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THAT THE WORD OF THE LORD MAY RUN AND BE GLORIFIED
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    Reigning With Christ #2 Characteristics - Abraham: Faith © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Reigning With Christ #2 Characteristics - Abraham: Faith
    Reigning With Christ #2 Characteristics - Abraham: Faith
    Lambert, Lance

    Reinando com Cristo pela fé

    Nosso Pai, queremos nos curvar diante de Ti e Te agradecer por toda a Tua amorosa graça para conosco. Nós Te agradecemos pelo que temos experimentado da Tua salvação, Senhor.

    E, ao nos aproximarmos da Tua Palavra, nós Te agradecemos, querido Senhor, porque não nos deixaste entregues a nós mesmos, mas nos deste essa querida Pessoa do Espírito Santo, que pode nos conduzir a toda a verdade e tornar reais as coisas do Senhor Jesus Cristo, glorificando-O.

    E queremos Te dizer, tanto quem fala como quem ouve, que dependemos do ministério do Espírito Santo ao nos voltarmos para a Tua Palavra. Nós Te agradecemos, Pai, porque há uma unção que é nossa no Senhor Jesus e que inclui cada membro do Corpo.

    Juntos, nos apropriamos dessa porção para cada um. Firmamo-nos nela, Senhor, para que cada um de nós possa se encontrar Contigo na Tua Palavra. Que haja algo para cada um de nós, do mais jovem ao mais velho. Que haja algo, Senhor, que seja significativo e relevante, e por meio do qual Tu Te comuniques a nós.

    Que a Tua Palavra habite ricamente em nós, Senhor, em toda sabedoria e conhecimento. E pedimos isso com ações de graças, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

    O propósito divino de reinar

    Nesta manhã, quero desenvolver mais um ponto daquilo que comecei a dizer na quinta-feira à noite sobre toda essa questão de reinar.

    Vocês que estiveram presentes se lembram de que, na quinta-feira à noite, introduzi esse assunto, que é realmente muito complexo. Na verdade, nem sei que título dar a ele: chamados para reinar, chamados ao trono, destinados a isso, ou como vocês quiserem dizer. Esse é o cerne da questão.

    Não podemos retomar tudo aquilo. Só posso sugerir aos que não estavam presentes que consigam a fita daquele estudo. Mas minha dificuldade, nestas poucas semanas, tem sido tentar abordar o assunto adequadamente, de uma maneira significativa e relevante para todos. E isso é muito, muito difícil.

    Vejam, o que realmente dissemos foi isto: o propósito original de Deus ao criar a humanidade era que o homem governasse e reinasse, que administrasse o governo de Deus em união com Deus. O homem deveria assumir essa posição de poder soberano, por assim dizer, sobre todas as coisas que Deus criou.

    É muito interessante que Deus tenha plantado um jardim e colocado o homem nele. Foi ali que o homem recebeu a ordem de lavrar, ou cultivar, e guardar — isto é, proteger, vigiar, observar, cuidar do jardim. Antes, Ele havia dito ao homem que deveria encher a terra e sujeitá-la.

    Em outras palavras, ele deveria começar pelo jardim, aprender ali as primeiras lições de domínio e, a partir do jardim, avançar para toda a terra. E depois havia mais.

    Certamente, o plano do Senhor era que, depois de aprender a dominar as coisas naturais, as coisas físicas, em união com Deus, o homem avançasse para as coisas espirituais e aprendesse a reinar com Deus, como diz o Novo Testamento, nas regiões celestiais.

    Ora, conhecemos a queda do homem. Sabemos que não há diferença, não há distinção: todos pecaram e ficaram aquém da glória de Deus. Em vez de o homem ter domínio, as coisas têm domínio sobre ele. Agora, o próprio homem não está por cima, mas por baixo. Está dominado pelo físico, dominado pelo material, governado pelo natural. Ele próprio é um escravo.

    Ele não tem domínio sobre todas as coisas. Não está reinando nem governando. O maravilhoso, como vimos na quinta-feira à noite, é que Deus nos deu o Senhor Jesus Cristo como o segundo Homem e o último Adão. NEle vemos a resposta completa de Deus para toda essa confusão.

    No Senhor Jesus, vemos Alguém em união com o Pai, fazendo todas as coisas a partir do Pai que está nEle: realizando verdadeiramente as obras do Pai, falando as palavras do Pai, fazendo a vontade do Pai, reinando em todas as coisas acima daquilo que pertence ao tempo e aos sentidos, e governando até mesmo as coisas que não se viam, que eram invisíveis.

    É uma imagem maravilhosa a que temos do Senhor Jesus como Homem, em união com Seu Pai, reinando e governando muito antes de chegar à direita da Majestade nas alturas, muito antes de ocupar o trono de Deus como Seu lugar de direito. Antes de Deus entronizá-Lo à Sua direita e entregar em Suas mãos toda autoridade e todo poder, tanto no céu como na terra, Jesus governava em Seu caráter, em Seu espírito, em Si mesmo.

