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    Running The Race Set Before Us: What Is The Prize © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Running The Race Set Before Us: What Is The Prize
    Running The Race Set Before Us: What Is The Prize
    Lambert, Lance

    A carreira que nos está proposta

    Abram comigo a Carta aos Hebreus, capítulo 12. Hebreus 12:1.

    Portanto, também nós, visto que estamos rodeados de tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo peso e o pecado que tão facilmente nos envolve; e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, olhando para Jesus, o Autor e Consumador da nossa fé, o Qual, pela alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-Se à direita do trono de Deus.

    Agora, na Primeira Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios, capítulo 9. Vou ler na New American Standard Bible, porque acho que ela é um pouco mais clara do que a versão antiga que uso. 1 Coríntios 9:24.

    Não sabeis que os que correm numa corrida, todos correm, mas só um recebe o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. E todo aquele que compete nos jogos exerce domínio próprio em todas as coisas. Eles o fazem para receber uma coroa perecível; nós, porém, uma imperecível. Portanto, corro não sem um objetivo; luto não como quem golpeia o ar; mas esmurro o meu corpo e o faço meu escravo, para que, depois de ter pregado a outros, eu mesmo não venha a ser desqualificado.

    Por último, a Carta do Apóstolo Paulo aos Filipenses, capítulo 3. Vou ler a partir de Filipenses 3:8.

    Sim, certamente, considero todas as coisas como perda, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor: por Quem sofri a perda de todas as coisas e as considero como refugo, para que possa ganhar Cristo, e ser achado Nele, não tendo justiça própria, a que procede da lei, mas a que vem mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus pela fé: para que eu O conheça, e o poder da Sua ressurreição, e a comunhão dos Seus sofrimentos, tornando-me conforme à Sua morte; para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos. Não que eu já tenha alcançado ou já tenha sido aperfeiçoado; mas prossigo, para ver se alcanço aquilo para o que também fui alcançado por Cristo Jesus. Irmãos, não considero que já o tenha alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficam para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

    Oração inicial

    Amado Senhor, amado Senhor, somos tão gratos por estarmos aqui, em Tua presença, nesta tarde. Já testemunhamos uma tentativa do inimigo de perturbar as coisas, mas nós Te louvamos pela vitória do nosso Senhor Jesus.

    Nós Te agradecemos porque toda tentativa do inimigo de frustrar o Teu propósito e o Teu plano nestes dias fracassará, por causa da obra consumada do nosso Senhor Jesus. Queremos nos firmar pela fé nesse poder e nessa plenitude nesta tarde. Sopra Tua vida e Teu poder sobre todo este tempo.

    Senhor, nós Te agradecemos pela unção que colocaste à nossa disposição: para falar a Tua Palavra, traduzir a Tua Palavra e ouvir a Tua Palavra. Amado Senhor, nós nos firmamos pela fé nessa unção, para que hoje a experimentemos em plena medida.

    Teremos o cuidado, Senhor, como sempre, de Te dar todo o louvor e toda a glória por responderes a esta nossa oração, que fazemos em nome do nosso Messias, o Senhor Jesus. Amém.

    A urgência do tempo presente

    O tema destes dias, como todos vocês sabem, é O Tempo Está Próximo. Minha impressão é que ele está muito mais próximo do que a maioria de nós pensa.

    Talvez haja várias coisas que precisem acontecer antes da etapa final da vinda do Senhor. Mas o arrebatamento pode acontecer a qualquer momento. Acho que realmente precisamos despertar.

    Estamos presos a mil e uma coisas que nos perturbam, nos divertem, nos sobrecarregam e desviam os nossos olhos do Senhor Jesus.

    Precisamos de um toque de trombeta do Espírito de Deus para pôr fim a toda essa confusão em que os cristãos vivem, tantas vezes como comunidade. Precisamos pôr fim a todas essas coisas que, de uma maneira ou de outra, nos tiram da corrida, nos fazem voltar para nós mesmos, até que, no fim, somos desqualificados.

    A carreira designada aos crentes

    Minha parte neste tema é correr a carreira. Tomo aquela pequena expressão de Hebreus 12:1:

    Corramos a carreira que nos está proposta.

    Correr a carreira que nos está proposta. Que carreira é essa? Quem são os corredores? É muito simples. Vou tratar vocês como uma turma de escola dominical nesta tarde, para que possamos chegar, de maneira bem simples, à raiz de toda essa questão.

    Paulo frequentemente usava ilustrações muito mundanas. Usava o esporte. Usava a luta corporal, por exemplo — um esporte um tanto repugnante para alguns, vulgar e bastante rudimentar. Usava o boxe, um pouco mais sofisticado, mas não muito. Usava a corrida.

