É uma alegria estar novamente com todos vocês. Gostaria de chamar a atenção de vocês para alguns versículos do livro de Apocalipse — Apocalipse 1.
Apocalipse 1. Vou começar a leitura em Apocalipse 1:8:
Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, Aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.
Apocalipse 1:9:
Eu, João, irmão vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança que há em Jesus, estava na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus.
No mesmo capítulo, a partir de Apocalipse 1:1-2:
Revelação de Jesus Cristo, que Deus Lhe deu para mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer; e Ele, enviando o Seu anjo, as notificou ao Seu servo João; o qual deu testemunho da palavra de Deus e do testemunho de Jesus Cristo, de todas as coisas que viu.
Vamos fazer mais uma breve oração.
Amado Senhor, queremos reconhecer que, sem Ti, realmente nada podemos fazer. Mas Tu, Senhor, sempre provês — de maneira suficiente, gloriosa e poderosa — tudo o que é necessário para o ministério da Tua Palavra.
É nessa unção, graça e poder que nos firmamos pela fé, tanto para falar a Tua Palavra quanto para ouvi-la. Está conosco, Senhor, nisso, e teremos o cuidado de Te dar todo o louvor e toda a glória; pois pedimos em nome do nosso Senhor Jesus. Amém.
Esta pequena expressão é o que ficou gravado em minha mente e em meu coração: “por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus, o Messias”.
Por causa da Palavra de Deus e do testemunho de Jesus, o Messias. Que dias extraordinários estamos vivendo! Os acontecimentos estão avançando tão depressa que é difícil acompanhá-los, quanto mais compreender o seu significado.
No entanto, é essencial que compreendamos os tempos em que estamos vivendo. Creio que essa expressão, “por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus, o Messias”, está no centro de toda a turbulência, de toda a desordem e de todo o ataque à Palavra de Deus e à pessoa do nosso Senhor Jesus que estamos percebendo na sociedade mundial.
Quero passar um pouco de tempo falando sobre isso, sem dúvida retomando alguns assuntos que todos vocês conhecem bem. Mas talvez o simples fato de concentrarmos nossa atenção nisso nos dê um novo impulso na oração e, acima de tudo, em nossa compreensão do que está acontecendo.
Creio, antes de tudo, que essa questão da Palavra de Deus e do testemunho de Jesus resume tudo. Como tal, ela explica, em especial, a fúria — o intenso ódio de Satanás — que está se tornando cada vez mais evidente.
É tão marcante a manifestação dessa ira, dessa fúria contra o Senhor, contra a lei de Deus e contra a pessoa do Messias, que me parece que algo está acontecendo, de alguma forma, no mundo invisível — um movimento tremendo.
Aonde quer que eu vá, servos de Deus que estão na linha de frente da batalha me dizem que se sentem pressionados de uma maneira que nunca sentiram antes. Há tantas facções, tanta divisão, tantos mal-entendidos, tantos choques entre os santos e entre os servos de Deus.
Tudo isso aponta para uma guerra, para um conflito. Não estou falando da guerra no Iraque nem da guerra contra o terrorismo. Talvez haja alguma relação — quero dizer, com essa guerra contra os santos —, mas não tenho dúvida alguma, em meu coração, de que estamos entrando em um dos períodos mais difíceis da história do mundo.
Sinto essa pressão. Quando era mais jovem, não sentia nada parecido. Lembro-me de estar hospedado, durante uma convalescença, com a querida Lady Ogle, naquela bela casa dela.
Eu caminhava pelo jardim em um magnífico dia de verão — sem uma nuvem no céu. Dias assim acontecem na Grã-Bretanha uma vez por ano! Eu mal podia acreditar. Era tão bonito.
Tudo nos jardins, que desciam por toda a encosta em terraços, era tão bonito. Os pássaros cantavam; havia filhotes de pássaros. Levaria tempo demais para descrever tudo. Lembro-me de que havia cobras-de-água dormindo sobre a cerca-viva de teixo. Todas as rosas estavam florescendo.
Tudo estava tão bonito e, de repente, ouvi uma voz chamando meu nome. Olhei para cima e vi Lady Ogle na cadeira de balanço do jardim. Ela disse: “Gostaria de tomar um chá?”
Bem, eu sempre estava pronto para uma xícara de chá. Então fui tomar chá e, quando me sentei, ela disse: “Você não percebe o enorme conflito que há na atmosfera hoje?”
Fiquei de boca aberta. Gaguejei um pouco e disse: “Bem…” Ela disse: “Desde que me levantei para o meu momento devocional, às cinco da manhã, tenho sentido esse conflito nas regiões celestiais. Há um enorme conflito acontecendo. Perguntei ao Senhor o que era.”
É claro que, àquela altura, fiquei sem reação. Apenas pisquei, olhando para ela, e pensei: Será que estou tão longe do Senhor que tudo o que senti foi este belo dia de verão? Tudo estava tão bonito. Onde está esse conflito?
