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THAT THE WORD OF THE LORD MAY RUN AND BE GLORIFIED
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    The Word of the Cross © 2026 Christian Testimony Ministry
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    The Word of the Cross
    The Word of the Cross
    Kaung, Stephen

    A mensagem da cruz

    Há apenas um versículo que eu gostaria de ler: 1 Coríntios 1:18.

    Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem;
    mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.

    Enquanto esperava no Senhor por este tempo, pareceu-me que Ele colocou em meu coração esta questão tão fundamental da cruz. Portanto, é sobre isso que compartilharemos nestes dias.

    Logo de início, gostaria de citar algumas pessoas e o que elas consideram a respeito dessa questão da cruz. A senhora Jessie Penn-Lewis, em A centralidade da cruz, fez uma observação. Ela disse:

    Precisamos de um ponto fixo que funcione como centro e alvo. E esse ponto na história do mundo, tanto em relação às eras que o precederam quanto às que o seguiram, é a cruz do Calvário. Ela é o ponto central do tratamento de Deus com o universo em todos os aspectos. É porque nós, cristãos, nos afastamos do ponto fixo da cruz que nos desviamos por toda espécie de caminhos sem saída, nos quais perdemos o equilíbrio e a perspectiva correta da verdade.

    Agora vou citar o irmão T. Austin-Sparks, em seu livro A centralidade e a universalidade da cruz. É isto que ele diz:

    A Bíblia, quando nos afastamos um pouco e a contemplamos como um todo, nos oferece uma visão do universo. Primeiro, há a perspectiva da eternidade e do propósito eterno de Deus. Sob essa perspectiva, o universo é cristocêntrico. Segundo, há a perspectiva da entrada do pecado no universo, com todos os seus efeitos. Sob esse ponto de vista, o universo tem a redenção como centro. A primeira perspectiva representa a tremenda importância de Jesus Cristo, Filho de Deus e Filho do Homem. A segunda apresenta o terrível e glorioso significado de Jesus Cristo, e Este crucificado — em outras palavras, a cruz. É com essa segunda perspectiva, como uma roda dentro da roda maior, que agora nos ocupamos. A maior tornou-se inteiramente dependente da outra, e assim a cruz passa a revestir-se de todo o significado do propósito universal de Deus, de eternidade a eternidade.

    Isso é bem típico do irmão Sparks. E penso que, se simplificarmos e colocarmos de maneira simples, a cruz é o meio de Deus para alcançar o fim de Deus.

    O propósito eterno de Deus é Seu Filho. Ele quer que Seu Filho tenha o primeiro lugar em todas as coisas, que todas as coisas sejam reunidas em Cristo. Esse é o propósito de Deus, o fim de Deus.

    E o meio de Deus — o único meio — para alcançar esse fim é Jesus Cristo, e Este crucificado. Essa é a cruz.

    Agora, a cruz não é o fim. Às vezes pensamos na cruz como o fim. Não, ela não é o fim. O fim é o Filho de Deus, Cristo Jesus. Mas a cruz é o único meio — não apenas um dos meios, mas o único meio — para alcançar o fim de Deus.

    É por isso que a cruz é fundamental e central na Bíblia, e é tão essencial e vital para nossa vida. Agora, Paulo, ao escrever aos coríntios, diz:

    A palavra da cruz é loucura para os que perecem;
    mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.

    A cruz como palavra de Deus

    A cruz não é apenas um fato; ela também é uma palavra. Todos nós conhecemos o fato da cruz — aquele fato histórico: há dois mil anos, nosso Senhor Jesus morreu, crucificado naquela cruz. Esse é o fato.

    Mas, irmãos e irmãs, a cruz é mais do que apenas um fato. Descobrimos que a cruz é uma palavra. Há uma mensagem que procede daquela cruz.

    Vejam, a palavra logos significa um pensamento, ou um pensamento expresso: fala, declaração, verdade, mensagem. Há uma mensagem que procede da cruz de Cristo, e é essa mensagem que precisamos ouvir.

    Se as pessoas abordarem a palavra da cruz fazendo dela uma teoria ou uma filosofia, descobrirão que a cruz, para elas, é loucura. Elas a rejeitarão e, ao fazer isso, perecerão.

    Mas, se nos aproximarmos da palavra da cruz com fé e obediência, descobriremos que a palavra da cruz é verdadeiramente o poder de Deus, e por ela somos salvos.

    Portanto, precisamos nos aproximar da cruz com humildade, fé e obediência. Não se trata de fazermos um exercício mental a respeito dela, mas de termos esse exercício espiritual ao entrarmos nessa questão da cruz.

    Se Deus permitir, esperamos no Senhor que possamos entrar na palavra da cruz com humildade, fé e obediência, e que nela encontremos o poder de Deus.

