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    The Way To Spiritual Mindedness © 2026 Christian Testimony Ministry
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    The Way To Spiritual Mindedness
    The Way To Spiritual Mindedness
    Kaung, Stephen

    A renovação da mente

    Por favor, abram no livro de Romanos.

    Romanos 12:1-2

    Rogo-vos, pois, irmãos, pelas compaixões de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo, agradável a Deus, que é o vosso culto inteligente.
    E não vos conformeis com este mundo: mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

    Filipenses 2:5

    Haja em vós esta mente, que também houve em Cristo Jesus.

    Filipenses 3:15

    Todos quantos, pois, somos perfeitos, tenhamos esta maneira de pensar: e, se pensais de outro modo, também isto Deus vos revelará.

    Filipenses 4:8-9

    Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama; se há alguma virtude, e se há algum louvor, pensai nessas coisas.
    O que aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, essas coisas fazei: e o Deus de paz estará convosco.

    Vamos fazer uma oração.

    Querido Senhor, ao nos reunirmos aqui nesta manhã, nossos corações estão cheios de gratidão. Ao nos lembrarmos, à Tua mesa, Senhor, de como Tu nos amas e de como Te deste a nós dessa maneira, nossos corações ficam profundamente comovidos.

    Somos gratos. Nós Te agradecemos pelo que fizeste por nós. Que preço Tu pagaste por nós!

    Bondoso e querido Senhor, reconhecemos o quanto temos falhado. Confessamos diante de Ti que não somos aquilo para o que Tu nos salvaste. Pedimos o Teu perdão e nos achegamos a Ti com um coração arrependido.

    Desejamos que Tu nos tomes para Ti da maneira que desejas. Queremos que o Teu coração seja satisfeito.

    Fala novamente aos nossos corações. Livra-nos de toda escuridão e conduz-nos à Tua maravilhosa luz, para que sejamos livres para Te servir. Pedimos em Teu precioso nome. Amém.

    A batalha pela mente

    Queridos irmãos e irmãs, temos uma profunda preocupação com essa questão da mente, porque sabemos que há uma tremenda batalha sendo travada pela mente.

    Creio, irmãos e irmãs, que, ao olharem para o mundo, vocês verão que se trata de uma batalha pela mente. Vocês verão como as pessoas estão sofrendo uma lavagem cerebral. O inimigo sabe que, se puder vencer a batalha pela mente, terá a vitória.

    Isso é algo que vem acontecendo ao longo dos séculos e em toda parte. Ainda hoje, quando estamos chegando ao fim desta era, essa batalha pela mente está se intensificando centenas e milhares de vezes.

    E não pensem que nós, como povo de Deus, somos exceção. De maneira muito real e profunda, sentimos que a batalha pela mente dos crentes em nossos dias é muito mais intensa e feroz do que nunca.

    Mas, infelizmente, o povo de Deus parece não ter consciência dessa batalha. É por isso que sentimos que, ao nos reunirmos diante do Senhor, devemos apresentar esse assunto a vocês, queridos irmãos e irmãs: essa batalha pela mente é muito real.

    Ela está acontecendo em nossa mente. Não pense que você é uma exceção. Precisamos de luz. Precisamos de entendimento. Precisamos conhecer a condição da nossa mente. De fato, precisamos ser libertos dessa condição.

    No primeiro século, o apóstolo Paulo travou essa batalha pela mente. Isso nos faz lembrar de 2 Coríntios 10. Ali vocês veem que o apóstolo Paulo travou essa batalha pela mente dos crentes de Corinto.

    Ele esteve com os crentes de Corinto durante dezoito meses. Anunciou-lhes Jesus Cristo, e Este crucificado. Mas, depois de alguns anos, descobriu que o inimigo tinha uma fortaleza na mente daqueles crentes.

    Aqueles crentes permitiram que o inimigo construísse fortalezas em sua mente — com raciocínios, com pensamentos elevados contra a vontade de Deus. Até mesmo o apóstolo Paulo percebeu que era muito difícil libertar aquelas pessoas daquela mente obscurecida e distorcida.

    A única arma que ele podia usar era a oração. Como ele orou para que Deus derrubasse as fortalezas na mente daqueles crentes de Corinto e levasse todo pensamento à obediência de Cristo!

    Agora, não pensem que isso aconteceu apenas em Corinto. Na carta aos Filipenses — sabemos que a carta aos Filipenses é uma carta muito íntima que Paulo escreveu aos crentes de Filipos, porque havia um relacionamento muito bom entre Paulo e aqueles crentes.

    E, no entanto, mesmo em Filipos, vocês veem que havia uma batalha em torno dessa questão da mente. Ela começou com duas irmãs, irmãs que exerciam liderança, mas que, de alguma forma, se tornaram rivais.