    Ele estava sendo preparado, e a Bíblia diz que foi aperfeiçoado por meio dos sofrimentos. Isto é, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu. Não que fosse imperfeito, mas chegou à plena maturidade.

    Porque, mesmo que a humanidade nunca tivesse pecado, ainda assim haveria necessidade de preparação. Vocês acham que, só porque uma pessoa é pura e sem pecado, ela pode se sentar em um trono e governar toda uma parte do universo? Talvez tenham uma surpresa pela frente.

    As pessoas parecem pensar: “Ah, a única coisa que importa é tirar o pecado das pessoas. Depois que o pecado sai de alguém, essa pessoa é perfeita”. De modo nenhum. Isso é apenas o começo da questão.

    Depois de tratar do pecado, quando uma pessoa conhece o perdão, conhece algo da santidade e algo de andar com Deus, é preciso prepará-la. Ela precisa passar por situações que lhe permitam compreender como governar. Vocês entendem o que quero dizer?

    Uma pessoa pode aprender a reinar e governar por um livro, pela teoria. Mas é somente quando começa a enfrentar, em circunstâncias práticas, as situações que aprendeu no livro que esse conhecimento é posto à prova. Ela aprendeu todas as teorias.

    Lembro-me, para ilustrar, de uma senhora que, anos atrás, era a melhor enfermeira infantil, ou inspetora de saúde — não me lembro exatamente, mas era algo nessa área — de toda a região. Todos falavam dela. Quando alguém tinha uma dificuldade, logo a chamavam, e ela dava todos os conselhos.

    Era uma senhora solteira, mas conseguia dizer às pessoas exatamente o que deveriam fazer e sempre ajudava muito. Então, um pouco mais tarde, ela se casou.

    E depois, acreditem ou não, teve seu próprio bebê, e tudo desmoronou. Ela simplesmente desmoronou. Aquela que havia sido a ajudante perfeita em toda parte, uma conselheira e orientadora, não parava de dizer naquela ocasião: “Vejam, eu não sei. Parece que é diferente”.

    As pessoas têm a ideia de que, de alguma forma, só porque você é salvo, só porque foi levado à união com Deus em Cristo, só porque é santo, anda com Deus e sabe o que é ser justificado, então, automaticamente, será capaz de se sentar em um trono e governar no reino que há de vir. Isso não faz sentido.

    A preparação por meio do sofrimento

    É por isso que os santos mais preciosos de Deus passam pelos sofrimentos mais inexplicáveis. Olhem para a história da igreja, ou olhem ao redor, e verão que aqueles que se destacam por seu desejo de ir até o fim com Deus — aqueles que realmente enxergaram essa questão — enfrentam certas coisas em sua vida. Vocês sabem como são essas coisas. São totalmente inexplicáveis.

    Surgem circunstâncias que simplesmente não podem ser explicadas no plano natural, nem mesmo espiritualmente, a não ser por este fato: Deus quer o que há de mais elevado e melhor para aquela pessoa e está disposto a levá-la a situações que ela não consegue compreender, nas quais sua única maneira de atravessá-las é em união com Deus.

    Às vezes, elas não têm explicação alguma aqui, na mente, mas, em união com Deus, atravessam toda a situação. Então saem por cima.

    Aqui está algo maravilhoso: quando Deus faz uma coisa assim na vida de uma pessoa, é para sempre. Você nunca a perde. É uma das coisas mais maravilhosas que Deus pode fazer: se você prosseguir com Ele, nunca perderá o que Ele lhe deu em um lugar de trevas. É um tesouro eterno.

    Isso passou a fazer parte da cidade. É parte daquele ouro, daquela pedra preciosa ou daquela pérola de que essa cidade, a Noiva do Cordeiro, está sendo formada. É eterno.

    Muitas vezes, tendemos a pensar na cidade pelo aspecto da intimidade, apenas como uma bendita união e intimidade com Cristo. Mas nos esquecemos de que uma cidade é um centro de governo, um centro de administração, um centro de vida. Ali, por assim dizer, tudo é administrado.

    É por isso que Deus chama a Noiva de Cristo de cidade: porque ela é um lugar de governo. Finalmente, Deus não apenas tem a Noiva para Seu Filho, o que já é maravilhoso em si mesmo, mas encontrou alguém que, em união com Seu Filho, é capaz de administrar o governo divino em todas as eras que hão de vir.

    E não pensem que esta pequena era, ou estas duas eras de tempo, sejam tudo. Há as eras das eras. Pensem nisso.

