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    God Has Spoken: Judges © 2026 Christian Testimony Ministry
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    God Has Spoken: Judges
    God Has Spoken: Judges
    Kaung, Stephen

    O Livro de Juízes: Apostasia, Avivamento e Restauração

    Por favor, abram no livro de Juízes.

    Leitura Bíblica: Juízes 2

    Vamos ler o capítulo inteiro.

    E o Anjo do Senhor subiu de Gilgal a Boquim. E Ele disse: Eu vos fiz subir do Egito e vos trouxe à terra que jurei a vossos pais; e disse: Nunca quebrarei a Minha aliança convosco.
    E vós não fareis aliança com os habitantes desta terra; derrubareis os seus altares. Mas não ouvistes a Minha voz: por que fizestes isto?
    Pelo que também disse: Não os expulsarei de diante de vós; antes, serão como espinhos em vossos lados, e os seus deuses vos serão por laço.
    E sucedeu que, falando o Anjo do Senhor estas palavras a todos os filhos de Israel, o povo levantou a sua voz e chorou.
    E chamaram àquele lugar Boquim; e ali ofereceram sacrifícios ao Senhor.

    E, havendo Josué despedido o povo, os filhos de Israel foram, cada um à sua herança, para possuírem a terra.
    E o povo serviu ao Senhor todos os dias de Josué e todos os dias dos anciãos que sobreviveram a Josué, os quais tinham visto toda a grande obra do Senhor, que Ele fizera por Israel.
    E faleceu Josué, filho de Num, servo do Senhor, sendo de cento e dez anos.
    E sepultaram-no nos limites da sua herança, em Timnate-Heres, na região montanhosa de Efraim, ao norte do monte Gaás.
    E também toda aquela geração foi congregada a seus pais; e outra geração após eles se levantou, que não conhecia o Senhor, nem tampouco a obra que Ele fizera por Israel.

    E os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do Senhor e serviram aos baalins.
    E deixaram o Senhor, o Deus de seus pais, que os tirara da terra do Egito, e seguiram outros deuses, dentre os deuses dos povos que estavam ao redor deles, e se inclinaram perante eles; e provocaram o Senhor à ira.
    E deixaram o Senhor e serviram a Baal e às astarotes.
    E a ira do Senhor se acendeu contra Israel; e Ele os entregou nas mãos de saqueadores, que os saquearam; e Ele os vendeu nas mãos de seus inimigos ao redor, de modo que já não puderam resistir a seus inimigos.
    Por onde quer que saíssem, a mão do Senhor era contra eles para mal, como o Senhor havia dito e como o Senhor lhes havia jurado; e ficaram em grande angústia.

    E o Senhor levantou juízes, que os livraram das mãos dos que os saqueavam.
    Contudo, não ouviram os seus juízes; antes, prostituíram-se após outros deuses e se inclinaram perante eles: depressa se desviaram do caminho em que seus pais andaram, obedecendo aos mandamentos do Senhor; mas eles não fizeram assim.
    E, quando o Senhor lhes levantava juízes, o Senhor era com o juiz e os livrava das mãos dos seus inimigos todos os dias do juiz; pois o Senhor Se compadecia dos seus gemidos por causa dos que os oprimiam e afligiam.
    E sucedia que, morto o juiz, tornavam atrás e se corrompiam mais do que seus pais, seguindo outros deuses para os servir e se inclinar perante eles; não abandonavam as suas práticas, nem o seu obstinado caminho.

    E a ira do Senhor se acendeu contra Israel; e Ele disse: Porquanto esta nação transgrediu a Minha aliança, que ordenei a seus pais, e não ouviu a Minha voz,
    Também Eu não expulsarei mais de diante deles nenhuma das nações que Josué deixou quando morreu;
    Para que, por elas, Eu prove a Israel, se hão de guardar o caminho do Senhor, andando nele, como seus pais o guardaram, ou não.
    Assim, o Senhor deixou ficar aquelas nações, sem as expulsar logo; nem as entregou nas mãos de Josué.

    E agora, a última frase — o último versículo do último capítulo —, Juízes 21:25:

    Naqueles dias não havia rei em Israel; cada um fazia o que era reto aos seus próprios olhos.

    Vamos orar?

    Oração Inicial

    Querido Pai celestial, ao nos reunirmos em nome do Teu Filho amado, nosso Senhor Jesus, e na Tua presença, nós Te louvamos e agradecemos, porque temos a confiança de que Tu estás aqui conosco.

    Nosso Pai, pedimos que, pelo Teu Espírito Santo, Tu nos abras a Tua Palavra e fales novamente a cada um de nós. Nosso Pai, Tu sabes que não podemos viver sem a Tua Palavra. Ansiamos pela Tua Palavra. Fala conosco, para que vivamos.

    Entregamos este tempo em Tuas mãos, e que o Teu nome seja honrado. Em nome do nosso Senhor Jesus. Amém.

