Bem, bom dia. Abram comigo no último livro da Bíblia, Apocalipse, capítulo 12.
Nesta manhã, vamos ler apenas dois versículos. O primeiro é Apocalipse 12:17. Creio que a maioria de nós conhece o contexto: aquela mulher que representa a igreja estava grávida e prestes a dar à luz. Depois disso, veio o ataque do inimigo, perseguindo-a e à sua descendência. Esse é o contexto.
E o dragão irou-se contra a mulher e foi fazer guerra ao restante da sua descendência,
aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.
É essa última frase que tem estado em meu coração:
Aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.
A Tradução Literal de Young diz:
E tendo o testemunho de Jesus.
Agora, abram comigo em Apocalipse 19:10. Lemos como João se prostrou diante do anjo para adorá-lo. Nesse grande contexto da chegada das bodas do Cordeiro e de Sua esposa ter-se preparado, o versículo 10 diz:
E prostrei-me diante dos seus pés para prestar-lhe homenagem. E ele me diz: Vê, não faças isso:
sou teu conservo e conservo de teus irmãos que têm o testemunho de Jesus.
Mais uma vez, a Tradução Literal de Young diz:
Aqueles que têm o testemunho de Jesus.
Senhor, nós Te agradecemos porque podemos abrir a Tua Palavra nesta manhã. Somos gratos por termos a Tua Palavra. Onde estaríamos sem o Teu falar, sem que nos desses uma compreensão clara daquilo que buscas em nossos dias?
Oramos nesta manhã para que, embora talvez nem todos tenhamos vindo com ouvidos atentos, pelo Espírito de Deus Tu nos dês ouvidos para ouvir o que o Espírito diz às igrejas. Abre o nosso espírito e concede-nos essa revelação viva — essa realidade divina — para que possamos ver e ouvir aquilo de que tratam esses versículos.
Dizemos mais uma vez, Senhor:
Só Tu tens as palavras da vida eterna.
Se Tu não falares, nada terá valor.
Por isso, nos curvamos em Tua presença majestosa e pedimos que o Espírito Santo venha sobre nós nesta manhã. Que possamos ver Jesus de uma maneira como nunca vimos antes. Que olhos sejam abertos, corações sejam tocados e espíritos sejam movidos; e que, ao final, se possa dizer de nós que estamos entre aqueles que têm o testemunho de Jesus.
Pois pedimos essas coisas em Teu precioso nome. Amém.
Bem, creio que a maioria de vocês conhece o encargo que tem estado em meu coração: essa questão do testemunho. Creio que vocês já sabem o impacto que essa pequena palavra, ter, causou em meu espírito. Alguns meses atrás, quando comecei a pensar nisso, pareceu-me que essa palavra se abriu e tornou viva para mim essa expressão reservada ao último livro da Bíblia.
Fico pensando se não há aí um verdadeiro jogo de palavras: no fim, a questão será se realmente temos o testemunho de Jesus.
Agora, vocês poderiam argumentar que, em certo sentido, todo crente tem o testemunho de Jesus. Eu concordaria. Se você crê no Senhor, tem o testemunho de que Jesus é o seu Salvador. Talvez tenha o testemunho de que Jesus é o seu Senhor. Talvez compreenda ainda mais e diga que Jesus é a sua vida.
Mas espero que vocês tenham recebido ao menos parte do encargo que tem me ocupado. Estamos falando de algo mais pleno — algo mais amplo do que apenas o testemunho pessoal, algo mais amplo do que aquilo que conhecemos em nós mesmos e que recebemos em nós mesmos.
No fim de tudo, creio que Deus busca uma expressão coletiva de quem Cristo é, manifestada nesta terra de maneira prática entre os santos. Nesse sentido, há plenitude. Há algo daquilo que percebemos no Novo Testamento quando lemos palavras como plenitude e completude: a completude daquilo que Deus busca.
Portanto, espero que entendam: não estou diminuindo a importância da vida individual. Creio que a vida individual diante do Senhor é absolutamente essencial. Na verdade, se você não tem uma vida individual e um testemunho individual do Senhor Jesus, não pode haver expressão coletiva alguma. É preciso começar aí.
Mas, dito isso, irmãos e irmãs, levarei esse encargo comigo até a sepultura. Creio que o Senhor busca algo mais — algo mais amplo, maior e mais pleno do que apenas a expressão individual de Cristo em nossa vida. Isso, creio eu, é, em última análise, o testemunho de Jesus.
Vocês sabem que já compartilhamos sobre isso duas vezes. Talvez alguns não estivessem aqui, talvez outros tenham esquecido, e talvez alguns simplesmente precisem retomar o assunto. Estamos procurando limitar isso a três mensagens e fazer uma visão panorâmica da Palavra de Deus.