    Ele não usava nenhum daqueles jogos muito elegantes — badminton, tênis, críquete e até beisebol. Todos são muito mais sofisticados. Mas usava essas imagens para ilustrar princípios espirituais tremendos.

    Uma das imagens que usava era a pista de corrida e os corredores. Quanto ao escritor da Carta aos Hebreus, não sabemos quem era. Alguns acreditam que era Paulo, mas eu, pessoalmente, não. Estou bastante convencido de que era Apolo, por causa da linguagem da Carta aos Hebreus. É o mais belo grego clássico do Novo Testamento.

    Mas isso é apenas um comentário à parte. Na verdade, não importa quem foi. O fato é que temos a carta, e ele também usa essa imagem da corrida:

    Corramos com perseverança a carreira que nos está proposta.

    Ou seja, com firmeza e constância.

    De quem Paulo e o escritor da Carta aos Hebreus estão falando? É claro, é óbvio: dos crentes. Eles são as únicas pessoas nessa pista. São os crentes que estão correndo essa carreira.

    Acho importante deixar isso bem claro desde o início. Temos uma única vida, e ela é breve. Se você é salvo pela graça de Deus, tem um percurso a cumprir. Tem uma carreira a correr.

    Precisamos nos dar conta disso, porque tantas vezes, no cristianismo contemporâneo, existe toda essa ideia de que, desde que você seja salvo, desde que seja convertido, desde que de vez em quando leia sua Bíblia, faça suas orações e se reúna com os cristãos, isso é tudo.

    Mas é importante entendermos que existe uma carreira. Quer você saiba disso ou não, foi colocado nessa corrida. Se você é filho de Deus, tem uma carreira a correr. Ela nos está proposta.

    Corramos com perseverança a carreira que nos está proposta.

    É uma carreira designada para cada filho de Deus.

    O propósito da carreira

    Bem, isso parece muito simples. Deixem-me prosseguir. Por que uma corrida, com todas as imagens que a acompanham? É por uma questão de saúde ou de dieta?

    Algumas pessoas correm. Quando comecei a visitar os Estados Unidos, quase nunca via alguém fazendo uma corrida leve. Agora me parece que há corredores por toda parte — em cada rua lateral, até onde muitas vezes nem há calçadas. As pessoas estão correndo.

    Será que essa carreira é apenas para a saúde espiritual, apenas para nos manter saudáveis, nos manter em movimento, conservar nossas articulações flexíveis e nossos músculos tonificados? É para manter a forma — para impedir aquela barriguinha ou aquele corpo em forma de pera que tão frequentemente todos nós desenvolvemos à medida que envelhecemos?

    Por que uma corrida? O apóstolo diz isso muito claramente em 1 Coríntios 9:24:

    Não sabeis que os que correm numa corrida, todos correm, mas só um recebe o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis.

    Corram de tal maneira que possam vencer. Ele não quer dizer que apenas um único crente, entre todos os milhões de crentes, receberá o prêmio. O que ele quer mostrar é isto: todos correm, mas uma pessoa cruza a linha de chegada antes das outras e ganha o prêmio.

    Há um prêmio a ser conquistado.

    Ouçam atentamente o Apóstolo Paulo. Se alguma vez houve um exemplo de corredor numa carreira assim, ele está expresso em sua Carta aos Filipenses, capítulo 3:

    Esquecendo-me das coisas que ficam para trás, avanço para as coisas que estão adiante, para o alvo. Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

    É interessante que essa pequena palavra, alvo, é a palavra grega para a marca, o marco colocado no fim da pista de corrida, pelo qual era preciso passar. Esse era o alvo. Portanto, toda a imagem é a da pista de corrida e do corredor.

    Prossigo para esse marco, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

    O prêmio da vocação para o alto

    É isso que quero examinar nesta tarde. Qual é o prêmio? Estou fazendo uma porção de perguntas e procurando respondê-las. Qual é o prêmio?

    Bem, não pode ser a salvação. Somos informados de que há um prêmio a ser conquistado. Qual é o prêmio?

    Para o prêmio da vocação de Deus para o alto em Cristo Jesus.

    Portanto, Deus está chamando você para o alto. Sua salvação o colocou num percurso; colocou você numa corrida. Há um prêmio a ser conquistado.

    A salvação que você experimentou pela graça de Deus, com toda a sua inteireza e toda a sua plenitude, é o fundamento de toda a carreira. Mas há um prêmio. Qual é o prêmio?

    Deixem-me citar algumas passagens das Escrituras que todos vocês conhecem muito bem.

    Pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.

    Ou ainda:

    Porque o salário do pecado é a morte; mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

    Um dom gratuito. Pela graça vocês foram salvos. Qual é, então, o prêmio?

