no mesmo lugar em que começamos: olhando firmemente para Jesus. Nós Te agradecemos, Senhor, porque, ao olharmos para Ti, encontramos satisfação plena e completa. Nós Te bendizemos, Senhor, em nome de Jesus. Amém.
Gostaria que voltássemos à passagem de Lucas 2 em que encontramos os versículos-tema desta conferência. Gostaria de ler dois versículos logo depois do versículo-tema. Nossos irmãos têm lido essa passagem ao longo da semana e compartilhado sobre ela.
Vamos ler Lucas 2:51-52:
E desceu com eles, e foi para Nazaré; e era-lhes sujeito: e Sua mãe guardava no seu coração todas estas coisas.
E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.
Agora, como já foi compartilhado, sabemos que, historicamente, esse é o testemunho da vida de nosso Senhor durante os dezoito anos seguintes, um período em que Sua vida esteve oculta. Mas há uma pequena expressão nesse versículo que gostaria que tomássemos e aplicássemos a nós de maneira muito pessoal, ao partirmos. São justamente as primeiras palavras de Lucas 2:51:
E desceu com eles.
Ele desceu com eles.
Quando começamos, John nos incentivou a tornar esses versículos pessoais. Gostaria que fizéssemos isso com esta expressão em particular. Ao dizermos isso juntos, em voz alta, coloquem o próprio nome nela. Vamos dizer: “Ele, Jesus, desceu com Mac”, e vocês coloquem o seu nome nesse versículo.
Mais uma vez, não como uma esperança, mas como uma certeza: esse é o testemunho. Quando sairmos daqui, como Maurice estava dizendo sobre descer àquele vale, deixamos estas conferências com a sensação de que estamos descendo. Mas qual é a esperança do nosso testemunho? É que Jesus vai conosco.
Então, cada um pode colocar o próprio nome, e vamos dizer juntos: “Jesus desce com Mac.”
Jesus desce com Mac. Aleluia! Que certeza maravilhosa!
De muitas maneiras, ao nos prepararmos para sair de uma conferência, podemos ficar ansiosos. Quase todos nesta sala já participaram de outras conferências, e todos nós já passamos pelo mesmo processo. Quando saímos das conferências, temos um grande desejo de prosseguir e experimentar aquilo com que tivemos contato durante esse tempo juntos. Ficamos nervosos. Ficamos com medo. Há muita incerteza.
Mas, se vocês olharem por todas as Escrituras, essas poucas palavras que o Senhor usou repetidas vezes, de Gênesis a Apocalipse, são uma palavra muito simples de encorajamento. Quando alguém estava em um momento de crise, quando alguém estava em meio à incerteza, o Senhor simplesmente vinha e dizia: “Eu estou com você.”
Eu estou com você.
Temos essa certeza: ao descermos daqui, ao voltarmos à nossa vida, Ele está conosco. Ele disse isso a Abraão. Disse a Isaque. Disse até a alguém como Jacó, que estava fugindo: “Jacó, Eu estou com você”.
Ele disse isso a Davi: “Ainda que você ande pelo vale da sombra da morte, não tema mal algum; Eu estou com você”. Ele está com cada um de nós.
Agradecemos ao Senhor por uma salvação tão grande: Ele não está apenas andando ao nosso lado. Com Seus pais, Ele desceu aquela colina caminhando ao lado deles. Mas Ele está dentro de nós. Ele está conosco, e temos a certeza de que nunca nos deixa nem nos abandona.
O que há de precioso em conhecermos essa realidade é perceber o quanto nosso maravilhoso Senhor é por nós. Ele anda conosco. Ele nos conduz. Ele nos guia. Ele sabe tudo.
Quando Ele nos dá essas ordens em nossa vida diária, e percebemos aquela grande resistência se levantando dentro de nós, dizendo: “Não consigo fazer isso”, qual é a certeza que Ele nos dá? “Eu estou com você.”
Há alguém no Antigo Testamento que teve um diálogo com o Senhor. O Senhor lhe disse que fosse profetizar e compartilhar certas coisas, e ele respondeu: “Sou apenas um jovem. Não consigo fazer isso”. Abram no capítulo 1 de Jeremias.
O Senhor chamou e comissionou Jeremias. Vamos olhar alguns versículos, Jeremias 1:6-8. O Senhor chamou Jeremias e o designou para ser profeta. Se vocês olharem o final de Jeremias 1:5, Ele diz:
Às nações te dei por profeta.
Qual é a resposta de Jeremias? Ele diz: “Ah, Senhor! Tu não sabes? Não sei falar, porque sou um jovem”. Mas o Senhor lhe disse: “Não digas: ‘Sou um jovem’”.