Estamos buscando enxergar os grandes movimentos de Deus no Antigo Testamento que afetam a vida coletiva. Vimos o início do Antigo Testamento, quando Deus começou a agir entre o Seu povo.
Quando o povo de Deus estava em escravidão no Egito, sob aquele tirano, Faraó, Deus chamou o Seu povo para sair da escravidão, da servidão do Egito, e entrar na terra prometida. Esse povo, como lemos em Salmos 78:5, deveria ser um testemunho de Deus:
Ele estabeleceu um testemunho em Jacó.
Coletivamente, eles deveriam ser mais do que a simples soma de suas partes. Deveriam ser uma expressão de Sua maior plenitude em todos os países, entre as nações e por todo o mundo. Naquele grupo de pessoas chamado Israel deveria estar essa expressão definitiva.
Chamamos esse primeiro movimento de Deus de o testemunho revelado.
Irmãos e irmãs, precisamos enxergar o paralelo com o Novo Testamento. Hoje não é diferente. Ele salva um povo. Ele nos tira da escravidão do Egito, que representa o mundo, e nos traz para Si mesmo.
Em última análise, devemos ser uma expressão coletiva da plenitude que está no Senhor Jesus. Esse é o paralelo com os nossos dias.
Em segundo lugar, falamos sobre o testemunho restaurado. Olhamos para o final do Antigo Testamento. Esta é uma visão panorâmica; ela abrange a história em linhas gerais.
Uma das coisas que precisamos perceber ao olhar para a história de Israel é que o testemunho foi perdido. Vocês poderiam discordar de mim e dizer: “Irmão, o testemunho não pode ser perdido”. Em certos aspectos, concordo. Mas a expressão — aquela expressão coletiva e manifesta, no povo, de tudo o que Deus é — pode ser perdida.
Israel é a ilustração definitiva disso no Antigo Testamento. Há uma expressão que, infelizmente, lemos em Neemias, Esdras e Daniel: Deus é chamado apenas de “o Deus dos céus”. Isso acontece porque o testemunho na terra havia sido perdido — ao menos em sua plenitude.
Graças a Deus, havia homens como Daniel. Graças a Deus, havia pessoas naquele cativeiro, no coração daquela confusão, que conheciam e mantinham o testemunho de Deus. Talvez não fossem muitas, mas graças a Deus por elas. Nesse sentido, concordo: ele nunca se perde.
Mas, quanto àquela expressão plena, esta foi a palavra que me encorajou ao examinar esse período. Ela está em 2 Timóteo 2:13:
Se somos infiéis,
Ele permanece fiel.
Não é lindo?
Se somos infiéis, Ele permanece fiel.
Deus, não querendo abandonar o pensamento que estava em Seu coração de que Seu testemunho fosse expresso, tomou isso sobre Si. O último movimento no Antigo Testamento é uma ação soberana de Deus, na qual Ele age para restaurar o testemunho perdido.
Graças a Deus por Esdras, Neemias e Daniel, e por Daniel ter sido tocado pelo encargo do Senhor para começar a orar pela restauração do testemunho manifesto. Graças a Deus por esse mover.
Em última análise, Deus é um Deus de restauração. Assim, compartilhamos este pensamento: o testemunho restaurado.
Agora, tragam isso para a realidade do Novo Testamento, irmãos e irmãs. Babilônia significa confusão. O próprio nome significa confusão. Na verdade, quando Daniel e Neemias oraram, há uma expressão sobre confusão de rosto. Daniel usou essa expressão duas vezes em sua oração, quando se arrependia e pedia ao Senhor que voltasse, ouvisse e agisse.
Havia confusão de rosto. Da mesma forma, creio que hoje, de modo geral, o cristianismo está cheio de confusão. Vocês podem discordar de mim, e não há problema nisso, mas o povo de Deus está espalhado. O povo de Deus está envolvido em coisas nas quais está completamente dominado pela confusão.
O testemunho está em fragmentos, e não há uma expressão plena — não há, em certo sentido, aquela expressão plena que o Senhor realmente busca. Creio que Deus, em Sua misericórdia, está chamando o Seu povo, nestes dias, em um espírito de restauração, a voltar para Ele mesmo.
Agora vou dizer aquilo que alguns de vocês estavam esperando que eu dissesse, então alegrem-se. Podem se levantar e gritar aleluia. Não creio que sejamos o único testemunho de Deus.
Mas creio que o Senhor nos mostrou algo central ao Seu coração, um encargo que vem Dele, ao qual devemos permanecer fiéis — aconteça o que acontecer.
Não se trata de ser melhor. Não se trata de ver tudo. Não se trata de ter tudo. Trata-se de ser fiel àquilo que você viu.
Se eu chegar à sepultura e não puder dizer: “Fui fiel ao que Tu me mostraste”, então creio que minha vida terá sido desperdiçada. Esse é o encargo que tem me ocupado.