    Fica muito claro, pelo menos para mim, que o prêmio não é a salvação. A salvação pode fornecer tudo de que você precisa para obter o prêmio. A graça de Deus pode ser a base sobre a qual você recebe esse prêmio, mas você precisa percorrer uma carreira e precisa conquistar o prêmio.

    A apropriação do propósito de Deus

    Considerem novamente as palavras do Apóstolo Paulo em Filipenses 3:12:

    Alcançar aquilo para o que também fui alcançado por Cristo.

    Por que Cristo tomou posse de você? Quando Ele o deteve, quando o capturou, quando tomou posse de você, com que propósito fez isso?

    O apóstolo está muito preocupado em alcançar aquilo para o que o Senhor tomou posse dele. Em outras palavras, tudo o que o Senhor tinha em mente ao salvá-lo, ele queria ver plenamente realizado em sua vida.

    Você tem alguma ideia de por que o Senhor tomou posse de você?

    Às vezes, na comunhão do povo de Deus, nos perguntamos por que o Senhor tomou posse da maioria de nós. Se avançamos alguma coisa no Senhor, nos perguntamos por que o Senhor tomou posse de nós.

    Mas é muito mais comum nos perguntarmos por que o Senhor tomou posse dos outros. Pensamos: “Por que, afinal, o Senhor salvou fulano? É um sujeito que só dá dor de cabeça, um problema na comunhão, e tudo o mais. Por que o Senhor tomou posse dele?”

    No entanto, há algo impressionante. Essa palavra é muito forte: deter, capturar, como um policial que agarra alguém. O Senhor tomou posse de você.

    Muitos de nós tivemos determinadas experiências da salvação de Deus. Graças a Deus por aqueles de vocês que foram à frente numa reunião, tomaram uma decisão — uma decisão verdadeira — e foram maravilhosamente salvos. Mas há outros de quem, de alguma maneira extraordinária, Deus tomou posse. O Apóstolo Paulo foi um deles. É impressionante como o Senhor o derrubou.

    O que Deus fez quando irrompeu na vida e nas circunstâncias do Apóstolo Paulo? Parece que isso se apoderou do apóstolo, como se ele estivesse dizendo: “Quero alcançar aquilo para o que Cristo tomou posse de mim. Quero me apoderar daquilo para o que Ele Se apoderou de mim”.

    O testemunho de Paulo sobre sua busca

    É tremendo. Esse testemunho, que tantas vezes tenho mencionado e que está em Filipenses 3, provavelmente é o mais extraordinário de toda a Escritura, porque apresenta enormes dificuldades para nós, cristãos comuns.

    O que ele quer dizer com: “Para que eu alcance a ressurreição dentre os mortos”? Não é verdade que todos serão ressuscitados dentre os mortos?

    Por que ele diz: “Para que eu alcance a ressurreição”? O grego é ainda mais interessante: para que eu alcance a ressurreição para fora do meio dos mortos — uma ressurreição especial. Do que ele está falando?

    Por que ele diz: “Considero tudo como perda pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor”, e depois diz: “Considero tudo como refugo, para que eu O conheça” — aquele pequeno prefixo significa que eu O conheça plenamente — “e o poder da Sua ressurreição, e a comunhão dos Seus sofrimentos, tornando-me conforme à Sua morte”?

    Do que o Apóstolo Paulo está falando? Quando escreveu essa carta, ele já havia escrito Romanos, 1 Coríntios, Gálatas, 1 Tessalonicenses, 2 Tessalonicenses e Filemom. Eu pensaria que isso já era evidência suficiente de que ele realmente tinha conhecimento do Senhor, um conhecimento pleno do Senhor.

    A maioria dos cristãos e servos do Senhor que tivesse sido usada pelo Espírito de Deus para escrever sequer uma fração disso sentiria que era alguém muito especial na história da igreja. “Olhem, vocês veem meu conhecimento. Veem como conheço o Senhor.”

    Aqui está um homem que foi usado pelo Espírito de Deus para nos dar toda uma parte do Novo Testamento, e ele fala como se não conhecesse o Senhor, como se precisasse entrar em algo mais profundo do que nunca para conhecer o Senhor.

    O que se apoderou dele? O que se apoderou dele? Vou lhes dizer o que se apoderou dele: o prêmio. Foi o prêmio que se apoderou dele.

    Ele sabe que é salvo. Diz isso repetidamente nesta carta. Sabe que é salvo pela graça de Deus. Sabe, porque ele mesmo o diz, que Cristo tomou posse dele. Está absolutamente certo disso: “O próprio Senhor Jesus tomou posse de mim”.

    O que está incendiando o coração dele? Ah, se o povo cristão fosse incendiado por uma pequena porcentagem dessa fome pelo Senhor! Somos tão patéticos, tão sem vida, tão entediantes. Vamos encarar os fatos: em sua maioria, os cristãos são entediantes.