Mas, de qualquer forma, não lhe disse nada. Apenas fiz um gesto amável e diplomático com a cabeça. Ela disse: “Perguntei ao Senhor o que isso significa e acho que tive uma impressão da parte Dele de que tem a ver com o Oriente Médio. Você e eu vamos ouvir o noticiário das seis.”
“Sim”, respondi. Depois tomamos nosso chá, e saí para passear pelo jardim. Aquilo estragou um pouco o passeio para mim, porque agora eu sentia que não deveria estar desfrutando de toda aquela beleza, paz e tranquilidade por causa desse conflito.
Às seis, ouvimos o noticiário, e a primeira notícia era o assassinato do rei e da rainha do Iraque, de toda a família deles, incluindo os bebês e a governanta.
A governanta era uma grande amiga de Lady Ogle e uma cristã maravilhosa. Imediatamente, ela se voltou para mim e disse: “É isso.”
Nunca me esqueci disso. É claro que ainda passei muitos anos sem sentir aquele conflito, mas agora parece que o sinto. Devo estar chegando perto da hora de partir.
Agora começo a sentir o conflito nas regiões celestiais, e o tenho sentido muito neste último ano, de maneira crescente. Em primeiro lugar, isso não tem a ver com a eleição americana nem com outras coisas que estão acontecendo — nem mesmo com a situação de Israel no Oriente Médio.
Essas coisas são sintomas disso. Mas, a meu ver, há uma guerra nos céus. Há enormes movimentos acontecendo nas regiões celestiais, e aquilo que está acontecendo no céu terá efeito sobre a terra, sobre a casa de Deus — especialmente sobre a igreja de Deus — e sobre Israel.
Tudo o que, de alguma forma, está relacionado ao cumprimento do propósito eterno de Deus vai experimentar esse conflito, essa batalha que está em curso, que se trava por dentro. Acho isso extraordinário.
Há, é claro, uma série de coisas sobre as quais poderíamos falar e que são sintomas disso. A ascensão da União Europeia — será Apocalipse 13? Será aquela besta descrita em Apocalipse 13 e 14?
Certamente, o texto fala de Roma: a cidade edificada sobre sete colinas. É absolutamente claro que há algo relacionado a Roma, e cada um dos Estados-membros da União Europeia assinou o Tratado de Roma — atualmente, vinte e seis nações, com uma população de 460 milhões de pessoas.
Isso me parece indicar que algo incrível está tomando forma diante dos nossos olhos.
É significativo que alguns dos símbolos dessa União Europeia sejam tão extraordinários. Por exemplo, em muitas moedas de euro, há um touro e uma mulher montada nele.
É, naturalmente, o antigo mito grego — helênico — de Europa. O deus Zeus, aparentemente, segundo o mito, apaixonou-se por essa jovem, mas ela não estava interessada. Então ele se transformou em um touro.
Ela montou nas costas dele, e então ele voltou à sua forma e a estuprou. Acho extraordinário que a Europa adote um símbolo assim para a Comissão Europeia. Não acho fantasioso enxergar ali aquela mulher montada na besta. Há alguma ligação?
Ainda mais notável, penso eu, é o símbolo do Parlamento Europeu que se reúne em Estrasburgo. É a Torre de Babel, acreditem ou não, com o lema abaixo: “Muitas línguas, um só povo.”
Em outras palavras: estamos superando o que Deus fez em Babel.
Essa ascensão da União Europeia é um fenômeno, considerando a história europeia.
É interessante que João, ao descrever isso em Apocalipse 13 e 14, e nos capítulos seguintes até Apocalipse 17 e 18, fale disso como Daniel o compreendeu — em Daniel 2 e Daniel 7.
Não vou entrar em todos os detalhes, mas creio que todos vocês sabem que houve quatro grandes reinos. Talvez vocês se perguntem: por que esses quatro? Por que o império dinástico chinês não é mencionado? Por que os grandes impérios indianos não são mencionados? Por que outros grandes impérios não são mencionados?
Parece que houve quatro grandes tentativas de domínio mundial: Babilônia, Pérsia, helenismo — o Império Helênico, o mais sedutor de todos — e Roma.
Lembrem-se de que, em hebraico, Babel é a palavra para Babilônia. Babilônia é a palavra grega, mas, em hebraico, é sempre Babel. Portanto, há uma continuidade ao longo de todas as Escrituras hebraicas. Quando vocês leem Babilônia, não há diferença.
Por outro lado, a maioria das pessoas das nações ocidentais, ao ler a Bíblia, faz uma distinção entre Babel e Babilônia. Mas, na verdade, as duas estão ligadas.
O que aconteceu em Babel? A tentativa de, de alguma forma, unir o céu e a terra. Não sabemos exatamente o que fizeram — se foi o primeiro arranha-céu já construído ou apenas uma torre simples. Sabemos que algumas coisas da Antiguidade eram incríveis.
É claro que todos fomos condicionados pelo nosso sistema educacional, que nos diz que, basicamente, todos viemos de um lodo primordial e que somos uma espécie de girinos que, aos poucos, se desenvolveram e evoluíram até se tornarem os belíssimos seres humanos que somos hoje — puros, doces e tão maravilhosos.