    Elas não estavam disputando uma posição no mundo, mas, de alguma forma, disputavam influência na igreja. Não tinham a mesma maneira de pensar. Por não terem a mesma maneira de pensar, logo uma atmosfera pesada se espalhou por toda a igreja, e eles perderam a alegria no Senhor.

    Foi por essa razão que Paulo escreveu essa carta aos Filipenses. Agora, irmãos e irmãs, se algo assim aconteceu na igreja em Filipos, que era quase uma igreja modelo, vocês acham que nós, hoje, não temos o mesmo problema?

    Ao observar o povo de Deus reunido aqui e ali, vocês percebem que, provavelmente, o maior problema da igreja hoje está relacionado à mente. De alguma forma, a mente do povo de Deus está sendo aprisionada pelo inimigo, e, no entanto, não temos consciência disso.

    Muitas situações acontecem, e, quando vocês chegam à raiz delas, percebem que, de alguma forma, o inimigo conseguiu construir fortalezas ao longo dos anos. Essas fortalezas se opõem à vontade de Deus.

    Portanto, irmãos e irmãs, temos uma profunda preocupação com essa questão. Precisamos entender como, desde o princípio, o inimigo entrou na vida do homem por meio da mente.

    A entrada do pecado por meio da mente

    Mencionamos como, no jardim do Éden, o inimigo, por meio de uma pergunta, implantou a dúvida na mente de Eva. Quando Eva aceitou aquela tentação, seu desejo começou a conceber o pecado; e, quando o pecado se consuma, ele produz a morte.

    Assim, irmãos e irmãs, já mencionamos que, antes de conhecermos o Senhor, nossa mente, que julgávamos normal, era, na verdade, anormal. Nossa mente estava obscurecida.

    Mas, graças a Deus, a primeira coisa que Deus fez em nossa vida para nos libertar foi fazer a luz brilhar sobre as trevas. Quando a luz de Deus brilhou sobre nós, começamos a perceber onde estávamos. Começamos a enxergar nossa verdadeira condição, assim como o filho pródigo. Ele começou a perceber sua condição, e a nós foi concedido o arrependimento.

    Agora, já mencionamos o que significa arrependimento. Significa uma mudança de mente.

    Essa nossa mente, que recebemos de nosso antepassado Adão, era uma mente reprovada. Era uma mente sem discernimento moral. Por causa disso, cometíamos muitos pecados e, no entanto, não tínhamos consciência do que havíamos feito.

    Assim, antes de crermos no Senhor Jesus, não importava quem fôssemos, nós nos considerávamos quase perfeitos. Não ousávamos dizer que éramos perfeitos, mas quase perfeitos.

    Essa era a minha condição antes de crer no Senhor. Eu sempre achava que o evangelho era para aqueles pecadores, mas que eu era bom demais para precisar da salvação do Senhor. Acho que isso provavelmente está na mente de cada um de nós.

    Mas, graças a Deus, um dia a luz entrou em nossa mente. De alguma forma, em meio às trevas, vimos a luz. Percebemos nossa verdadeira condição e, pela graça de Deus, nos arrependemos. Houve uma mudança de mente. Nós nos afastamos do pecado, da morte, e nos voltamos para o Senhor em busca de vida.

    Mas, como já mencionamos, embora, por meio do arrependimento e da fé no Senhor Jesus, recebamos uma nova vida dentro de nós, e o Espírito de Deus habite em nosso novo espírito, infelizmente nossa mudança de mente é apenas temporária e superficial.

    Quando estávamos em nosso primeiro amor pelo Senhor, parecia que havíamos mudado completamente — até nossa mente havia mudado. Em nosso primeiro amor pelo Senhor, amamos a Palavra de Deus, amamos orar, amamos ter comunhão e aprendemos a testemunhar do Senhor.

    Se o Senhor nos pedisse qualquer coisa, nada seria difícil demais para Lhe dar. Essa era a nossa situação porque havíamos nascido de novo. Havíamos nascido no reino de Deus. Agora éramos filhos de Deus e tínhamos a Sua vida em nós.

    Há um amor dentro de nós que Deus colocou ali, e nós realmente O amamos de todo o nosso coração, de toda a nossa alma, de todo o nosso entendimento e de toda a nossa força. Se isso continuasse para sempre, como seria bom!

    Mas, infelizmente, irmãos e irmãs, vocês provavelmente começam a descobrir que, embora haja dentro de vocês uma nova vida e um novo desejo, embora queiram agradar a Deus e fazer a vontade de Deus, muito em breve sua mente começa a protestar.

    Vocês percebem que seu coração, sua vida, quer Deus, mas, de alguma forma, sua mente ainda se demora no passado e olha para trás, desejando as coisas que desejava antes.

    Sabem, é como dirigir. Lembro-me de que, um dia, um irmão me levou para casa de carro. Enquanto dirigia, passou da minha casa e continuou em frente. Por quê? Porque a casa dele ficava mais adiante. Era o velho hábito.