Agora chegamos ao Novo Testamento, ao último movimento de Deus. No Novo Testamento, todas as sombras desaparecem. Todos os tipos se vão. Todos os significados ocultos nos sacrifícios e em todas as coisas estabelecidas entre o povo de Deus desaparecem, e entramos na plenitude do coração de Deus.
Ouço pessoas — e talvez vocês também façam isso — falarem dos “bons e velhos tempos”. Às vezes penso que os bons e velhos tempos não eram tão bons assim.
Nunca me esqueço de quando estava no ensino médio: os adultos, cheios de sabedoria, sempre diziam: “Estes são os melhores dias da sua vida”. Bobagem. Agora, não quero diminuir a experiência de vocês no ensino médio, mas aqueles não eram os bons e velhos tempos.
O Antigo Testamento mostrava apenas fragmentos, sombras e tipos. Víamos Deus, mas Ele estava oculto. Na melhor das hipóteses, alguém podia ver Deus pelas costas e não ser consumido. O próprio Antigo Testamento é um reflexo parcial daquilo que Deus busca.
Mas, quando chegamos ao Novo Testamento, começamos a ter uma visão mais plena daquilo que Deus busca. Começamos a receber uma visão completa do conselho, do propósito e da vontade de Deus.
Irmãos e irmãs, estes são os bons e velhos tempos. Não consigo pensar em nada mais maravilhoso.
No Novo Testamento, o testemunho de Jesus é plenamente realizado. Graças a Deus por isso. Deixem-me dizer logo de início: no fim, o testemunho de Jesus será completamente realizado. Essa é a promessa do Novo Testamento.
Em certo sentido, não importa se somos fiéis. Deus encontrará outros, como tem feito ao longo dos séculos.
Lembro-me de ter lido recentemente o livro de Broadbent, A Igreja Peregrina. Todos conseguem me ouvir? Algumas pessoas reclamaram que não conseguiram me ouvir da última vez. Tenho dificuldade em acreditar nisso.
Pelo menos ninguém está tapando os ouvidos. Vocês conseguem me ouvir lá no fundo, certo? Foi a gravação, minha esposa está me lembrando.
Onde eu estava antes de me interromper? Ah, A Igreja Peregrina — A Igreja Peregrina, de Broadbent. Se vocês ainda não conhecem esse pequeno livro, realmente deveriam lê-lo. Não é uma história convencional da igreja, nem uma história da igreja institucional ou de sua organização.
Nesse pequeno registro há grupos de crentes — pequenos e, às vezes, maiores — dos quais Deus Se apoderou e aos quais mostrou algo de Seu coração. Neles, Ele Se manifestou de maneira singular e extraordinária. Havia pessoas com nomes estranhos. Vocês gostam de ouvir Lance, com seu refinado sotaque britânico, falar de todos aqueles nomes diferentes. Muito disso ele tira deste livro, A Igreja Peregrina.
Mas, em certo sentido, louvado seja Deus, Seu testemunho será realizado. A pergunta — a pergunta — é: estamos entre aqueles que têm o testemunho de Jesus?
Portanto, este é o meu encargo: o testemunho realizado. Que o Senhor nos ajude.
Outro dia, uma irmã veio falar comigo. Não sei se ela estava tentando me ajudar ou se estava confusa — talvez um pouco das duas coisas. Nem vou olhar para ela, porque não quero deixar ninguém constrangido, a não ser minha esposa, e isso eu faço com frequência.
Ela me perguntou: “É o testemunho de Jesus ou o testemunho sobre Jesus?”. Pensem nisso. Creio que essa pergunta revela uma reflexão profunda. Pelo menos alguém está pensando na mensagem depois da manhã de domingo. Ela não foi esquecida antes do almoço.
É o testemunho de Jesus ou o testemunho sobre Jesus? Uma pergunta muito boa.
Agora vou entrar onde os anjos temem pisar, porque um engenheiro dando uma aula de inglês é terreno perigoso. Mas creio que essa pequena preposição, of, “de”, é muito profunda e cheia de significado. Creio que ela está cheia de vida, de conteúdo e de significado.
Eu poderia simplesmente ter dito: “Bem, irmã, leia a Palavra. Toda vez que essa expressão é usada — as quatro vezes em Apocalipse —, ela é ‘o testemunho de Jesus’”. Se vocês examinarem o grego original, verão que a expressão está de acordo com a língua original. É o testemunho de Jesus.
Por que isso é tão importante? Aqui está a aula de inglês. Tenham paciência comigo, porque talvez comecem a perceber algum benefício real nisso.
A palavra of, “de”, significa pertencer a ou originar-se de. Entenderam? Vocês podem ganhar dois créditos de educação continuada em inglês hoje, se simplesmente anotarem isso. Eu assino para vocês.