Mas, na verdade, segundo a Palavra de Deus, as pessoas viviam quase mil anos. Portanto, imagino que não andassem por aí de quatro, mas provavelmente tivessem uma inteligência muito superior à nossa.
Eu diria que o que aconteceu ao longo dos anos foi uma involução, não uma evolução, de modo que o homem se tornou, por assim dizer, degenerado.
O interessante é que eles queriam fazer um nome para si mesmos. Outra coisa interessante é que, quando o Senhor tomou conhecimento disso, Ele disse:
Se começaram a fazer isso, nada lhes será impossível.
Portanto, temos quatro grandes impérios: Babilônia, Pérsia, helenismo — o Império Helênico, o mais sedutor de todos — e Roma.
Quando Deus falou a Nabucodonosor, mostrou-lhe isso na forma de um ser humano, por meio da estátua: um monólito — ouro, prata, bronze, ferro e, depois, uma mistura de barro e ferro.
Mas o interessante é que Nabucodonosor viu aquilo como um ser humano. Só que uma estátua não tem coração nem mobilidade, e foi exatamente isso que aconteceu com a humanidade.
Toda filosofia que a humanidade desenvolveu ao longo dos anos tornou-se uma camisa de força. Não importa qual seja. Mas não devo me desviar do assunto.
O principal é que, quando Deus falou a Nabucodonosor, revelou toda essa história mundial — essa tentativa de domínio mundial — na forma de um ser humano: como homem, o homem caído, em sua glória, engenhosidade e energia.
Quando o próprio Daniel teve essa visão, o Senhor lhe mostrou tudo na forma de quatro animais selvagens. Ora, os animais selvagens são incrivelmente belos e, às vezes, fascinantes, mas são imprevisíveis. Não podem realmente ser totalmente domados.
Ele viu toda a história humana como quatro grandes animais selvagens, sendo o último tão diferente que não se podia reconhecê-lo como um animal conhecido.
João viu a mesma coisa, mas viu algo surgindo no fim da história mundial que seria, por assim dizer, a síntese desses quatro grandes impérios.
A meu ver, essas são as quatro grandes tentativas de Satanás de tomar o mundo para si. Há outros impérios que não são mencionados porque ainda eram expressão do homem caído — da engenhosidade do homem caído, da energia do homem caído —, mas não eram tentativas de domínio mundial.
Se estou certo, então compreendemos, por meio de João e daquilo que o Senhor lhe mostrou, que haveria uma tentativa final, enorme e intensa, de tomar o mundo inteiro para o Anticristo.
O que me interessa é isto: será que a União Europeia é o começo disso?
Grattan Guinness escreveu, em 1860, um livro chamado Light for the Latter Days — Luz para os Últimos Dias. Deus mostrou algumas coisas extraordinárias a Grattan Guinness, e esse livro tornou-se quase uma referência entre os que se interessavam pela Palavra profética de Deus.
Ele foi um dos que definiram com muita clareza que o povo judeu retornaria ao Oriente Médio antes de ser salvo e que uma obra tremenda seria realizada no aspecto material, no que diz respeito à constituição de uma nação. Depois viria a salvação, e assim por diante.
Mas o interessante em Grattan Guinness é que ele acreditava que haveria um ressurgimento do Sacro Império Romano, que era uma confederação de dez reinos. Sempre tive uma séria dúvida quanto a isso.
Em certo momento, pareceu que isso aconteceria, porque aquele Sacro Império Romano — a Alemanha — estava dividido em dois. No século passado, no século XX, parecia realmente que aquilo havia acontecido.
É claro que a Escócia ficaria de fora. Isso é interessante; a Escandinávia também. Mas, de alguma forma, nunca tive uma confirmação interior de que seria assim.
Tenho a impressão de que o fato de as Nações Unidas estarem apaixonadas pela União Europeia, e não pelos Estados Unidos, tem uma influência muito real nisso. As Nações Unidas dividiram o mundo em dez regiões, o que acho muito interessante.
Há alguns outros fatores — espero não estar deprimindo vocês —, mas há outros fatores nisso que são muito instrutivos.
A Europa de hoje, que constitui a União Europeia, é basicamente amoral. Ela rejeitou completamente os princípios bíblicos como fundamento da sociedade.
Isso é ainda mais notável quando percebemos que a Europa, para o bem ou para o mal, tornou-se grande pela adoção dos princípios bíblicos.
Esses princípios presentes na lei de Deus, na Palavra de Deus, que a civilização europeia adotou, tornaram-se a base da justiça, da igualdade, da liberdade de expressão e de mil e uma outras coisas.
Agora estamos voltando não à Bíblia, mas ao helenismo e a Roma. Em outras palavras, queremos ter uma cultura helênica. Dito de outra maneira, o que estamos realmente dizendo é que estamos voltando a uma cultura pagã.
