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    God Has Spoken: Nehemiah © 2026 Christian Testimony Ministry
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    God Has Spoken: Nehemiah
    God Has Spoken: Nehemiah
    Kaung, Stephen

    A restauração do testemunho de Jesus

    Por favor, abram no livro de Neemias, capítulo 1. Vamos ler os quatro primeiros versículos.

    As palavras de Neemias, filho de Hacalias.
    E sucedeu no mês de quisleu, no ano vigésimo, estando eu em Susã, a fortaleza,
    que veio Hanani, um de meus irmãos, ele e alguns homens de Judá; e perguntei-lhes pelos judeus que escaparam, que restaram do cativeiro, e por Jerusalém.
    E disseram-me: Os restantes, que ficaram do cativeiro, lá na província, estão em grande aflição e opróbrio; e o muro de Jerusalém está derrubado, e as suas portas, queimadas a fogo.
    E sucedeu que, ouvindo eu estas palavras, assentei-me e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus.

    Neemias 2:17-18:

    Então lhes disse: Bem vedes a miséria em que estamos, que Jerusalém está assolada, e que as suas portas estão queimadas a fogo; vinde, pois, e reedifiquemos o muro de Jerusalém, e não sejamos mais um opróbrio.
    Então lhes declarei como a mão do meu Deus me fora favorável, e também as palavras do rei, que ele me tinha dito. Então disseram: Levantemo-nos e edifiquemos. E fortaleceram as suas mãos para a boa obra.

    Neemias 6:15-16:

    Acabou-se, pois, o muro aos vinte e cinco do mês de elul, em cinquenta e dois dias.
    E sucedeu que, ouvindo-o todos os nossos inimigos, temeram todas as nações que estavam ao redor de nós, e abateram-se muito em seus próprios olhos; porque perceberam que esta obra fora realizada pelo nosso Deus.

    Vamos orar?

    Querido Pai celestial, ao estarmos diante de Ti e da Tua Palavra, pedimos que nos concedas o espírito certo, a atitude certa, para que sejamos daqueles que tremem diante das Tuas palavras, que amam a Tua Palavra e desejam praticá-la.

    Entregamos este tempo em Tuas mãos e confiamos que o Teu Espírito Santo nos concederá sabedoria e revelação para o pleno conhecimento de Deus. E a Ti seja a glória, em nome do nosso Senhor Jesus. Amém.

    Neemias na história do Antigo Testamento

    Nesta manhã, estamos no livro de Neemias. Bem, Neemias é o último dos livros históricos do Antigo Testamento. Os livros históricos do Antigo Testamento começam com Josué e terminam com Neemias.

    Talvez digamos: “Mas Ester não vem depois de Neemias?” Porém, cronologicamente, Ester vem antes de Neemias. Assim, desde o tempo de Josué até o tempo de Neemias, temos aproximadamente 1.020 anos de história.

    Muitas coisas aconteceram durante esse tempo. Nesse período, vemos como os filhos de Israel conquistaram a terra de Canaã sob a liderança de Josué e como viveram por mais de quatrocentos anos sob os juízes.

    Depois, vemos que o reino foi estabelecido sob Saul, Davi e Salomão. Em seguida, o reino foi dividido em dois, desde o tempo de Roboão até o tempo de Oseias.

    Então, vemos que o reino do norte foi levado ao cativeiro, e o reino de Judá continuou sozinho, desde o tempo de Ezequias até o tempo de Zedequias. Depois disso, temos o cativeiro na Babilônia por setenta anos.

    E, graças a Deus, depois de setenta anos, vemos que houve um retorno: um retorno sob Zorobabel, um retorno sob Esdras e um retorno sob Neemias. Portanto, vocês verão que essa é, de fato, uma história muito longa e interessante.

    O significado profético de Neemias

    Embora Neemias seja o último dos livros históricos do Antigo Testamento, vemos que ele é, na verdade, o início do tratamento especial de Deus com a cidade de Jerusalém e com o Seu povo.

    Por quê? Porque vemos no livro de Daniel, em Daniel 9 — creio que todos vocês se lembram —, que, enquanto Daniel buscava o Senhor a respeito do fim do cativeiro babilônico, o Senhor enviou o Seu anjo a Daniel e declarou o Seu pensamento, ou o Seu plano, para a cidade e para o povo.

    Mas isso foi muito além daquilo pelo que Daniel havia orado ou esperado, porque Deus disse que havia separado um período da história: setenta grupos de sete.

    A palavra semanas, na verdade, não está no original. No original, são setenta grupos de sete, porque uma semana tem sete dias. É por isso que temos “setenta semanas”, mas, na realidade, são setenta grupos de sete.