    Sei que o Senhor nos chama de lírios entre os espinhos. Às vezes, tenho pensado que somos espinhos entre os lírios.

    Mas o que é que tomou conta desse apóstolo, que nos deu tanto? Isso se apoderou dele, tornou-se sua obsessão, o dominou, o incendiou.

    Ele diz: “Não considero que já o tenha alcançado”. Bem, em que situação isso deixa você e eu? Boa pergunta. Em que situação deixa você e eu?

    Se ele acha que ainda não alcançou — e já havia escrito, pensem nisso, Romanos 8! Esqueçam o restante: Romanos 8. Se eu tivesse escrito apenas Romanos 8, teria ficado tão maravilhado! Viveria dizendo a vocês: “Já leram o meu pequeno folheto?”

    Ou pensem em 1 Coríntios 13. Se vocês tivessem sido usados pelo Espírito de Deus para comunicar aquilo ao povo de Deus, não ficariam maravilhados? No entanto, aqui está um homem que foi usado para dar muito mais do que isso, muitíssimo mais.

    E ele é consumido pelo desejo de conhecer o Senhor mais profundamente. Quanto menos você conhece o Senhor, mais presunçoso pode ser, mais arrogante pode ser, mais seguro de si pode ser, mais autossuficiente pode ser, mais independente pode ser. Quanto menos você conhece o Senhor.

    Quanto mais você conhece o Senhor, mais percebe quão pouco conhece.

    É quase como se o próprio conhecimento do Senhor incendiasse você com a compreensão de que existe muito mais do que o seu pequeno coração pode conter, muito mais do que o seu pequeno espírito pode experimentar.

    A fome espiritual e a igreja

    Aqui, nesse impressionante testemunho de Filipenses 3, temos o coração desse apóstolo, com todas as suas fraquezas e todas as suas falhas. Ele tinha fraquezas e falhas.

    Não foi à toa que as igrejas da Ásia se afastaram dele. Mas vemos algo incrível nesse homem que Deus usou tão grandemente.

    Só posso dizer que, se nós, o povo de Deus, tivéssemos uma fração desse ardor, dessa paixão, dessa fome e dessa sede dentro de nós, isso transformaria tudo.

    Certamente transformaria nossas reuniões de oração. Certamente transformaria nossos estudos bíblicos. Certamente transformaria o partir do pão.

    Não teríamos apenas pequenas contribuições tranquilas, às vezes quase sem frescor. Elas irromperiam de corações apaixonados por Deus, que soubessem quão pouco possuem e quanto ainda há para tomar posse.

    Portanto, é aqui, nesse impressionante testemunho, que o apóstolo diz: “Não considero que já o tenha alcançado”, ou “que já tenha sido aperfeiçoado”, ou completado.

    Não que eu já tenha alcançado ou já tenha sido aperfeiçoado; mas prossigo.

    Em que situação isso deixa você, querido filho de Deus? Se esse é o testemunho do Apóstolo Paulo, em que situação deixa você? Em que situação deixa a mim?

    A conquista de Cristo como Noivo

    O apóstolo coloca nesse testemunho uma pequena palavra que é bastante extraordinária. Para mim, pelo menos, quando a vi pela primeira vez, ela foi a chave. Eu me intrigava e me intrigava com esse testemunho do Apóstolo Paulo.

    Ele parecia tão pouco evangélico. De certa maneira, eu achava que era quase — Deus me perdoe, não quero levar ninguém ao erro —, parecia quase católico. Parecia mesmo.

    Parecia-me que tudo dependia de obras, porque aqui, afinal, a salvação tem muito a ver com esforço.

    Então encontrei esta pequena expressão:

    Para que eu possa conquistar Cristo.

    Minha versão traduz: “Para que eu possa ganhar Cristo”, e essa foi a chave que esclareceu tudo para mim.

    Para que eu possa conquistar Cristo. Cristo é dado a você como Salvador. Cristo é dado a você como Redentor. Cristo é dado a você como Senhor. Mas você O conquista como Noivo.

    Essa é a chave que abre esse incrível testemunho. É também a chave para compreendermos o prêmio.

    Prossigo para o alvo, o marco final, a linha de chegada da corrida, para o prêmio da vocação de Deus para o alto em Cristo Jesus.

    Que chamado é esse? Não é apenas para ser salvo. Antes, por meio da salvação à qual você foi conduzido pelo Espírito de Deus, pela graça de Deus, você pode conquistar Cristo como Noivo.

    As bodas finais e eternas

    O prêmio. Algumas pessoas falam de recompensas, e não tenho dúvida alguma a respeito das recompensas. Tampouco duvido de que uma recompensa seja diferente de outra.