É isso que está na raiz do movimento gay, dos direitos dos gays e dos casamentos gays. Toda a questão é: por que não podemos voltar a uma sociedade totalmente livre?
Um psicólogo sueco muito famoso, cerca de vinte ou trinta anos atrás, disse o seguinte: “Enquanto os conceitos cristãos da Suécia não forem eliminados, sempre haverá hospitais psiquiátricos.”
É exatamente essa a postura mais recente em relação ao assunto. O que a sociedade europeia está dizendo é isto: a Palavra de Deus é uma camisa de força. A Bíblia, conforme interpretada pelos evangélicos — pelos que eles chamam de cristãos nascidos de novo —, é uma terrível limitação para a mente humana e para a liberdade do ser humano.
Essa adoção desses conceitos é, na verdade, 666. É o homem caído. Começa nele, termina nele, e tudo o que há entre uma coisa e outra é ele. É humanismo. Em outras palavras, estamos voltando ao helenismo, e toda a Europa está apaixonada por essa ideia.
Assim, se posso colocar a questão desta maneira — trazê-la para mais perto de vocês e impedir que adormeçam enquanto falo —, o ódio aos Estados Unidos que se manifesta na União Europeia, especialmente ao presidente Bush, existe porque a Europa, como é hoje, não quer o tipo de fé que muitas pessoas nos Estados Unidos representam. Ela o rejeitou.
Acho que a maioria dos americanos quer sentir que é amada pelo mundo em geral. Quero dizer, há americanos que não se importam nem um pouco, mas, de modo geral, os americanos querem sentir que são respeitados, honrados e amados.
É um grande choque para os americanos descobrir que os europeus não estão apaixonados pela América. Não gostam de Hollywood, embora assistam a todos os filmes. Não gostam de McDonald’s, Wendy’s, Kentucky Fried Chicken, comida rápida e mil e uma outras coisas. E não gostam do evangelicalismo americano.
Como um dos irmãos daqui me mostrou, um dos conhecidos jornalecos da Grã-Bretanha, o Daily Mirror, disse: “Como tantos milhões de americanos podem ser tão burros a ponto de votar no presidente Bush?” O Independent, outro jornal britânico, colocou a questão de outra forma: “Eles são todos loucos?”
Vocês provavelmente veem as coisas de uma maneira bem diferente. Veem a eleição aqui como um triunfo da misericórdia e da graça de Deus — como a concessão de mais uma oportunidade aos Estados Unidos para realmente buscá-Lo. A Europa não vê assim.
Ficamos pensando: será que essa união, por assim dizer, entre as Nações Unidas e a União Europeia vai se desenvolver lentamente e se expandir para incluir a maior parte do mundo? Essa é uma questão em aberto.
Quero apenas mencionar isso porque considero muito, muito significativo. Cheguei aqui no dia da eleição, cedo o bastante para acompanhar toda aquela agitação, vocês sabem, e assistir à CNN, à CBS e a algumas outras emissoras dizendo que Kerry estava na frente.
Então, aos poucos, a situação se inverteu, até que, no fim, Bush venceu por uma ampla maioria.
Acho muito interessante que essa questão da eleição americana tenha sido descrita aqui de uma maneira específica. A pergunta feita repetidamente nos programas a que assisti foi esta: “Quanto os evangélicos — isto é, os americanos que creem na Bíblia — influenciaram o resultado desta eleição?”
Digo que é muito interessante que possa haver tantos cristãos que creem na Bíblia a ponto de influenciar, de alguma maneira, uma eleição.
Do outro lado do Atlântico, temos um homem muito digno, um italiano, Rocco Buttiglione, um confidente do papa, um católico crente, um católico romano praticante, que foi indicado pela Comissão Europeia para ser comissário de Justiça.
Em uma entrevista, ele foi indiscreto. Quando lhe perguntaram sua opinião sobre o casamento gay, disse: “Na minha avaliação pessoal, isso é viver em pecado.”
Quando lhe perguntaram sobre famílias monoparentais — isto é, não sobre divórcio, mas sobre filhos fora do casamento —, ele disse: “Na minha avaliação, minha opinião pessoal é que isso é pecado, mas não afeta a interpretação da lei.”
O Parlamento Europeu ficou tão indignado que, por uma maioria muito ampla, votou pela rejeição dos ministros indicados pela Comissão Europeia para a administração. Então Barroso, de Portugal, o presidente da Comissão, retirou a indicação dele. Buttiglione teve de renunciar.
Isso resume, em poucas palavras, o que está acontecendo. Deste lado, as pessoas que creem na Bíblia ainda podem influenciar as coisas — um pouco. Do outro lado, onde eu estou, isso acabou.
A igreja de Deus está lá, graças a Deus por isso. Stephen e eu acabamos de vir da Itália, de uma conferência no sul da Itália, na Sicília. Pensávamos que haveria cem pessoas; havia quinhentas. Apareceram pessoas de todos os cantos.