A palavra of, “de”, transmite a ideia de pertencer a ou originar-se de. Agora tudo começa a tomar forma, porque o testemunho que algumas pessoas consideram algo tão vago e nebuloso é o testemunho de Jesus.
Ele pertence a Jesus. Fala Dele. Tem sua origem Nele. Entenderam? Creio que isso é profundo.
Tudo nesse testemunho tem seu início no Senhor Jesus. Portanto, o primeiro ponto — o ponto que quero que vocês compreendam acima de qualquer outro — é que o testemunho se realiza em uma pessoa.
Ele se resume, como lemos em Efésios, no Senhor Jesus. Está contido, como lemos em Colossenses, na completude do Senhor Jesus. Tudo tem sua origem, sua fonte e sua plenitude no Senhor Jesus. Por isso, a Bíblia o chama de testemunho de Jesus.
Agora, about, “sobre”, por outro lado, tem um significado um pouco diferente. Esta é aquela pobre aula de inglês que vocês estão recebendo. About também significa ao redor, em algum lugar próximo, não muito longe.
Espero que percebam a diferença. Se vocês estão dizendo: “Irmão, não vejo muita diferença”, depois vamos nos sentar e aproveitar esse tempo precioso. Mas em algum lugar próximo, ao redor e não muito longe — é isso que about significa.
Irmãos e irmãs, esse testemunho de Deus não é simplesmente algo perto de Jesus. Não é simplesmente algo ao redor de Jesus. Não é simplesmente algo sobre Jesus. É Jesus. Isso é tudo.
No fim, o testemunho se realiza na pessoa do Senhor Jesus. Espero que isso ajude.
Vocês conhecem a expressão: “Chegar perto só vale com granadas de mão e no jogo de ferraduras”. Você parece confuso, irmão. Eu o confundi? Nunca ouviu essa expressão? Ah, desculpe.
Mas espero que entendam o ponto espiritual. Algumas pessoas vivem como se estar suficientemente perto de Cristo já fosse suficiente. “Se tem Jesus no meio, só pode estar certo.”
Mas, no fim das contas, Deus diz: “Esse testemunho diz respeito inteiramente ao Meu Filho amado. Somente Nele ele se realiza plenamente”.
Ele se realiza na pessoa e na obra do Senhor Jesus.
Deixem-me pedir que abram em Hebreus 1:1. Isso também pode ajudar. Vou continuar a aula de inglês com as preposições. Talvez vocês precisem reanimar Linda quando tudo isso terminar, mas, ainda assim, continuaremos a aula.
Hebreus 1:1 diz:
Deus, havendo falado outrora aos pais, em muitas partes e de muitas maneiras, nos profetas,
ao fim destes dias falou-nos em Filho.
Deixem-me repetir:
Deus, havendo falado outrora aos pais, em muitas partes e de muitas maneiras, nos profetas,
ao fim destes dias falou-nos em Filho.
Essa é uma expressão muito incomum. Não sei o que diz a versão de vocês. Até Darby, tentando ajudar, colocou entre colchetes — palavras que não estão no original — “na pessoa do Filho”. Mas, se vocês lerem a formulação literal, ela diz simplesmente: “Em Filho”.
Isso está cheio de significado, porque nos diz que tudo está em Filho. Pode ser difícil dizer isso, mas um irmão cujo texto eu estava lendo disse que, se repetirmos essa expressão um número suficiente de vezes — não simplesmente para nos hipnotizarmos com palavras, mas para captar seu sentido —, começaremos a compreendê-la.
Tudo está em Filho. Não há artigo definido. Não é “no Filho”. Não é sobre o Filho. Tudo o que diz respeito ao testemunho de Jesus está em Filho.
Uma pequena preposição, por assim dizer, mas cheia de significado.
Newell disse o seguinte — abram em Romanos 11. Esta é a última, e então vou liberá-los da aula de inglês desta manhã. Romanos 11:36:
Porque Dele, e por meio Dele, e para Ele são todas as coisas.
A Ele seja a glória para sempre. Amém.
Por que esse versículo é tão importante? Porque ele toma essa grande carta aos Romanos, esse grande tratado doutrinário, e o resume. Ele aparece ao final do capítulo 11, quando todas as misericórdias e compaixões de Deus, em toda a sua plenitude e completude, foram apresentadas diante dos santos.
Sabemos como começa Romanos 12:1:
Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo, agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
Mas o que tudo isso significa é que, ao final, diante das misericórdias de Deus, descobrimos que tudo é Dele, por meio Dele e para Ele. Ele é a fonte de tudo. Ele é o fim de tudo. Ele é o princípio de tudo. Em Cristo está o testemunho de Jesus.
Newell, em sua maravilhosa obra sobre Romanos, diz que “Dele” significa que Ele é a causa e a fonte. Muitas pessoas no cristianismo têm uma causa, mas a nossa causa é o Senhor Jesus? É aí que se realiza o testemunho de Jesus: quando Ele é a nossa causa.