    Deus reservou, dentre o tempo da história, setenta grupos de sete para a cidade e para o povo. E, dentro desses setenta grupos de sete, Deus iria encerrar a transgressão, pôr fim aos pecados, fazer expiação pela iniquidade, trazer a justiça dos séculos, selar a visão e o profeta e ungir o Santo dos Santos.

    E esses setenta grupos de sete começam com isto:

    Sabe, pois, e entende: desde a saída da ordem para restaurar e edificar Jerusalém até o Ungido, o Príncipe, haverá sete semanas e sessenta e duas semanas; ela será edificada novamente, com praça e fosso, mesmo em tempos angustiosos.
    E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Ungido, e nada terá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário; e o seu fim será com uma inundação, e até o fim haverá guerra; estão determinadas as assolações.

    Em outras palavras, vocês verão que esses setenta grupos de sete começaram com a promulgação da ordem para reconstruir a cidade de Jerusalém. Vemos que esse decreto foi dado no vigésimo ano de Artaxerxes Longímano, e foi nessa ocasião que Neemias recebeu a ordem de voltar a Jerusalém para construir o muro e reconstruir a cidade.

    Portanto, os setenta grupos de sete começam com o retorno de Neemias para construir o muro de Jerusalém. Então, vocês verão que, em tempos angustiosos, o muro e a cidade serão edificados. E, depois de sessenta e nove grupos de sete, o Messias será cortado.

    A expressão ser cortado é muito forte. Em outras palavras, o Messias não vai simplesmente embora; Ele será literalmente cortado. Isso é a crucificação do nosso Senhor Jesus.

    Assim, vemos que o livro de Neemias é muito, muito importante, porque não apenas conclui a história do Antigo Testamento, mas também dá início ao tratamento especial de Deus com a cidade e com o povo.

    Os três retornos do cativeiro

    Sabemos que há, ao todo, três retornos registrados na Bíblia. O primeiro retorno foi sob Zorobabel.

    Ali, vocês verão que, em 536 a.C., Zorobabel e cerca de cinquenta mil pessoas voltaram da Babilônia para Jerusalém, e ali construíram o templo.

    Depois disso, vemos um segundo retorno, sob Esdras. Ele voltou no ano de 458 a.C., acompanhado de alguns milhares de pessoas. Voltou para embelezar o templo, isto é, para fortalecer o serviço do templo.

    Em seguida, vemos o terceiro retorno, sob Neemias. Neemias voltou no ano de 445 a.C., e o propósito de seu retorno era construir o muro de Jerusalém e fortalecer a vida da cidade.

    Portanto, ao todo, temos esses três retornos.

    A restauração como figura para o povo de Deus

    Agora, irmãos e irmãs, sabemos que a história dos tempos do Antigo Testamento é usada para a nossa admoestação. Em outras palavras, vocês verão que a história daquele povo é uma figura da história do povo de Deus hoje.

    Assim, vemos aqui que o povo de Deus também precisa retornar. Cremos que vivemos neste tempo de restauração. E, na restauração do povo de Deus, vemos esses três aspectos distintos.

    As Escrituras nos dizem, em 1 Pedro 2:5, que somos como pedras vivas, sendo edificados juntos para sermos uma casa espiritual. Em outras palavras, somos o templo de Deus.

    Mas vemos que os filhos de Israel, quando estavam na terra do cativeiro, não tinham o templo de Deus. Tudo o que tinham eram sinagogas. Porém, o desejo do coração de Deus era ver a Sua casa restaurada, porque somente em Jerusalém, naquele templo, Ele havia colocado o Seu nome.

    E somente ali as pessoas podiam oferecer sacrifícios para a remissão dos seus pecados. Mas, infelizmente, vemos que a maioria das pessoas que estavam no cativeiro se contentava em viver na terra do cativeiro. Por quê? Porque viviam para si mesmas.

    Somente aqueles cujo coração era voltado para Deus estavam dispostos a deixar a terra em que viviam como peregrinos e voltar para Jerusalém — para uma terra em ruínas —, a fim de construir ali um templo para o nome do Senhor.

    Assim, vemos que o mesmo é verdade para nós hoje. Hoje, é necessário reconstruir a casa de Deus. As pedras vivas precisam se reunir sobre a base da pureza, tendo somente Cristo como fundamento, e ser edificadas juntas para se tornarem uma habitação de Deus, para que o nome de Deus seja engrandecido.

    A restauração do sacerdócio

    Então, vemos o segundo aspecto: o serviço do templo precisa ser restaurado. Ele foi restaurado sob Esdras, o escriba.

    Irmãos e irmãs, como é verdade que não somos apenas a habitação de Deus, mas também um sacerdócio santo. Esse sacerdócio santo precisa ser restaurado.

    Hoje, vemos no cristianismo uma distinção entre o chamado clero e os leigos. Vemos que há um determinado grupo separado para servir a Deus, e os demais são leigos, pessoas comuns.