    O Caráter Histórico do Livro de Juízes

    Chegamos agora ao livro de Juízes. Este livro é chamado de livro de Juízes por causa da característica daquela época, daquele período — isto é, depois da morte de Josué e antes da ascensão de Saul ao trono.

    Deus levantou juízes na nação de Israel para libertá-los da opressão que sofriam de seus inimigos, tanto de dentro como de fora.

    Este livro de Juízes é um dos livros mais tristes da Bíblia, porque nos fala de apostasia e rebelião. Por causa da rebelião e da apostasia deles, a ira de Deus estava sobre o Seu povo, e Ele permitiu que seus inimigos os oprimissem.

    Sob opressão, eles gemiam, lamentavam, clamavam e choravam diante do Senhor. E o Senhor, em Sua misericórdia, levantava juízes, ou salvadores, para livrá-los da opressão de seus inimigos.

    Durante o tempo do juiz, havia paz. Mas, depois que o juiz morria, o povo voltava novamente à rebelião. Por causa disso, Deus mais uma vez permitia que os inimigos os vencessem. Então, sob opressão, clamavam ao Senhor, e novamente Deus, em Sua misericórdia, levantava outro juiz. Isso continuou assim, vez após vez, por centenas de anos — uma história muito triste.

    Vocês sabem, o livro de Juízes é uma continuação do livro de Josué. Mas que diferença encontramos entre esses dois livros!

    • No livro de Josué, encontramos vitória; mas, neste livro, vemos derrota.
    • No livro de Josué, encontramos progresso; mas aqui encontramos declínio.
    • No livro de Josué, encontramos fé; mas aqui há infidelidade.
    • No livro de Josué, há alegria — o cântico de alegria, o cântico de vitória; mas aqui encontramos o soluço da tristeza.
    • No livro de Josué, vemos o Espírito de Deus; mas aqui encontramos pessoas vivendo segundo a carne e, por isso, sob grande opressão.

    É uma das histórias mais tristes que vocês encontrarão em toda a Bíblia.

    A Relevância de Juízes para a História da Igreja

    Mas este livro é muito importante para nós. Ele é relevante até para os nossos dias. Por quê? Porque encontramos uma grande semelhança entre a história dos filhos de Israel durante o tempo dos juízes e a história do povo de Deus ao longo dos séculos, até hoje.

    Deus conduziu o povo de Israel à terra prometida. Ele prometeu dar-lhes toda a terra como sua possessão. Mas eles falharam. Em vez de tomar posse de toda a sua herança, estavam sob a opressão de seus inimigos, tanto dos que viviam entre eles como dos que viviam ao redor deles. Não conseguiram tomar posse daquilo que lhes pertencia.

    Agora, irmãos e irmãs, todos sabemos que, pela misericórdia de Deus, Ele nos colocou em Cristo. Em 1 Coríntios 1:30, está escrito:

    Mas vós sois Dele, em Cristo Jesus, o Qual nos foi feito por Deus sabedoria, justiça, santificação e redenção.

    Em outras palavras, vemos que foi Deus — foi a misericórdia de Deus — que nos colocou em Cristo. Todos os que creram no Senhor Jesus não apenas têm Cristo em si, mas, de fato, estão em Cristo.

    Agora, irmãos e irmãs, Cristo está em vocês, a esperança da glória. Mas, ao mesmo tempo, vocês precisam lembrar que estão em Cristo.

    Cristo é a nossa terra prometida. Ele é Canaã. Ele é a terra que mana leite e mel. Em outras palavras, assim que cremos no Senhor Jesus, Deus nos colocou em Cristo. Deus nos deu Cristo como nossa herança.

    Todas as riquezas que estão em Cristo, Deus nos deu. Vocês se lembram de que Efésios 1:3 diz:

    Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Qual nos abençoou com toda bênção espiritual nos lugares celestiais em Cristo.

    Ele nos abençoou — não é que vá nos abençoar, mas já nos abençoou com toda bênção espiritual nos lugares celestiais em Cristo Jesus.

    Portanto, nos lugares celestiais, em Cristo Jesus, Deus nos abençoou com toda bênção espiritual que Ele tem em Cristo. Em outras palavras, no momento em que cremos no Senhor Jesus, Deus nos colocou em Cristo. Deus nos deu todas as insondáveis riquezas de Cristo para serem nossa possessão.

    E tudo o que precisamos fazer é tomar posse delas, conquistar a terra, pôr os pés nela, reivindicá-la e desfrutá-la para a glória de Deus.

    A igreja deveria viver em grande bênção. A igreja deveria desfrutar de toda a bênção espiritual que há em Cristo Jesus.

    Mas, infelizmente, vemos que o povo de Deus também falhou. Em vez de entrar na plenitude que há em Cristo, vemos, na história da igreja ao longo dos séculos, como o povo de Deus vive em profunda pobreza espiritual.