    Sem perceber, sua mente começa a pensar da maneira antiga. Por um período muito curto, o mundo não significa nada para você, por causa do conhecimento de Jesus Cristo. Mas, de alguma forma, depois de algum tempo, você percebe que sua mente está novamente se voltando para o mundo.

    Sua maneira de avaliar as coisas não mudou. Aquilo que você amava no passado parece despertar seu amor novamente. Sua maneira de pensar continua sendo a antiga maneira de pensar.

    Quando isso acontece, você percebe que há uma luta em sua vida. Quanto ao homem interior, você quer o Senhor e quer fazer a Sua vontade. Mas, de alguma forma, percebe que a mente está contra você.

    O velho Adão é forte demais para você e para mim. Foi isso que o reformador disse. Ele descobriu que o velho Adão era forte demais. Nossa própria mente é forte demais e, de alguma forma, bloqueia o caminho da nova vida e vence essa nova vida.

    Assim, irmãos e irmãs, creio que todos nós já passamos por essa experiência que chamamos de guerra civil. Há uma guerra civil acontecendo dentro de nós.

    Agora, graças a Deus por essa guerra civil, porque, por meio dela, começamos a perceber que algo não está bem. É como o apóstolo Paulo em Romanos 7:

    Quero fazer o que devo fazer, mas não consigo.
    Não quero fazer o que não devo fazer, mas faço.

    Ele disse:

    Porque em mim, isto é, na minha carne, não há bem algum.
    Minha carne está vendida ao pecado.

    Assim, irmãos e irmãs, creio que, em nossa experiência, todos nós já passamos por esse tipo de vida. É uma vida de altos e baixos, e há mais derrota do que vitória.

    Mas, graças a Deus, há um caminho de libertação. Na verdade, esse caminho de libertação começa na mente.

    A transformação pela renovação da mente

    Nossa mente precisa ser renovada. Ontem à noite, nosso querido irmão Dana enfatizou esse ponto para nós: nossa mente precisa ser renovada, porque somente com a renovação da mente há transformação.

    Se a mente não for renovada, não haverá transformação. Isto é, como podemos deixar de estar na carne e de andar na carne? Como podemos ser transformados e deixar essa vida da alma, que é centrada no eu? Como podemos deixar de amar o mundo e passar a amar a vontade de Deus?

    É necessário que haja uma transformação, e essa transformação acontece pela renovação da mente. Portanto, irmãos e irmãs, nesta manhã vou começar por aí.

    O que o povo de Deus precisa hoje é da renovação da mente. Nossa mente tem muito a ver com nosso andar cristão. Aquilo que pensamos é aquilo que somos.

    Se pensamos nas coisas da carne, andamos segundo a carne. Se pensamos nas coisas do Espírito, andamos segundo o Espírito. Nossa maneira de pensar, nossa mentalidade — as coisas para as quais nossa mente está voltada — determina a maneira como andamos.

    Por isso, precisamos da renovação da mente. Mas como a mente pode ser renovada? É algo que não podemos fazer por nós mesmos. Não podemos mudar nossa mente.

    Às vezes dizemos: “Bem, mudei de ideia”. Mas lembrem-se: isso é muito superficial. Não é uma mudança verdadeira, porque, quando chegamos à raiz, tudo continua igual. O eu está na raiz.

    Somente Deus pode mudar nossa mente. Mas como Ele muda nossa mente? Qual é o segredo?

    Nosso querido irmão leu Romanos 12:1-2 ontem à noite, e disse:

    Rogo-vos, pois, irmãos, pelas compaixões de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo, agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
    E não vos conformeis com este mundo: mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

    Assim, em outras palavras, a renovação da mente é obra de Deus, mas nós temos uma responsabilidade. Nossa responsabilidade é apresentar nossos corpos como sacrifício vivo.

    Agora, irmãos e irmãs, especialmente os mais jovens — mas não acho que os mais velhos estejam isentos —, essa renovação da mente, por meio da apresentação de nossos corpos como sacrifício vivo, é tão fundamental para nossa vida cristã.

    Não apenas é fundamental, mas é tão profunda que, ao longo de toda a nossa vida nesta terra, precisamos experimentá-la dia após dia.

    A apresentação como sacrifício vivo

    Por que devemos apresentar nossos corpos como sacrifício vivo? O apóstolo Paulo, de Romanos 1 a Romanos 11, nos mostra as misericórdias de Deus.

    Quando ainda estávamos no pecado, não havia esperança. No entanto, Deus, em Sua misericórdia, enviou Seu Filho amado ao mundo para morrer em nosso lugar. Ele levou em Seu próprio corpo os nossos pecados e nos levou Consigo, crucificados na cruz.

    Ele não apenas nos justificou; Ele também nos santifica. Não apenas nos santifica, mas nos glorifica. Ele colocou o Espírito de Deus, Seu próprio Espírito, em nós. Pela direção do Espírito, podemos nos tornar filhos de Deus.