    Mas, irmãos e irmãs, vemos que todos os crentes são sacerdotes, e todos devemos ser um sacerdócio santo para servir ao Senhor juntos. Isso é algo que precisa ser restaurado em nossos dias.

    A igreja como cidade

    Além disso, vemos que a igreja não é apenas um templo de Deus, nem apenas um sacerdócio santo. Vemos que a igreja é uma cidade edificada sobre um monte, que não pode ser escondida.

    É isso que a igreja é. Vocês encontram isso em Mateus 5:14. Cristo disse:

    Não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte.
    Resplandeça a vossa luz e seja conhecida pelo mundo.

    Portanto, irmãos e irmãs, sabemos que o povo de Deus hoje também é uma cidade. É uma cidade murada.

    Uma cidade é uma unidade sob um único governo, uma comunhão e um testemunho. Uma cidade é a reunião de um povo sob o governo divino de Cristo. Uma cidade é a comunhão dos santos, os santos vivendo juntos em unidade. Uma cidade é um testemunho, porque deve ser conhecida pelo mundo como o testemunho, o vaso do testemunho de Jesus.

    Agora, irmãos e irmãs, vemos que a casa precisa ser restaurada, o sacerdócio precisa ser restaurado, e a cidade — o testemunho — precisa ser restaurada. Vemos isso representado no livro de Neemias.

    O encargo de Neemias por Jerusalém

    O livro de Neemias é quase como um diário pessoal. Vocês verão que Neemias usa o pronome pessoal ao longo de todo o livro. Em outras palavras, é a história de sua própria vida.

    No entanto, vemos que essa vida está tão entrelaçada com a história do povo de Deus que se torna o último livro histórico do período do Antigo Testamento. Neemias significa “o consolo do Senhor”, e certamente vemos como Deus levantou esse homem para ser um consolo para o povo de Deus.

    Não sabemos muito sobre o passado desse homem. Tudo o que sabemos é que Neemias, filho de Hacalias, viveu no tempo de Artaxerxes Longímano. Ele morava em Susã, a capital, e sabemos que era copeiro.

    Agora, irmãos e irmãs, evidentemente Neemias vinha da família real de Judá. Mas precisamos lembrar que, naquela época, eles estavam sob domínio estrangeiro. Em outras palavras, eram escravos. Contudo, Neemias se tornou o copeiro do rei.

    O copeiro não era um garçom no sentido moderno. Na verdade, o copeiro era um funcionário de posição muito elevada na corte. Por quê? Porque, naqueles dias, sob a monarquia — sob aquele tipo de monarquia absoluta —, vocês verão que o rei ou imperador estava sempre com medo de ser assassinado.

    É por isso que ele precisava ter alguém em quem pudesse depositar sua confiança. Normalmente, esse homem era seu companheiro, seu amigo, alguém em quem pudesse confiar e que o amasse a ponto de estar disposto a morrer por ele.

    É por isso que, antigamente, havia o copeiro. Antes que o rei bebesse o vinho, o copeiro o bebia primeiro, antes de entregá-lo ao rei. Se houvesse veneno, o copeiro morreria pelo rei.

    Em outras palavras, vocês verão que o copeiro era alguém muito próximo do rei. Aqui vemos Neemias, pela providência de Deus, embora fosse escravo, sendo o copeiro do rei — um homem de confiança do rei, muito próximo dele.

    É claro que ele vivia uma vida muito confortável na corte de Susã. No entanto, vocês verão que o coração e a preocupação desse homem estavam em outro lugar.

    Embora estivesse em Susã, na corte persa, vivendo uma vida muito confortável e ocupando uma posição muito elevada, seu coração estava em outro lugar. Seu coração estava com o povo que havia voltado do cativeiro para Jerusalém, a fim de permanecer firme pelo nome de Deus.

    Ele não havia podido ir até então, mas sua preocupação estava lá. Ele não se esqueceu de seus irmãos que tentavam permanecer firmes pelo nome de Deus nesta terra simplesmente porque vivia uma vida tão confortável e privilegiada. Seu coração estava lá.

    Assim, um dia, quando seu irmão Hanani e algumas pessoas voltaram de Jerusalém, ele lhes perguntou: “O que aconteceu com o povo que está lá?”

    Foi-lhe dito que aqueles que haviam voltado do cativeiro e ainda permaneciam ali estavam em grandes dificuldades. Estavam em tribulação, em aflição e em grande opróbrio.

    De fato, vocês verão que, depois que o remanescente voltou a Jerusalém, eles conseguiram reconstruir o templo e retomar o serviço do templo. Contudo, como Jerusalém ainda estava em ruínas — os muros haviam sido destruídos e as portas estavam queimadas —, não havia proteção alguma.

    Os inimigos ao redor podiam entrar de dia ou de noite para importuná-los, persegui-los e atacá-los. Eles estavam em grande angústia. Não tinham proteção alguma, e a vida, é claro, era muito difícil naquele lugar.