    Vocês acham que esta última era, de dois mil anos, já foi demais, não é? Pois esperem pelas eras das eras. Estarei com vocês. Vou lembrá-los disso depois de termos atravessado umas duas delas. “Alfred, você se lembra de como costumava achar enorme aquela antiga era?” Ela será como uma picada de alfinete.

    No entanto, nesta pequena era em que vocês e eu estamos — e deixem-me esclarecer isto —, e em algumas das outras eras anteriores a esta, quando viveram, por exemplo, Abraão, Davi, Salomão, Isaías, Daniel, Zorobabel, Neemias ou qualquer outro, a vida deles foi um pequeno intervalo de tempo: uma vida dentro de uma era.

    Deus fez algo naquelas vidas, preparando-os para o governo eterno. Porque, se vocês não conseguirem aprender a reinar aqui, se eu não conseguir aprender a vencer aqui em Cristo, certamente não poderei reinar lá. Esse é o dilema que Deus enfrenta.

    Cristo como o centro do propósito de Deus

    Agora, tendo dito isso, o que realmente quero fazer é o seguinte: quando olhamos para toda a Escritura, descobrimos que Cristo é a síntese, a base, o coração e a circunferência de toda a obra de Deus. Ele é o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o primeiro e o último, e tudo.

    O objetivo de Deus é reunir todas as coisas em Cristo — Efésios 1:11. Ou, ainda, que Cristo seja tudo em todos — Colossenses 3:11. Esse é o objetivo de Deus.

    Quer vocês comecem em Gênesis, quer cheguem a Apocalipse, descobrirão que toda a Bíblia se resume em Cristo. Então vemos que Deus redimiu um povo: essa humanidade na qual Deus tanto investiu, que caiu no pecado, que se afastou de Deus e que se tornou, em sua própria constituição, algo tão diferente daquilo que Deus pretendia que fosse.

    Essa humanidade, por meio de Cristo, Deus reconciliou Consigo mesmo, uniu a Si mesmo, salvou; e agora Ele quer levá-la ao lugar em que reine, não na eternidade futura, mas agora, na terra.

    Ele quer que essa Sua Igreja governe na comunidade, governe na sociedade, influencie as coisas nacional e internacionalmente, determine o curso dos acontecimentos e zele para que a vontade de Deus seja feita na terra como é feita no céu.

    Não é que Ele queira que sejamos presunçosos ou arrogantes; podemos perder o equilíbrio. Muitas pessoas perdem o equilíbrio na oração quanto a essa questão. Pelo contrário, em união com Cristo, sob a autoridade de Cristo como Cabeça, com um temor sensível e reverente do Senhor, devemos realmente governar as coisas para Deus em nome de Cristo.

    Os vencedores como um grupo de vanguarda

    Esse é o propósito de Deus. Mas sabemos muito bem que, por toda a Bíblia, onde quer que olhemos, descobrimos que a maioria sempre fracassa. Toda vez que Deus começa algo, é maravilhoso, glorioso e admirável; mas, em pouco tempo, antes que se passe uma ou duas gerações, tudo começa a se desviar.

    E então, o que Deus faz? Ele toma um homem, ou dois homens, ou alguns, ou um pequeno grupo, ou um remanescente, como é chamado. Por meio desse um ou desses dois, ou desse grupo ou remanescente, Ele, por assim dizer, faz algo no qual depois introduz todos os demais.

    Eu os chamei de vencedores, mas vocês podem chamá-los como quiserem. Seja qual for o nome que lhes deem, eles são um grupo de vanguarda, uma equipe que vai à frente. São precursores.

    Vocês se lembram de que dissemos — acho que descobri algo quase surpreendente sobre a palavra precursor — que, originalmente, ela designava alguém que ia à frente para encontrar alojamento. Isso é realmente o que o vencedor é.

    O vencedor não é alguém que diz: “Eu sou alguém. Tive aquela experiência com o Espírito Santo. Você realmente deveria ter também. Vou lhe dar um livro. Ou talvez peça ao irmão Fulano para ajudá-lo”.

    Mas, quero dizer, há tamanha superioridade. E não é só isso: algumas pessoas têm uma experiência de santidade. Minha nossa! Depois de terem essa experiência de santidade, não conseguem suportar quem não a teve. Vocês conhecem toda essa atitude: “Ah, meu Deus, meu Deus, que pobreza. Como todos eles são pobres. Não conhecem as coisas profundas”.

    É claro que conhecer as coisas profundas tem um preço, vocês sabem. Há uma espécie de superioridade que acompanha todo esse ensino sobre os vencedores. Nunca foi essa a intenção. As pessoas que originalmente enxergaram isso não se consideravam superiores de maneira alguma.

    Infelizmente, um dos efeitos colaterais desse ensino tem sido produzir uma espécie de ambiente de elite, de grupo superior, de círculo íntimo. Meu querido amigo, não existe nada disso no reino dos céus.