    Não é porque Deus não tenha prometido nos dar a Sua bênção. É porque não temos sido fiéis.

    Nosso coração e nossos olhos não estão voltados exclusivamente para Deus. Temos outros interesses. Estamos distraídos. Começamos a amar outras coisas. Amamos o mundo. Começamos a andar segundo a carne, em vez de andar segundo o Espírito.

    Por causa de todas essas coisas, o inimigo passa a ter domínio sobre nós, e o povo de Deus fica sob opressão muitas e muitas vezes. Mas graças a Deus!

    Ao longo dos séculos, vemos que, quando o povo de Deus está sob profunda opressão e começa a clamar ao Senhor, Deus nos concede um avivamento. E, com o avivamento, vem um tempo de refrigério, um tempo de alegria, um tempo de paz, um tempo de descanso.

    Isso pode continuar por dez anos; pode continuar por cem anos. Mas, infelizmente, vemos que o povo de Deus novamente começa a deixar de seguir o Senhor com inteireza de coração.

    E a mão disciplinadora de Deus vem novamente sobre o Seu povo e permite que o inimigo nos oprima mais uma vez, privando-nos do nosso alimento. E clamamos novamente ao Senhor; então vem outro avivamento e outro tempo de refrigério. Isso tem acontecido na história da igreja, vez após vez, após vez.

    Mas, infelizmente, vemos que, ao final do livro de Juízes, eles nunca haviam tomado posse plenamente daquilo que lhes pertencia.

    Portanto, há uma grande analogia entre a história do livro de Juízes e a história do cristianismo — da igreja de Deus hoje. É por isso que precisamos estudar este livro e aprender com ele as lições que Deus quer nos ensinar.

    A Contagem Espiritual do Tempo

    Este livro de Juízes abrange aproximadamente 450 anos. Vocês sabem, lemos em Atos 13:20:

    E, depois destas coisas, Ele lhes deu a terra por herança, por cerca de quatrocentos e cinquenta anos; e, depois disso, deu-lhes juízes até Samuel, o profeta.

    Este livro abrange aproximadamente 450 anos. Mas, se vocês lerem 1 Reis 6:1:

    E sucedeu que, no ano quatrocentos e oitenta, depois que os filhos de Israel saíram da terra do Egito, no quarto ano do reinado de Salomão sobre Israel, no mês de zive, que é o segundo mês, ele começou a edificar a casa do Senhor.

    Aqui, 1 Reis 6:1 diz que, desde a saída deles do Egito até o quarto ano do rei Salomão, quando ele começou a construir o templo, haviam passado 480 anos.

    Ora, se o livro de Juízes abrange 450 anos, e desde a saída deles do Egito até o momento em que Salomão, no quarto ano de seu reinado, começou a construir o templo são apenas 480 anos, como vamos conciliar esses dois períodos?

    O livro de Juízes: 450 anos. O deserto: 40 anos. Saul foi rei por 40 anos. Davi foi rei por 40 anos. E agora, três anos de Salomão. Já temos mais de 480 anos.

    Bem, o segredo é que a maneira de Deus contar o tempo é diferente da nossa. Historicamente, fisicamente, em termos cronológicos, sabemos que se passaram mais de 480 anos desde a saída deles do Egito até o momento em que Salomão começou a construir o templo.

    Mas, na contagem espiritual, são apenas 480 anos. Se vocês tiverem interesse, vou ler um pouco para vocês, e espero que pesquisem isso por conta própria.

    O deserto corresponde a 40 anos. O livro de Juízes, a 450 anos. Mas, durante o tempo dos juízes, vemos que os filhos de Israel estiveram sob a opressão do inimigo. Em outras palavras, não eram aquilo que Deus queria que fossem.

    Eles estiveram sob a opressão da Mesopotâmia por oito anos; dos moabitas, dezoito anos; dos cananeus, vinte anos; dos midianitas, sete anos; e dos filisteus, quarenta anos.

    É claro que houve dezoito anos em que estiveram sob os amorreus, mas esse período ocorreu em paralelo com os quarenta anos dos filisteus, por isso não o contamos. Se somarmos todos os anos em que os filhos de Israel estiveram sob a opressão de seus inimigos, chegaremos a noventa e três anos.

    Depois temos Saul, quarenta anos; Davi, quarenta anos; e Salomão, cujos três anos já haviam passado. Então subtraímos os noventa e três anos, e o resultado é 480 anos.

    Agora, irmãos e irmãs, essa é a maneira como Deus conta o tempo. E há uma lição para nós. Vocês se lembram de que Moisés clamou para que Deus o ensinasse a contar os dias, a fim de que fosse sábio.