    Dentre as multidões das nações, Deus, antes mesmo da fundação do mundo, nos escolheu em Cristo Jesus e, no tempo, nos salvou. Em outras palavras, vocês percebem que tudo isso é fruto das misericórdias de Deus.

    Irmãos e irmãs, quanto mais vocês vivem, mais percebem que é somente pelas misericórdias de Deus que vocês são o que são hoje.

    Com todas as Suas misericórdias, com toda a obra consumada de Cristo, Ele providenciou tudo para nós — não apenas para perdoar nossos pecados, mas também para que possamos viver uma vida vitoriosa, uma vida que O honre, que O glorifique.

    Agora, depois de termos recebido todas as Suas misericórdias, qual deve ser nossa resposta? Só pode haver uma resposta: apresentar nossos corpos como sacrifício vivo.

    Isso é algo racional a se fazer. É a coisa certa a fazer. É algo santo a se fazer. Assim, a primeira experiência cristã é a consagração — ou, como diz o irmão Dana, a apresentação.

    Pergunto-me, irmãos e irmãs, se todos nós aqui já apresentamos nossos corpos como sacrifício vivo ao Senhor.

    Quanto ao direito de Deus sobre nós, Ele nos comprou por um alto preço. Ele nos comprou com o próprio sangue de Seu Filho amado. Não há preço mais alto do que o sangue do Filho de Deus.

    Portanto, não pertencemos a nós mesmos; fomos comprados por um preço. É justo que Deus possa exigir que apresentemos nossos corpos como sacrifício vivo. Mas Deus não quis agir dessa maneira.

    Ele nos concedeu todas essas misericórdias e nos deixou livres. Não quis fazer nada com base em uma exigência legal, embora tenha todo o direito de fazê-lo.

    É por isso que, mesmo depois de sermos salvos, ainda podemos viver, se quisermos, nossa própria vida à nossa própria maneira. Deus não vai tratar conosco de maneira legalista.

    Ele quer que Seu amor nos toque, que Seu amor nos constranja. Se formos constrangidos pelo Seu amor, nós nos apresentaremos a Ele voluntariamente, de boa vontade — não obrigados, não forçados, mas de boa vontade, voluntariamente, com alegria: “Senhor, tudo é Teu”.

    É um sacrifício. É um sacrifício vivo. Em outras palavras, de agora em diante, você vive para Ele, não para si mesmo. Você entrega a Ele seus direitos e permite que Ele faça tudo o que deseja fazer com sua vida.

    Você tem medo disso? Sabe, às vezes pensamos: se nos apresentarmos a Ele e nos entregarmos a Ele, o que Ele fará conosco?

    Graças a Deus, se nos mantivermos em nossas próprias mãos, faremos uma confusão de nós mesmos. Mas, se nos entregarmos a Ele, você sabe o que Deus fará com você? Ele quer transformar você de glória em glória, segundo a imagem de Seu Filho amado. É isso que Deus quer fazer com você.

    Por que não nos entregamos completamente a Ele? Por que retemos algo?

    É muito mais fácil fazer isso no início da vida cristã. Mas, de qualquer forma, essa é a única coisa que precisamos fazer.

    Irmãos e irmãs, se não fizemos isso, ainda não começamos nossa vida cristã. Você não sabe o que é a vida cristã. Entregue-se completa e inteiramente ao Senhor.

    É um sacrifício vivo. Irmãos e irmãs, o maravilhoso que acontece é isto: quando vocês apresentam seus corpos como sacrifício vivo, o Espírito Santo começa a trabalhar para transformar e renovar sua mente.

    Com base na apresentação de seus corpos como sacrifício vivo, o Espírito Santo começa a renovar sua mente e a conformá-la à própria mente de Cristo.

    Agora, por que isso acontece? Porque Deus, que nos criou com uma vontade, sempre respeita nossa vontade. Ele não fará nada conosco sem nosso consentimento.

    Pensem nisso. Ele quer fazer tudo em nós — tudo o que é bom, glorioso, maravilhoso —, mas espera até obter sua permissão, até que você esteja disposto, até que você se entregue a Ele.

    Então Ele tomará você em Suas mãos e fará a obra de renovar sua mente e transformar você.

    Muitas vezes ouço os jovens perguntarem: “Qual é a vontade de Deus?” A resposta parece ser: “Tudo o que é contra mim é a vontade de Deus”.

    Não é de admirar que vocês não amem a vontade de Deus. Por outro lado, quando se pede aos jovens que não amem o mundo, essa é a coisa mais difícil para eles. Vocês sempre recebem esta resposta: “Vocês são velhos. Já provaram o mundo. Nós ainda não o provamos. Deem-nos uma oportunidade de amar o mundo e, quando tivermos experimentado o suficiente de sua amargura, voltaremos”.

    Mas pode ser tarde demais.