    Agora, qual é a mensagem da cruz? O que a cruz nos diz? É claro que sabemos que há muitas coisas que a cruz de nosso Senhor Jesus nos diz. Mas, para este tempo que passaremos juntos nesta manhã, vou me limitar a quatro coisas. São as coisas mais básicas da mensagem da cruz.

    A justificação por meio da cruz

    Em primeiro lugar, é claro, a cruz nos fala de justificação.

    Em Romanos 3, encontramos que todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus. Quando o Espírito Santo começa a nos convencer de nossos pecados, imediatamente percebemos que estamos em um estado de condenação. Sentimos culpa. Percebemos que não há paz em nosso coração. Sabemos que a ira de Deus está sobre nós, e também sabemos que o salário do pecado é a morte.

    Clamaremos como o carcereiro de Filipos:

    Que devo fazer para ser salvo?

    E é aqui que precisamos ouvir o que a cruz nos diz.

    Em Romanos 3:24-26, está escrito:

    Sendo justificados gratuitamente pela Sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus;
    a Quem Deus apresentou como propiciação, mediante a fé, no Seu sangue,
    para manifestar a Sua justiça, por haver deixado passar os pecados anteriormente cometidos, na tolerância de Deus;
    para manifestar, digo, a Sua justiça neste tempo presente:
    a fim de que Ele mesmo seja justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus.

    Como pode um homem ser justo diante de Deus? Essa é uma pergunta que atravessa os séculos. Encontramos essa pergunta no livro de Jó. Em Jó 9:2, Jó levantou essa questão:

    Como pode um homem ser justo diante de Deus?

    Humanamente falando, é impossível. Quando somos convencidos de nossos pecados, tentamos nos justificar diante de Deus fazendo o bem. Mas, por mais bem que façamos, sob a luz de Deus descobrimos que toda a nossa justiça é como trapos de imundícia. Ela simplesmente não nos cobre diante de Deus.

    Portanto, humanamente falando, ser justo diante de Deus é impossível. Temos de olhar para fora de nós mesmos — não para nós mesmos, mas para além de nós. Precisamos olhar para Deus em busca de justificação.

    E, graças a Deus, Ele providenciou isso. Deus enviou Seu Filho amado a este mundo para ser o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Ali encontramos nosso Senhor Jesus. Ele foi crucificado. Seu sangue foi derramado. E, pelo derramamento do sangue, nossos pecados são perdoados.

    Sabem, nos tempos do Antigo Testamento, uma vez por ano, no Dia da Expiação, o sumo sacerdote tomava o sangue, entrava para além do véu e ali aspergia o sangue sobre o propiciatório, para fazer expiação pelo povo. Como o sangue estava sobre o propiciatório, o pecado da nação era expiado.

    Agora, irmãos e irmãs, aqui encontramos a realidade. Pois nosso Senhor Jesus tomou Seu próprio sangue. Ele não entrou no tabernáculo feito por mãos humanas, mas entrou no próprio céu, e ali fez expiação por nossos pecados.

    Se o sangue de touros e bodes purificava as pessoas, quanto mais o sangue de nosso Senhor Jesus, que pelo Espírito eterno ofereceu a Si mesmo sem mácula, nos purificará das obras mortas para adorarmos o Deus vivo?

    Portanto, aqui encontramos, na cruz de nosso Senhor Jesus, o sangue da cruz. Ali nossos pecados são perdoados, e somos justificados diante de Deus — como se nunca tivéssemos pecado.

    Agora, irmãos e irmãs, isso é o que a cruz fez por nós, e é isso que a cruz nos diz.

    Creio que todos nós aqui já experimentamos a preciosidade do sangue ao perdoar nossos pecados, purificar-nos de toda a nossa injustiça e tornar-nos aceitáveis diante de Deus, para que possamos estar diante Dele com uma consciência pura.

    O sangue não apenas faz expiação por nossos pecados diante de Deus, mas também purifica nossa má consciência e nos dá paz. O sangue também fecha a boca do acusador, nosso inimigo, de modo que ele já não pode nos acusar.

    Portanto, como encontramos em Romanos 5, tendo sido lavados pelo sangue e justificados, agora temos paz com Deus. Estamos em Sua presença e desfrutamos de Seu favor. É nessa posição que estamos hoje.

    Assim, irmãos e irmãs, estamos onde estamos hoje por causa da cruz. A cruz falou, e nós cremos. Por causa disso, agora somos justificados.

    A separação do mundo

    Em segundo lugar, a cruz nos fala de separação.

    Irmãos e irmãs, antes de sermos salvos, nosso problema mais urgente eram nossos pecados. Como nossos pecados poderiam ser perdoados? Mas, depois de sermos salvos, provavelmente o primeiro problema que um novo convertido enfrenta é essa questão do mundo: como posso ser separado do mundo?

    Na realidade, antes de sermos salvos, como encontramos em Efésios 2, quando estávamos mortos em delitos e pecados, andávamos segundo o curso deste mundo. Em outras palavras, pertencíamos a este mundo. Éramos parte deste mundo, e este mundo nos atraía.