    Precisamos ter sabedoria para contar os dias. Muitos dias que existem historicamente, fisicamente, cronologicamente, não são contados aos olhos de Deus. Se não contribuem para o propósito de Deus, são descontados.

    Isso é algo sério. Irmãos e irmãs, como pessoa e como povo, nossa história talvez não seja tão longa quanto os nossos anos de vida.

    Você pode ter setenta anos, mas talvez, aos olhos de Deus, tenha apenas dois anos. Podemos estar juntos há vinte anos, mas talvez, aos olhos de Deus, sejam apenas oito anos. Quem sabe?

    Tudo o que não contribui para o propósito de Deus, tudo o que não sustenta o testemunho de Jesus, é tempo desperdiçado. Não conta diante de Deus.

    E como isso é triste! Os filhos de Israel estavam na terra prometida, e ali deveriam cumprir o propósito de Deus. Deveriam ser um testemunho de Deus no mundo. Mas, enquanto estavam na terra prometida, noventa e três anos foram completamente apagados, porque eles não estavam onde deveriam estar.

    E, irmãos e irmãs, que isso seja uma lição para nós: que tenhamos sabedoria para contar, para enumerar os nossos dias, de modo que nenhum deles seja simplesmente desperdiçado.

    Os Juízes e os Limites de Seu Governo

    Vocês sabem, no livro de Juízes, Deus levantou treze juízes ao todo. Alguns deles julgaram ao mesmo tempo; eram contemporâneos. Outros vieram em sequência.

    No livro de Juízes, nenhum juiz julgou toda a terra de Israel. Um juiz podia julgar alguma parte da terra prometida, mas não toda a terra. Nada é perfeito durante o tempo dos juízes.

    Vocês querem os nomes dos treze juízes? Às vezes, talvez eu facilite demais para vocês. Bem, vou lê-los, e depois vocês mesmos os encontrarão.

    Otniel, Eúde, Sangar, Débora e Baraque — eles contam como um —, Gideão, Abimeleque, Tolá, Jair, Jefté, Ibsã, Elom, Abdom e Sansão.

    Juízes como Transição entre a Teocracia e a Monarquia

    Agora, antes de entrarmos neste livro de Juízes, creio que há outra coisa que precisamos compreender, porque ela nos dará uma visão panorâmica do desígnio de Deus.

    Juízes é uma transição entre a teocracia e a monarquia. Em outras palavras, quando Deus começou a tratar com o Seu povo, havia uma teocracia. O próprio Deus era o Rei deles. Deus governava sobre eles. Deus tirou esse povo do Egito, Deus o trouxe para Si, e Deus era o seu Rei. Ele mesmo governava sobre eles.

    Durante esse tempo — isto é, sob a teocracia —, a função mais importante era a dos sacerdotes. Em outras palavras, sob a teocracia, o sacerdócio era o sistema mais importante, porque o sacerdócio fazia a mediação entre Deus e o homem.

    Assim, sob a teocracia, o sacerdócio ocupa o lugar de maior destaque na história dos filhos de Israel. Mas o sacerdócio falhou. O sacerdócio não levou o povo a Deus, e Deus não pôde alcançar o Seu povo por meio do sacerdócio.

    Por isso, Deus levantou juízes como uma medida emergencial, temporária. Vocês sabem, o livro de Juízes não representa uma medida permanente na economia de Deus.

    Na economia de Deus, a teocracia, ou o sacerdócio, é uma medida permanente. E depois vem a monarquia — a realeza. Um dia, Deus levantaria reis para governar os filhos de Israel como Seus representantes.

    Mas, antes que a realeza fosse introduzida, e depois do fracasso do sacerdócio, nesse intervalo Deus tomou uma medida emergencial: os juízes.

    Portanto, lembrem-se: os juízes não são a medida permanente de Deus; são uma medida emergencial. Por isso, sob os juízes, nada é perfeito, nada é completo. É algo temporário, que logo passará.

    Mas, durante o tempo dos juízes, o povo era libertado. Eles tinham um tempo de descanso, um tempo de paz. Era um bom tempo. Mas, infelizmente, nunca durava muito.

    O Avivamento como Medida Temporária

    Espiritualmente falando, essa questão dos juízes, ou salvadores que Deus levantava de tempos em tempos, fala de avivamento.

    Vemos que o avivamento vem sobre o povo de Deus quando ele está sob opressão, ou muito abatido e numa condição espiritual muito baixa. Deus, em Sua misericórdia, traz avivamento.

    Mas lembrem-se: o avivamento não é a medida permanente de Deus. É uma obra temporária de Deus. Vou explicar isso melhor mais adiante, mas quero que vocês se lembrem disso, porque é importante para compreender as Escrituras.

    As Três Divisões do Livro de Juízes

    Agora, voltemos ao livro de Juízes. O livro de Juízes pode ser dividido em três partes.