Em segundo lugar, Newell diz: “Por meio Dele” — como o poderoso Realizador, referindo-se ao Senhor Jesus —, “sem a assistência da criatura”. Agora, eu gosto disso. Não sei se ajuda vocês, mas: sem a assistência da criatura.
As pessoas dizem o tempo todo, e vocês ouvem isso no mundo: “Deus ajuda quem se ajuda”. É como se a obra Dele precisasse de uma ajudinha.
Vocês já compraram alguma coisa que vinha com a indicação: “Requer montagem”? Fujam disso.
Recentemente, fiz uma investigação na biblioteca médica do MCV. Os funcionários haviam decidido montar todas as estantes da biblioteca e colocá-las no lugar. Durante o fim de semana, todos aqueles grandes volumes reunidos ali vieram abaixo. Ligaram para mim e disseram: “Nosso prédio está desmoronando”.
Eu disse: “Não creio que o prédio de vocês esteja desmoronando”. Aliás, tentei escapar daquilo. Disse: “Não sou especialista em estantes de biblioteca”. Mas responderam: “Precisamos de você. É uma emergência”.
Fui até lá e comecei a separar as peças. Eles haviam deixado de instalar a barra de contraventamento que reforçava aquelas enormes estantes em uma das direções. Gradualmente, com o tempo, aquilo simplesmente… bem, não sei como isso vai ficar na gravação, mas esse é um termo altamente técnico… começou lentamente a se mover de um lado para o outro, até que, finalmente, tudo desabou.
Eu disse: “Vocês deixaram alguma coisa de fora. Requer montagem”. O arquivista disse: “Acho que não deveríamos montar nossas próprias estantes”. Eu disse: “Acho que você tem razão”.
Às vezes pensamos que a obra do Senhor é tão incompleta que requer alguma montagem, que necessita da assistência da criatura. Vocês conseguem imaginar nós indo até Deus e dizendo: “Tu precisas da nossa ajuda”?
É uma salvação plena, completa a ponto de podermos dizer que somos uma nova criação em Cristo Jesus. Maravilhoso. Completa, sem a assistência da criatura.
Ele põe em efeito e realiza, um a um, os Seus desígnios. Então Newell diz: “Para Ele”, como o alvo e o fim legítimo, apropriado e necessário.
Que pequenas preposições poderosas:
Dele. Por meio Dele. Para Ele. Todas as coisas.
Naquele momento, Paulo foi tomado por um espírito de adoração e disse:
A Ele seja a glória pelos séculos. Amém.
Que vejamos o Filho como Deus vê o Filho. Que vejamos, como diz 2 Coríntios 4:6, a glória de Deus na face de Jesus Cristo.
Ouvi uma história sobre o grande pintor — ele era mais do que um pintor, era um homem muito talentoso — Leonardo da Vinci. Leonardo da Vinci concebeu todo tipo de ideia. Mas talvez vocês não saibam que ele pintou o famoso afresco A Última Ceia.
Dizem que, quando pensou em pintar a face de Jesus Cristo, tudo o que pôde fazer foi dedicar-se à oração e à meditação. Pensem nisso. Ele pensou: “Como pintar a face de Jesus Cristo?”.
Dizem que, mesmo depois dessa devoção, quando foi encostar o pincel na tela, com seus pensamentos devotos, sua mão tremeu diante da face de Jesus.
Irmãos e irmãs, temos visto a glória de Deus na face de Jesus Cristo? Esse é o testemunho de Jesus.
Bem, esse é o primeiro ponto. Há outro ponto. Espero que continuem comigo, porque creio que ele tem grande valor.
O testemunho se realiza — ou vocês podem usar a palavra expressa, se isso ajudar a enxergar com mais clareza — não apenas em uma pessoa, mas em um povo.
Isso é muito significativo tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Irmãos e irmãs, isso deveria nos levar a nos prostrar com o rosto em terra e adorar o Senhor.
Deus, em Seu grande conselho e sabedoria, não apenas determinou que toda a expressão de quem Ele é se manifestasse na pessoa de Seu amado Filho, mas também determinou que a pessoa de Seu amado Filho fosse expressa em um corpo coletivo: Sua igreja.
Não consigo pensar em nada mais maravilhoso. Não consigo pensar em uma inclusão maior. Não consigo pensar em algo mais grandioso do que saber que Deus deseja isso de nós.
É admirável. Somos tão falhos, tão propensos a nos desviar, tão inclinados às nossas próprias coisas; e, ainda assim, Deus não terá a plenitude de Sua expressão sem encontrar essa expressão de Cristo em um povo. Para continuar com a língua inglesa, da qual prometi sair: de Cristo, em um povo. É isso que Ele busca.