    Por causa disso, vocês verão que, embora já tivesse havido dois retornos, muitos daqueles que haviam voltado saíram dali e retornaram à terra do cativeiro, porque era difícil demais.

    Mas, felizmente, ainda havia alguns que permaneciam ali. Eles lutavam para manter o nome de Deus naquela terra desolada, naquela cidade sem muros. Porém, essas pessoas estavam em grande aflição e em grande opróbrio.

    Quando Neemias soube disso, ficou profundamente tocado. Chorou diante de Deus. Assentou-se diante de Deus, jejuou e orou ao Deus dos céus.

    A oração e o decreto real

    A notícia chegou a ele em novembro ou dezembro daquele ano, e ele orou durante vários meses, esperando em Deus. Não se precipitou a fazer nada por conta própria, mas buscou o Senhor. Orou a Deus. Ofereceu-se a Deus.

    Foi somente em março ou abril que Deus lhe abriu a porta. Ele estava servindo o rei à mesa e, quando ergueu a taça para o rei, o rei percebeu que havia tristeza em seu rosto.

    Então, o rei disse: “Você não está doente. Por que está triste? Deve haver alguma coisa em seu coração”.

    Neemias ficou assustado, porque isso era algo muito amedrontador. Se o rei percebesse que havia alguma coisa em seu coração, poderia suspeitar que você queria assassiná-lo. Isso seria algo muito sério.

    Neemias nunca havia se apresentado com aquela expressão diante do rei, mas já não conseguia evitar, porque seu coração estava tão carregado. Em silêncio, orou a Deus. Elevou o coração a Deus e disse ao rei: “Como eu poderia estar feliz, se a minha cidade, onde meus pais foram sepultados, está em ruínas?”

    O rei disse: “Peça o que você deseja”. Neemias pediu ao rei permissão para voltar a Jerusalém e reconstruir a cidade. A boa mão do Senhor estava sobre ele, e essa permissão lhe foi concedida.

    Assim, aquele decreto real deu início ao tratamento especial de Deus com a cidade e com o povo.

    A necessidade atual de restauração

    Irmãos e irmãs, quando lemos essa história, somos tocados pelo Espírito de Deus para perceber que a mesma coisa está acontecendo em nossos dias?

    A maioria dos crentes hoje ainda está na terra do cativeiro. A maioria dos crentes hoje está construindo suas casas, desenvolvendo seus negócios. Embora adorem a Deus, adoram segundo a maneira como acham que Deus deve ser adorado, segundo suas próprias preferências — como no sistema das sinagogas de antigamente.

    Não é verdade, mesmo em nossos dias, que são muito poucos os do remanescente que estão dispostos a deixar a Babilônia — isto é, a confusão, não apenas a confusão do mundo, mas a confusão do mundo cristão — para voltar à pureza e à simplicidade de Cristo Jesus?

    E, ali, serem edificados juntos sob o nome do Senhor Jesus.

    Não é verdade que há poucos entre o povo de Deus hoje que enxergaram esse sacerdócio santo e estão dispostos a servir ao Senhor, cada um segundo o dom e a graça que Deus lhe deu, em vez de simplesmente deixar que uns poucos sirvam a Deus por eles?

    Não é verdade, ainda hoje, que o povo de Deus não está separado do mundo? Não parece haver um muro separando o mundo da igreja.

    Não é verdade que, ainda hoje, são muito poucos os que realmente vivem sob o governo divino de Cristo? Não é verdade que, ainda hoje, muito poucos dentre o povo de Deus conhecem a comunhão dos santos — como viver juntos em amor e unidade?

    Não é verdade que, ainda hoje, o testemunho de Jesus não se propaga, que o mundo não O ouve, não O vê e não O percebe? Não é verdade que a mesma situação está aqui entre nós hoje?

    Irmãos e irmãs, onde está o nosso coração? Onde está a nossa preocupação? Estamos aqui apenas vivendo para nós mesmos? Estamos aqui apenas construindo nossas próprias casas e desenvolvendo nossos próprios negócios?

    Estamos aqui adorando a Deus? Sim. Amando a Deus? Sim. Mas será que é segundo nossas próprias preferências? Servimos a Deus como um sacerdócio santo? Somos uma cidade edificada sobre um monte, que não pode ser escondida?

    Irmãos e irmãs, onde está o testemunho de Jesus neste mundo? Vocês se lembram da oração do nosso Senhor Jesus em João 17. Ah, como Ele orou para que fôssemos um, assim como Ele e o Pai são um, para que o mundo visse que Ele foi enviado por Deus.

    Irmãos e irmãs, como o povo de Deus está dividido hoje! Embora haja tentativas de reunir o povo de Deus, esse movimento ecumênico é exterior. Não funciona. Não é algo real.