    De Juízes 1:1 até Juízes 3:6, temos a primeira seção. Ela nos mostra a razão de toda aquela condição. Por que eram oprimidos? Por que estavam naquelas situações? A razão é apresentada ali.

    Depois, de Juízes 3:7 até o capítulo 16 de Juízes, temos a história dos filhos de Israel durante o tempo dos juízes.

    Por fim, do capítulo 17 ao capítulo 21 de Juízes, temos alguns detalhes da condição interior de todo o povo durante o tempo dos juízes.

    Em outras palavras, historicamente, em termos cronológicos, a história termina no capítulo 16 de Juízes. Mas, do capítulo 17 de Juízes até o final, temos a história interior, a condição interior dos filhos de Israel.

    A Causa da Condição de Israel

    Agora, vamos à primeira seção. A primeira seção nos mostra a razão da situação dos filhos de Israel. E vocês podem encontrar essa razão no capítulo 2 de Juízes.

    Vocês sabem, quando os filhos de Israel entraram pela primeira vez na terra prometida, sob a liderança de Josué, nenhum inimigo podia resistir a eles. Venceram batalha após batalha, eliminaram inimigo após inimigo e conseguiram tomar posse de um grande número de cidades e terras.

    Josué conseguiu repartir a terra entre todas as tribos dos filhos de Israel. E, depois que Josué morreu, os filhos de Israel continuaram a tomar posse daquilo que lhes pertencia.

    No primeiro capítulo, vemos que perguntaram ao Senhor quem deveria subir primeiro para conquistar a terra que ainda não havia sido conquistada. E Deus disse:

    Judá.

    Então Judá disse a Simeão:

    Sobe comigo; vamos, e depois eu te ajudarei a conquistar a tua possessão.

    Assim, vemos que começaram muito bem. Começaram bem a tomar posse da sua herança. Mas, já no primeiro capítulo, enquanto saíam para tomar posse daquilo que lhes pertencia, embora parecessem ir bem no início, começamos a ver sinais de fraqueza.

    Alguns lugares, algumas cidades, eles não conseguiam conquistar. Algumas terras não conseguiam tomar. Alguns inimigos não conseguiam expulsar.

    Agora, lembrem-se: Deus lhes havia prometido a terra, e Deus havia dito que nenhum inimigo poderia resistir a eles. Deus estava com eles, e Deus era fiel. Ele era plenamente capaz de expulsar todos os inimigos, para que os filhos de Israel tomassem posse daquilo que lhes pertencia.

    Mas por que os filhos de Israel, ao saírem para tomar posse da sua herança, não conseguiam fazê-lo plenamente? Alguns inimigos eram fortes demais para eles.

    E, se vocês lerem com muita atenção, verão que alguns inimigos viviam no meio deles e que, em alguns lugares, eles viviam no meio de seus inimigos. Imediatamente, vemos a fraqueza se manifestando na vida do povo de Deus.

    Por quê? Temos a razão no capítulo 2 de Juízes. Nesse capítulo, vemos que o Anjo do Senhor veio de Gilgal a Boquim e transmitiu uma mensagem aos filhos de Israel.

    Gilgal e Boquim

    Agora, irmãos e irmãs, ao lerem o livro de Josué, vocês verão que Gilgal é o lugar de referência nesse livro. Assim como o Sinai é o símbolo do deserto, Gilgal é um símbolo do livro de Josué.

    Depois de atravessarem o rio Jordão, chegaram a Gilgal. Ali os filhos de Israel foram circuncidados, e a Bíblia diz que o opróbrio do Egito foi removido deles.

    Gilgal significa rolar, remover. O que isso quer dizer? Simplesmente que, em Gilgal, onde ocorreu a circuncisão, onde a faca foi aplicada, por meio da atuação da cruz na vida deles, o opróbrio do Egito foi removido.

    Em outras palavras, os filhos de Deus foram completamente libertos da sua carne por meio da atuação da cruz. Agora estavam no Espírito e, por isso, no Espírito, nenhum inimigo podia resistir a eles.

    Vocês leem o livro de Josué e veem que eles partiam de Gilgal para sair à batalha. E, depois de vencerem, sempre voltavam a Gilgal. Gilgal era o quartel-general, e dali partiam novamente.

    Portanto, Gilgal é o lugar da cruz, onde experimentavam a vitória. Mas aqui o Anjo do Senhor veio de Gilgal a Boquim.

    Boquim significa os que choram — os que choram —, porque o Anjo do Senhor transmitiu uma mensagem muito severa.

    Deus disse: “Por que vocês não guardam a Minha aliança? Por que fazem essas coisas? Por que Me abandonam? Por que começam a se misturar com esses povos? Por que começam a adorar os deuses deles? Por que fazem isso? E, por fazerem isso, Eu não vou expulsar todos os seus inimigos”.

    E eles choraram. Choraram por causa da sua fraqueza.