Achei isso muito interessante. Ultimamente, tenho falado em uma congregação em Atenas onde realmente creio que o Senhor está agindo. É a primeira vez, em muito tempo, que penso: Já estava na hora de acontecer alguma coisa na Grécia e na Itália.
Isso é empolgante. O mesmo acontece no Leste Europeu — coisas tremendas estão acontecendo no Leste Europeu e na Rússia. Creio que vocês sabem bem disso. É claro que a Rússia não faz parte da União Europeia, mas é tremendo o que está acontecendo na Bulgária, na Polônia, na Eslováquia, na República Tcheca e assim por diante.
Mas o fato permanece: essas pessoas não têm influência alguma sobre o que está acontecendo na Europa. Mesmo que as pessoas comuns não concordem com muito do que está se desenvolvendo, o fato é que parecem impotentes para fazer qualquer coisa, como se algum poder invisível estivesse, por assim dizer, impulsionando tudo isso.
Agora preciso cuidar do tempo, como sempre. Se me permitem dizer algo sobre a eleição de vocês, é uma chutzpah da minha parte — uma ousadia — fazer comentários sobre a eleição americana, mas vou fazê-los.
Creio que Deus lhes deu, em misericórdia e graça, uma última oportunidade. É uma oportunidade de, no máximo, quatro anos. Pode ser mais curta.
Acho muito, muito interessante que Deus, em Sua graça, tenha feito isso. Foi uma grande surpresa para a mídia de vocês — com exceção da Fox — e para toda a Europa; e, de fato, creio que para a maior parte do mundo. Estão atônitos. “Como isso é possível?”
Creio que Deus reconheceu que ainda há muitos crentes fiéis nos Estados Unidos e está concedendo uma última oportunidade.
O que quero dizer? Simplesmente isto. Perdoem-me se estou exagerando. Acho que a igreja aqui nos Estados Unidos é, basicamente, uma igreja laodicense.
Não estou falando da estrutura institucional. Alguém me enviou um comentário do arcebispo de Cantuária — e essa pessoa o conhece muito bem. Disse: “Acho que você deveria saber disso.” Eu pretendia trazê-lo e lê-lo para vocês, mas talvez tenha sido melhor não o ter feito.
Nesse comentário, porém, ele se referiu ao livro de Apocalipse como uma “fantasia paranoica”. O arcebispo de Cantuária — o líder da Igreja Anglicana, Episcopal. Acabou. Acabou; vamos encarar os fatos.
Ainda há crentes fiéis envolvidos nisso. Por quanto tempo mais, não sei. Mas a nomeação de bispos gays, um deles vivendo em pecado com outro parceiro, é algo inacreditável aos meus olhos — a reinvenção, a reformulação da Palavra de Deus.
Vejam: “por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus”. A reformulação da Palavra de Deus, o ato de tomar a Palavra de Deus e fazê-la dizer o que ela nunca disse e o que nunca se entendeu que dissesse em mais de dois mil anos.
Quero dizer, é inacreditável, não é? Ajustar a Palavra de Deus à sociedade contemporânea; ajustá-la a coisas que são claramente denunciadas e condenadas na Palavra de Deus.
É apostasia. Mas não estou falando de uma igreja apóstata; estou falando da verdadeira igreja. A meu ver, grande parte da verdadeira igreja é laodicense.
Vocês sabem o que quero dizer. Tudo é uma organização tão bem azeitada que poderia continuar funcionando, quer o Senhor estivesse presente ou não. Sei que isso é muito duro, mas temos uma metodologia, um sistema, uma rotina tão estabelecidos que, quer o Senhor esteja presente ou não, tudo continuará funcionando.
Construímos uma máquina tão bela — tão bíblica em certo sentido, exteriormente — que não importa se o Senhor está presente ou não. Ela continuará funcionando.
Vocês dizem: “Agora você não está indo longe demais?” Esperem um pouco. A igreja de Laodiceia — acho que a maioria de vocês sabe — estava em um lugar extraordinário, no cruzamento de importantes rotas, e era muito, muito rica.
O interessante sobre Laodiceia é que essa igreja — não estamos falando de uma igreja que estava no erro, de uma igreja herética nesse sentido, apóstata — era uma igreja fiel, pelo menos na doutrina, na sã doutrina.
No entanto, o Senhor Jesus estava do lado de fora da porta, batendo. Aquela declaração de Apocalipse 3:20:
Eis que estou à porta e bato.
É inacreditável. Ele está do lado de fora, e eles não percebem.
Devem ter tido a Mesa do Senhor, o partir do pão, estudos bíblicos, reuniões evangelísticas, ações de evangelização, trabalho com crianças — se tinham algo assim naquela época — e toda essa parafernália. Tudo estava ali, e Jesus estava do lado de fora.
É espantoso para mim ouvir o que Ele diz em Apocalipse 3:20:
Se alguém ouvir a Minha voz.
É possível que o Salvador da igreja, o Cabeça da igreja e a Vida da igreja diga:
Se alguém ouvir a Minha voz?