    Como podemos realmente ser um, assim como Ele e Seu Pai são um, a menos que estejamos separados do mundo? Na oração de João 17, vocês verão, por um lado, que o anseio do nosso Senhor é que sejamos um. Esse é o testemunho que Ele deseja de nós.

    Mas como podemos ser um se não estamos separados? Por isso, Ele disse repetidas vezes:

    Vós não sois do mundo.
    Estais no mundo, mas não sois do mundo.

    Irmãos e irmãs, hoje, ao olharmos para o cristianismo, mal conseguimos ver a linha divisória entre o mundo e o cristianismo. Onde termina o mundo? Onde começa a igreja? Não sabemos. Não há muro.

    Por não haver muro, irmãos e irmãs, aqueles que desejam ser a casa de Deus, aqueles que desejam servir como um sacerdócio santo, estão continuamente sendo agredidos e atacados. Não têm proteção. Estão em aflição e opróbrio.

    A necessidade do encargo de Neemias

    Este é o tempo em que é necessário que Deus levante homens como Neemias. Irmãos e irmãs, como precisamos ver onde está o nosso coração. Nosso coração está voltado para nós mesmos, buscando nosso próprio bem-estar, ou está com aquele pequenino grupo de pessoas que luta para permanecer firme pelo nome e pelo testemunho de Jesus?

    Onde estamos? Estamos preocupados com o testemunho de Jesus?

    Se estamos preocupados, choramos diante de Deus? Oramos diante de Deus? Oferecemo-nos a Ele para que, pela Sua graça, sejamos usados por Ele na construção do muro da igreja?

    O significado do muro

    O muro tem uma importância tremenda. Irmãos e irmãs, vocês verão que, no princípio, em Gênesis, Deus colocou Adão e Eva no jardim do Éden. Era um belo jardim, com todas aquelas árvores e frutos, mas não havia muro.

    Era um jardim, mas sem muro. Por quê? Porque esse muro eram Adão e Eva. Deus queria que Adão e Eva fossem o muro daquele jardim. Por isso, Deus disse: “Guardem-no. Guardem-no. Vocês são o muro. Vocês devem impedir que o inimigo entre. Devem preservar aquilo que Deus fez”.

    Mas, infelizmente, vemos que Adão e Eva falharam. Não vigiaram. Assim, o inimigo entrou e destruiu a obra de Deus.

    Porém, irmãos e irmãs, ao longo dos séculos, Deus tem construído esse muro com o Seu povo redimido. Esse muro não pode ser construído somente por Deus, porque pertence à nova criação. Precisa ser construído conosco. Deus está construindo esse muro.

    Até que, um dia, ao chegar ao fim da Bíblia, vocês encontram a cidade santa, a Nova Jerusalém. Que cidade! É uma cidade murada, e só esse muro tem cento e quarenta e quatro côvados. Nunca vimos um muro tão alto. Em outras palavras, há uma separação perfeita. O muro está construído.

    Assim, hoje vemos que Deus está construindo esse muro com o Seu povo. O que é esse muro que vocês veem em Apocalipse? É um muro como a pedra de jaspe, uma pedra preciosa, cristalina como o jaspe.

    Em Apocalipse 4, quando João teve a visão de Deus no trono, viu Alguém semelhante à pedra de jaspe e à sardônica. Aqui, vemos que o jaspe fala da vida de Deus, da natureza de Deus. Esse muro deve ser construído com a vida de Deus. Essa é a separação.

    Irmãos e irmãs, precisamos ser separados do mundo. Mas o que nos separa? Não são regras e regulamentos.

    Regras e regulamentos podem nos guardar exteriormente, mas não nos mantêm separados interiormente. Os filhos de Israel puderam sair do Egito e atravessar o mar Vermelho e, ainda assim, no deserto, seu coração continuava no Egito. Pensavam no alho, no alho-poró e em todas as coisas do Egito. O mundo ainda estava dentro deles.

    Irmãos e irmãs, o que nos separa do mundo? É a vida de Deus. À medida que o Espírito Santo começa a edificar essa vida de Deus dentro de nós, vocês verão que essa vida automaticamente nos separará de tudo o que é do mundo.

    Esse muro ficará cada vez mais alto, mais alto e mais alto, até estar completo e perfeito. Mas um muro não é apenas uma separação. O muro é uma proteção; é uma preservação, porque guarda tudo o que está dentro dele.

    Tudo o que está dentro do muro é guardado por causa desse muro. Como precisamos enxergar isso, para que sejamos guardados por esse muro ao nosso redor.

    A obra coletiva de edificação

    Quando Neemias viu a situação ali, seu coração ficou carregado com esse encargo. Ele viu a verdadeira necessidade do remanescente que permanecia em Jerusalém. O que eles precisavam era ver um muro construído. Por isso, ele orou, e Deus respondeu à sua oração. Ele voltou para reconstruir o muro.