    Não estamos falando de algum Estado maoísta ou comunista, onde tudo é distribuído igualmente — exceto para a classe superior. Estamos falando de recompensas reais.

    Mas me parece que todas essas recompensas se tornam insignificantes diante da conquista de Cristo como Noivo.

    Às vezes, as pessoas falam de reinar como se, de alguma maneira, fossem se tornar pessoas grandes e importantes. Isso quase atrai algo dentro de nós, entendem o que quero dizer? Algo egocêntrico, em busca da nossa própria realização e satisfação.

    Mas, se você entende da maneira correta, trata-se de conquistar Cristo como Noivo. Então todas as outras recompensas encontram o seu lugar.

    Vocês já me ouviram dizer muitas vezes aqui, ao longo dos anos — não consigo lembrar há quantos anos venho a esta conferência —, mas tenho dito muitas vezes que a Bíblia começa com um casamento, termina com um casamento, e o centro da Bíblia, na disposição cristã dos seus livros, é outro casamento.

    Quando nosso Senhor Jesus começou Seu ministério, João tomou oito sinais e oito declarações do Senhor Jesus e nos deu uma interpretação do Senhor Jesus. Seu ministério messiânico começou num casamento.

    João Batista, o maior de todos os profetas da antiga aliança, disse: “Sou o amigo do Noivo”. Em outras palavras, ele se via como alguém que tinha uma participação num casamento.

    Essa carreira que nos está proposta tem tudo a ver com um casamento final e eterno.

    O casamento como término e início

    Bem, talvez vocês não achem que eu seja a melhor pessoa para falar sobre isso, mas deixem-me colocar desta maneira. Algumas pessoas veem o casamento como o fim.

    Não sei se as mulheres pensam tanto assim, mas alguns homens pensam. Acham que é o fim da liberdade, o fim da independência — o fim. Terão de se comprometer com alguém por toda a vida, e depois haverá crianças gritando, e isso, aquilo e tudo o mais ao redor.

    Outras pessoas veem o casamento como o começo — principalmente as mulheres. Pensam nele como algo tão maravilhoso. Uma nova vida está começando, uma maneira inteiramente nova de viver.

    Mas, é claro, ele é as duas coisas. Um casamento é o fim de uma fase da vida e o começo de outra. A Bíblia termina com um casamento.

    É o fim de toda uma fase de pecado, morte, luto, doença e um ciclo interminável de corrupção. O Senhor diz:

    Eis que faço novas todas as coisas.

    É o começo de algo.

    Mas não sabemos o que faremos. Já disse isso muitas vezes, então vocês devem ter ouvido antes, numa gravação ou pessoalmente.

    As pessoas sempre me perguntam: “Vamos usar roupas?” Não sei por que as pessoas se preocupam tanto em usar roupas. Dizem: “Vamos usar roupas? Com que vamos nos vestir? Vamos comer?”

    Especialmente os chineses — eles sempre me perguntam: “Vamos comer?” Vamos reconhecer uns aos outros? Essas perguntas vêm principalmente de pessoas com parentes difíceis.

    As pessoas têm milhares de perguntas, e essas perguntas, na verdade, não são respondidas especificamente na Palavra de Deus.

    A Palavra de Deus termina com um casamento, como se isso explicasse tudo. Como se o Senhor dissesse: “Vocês podem deixar todas essas perguntas de lado. Basta estarem casados Comigo. Então verão o que faremos, como todas essas questões se desenvolverão, a chave para elas, e assim por diante”.

    O propósito criativo da eternidade

    Não sabemos o que faremos na eternidade. Sempre fico maravilhado quando olho para o céu na região do mundo onde moro, que fica sem nuvens durante grande parte do ano.

    Quando você olha para o céu e vê milhões — dezenas de milhões — de estrelas, fica maravilhado.

    Num lugar onde costumo me hospedar, numa pequena casa, a Via Láctea passa bem sobre nós e se estende até o mar. Penso comigo mesmo: “Há um universo lá em cima”.

    Bem, não sou cientista, por isso nunca expresso as coisas de maneira muito científica. Mas, com meu pequeno cérebro e minha pequena cabeça, fico maravilhado. Penso comigo mesmo: “Todos aqueles universos pelo espaço — o que o Senhor vai fazer?”

    Não sabemos. É tão empolgante.

    As pessoas dizem: “Ah, vou ficar tão entediado no céu se tivermos aquele longo coro de aleluias que continua por milhares e milhares e milhares de anos, sem mudança”.

    Até o maior músico entre nós, e aqueles com as melhores vozes, começariam a perder o entusiasmo. Ah, é maravilhoso louvar o Senhor, mas até o próprio Senhor ficaria um pouco insatisfeito depois de algum tempo com a mesma velha canção, milênio após milênio após milênio.