O que foi que aconteceu com essa igreja? Ela nem sequer ouve a Sua voz. Estuda a Sua Palavra e não ouve a Sua voz. Tem a Bíblia e não ouve o que Ele diz. Isso é Laodiceia.
Temos nossos ministros de educação, nossos ministros de música, nossos ministros de jovens e todos os nossos vários níveis de administração. Este é o meu temor: a maioria dos evangélicos americanos provavelmente dirá: “Graças a Deus, Bush está de volta”, e simplesmente retornará à sua mornidão.
Em outras palavras, não reconhecem que, em graça e misericórdia, Deus está dando à igreja na América uma última oportunidade para se arrepender, buscar a Sua face — isto é, colocar a casa de Deus em ordem.
Talvez, pela Sua graça, possa haver um despertamento — o maior despertamento espiritual que a América já viu. Vocês acreditam que isso seria possível? Se houvesse um despertamento, ele influenciaria a próxima eleição.
Se não, vocês terão uma sociedade completamente diferente, igual à Europa — moldada segundo os europeus, capaz de se encaixar no conjunto e, assim, fazer parte de todo esse cenário.
Espero não ter sido duro demais com todos vocês. Mas quero apenas dizer que, para mim, o que aconteceu foi um milagre. Eu mesmo esperava, com toda a certeza, que Kerry vencesse.
Creio que Deus, em Sua misericórdia, deu a esta nação uma última oportunidade. Tudo dependerá da maneira como os crentes responderem.
Porque, no fim, não será a nação que determinará as coisas — nem mesmo a sua liderança —, mas a casa de Deus.
A chave de tudo está nas mãos dos crentes. Se buscassem o Senhor, independentemente do que acontecesse no âmbito externo e oficial, milhares — dezenas de milhares — poderiam encontrar o Senhor.
Bem, queridos amigos, acho que já disse quase o suficiente, mas preciso dizer mais alguma coisa ao considerar toda essa situação mundial em que estamos. Preciso falar de Israel, porque está totalmente isolada.
É uma das coisas mais extraordinárias que estão acontecendo com a mídia mundial: ela conseguiu retratar a América e Bush de tal maneira que a maioria de vocês aqui não reconheceria Bush nem reconheceria os cristãos americanos.
Vocês são burros, vazios de cabeça, fanáticos, moralistas, peças de museu ultrapassadas. Talvez não se reconheçam, mas é assim que a mídia mundial os tem retratado.
Exatamente da mesma maneira, estão retratando Israel. São um bando de demônios com chifres — pessoas que andam por aí espancando árabes, passando por cima deles com tanques e armas e tudo o mais.
Nós que moramos lá vemos as coisas de maneira muito diferente. É realmente extraordinário o afastamento das nações em relação a Israel, a maneira como cada um de seus movimentos é deturpado.
Acho isso interessante porque me parece que, em algum lugar do mundo invisível, foi emitido o decreto de que a igreja deve ser eliminada, e o judeu juntamente com ela.
Ao longo de toda a história dos últimos dois mil anos, o princípio sempre foi: primeiro o judeu e depois o grego, ou o gentio. A salvação era primeiro para o judeu e depois para o gentio. O evangelho é primeiro para o judeu e depois para o gentio.
É muito interessante: os cruzados assassinaram pessoas por onde passaram. Assassinaram judeus e assassinaram verdadeiros cristãos. Se as pessoas não faziam parte da Igreja Católica Romana — mesmo sendo ortodoxas —, eles as assassinavam; assassinaram os cristãos ortodoxos.
A Inquisição assassinou judeus em grande número, comunidades inteiras. Tanto que costumo lembrar aos meus irmãos e irmãs espanhóis, portugueses, italianos e gregos: vocês têm tanto sangue judeu e nem imaginam.
Assassinavam os pais, levavam as crianças, davam-lhes nomes cristãos, criavam-nas em conventos ou mosteiros, e elas passavam a integrar a vida normal da nação.
Uma das razões pelas quais a Itália tem sido a nação mais solidária a Israel sob Berlusconi — é claro, não seria assim se os outros chegassem ao poder; falo de quando está sob Berlusconi — deve-se, creio eu, em parte ao fato de haver muito sangue judeu nos italianos.
Isso é muito interessante para mim porque Hitler escreveu uma carta a Martin Bormann, o vice-Führer, e lhe disse: “Quando tivermos eliminado o povo judeu, eliminaremos os cristãos.”
Aqueles cristãos que apoiaram os nazistas não faziam ideia do que os aguardava.
Creio que, nos conselhos de Satanás, foi emitido o decreto de que a verdadeira igreja e o povo judeu devem ser eliminados.
Sei que haverá um arrebatamento. Não tenho dúvida disso. Sei que seremos arrebatados para estar com o Senhor, e sou muito grato por isso.
Mas estou apenas dizendo que creio que estamos no começo de todo esse movimento para destruir Israel. A batalha em Israel, a turbulência em Israel, a desordem em seu governo, tudo isso faz parte dessa questão.