    Sabem, vocês não podem obrigar um jovem irmão ou uma jovem irmã a não amar o mundo. Não podem obrigá-los a amar a vontade de Deus, porque sua mentalidade, sua maneira de pensar, não mudou.

    Para eles, o mundo é encantador, belo, atraente. A vontade de Deus é dura, severa, difícil e contrária a eles.

    Mas, irmãos e irmãs, Deus nunca quer nos obrigar a fazer coisa alguma. Ele sabe do que você precisa: uma mente renovada. É tudo de que você precisa.

    Quando sua mente é renovada, algo acontece. O que você considerava belo começa a parecer feio. O que considerava feio agora começa a parecer tão belo.

    Sabem, isso aconteceu com o apóstolo Paulo. Em Filipenses 3, ele nos deu seu próprio testemunho. Disse: “Foi isso que aconteceu comigo”. Uma mente renovada.

    No caminho para Damasco, quando o Senhor o encontrou, a primeira pergunta que ele fez foi:

    Senhor, quem és Tu?

    “Não Te conheço. Quem és Tu? Reconheço que Tu és Senhor, porque és mais poderoso do que eu. Não sou páreo para Ti. Quero me render a Ti, mas quem és Tu?”

    A segunda pergunta foi:

    Que queres Tu que eu faça?

    Em outras palavras, ele entregou sua vida ao Senhor. Apresentou seu corpo como sacrifício vivo. “O que Tu queres que eu faça? Agora cabe a Ti decidir.”

    Por causa disso, vocês veem que ele estava sendo transformado pela renovação da mente. Aquilo que considerava precioso, passou a considerar perda.

    Esse jovem, Saulo, era diferente da maioria dos jovens do mundo. A maioria dos jovens queria buscar as coisas deste mundo, mas ele não. Ele buscava as coisas religiosas e fez grandes progressos nelas.

    Ele estava mais adiantado do que seus contemporâneos. Era tão zeloso e pensava estar servindo a Deus ao perseguir os crentes em Jesus Cristo.

    Mas houve uma mudança de mente, uma mudança verdadeira. O Espírito Santo lhe deu uma nova mente, uma mente renovada. Com essa mente renovada, ele considerava todas essas coisas como perda pela excelência do conhecimento de Jesus Cristo.

    Agora, irmãos e irmãs, isso deveria acontecer com cada um de nós. Se ainda não aconteceu com você, há algo errado com sua mente. Sua mente ainda não foi renovada.

    Se sua mente ainda não foi renovada, você não foi transformado. Continuará amando as coisas que amava antigamente e continuará não gostando das coisas para as quais Deus está chamando você.

    Irmãos e irmãs, vocês precisam começar. Agora, se já começaram — em outras palavras, se já apresentaram seu corpo como sacrifício vivo e, graças a Deus, há certo grau de renovação em sua mente —, vocês acham que isso é tudo? De modo algum.

    Essa questão da consagração, da apresentação, precisa ter um começo, mas é uma experiência para toda a vida. É uma porta pela qual vocês precisam entrar, mas, depois de passarem pela porta, há um caminho que precisam percorrer.

    Portanto, apresentar nossos corpos como sacrifício vivo é algo contínuo em nossa vida. Não é porque você apresentou seu corpo como sacrifício vivo há cinco anos, ou há cinquenta anos, que isso continua valendo hoje. Não funciona dessa maneira.

    Você precisa apresentar seu corpo diariamente, continuamente. É como o holocausto. O holocausto é uma oferta integral; é oferecido para aceitação diante de Deus.

    O holocausto precisava ser oferecido uma vez pela manhã e uma vez à tarde, e o fogo do holocausto nunca se apagava. Em outras palavras, ele ardia dia e noite, dia e noite, e o sacrifício permanecia ali dia e noite, continuamente.

    Portanto, irmãos e irmãs, não pensem que já apresentaram seu corpo antes e que isso basta. Não. Vocês precisam apresentar seu corpo como sacrifício vivo dia e noite, e o fogo nunca deve se apagar.

    Especialmente quando vocês chegam a uma crise. Sabem, a vida está cheia de crises. Quando você chega a uma crise, talvez ame alguma coisa ou ame alguém, e o Senhor começa a mostrar que precisa abrir mão disso, mas você não consegue.

    Você luta com isso. Não consegue vencer porque sua mente, nessa área, ainda não foi tratada; ainda não foi renovada. O Senhor ainda não é tudo para você.

    Então, irmãos e irmãs, nesse momento, como atravessar essa crise? O segredo é apresentar seu corpo mais uma vez como sacrifício vivo — uma consagração mais profunda.

    Ao se entregarem de maneira mais profunda, irmãos e irmãs, vocês descobrem que, de alguma forma, isso se torna fácil. Sua mente mudou. Aquilo que prendia você tão fortemente, de repente, já não significa tanto. Agora o Senhor significa tudo para você.

