Seu rosto estava firme como uma pederneira para subir a Jerusalém. Vejam o que isso significa — tudo o que estava envolvido nisso. Nós sabemos. Prossigamos.
Mas Ele firmou o rosto como uma pederneira. A figura é muito expressiva. Ele está comprometido; está sob o governo do Espírito.
Quando vocês viajam de avião por longas distâncias, há sempre um ponto que o piloto sabe ser o ponto a partir do qual não há retorno.
Foram longe demais para voltar. Seria ainda mais fatal voltar se alguma coisa desse errado. A partir desse ponto, a única coisa a fazer, aconteça o que acontecer, é seguir em frente — comprometidos.
Jesus foi até o fim. Desde o dia em que o Espírito veio sobre Ele, Seu coração já havia ido até o fim. Não havia retorno. Ele firmou o rosto como uma pederneira.
Repito: nossa vida sob o governo do Espírito Santo é uma vida comprometida, na qual não deveria haver retorno.
Vocês chegaram a esse ponto de compromisso? Chegaram mesmo a esse ponto de compromisso?
Como costumamos dizer, todos os barcos queimados atrás de nós, todas as pontes com o passado destruídas — dinamitadas. Comprometidos.
O Espírito é uma força que domina, subjuga e controla — uma força que subjuga todas as outras forças em nós, todas as outras partes de nosso ser. Vejam como isso se manifesta; chegaremos a isso em um instante.
Portanto, a primeira coisa — e, amigos, eu me atenho muito estritamente às Escrituras, ao que vejo nas Escrituras —, a primeira coisa a respeito do Espírito Santo como o vento do céu, conforme vemos no dia de Pentecostes, o grande fundamento da dispensação que é a dispensação do Espírito Santo, é que Ele toma tudo em Suas mãos e exige o lugar de soberania absoluta.
Vocês vão discutir com o vento? Não; é inútil discutir com um vento veemente e impetuoso. É inútil tentar chegar a um acordo com um vento veemente e impetuoso.
Ou vocês serão quebrantados de maneira desastrosa, ou serão quebrantados de maneira gloriosa.
É possível ser gloriosamente quebrantado. Mas tudo o que é de Cristo vem por esse caminho: seguir o Espírito.
A próxima coisa a respeito do vento é que ele escolhe e segue seu próprio rumo.
Vocês não podem dizer ao vento em que direção ir ou de onde vir. Não podem determinar ao vento qual deve ser sua escolha — esta ou aquela.
O vento simplesmente escolhe seu próprio rumo e segue seu próprio rumo.
Assim é todo aquele que é nascido de Deus, nascido do Espírito.
O Espírito exige o direito de fazer isso conosco, queridos amigos: escolher Seu rumo conosco e conduzir-nos por esse rumo. Ele exige o direito de fazê-lo.
Agora, Pedro é um exemplo magnífico de tudo isso. Em um sentido muito real, Pedro é a personificação de tudo o que estou dizendo. Não é sem significado que Pedro seja a figura de maior destaque no dia de Pentecostes.
Não é sem significado, eu disse. Que significado? Ora, o significado do próprio Pedro.
Lembrem-se das últimas palavras que o Senhor disse a Pedro na antiga ordem, antes da ascensão:
Simão, quando eras jovem, tu te cingias e andavas por onde querias;
Mas, quando fores velho, outro te cingirá e te levará para onde não queres.
Para onde querias; para onde não queres — segundo tua inclinação natural.
Aqui vocês veem Pedro apresentado com seu próprio temperamento natural, esse homem volúvel como o mercúrio.
Que palavra expressiva! Vocês já derramaram mercúrio no chão e tentaram recolhê-lo, juntá-lo novamente? Ora, é preciso ir atrás dele em todas as direções; e, quando vocês acham que conseguiram, não conseguiram.
Esse é Pedro, não é? Simão — uma descrição muito expressiva.
O velho Simão: seu temperamento, sua formação, constituição e disposição naturais, movendo-se de um lado para outro o tempo todo, frustrado de uma maneira, muitas vezes de outra.
Portanto:
Andavas por onde querias.
O Senhor havia compreendido muito bem Pedro, filho de João:
Por onde querias.
Você determinava seu próprio rumo. Escolhia seu próprio caminho. Seguia suas próprias preferências, aquilo de que gostava e de que não gostava. Você era o soberano de sua própria vida, a menos que pensasse em sua própria morte.
Mas outro te cingirá.
Outro te cingirá.
Tudo isso pertence à sua imaturidade espiritual. Sua maturidade espiritual vai se manifestar nisto:
Outro te cingirá e te levará para onde não queres.
Para onde o velho Simão não quer ir — e isso não é bom.
Esse Espírito que vai cingir você agirá de modo inteiramente contrário à sua formação, ao seu temperamento, à sua disposição; tornará impossível que você simplesmente faça o que quiser ou aquilo que estiver inclinado a fazer.