Sabem, o Senhor fala de maneira muito consoladora. Vocês acham que o Senhor ficou surpreso quando Jeremias disse que era jovem? Como se o Senhor não soubesse disso! Quando o Senhor nos coloca nessas situações, Ele nos conhece. Fomos formados de modo assombroso e maravilhoso, e Ele preparou essas circunstâncias para nós.
Nós respondemos: “Ah, Senhor, sou tão jovem. Deixa outra pessoa fazer isso”. Não, o Senhor disse: “Não digas que és um jovem”. O Senhor lhe disse novamente:
Não digas: Eu sou uma criança;
Porque a todos a quem Eu te enviar, irás;
E tudo quanto te mandar, falarás.
Não temas diante deles;
Porque Eu sou contigo.
Eu estou com você.
Ao voltarmos às nossas assembleias locais, talvez haja ali aqueles santos mais velhos, que caminharam antes de nós e nos intimidam. Eles conseguem fazer orações eloquentes que se estendem, ligando Gênesis e o propósito de Deus ao Calvário, e, no final, somos arrebatados. Eles fazem essas orações todos os domingos, e nós ficamos sentados, perguntando: “O que eu posso dizer?”.
Não se deixem intimidar. Não digam: “Sou um jovem”. Vocês sabem o que o Senhor é para vocês. Ofereçam, do coração, aquilo que o Senhor lhes deu, aquilo com que Ele os tocou, o que Ele lhes falou naquele dia, naquela manhã, em seus diálogos recentes. Se vocês têm passado tempo com Ele, com o que Ele tocou o coração de vocês? Ofereçam isso.
Há alguém como vocês no Novo Testamento. Às vezes ouvimos aquelas orações grandiosas, e a maioria de nós se sente como aquela pobre viúva oferecendo sua pequena moeda. Mas aquela pequena moeda que a viúva ofereceu é conhecida por toda a eternidade, e todo o céu cantou quando aquela viúva se ofereceu. Ela ofereceu tudo o que tinha. Simplesmente deu o que tinha, e isso fez ressoar um aleluia no coração de nosso Senhor.
É só isso. Ele apenas procura uma resposta nossa àquilo que nos deu e colocou em nossas mãos, e que não sejamos como Jeremias, dizendo: “Sou um jovem”.
Mas, louvado seja Deus, vimos nesta semana, e fomos encorajados por isso, como o Senhor nos chamou a estar ocupados com os Seus negócios; como Ele nos capacitou; como, por meio dessa graça abundante e da revelação de Sua Palavra, Ele tem tanto desejo de nos revelar cada vez mais de Si mesmo, de Sua maravilhosa Pessoa. Que estas palavras continuem ressoando dentro de nós: “Eu estou com você.”
Bem, logo no início do Novo Testamento, no primeiro capítulo de Mateus, qual é o nome do Senhor ali? Emanuel — Deus conosco. Emanuel, Deus conosco. Ele nunca nos deixa, nunca nos abandona e é sempre por nós. Que grande amor Ele tem por nós!
Muitos grandes homens de Deus se viram aterrorizados. Paulo estava em Corinto, como vemos no capítulo 18 de Atos, e o Senhor lhe disse: “Não tenha mais medo”. Fico feliz que o Espírito Santo tenha colocado essa expressão, “mais”, porque isso significa que Paulo estava com medo. Ele diz: “Não tenha mais medo. Eu estou com você e vou protegê-lo”.
Ah, como às vezes pensamos que há uma fraqueza em nós por permitirmos que uma pequena frase tão simples signifique tanto! Mas que nunca desprezemos a simplicidade desse testemunho: “Eu estou com você.”
Ele desce conosco ao vale da vida. Agradecemos ao Senhor porque Ele esteve conosco enquanto estivemos neste monte. Agradecemos ao Senhor porque Ele vai à nossa frente e prepara um caminho maravilhoso para nós.
Agradecemos ao Senhor porque podemos ter a certeza de Sua presença conosco ao passarmos tempo diariamente na Palavra. Aprecio aquilo sobre o que nossos irmãos nos encorajaram e exortaram ao longo da semana: o valor da Palavra de Deus.
Hoje, estando aqui diante de vocês, tenho sessenta e um anos. Um dos arrependimentos que tenho na vida é não ter reconhecido o valor da Palavra até muito mais tarde. Tantos anos desperdiçados.
Que privilégio precioso tivemos de ser encorajados nesta semana a realmente nos aprofundar nessa Palavra de Deus, a permanecer ali, a dialogar, a realmente permitir que ela fale conosco e a pedir ao Senhor que nos dê esse espírito de sabedoria e de revelação.
Mas também temos outro privilégio precioso de conhecer como o Senhor está conosco, porque não descemos o monte sozinhos. Vamos uns com os outros.