    Irmãos e irmãs, creio que vocês já tiveram experiências assim. Portanto, essa renovação da mente precisa continuar sem cessar.

    Assim como em 2 Coríntios 4, o apóstolo Paulo disse que nosso homem interior se renova dia após dia. Assim como em Colossenses e Efésios, essa transformação, essa renovação da nossa mente, acontece continuamente, para que sejamos transformados segundo a Sua imagem.

    Ainda não temos a Sua imagem. Talvez tenhamos um começo da Sua imagem em nós; isto é, Seu caráter começa a ser incorporado à nossa vida. Mas essa imagem precisa crescer até que, por meio do pleno conhecimento de Cristo, cresçamos nesse pleno conhecimento de Cristo.

    Portanto, irmãos e irmãs, essa questão da renovação da mente, por meio da apresentação de nossos corpos, é um processo contínuo, para toda a vida. Espero que não cheguemos ao ponto de pensar que já nos formamos.

    Todos nós somos aprendizes. Ainda estamos aprendendo, para que possamos ser transformados de glória em glória, como pelo Senhor, o Espírito.

    A mente de Cristo

    Agora, irmãos e irmãs, depois de dizer isso, gostaríamos de ver que tipo de mente é essa mente renovada.

    Sabem, a carta aos Filipenses, em certo sentido, nos permite vislumbrar a vida pessoal do apóstolo Paulo. Ali ele, por assim dizer, abre seu coração aos crentes de Filipos e mostra o que o Senhor fez em sua vida.

    Quando vocês leem essa carta, não podem deixar de notar o lugar que a mente ocupa nela. Vocês percebem que ele está tentando compartilhar conosco essa sua mente renovada.

    No primeiro capítulo, vocês encontram Paulo em Roma, como prisioneiro. Ele estava acorrentado a um soldado dia e noite. Perdeu sua privacidade e perdeu sua liberdade. Não podia sair.

    Embora tivesse permissão para ficar no imóvel que havia alugado, e as pessoas pudessem visitá-lo, ele nunca estava sozinho. Como prisioneiro, permanecia acorrentado a um soldado dia e noite.

    Agora, suponham que estivéssemos nessa situação. Como nos sentiríamos?

    Provavelmente, antes de tudo, murmuraríamos: “Por que estou aqui? Não cometi crime algum. Pelo contrário, estou fazendo algo bom. Estou pregando o evangelho. Por que deveria estar preso assim? Por que Ele permitiria que isso acontecesse dessa maneira? Se estou servindo a Ele, por que Ele não me serve?”

    Irmãos e irmãs, provavelmente esse seria nosso pensamento. Se você pensa dessa maneira, perde sua alegria. A inclinação da carne é morte.

    Mas aqui vocês encontram o apóstolo Paulo. Ele estava na prisão e, no entanto, estava cheio de alegria. Tinha tanta alegria que podia consolar os crentes de Filipos. Eles não estavam na prisão; tinham apenas um pequeno problema entre eles, mas perderam a alegria.

    Quando vocês perdem a alegria, perdem a força.

    Paulo estava naquele ambiente, na prisão, e, no entanto, sua maneira de enxergar a situação, de avaliá-la, de pensar a respeito dela, era tão diferente.

    Ele disse: “Deus me colocou aqui para que eu dê testemunho, não apenas ao mundo, mas à casa de César”. Como alguém poderia entrar na casa de César e pregar o evangelho a eles? Mas ali estava ele. Pôde pregar à casa de César, por isso agradecia a Deus.

    Mesmo enquanto estava ali, alguns irmãos legalistas tentavam aumentar seus sofrimentos pregando outro evangelho. No entanto, ele disse: “Ainda assim, o nome de Cristo está sendo mencionado”.

    Irmãos e irmãs, como alguém pode fazer isso? Sua mente era diferente. Ele tinha uma nova mente. Seu pensamento era diferente. Enxergava as coisas de outra maneira. Conseguia ver além da superfície. Conseguia enxergar a vontade de Deus e estava alegre e feliz com isso.

    Irmãos e irmãs, essa é uma mente nova, renovada. Por isso, em Filipenses 2, ele disse:

    Haja em vós esta mente, que também houve em Cristo Jesus.

    Nosso Senhor Jesus, quando veio a este mundo, tinha uma mente. Que tipo de mente era essa?

    Ele, que era igual a Deus, Ele, que tinha a forma permanente de Deus — a igualdade com Deus não era algo de que precisasse Se apoderar, pois era Seu direito, porque Ele é Deus.

    No entanto, por nos amar, Ele esvaziou a Si mesmo. Não podia Se esvaziar de Sua divindade, porque isso é o que Ele é. Mas esvaziou a Si mesmo de toda a glória e honra que cercavam Sua divindade.

    Sem esvaziar a Si mesmo, Ele não poderia Se tornar homem. Mas, ao esvaziar a Si mesmo, tomou sobre Si a forma de servo.