    Isso pode explicar todo o livro de Juízes: de Gilgal a Boquim. Irmãos e irmãs, sempre que deixamos a cruz, o lugar da cruz, sempre que deixamos o lugar onde a carne é cortada, vemos que, mesmo nos lugares celestiais, seremos derrotados.

    E é por isso que tiveram de chorar: porque foram derrotados.

    Os filhos de Israel não foram fiéis a Deus. Por causa da sua infidelidade, ficaram enfraquecidos diante de seus inimigos. Os inimigos puderam viver no meio deles e, em certos lugares, eles tiveram de viver entre seus inimigos.

    De tempos em tempos, seus inimigos os venciam e os submetiam a grande opressão. Quando estavam sob grande opressão — talvez por oito anos, por vinte anos, até por quarenta anos —, clamavam ao Senhor.

    E o Senhor, em Sua misericórdia, lhes enviava juízes para libertá-los. Mas vemos que, mesmo enquanto o juiz estava vivo, eles não ouviam a voz de Deus. Quando o juiz morria, voltavam novamente à mesma velha história. Tudo se repetia, vez após vez.

    Que história triste!

    O Padrão de Declínio na História da Igreja

    Irmãos e irmãs, há algo a que precisamos prestar atenção. Na história do povo de Deus sob a nova aliança, durante esses dois mil anos, o que encontramos?

    Encontramos uma história da igreja que é exatamente como o livro de Juízes. No início, parece que tudo vai bem, mas, gradualmente, surge o enfraquecimento espiritual — enfraquecimento por causa da infidelidade a Deus; enfraquecimento por causa do amor ao mundo, quando começamos a nos misturar com o mundo; enfraquecimento porque começamos a ter outros amores, outras dependências, outros relacionamentos.

    E vemos que o inimigo começa a ganhar terreno e a oprimir o povo de Deus. O povo de Deus fica sob grande opressão e clama ao Senhor. O Senhor suscita um avivamento, nos dá algum grande homem, traz algum grande avivamento, nos concede algum refrigério.

    Mas vemos que esses avivamentos não são universais. Há um avivamento aqui, outro ali, mas não um avivamento do povo de Deus em todo o mundo.

    E vemos que os avivamentos nunca duram muito. Alguns podem ser mais longos; outros são muito breves. Passam-se alguns anos, e acabam. Esse ciclo continua.

    A infidelidade é a razão. Deus é fiel, mas nós somos infiéis. Mesmo em nossa infidelidade, Deus ainda mostra misericórdia e nos concede tempos de refrigério. Mas parece que nunca aprendemos.

    Os Ciclos de Declínio

    Essa é a primeira seção. Na segunda seção, encontramos uma história. Durante esses 450 anos, Deus levantou treze juízes. Ao lerem esses capítulos, vocês verão que há um ciclo contínuo.

    É um ciclo de declínio, opressão, arrependimento, avivamento; e de declínio, abatimento, arrependimento e avivamento. É um ciclo contínuo, um ciclo sem fim.

    Ao todo, há sete ciclos de declínio. Vou lê-los para vocês, apenas para ajudá-los.

    O primeiro ciclo está em Juízes 3:7-11. Eles estiveram sob a opressão da Mesopotâmia por oito anos, e Deus levantou Otniel como juiz. Houve paz por quarenta anos.

    O segundo ciclo está em Juízes 3:12-31. Eles estiveram sob a opressão dos moabitas, amonitas e amalequitas por dezoito anos, e Deus levantou Eúde para libertá-los. Sangar foi seu contemporâneo, e a paz durou oitenta anos.

    O terceiro ciclo vai de Juízes 4:1 até Juízes 5:31. Eles estiveram sob os cananeus por vinte anos, e Deus levantou Débora e Baraque para libertá-los. Houve paz por quarenta anos.

    O quarto ciclo vai de Juízes 6:1 até Juízes 8:32. Eles estiveram sob os midianitas por sete anos, e Deus levantou Gideão para libertá-los. Houve paz por quarenta anos.

    O quinto ciclo vai de Juízes 8:33 até Juízes 10:5. Eles estiveram sob a usurpação de Abimeleque, sob o domínio de gente do seu próprio povo; assim, houve opressão por três anos.

    A Condição Interior de Israel

    E, quando a tribo de Dã veio, disse: “Você quer ser sacerdote de uma família ou de uma tribo?”. É claro, de uma tribo. Então ele se vendeu a Dã para ser sacerdote ali.

    Pensem na condição moral. Era tão baixa! O povo pecava sem vergonha. E, mesmo assim, havia ali uma pretensão de justiça própria.

    As outras tribos dos filhos de Israel achavam que eram mais justas do que a tribo de Benjamim. Havia luta entre os irmãos, matando uns aos outros.

    E até o juiz praticava o pecado. Pensem em Sansão. Portanto, essa é a história interior de todo o tempo dos juízes. Essa é a história interior.