Bem, preciso encerrar, ou todos vocês estarão dormindo. Mas o Salmo 2 é uma janela profética para a nossa situação atual.
Salmos 2:1-3:
Por que se enfurecem as nações,
e os povos meditam coisas vãs?
Os reis da terra se levantam,
e os governantes tomam conselho juntamente
contra o Senhor e contra o Seu Ungido, dizendo:
Rompamos os Seus laços
e lancemos de nós as Suas cordas.
A palavra em hebraico traz a ideia de tramar, conspirar, em tumulto, de maneira enfurecida. Por que se enfurecem as nações, e os povos meditam algo vazio?
Esses laços são a Palavra de Deus. Essas amarras são a lei revelada de Deus. É contra o Senhor e o Seu Messias — a Palavra de Deus e o testemunho de Jesus.
É isso que está no centro de toda essa questão. Ouçam novamente este maravilhoso salmo, em Salmos 2:7-8:
Proclamarei o decreto:
o Senhor Me disse: Tu és Meu Filho;
Eu, hoje, Te gerei.
Pede-Me, e Eu Te darei as nações por herança
e os confins da terra por Tua possessão.
Os confins da terra — a partir de onde? De Israel. Ah, vocês dizem: “Não, não, não; você não pode dizer isso.” Bem, a partir de onde se medem os confins da terra?
Onde o Senhor chama uma porção da terra de “Minha terra”? Por que Ele diz isso? Por que o diz três, quatro, cinco vezes? Na verdade, alguém me disse que são nove vezes. O Senhor diz: “Minha terra.” Por quê?
Toda a terra é do Senhor, e tudo o que nela existe. Por que Ele reservou uma pequena porção como “Minha terra”? Os confins da terra por Sua possessão.
Queridos irmãos e irmãs, não estamos no começo desse grande movimento; estamos no fim. Esse evangelho saiu de Jerusalém e chegou aos confins da terra, e homens e mulheres de todas as línguas, famílias e raças foram salvos pela graça de Deus por meio de Jesus, o Messias, por meio de Sua obra consumada, e unidos ao Senhor.
Isso não é maravilhoso? Portanto, não é de admirar que as nações estejam meditando coisas vãs. Não é de admirar que estejam conspirando. Por trás delas está o poder das trevas. Por trás delas está o próprio Satanás.
Ele não permitirá que isso se cumpra. Ouçam. É isto que o Senhor diz, em Salmos 2:4,6:
Aquele que está sentado nos céus se rirá;
o Senhor zombará deles.
Eu, porém, constituí o Meu Rei
sobre o Meu santo monte de Sião.
Aquele que está sentado nos céus nem sequer está agitado. Ele está sentado nos céus e se rirá. Ele, para colocar a questão em termos atuais, simplesmente os deterá e zombará deles.
Em Salmos 2:6, lemos:
Eu, porém, constituí o Meu Rei
sobre o Meu santo monte de Sião.
A palavra significa: “Eu instalei o Meu Rei.”
Isso significa que o Rei já está entronizado. Sua coroação talvez ainda esteja por vir, mas Sua entronização, Sua instalação, já aconteceu. Ele está à direita de Deus.
Para mim, isso é simplesmente maravilhoso diante de toda essa escuridão sobre a qual temos falado. É sombrio e deprimente pensar nisso, mas, querido filho de Deus, não há necessidade de se deixar deprimir, porque Deus já venceu.
O Rei está à direita de Deus. Ele está instalado à Sua direita. Acho isso simplesmente maravilhoso. O Senhor não está nem um pouco perturbado com todas essas nações enfurecidas, conspirando e meditando coisas vazias.
Ele diz: “Deixem que façam isso. Eu já tenho o Meu Rei à Minha direita, e esta obra do Espírito Santo, chamando, pela graça, pessoas de todas as línguas, famílias e nações para fazerem parte da Minha morada, está quase completa.”
Não há necessidade de temer. Como todos vocês sabem, tenho muito envolvimento com Israel e faço essas atualizações, e assim por diante. Recebo cartas e outras coisas, e as pessoas ficam tão agitadas. Parece até que todo o propósito de Deus depende delas.
Ficam tão neuróticas com toda essa questão. “Ah, o que vai acontecer? Precisamos jejuar e orar”, e tudo o mais. Bem, eu creio no jejum e na oração — não me entendam mal — e na verdadeira batalha de oração. Mas o fato é que não há necessidade de se tornar neurótico.
O governo está sobre os ombros Dele, não sobre os seus. Se o Senhor está no campo de batalha, não há necessidade de temer.
Ah, meus queridos amigos, temos um Rei à direita de Deus. Sabem o que o Pai disse? Salmos 110:1-2:
Disse o Senhor ao meu Senhor:
Assenta-Te à Minha direita,
até que Eu ponha os Teus inimigos por estrado dos Teus pés.
Domina no meio dos Teus inimigos.
É exatamente isso que o Senhor Jesus está fazendo. Ele está dominando no meio dos Seus inimigos. Isso é algo tremendo.