    As coisas deste mundo eram as coisas que buscávamos. Não queríamos ser antiquados. Não queríamos que as pessoas nos considerassem atrasados. Queríamos fazer parte. Queríamos mostrar que estávamos na moda. Essa era a situação antes de sermos salvos.

    Mas, graças a Deus, quando Ele nos salvou, não nos salvou apenas de nossos pecados; Ele também nos salvou deste mundo.

    Sabem, os filhos de Israel, quando estavam no Egito, viviam em escravidão. Deus usou o cordeiro da Páscoa para libertá-los. Por causa do sangue colocado nos umbrais das portas, o anjo destruidor passou sem atingi-los. Assim, vemos que foram salvos da destruição. Foram salvos de seus pecados pelo sangue do cordeiro.

    Mas Deus não fez apenas isso. Quando comiam o cordeiro, eles o comiam de uma maneira que demonstrava que estavam prontos para sair. Assim, naquela mesma noite, depois da meia-noite, os filhos de Israel começaram a marchar para fora do Egito.

    Para que fossem completamente separados do Egito, Deus os conduziu por um caminho estranho. Eles poderiam seguir por terra, atravessando a terra dos filisteus, até a terra prometida, a terra de Canaã. Mas, em vez disso, Deus os conduziu por um caminho que dava a volta até o mar Vermelho.

    Ali atravessaram o mar Vermelho. Depois de atravessarem o mar Vermelho, o Egito ficou para trás. Eles foram separados do Egito. Então, como diz o Novo Testamento, passaram a pertencer a Moisés; e, na realidade do Novo Testamento, isso significa que, depois disso, vocês pertencem a Cristo.

    Portanto, irmãos e irmãs, é isso que o batismo significa.

    Algumas pessoas dizem: “Por que, depois de sermos salvos, precisamos ser batizados? Não somos salvos pelo sangue de Jesus Cristo? E, se creio no Senhor Jesus, sou salvo. Por que devo ser batizado?”

    Mas aqui vemos que o Senhor, em figura, salvou os filhos de Israel não apenas pelo sangue do cordeiro, mas também ao conduzi-los através do mar Vermelho. Assim, eles foram salvos não apenas da destruição, mas também do Egito. Foram separados para Moisés — isto é, para Deus.

    O que é o batismo? Por que devemos ser batizados?

    Vocês se lembram de que, no Dia de Pentecostes, depois que Pedro falou, as pessoas ficaram compungidas em seu coração e disseram:

    Que faremos? Que faremos?

    Então Pedro disse:

    Arrependei-vos e sede batizados.
    Salvai-vos desta geração perversa.

    Portanto, o batismo, na verdade, significa que somos salvos deste mundo.

    Antes, pertencíamos a este mundo. Mas agora, por meio do batismo, por meio da água, somos salvos deste mundo. Agora pertencemos a outro, a outro mundo. Pertencemos a Cristo. Pertencemos a um novo mundo. Cristo Jesus é agora nosso mundo. É isso que o batismo significa.

    Fomos batizados? Fomos. Sabemos o que isso significa? Estamos sendo separados do mundo? Deus nos separou, mas até que ponto essa separação é uma realidade em nossa vida?

    Sabem, consigo me lembrar de que, quando eu era um novo convertido, depois de ter sido salvo, não precisava realmente que alguém me dissesse o que era o mundo. Se alguém lhe disser o que é o mundo, provavelmente não é bem isso.

    Mas, depois de serem salvos, com a vida de Cristo dentro de vocês e com aquilo que a cruz já fez por vocês, descobrirão que, invariavelmente, o Espírito Santo começará a lhes falar sobre o que a cruz fez por vocês em relação ao mundo.

    Descobrirão que, no início, provavelmente serão as coisas do mundo. Antes, amávamos as coisas do mundo. Elas eram nossa vida. Mas, depois de sermos salvos, provavelmente o Espírito de Deus começará a nos convencer a respeito das coisas deste mundo: a concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne e a soberba da vida.

    Há coisas que gostávamos de ver, mas começamos a perceber que isso não é apropriado, não é certo para o povo de Deus. Ou talvez haja coisas que gostávamos de ter, mas agora começamos a perceber que são coisas das quais devemos abrir mão.

    Irmãos e irmãs, vocês descobrirão que Deus, por Seu Espírito Santo, começa a tratar conosco a respeito do mundo. Por quê? Porque já fomos separados. A cruz está entre nós e o mundo, e o Espírito Santo agora está tornando isso uma realidade para nós.

    Assim, uma a uma, gradualmente, percebemos que temos de abrir mão desta coisa ou daquela outra. Agora, para os jovens cristãos que estão aqui, provavelmente haverá alguma luta no início.