Vocês voltam para Queens. Alguns vão para Houston. Alguns vão para Toronto. Alguns vão para Vancouver e Richmond — lugares diferentes. Louvado seja Deus, temos uns aos outros. Há uma união, um vínculo entre nós. Temos Cristo uns nos outros para nos encorajar. Temos Cristo uns nos outros, que pode nos fortalecer.
Quando passamos por aqueles momentos em que nos sentimos um pouco abatidos ou desanimados, temos uns aos outros para nos apoiar. Eu gostaria de desafiá-los, ao voltarem, a ajudar uns aos outros a manter vivo aquilo que o Senhor falou nesta semana.
Liguem uns para os outros. Lydia, ligue para Rebecca e Amanda nesta semana e pergunte: “O que mais o Senhor tem mostrado a vocês?”. Quando vocês voltarem para Vancouver, liguem uns para os outros. Acho que hoje em dia vocês mandam mensagens. Desculpem esta geração mais velha, do telefone e de realmente conversar uns com os outros, mas ainda estou nessa fase, então gosto de falar com as pessoas.
Mas liguem para as pessoas. Conversem com elas. Digam mesmo: “Lembra daquilo? Lembra do que Dana disse? Lembra daquele grupo de discussão? Lembra daquela meditação da manhã?”. Vamos ajudar uns aos outros a manter isso vivo.
Porque, sozinhos, todos nós vamos secar. Mas precisamos uns dos outros. Essa é uma das coisas que vemos: todos somos chamados a estar ocupados com os negócios de nosso Pai. Essa é uma das maneiras pelas quais podemos encorajar uns aos outros, para entrarmos na realidade de que não descemos sozinhos. Ele está conosco, e está conosco em nossos irmãos e irmãs.
Ao voltarmos às nossas assembleias locais, temos ali a preciosa oportunidade de participar e permitir que o Senhor nos conquiste de maneiras muito reais e práticas, para estarmos ocupados com os negócios de nosso Pai.
Sabem, a meditação desta manhã terminou falando de como era precioso estar na casa de nosso Pai. Não me lembro da expressão exata, mas, ao voltarem, isso é muito precioso. Uma das coisas a respeito dessa preciosidade é que também descobriremos que ela é dolorosamente preciosa. Mas o que é dolorosamente precioso só se torna ainda mais precioso, porque vemos mais de nosso Senhor e de Sua maravilhosa fidelidade.
Então, se eu tivesse alguma consideração final, minha oração por vocês seria que conhecessem a realidade de que Ele desce conosco. Ele nunca nos deixa nem nos abandona, e temos essa preciosa promessa:
Eis que Eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos.
Amém.
Então, para esta última parte das considerações finais, pediram a um chinês tímido e acanhado que compartilhasse com vocês. Provavelmente é apropriado.
Acho que, ao olharmos para esta semana, todos podemos reconhecer que tivemos um banquete completo e grandioso da parte do Senhor. Não é apenas a comida do Redeemer, que estava excelente neste ano. É mais do que isso: é o pão da vida que recebemos.
Gostaria de passar um pouco de tempo refletindo sobre o que nossos preletores compartilharam. A intenção não é fazer um resumo abrangente. Também não é fornecer anotações para aqueles momentos em que o telefone de vocês talvez tenha cochilado, como se agora fosse a hora de recuperar o que perderam. Mas há algumas coisas que nossos irmãos compartilharam que espero que reavivem nossa memória e tragam de volta aquilo que o Senhor falou pessoalmente a vocês.
Quando chegamos à conferência, John nos lembrou de que foi a fidelidade do Senhor que nos trouxe aqui. É a Sua fidelidade que nos conduziu ao longo desta semana até o fim da conferência. Precisamos realmente reconhecer isso.
Havia um propósito verdadeiro para estarmos aqui. Há uma razão para estarmos aqui, e há uma razão para vivermos. Não é apenas para levarmos a vida sem esforço, aproveitando uma coisa aqui e outra ali. Há um propósito.
Seja qual for o significado que este tema e estes versículos tenham para vocês — estar ocupado com os negócios de meu Pai —, isso é uma vida. Não é um conjunto de coisas que seguimos. É vida. É propósito. Dá-nos propósito, e agradecemos ao Senhor por isso.
No primeiro dia, nosso irmão Jim nos falou sobre tomar consciência. Essa é a pergunta diante de nós: “Não sabeis?”. Sabemos que nosso Senhor Jesus tinha consciência. Ele tinha consciência desde muito jovem, quando tinha doze anos.
Ele tinha consciência de muitas coisas. Tinha consciência de Sua condição de favorecido. Tinha consciência de Seu Pai. Tinha consciência do propósito de estar onde estava.