    O povo estava dividido. Lutavam uns contra os outros. E estavam sob a opressão do inimigo. Essa era a condição.

    Não é de admirar: foi somente pela misericórdia de Deus que não foram completamente aniquilados. Foi pela misericórdia de Deus que ainda existiam.

    Essa é a história interior.

    Primeira Observação: Revelação e Tradição

    Agora, irmãos e irmãs, precisamos fazer algumas observações. Não estamos apenas estudando a história de outra nação. Queremos estudar a nós mesmos à luz do livro de Juízes.

    Primeiro, vemos que, enquanto Josué vivia, e enquanto viviam os anciãos da primeira geração que estiveram com Josué, os filhos de Israel guardavam o mandamento de Deus. Guardavam a Sua aliança. Eram fiéis a Deus.

    Mas, depois que Josué morreu, e depois que morreu aquela primeira geração — os anciãos que tinham visto as grandes obras de Deus, que conheciam Deus pessoalmente, por experiência própria —, surgiu outra geração. Eles não conheciam Deus, nem conheciam as grandes obras de Deus.

    Então algo aconteceu. Eles se afastaram de Deus. Começaram a se misturar com os pagãos. Começaram a adorar os ídolos deles. Começaram a fazer as coisas que os pagãos faziam. Muito em breve, encontraram-se sob a opressão de seus inimigos. Foram derrotados.

    Irmãos e irmãs, quando lemos a história da igreja, encontramos exatamente a mesma coisa. Deus levantou um povo como Josué e os anciãos. Eles conheciam Deus. Tinham visto a obra de Deus. Tinham uma experiência pessoal com Deus. Haviam recebido revelação de Deus. Tinham visto Deus.

    Por causa disso, havia força espiritual. Eles puderam entrar na terra prometida e tomar posse dela, e nenhum inimigo podia resistir a eles. Eram invencíveis.

    Mas, quando a primeira geração passou e a segunda geração surgiu, eles não tinham a revelação pessoal que a primeira geração tinha.

    Em outras palavras, com a primeira geração, é revelação; mas, com a segunda geração, é tradição. Eles não veem por si mesmos. Apenas ouviram falar dessas coisas. Isso se tornou uma tradição.

    E a tradição nunca liberta. A tradição prende as pessoas; nunca as torna livres. É a revelação que torna as pessoas livres.

    No início, é algo orgânico. A vida do povo é uma vida orgânica. Mas agora a vida do povo se torna organizacional.

    E, quando algo se torna organizacional, a vida desaparece. Vocês sabem, quanto mais vida temos, menos organização precisamos. Mas, quanto menos vida temos, mais organização precisamos acrescentar para sustentá-la, para mantê-la.

    Irmãos e irmãs, o que quero dizer com primeira geração? Não quero dizer que a primeira geração seja formada por aqueles que hoje têm mais de sessenta anos.

    O que quero dizer é que a primeira geração simplesmente se refere às pessoas que têm um relacionamento pessoal com o Senhor, às pessoas que viram o Senhor, às pessoas que captaram a visão, às pessoas que conhecem o propósito de Deus, às pessoas que receberam revelação.

    Essas são pessoas da primeira geração. Irmãos e irmãs, nunca precisamos passar para a segunda geração. Podemos sempre estar na primeira geração, ainda que outra geração se levante. Eles também podem ser a primeira geração. Não há necessidade de serem a segunda geração.

    Mas, infelizmente, vemos que as pessoas se acomodam, ficam tranquilas. Não precisam lutar por isso. Apenas recebem o que lhes foi transmitido e acham que já o possuem.

    Vocês não o possuem. O que vocês têm é uma tradição. Não têm uma revelação. Encontram-se sem vida e precisam depender da organização. É uma pena.

    E, quando chegamos a esse tipo de situação, o inimigo leva vantagem. Não fiquem surpresos, nem se perguntem por que, de repente, são vencidos pelo inimigo. Não há motivo para surpresa, porque a vida não está ali.

    Segunda Observação: A Necessidade da Supremacia de Cristo como Cabeça

    Segunda observação. Durante o tempo dos juízes, o comentário do Espírito Santo sobre aquela situação é este: naquele tempo não havia rei; por isso, cada um fazia o que era reto aos seus próprios olhos.

    Vocês sabem, esse era o comentário do Espírito Santo. Por que aquela situação? Porque não havia rei.

    Não havia uma força unificadora que mantivesse o povo unido. Não havia direção, não havia governo. Portanto, cada um fazia o que achava certo. Todos sempre acham que estão certos, ou que tudo o que fazem está certo.

    Essa era a situação. Você vai por aqui; eu vou por ali. Cada um acha que o que faz está certo e que o que os outros fazem está errado. Lutam uns contra os outros e, é claro, são vencidos pelos inimigos.