    Por exemplo, vou usar isto apenas como ilustração. Quando fui salvo, o Senhor começou a tratar comigo especialmente nessa questão das salas de cinema, do cinema, dos filmes. Antes de ser salvo, era disso que eu gostava. Quando abria o jornal, era a primeira coisa que procurava.

    Naquela época, eu estava em Xangai. Havia muitos cinemas, e eu tinha parentes e amigos em todas aquelas salas, de modo que não precisava pagar nada. Era disso que eu gostava.

    Mas, depois que fui salvo, o Senhor começou a tratar comigo nessa questão. Ah, como lutei com isso! Como argumentei com o Senhor, dizendo: “Bem, se eu for apenas para ver os filmes bons, deixarei de ver todos os filmes ruins. Mas os bons, esses não deveriam ter problema”.

    Assim, lutei com essa questão. Então disse ao Senhor: “Agora só vou assistir a filmes religiosos”.

    E, de fato, o último filme que fui ver em um cinema foi um filme religioso. Alguém nos enviou ingressos, e eu fiquei lutando comigo mesmo. Pensei: “É uma pena abrir mão disso. É um filme religioso, sabe? É claro que posso ir”. Então fui.

    Preciso testemunhar que, durante aquelas duas horas no cinema, eu olhava para o filme, mas não o via. Por quê? Porque havia uma luta tão grande dentro de mim. E o filme também não era bom.

    Assim, quando saí daquele cinema, aquela foi a última vez que entrei em um, pela graça de Deus.

    Mas, irmãos e irmãs, talvez no início tenha sido uma grande luta. Mais tarde, porém, descobri que aquilo de que abri mão não era nada comparado ao que o Senhor havia me dado. Na verdade, não foi uma perda; foi um ganho.

    Lembro-me de que, depois, meus parentes perceberam que eu já não ia ao cinema e ficaram com pena de mim. Minha tia me disse: “É uma pena. Você é um rapaz jovem. Deveria sair e se divertir. Se precisar de dinheiro, eu lhe darei dinheiro para que possa sair e se divertir”.

    Na China, não ousávamos contrariar nossa tia ou as pessoas mais velhas. Mas eu ria em meu coração. Dizia: “A senhora não sabe. Eu não preciso disso. Tenho algo muito melhor. É alegria. Há uma paz tão grande em meu coração”.

    Não é difícil. Mas, no início, provavelmente vocês acharão difícil.

    Deus tratará conosco nessa questão da separação. Irmãos e irmãs, à medida que começarem a se aproximar mais do Senhor, à medida que começarem a crescer no Senhor, descobrirão que não é simplesmente por abrir mão de algumas coisas deste mundo que estão separados.

    Vocês começam a descobrir que o mundo está dentro de vocês. Há o espírito do mundo em nós, e como esse espírito do mundo nos domina! Precisamos ser libertos não apenas dessas coisas; precisamos ser libertos do próprio espírito delas.

    Sabem, o mundo é um sistema. É um kosmos. Satanás organiza o mundo em um sistema muito bem estruturado. Esse sistema abrange todas as áreas e todos os aspectos: políticos, econômicos, culturais, sociais e até religiosos.

    Irmãos e irmãs, depois de sermos salvos, o Senhor não apenas nos libertará das coisas do mundo, mas nos libertará do próprio espírito do mundo. E a expressão mais forte do espírito do mundo se encontra no mundo religioso.

    Ouçam o que Paulo diz. Paulo estava profundamente envolvido no mundo religioso do judaísmo. Ele descreve a si mesmo em Filipenses 3. Ali nos conta como estava profundamente enraizado no judaísmo. Foi circuncidado ao oitavo dia; nasceu israelita; era da tribo de Benjamim; e era fariseu, filho de fariseu.

    Segundo a letra da lei, era irrepreensível. Superava seus contemporâneos no zelo por Deus e perseguia os cristãos, pensando que eram impostores e rebeldes. Estava profundamente enraizado naquele mundo religioso.

    No entanto, vemos como Deus o libertou daquele mundo religioso, de seu espírito. Ele disse:

    Considero todas essas coisas como perda.

    Essas coisas eram preciosas para ele. Eram suas conquistas. Eram as coisas das quais se orgulhava.

    Agora ele considerava essas coisas como perda, como refugo, como coisas a serem desprezadas. Por quê? Por causa da excelência do conhecimento de Jesus Cristo.

    Irmãos e irmãs, como aquele homem foi completamente liberto do mundo religioso e introduzido na plenitude de Cristo!

    Fomos libertos do mundo? Fomos libertos do espírito do mundo? Fomos libertos do mundo como sistema? Entramos na plenitude de Cristo, sabendo que a excelência do conhecimento de Cristo é ganho? Isso é ser separado do mundo.

    À medida que vocês prosseguem com o Senhor, estão sendo continuamente separados do mundo. Isso é apenas uma confirmação daquilo que a cruz já fez por vocês.