Essa também é uma oração: que, em nossa vida, talvez por causa desta conferência ou das palavras compartilhadas em nossa assembleia local, tenhamos tomado consciência. Há algo mais na vida do que simplesmente ser salvo. Há esse propósito.
Vemos como o Senhor foi conduzido ao próprio Deus. Havia aquele relacionamento pessoal. Jim nos apresentou esta palavra: permanecer. Gosto muito dela, porque agora é uma palavra que tem significado e propósito.
Essa foi a definição que ele nos deu: quando permanecemos, é com um propósito. Estamos esperando algo. Estamos buscando algo. Antes, acho que associávamos a palavra permanecer a simplesmente ficar por ali, sem fazer nada. Mas isso é outra coisa: ficar à toa.
Agora vemos que recebemos um propósito, e, quando estamos diante do Senhor, há um objetivo. Há um propósito.
O irmão Dana compartilhou conosco uma série de retratos que realmente nos mostraram quanto crescimento houve no Senhor quando Ele era jovem, mas sem detalhes muito específicos ou particulares. Parece que as Escrituras deixaram esses detalhes de fora de propósito.
Agradecemos ao Senhor por isso. Não vamos simplesmente seguir como o Senhor cresceu: aos cinco anos, Ele leu a Palavra pela primeira vez. Não havia nada disso. Vemos o crescimento de nosso Senhor Jesus, mas não é um caminho fixo nem simplesmente um conjunto de instruções que seguimos.
Por meio desses retratos, vemos como nosso Senhor era movido interiormente. Ele foi chamado por Seu Pai e assumiu esse chamado muito jovem. Ele enxergava além das tradições. Enxergava além dos costumes. Não simplesmente seguia a corrente. Não participava de uma reunião apenas porque todos os outros iam. Havia vida. Havia vida para Ele.
Dana basicamente arruinou o tema da conferência, porque nos disse que as palavras ocupado e negócios não estão, de fato, no texto original. Desculpem pelas camisetas.
Na verdade, as palavras eram: “Era necessário estar nas coisas de Meu Pai”. Mais uma vez, isso fica em aberto. Não é um conjunto de coisas, um conjunto de instruções, nem mesmo um manual de como tratar dos negócios. Quais são os negócios do Senhor? Quais são as Suas coisas?
Quando enxergamos isso, torna-se mais do que isso: é Ele mesmo. Devemos estar nas coisas dEle, do próprio Senhor. Isso é precioso.
Vemos isso nesses anos silenciosos. Mais uma vez, não sabemos muito sobre a vida diária do Senhor durante esses anos silenciosos. Mas esses são os anos de vocês. São anos de juventude, mas havia uma preparação.
Não era como se o Senhor estivesse simplesmente fazendo o que fazia e, de repente, ao chegar aos trinta anos, fosse batizado e, pronto — três anos e meio de todo aquele grande ministério. Não, houve preparação durante todo esse tempo.
Mais uma vez, não sabemos exatamente o que Ele fez para Se preparar. Os preletores e as oficinas nos transmitiram um pouco de sua experiência. Eles nos apresentaram maneiras preciosas de desfrutar de comunhão com o Senhor. Mas, novamente, não há instruções detalhadas e fixas. Quando O buscamos, quando queremos o Senhor, Ele Se revela a nós. Como isso é maravilhoso!
No segundo dia, Jim nos falou sobre a Palavra de Deus. Se a comida é uma expressão de amor, então realmente vemos o quanto Deus nos ama. Ele nos dá esse alimento maravilhoso, maravilhoso, que é Sua Palavra.
Se nos lembrarmos dos slides, havia uma imagem da refeição da Páscoa. Havia sobremesas, havia o peixe assado, havia comida chinesa, comida mexicana, petiscos, e até falamos sobre temperos.
Eu sou exigente. Vocês de Toronto sabem que preciso da minha comida chinesa. Isso é importante para mim. Gosto de tomar sorvete — não qualquer sobremesa, mas sorvete. Fico muito feliz quando chega o domingo. Mas isso é escolher apenas aquilo de que gostamos.
O Senhor tem esse banquete inteiro para nós, com alimentos diferentes do Antigo e do Novo Testamento — desde os livros que consideramos fáceis de ler até aqueles que consideramos difíceis; nomes que não consigo pronunciar, ou Números, que parece não ter fim. Mas também há um propósito nesse livro.
Compartilhei em meu grupo de discussão como o Senhor falou comigo quando eu estava lendo 2 Crônicas. O Senhor me disse de maneira muito específica:
Não temais, nem vos assusteis;
Pois a peleja não é vossa, mas de Deus.
Se começássemos a pular partes, se começássemos a escolher apenas o que nos agrada, perderíamos muita coisa. Não queremos fazer isso.