    Ao voltar, no terceiro dia, sem dizer nada a ninguém, levantou-se durante a noite para examinar as ruínas. Percorreu o muro e viu como estava devastado e em ruínas. Fez toda essa inspeção sozinho.

    Depois de fazer isso, no dia seguinte, reuniu os que estavam ali e disse: “Vejam em que aflição estamos. É porque não temos muro. Portanto, venham, vamos construir o muro”.

    Irmãos e irmãs, ele inspirou de tal maneira o povo que eles disseram:

    Levantemo-nos e edifiquemos.

    Irmãos e irmãs, precisamos ter uma profunda preocupação com a cidade — a cidade santa, a Nova Jerusalém, a igreja. Precisamos ter um profundo encargo pelo testemunho de Jesus.

    Mas somente o encargo não basta. Precisamos ter uma visão — uma visão da verdadeira condição do povo hoje.

    Às vezes, o problema é que nos falta essa visão, a visão para enxergar o que realmente está faltando. Não sabemos o que está faltando. Às vezes, pensamos que tudo são flores; está tudo bem.

    Estamos tão habituados ao nosso ambiente que nos acostumamos com ele. Esse é um problema dos seres humanos. Bem, faz parte da capacidade extraordinária do ser humano conseguir se acostumar com qualquer coisa, mas esse também é o perigo.

    Por estarmos tão acostumados, vemos as coisas ao nosso redor com tanta frequência que já não as percebemos. Em outras palavras, aquelas pessoas que permaneciam em Jerusalém viam as ruínas todos os dias, mas aquilo já não significava nada para elas.

    Não é possível que estejamos da mesma maneira? Estamos tão habituados às ruínas do povo de Deus e à fraqueza do testemunho de Deus que nos acostumamos com isso. Já não significa nada para nós.

    Ah, como precisamos de uma visão. Como precisamos enxergar, por assim dizer, durante a noite, quão terríveis e grandes são a aflição e as ruínas. Se Deus nos der uma percepção disso, creio realmente que Ele nos dará o desejo de reconstruir esse muro.

    Essa necessidade precisa ser compartilhada com todo o povo de Deus, para que todos nos levantemos e digamos: “Vamos construir”.

    A participação de cada membro

    Nessa construção do muro, em Neemias 3, vocês encontrarão algo muito, muito interessante. Neemias tinha um encargo. Neemias voltou para construir o muro. Mas essa não era uma obra que pudesse ser feita por uma só pessoa.

    Vocês verão que essa construção do muro precisava ser realizada por todo o povo que estava ali. Todos precisavam estar envolvidos. Era uma obra grande demais para qualquer pessoa sozinha.

    Irmãos e irmãs, nessa construção do muro do testemunho de Jesus, todos precisam estar envolvidos — não apenas os governantes de metade da cidade, não apenas o sumo sacerdote e os sacerdotes, mas todos.

    Vocês encontram os ourives, os perfumistas, os servos e os filhos. Alguns se levantaram e construíram com seus filhos, e outros se levantaram e construíram com suas filhas. Todos estavam envolvidos na construção daquele muro.

    Uma pessoa que trabalha com ouro lida com coisas pequenas, mas preciosas. Porém, quando começa a trabalhar no muro, com todas aquelas pedras e todo aquele entulho, é um trabalho muito diferente.

    Tenho pena especialmente dos perfumistas, porque o olfato era tão importante para eles. No entanto, toda aquela poeira poderia prejudicá-lo. Mas eles não se importaram, porque o testemunho de Deus era mais importante do que o seu sustento.

    Não apenas os homens, mas as mulheres, os filhos e as filhas — todos precisavam participar e construir, porque cada um só podia construir a porção que Deus lhe havia dado. Se alguém não construísse, haveria uma brecha ali, e o inimigo poderia entrar.

    Os nomes de todos aqueles homens foram mencionados ali. Deus observou. Vocês verão que os nobres dos tecoítas pensaram que aquilo estava abaixo de sua dignidade. Deixaram que seus servos fizessem o trabalho e não quiseram colocar o pescoço nessa obra. Deus observou isso.

    Vocês verão que alguns deles amavam tanto o Senhor que construíram um segundo trecho, mais um trecho. Quando construíram o muro, os trabalhos eram todos diferentes. Alguns construíam a torre, outros as portas, outros no vale e outros na esquina. Os trabalhos eram todos diferentes.

    Mas, fosse difícil ou fácil, trabalharam juntos como um só homem, até que, em cinquenta e dois dias, o muro foi construído.

    Irmãos e irmãs, não há uma lição para nós hoje? Não deixem que seus irmãos e irmãs coloquem o pescoço nessa obra enquanto vocês ficam de lado, como se ela estivesse abaixo de sua dignidade.

