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THAT THE WORD OF THE LORD MAY RUN AND BE GLORIFIED
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    The Work Of Love: God's House, His Church, His Testimony #4 © 2026 Christian Testimony Ministry
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    The Work Of Love: God's House, His Church, His Testimony #4
    The Work Of Love: God's House, His Church, His Testimony #4
    Kaung, Stephen

    O Senhor Ressuscitado como Rei-Sacerdote entre as Igrejas

    Por favor, abram em Habacuque 3:2.

    Leituras Bíblicas

    Ó Senhor, ouvi a Tua palavra e temi:
    Ó Senhor, aviva a Tua obra no meio dos anos;
    No meio dos anos, faze-a conhecida;
    Na ira, lembra-Te da misericórdia.

    Abram também em Apocalipse 2:7.

    Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
    Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus.

    E em Apocalipse 3:12-13.

    Ao que vencer, Eu o farei coluna no templo do Meu Deus, e dele nunca mais sairá:
    E escreverei sobre ele o nome do Meu Deus, e o nome da cidade do Meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do Meu Deus, e o Meu novo nome.
    Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

    Vamos orar.

    Querido Senhor, queremos agradecer-Te por nos reunires nestes dias. Tu tens sido bom, fiel e misericordioso para conosco.

    Senhor, ao chegarmos a esta última sessão dedicada à Tua Palavra, pedimos que continues a falar conosco. Senhor, Tu sabes como os nossos ouvidos são insensíveis e como somos lentos para compreender. Senhor, pedimos que expliques, reveles e abras o nosso entendimento. Sê paciente conosco. Fala, e fala novamente, até que ouçamos — até que realmente ouçamos.

    Senhor, Tu és o Deus misericordioso. Na ira, lembra-Te da misericórdia. Mostrarás misericórdia para conosco nesta noite? Pedimos que não deixes ninguém de lado, mas que Te reveles a nós. Fala a Tua Palavra a nós, para que vivamos, para que sejamos avivados, enquanto realizas a Tua obra de avivamento.

    Senhor, trememos diante de Ti. Não permitas que aqueles que estão reunidos aqui neste momento voltem para casa e permaneçam os mesmos. Ó Senhor, tem misericórdia. Não nos deixes ir.

    Entregamos este tempo em Tuas mãos e confiamos que o Teu Santo Espírito realizará a Tua obra — uma obra que somente Tu podes realizar. Queremos dar-Te toda a glória. Pedimos em nome do nosso Senhor Jesus. Amém.

    A Visão do Senhor Ressuscitado

    O apóstolo João foi exilado na ilha de Patmos por causa da Palavra de Deus e do testemunho de Jesus Cristo. No dia do Senhor, ele estava no Espírito e ouviu uma voz atrás de si.

    Ele se voltou para ver quem falava e viu sete candeeiros de ouro e, no meio dos candeeiros, Alguém semelhante ao Filho do Homem.

    Esta é a visão de Patmos. É uma visão que o apóstolo João nunca havia visto antes. Para ele, era algo novo.

    Ao ver aquela visão, ele caiu como morto. Essa foi a sua reação àquela visão, irmãos e irmãs.

    É uma visão que Deus deu a João para que ele a relatasse a nós — uma visão que Deus deseja que cada um dos Seus veja. Mas será que nós a temos visto?

    É uma visão de extrema importância para a igreja, uma visão dada especialmente à igreja para a era da igreja, desde o primeiro século até o século XX. Ela foi dada especialmente à igreja; e, se não conseguirmos vê-la, então, irmãos e irmãs, não sei como poderemos ser a igreja segundo o pensamento original de Deus.

    É uma visão do Senhor ressuscitado, que agora está no céu, como Rei-Sacerdote sobre a Sua própria casa. Esta é uma visão para nós hoje.

    Vocês se lembram de quando Abraão voltou daquela batalha contra os quatro reis. Um homem veio ao seu encontro: Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo. E Melquisedeque o abençoou.

    Irmãos e irmãs, nosso Senhor Jesus é sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque. Ele é Rei e é Sacerdote, e hoje governa a Sua própria casa. Precisamos de uma visão do Senhor como tal.

    Sim, quando fomos salvos, recebemos uma revelação. Nós O vimos como o Cristo, o Filho do Deus vivo; e, por causa disso, somos abençoados. Recebemos a vida eterna. Tornamo-nos filhos de Deus.

    Mas a visão do nosso Senhor Jesus precisa continuar. Precisa aumentar. E um dia Deus deu esta visão ao nosso Senhor para que Ele a transmitisse à Sua própria igreja: o Senhor glorioso no meio da Sua própria igreja.

    Quando João viu aquela visão, como foi diferente a sua reação! João havia visto nosso Senhor Jesus como o Cordeiro de Deus, e isso o atraiu a seguir o Senhor, a estar muito perto Dele, até mesmo a reclinar-se sobre o Seu peito. Ninguém poderia estar mais próximo, em maior intimidade.

    Mas, quando João teve essa visão do Rei-Sacerdote sobre a Sua igreja, caiu como morto. Por quê?

    Creio que isso não aconteceu apenas por causa dele mesmo, mas também por causa do seu ministério. Diante de um Senhor tão glorioso, de um Rei e Sacerdote assim, João percebeu a sua própria condição espiritual. Como poderia permanecer de pé diante de um Rei-Sacerdote tão glorioso?

    Todas as suas obras — suas obras fiéis entre as igrejas da Ásia — não podiam subsistir diante de um Rei-Sacerdote assim, que tem tanto amor e cuidado pela Sua própria igreja. Sua beleza se transformou em corrupção. Sua vida e seu serviço não podiam suportar aquela glória. Ele caiu como morto.