Há também algo muito precioso: o Senhor não apenas nos proporciona Sua Palavra; Ele também nos proporciona o tempo quando Lhe pedimos. É como se Ele providenciasse tudo para nós. Não nos falta nada quando temos esse coração e esse desejo de prosseguir com Ele.
Dizemos: “Senhor, realmente quero estudar a Tua Palavra. Realmente quero passar esse tempo Contigo na Tua Palavra, naquele tempo secreto de oração” — e Ele Se faz presente. Dizemos: “Senhor, não sei onde encaixar-Te na minha agenda, entre aspas, tão ocupada”. O Senhor vai reorganizar algumas coisas em sua vida e, de repente, esse tempo vai aparecer.
Bem, não quero dizer: “Cuidado com o que você pede”, mas sabemos que o Senhor responderá às nossas orações. Vamos levar isso a sério. Ele pode fazer essa reorganização de suas prioridades e de seu tempo. Mas, quando você Lhe pede, Ele é fiel. Ele é fiel para lhe mostrar o que está em Sua Palavra, e é fiel para lhe dar esse tempo que você pode ter com Ele.
Jim nos mostrou aquela imagem das galáxias e dos sistemas estelares e nos perguntou: “Suas dificuldades, seus problemas, suas questões e suas preocupações são maiores do que isso?”. O Senhor é ainda maior, ainda mais imenso, do que a galáxia. Ele criou o universo e tudo o que nele existe.
Quando há momentos em que pensamos: “Ah, não, vamos fracassar. Vou fracassar aqui e agora, e acabou. Não há nada que possa impedir isso” — será mesmo? Enxergamos o quanto nosso Senhor é grande?
Se não enxergamos, essa é outra oração que fazemos a Ele: “Senhor, vejo aquela imagem do universo, das galáxias, mas não experimentei essa realidade. Mostra-me”. Ele é muito maior. Não que eu tenha experimentado toda essa plenitude, mas o Senhor realmente Se revela. Mais uma vez, precisa haver essa busca por Ele.
Em nosso segundo período de mensagem, Dana cantou — ou nós cantamos juntos — a canção “Que a beleza de Jesus seja vista em mim”. Quando O convidamos para nossa vida, Ele vive em nós, e deve haver uma expressão exterior dessa vida, irradiando-a. Não estamos simplesmente encobrindo-a. Não estamos simplesmente escondendo-a debaixo de um alqueire.
Que essa vida se manifeste. Porque Ele é belo, deve haver essa beleza de Jesus que os outros possam ver.
Falamos sobre progresso e avanço em nossa vida. Vocês estão crescendo. Não quero dizer de quantas conferências já participei — acho que o número chega aos dois dígitos —, mas a cada ano vemos crescimento.
Vou pegar a Janice como exemplo. Quando meus pais e eu viemos de Hong Kong para o Canadá — isso foi antes de Jeffrey, meu irmão mais novo —, chegamos em 8 de agosto de 1988. Hoje completamos vinte anos no Canadá.
A razão de eu ter mencionado Janice é que ela nasceu em 1º de agosto de 1988. Quando chegamos, naquela nossa primeira semana em Toronto, ela tinha apenas uma semana de vida. Aqui estamos, vinte anos depois, e vemos crescimento — mas não apenas crescimento físico. Ansiamos por crescimento espiritual.
Quer o Senhor nos traga de volta a outra conferência ou não, ansiamos por progresso com o Senhor. “Quero prosseguir com Ele. Não quero ser apenas um bebê recém-nascido o tempo todo. Não quero ficar apenas bebendo leite.”
Isso deveria ser natural para nós: querer crescer até o ponto em que não estejamos apenas sendo alimentados. Agora estamos ministrando a outros. Estamos alimentando outros porque compartilhamos nossas experiências. Compartilhamos nossa vida, aquilo que o Senhor fez conosco. Mais uma vez, buscamos progresso, e, assim como aconteceu com nosso Senhor Jesus, houve progresso.
Outra palavra que nos foi apresentada é diálogo: ouvir, perguntar e responder. Quando voltarmos e revisarmos a conferência, espero que não a resumamos apenas nessas palavras que usamos por aí. É mais do que simplesmente permanecer e dialogar. Espero realmente que haja vida nisso.
Essas palavras e esse vocabulário nos ajudam a lembrar, mas deixo este desafio a cada um de nós: ter realmente esse diálogo vivo e real com a Palavra todos os dias.
Não é maravilhoso que, quando lemos algo supostamente estático — quando abrimos uma página, seja no papel, no computador de mão ou no computador —, haja vida? Há uma resposta. Quando perguntamos ao Senhor por meio de Sua Palavra: “O que isso significa?”, Ele nos mostra.