    Ou, para dizer de outra maneira, quanto à nossa posição, temos uma cruz entre nós e o mundo. Mas, em nossa experiência, percebemos que, às vezes, quando o mundo olha para nós, ainda tem esperança em nós. Quando olhamos para o mundo, ainda temos algum desejo por ele. Não estamos mortos um para o outro.

    Paulo menciona em Gálatas 6:14:

    Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo,
    pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo.

    Em outras palavras, quando olho para o mundo, vejo que o mundo está morto. Está crucificado. Está morto. Não há nada que eu admire.

    Ao mesmo tempo, quando o mundo olha para mim, descobre que estou morto. Em outras palavras, ele perde a esperança em mim. Pergunto-me se o mundo realmente perdeu a esperança em nós, ou se ainda está tentando nos tentar, nos atrair de volta, porque percebe que ainda há algo de seu espírito dentro de nós.

    Será que realmente olhamos para o mundo como morto? Podemos nos gloriar dessa maneira?

    O que precisamos é voltar à cruz. Se olharmos para a cruz, receberemos uma revelação. A cruz é uma grande revelação. Ela não apenas revela o amor de Deus e a pecaminosidade do pecado; também nos revela a feiura e a hostilidade do mundo.

    Por quê? Porque foi o mundo que O crucificou. O mundo clamou: “Fora com Ele! Fora com Ele! Crucifica-O!” O mundo O rejeitou. Isso é o que o mundo é, e é isso que o mundo fez — e continua fazendo — ao nosso Senhor Jesus.

    Agora, se conhecemos a cruz, se vemos a cruz e se vemos que foi o mundo que crucificou Cristo, irmãos e irmãs, onde estamos? Podemos continuar amando o mundo? E o mundo continuará nos amando, se realmente nos colocarmos ao lado de Cristo na cruz?

    Portanto, aqui vemos que a cruz nos fala a respeito do mundo.

    A libertação do poder do pecado

    Em terceiro lugar: libertação.

    Quando vocês começam a crescer mais no Senhor, e também passam por algum tratamento em relação ao mundo, descobrem que há algo dentro de vocês que os perturba.

    Sabem, quando somos salvos, ouvimos o Senhor nos dizer:

    Teus pecados estão perdoados.
    Vai e não peques mais.

    Penso que todo cristão ouve isso. Se vocês realmente são salvos, quando são salvos, sabem que o Senhor lhes falou, dizendo:

    Teus pecados estão perdoados.

    Mas, além disso, Ele diz:

    Vai e não peques mais.

    No íntimo, sabemos que não devemos mais pecar, porque foram nossos pecados que pregaram Cristo na cruz. Como poderíamos continuar pecando? Não queremos mais pecar. Tentamos não pecar.

    Mas, irmãos e irmãs, descobrimos que, depois que o primeiro entusiasmo da salvação começa a diminuir, fazemos o que não queremos fazer; e fazemos o que odiamos. Aquilo que gostaríamos de fazer, não conseguimos.

    Em outras palavras, em nosso espírito queremos agradar a Deus. Queremos fazer a vontade de Deus. No entanto, descobrimos que em nossa carne não há bem algum. Quanto à nossa vontade, queremos fazer a vontade de Deus, mas encontramos nos membros de nosso corpo outra lei. Essa lei do pecado e da morte é tão poderosa que nossa vontade não pode competir com ela.

    Irmãos e irmãs, não é verdade? À medida que começamos a crescer no Senhor, quanto mais queremos agradar a Deus, mais percebemos que não conseguimos. Quanto mais queremos fazer a vontade de Deus, mais percebemos que não somos capazes de fazê-la. Pelo contrário, fazemos coisas que sabemos que não deveríamos fazer e que não queremos fazer.

    Antes de sermos salvos, quando fazíamos as coisas de que gostávamos, ficávamos felizes. Sentíamo-nos realizados. Havia ali o prazer do pecado. Mas, depois de sermos salvos, quando caímos na mesma coisa, irmãos e irmãs, ficamos felizes com isso?

    Descobrimos que isso nos causa dor. Não gostamos de fazê-lo. Percebemos que é horrível. Ah, isso nos contamina, e não queremos fazê-lo.

    Mas, queridos irmãos e irmãs, não é verdade? Descobrimos que o pecado não é apenas um ato; o pecado é um princípio. Descobrimos que há pecado habitando em nós — isto é, em nossa carne — e ele governa; ele reina sobre nós. Somos impotentes.

    Por mais forte que seja nossa vontade, ela não pode resistir a uma lei. A lei é sempre mais forte do que a vontade. Clamaremos como Paulo em Romanos 7:

    Miserável homem que sou!
    Quem me livrará do corpo desta morte?

    Queridos irmãos e irmãs, não é esse o nosso clamor? Queremos libertação. Queremos ser libertos desse princípio do pecado, desse poder do pecado. Como lutamos!