    Os vinte e quatro anciãos existem para nos servir. Qualquer pessoa que esteja no governo de Deus, seja qual for sua função, existe para nós. Eles darão a vida por nós. Já provaram isso.

    A maioria deles já deu a vida por nós. Aqueles primeiros doze apóstolos, até onde sabemos, todos, com uma única exceção, deram a vida pela Igreja.

    Vejam, a questão toda é esta: eles só estão ali porque provaram que são capazes de dar a vida, não uma vez, mas repetidamente, vez após vez. Não existe essa ideia: “Estou aqui. Sou o reverendo Fulano. Sou o senhor Fulano. Sou isto, sou aquilo tudo. Sou um vencedor”. De modo nenhum.

    Essas pessoas estão ali para servir vocês, e o único propósito que têm nessa posição e nesse ministério é poder servir a todo o Corpo de Cristo e servir ao Cordeiro e ao Senhor Deus.

    Abraão como modelo de fé

    Agora, quero realmente falar sobre alguns dos elementos disso, porque acho algo extraordinário. Há tanto a respeito desse assunto. Encontramos isso na vida de diferentes homens. Não importa para onde nos voltemos.

    Uma das primeiras grandes vidas, a fonte de quase tudo na Bíblia, é Abraão. Abraão nos ensina uma coisa sobre o vencedor. Vocês se lembram do que Deus lhe disse?

    Em ti serão benditas todas as famílias da terra.

    Não havia nada ali sobre pertencer a uma elite. As pessoas parecem pensar: “Por que Deus escolheu Abraão? Por que não escolheu outra pessoa? Como decidiu por Abraão?”

    Mas Deus escolheu Abraão. O Deus da glória apareceu a nosso pai Abraão quando ele ainda estava na Mesopotâmia, em Ur dos caldeus, e disse:

    Sai.

    Por quê? Porque Deus faria daquele homem um precursor. Faria dele um pioneiro. Estava fazendo dele uma equipe de vanguarda.

    Ele faria algo na vida de Abraão que significaria que, para sempre, dali em diante, o povo de Deus entraria em algo que Deus havia realizado em Abraão. Ele estabeleceu algo em Abraão. Estabeleceu um princípio na vida de Abraão que nunca mais se perderia na obra de Deus.

    É isso que acontece com cada vencedor. Ele estabelece algo na vida deles. Estabelece algo na comunhão deles uns com os outros. Ele Se manifesta. Lança um fundamento que nunca mais é removido.

    Para mim, é claro, a coisa suprema a respeito de Abraão é a fé. Quando chegamos à questão de vencer, estamos exatamente nesse ponto. É precisamente o que diz 1 João 5:4-5:

    Porque tudo o que é nascido de Deus vence o mundo;
    e esta é a vitória que venceu o mundo: a nossa fé.
    Quem é o que vence o mundo,
    senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?

    Agora, por favor, observem três coisas. Primeiro: “tudo o que é nascido de Deus”, não “todo aquele”; tudo o que é nascido de Deus vence o mundo.

    Em certo sentido, é perfeitamente verdadeiro dizer que todo aquele que é nascido de Deus vence o mundo. Mas tudo o que é muito importante, porque significa isto: se vocês vão participar dessa vitória, se vão conhecer o que é governar e reinar com Cristo, isso precisa ser de Deus.

    Tudo em sua vida precisa ser de Deus. Sua origem precisa estar em Deus. Nada da carne, nada da carne. Nenhuma das suas próprias concepções; nenhum cristianismo fabricado por você mesmo, nenhum serviço produzido por você mesmo. Tudo isso será destruído quando Deus começar a trabalhar com você.

    Mas vocês precisam começar com Deus. Não foi exatamente isso que Deus fez com Abraão? Quais são as coisas que resumem a vida de Abraão? Bem, novamente são três.

    A terra

    A primeira é esta: todo o significado da vida de Abraão estava relacionado à terra. Deus disse:

    Para uma terra que Eu te mostrarei.

    Mas, durante toda a sua vida, ele nunca possuiu um centímetro daquela terra, exceto o terreno chamado Macpela, em Hebrom, onde sepultou Sara e onde ele próprio foi sepultado. Essa foi sua única porção.

    Vocês poderiam pensar: “Que tolo. Passou a vida inteira — cento e setenta e cinco anos — andando de um lado para o outro, sem fazer nada. O que ele tem para mostrar?”

    Agora, queridos amigos, vocês não acham que é isso que todos nós queremos perguntar às pessoas? Dizemos: “O que você tem para mostrar da sua vida? O que tem para mostrar da sua fé? Que sucesso extraordinário alcançou? Vamos, mostre. Mostre. Queremos ver as grandes campanhas evangelísticas. Queremos ver todos os resultados”.