Outro te cingirá.
O vento escolhe seu próprio rumo; segue seu próprio rumo. Assim é todo aquele que é nascido do Espírito.
Pedro, no dia de Pentecostes, foi poderosamente cingido; e agora começa a batalha entre o velho Simão e o novo Pedro.
Vocês conhecem Atos 10. Pedro está no terraço, orando. Ele estivera jejuando e orando, ficou com muita fome, entrou em êxtase e teve uma visão. Lembrem-se da história daquele lençol que descia, cheio de animais impuros.
E a voz disse:
Levanta-te, Pedro; mata e come.
O velho Simão se levanta e diz:
De modo nenhum, Senhor.
Como misturamos as coisas, não é? Voltamos àquela velha natureza. “Senhor” — essa palavra não cabe. Essa palavra não cabe quando estamos dizendo: “De modo nenhum”. Vocês não podem dizer “Senhor” e, ao mesmo tempo, dizer “De modo nenhum”.
E isso aconteceu três vezes. Então a visão terminou — e Pedro ficou refletindo.
Ah, vocês conhecem o restante da história, não é? Chegaram os três homens de Cesareia, enviados pelo centurião Cornélio, batendo à porta. Leiam a história. Não tenho tempo de percorrê-la novamente.
Pedro foi chamado. O Senhor disse:
Vai com eles.
O Espírito disse:
Vai com eles.
O Espírito disse:
Vai com eles.
Aí está uma dor de cabeça para Simão. E ele foi cingido e entrou na casa de um gentio, na companhia de gentios — animais impuros segundo o ritual judaico.
Segundo — observem bem; vocês já me ouviram dizer isso antes — as Escrituras do Antigo Testamento. Ele tinha as Escrituras a seu favor, assim pensava.
Apoiando-se em sua interpretação das Escrituras, ele encontrava nelas respaldo; mas o Espírito estava fazendo algo que parecia contradizer as próprias Escrituras e toda a sua posição.
Sei o perigo do que estou dizendo, mas vocês entendem o ponto. O Espírito Santo sabe o que está fazendo, e exige soberania absoluta nessa questão.
Pois nem mesmo a nossa interpretação das Escrituras é definitiva; é a interpretação das Escrituras pelo Espírito Santo que é definitiva. Muitas vezes, à medida que prosseguimos com o Senhor, chegamos ao ponto — sim, repetidamente em nossa vida — em que temos de dizer: “Preciso fazer um ajuste a respeito disso”.
“Eu acreditava com muita convicção nisto e naquilo a esse respeito, mas preciso me ajustar. O Senhor exigiu que eu mudasse minha posição nesse ponto.”
Alguns anos atrás, um coronel reformado do Exército, amigo meu, havia escrito livros e mais livros sobre determinado assunto profético. Eles haviam sido publicados, eram bem conhecidos e lidos por toda parte. Ele me disse: “Sabe, preciso recolher todos eles. A verdadeira luz que o Senhor me mostrou sobre esse assunto torna necessário que eu mude toda a minha posição — a posição que mantive durante toda a vida — a respeito disso”.
Sejam honestos. Ele foi honesto.
Mas não há dúvida: o Espírito Santo havia assumido o controle dessa questão de sua interpretação intelectual das Escrituras. Há toda uma diferença entre uma interpretação intelectual e uma revelação espiritual.
Bem, aqui está Pedro na casa de Cornélio, nessa história maravilhosa. O que Pedro estava realmente fazendo — ou o velho Simão, ao agir dessa maneira?
Ouçam: ele estava tornando Cristo muito menor do que Ele realmente é. E, se há uma coisa contra a qual o Espírito Santo Se opõe, é isso — Ele Se opõe a isso.
Israel: os eleitos, a aristocracia espiritual. Os gentios: os cães, os animais impuros. Israel.
O Espírito está dizendo a Pedro, com muita ênfase: “Jesus Cristo é um Cristo muito maior do que você jamais viu, Pedro. Você precisa se ajustar a isso”.
Se há uma coisa contra a qual o Espírito Santo Se opõe, é o exclusivismo. Não se enganem a esse respeito. O exclusivismo torna Cristo menor do que Ele é.
Essa é a tragédia de Israel. Filhos? Sim. Eleitos? Sim. Receberam os oráculos? Sim. Tudo isso. Mas para quê? Por quê?
Por causa das nações: um testemunho de Deus no meio das nações, para que as nações vissem, cressem e se voltassem para o Senhor. Esse é o horizonte de Deus para Israel.
Ah, Jonas — Jonas é realmente um exemplo disso.
Vai a Nínive, aquela grande, aquela poderosa cidade.
Vocês conhecem a história de Jonas.