Creio que isso está bem no coração do Novo Testamento e ali aparece com clareza. Hebreus 2:10 diz:
Porque convinha Àquele para Quem são todas as coisas e por Quem são todas as coisas,
ao conduzir muitos filhos à glória,
aperfeiçoar, por meio de sofrimentos, o Autor da salvação deles.
Irmãos e irmãs, graças a Deus, o coração e o pensamento de Deus não dizem respeito apenas a um Filho. Tudo gira em torno desse único Filho, mas também diz respeito a muitos filhos. Ao conduzir muitos filhos à glória, há uma expressão mais plena e uma realização mais plena do testemunho de Jesus.
O texto continua em Hebreus 2:11:
Porque tanto Aquele que santifica como os que são santificados são todos de um:
por essa razão, Ele não Se envergonha de lhes chamar irmãos, dizendo:
Declararei o Teu nome aos Meus irmãos;
no meio da assembleia cantarei o Teu louvor.
O Senhor Jesus está tão determinado a que essa expressão plena aconteça que Aquele que santifica e os que são santificados são um. Na mente de Deus, essa é a expressão mais plena, e essa é a unidade que Ele busca.
É admirável. Se alguém teria condições de dizer que tem vergonha de nós, seria o Deus Todo-Poderoso, não acham? Mas aqui diz que Ele não Se envergonha de nos chamar irmãos. Que beleza. Que glória. Que pensamento. Esse é o Novo Testamento.
Deixem-me dizer isso de modo mais específico, porque quero que vocês compreendam. Mesmo que encerremos mais cedo hoje e eu termine depois, quero que compreendam isto:
Sem o Filho, não há testemunho. Afinal, é o testemunho de Jesus.
Mas, sem os muitos filhos, não há testemunho pleno.
Vocês se lembram de Efésios 2, quando fala de Cristo, o Cabeça sobre todas as coisas, e depois começa a falar de Seu corpo, a igreja. O texto fala desse corpo como a plenitude Daquele que enche tudo em todos. Esses são os muitos filhos. Essa é a realização do testemunho.
Sem a igreja, o testemunho é incompleto.
Ouço pessoas falarem de seu relacionamento com o Senhor, e, por favor, entendam que creio em um relacionamento com o Senhor. Não gosto de ter que fazer ressalvas; isso deveria ser pressuposto, especialmente por vocês que me conhecem depois de todos estes trinta e cinco anos.
O Senhor Jesus busca um relacionamento pessoal com cada um dos Seus. Mas deixem-me dizer: quanto ao testemunho de Jesus, ele é incompleto sem a expressão coletiva.
Ouço pessoas que talvez não tenham essa intenção, mas que, em seus pensamentos e palavras, diminuem a dimensão coletiva, colocam-na em outro nível e retiram sua importância, como se fosse secundária e opcional.
Creio que, quando vocês enxergam o coração de Deus expresso na Palavra de Deus, jamais poderiam dizer que o testemunho coletivo expresso por meio da igreja é opcional. Ora, francamente — se posso usar essa expressão, se vocês não se ofendem —, a maioria das cartas do Novo Testamento é dirigida diretamente à igreja.
A maioria das questões do Novo Testamento trata de problemas a serem resolvidos na igreja. As cartas pastorais não tratam de questões individuais em si. Vocês podem extrair delas aplicações individuais, mas elas tratam de levantar pessoas com liderança e visão, capazes de trazer o pensamento de Deus para dentro da casa de Deus.
Essa é a expressão coletiva. Que o Senhor nos ajude.
O que vou fazer é terminar este segundo ponto, porque tenho mais a dizer. Se estiver tudo bem, talvez eu retome a última parte, a parte prática, na próxima vez. Vamos pensar nisso.
Se eu me empolgar aqui, talvez vocês tenham que me derrubar. Vamos ver se continuamos ou se faço vocês passarem por mais uma rodada e ouvirem por mais tempo.
Para compreender verdadeiramente a expressão de Deus, há uma palavra maravilhosa. Talvez vocês tenham passado por ela sem prestar atenção, ou talvez pensem que é uma daquelas palavras teológicas pomposas que não têm muito significado para nós. Essa palavra é mistério.
Não sei se vocês sabiam que a palavra mistério nunca aparece traduzida no Antigo Testamento. Mas creio que o ponto é simples: o mistério de Deus — aquilo que Ele busca — é plenamente manifestado no Novo Testamento.
Quando vocês leem Colossenses e Efésios, começam a ver a palavra mistério ser usada em diversas ocasiões. Deixem-me ler para vocês o Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento, de Vine, porque, às vezes, quando ouvimos a palavra mistério, pensamos em um romance.
Ele diz: “No Novo Testamento, ela denota não o misterioso, como a palavra inglesa, mas aquilo que, estando fora do alcance da compreensão natural sem auxílio…”.