Vou encerrar, mas deixem-me terminar com uma história. Já a contei a alguns de vocês; é aquela história um tanto chocante, e preciso contá-la. Mas ela coloca toda essa questão em perspectiva.
Tínhamos um homem em Halford House que era um completo canalha — alcoólatra, jogador, mulherengo; tudo o que vocês imaginarem, ele era. Era tão terrível que, em algumas igrejas da região de Richmond — não esta Richmond —, haviam feito advertências do púlpito contra esse homem.
Então ele foi salvo. Foi salvo de uma maneira extraordinária. Ele servia na Real Força Aérea e estava em Gibraltar. Ficou tão deprimido por perder seu dinheiro, seu salário — que não era grande coisa —, e por causa do alcoolismo e da dependência de drogas, que foi se deitar na única linha férrea que percorre o litoral sul da Espanha.
Havia um trem expresso que passava todos os dias por aquela linha. Ele planejava se suicidar. Naquele dia específico, o trem não circulou.
Então ficou deitado durante horas sob o sol quente, esperando que o trem acabasse com sua vida. Por causa de uma greve na Grã-Bretanha, o trem nunca chegou.
Depois se levantou, voltou sem rumo a Gibraltar e foi acolhido por um evangelista do exército, que o conduziu ao Senhor. A mudança foi colossal.
Mas, é claro, ele tinha todo aquele passado. Um dia, levantou-se durante a celebração da Mesa do Senhor e deu este testemunho. Nunca me esqueci dele.
Ele disse: “Na semana passada, eu estava tão deprimido e não sabia o que fazer. Então decidi que a única coisa a fazer…” Ele estava preocupado com seus dois filhos. Eram adolescentes e estavam dando muitos problemas. Tinham alguns dos genes dele.
Ele disse: “Pensei: ‘Vou simplesmente sair para caminhar.’” Chovia a cântaros, um daqueles dias escuros e horríveis que se têm na Grã-Bretanha — céu cinzento, tudo molhado. Ele ficou ainda mais deprimido enquanto caminhava.
Por fim, depois de uma ou duas horas caminhando na chuva, voltou. Ao entrar, viu que os dois meninos estavam grudados na televisão. Estavam tão próximos dela que mal se podia ver a tela.
Ele ouviu o narrador dizer: “Tal cavalo está contornando a curva. Parece que vai ultrapassar o favorito.” Por causa dos antigos instintos, não conseguiu resistir. Aproximou-se da televisão e começou a assistir.
Ele disse: “Os dois cavalos contornaram a curva, e parecia que o favorito seria derrotado. Por fim, quando ambos cruzaram a linha, não dava para ver quem havia vencido.”
O narrador disse: “Vocês terão de esperar alguns instantes até que decidamos, pela foto da chegada, qual deles venceu.” Alguns minutos depois, veio o anúncio: “Tal cavalo, que não era o favorito, venceu por um focinho.”
Então o Senhor disse: “Fred, veja: quando o focinho cruza a linha de chegada, até os últimos fios de pelo da cauda venceram. Entendeu?”
Se a cabeça já cruzou, a cauda pode ainda estar lá atrás, mas venceu. Você e eu podemos estar na cauda, mas o Cabeça já cruzou a linha. Isso significa que vencemos.
Precisamos apenas assimilar tudo isso e pensar por um momento. Encher os nossos olhos do Senhor Jesus. Ele é o Rei de Deus, instalado à direita de Deus.
Que o Senhor nos ajude nisso: por causa da Palavra de Deus e do testemunho de Jesus. O que isso realmente significa?
Amanhã direi algo sobre a Palavra de Deus e o testemunho de Jesus. O que isso realmente significa para nós, em termos simples, para que possamos dizer: “Estou vivendo pela Palavra de Deus e pelo testemunho de Jesus”?
Que Ele nos ajude. Vamos orar?
Amado Senhor, estamos vivendo dias extraordinários. Perdoa-nos, Senhor, se às vezes mal conseguimos acompanhar os acontecimentos.
Mas, Senhor, precisamos da compreensão que somente o Teu Espírito Santo pode dar. Oramos, Senhor, para que nos preserves de qualquer confusão ou de sermos cegados pelo que está acontecendo.
Que o Senhor nos dê essa clareza e esse entendimento, para que saibamos o que devemos fazer e que tipo de pessoas devemos ser neste tempo presente.
Ouve-nos, Senhor. Queremos Te agradecer pelo que fizeste aqui nos Estados Unidos nesta eleição. Nós Te louvamos, Senhor, porque fizeste algo verdadeiramente notável e deste a esta nação outra oportunidade.
Por quanto tempo ela durar, que o Teu Espírito Santo, Senhor, fortaleça aqueles que realmente pertencem a Ti nesta nação, para que aproveitem plenamente esta oportunidade e façam uso dela.
Que isso, Senhor, resulte na edificação da casa de Deus, na purificação da igreja e na salvação dos que ainda não foram salvos. Pedimos em nome do nosso Senhor Jesus. Amém.