Mas Jonas representa a posição tradicional de Israel: exclusivista, fechado em si mesmo. “Nós somos o povo, e ninguém mais.”
“Nós somos os filhos. Nós somos os eleitos. Recebemos a luz. Temos a verdade.” Mas por quê? Por quê?
Não para nós mesmos. Não para nos tornar alguma coisa em nós mesmos. Não para erguer uma cerca ao nosso redor, excluindo todos os outros, mas por causa de todos os outros. Por causa de todos os outros — isso é tudo.
Este é nosso testemunho final, queridos amigos, a respeito de toda esta dispensação. Esses dois mil anos da história trágica, tão trágica, de Israel resultam em tornar o Filho de Deus menor do que Ele realmente é.
Ah, o que Cristo é! O que Deus O fez ser para Israel e para o mundo!
Vejam, é justamente nesse capítulo que temos as palavras mais conhecidas de todas:
Porque Deus amou o mundo de tal maneira […] todo aquele que […]
Vocês precisam nascer do alto — sair desse exclusivismo, desse tradicionalismo estreito, dessa posição rígida e estabelecida de vocês —, nascer para a grandeza do propósito de Deus em Seu Filho, que tudo abrange.
Como Cristo é grande!
Ah, que sejamos salvos de ter um Cristo menor do que Deus pretende que tenhamos.
Não há perigo nisso. O Espírito Santo pode cuidar disso.
Portanto, meu ponto é que o Espírito Santo, nesse décimo capítulo de Atos, está simplesmente dizendo: “Não aceitarei que vocês limitem Cristo, seja qual for o fundamento”.
Vocês podem citar um trecho de Levítico 11, se quiserem. Não aceitarei isso.
Não chames tu impuro ao que Deus purificou.
A cruz resolveu toda essa impureza cerimonial e abriu os vastos horizontes da graça para todos os homens.
Esta é a terceira ocasião com Pedro, vejam: primeiro, seu temperamento; depois, sua intolerância espiritual.
Em Atos 15, temos a situação à qual Paulo se refere em sua carta aos Gálatas. Então, o que aconteceu?
Pedro é chamado a prestar contas disso pelos anciãos de Jerusalém. Como dizemos, ele está sendo cobrado, colocado contra a parede, tendo de responder por esse comportamento incomum, sem precedentes.
Agora, vocês sabem, Pedro resume tudo nisto:
Quem era eu? Quem era eu para resistir a Deus?
É isso que significa ser dominado.
Quem era eu para resistir a Deus?
Então aconteceu outra coisa.
Pedro está em Antioquia. Os gentios de Antioquia foram salvos e reunidos; o Espírito fez algo entre os gentios. Pedro está lá, alegrando-se. Ele está dando continuidade ao que aconteceu em Cesareia, na casa de Cornélio, prosseguindo alegremente nisso com os gentios de Antioquia, comendo e bebendo.
Muito bem. Então certos homens desceram de Jerusalém — da parte de Tiago, e alguns outros desceram de Jerusalém.
E, quando eles chegaram, Pedro se afastou. Pedro se afastou. Pedro se afastou.
Há um afastamento. Isso é uma ofensa perigosa ao Espírito Santo, uma violação do que Ele está fazendo. E Paulo reconheceu o significado disso e disse:
Resisti-lhe face a face.
Por causa de sua dissimulação. Resisti-lhe face a face.
Simão está passando por maus momentos, não é, sob esse governo do Espírito Santo? Está mesmo.
O que aconteceu agora? Aqui surgiu algo no velho Simão: a sujeição aos homens.
“O que os irmãos vão dizer? O que os líderes vão dizer? O que os principais vão dizer? Preciso — preciso ter cuidado por causa do que eles vão dizer e, talvez, do que vão fazer.”
E esse tipo de coisa se coloca contra a soberania do Espírito Santo — duas coisas em colisão. Vocês não podem permitir isso.
Fico tão contente, porque Pedro deve ter superado isso. Ele não poderia ter escrito suas duas cartas se não tivesse superado.
E não poderia ter dito, mais tarde, a respeito desse homem que lhe resistiu face a face e disse: “Pedro, você está condenado. Diante de Deus, você está condenado. Você é culpado de dissimulação” — mais tarde, Pedro escreveu:
Nosso amado irmão Paulo, em todos os seus escritos, nos quais há algumas coisas difíceis de entender.
Estão vendo? Mas ele avançou em seu aprendizado. O Espírito Santo, que está escolhendo o caminho e seguindo por ele, encontra Pedro se alinhando, entrando na vida.
Houve alguns, observem bem, que não se alinharam.
Demas me desamparou.
O latoeiro — quanto a esse, não sei. Até Barnabé — está escrito “até Barnabé”. Até Barnabé: era impensável! O querido, amado Barnabé, que significava tanto para Paulo e tanto para a igreja em Antioquia. Ah, tanto! Mas até Barnabé foi levado por isso.