    Irmãos e irmãs, se qualquer um de nós deixar de fazer a sua parte, não apenas haverá uma brecha naquele muro, mas vocês verão que isso também ficará registrado no livro.

    A oposição à obra

    Quando construíram o muro, fizeram isso em meio a grandes dificuldades. Por quê? Porque seus inimigos não estavam satisfeitos com aquilo.

    Os samaritanos, os inimigos, zombavam deles. Quando a zombaria não funcionou, conspiraram para atacá-los. Assim, vemos que o povo precisava trabalhar com uma mão na carga e a outra segurando uma espada.

    Quando o ataque não funcionou, o inimigo tentou fazer algo no meio deles. Os governantes e os oficiais eram duros com o povo, e as pessoas precisavam vender seus filhos e suas filhas a eles como escravos. Por causa disso, surgiu a murmuração, e essa situação precisou ser corrigida.

    Além disso, quando aquilo não funcionou, o inimigo tentou acusar Neemias. Disseram que ele estava construindo o muro porque queria ser rei. Chegaram até a subornar o profeta e a profetisa. Pensem nisso. Eles profetizaram falsamente.

    Mas, graças a Deus, Neemias sabia o que estava fazendo. Não abandonaria a obra. Não se deixaria intimidar. Não se deixaria desviar. Ele e o povo continuaram até que o muro foi construído.

    Por que os inimigos tinham tanto medo? Porque, quando o muro estivesse construído, o inimigo não poderia mais fazer nada contra o povo de Deus. Estavam acabados. É por isso que o inimigo estava tão furioso com essa construção do muro.

    Quando o muro ficou pronto, eles tiveram medo. Sabiam que aquilo era obra de Deus. Queridos irmãos e irmãs, quem está com medo hoje? Nós ou os inimigos?

    Se o muro for construído, se o testemunho de Jesus for reconstruído, não precisamos ter medo. O inimigo é que tem medo. Eles estão derrotados. O muro está construído.

    A renovação por meio da Palavra de Deus

    Mas não basta construir o muro. Isso está em Neemias 1–7. Em Neemias 8–10, vocês verão que, depois que o muro foi construído, Neemias reuniu o povo e pediu que Esdras lesse o Livro.

    Os homens, as mulheres e todas as crianças capazes de compreender estavam ali ouvindo a Palavra. A Palavra lhes era explicada e, quando ouviram e compreenderam, choraram, porque reconheceram como haviam pecado contra Deus.

    Sabiam que a situação em que estavam era resultado de sua infidelidade a Deus. Precisaram ser consolados e ouvir: “Agora, este é o dia em que devemos nos alegrar por causa da misericórdia de Deus”.

    Leram a Palavra, celebraram a Festa dos Tabernáculos, e o povo renovou sua aliança com Deus. Fizeram uma aliança para voltar a fazer o que Deus queria. Decidiram e determinaram servir a Deus.

    Assumiram obrigações até além do que a lei exigia. Não apenas trouxeram suas primícias a Deus, mas assumiram o compromisso de que cada um pagaria um terço de um siclo para o serviço da casa. Também ofereceram voluntariamente ofertas de lenha, para que o fogo continuasse a arder na casa de Deus.

    Irmãos e irmãs, vocês verão que houve um reavivamento do primeiro amor por Deus.

    Se o nosso coração estiver voltado para a construção do muro — se o nosso coração desejar ver separação, unidade e testemunho —, então, irmãos e irmãs, veremos como a Palavra de Deus trabalhará em nosso coração.

    Toda restauração que conhecemos na história está relacionada à Palavra de Deus. Recentemente, eu estava lendo um livro enorme sobre a Reforma. Provavelmente é o melhor livro sobre a Reforma — não apenas sobre a Reforma na Alemanha, mas também na Suíça, na França e na Inglaterra.

    Repetidas vezes, esse livro afirma que a Reforma veio por causa da Palavra de Deus, e não por qualquer outra coisa. Foi a Palavra de Deus que preparou o caminho. Foi a Palavra de Deus que constituiu o fundamento da Reforma.

    É claro que sabemos que isso é verdade. Uma Bíblia aberta — esse era o clamor da Reforma.

    Irmãos e irmãs, a Palavra de Deus — como a Palavra de Deus é importante! Ah, como precisamos ler a Palavra de Deus, ouvi-la e tê-la explicada a nós, não apenas pelo homem, mas pelo Espírito Santo.

    À medida que somos tocados pela Palavra de Deus, nosso primeiro amor será renovado.

    Irmãos e irmãs, abandonamos o nosso primeiro amor? Podemos continuar exteriormente como de costume, como a igreja em Éfeso — com seu labor, seu trabalho, seu entendimento, até mesmo sua disciplina —, mas ela havia abandonado o seu primeiro amor.

    O Senhor disse:

    Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.

    O que o Senhor procura é o primeiro amor.