Não esperem necessariamente uma resposta instantânea. Acho que destacamos isso durante o grupo de discussão. Esta geração espera que as coisas simplesmente aconteçam. Há essa expectativa do imediato — queremos as coisas na hora.
Alguns de vocês falaram de tecnologias, entre aspas, mais antigas. Quero lembrá-los de que, antes da internet de vocês, havia algo chamado modem. Quando a internet carregava pelo modem, era muito lenta, dependendo da velocidade do modem. Agora vocês não sabem do que estou falando, então é uma pena.
Esperamos que as coisas aconteçam. Hoje, se vocês abrirem o navegador e carregarem uma página, e ela não aparecer em menos de um segundo, clicam em atualizar ou fecham o navegador e tentam novamente. Esperamos que as respostas venham imediatamente.
Mas há algo precioso em esperar no Senhor. Há uma razão pela qual o Senhor não simplesmente despeja as coisas sobre nós. Ele quer que mastiguemos. Quer que digiramos. Quer que tenhamos essa busca gradual com Ele.
Dessa maneira, vocês desenvolvem um relacionamento. Se tudo é instantâneo, então em que esse relacionamento se baseia?
É a mesma coisa nos relacionamentos com seus amigos e colegas. Relacionamentos rápidos e instantâneos não duram. São superficiais. Mas aqueles que resistiram e passaram pela prova do tempo — esses relacionamentos são preciosos. Isso é algo que o Senhor quer que tenhamos com Ele por meio de Sua Palavra.
Há outra questão séria: somos chamados a examinar a nós mesmos. Precisamos nos arrepender de nossa atitude displicente em relação à Sua Palavra. Até nos testemunhos que ouvimos, vemos como deixamos o tempo que passamos com a Palavra para os últimos momentos possíveis.
Oramos para que Ele nos perdoe, mas também para que nos mostre o valor de Sua Palavra: que O busquemos em Sua Palavra ao longo de todo o dia. Não é apenas: “Vou reservar este tempo para o Senhor”. Mais uma vez, é um relacionamento.
Você não procura seu amigo apenas quando acha que precisa dele ou dela. Há esse diálogo constante no relacionamento. Que o Senhor nos convença de nossa atitude em relação à Sua Palavra.
Olhando para o que Jim compartilhou conosco no terceiro dia, esses negócios de que temos falado dizem respeito a redimir o ser humano. É o propósito do Senhor redimir o ser humano, ter essa nova criação.
Ele compartilhou conosco sobre seis personagens do Antigo Testamento. Havia José, que foi conquistado e sustentado por sua visão, seus sonhos. Havia Samuel, que foi dedicado ao Senhor. Ele tinha ouvidos abertos e obedecia quando ouvia a Palavra do Senhor. Ele ajudou a conduzir Israel a uma nova era.
Havia o rei Davi. Ele foi escolhido pelo Senhor, mas, durante todos aqueles anos como pastor, era apenas o mais novo de sua família. Não havia realmente sinal algum de que chegaria a ser alguém tão importante quanto o rei de Israel — provavelmente o maior rei de Israel de todos os tempos. Mas ele foi fiel naquilo que fazia em sua juventude.
Havia Daniel, que, apesar de ter sido capturado e levado para a Babilônia como prisioneiro, não fez concessões. Ele decidiu em seu coração. Havia Esdras, que se dedicou à Palavra e a ver a edificação do templo. Havia Eliseu, que era cheio de vida. Ele pediu uma porção dobrada porque reconheceu a preciosidade daquilo.
Todos esses personagens não aparecem na Bíblia apenas como pessoas idosas e maduras. Sim, muitas coisas que fizeram quando eram mais velhos estão registradas, mas a preparação aconteceu na juventude. Há ainda mais exemplos, e nosso próprio Senhor é, mais uma vez, o exemplo de como Se preparou quando era jovem.
Esta sala está cheia de jovens, homens e mulheres — vocês e eu. Está bem, talvez não eu, mas muitos de vocês são jovens, e estes são os seus anos de preparação.
Não estamos pedindo que haja um esforço para dizer: “Vou ser como Davi quando crescer. Vou ser como Samuel”. Mas esses personagens do Antigo Testamento estão ali com um propósito. Estão ali para aprendermos com eles. São exemplos que nosso Senhor nos deu, para nós.
Quando vemos esse resultado final — a vida daqueles que mencionei —, é grandioso. Sabem por que é grandioso? Porque o Senhor pôde fazer neles o que queria. Ele os conduziu por dificuldades e provações, mas eles perseveraram e fizeram grandes coisas para o Senhor.
Dana, em sua mensagem ontem à noite, compartilhou conosco a partir de 2 Timóteo. Falamos um pouco sobre Timóteo: tímido, acanhado — o que vai acontecer? “Não vá embora.” Às vezes me pergunto se vivemos dessa fé de segunda mão.