    Não, não, não. O Senhor não está interessado em algum coro eterno. Não está interessado em alguma grande orquestra divina. É claro que haverá uma — não se enganem quanto a isso. Um coro e uma orquestra, sem dúvida. Talvez alguns de vocês toquem nela.

    Mas essa não é a questão central da eternidade que virá. Nem sequer sabemos o que o Senhor fará. É disso que trata esse prêmio.

    Até você se dar conta disso — até que, para usar uma antiga expressão inglesa, “a moeda caia” —, não entenderá.

    Não vou explicar como surgiu essa expressão. Ela veio dos banheiros públicos. Colocávamos uma moeda de um penny e esperávamos ouvir o tilintar; então a porta se abria. Foi assim que surgiu a expressão “a moeda cai”.

    Mas, até que essa moeda caia para você, até que de repente você diga: “Ah, é por isso que fui salvo. É por isso que Deus tomou posse de mim”, o que você faz? Fica simplesmente sentado, passivamente? Fica sentado esperando que os anjos o carreguem?

    Não. Você precisa alcançar aquilo para o que Cristo também tomou posse de você. Esse é o prêmio. Há uma carreira proposta diante de você. Não adianta apenas dizer: “Aqui está a pista. Ali estão os corredores”. Você precisa correr.

    A importância do chamado

    Queridos irmãos e irmãs, creio que essa questão tem uma importância e consequências tremendas.

    Não há uma só pessoa nesta sala, salva pela graça de Deus, que não tenha essa carreira proposta diante de si.

    Você é filho de Deus? Nasceu do Espírito de Deus? Então está numa corrida, num percurso. Há um prêmio a ser conquistado.

    Amanhã falarei sobre as coisas que nos tiram da corrida, nos fazem diminuir o ritmo ou nos impedem completamente de correr.

    Mas tudo o que quero transmitir a vocês nesta tarde é que há um alvo, há um prêmio, e esse prêmio tem a ver com conquistar Cristo.

    Nunca consegui entender as ideias tão frequentemente encontradas nos círculos cristãos: que Jesus apenas quer ter alguém sentado ao Seu lado. Isso fica bonito.

    É claro que ninguém vai dizer algo assim, mas é isso que realmente significa. Você pode viver qualquer tipo de vida morna e apática, mas, quando morre, de alguma maneira, por mais mesquinho, rabugento ou sem jeito que seja, torna-se um santo.

    Charles Haddon Spurgeon costumava dizer, quando passeava com seu cachorro pelo cemitério: “Onde enterraram os pecadores?” Todas as inscrições diziam coisas maravilhosas a respeito das pessoas. Todas estavam descansando em Jesus ou contemplando-O face a face. E ele dizia: “Algumas delas eu conheci”.

    Existe essa ideia de que, de alguma forma, quando você morre, alguém passa uma varinha mágica sobre você e você se torna plenamente maduro.

    Por que, então, o apóstolo fala assim nesse testemunho? Se é esse o caso, por que ele simplesmente não descansa? Não importa o que faça. Não precisa considerar nada como refugo. Não precisa participar dos sofrimentos de Cristo.

    O chamado original da humanidade para reinar

    Creio que o propósito original de Deus para a humanidade era que reinasse com Ele. Ele queria que os seres humanos estivessem numa comunhão tão profunda com Ele que começassem pelo jardim.

    Tenho uma teoria, e reconhecemos que ela é especulativa; portanto, por favor, lembrem-se disso.

    A vida é uma exuberância. Não se pode ter vida sem que ela seja exuberante. Algumas pessoas acham que isso surgiu com a Queda. Eu não acho.

    Olhem para qualquer planta. Se está realmente saudável e feliz, cresce para todos os lados. É preciso conduzi-la; é preciso podá-la. Então ela fica ainda mais feliz e mais frutífera, se for uma árvore frutífera, uma videira ou qualquer outra coisa.

    Até as flores — todos vocês sabem disso. Quanto mais você as poda, mais florescem.

    Creio que, quando o Senhor colocou a humanidade no mundo, o planeta inteiro era uma exuberância de vida. Ele plantou um jardim e disse: “Cultive este jardim, proteja-o, guarde-o”. Depois disse: “Multipliquem-se”, e assim por diante.

    Acho que Ele queria dizer que, se Adão e Eva tivessem tomado da árvore da vida e entrado em união com Deus no Senhor Jesus, primeiro teriam o jardim. Depois, a partir do jardim, à medida que adquirissem experiência, acrescentariam uma parcela de terra, depois outra, outra e outra.

    Não havia pecado no mundo, nesse sentido. Mas é impressionante pensar nisso. A vida é tão impressionante.