Barnabé deixa de aparecer no Novo Testamento. Espero não exagerar ao falar de juízo, de condenação; mas há aqueles que simplesmente saem do caminho do vento quando Ele está soprando em direção a esse grande e pleno propósito de Deus: dissimulam, afastam-se.
Senhor, salva-nos.
Não sei onde encerrar isso. O vento sonda. Posso terminar com esse ponto? Deixemos o outro.
O vento sonda e prova tudo, especialmente os fundamentos e as estruturas — de que natureza são.
Passei boa parte da minha vida na Escócia — na infância e, depois, mais tarde. Há uma cena comum na Escócia. Tínhamos ali muitos pinheiros, florestas de pinheiros e pinheiros crescendo à beira das estradas.
É uma terra onde o vento sopra de vez em quando. E, depois de qualquer uma de nossas grandes tempestades de vento, vocês podem percorrer as estradas e ver esses pinheiros arrancados pelas raízes, deitados no chão, com as raízes reviradas para o alto.
Antes, as pessoas haviam feito comentários e dito coisas muito bonitas sobre aquelas árvores tão belas. Que vista magnífica!
E o vento soprou. E o vento soprou — provando a profundidade de suas raízes, provando sua capacidade de resistir, provando seu vigor.
E tantas dessas árvores, antes admiradas e elogiadas, caíram. Caíram, desabando no chão.
O vento soprando. O Espírito Santo faz exatamente isso, sabem, amigos. É isso que Ele está fazendo.
O Espírito Santo vai soprar sobre todos nós.
A experiência cristã é exatamente isto: sob a soberania do Espírito Santo, nossos fundamentos serão provados. Não se enganem — eles serão provados.
E também nossa estrutura, nossa beleza, nosso vigor, nossa resistência.
O vento está soprando hoje? Ah, como está soprando! Olhem para todas as provações. Vejam todas essas quedas trágicas ao chão.
Vocês sabem, queridos amigos, que o cristianismo como o conhecemos hoje será despedaçado — completamente despedaçado —, e nada dele restará: o cristianismo como o conhecemos.
Todas estas coisas hão de ser dissolvidas,
diz Pedro. Toda a ordem cósmica, e todo esse sistema cristão como o conhecemos, desaparecerá.
Vocês dizem: “Essa é uma afirmação terrível. Com que autoridade?”
Bem, no plano político, vivi duas guerras mundiais. O que vimos? Só isso já é um exemplo simples e muito pequeno do que estou dizendo.
Vimos muitos e muitos lugares com uma grande tradição cristã, que haviam representado algo significativo, simplesmente arrasados — quase sem restar pedra sobre pedra.
Por toda parte: destruição. Sem preferência, sem favoritismo.
E Deus — onde está Deus? Onde está Deus?
“Ah, se alguma coisa deveria ser preservada, isso deveria ser preservado. Deus deveria protegê-lo, então.” Não. A resposta é não.
Por quê? Porque Deus não está interessado em coisas. Deus está interessado em uma única questão.
O Espírito Santo Se ocupa de uma única questão, queridos amigos — de uma única questão.
E a história confirma isso. O Espírito Santo Se ocupa apenas de Cristo — de Cristo; daquilo que é Cristo; daquilo que é de Cristo; da medida de Cristo.
O Espírito Santo tem apenas Um diante de Seus olhos: Cristo. E Ele está sempre dizendo: “Quanto da plenitude eterna de Cristo há realmente aqui?”
Assim, vocês podem ir à Ásia Menor hoje e não encontrar vestígio das igrejas da Ásia. Podem ir à Galácia. Podem ir a todos esses lugares do Novo Testamento, mas hoje não encontrarão nada das igrejas como instituições locais.
Agora, os três primeiros capítulos do livro de Apocalipse incidem diretamente sobre isso. Observem: as igrejas. Há sete igrejas na Ásia.
O que o Espírito diz.
O que o Espírito diz, o que o Espírito diz — sete vezes: o que o Espírito diz.
O vento está soprando sobre elas simplesmente para descobrir, não se têm tradição, não isto, aquilo ou alguma outra coisa, não se têm um edifício e um lugar de reunião, ou uma forma de culto, ou uma espécie de ordem neotestamentária, mas quanto do Cristo ressurreto, vivo e exaltado há aqui — tenham elas essas coisas ou não.
E o Espírito Santo chegará ao ponto de dizer:
Arrepende-te, ou removerei o teu candeeiro do seu lugar,
porque a luz se apagou.
De que serve um candeeiro se não há luz? Mero ornamento — o Espírito Santo não está interessado.
Vocês entendem o ponto? A luz é Cristo — a medida de Cristo. É Cristo, Cristo.
O que o Espírito diz não é simplesmente isto ou aquilo:
Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência.
Ah, isso é muito bom.