    Em outras palavras, Ele veio a este mundo na condição de homem, mas Seu coração era o coração de um servo. Veio para ser um servo, sem direitos próprios.

    A vontade do Pai era tudo para Ele. Essa era a Sua mente. Sua mente estava voltada para fazer a vontade de Seu Pai, até a morte, e morte de cruz.

    Irmãos e irmãs, essa é a mente de Cristo. O apóstolo Paulo disse:

    Seja esta mente a vossa mente.

    Nosso problema é que a mente está centrada no eu: interesse próprio, confiança em si mesmo, orgulho próprio, opinião própria. Tudo é controlado pelo eu — eu, eu. Às vezes pode ser uma carne boa, mas ainda é carne.

    É difícil renunciarmos a nós mesmos. Sabem, a coisa mais difícil em nossa vida com a qual Deus está tratando é esse “eu”. Essa é a coisa mais difícil.

    Martinho Lutero, o reformador, não tinha medo dos imperadores, dos papas, dos cardeais ou dos grandes homens. Mas disse: “Tenho medo do velho Adão dentro de mim”.

    Irmãos e irmãs, sabem qual é nosso problema? Nosso problema é que, em nossa mente, o eu ainda está no trono. Esse é todo o problema.

    Como o eu, sentado no trono da nossa mente, pode ser destronado e dar lugar a Cristo em nossa mente? Isso é salvação.

    Esse não é apenas nosso problema pessoal; é um problema da igreja. Não conseguimos renunciar a nós mesmos. Por que não conseguimos? Porque temos um conceito elevado demais de nós mesmos.

    Temos medo de perder a nós mesmos. Pensamos que isso é perder o respeito próprio. Não, é perder nosso orgulho próprio.

    Por que vocês encontram o povo de Deus se opondo uns aos outros? Suas mentes entram em conflito.

    Às vezes vocês olham para as coisas que estão acontecendo, e elas são muito pequenas. No entanto, de alguma forma, embora a questão em si seja pequena, ela se torna tão impossível de resolver. Por quê? A mente. Você não consegue abrir mão.

    Conheci duas pessoas muito espirituais, muito respeitadas. No entanto, havia um conflito entre elas. Ambas queriam se reconciliar, mas nunca se reconciliaram.

    Por quê? Porque uma dizia: “O problema começa com você. Você deve pedir desculpas primeiro”. A outra dizia: “O problema começa com você. Você deve pedir desculpas primeiro”. Nenhuma das duas estava disposta a se humilhar, e o problema nunca foi resolvido. Ambas morreram.

    Irmãos e irmãs, olho para os problemas da igreja hoje. Este é o problema: não temos a mente de Cristo.

    Paulo falou da humildade de mente, de considerar os outros superiores a si mesmos. Se sua mente tem essa disposição, há alguma coisa pela qual disputar? Há alguma coisa da qual você não possa abrir mão?

    Que a mente de Cristo seja a sua mente.

    Irmãos e irmãs, por um lado, quando vocês veem a mente de Cristo, não podem deixar de perceber que não têm esse tipo de mente. Mas, por outro lado, agradecem a Deus, porque é isso que o Espírito de Deus está fazendo.

    Ele está renovando sua mente. Está tirando sua mente do eu e conduzindo-a a Cristo, até que a mente de Cristo se torne a sua mente.

    Quando a mente de Cristo se torna a sua mente, irmãos e irmãs, você não apenas é liberto; no meio dos irmãos e irmãs, você é uma pessoa livre. Não há nada que possa aprisionar você.

    Ainda em Filipenses 2, Paulo disse aos filipenses:

    Eu vos ofereço como sacrifício a Deus, e, se eu for derramado como libação sobre vós, alegro-me.
    Estou pronto.

    Em outras palavras, ele fez tudo isso para tornar aqueles irmãos e irmãs um sacrifício a Deus. Mas disse:

    Estou disposto apenas a acompanhar-vos como uma libação.

    Isso é alegria.

    Alegro-me convosco ao vos ver oferecidos em sacrifício a Deus.
    Alegro-me convosco.

    Não há eu ali. É Cristo.

    Ele até mencionou Timóteo. Disse:

    Timóteo é um jovem.
    Todos se preocupam com seus próprios interesses, mas Timóteo se preocupa convosco, com os interesses de Deus.
    Ele é como um filho para um pai.

    Não apenas Timóteo, mas também Epafrodito, o mensageiro deles enviado a Paulo — para cumprir seu ministério, ele quase chegou à morte. Esteve doente, à beira da morte, mas seu coração estava com os filipenses.

    Irmãos e irmãs, não há eu ali. Na mente, o caráter da mente, a natureza da mente, a própria constituição da mente é Cristo — não mais o eu.

    A menos que isso esteja acontecendo, irmãos e irmãs, toda a chamada transformação é superficial.