    É assim que vocês pensam. Não há unidade. Não há amor. Não há um poder que realmente os mantenha unidos.

    Agora, irmãos e irmãs, não é essa a história do povo de Deus hoje? Ao lerem a Palavra de Deus, vocês veem que nós temos, sim, um Rei. Temos, sim, uma Cabeça. Cristo é a Cabeça, e a igreja é o Seu corpo.

    Cristo é a Cabeça — Ele é o nosso Rei. Ele é Aquele que nos une. Se nos apegarmos à Cabeça, seremos bem ajustados, serviremos uns aos outros, e o corpo edificará a si mesmo em amor.

    É isso que Deus determinou que fôssemos. Mas, infelizmente, o povo de Deus hoje não se mantém apegado à Cabeça. Cada um é rei de si mesmo.

    Em vez de nos apegarmos à Cabeça, Cristo, estamos dispersos. Fazemos o que parece certo aos nossos próprios olhos. Lutamos pelo que achamos certo e lutamos contra os nossos irmãos.

    Está Cristo dividido? Se virmos Cristo, se realmente O reconhecermos como nosso Rei, seremos um. E nessa unidade há força.

    Mas, quando estamos divididos, estamos dispersos. Fazemos as coisas segundo o que achamos certo. Então nos tornamos presa do inimigo — presa fácil.

    Dividir e destruir: essa é a tática do inimigo. Portanto, irmãos e irmãs, aqui está outra lição que precisamos aprender.

    Somente quando o povo de Deus se apega à Cabeça, Cristo, honra-O como seu Rei e permite que Ele tenha pleno governo sobre ele, manifesta aquilo que a igreja é.

    O Senhor disse:

    Onde dois ou três estiverem reunidos em Meu nome, aí estou Eu no meio deles.

    Em outras palavras, quando nos colocamos sob o Seu nome, permitimos que Ele seja a nossa Cabeça e que a Sua autoridade esteja sobre nós, então Ele está aqui, e somos invencíveis.

    Caso contrário, somos derrotados.

    Terceira Observação: Avivamento e Restauração

    A terceira observação: o livro de Juízes é um livro de avivamento. Se vocês quiserem olhar para o lado positivo, o lado positivo é o avivamento. Graças a Deus pelo avivamento.

    Mas vocês sabem que o avivamento não é a medida permanente de Deus? Hoje, as pessoas estão orando por avivamento como se essa fosse a única coisa de que a igreja de Deus precisa. Não. Precisamos de restauração, não de avivamento.

    O que é avivamento? O avivamento sempre olha para trás. Caímos, então precisamos ser avivados e voltar ao ponto de onde caímos. Isso é avivamento.

    A restauração sempre olha para a frente — não apenas para restaurar tudo o que se perdeu, mas para avançar até a plenitude do propósito de Deus.

    Portanto, irmãos e irmãs, agradecemos a Deus pelos avivamentos que foram enviados ao mundo ao longo dos séculos. Agradecemos a Deus por esses avivamentos. São tempos de refrigério, tempos gloriosos.

    Mas, infelizmente, vemos que um avivamento vem, outro avivamento passa, e precisamos de mais um avivamento. Mas, graças a Deus, às vezes Ele envia restauração.

    Deixem-me ilustrar. Creio que a Reforma é uma restauração; não é um avivamento. Vemos que seu efeito é universal. Vemos que algo foi restaurado e colocado no caminho do propósito eterno de Deus. Isso é restauração.

    Creio que o movimento dos Irmãos, no século XIX, é uma restauração, porque seu impacto é mundial, e vemos que a verdade foi recuperada e levada adiante.

    O avivamento galês é glorioso, mas é um avivamento, não uma restauração. Afetou o País de Gales, uma parte do mundo, mas não o mundo inteiro. E não parece levar as pessoas mais adiante.

    Portanto, irmãos e irmãs, precisamos de restauração. Precisamos que o Senhor nos restaure — não apenas para recuperar tudo o que foi perdido no passado, mas para avançar até a plena realização do propósito eterno de Deus.

    E agradecemos a Deus porque Ele está realizando essa obra de restauração em nossos dias. Ela está avançando, e nós também precisamos avançar. Que o Senhor nos ajude.

    Oração Final

    Querido Pai celestial, nós Te agradecemos pela Tua Palavra. Que a Tua Palavra penetre o nosso coração, separe o espírito e a alma e nos conduza àquele lugar que possa realmente satisfazer o Teu coração.

    Senhor, confessamos como somos infiéis. Mas nós Te louvamos e agradecemos pela Tua fidelidade a Ti mesmo e a nós. Nós Te agradecemos pelas misericórdias que nos tens mostrado.

    E, nosso Pai, o nosso clamor é que não sejamos apenas avivados, mas que sejamos restaurados. Em nome do nosso Senhor Jesus. Amém.