Muitos de nós já participamos de muitas conferências e ouvimos muitas mensagens. Será que apenas ouvimos e repetimos aos outros? Será que sequer pensamos e consideramos? Voltamos, depois de ouvir a mensagem, para conferir as passagens? Fazemos esse exame?
É vida quando o Senhor nos dá essa Palavra. Não é apenas: “Aqui estão os temperos”. Dessa maneira, é algo muito vivo.
Dana nos encorajou a nos fortalecer na graça de Deus e a nos apropriar da vida dentro de nós. Mais uma vez, Ele nos deu tudo. Por que estamos apreensivos? Por que estamos preocupados? Por que dizemos: “Não é suficiente”? A provisão está ali.
Há os quatro exemplos em 2 Timóteo: aqueles que passam a tocha, que realmente digeriram as palavras e estão se tornando ministros para outros; os soldados, que suportam dificuldades pelo que é certo; os atletas, que perseveram até o fim; e o agricultor, que trabalha arduamente e persevera em meio às tempestades para garantir que haja uma colheita.
Vocês — não sei como conseguem — acordavam às cinco ou seis e saíam para correr. Isso é treinamento. Não fiz isso, então não estou nesse nível. Não tenho muita resistência, pelo menos no aspecto físico. Mas há resistência quando treinamos como atletas.
Não tomem atalhos. Somos lembrados disso. Que vergonha surge quando se descobre que alguns atletas não obedeceram às regras! Em vez de fama e glória, ficam envergonhados, e sua reputação é destruída. Isso nos lembra de que precisamos ser fiéis ao Senhor. Não há atalhos no reino de Deus.
Não posso entrar em todos os detalhes do que vocês ouviram nas oficinas. Mas havia aqueles temas: o serviço na casa de meu Pai, o caráter na casa de meu Pai e os relacionamentos na casa de meu Pai.
Quando vocês participam dessas oficinas, não sei quais são suas expectativas. Às vezes, eu mesmo vou a essas oficinas e escolho os temas, dizendo: “Sim, esse é um ótimo tema, porque quero aprender mais sobre como perdoar alguém. Quero aprender a ler a Palavra de Deus”.
Às vezes entro com a expectativa: “Esta oficina vai me mostrar como ter um relacionamento correto com os outros”. Então vocês vão às oficinas e percebem: “Espere um pouco, isso não é bem o que eu esperava”.
Seja qual for a oficina, seja qual for o tema, vemos o exemplo: tudo volta ao nosso Senhor Jesus Cristo. Relacionamentos não acontecem, ou não dão certo, quando estão separados de nosso Senhor Jesus Cristo. Se Ele não estiver no centro, não funciona.
Haverá sofrimentos quando não servirmos nessa casa tendo a Ele como centro. Não funciona. Então estaremos apenas fazendo coisas, e não haverá valor nisso.
Caráter não é uma lista de características que devemos ter. O exemplo perfeito nos foi dado no Senhor Jesus Cristo. Aquela vida que Ele viveu — essas são as características que devemos buscar.
Vejam, tudo volta ao próprio Senhor. Não há fórmulas. Não há um passo a passo. Mas, em nossa caminhada com Ele, o Senhor nos mostrará o que quer que façamos.
Até nos diferentes momentos que tivemos — nas meditações da manhã, nas orações da noite, nos grupos de discussão, nos testemunhos que ouvimos nesta manhã e ontem à noite, e até nos momentos de adoração —, espero que o Senhor realmente tenha falado com vocês ao longo de todos esses momentos. Mais uma vez, houve tanta riqueza nesta conferência inteira.
Chegamos ao fim da conferência, e é aqui que estamos agora. Há uma pergunta: E agora?
O que acontece agora que precisamos descer deste monte, desta experiência no alto do monte? O que acontece agora?
Quero gravar uma ideia, uma palavra, no coração de vocês. Gostaria de despertar em cada um de nós um senso de urgência. Vocês podem abrir comigo no capítulo 24 de Josué?
Vamos ler Josué 24:14-15.
Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-O com sinceridade e com verdade; e deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do rio e no Egito, e servi ao Senhor.
Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.
Podemos também abrir em Hebreus 3:14-15?
Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim.
Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais os vossos corações, como na provocação.
Deixem-me ler essa parte novamente:
Hoje, se ouvirdes a Sua voz.
Mais uma vez, gostaria de gravar no coração de vocês essa questão do hoje e da resposta que queremos dar hoje.
Se olharmos para essa passagem em Josué, vemos que eles tinham saído vitoriosos. Ao chegarmos ao capítulo 24 de Josué, eles haviam derrotado a maioria de seus inimigos e estavam vivendo na terra que agora possuíam. Eram conquistadores.