Entenderam? Isso toca vocês como toca a mim? Está fora do alcance da compreensão natural sem auxílio. Em termos modernos, não fazemos a menor ideia.
É necessária uma ação divina. Vine continua: “Só pode ser conhecido por revelação divina, e é dado a conhecer da maneira e no tempo determinados por Deus, e somente àqueles que são iluminados pelo Espírito”.
“No sentido comum, implica conhecimento ocultado. Mas, no sentido bíblico, significa verdade revelada.”
Irmãos e irmãs, para compreender essa expressão coletiva, precisamos compreender essa palavra, mistério. Quando chegarem em casa, examinem Efésios. Examinem Colossenses. Nessas cartas, creio que vocês começarão a enxergar o que isso significa.
Quero tratar das duas primeiras ocorrências, porque creio que elas dão o tom. Há outra expressão em Efésios que ajuda: “Tendo-nos dado a conhecer”. É isso que a revelação é: dar a conhecer.
Em Efésios 1:9-10, está escrito:
Tendo-nos dado a conhecer o mistério da Sua vontade, segundo o Seu beneplácito, que propôs em Si mesmo,
para a administração da plenitude dos tempos,
de reunir sob uma só cabeça todas as coisas em Cristo,
as coisas nos céus e as coisas sobre a terra; Nele.
Agora, irmãos e irmãs, é disso que trata o mistério. É disso que falamos no primeiro ponto. Ele diz respeito ao nosso Senhor Jesus. Foi dado a conhecer na pessoa do nosso Senhor Jesus. Esse é o mistério.
Então isso se repete em Efésios 3, a segunda ocorrência referente a essa questão do mistério. Paulo diz em Efésios 3:4-6:
Pelo que, ao lerdes, podeis compreender o meu entendimento no mistério de Cristo,
o qual, em outras gerações, não foi dado a conhecer aos filhos dos homens,
como agora foi revelado aos Seus santos apóstolos e profetas no poder do Espírito.
Depois, em Efésios 3:8-10:
A mim, menor do que o menor de todos os santos, foi dada esta graça,
de anunciar entre as nações as boas-novas das insondáveis riquezas de Cristo,
e de esclarecer a todos qual é a administração do mistério oculto ao longo dos séculos em Deus, que criou todas as coisas;
para que agora, aos principados e às autoridades nas regiões celestiais,
seja dada a conhecer, por meio da igreja, a multiforme sabedoria de Deus,
segundo o eterno propósito de Deus.
Essa expressão, “segundo o eterno propósito de Deus”, ocorre apenas nesse lugar nas Escrituras.
Espero que compreendam isso. No primeiro caso, o mistério é o mistério de Deus: é Cristo Jesus. No segundo caso, o mistério é o mistério de Cristo: é a igreja.
Na grande sabedoria de Deus, essas duas coisas se unem para formar o testemunho de Jesus.
Quando vocês chegam perto do final de Efésios, na parte prática, Paulo fala sobre casamento e família. Fala de um homem deixar seu pai e sua mãe e unir-se à sua esposa. Então diz em Efésios 5:32:
Grande é este mistério: mas eu falo com referência a Cristo e à igreja.
Irmãos e irmãs, não sei se vocês estão captando o encargo que está em meu coração, mas essas duas coisas, ao menos na visão de Deus, são inseparáveis.
Se, de alguma forma, vocês pensam que podem dispensar a igreja, deixem-me ser um pouco duro por um momento: vocês estão, no mínimo, parcialmente cegos. Ou, em segundo lugar, estão manipulando as Escrituras em um contexto no qual elas jamais deveriam ser manipuladas.
Ah, eu não entendo. Cristo não pode viver sem Sua igreja, mas nós podemos viver sem a igreja. É impressionante, não é? Isso, sim, é autossuficiência.
Esse é um verdadeiro encargo que tenho carregado em meu coração. Às vezes, quando nós, o povo de Deus, começamos a ver problemas na igreja, nos separamos dela.
Mas não é interessante que o nosso Salvador nunca Se separe de Sua igreja?
Há versículos maravilhosos em Efésios 5 a respeito do Senhor Jesus. Efésios 5:25-27 diz:
Maridos, amai vossas esposas, assim como também Cristo amou a igreja e entregou-Se por ela,
para que a santificasse, purificando-a pela lavagem de água pela Palavra,
para que apresentasse a Si mesmo a igreja gloriosa,
sem mancha, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante,
mas para que fosse santa e irrepreensível.
Pensem nisso. Esse é o Seu amor pela igreja. Ele Se entregou pela igreja. A igreja, tão cheia de manchas e rugas e, em si mesma, cheia de problemas em maior ou menor grau, é aquela que Ele está refinando neste período, se permitirmos que o Espírito Santo faça Sua obra.