    “Se você tem fé, queremos saber.” Com Abraão, não era assim. Se vocês fizessem uma entrevista com ele e dissessem: “Vamos, Abraão. Onde estão todas essas vidas que encontraram Deus por seu intermédio?”, Abraão diria: “Não sei de nenhuma. Só minha família. Até mandamos Agar embora”.

    A única egípcia entre eles, eles a haviam mandado embora, junto com Ismael. Vocês diriam: “Abraão, isso é muito estranho. Deus disse:

    Em ti serão benditas todas as famílias da terra.

    Mas não parece que alguém tenha sido abençoado”.

    Sabem, deve ter sido muito difícil para Abraão. Ele deve ter se perguntado se não seria melhor voltar para Ur dos caldeus e começar uma missão evangelística.

    Certamente deve ter pensado: “De alguma forma, entendi mal a intenção de Deus. Ele me chamou. Disse:

    Em ti serão benditas todas as famílias da terra.

    E eu não tenho nada para mostrar. Onde está essa terra que Ele disse que me daria?”

    Ele disse:

    Olha, até onde puderes ver, para o norte, para o oriente, para o sul e para o ocidente.
    Tudo isso te darei.

    Abraão morreu sem ver nenhuma parte dela como sua, exceto aquilo que comprou com dinheiro. Só isso. Apenas um pequeno terreno.

    A cidade

    Outra coisa na qual poderíamos dizer que se resume toda a vida do querido Abraão é, naturalmente, a questão da cidade. A Escritura diz:

    Aguardava a cidade que tem os fundamentos, cujo Arquiteto e Construtor é Deus.

    Mas ele nunca viveu em uma cidade durante todo esse período de sua vida.

    A única ocasião em que viveu em uma cidade foi em Ur dos caldeus, de onde Deus lhe disse que saísse.

    Se vocês dissessem: “Abraão, espere um pouco. Vamos deixar isto claro:

    Pelos seus frutos os conhecereis.

    Deus lhe disse… Você diz que está procurando essa cidade. Quero dizer, homem, você deve estar louco”.

    “Você está vivendo há tanto tempo. Já teve tantos anos. Quero dizer, não apenas dez anos, Abraão; nós lhe daríamos dez anos. Mas, se em dez anos você não apresentasse algum resultado, realmente começaríamos a questionar. Onde está essa cidade que você saiu para procurar? Você vive em tendas, procurando uma cidade. Não entendo.”

    A descendência

    Mas, naturalmente, a terceira coisa na vida de Abraão era sua descendência. Vocês sabem, Deus falava continuamente de descendência. Ele disse:

    Na tua descendência.

    Mas Abraão não tinha descendência. Ismael — e eles mandaram Ismael embora.

    Quando um homem chega aos noventa e nove anos de idade, vocês poderiam pensar que talvez esteja um pouco iludido. Eu pensaria que ele era um daqueles malucos dos quais estamos sempre orando para ser livrados.

    Ah, meus queridos, fiquei tão tentado na semana passada, quando estava usando aquela passagem de Cântico dos Cânticos. Infelizmente — e às vezes isso é uma cruz para mim —, com meu senso de humor, meus olhos caíram no versículo seguinte, e tive vontade de rir sem parar, pois dizia:

    Desci ao jardim das nogueiras, para ver as plantas verdes que ali estão.

    A palavra inglesa para “nozes”, nuts, também pode significar “malucos”.

    Eu queria tanto dizer a todos vocês na semana passada:

    Hoje se cumpriu esta Escritura.

    Bem, isso é um aparte.

    Mas, de fato, quando vocês pensam em Abraão dizendo:

    Em ti, na tua descendência, serão benditas todas as famílias da terra.

    E, no entanto, Abraão não tinha descendência… Se ele tivesse doze filhos, se tivesse o número habitual de filhos que as pessoas tinham naquela época, que era mais ou menos esse, poderíamos dizer: “Bem, agora, é claro, será por meio de um deles; conseguimos enxergar isso”.

    Mesmo assim, ainda nos perguntaríamos como toda a terra seria abençoada, Abraão, já que ninguém parecia ter sido abençoado por seu intermédio até então. Mas ele não tinha um filho aos noventa e nove anos, quando Sara tinha noventa. Acho isso impressionante. É preciso muita fé para continuar acreditando em uma pessoa assim.

    A origem e a preservação da obra divina

    Vejam, o que Deus estava demonstrando era isto. Agora, ouçam:

    Tudo o que é nascido de Deus vence o mundo.

    Havia algo que Deus revelara a Abraão, algo que o havia tomado, que o havia agarrado. Embora ele não tivesse nada para mostrar, embora não tivesse sucesso físico, material, estava preso a algo que Deus lhe havia mostrado — uma visão de Deus, uma revelação do Senhor Jesus Cristo ao seu próprio coração —, e não podia voltar atrás.