    A mente voltada para Cristo

    Muito rapidamente, em Filipenses 3, vocês encontram a disposição da mente. Essa mente, que é a mente de Cristo, está voltada para Cristo.

    Por isso, vocês encontram o apóstolo Paulo dizendo:

    Considero tudo como perda pela excelência do conhecimento de Jesus Cristo.

    Toda a sua mente estava voltada para Cristo: conhecê-Lo e conhecer o poder de Sua ressurreição.

    Conhecer a comunhão de Seus sofrimentos, ser conformado à Sua morte, para que eu alcance a ressurreição dentre os mortos.

    Não afirmo que já tenha alcançado, mas prossigo para o alvo.

    Essa é a mente. Ele disse:

    Se alguém é perfeito…

    Isto é, maduro.

    Se sois maduros, esta deve ser a vossa maneira de pensar.

    Sua mente deve estar voltada para Cristo.

    Se vocês pensam de outra maneira, Deus lhes mostrará que devem pensar assim.

    A proteção e o preenchimento da mente

    Finalmente, em Filipenses 4, vocês veem que Deus criou nossa mente para ser usada. Nossa mente não pode ficar vazia.

    Sabem, a religião oriental, a chamada meditação transcendental, procura deixar sua mente vazia. Quando sua mente está vazia, segundo a Palavra de Deus, o inimigo, Satanás, consegue entrar nela.

    Portanto, irmãos e irmãs, nossa mente não deve ficar vazia. Devemos usar nossa mente. Mas, infelizmente, ela é bombardeada por todas as coisas ao nosso redor: propagandas, televisão, programas de rádio, livros, notícias e todas essas coisas.

    Essas coisas bombardeiam nossa mente. Nossa mente fica cheia de coisas imundas.

    Especialmente hoje, no caso dos jovens, vocês veem o inimigo tentando bombardear sua mente, enchê-la de todas essas coisas impuras, de todas essas coisas más. Se nossa mente fica cheia dessas coisas e começamos a pensar nelas, percebemos que nossa mente foi capturada.

    É um problema real. Portanto, irmãos e irmãs, por um lado, precisamos ter cuidado para não permitir que essas coisas entrem em nossa mente, para que não se tornem fortalezas do inimigo e se oponham à vontade de Deus.

    Assim, em tudo o que vocês veem, em tudo o que leem, em tudo o que ouvem, precisam ter cuidado.

    Quero realmente advertir os jovens irmãos e irmãs: tenham muito cuidado com o que veem, com o que leem e com o que ouvem. Pelas portas dos ouvidos e dos olhos, o inimigo está tentando alcançar sua mente e construir fortalezas ali.

    Agora, como vamos encher nossa mente com as coisas certas? É isso que Paulo diz. Ele disse:

    Tudo o que é bom, tudo o que é nobre, tudo o que é amável, tudo o que é honesto, tudo o que é santo — se há alguma virtude —, pensai nessas coisas.

    Sabem, precisamos pensar nas coisas certas. Não pensem nas coisas erradas. Se vocês pensarem nas coisas erradas, aos poucos toda a sua imaginação se tornará má.

    Tenham cuidado com isso. Procurem encher sua mente com as coisas de Deus. Encham sua mente com a Palavra de Deus. Meditem na Palavra de Deus. Que a Palavra de Deus habite ricamente em seu coração.

    Irmãos e irmãs, então, quando vocês estiverem em dificuldades, a Palavra de Deus virá à tona e resolverá seu problema. Portanto, precisamos ter cuidado com nossa mente. Precisamos colocar o capacete da salvação.

    Não permitamos que todas essas coisas ocupem nossa mente, mas pensemos corretamente.

    Assim, irmãos e irmãs, considero tão preciosa a oração de Davi. Em Salmos 139:23-24, ele orou:

    Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração:
    Prova-me e conhece os meus pensamentos:
    E vê se há em mim algum caminho mau,
    E guia-me pelo caminho eterno.

    Como precisamos levar nossa mente ao Senhor e pedir que o Senhor a prove! Não conhecemos nossa própria mente. “Prova-me, mostra-me e vê se há pensamentos maus escondidos.”

    A palavra “mau”, em outra tradução, é “idólatra”. Em outras palavras, se, além de Deus, adoramos alguma outra coisa em nossa mente, então guia-nos pelo caminho eterno.

    Portanto, que as palavras da nossa boca e a meditação do nosso coração sejam agradáveis a Deus.

    Oração final

    Querido Senhor, queremos realmente Te agradecer porque Tu és capaz de renovar nossa mente e transformá-la, conformando-a à mente de Cristo. Senhor, por isso somos gratos.

    Mostra-nos o caminho. Capacita-nos a realmente nos apresentarmos a Ti diariamente, a cada hora, e a permitir que Tu realizes essa obra para a glória de Deus. Pedimos em Teu precioso nome. Amém.