    Irmãos e irmãs, precisamos de um reavivamento do primeiro amor, e esse primeiro amor vem pela Palavra de Deus.

    Ah, a Palavra de Deus é para a salvação de todos aqueles que creem. Que a Palavra de Deus se torne um poder tão grande em nosso meio que o nosso primeiro amor seja continuamente aceso e despertado.

    Assim, vemos que eles fizeram uma nova aliança. Fizeram uma aliança com Deus para amar a Deus e nunca abandonar a casa de Deus. Isso está em Neemias 8–10.

    O fortalecimento da vida coletiva

    Em terceiro lugar, em Neemias 11–13, Jerusalém era grande, mas havia muito poucas pessoas. Assim, vemos que todos os líderes permaneceram na cidade.

    Um em cada dez era escolhido por sorteio, e esse um em cada dez se mudaria para a cidade para morar ali. Qualquer pessoa que se oferecesse voluntariamente para vir morar na cidade seria abençoada. Em outras palavras, a vida da cidade precisava ser fortalecida.

    A vida da cidade precisava ser fortalecida. Irmãos e irmãs:

    Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!

    Aqui, vemos não apenas um muro que os separava do mundo e se tornava o seu testemunho perante o mundo, mas também que eles estavam sendo edificados juntos. Fortaleciam uns aos outros. Velavam uns pelos outros. Encorajavam uns aos outros. Amavam uns aos outros. Preocupavam-se uns com os outros.

    Não estavam simplesmente vivendo distantes uns dos outros, cada um buscando seus próprios interesses. Aqui, vemos que se mudaram para o mesmo lugar e passaram a viver juntos como um só povo, sob um só governo — o governo divino de Deus.

    Não são apenas a adoração e o serviço que precisam ser restaurados; a vida coletiva da igreja precisa ser restaurada.

    Irmãos e irmãs, nós, neste país, também sofremos uma lavagem cerebral para pensar que tudo o que queremos é ser independentes. Queremos viver de maneira independente. Isso é bom em um sentido, mas, em outro, vemos que é um grande impedimento.

    O que Deus deseja é que sejamos indivíduos, sim. Continuaremos sendo indivíduos. Nossa individualidade é um dom de Deus. Deus nunca quer que sejamos uniformes — sim, monótonos. Deus quer variedade.

    Contudo, irmãos e irmãs, nosso individualismo precisa desaparecer. Não podemos ser tão independentes a ponto de não nos relacionarmos com nossos irmãos e irmãs.

    Precisamos estar ligados uns aos outros. Não precisamos apenas dizer ao Senhor que, sem Ele, nada podemos fazer; precisamos também dizer, de coração: sem nossos irmãos e irmãs, o que podemos fazer?

    Agora, Deus dirá: “Sem nós, Ele nada pode fazer”. Mas somos humildes o suficiente para dizer a mesma coisa?

    Somos tão independentes, como se vivêssemos a quilômetros e quilômetros de distância uns dos outros. Não estou falando de distância física. Precisamos nos mudar, em nosso espírito, para dentro dessa cidade, a fim de fortalecer a vida coletiva da igreja.

    Precisamos estar ligados uns aos outros. É claro que existem assuntos particulares. Não queremos dizer que tudo em sua vida precisa ser registrado, regimentado ou governado. Não, não, isso não é possível.

    Contudo, irmãos e irmãs, é necessário haver um espírito de vínculo mútuo, para que possamos orar uns pelos outros, buscar juntos a mente do Senhor e fortalecer a vida da cidade.

    Os três aspectos da restauração

    Assim, vemos aqui, no livro de Neemias, a restauração do testemunho. Na restauração do testemunho, encontramos estas três coisas:

    1. A construção do muro: separação e unidade.
    2. A renovação do primeiro amor.
    3. O fortalecimento da vida coletiva.

    Quando essas coisas são restauradas, vemos que a restauração está completa. Portanto, que o Senhor nos ajude. Vamos orar?

    Querido Pai celestial, nós Te agradecemos porque estás chamando o Teu povo a retornar ao Teu desejo e pensamento originais. Nós Te louvamos e agradecemos porque há um retorno à adoração e um retorno ao serviço.

    Senhor, também há a necessidade de um retorno ao testemunho: que o Teu povo não esteja mais dividido; que o Teu povo seja separado do mundo e, ainda assim, seja um; que o Teu povo realmente tenha uma vida coletiva que glorifique o Teu nome; e que o nosso primeiro amor seja renovado entre o Teu povo.

    Senhor, estamos esperando por isso. Estamos orando por isso. E nos oferecemos para isso.

    Pedimos que, pela Tua misericórdia e graça, despertes o nosso coração, para que possamos ser usados por Ti nessa restauração. É para a Tua própria glória. É para o Teu grande nome. Em nome do nosso Senhor Jesus. Amém.