    Ele não podia voltar atrás, mesmo quando caiu em pecado e foi para o Egito. Ainda assim, voltou e edificou o altar no lugar onde originalmente havia se afastado do Senhor.

    Repetidas vezes, quando cedeu ao bom senso e gerou um filho por meio de Agar, a egípcia — embora isso tenha sido, de muitas maneiras, uma maldição sobre sua vida, cujos efeitos chegam até hoje —, ainda assim ele nunca pôde abandonar o Senhor. Ele havia visto algo.

    Agora, vocês começam a perceber aonde estou querendo chegar? Ismael pode ter se parecido muito com seu pai, mas o problema era que não havia nascido de Deus. Havia nascido do bom senso, da carne, da sabedoria mundana, da sabedoria deste mundo, e isso não podia vencer o mundo.

    Paulo diz em Gálatas 4:30:

    Lança fora, lança fora a escrava e seu filho, porque não podem herdar.

    Eles não podem herdar as promessas. É uma palavra dura, não é?

    Mas ouçam: vocês podem ter uma bela fachada de cristianismo e uma bela fachada de muitas outras coisas; porém, se isso não for de Deus, se sua origem não estiver em Deus, não poderá vencer.

    Uma das coisas mais difíceis para todos nós é chegar ao ponto em que dizemos a Deus: “Agora, Senhor, quero ser um desses vencedores. Pela Tua graça, custe o que custar, eu quero”. Então Deus começa a explodir a fachada.

    Passamos por algo quase como um inferno na terra, à medida que, uma após outra, nossas fachadas, a personalidade que projetamos, começam a desaparecer. Pela primeira vez, as pessoas nos veem como realmente somos e veem o tipo de pessoa que realmente somos. Mas Deus precisa começar por aí.

    Se vocês não estiverem preparados para essa operação de dinamitação, então, naturalmente, nunca poderão ser vencedores. Pois:

    Tudo o que é nascido de Deus vence o mundo.

    Em outras palavras, isso precisa começar com Deus.

    Jesus é o Alfa. Ele precisa ser a primeira letra. Não adianta vocês terem o A, o B, o C, o D e o E, e depois deixarem o Senhor Jesus entrar no F e no G. Ele precisa ser o A e o Z — ou, como vocês, americanos, dizem, o zee.

    Ele precisa ser tudo. Precisa ser o primeiro e o último, o princípio e o fim. Precisa ser o todo. Não há outro caminho.

    Ah, querido filho de Deus, que lição é esta:

    Tudo o que é nascido de Deus.

    Abraão não teve grandes ideias de construir um império. Não teve grandes ideias de “Rule Britannia”, por assim dizer, e toda aquela coisa de pompa e glória.

    Vejam, Deus o manteve muito humilde. Depois de lhe mostrar algo — algo nascido de Deus, algo que era o propósito de Deus para sua vida e para sua descendência —, Deus estabeleceu na vida de Abraão um princípio infalível no que diz respeito a governar e reinar: isso precisa começar com Deus.

    Precisa começar com Deus. Tudo precisa começar com Deus. Meu serviço precisa começar com Deus. Preciso ser chamado por Deus. Preciso ser capacitado por Deus. Seja qual for a outra preparação que eu tenha, preciso conhecer a preparação pelo Espírito de Deus.

    Tudo o que é nascido de Deus vence o mundo.

    A fé como a vitória que vence

    Então vocês veem aqui a segunda coisa. O texto diz — deixem-me ler:

    E esta é a vitória que venceu o mundo: a nossa fé.

    Pois, depois que algo nasce de Deus, precisamos tirar dele nossas mãos pegajosas. Ah, meus queridos, uma coisa é ver algo nascer de Deus; mas, no minuto seguinte, já estamos em cima. “Como podemos fazer isso andar agora? Como podemos realmente tirar isso do papel? Agora vamos colocar tudo em ordem. Vamos fazer isso acontecer.”

    “Isso realmente, é claro, isso é absolutamente do Senhor. Agora vamos apoiar com toda a força. Vamos garantir que isso vá adiante.”

    Agora, vejam, essa é a lição de Abraão ter de oferecer Isaque. Vocês não acham que, quando Deus disse a Abraão:

    Sobe ao monte Moriá e oferece Isaque.

    Qualquer pessoa que o aconselhasse teria dito: “Abraão, deve ser o inimigo. Deus nunca pede que você sacrifique seu filho”?

    “Além disso, você quer me dizer que esperou até os noventa e nove anos para que esse menino viesse a existir? Na verdade, você tinha cem anos quando ele nasceu, e quer me dizer que agora Deus está dizendo: ‘Mate-o’? Não pode ser Deus.”