Mas Josué também percebeu que eles ainda estavam vivendo no mundo. Ainda havia ídolos e outros deuses entre eles. Portanto, havia uma escolha que precisavam fazer.
Para nós, é a mesma coisa. Partimos de uma posição de vitória por causa do que o Senhor fez, mas ainda estamos no mundo. É fácil escorregarmos. É fácil nos distrairmos com as atrações do mundo, com os deuses que, consciente ou inconscientemente, adoramos — aqueles ídolos que não são dEle.
É fácil nos ocuparmos com outras coisas, em vez de nosso Pai e Seus negócios.
Até em uma das meditações da manhã, falamos sobre o livro de Ageu. Aquelas pessoas voltaram da Babilônia. Não era como se estivessem simplesmente dispostas a se acomodar no mundo. Elas haviam realmente decidido em seu coração voltar da Babilônia para reconstruir Jerusalém.
Mas o que aconteceu? Houve demora. Houve desânimo. Houve ameaças. Então elas se distraíram. Já não estavam ocupadas com aquilo e passaram a se ocupar com os próprios assuntos. Queriam construir casas para si mesmas.
É fácil, mesmo partindo dessa posição de vitória, nos distrairmos. Então Josué apresenta esta escolha diante do povo: “A quem vocês servirão?”
Ele deixa isso muito claro. Ou é Deus, ou não é. Minha pergunta a vocês é: Com quais negócios vocês estarão ocupados?
É uma escolha muito clara. Agora, é muito fácil fazê-la. Neste exato momento, deveria ser muito fácil decidir quem vamos escolher. Mas, ao voltarmos à nossa vida cotidiana, essa escolha pode se tornar cada vez mais difícil.
É por isso que vocês precisam fazer essa escolha hoje. Hoje — todos os dias —, logo pela manhã, ao longo do dia e no fim do dia: hoje, façam essa escolha de servir a Ele.
Isso pode significar várias coisas. É o sacrifício diário que vocês precisam fazer? É o tempo — a maneira como usam seu tempo? Que tipo de relacionamentos escolhem construir? Essas são as escolhas que vocês precisam fazer.
Que tipo de caráter vocês estão demonstrando? Que tipo de testemunho estão dando entre vocês e entre seus amigos? Essas são escolhas. É muito simples: A quem estamos servindo hoje?
Quero apenas concluir com alguns slides.
Não sei se vocês conseguem enxergar isso claramente, mas foi uma montagem que fizemos. São algumas fotos, e nelas está escrito: “Ocupado com os negócios de Meu Pai”. Essas imagens foram criadas durante o momento da fogueira, quando tínhamos os bastões luminosos, e, por meio da magia da fotografia e de obturadores abertos, esse foi o resultado. Muitos irmãos e irmãs trabalharam bastante, e as palavras estão legíveis.
Podemos mostrar o próximo slide?
Não está tão legível. Não sei bem o que aconteceu com o “U” ou com o “I”. Na palavra inglesa “Father”, o “TH” não ficou completo, e “business” parece estar faltando algumas letras.
A razão de eu mostrar isso a vocês é que acredito que isso fala de como precisamos interagir uns com os outros ao voltarmos. Estamos voltando às nossas assembleias locais. Como Mac compartilhou, somos pedras vivas.
Será que tudo estará sempre tão completo quanto na primeira imagem, em que tudo, todas as partes, está funcionando corretamente, e de fato se lê: “Estar ocupado com os negócios de Meu Pai”? Ou será que vai ficar assim?
Deixem-me dizer: acho que tirei umas cinquenta fotos naquela noite. Algumas — poucas —, como as que escolhi para o primeiro slide, ficaram boas. O restante ficou mais parecido com esta, ou pior.
Isso é um encorajamento. Sabem por quê? Porque nos mostra que, sim, nem sempre tudo será um mar de rosas ou perfeito. Nem sempre as coisas serão exatamente como planejamos.
Às vezes o “C” vai fazer uma pausa, e as outras letras não vão aparecer. Mas que isso seja um encorajamento, porque precisamos encorajar uns aos outros a fazer sua parte, a continuar movimentando o braço assim e a ser fortalecidos, porque todos temos uma parte.
Vamos mostrar novamente o slide bonito.
Esta é a imagem. Este é o resultado final que nosso Senhor quer que sejamos, exatamente onde estamos — ali, como indivíduos, ou juntos, como assembleia —, ocupados com os Seus negócios.
Que o Senhor faça em nós o que deseja. Que Ele encoraje nosso coração ao sairmos daqui.
Vamos encerrar este momento com algumas orações, entregando-nos novamente ao Senhor em resposta ao que Ele fez por nós nesta semana. Depois, encerraremos com uma palavra de oração.