    Às vezes parece que conseguimos vencer, mas, na maioria das vezes, somos derrotados. Nossa vida é só altos e baixos, altos e baixos. Sabemos que essa não é a vida que Deus quer que vivamos. Mas como viver de outra maneira?

    Até que, um dia, o Espírito Santo nos conduz de volta à cruz, e a cruz começa a nos falar em Romanos 6.

    Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum.
    Nós, que morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?
    Ou ignorais que todos nós, que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados na Sua morte?
    Fomos, pois, sepultados com Ele pelo batismo na morte:
    para que, assim como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai,
    assim também andemos nós em novidade de vida.
    Porque, se fomos unidos a Ele na semelhança da Sua morte,
    também o seremos na semelhança da Sua ressurreição;
    sabendo isto: que o nosso velho homem foi crucificado com Ele,
    para que o corpo do pecado fosse anulado,
    a fim de que não mais sejamos escravos do pecado.

    Aqui vemos que somos conduzidos de volta à cruz. “Vocês ignoram isso? Não sabem? Não foram batizados?” O próprio batismo lhes diz que morreram com Cristo, foram sepultados com Cristo e agora ressuscitaram com Cristo, para que possam andar em novidade de vida.

    Pela morte, vocês estão mortos para o pecado; e, pela vida, estão vivos para Deus. Não sabem disso? Em outras palavras, o Espírito Santo nos conduzirá de volta à cruz.

    Não há outro caminho de libertação do poder do pecado senão a cruz. Não podemos libertar a nós mesmos, assim como antes não podíamos libertar a nós mesmos de cometer muitos pecados.

    É a cruz. Ali na cruz, nosso Senhor Jesus morreu não apenas como nosso substituto, mas também como nosso representante. Ele não apenas morreu por nós; Ele também morreu como nós.

    Em outras palavras, quando Cristo morreu na cruz, levou Consigo toda a raça adâmica — o velho homem. Quando Ele morreu, aquele velho homem morreu com Ele e Nele.

    Ou, para dizer de maneira mais pessoal, quando Cristo morreu na cruz, Ele não apenas levou nossos pecados em Seu corpo — seus pecados e meus pecados. Ele levou meus pecados em Seu corpo, e ali sofreu a penalidade por eles. Ele morreu. Derramou Seu sangue por meus pecados, para o perdão de meus pecados.

    Graças a Deus por isso. Isso é um fato. Creio nesse fato, e meus pecados foram perdoados.

    Agora, aqui vemos que a cruz é mais do que isso. Cristo morreu na cruz como nós — não apenas por nós, mas como nós. Ele não apenas levou nossos pecados; Ele levou a nós. Ele levou você e a mim, o velho homem, a raça adâmica. Ele nos incluiu todos em Si mesmo.

    Quando Ele morreu, a raça adâmica chegou ao fim. O velho homem estava morto. Você e eu estávamos mortos Nele.

    Isso é um fato. Esse é o fato da cruz, e aconteceu há dois mil anos. Você não precisa crucificar a si mesmo. Não pode fazê-lo. E não precisa, porque há dois mil anos Deus já fez isso por você em Cristo Jesus.

    Deus sabe que não há bem algum em você ou em mim, que não temos conserto nem possibilidade de melhora. Se pudéssemos ser melhorados, Deus faria isso. Mas Deus já viu que não temos conserto nem possibilidade de melhora, e Deus pôs fim a nós.

    Assim, quando Cristo morreu na cruz, Deus pôs fim a toda a velha criação em Cristo, e Ele disse:

    Está consumado.

    Você e eu tivemos nosso fim ali na cruz. Deus de fato fez isso em Cristo Jesus. Tudo o que precisamos fazer é crer nesse fato.

    Às vezes nós, cristãos, achamos isso muito difícil. Assim como, antes de sermos salvos, achávamos difícil crer: como Cristo pode morrer por nós? Como Seu sangue pode purificar nossos pecados? Ele morreu há dois mil anos, e estou pecando hoje. Como Ele pode ter morrido por nós há dois mil anos?

    É muito difícil, porque, se você tentar compreender isso apenas pelo raciocínio, será loucura, e você perecerá. Mas, irmãos e irmãs, quando a palavra da cruz é falada ao seu coração pelo Espírito Santo, e você simplesmente crê, aceita o fato e diz: “Graças a Deus, é assim”, então é assim.

    Você experimenta o poder de Deus ao perdoar seus pecados. Agora você já tem essa experiência, portanto deveria ser mais fácil — não mais difícil, mas mais fácil.

    O mesmo é verdade quando você ainda está lutando com o pecado, com o poder do pecado, com as tentações e com todas essas coisas. Irmãos e irmãs, parem de lutar. Simplesmente creiam. Descansem no fato de que, quando Cristo morreu, vocês morreram.

    Nosso velho homem foi crucificado. Sabendo que nosso velho homem foi crucificado — não está sendo crucificado agora, nem será crucificado, mas foi crucificado há dois mil anos. Ele deve estar morto, muito morto.