Ele está nos conformando à imagem de Cristo e, no fim, estaremos livres de rugas. Agora, isso é uma boa notícia. Quanto mais velho fico, mais aprecio isso.
Vocês ouvem todos aqueles vendedores nos canais de compras da televisão. Eles têm o mais novo creme antirrugas. “Você já viu? Funciona mesmo.” Acho que eles trocam as pessoas, mas não tenho certeza.
Estão anunciando esse creme que elimina rugas e manchas. Não existe nada assim, exceto a lavagem de água pela Palavra e a obra do Senhor Jesus.
No fim, estaremos livres de problemas, livres de manchas, livres de rugas, livres de distorções. E o que é isso? O testemunho de Jesus.
Creio que isso é ainda mais extraordinário quando lemos o Novo Testamento e percebemos que a igreja era tão cheia de dificuldades quando o Senhor andava na terra. Não estamos livres de rugas.
Olhem para as cartas. Gálatas foi escrita a respeito de outro evangelho. Considerem os problemas que os judaizantes estavam introduzindo. Olhem para Colossenses e pensem nos gnósticos, com seus problemas, para os quais Cristo era apenas uma divindade ou alguma emanação de Deus.
Poderíamos continuar indefinidamente. Podemos ir a 2 Pedro, às cartas de João ou a tantos outros lugares — sem falar em Corinto. Corinto tinha problemas suficientes para todas as igrejas.
Louvado seja o Senhor: quando vemos o final, em Apocalipse, vemos o Senhor andando no meio das igrejas que têm problemas. Isso é bom.
Ele nunca Se separará de Sua igreja — algo que nós estamos tão propensos a fazer.
Bem, creio que esse é realmente o encargo que está em meu coração. Vou parar e pedir as orações de vocês para a próxima semana. Quero entrar mais na questão do testemunho realizado na prática.
Algumas pessoas dizem: “Quando vocês falam, é elevado demais”. Deixem-me dizer: é mais importante mirar alto do que mirar baixo. Mirando baixo, vocês nunca terão a oportunidade de elevar ninguém.
Mas deixem-me dizer que, se não houver uma expressão prática, não haverá um testemunho real e pleno de Jesus. Que o Senhor nos ajude.
Vocês têm visto a glória de Deus na face de Jesus? Esse é o testemunho de Deus.
Vocês têm visto o amor do Salvador por Seu povo e Sua grandiosa intenção para os Seus? Se viram, a comunhão seria algo natural. Não seria algo imposto. Seria algo para o qual vocês seriam atraídos — a vida do Senhor Jesus atraindo vocês à comunhão e ao convívio com os santos.
Vocês conseguem imaginar alguém lendo o livro de Atos e pensando que eles precisavam enviar avisos dizendo: “Amanhã a reunião será na casa de Josué”? “Ah, outra reunião na casa de Josué, não. Já nos reunimos lá duas semanas seguidas.”
Mas o texto fala do coração daquele povo. Eles se reuniam diariamente de casa em casa. Não consideravam coisa alguma como exclusivamente sua, mas se reuniam diariamente, de casa em casa, partindo o pão de casa em casa. Perseveravam na comunhão dos apóstolos, no partir do pão e nas orações.
Isso, creio eu, é o testemunho de Jesus.
Senhor, nós nos achegamos a Ti. Dobramos os joelhos em Tua presença. Sabemos que, ao tocar nessas coisas, estamos tocando em solo santo.
Mas não queremos ser aqueles que estão parcialmente cegos. Não queremos ser aqueles que não veem o que Tu vês. Abre os olhos do nosso coração. Dá-nos uma compreensão mais plena. Alcança as profundezas do nosso espírito e revela o lugar do Senhor Jesus na economia de Deus.
Ah, que possamos ser como Isaías e dizer: “Somos aqueles cujos olhos viram o Rei”.
Quando pensamos em Teu amor, quem pode imaginar? Quem pode imaginar que Tu nos amarias tanto, a ponto de nunca quereres estar separado de nós?
Tu estás esperando. Tu estás ansiando. Tu aguardas aquele dia em que a noiva estará pronta e estaremos para sempre Contigo, compartilhando tudo o que Tu és e conhecendo-Te em uma comunhão sem limites e sem impedimentos.
Mostra-nos a igreja como Tu a vês. Abre nossos olhos para ver aquilo que Tu amas, aquilo por que Tu Te entregaste, para que também nós nos entreguemos.
Não podemos fazer essas coisas sem que o Espírito de Deus nos auxilie, nos ajude, nos atraia amorosamente, nos ilumine e nos conduza à Tua presença. Por isso, pedimos a Ti, Senhor, que ajas sobre nós pelo Teu Espírito Santo.
Para que, ao final, se possa dizer de nós: temos o testemunho de Jesus.
Pois pedimos essas coisas em Teu poderoso nome. Amém.