    Mas Abraão venceu pela fé. A Palavra diz:

    Pela fé, ofereceu Isaque.

    Ele cria que o receberia de volta dentre os mortos. Em outras palavras, estava tão convencido de que a Palavra de Deus se cumpriria que, acontecesse o que acontecesse, Deus assumiria a responsabilidade. Isso é fé. Entendem?

    Fé para ver algo começar; fé para manter nossas mãos longe disso, de modo que não o destruamos ao longo do caminho. Ah, que lição é esta na questão de reinar.

    Nenhum homem ou mulher chegará ao governo divino, ao seu lugar na administração divina, a menos que seja um homem ou uma mulher de visão. Em segundo lugar, precisam ser homens e mulheres que saibam que tudo em sua vida é de Deus.

    Todas as minhas fontes estão em Ti.

    Não em outros irmãos e irmãs, não em um ensino, nem mesmo na Igreja, não em um movimento, não em coisa alguma, mas nEle.

    E, em terceiro lugar, a fé.

    O testemunho de Hebreus 11

    Agora, quando vocês olham para Hebreus 11, isso não faz sentido? Basta olhar para Hebreus 11, e vocês começam a enxergar algo. Aqui temos todos os grandes grupos de vanguarda da história, todos os precursores da história, todos os pioneiros, aqueles que foram à frente, os vencedores da história.

    Ouçam. Vou começar com Abraão, em Hebreus 11:8-10:

    Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, saindo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu sem saber para onde ia.
    Pela fé, peregrinou na terra da promessa, como em terra alheia, habitando em tendas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa;
    porque aguardava a cidade que tem os fundamentos, cujo Arquiteto e Construtor é Deus.

    Pela fé, até a própria Sara recebeu poder para conceber.

    Hebreus 11:13:

    Todos estes morreram na fé.

    Hebreus 11:17:

    Pela fé, Abraão, sendo provado, ofereceu Isaque; sim, aquele que recebera de bom grado as promessas estava oferecendo seu filho unigênito.

    Tudo o que era nascido de Deus — começou com Deus —: aquele que recebera de bom grado a promessa estava oferecendo seu filho unigênito, o cumprimento da promessa.

    Aquele a quem fora dito: Em Isaque será chamada a tua descendência;
    considerando que Deus é poderoso para levantar até dentre os mortos;
    de onde também, figuradamente, o recebeu de volta.

    Pela fé, Isaque abençoou Jacó.
    Pela fé, Jacó, quando estava morrendo, abençoou cada um dos filhos de José, adorando.
    Pela fé, José, quando seu fim estava próximo.

    Pela fé, Moisés; pela fé, Moisés — e assim prosseguimos.

    E o que diz o texto? Hebreus 11:33:

    Os quais, pela fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca de leões.

    Depois, em Hebreus 11:39:

    E todos estes, tendo recebido testemunho por sua fé, não receberam a promessa.

    Então, em Hebreus 12:1-2:

    Portanto, também nós, visto que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo peso e o pecado que tão facilmente nos envolve;
    e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta,
    olhando para Jesus, o Autor e Consumador da nossa fé,
    que, pela alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha.

    Vejam, aqui temos fé do começo ao fim: fé. Você não percebe, querido filho de Deus, que todos os nossos problemas remontam a um coração mau de incredulidade?

    O desafio da incredulidade

    Pensem. Se Deus for gracioso com vocês neste dia, Ele mostrará que cada um dos seus problemas atuais tem sua raiz em um coração de incredulidade que se esconde aí dentro.

    Por exemplo, às vezes dizemos: “Não sei. Acho que estou sendo enganado. Será que vale mesmo a pena toda essa disciplina, todas essas pancadas? Outras pessoas que conheço não parecem passar por isso. Por que eu deveria passar?”

    Vejam, podemos nos comparar não apenas com o mundo, mas também com outros crentes. Então vem a dúvida: “Vale a pena?”

    E o interessante é isto: Deus nunca vem nos socorrer nessas horas. Quando éramos bebês, Deus corria para nos ajudar. Mas, depois que começamos o caminho de aprender a governar e reinar, Ele não faz isso. Ele nos deixa. Deixa-nos com nossos pensamentos.

    “Vale a pena? O destino final é realmente o trono?”

    Meu querido amigo, suponhamos que resumíssemos tudo em poucas palavras. Suponhamos que um governo violento e ateu tomasse nosso país e que, pela primeira vez em muitos e muitos anos, os crentes enfrentassem perseguição.

    Suponhamos que o desafio não fosse a ausência completa de uma igreja, mas uma igreja fantoche que repetisse discursos sobre ética e certas ideias morais, uma mistura da fé de todos os homens de boa vontade.

    Isso significaria que cada pessoa inteiramente comprometida com o Senhor teria de escolher entre perseguição, prisão ou morte, de um lado, e uma vida de aparente liberdade, do outro. Então chegaria até você a pergunta: “Vale a pena?”