    Era isso que, no princípio, o Senhor tinha em mente para a humanidade: que, em união com Ele, os seres humanos fossem capazes de governar o mundo inteiro.

    O que teria acontecido além disso, não sei, porque Deus, sendo Deus, nunca ficaria parado.

    É isso que acho tão interessante quando os jovens me dizem que pensam que ficariam muito entediados no céu. Bem, eu entendo. Eles estão tomando as nossas reuniões como referência.

    Dizem: “Bem, é isso que teremos para todo o sempre”. Mas esse não é o Senhor que conheço, nem é o Senhor que vocês conhecem, se pararem para pensar.

    Há algo tremendo no Senhor que conhecemos: Ele nunca fica parado, está sempre criando, sempre em movimento. O problema do pecado, da Queda, é que paralisou tudo.

    A vocação para o alto em Cristo Jesus

    Portanto, querido filho de Deus, isso não é extraordinário?

    Prossigo para o alvo, para o prêmio da vocação de Deus para o alto em Cristo Jesus.

    Vocação para o alto. Minha versão diz “soberana vocação”, mas vocês verão que a maioria das versões modernas apresenta isso como um “chamado para o alto”. A ideia é que Deus está chamando você para cima.

    Ele está chamando você para ser a Noiva do Seu Filho. Está chamando você para reinar com Cristo a partir do trono.

    Bem, espero que isso seja suficiente para uma tarde.

    Pensem novamente nessa pequena expressão: “A vocação de Deus para o alto”. É Deus Quem está chamando.

    Onde está esse chamado? Em Cristo Jesus. É algo que tem a ver com o Senhor Jesus, com pertencer a Ele, com a união com Ele.

    É algo que tem a ver com o destino divino do Senhor Jesus. Esse chamado para o alto é para que você e eu participemos do Seu destino.

    Não podemos compartilhar Sua divindade, mas podemos compartilhar Seu destino. Somos herdeiros de Deus e coerdeiros com o Senhor Jesus.

    É de admirar que o apóstolo, quando começa a vislumbrar isso, diga: “Esquecendo-me das coisas que ficam para trás”?

    Não significa esquecer sua conversão ou esquecer a maneira como Deus o salvou — de modo nenhum. Mas todas as coisas que ficaram para trás: os fracassos, as fraquezas, os pecados — tanta coisa.

    Esquecendo-me das coisas que ficam para trás, prossigo para a marca, para o alvo, para o prêmio da vocação de Deus para o alto em Cristo Jesus.

    Se o Senhor lhe desse, nesta tarde, um vislumbre desse prêmio, desse maravilhoso chamado que você recebeu, isso mudaria sua vida.

    Um testemunho pessoal da visão de Cristo

    Quando vi o Senhor pela primeira vez, eu vinha de um lar totalmente secular, sem religião. Era dispensado de todo ensino religioso na escola, e era muito grato por isso. Não precisava assistir ao que, naqueles dias, chamavam de aulas das Escrituras, nem às orações na capela, nem a nada disso. Era dispensado de tudo.

    Quando vim ao Senhor pela primeira vez, uma consciência tão profunda do pecado tomou conta de mim. Eu tinha apenas doze anos, quase treze — faltavam apenas alguns meses para completar treze. Nunca me esqueci disso.

    Alguns meses depois, de fato vi o Senhor. Digo isso com cuidado. Nunca vi Seu rosto. Apenas vi o Senhor e vi a enorme luz em Sua mão.

    Lembro-me muito claramente de Ele me dizer: “Você não vai por este caminho; vai por aquele. Está pronto para obedecer?” E eu disse: “Sim”. Eu era tão jovem, tão ignorante.

    Mas não foi isso que me conquistou. Foi mais tarde, quando, com os olhos do meu coração, vi o Senhor Jesus. Foi isso que me conquistou. Daquele momento em diante, não consegui voltar atrás.

    O fundamento em Cristo, e não nas pessoas

    Lembro-me muito bem de estar tão desiludido com o povo de Deus. Na congregação em que eu estava, havia dois pastores, e toda a congregação se dividiu, apoiando um ou outro.

    No início, eu venerava até o chão que eles pisavam; por isso, para mim, foi como se o chão tivesse desaparecido debaixo dos meus pés.

    Fui a Paris para ficar com um tio e uma tia. Passei quatro ou cinco meses em Paris, e os pastores da congregação em que eu estava pensaram: “Ele foi embora. Desviou-se”.

    Eu estava quase nessa situação, porque me encontrava tão desiludido. Conversei com um padre da Igreja Católica Romana, mas achei que nunca conseguiria ser feliz ali por causa do papa.

    Depois conversei com um imã islâmico. Lembro-me disso, e sabia que aquilo era falso. Mas eu era realmente um menino — dezesseis anos de idade — tentando encontrar um chão firme. Não conseguia.