    Agora, você aceita esse fato? Se aceita o fato, experimenta o poder de Deus na libertação. Por quê? A Bíblia diz:

    Nosso velho homem foi crucificado com Ele, para que o corpo do pecado fosse anulado,
    a fim de que não mais sirvamos ao pecado.

    Sabem, o pecado, como princípio, reina em nossa carne. O pecado é senhor do velho homem. O velho homem pertence ao pecado, porque, no jardim do Éden, Adão se entregou a ele. Portanto, o velho homem pertence ao pecado. O pecado é o senhor, o velho homem é o administrador, e o corpo é o servo.

    O pecado, como senhor, não pode dar ordens diretamente ao corpo. Precisa passar pelo administrador, e o administrador transmite essa ordem ao corpo para que cometa pecado.

    Agora, o que Deus fez foi isto: Ele isolou o pecado. O pecado ainda está ali, irmãos e irmãs. Deus não tira o pecado de vocês. Enquanto viverem, o pecado, como princípio, ainda habitará ali. O poder do pecado está ali. O pecado ainda está ali. O pecado não morre, mas vocês morrem.

    Como somos libertos do pecado? Não vencendo-o, mas morrendo para ele.

    Lembrem-se: o pecado ainda está ali. Não é que o pecado seja erradicado. Não, o pecado ainda está ali, mas Deus faz uma obra tão maravilhosa: Ele o isola. O velho homem está no meio, e o velho homem morreu.

    Assim, quando o pecado tenta dar ordens, ninguém recebe a ordem. Como ninguém recebe a ordem, o que acontece com o corpo? O corpo fica desempregado e não tem nada para fazer.

    Sabem, nosso corpo era o corpo do pecado. Em outras palavras, era usado para cometer pecado. Esse era o trabalho que o corpo fazia. Mas agora vemos que o corpo está sem emprego, sem nada para fazer.

    É por isso que a Bíblia diz:

    Agora, oferecei os vossos membros à justiça para a santificação.

    Deem-lhes um novo emprego, sob uma nova administração.

    Portanto, é assim que acontece. Simplesmente aceitem o fato. Simplesmente olhem para a cruz. Se olharem para a cruz, a cruz lhes falará. A palavra é: “Vocês morreram”. O poder torna-se uma realidade em sua vida, e vocês são libertos do pecado.

    Isso é libertação. É a cruz. A cruz nos fala, e vocês são libertos.

    Portanto, precisamos permanecer continuamente, firmemente, sobre o fundamento da cruz. Ao permanecermos sobre o fundamento da cruz, descobriremos que o pecado não tem poder sobre nós. Não estamos debaixo do pecado, mas debaixo da graça de Deus.

    A vitória sobre o inimigo

    Em quarto lugar, a cruz nos fala de vitória.

    Irmãos e irmãs, à medida que prosseguimos com o Senhor, conhecemos algo do perdão dos pecados, conhecemos algo da separação do mundo e começamos a experimentar a libertação do poder do pecado, então nos deparamos com a batalha espiritual.

    Descobrimos que estamos em uma batalha espiritual. Irmãos e irmãs, há um mundo invisível tão real quanto o mundo visível. Na verdade, o mundo invisível é ainda mais real do que o mundo visível, porque o mundo visível é temporário, mas o invisível é a realidade.

    Muitas vezes, depois de prosseguirem com o Senhor, vocês começam a perceber que existe um mundo espiritual. Um mundo invisível se abre para vocês, e vocês se deparam com inimigos, assim como nosso irmão mencionou ontem à noite. Na terra prometida, havia aqueles gigantes, aqueles inimigos.

    Não estamos lutando contra carne e sangue. Estamos lutando contra principados, autoridades, poderes das trevas e espíritos malignos nas regiões celestiais. Essa é a nossa batalha.

    Irmãos e irmãs, muitas vezes o inimigo usará coisas, circunstâncias ou até pessoas. Mas essas coisas, circunstâncias ou pessoas são apenas usadas pelo inimigo. São, por assim dizer, os agentes do inimigo. Na realidade, o inimigo está por trás disso.

    Se nossa atenção estiver concentrada nas pessoas, estaremos lutando a batalha errada. Se nosso foco estiver nas circunstâncias, nas coisas ou nos acontecimentos, então descobriremos que estamos sendo enganados.

    É por isso que tantas vezes nos envolvemos em toda espécie de problemas e dificuldades: nossos olhos estão nas pessoas, nas coisas e nas circunstâncias. Mas essas não são a verdadeira questão. Na realidade, por trás disso está aquele inimigo.

    Aquele inimigo está empenhado em matar, assassinar, enganar, atacar, tentar e acusar, porque ele é o acusador dos irmãos. Ele é mentiroso. É assassino desde o princípio. É um grande enganador, o tentador.