    Você estaria realmente, realmente disposto a morrer em vez de negar?

    Agora, por que faço essa pergunta? Porque somente a fé poderia lhe dar a vitória. Nada mais.

    Você não poderia olhar para as circunstâncias. Não poderia olhar para sua situação presente. Não poderia olhar para o conforto e a comunhão de seus irmãos e irmãs, pois todos estariam enfrentando o mesmo problema e talvez estivessem separados de você.

    Somente a fé poderia lhe dar a vitória. E que fé seria essa? Não algum tipo de fé em um conjunto de doutrinas, mas uma fé que existiria porque você teria visto algo do próprio Senhor e não poderia voltar atrás. Não poderia negá-Lo.

    Então, depois de ter visto algo assim, a única maneira de atravessar a situação é ser fiel. Você vence.

    Agora, coloquei isso de uma forma muito extrema, mas espero que ajude vocês. Queira Deus que não tenhamos de enfrentar tal possibilidade. Mas aqui temos um princípio da vitória que chamamos de fé absoluta.

    A fidelidade na vida cotidiana

    Tudo procedendo de Deus, um homem de visão — e para que nome o Senhor mudou o nome dele? De Abrão para Abraão. Abraão. Abraão.

    Por quê? Ele mudou de “pai exaltado” para “pai de uma multidão”.

    E sabem, o querido Abraão, quando morreu com um filho da promessa e dois netos gêmeos, deve ter se perguntado: “Pai de uma multidão? É isso que Deus chama de multidão? Três?”

    A questão era que Deus era fiel. Ele não permitiria que Abraão enxergasse através das eras do tempo e visse que sua descendência seria tão numerosa como a areia da praia e as estrelas do céu, porque estava estabelecendo em Abraão uma lição para todos nós.

    Vocês querem reinar e governar? Deus os colocou em um trabalho monótono. Deus lhes deu um lar. Vocês talvez pensem: “É essa a esfera em que se aprende a vencer?”

    “Certamente, a esfera da vitória é ir, como um avião a jato, por todo o mundo, proclamando o evangelho do Senhor Jesus Cristo. Isso é vencer.” Não, de modo nenhum. De modo nenhum.

    Receio que alguns de nós que viajamos pelo mundo dessa maneira não estejamos vencendo. Muito rapidamente, podemos nos envolver em todo esse sistema de coisas e perder o caráter interior.

    Não, a esfera da vitória é seu lar, ou seu local de trabalho, e nossa vida monótona e rotineira como povo de Deus em Richmond.

    Entre todas essas pessoas tão comuns que somos, unidas no Senhor, tendo de permanecer juntas, tendo de prosseguir juntas, tendo de aprender nossas lições juntas — em seu lar, com todos os seus problemas e dificuldades; em seu escritório, com todas as suas exigências e todos os seus desafios —, é ali que vocês e eu aprendemos lições eternas.

    E a palavra que nosso Senhor disse foi esta: “Bem-aventurados sois” — ah, havia algo ali, não havia?

    Porque foste fiel no pouco, farei com que sejas fiel no muito.
    Eu te darei muito.

    E que o Senhor nos ajude a compreender aquelas palavras, conforme traduzidas pela New English Bible, em Lucas 22:29:

    Eu vos confiro a realeza que Meu Pai Me conferiu.

    Vamos orar?

    Querido Senhor, todos nós realmente queremos fazer parte daqueles que vencem, daqueles que verdadeiramente herdam, daqueles que chegam ao Teu trono.

    Tu disseste:

    Ao que vencer, concederei que se assente Comigo no Meu trono;
    assim como Eu também venci e Me assentei com Meu Pai no Seu trono.

    Ó Pai, pedimos que graves essas palavras como fogo em nosso coração. Pois, Senhor, Tu sabes quanta incredulidade existe. Tu sabes o que há em meu coração; Tu sabes, em todos os nossos corações, onde se esconde esse coração mau de incredulidade, levando-nos a fazer concessões, levando-nos, Senhor, a voltar atrás, levando-nos a abandonar coisas que têm verdadeiro valor para Ti.

    Ó Deus, tem misericórdia de nós, nós Te pedimos. Abre nossos olhos. Purifica-nos de um coração de incredulidade. Faz com que esse espírito de fé venha sobre nós, nós Te pedimos, e que sejamos renovados na fé.

    Que sejamos daqueles que, tendo visto o Senhor, estão prontos a prosseguir com o Senhor, sabendo que a provação, a comprovação da nossa fé, é muito mais preciosa do que o ouro que perece, embora provado pelo fogo, porque resultará em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo.

    Que assim seja, Senhor, para cada um de nós. Pedimos isso em Teu nome. Amém.