    No fim, escrevi uma carta à diaconisa da igreja, expondo todas as minhas dores e aflições e o que sentia a respeito de todos eles — como achava que nenhum deles tinha jeito, incluindo os dois pastores.

    Ela respondeu com uma carta rígida, na qual dizia: “Suas críticas são tão sérias que considerei correto apresentá-las aos diáconos”.

    Lembro-me de estar ali em Paris, com a carta aberta, e dizer em voz alta: “Senhor, eu poderia desistir de todo o Teu povo. Eles não valem nada”.

    Então ouvi uma voz atrás de mim, tão real que me virei rapidamente para ver quem era. A voz disse: “Você pode desistir do Meu povo. Pode desistir de Mim?”

    Naquele momento, meus pés tocaram o fundo.

    Vocês se lembram da história de Cristão em O Peregrino. Quando estava afundando, gritava: “Ajude-me, ajude-me!” Então, de repente, ficou bem: “Meus pés tocaram o fundo”.

    Para mim, esse foi o grande ponto de virada da minha vida. Eu não podia desistir de Deus. Daquele momento em diante, ainda que cada cristão se mostrasse mentiroso, eu continuaria seguindo o Senhor Jesus.

    Dou esse pequeno testemunho pessoal porque, para mim, foi como se um coro de aleluias cantasse ao meu redor — tão real que eu podia sentir que estavam ali. Creio que uma batalha foi vencida.

    Foi o começo, para mim, de enxergar o propósito de Deus para o Senhor Jesus e de perceber que eu — sem jeito como era, cheio de falhas como era, fraco como era — estava, de alguma maneira, envolvido nisso. Ele havia tomado posse de mim. Daquele momento em diante, senti que precisava me apegar a Ele.

    Agora tenho setenta e quatro anos. Naquela época, tinha dezesseis. Agora tenho setenta e quatro, e acumulei muitas outras fraquezas e muitas outras falhas ao longo dos anos.

    No entanto, continuo tomado por aquela visão do Senhor Jesus.

    Para mim, quando tive uma visão propriamente dita, foi algo muito real, mas ela nunca significou tanto quanto a outra experiência. A outra foi um ponto de virada, um enorme ponto de virada na minha vida.

    Meus pés haviam tocado o fundo. Pela primeira vez, meus pés estavam sobre a rocha do Senhor Jesus — não sobre a experiência de outras pessoas, mas sobre Ele e Nele.

    Precisamos desse tipo de experiência se quisermos atravessar o que está adiante.

    A graça e o poder disponíveis para a carreira

    Que Deus nos conceda isso e nos ajude nestes dias em que estamos vivendo. Corram a carreira. Há um prêmio a ser conquistado.

    O mais belo nisso é que, quando o Apóstolo Paulo disse: “Para que eu possa conquistá-Lo”, também disse: “Para que eu seja achado Nele, não tendo justiça própria, a que procede da lei, mas a que vem mediante a fé em Cristo”.

    Em outras palavras, ele vê a conquista do prêmio como algo fundamentado na graça de Deus.

    Fundamentado na graça de Deus. Tudo de que você precisa para conquistar esse prêmio está disponível para o mais fraco filho de Deus neste lugar.

    Tudo de que você precisa — a energia e o poder do Espírito Santo, a vida de ressurreição do Senhor Jesus — está disponível para você, para a pessoa mais fraca e mais sem jeito neste lugar, salva pela graça de Deus.

    Tudo isso está disponível para nós. Fomos salvos pela graça de Deus. Esse foi o presente de Deus para nós, Seu dom gratuito.

    Conquistamos Cristo ao explorar e tomar posse da graça e do poder de Deus.

    Que o Senhor desperte vocês. Que Ele toque o coração de vocês. Que lhes dê um novo vislumbre de Si mesmo. Que os incendeie de uma maneira como nunca foram incendiados antes, para que, nestes dias, quando tanta coisa acontece por todos os lados que poderia nos deprimir e nos abater, sejamos aqueles que seguem o Senhor Jesus e seguem o Cordeiro para onde quer que Ele vá. Graças a Deus. Concede-nos isso.

    Oração final

    Vamos orar?

    Amado Senhor, ouve a nossa oração. Não queremos continuar nesse estado de apatia e mornidão em que alguns de nós estamos.

    Queremos, Senhor, que faças algo em nossa vida. Toca-nos pelo Teu Espírito, Senhor. Transtorna nossas circunstâncias, se necessário, mas coloca-nos face a face Contigo.

    Ajuda-nos a enxergar esse prêmio que deve ser conquistado nesta carreira que nos está proposta. Senhor, ouve-nos.

    Pedimos tudo isso no precioso nome do nosso Senhor Jesus. Amém.