    Irmãos e irmãs, há um inimigo ali, e ele usa toda espécie de meios, caminhos e artimanhas, tentando nos ludibriar, nos enganar, nos derrotar e nos matar.

    Infelizmente, não percebemos isso. Olhamos para o que é visível. Pensamos que certo irmão ou irmã está contra nós. Pensamos que nossas circunstâncias são ruins demais, que precisamos mudar as circunstâncias e então tudo ficará bem. Tentamos fugir disto ou daquilo e tentamos lutar contra esses irmãos e irmãs.

    Estamos na batalha errada. Precisamos perceber que o inimigo está por trás disso, e seu propósito é frustrar o propósito de Deus em nossa vida, impedir-nos de entrar na plenitude de Cristo, de tomar posse daquilo que nos pertence. É isso que ele está tentando fazer.

    Outra coisa de que precisamos nos lembrar é esta: do ponto de vista humano, nosso inimigo é mais inteligente do que nós. Ele é mais poderoso do que nós, porque é um espírito. Não podemos competir com ele. Se tentarmos lutar sozinhos contra nosso inimigo, Satanás, o adversário, seremos derrotados.

    Mas, graças a Deus, aqui encontramos a mensagem da cruz.

    Irmãos e irmãs, vocês se lembram de que, antes de nosso Senhor Jesus ir à cruz, em João 12:31, Ele disse:

    Agora é o juízo deste mundo:
    agora será expulso o príncipe deste mundo.

    Então vemos que Ele foi à cruz. Em Colossenses 2:15, encontramos que, na cruz, Ele não apenas derramou Seu sangue para o perdão de nossos pecados, e não apenas foi crucificado como nós para nos libertar do poder do pecado, mas ali na cruz Ele derrotou o arqui-inimigo.

    Ele derrotou o inimigo. Despojou os principados e as autoridades. Expôs os inimigos publicamente e os envergonhou pela cruz.

    Em outras palavras, na cruz de Cristo, nosso Senhor Jesus venceu o inimigo. Ele desarmou o homem forte. Amarrou o homem forte. Expulsou o homem forte. Colocou o homem forte debaixo de Seus pés. Essa vitória é decisiva. Essa vitória é plena e definitiva.

    Irmãos e irmãs, tudo o que precisamos fazer é olhar para a cruz do Calvário. Tudo o que precisamos fazer é permanecer nessa posição superior de vitória. Tudo o que precisamos fazer é proclamar a vitória sobre as pessoas, sobre as circunstâncias, sobre os acontecimentos e sobre as coisas.

    Descobriremos que é em Cristo Jesus, por Sua cruz, que alcançamos a vitória sobre o inimigo.

    Em outras palavras, não estamos lidando com um inimigo que ocupa uma posição superior à nossa. Na realidade, estamos lidando com um inimigo que está abaixo de nós. Ele é um adversário derrotado. Tudo o que precisamos fazer é tomar posse da vitória de Cristo.

    Quando ele tenta nos acusar, recorremos ao sangue do Cordeiro, e sua boca é fechada. Quando tenta nos atacar, fugimos para o Calvário, para a cruz, a cidade de refúgio, e somos protegidos.

    Quando tenta nos oprimir, tomamos posse da vitória de Cristo, e nosso espírito é elevado. Irmãos e irmãs, quando estivermos em uma situação em que percebemos que o inimigo está tentando nos abater, tomemos posse da vitória de Cristo. Vocês descobrirão que a atmosfera se desanuviará, e estaremos naquela posição de ascensão.

    Essa é a mensagem da cruz. Não tentem lutar contra o inimigo por conta própria. É loucura. Mas, ao pôr fim à tentativa de enfrentá-lo por nós mesmos, enfrentemos o inimigo com a cruz de Cristo, e haverá vitória.

    Conclusão: a escuta da palavra da cruz

    Portanto, irmãos e irmãs, aqui encontramos a palavra da cruz. A cruz é um fato, e esse fato nos fala de justificação, de separação, de libertação e de vitória.

    Agora, quanto temos ouvido?

    Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

    Ouçamos a voz que procede da cruz de nosso Senhor Jesus. Graças a Deus pela cruz de Cristo.

    Oração

    Querido Pai celestial, como Te louvamos e agradecemos porque a cruz é um fato eterno. Ela nunca muda. Nós Te louvamos e agradecemos porque aquilo que a cruz realizou é eterno, inalterável, permanente.

    Pedimos apenas que a cruz fale a cada um de nós. Se precisamos de justificação, Senhor, fala-nos pela cruz. Se precisamos de separação, fala-nos por ela. Se precisamos de libertação, Senhor, fala-nos por ela. E, se precisamos de vitória, fala-nos por ela.

    Ó Senhor, pedimos apenas que Tu nos capacites a voltar à cruz e encontrar ali nosso Senhor Jesus.

    Em nome de nosso Senhor Jesus. Amém.