    Precisou ser tocado para ser trazido de volta à vida, por assim dizer.

    O Efeito de uma Visão Celestial

    Irmãos e irmãs, toda vez que uma visão celestial é concedida, toda vez que uma visão do nosso Senhor Jesus é concedida, esta é sempre a primeira reação.

    Quando Isaías entrou no templo e teve a visão do Senhor assentado sobre o Seu trono, com a orla das Suas vestes enchendo o templo, e os serafins clamando: “Santo, santo, santo”, ele era um profeta, um porta-voz de Deus. Seus lábios deveriam ser puros. Contudo, quando viu aquela visão, disse:

    Ai de mim! Pois estou perdido.

    Sou homem de lábios impuros e habito no meio de um povo de lábios impuros.

    Ele precisou ser purificado pelo fogo do altar antes que seu ministério pudesse ser renovado e levado a um nível mais elevado.

    Daniel, o amado de Deus, quando teve a visão do Senhor glorioso, também caiu como morto. Ele disse: “Não havia mais força em mim, nem vida em mim”. Ficou prostrado, com o rosto em terra, até ser tocado repetidas vezes. Então recebeu força para falar e ouvir o Senhor.

    O apóstolo Paulo, quando ainda era Saulo, o fariseu, encontrou o Senhor ressuscitado no caminho de Damasco. Ele caiu, prostrado diante Daquele.

    Portanto, irmãos e irmãs, esta é uma visão que Deus deu à Sua igreja hoje. Mas será que nós a temos visto?

    Se você realmente vir essa visão, como poderá continuar de pé como de costume, prosseguir consigo mesmo e continuar com seu ministério e serviço? Precisamos ser feridos, por assim dizer, até a morte.

    Lembro-me da oração de Ana em 1 Samuel 2:6-8.

    O Senhor mata e faz viver:
    Faz descer ao Sheol e faz subir.
    O Senhor empobrece e enriquece:
    Ele abate e também exalta.
    Levanta o pobre do pó,
    Ergue o necessitado do monturo,
    Para fazê-los assentar com os príncipes
    E herdar o trono de glória.

    Irmãos e irmãs, no agir de Deus, este é um princípio do qual vocês não podem escapar. Este é o princípio segundo o qual Deus opera. Sempre que vocês veem Deus agindo, primeiro Ele mata, depois faz viver. Primeiro Ele nos abate, depois nos exalta.

    Este é um princípio da obra de Deus. Se Deus está agindo e não há morte, se Deus está agindo e não há humilhação, irmãos e irmãs, então Deus não operou.

    Por quê? Porque não O vemos. Podemos continuar vivendo, mas, assim que O vemos, chegamos ao fim. Somos levados ao fim de nós mesmos para que Deus possa realizar a Sua obra.

    Até mesmo João, o amado, o discípulo a quem Jesus amava, quando teve aquela visão gloriosa de Cristo e da Sua igreja — de como Ele está no meio dos sete candeeiros de ouro, de como Ele é o Rei-Sacerdote ministrando à Sua própria casa —, caiu como morto. Ele precisou ser levantado dentre os mortos e colocado sobre o fundamento da ressurreição. É assim que Deus opera.

    Portanto, não se surpreendam quando dizemos que Deus primeiro julga e depois ministra.

    O Juízo e o Ministério Sacerdotal

    Como Rei, Ele julga. Seu juízo é justo e reto. Se vemos o Seu juízo, sabemos que a Bíblia diz que o juízo começa pela casa de Deus.

    Agora, é claro, sabemos que o julgamento relativo à morte e à vida eternas já foi resolvido, porque nosso Senhor Jesus foi julgado por Deus na cruz do Calvário. Ele tomou o nosso lugar. Portanto, já não há para nós o julgamento do grande trono branco, relativo à morte eterna ou à vida eterna.

    Mas isso não significa que não haja julgamento. Ele é Rei. O juízo começa pela casa de Deus. Nosso Senhor Jesus hoje está julgando a Sua casa.

    Talvez algumas pessoas não gostem da palavra julgar, porque sempre a associamos à condenação, ao castigo e a uma conotação negativa. Como somos filhos de Deus, é claro que Ele não nos castigará; não nos condenará. Mas isso não significa que Ele não nos corrigirá ou disciplinará.

    Quando estamos sendo disciplinados, quando estamos sendo corrigidos, é porque Ele nos ama. Ele vê em nós algo que está em contradição com Ele, algo que precisa ser removido. Quando vem esse julgamento, será que ele não nos leva à morte? Ele nos mata; mas, graças a Deus, é com o propósito de nos ressuscitar para a vida — para a vida verdadeira.

    Depois que aquela mão tocou João, ele ouviu uma voz:

    Não temas; Eu sou o Primeiro e o Último,
    E Aquele que vive;
    Estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos,
    E tenho as chaves da morte e do Hades.

    João teve a visão com uma descrição em dez aspectos Daquele que era semelhante ao Filho do Homem, no meio dos sete candeeiros. Então ouviu uma palavra:

    Eu sou o Primeiro e o Último, e Aquele que vive.
    Estive morto e estou vivo pelos séculos dos séculos;
    E tenho em Minhas mãos as chaves da morte e do Hades.

    Irmãos e irmãs, essas palavras explicam aquela visão.

    Sabem, isso aconteceu nos tempos do Antigo Testamento. Eu mencionei isso, mas receio que as pessoas não tenham entendido. Vocês se lembram de Zacarias 4, quando Zacarias viu o candeeiro de ouro e as duas oliveiras derramando ouro no candeeiro?

    Quando ele teve aquela visão, ouviu a voz:

    Não por força, nem por poder, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor.

    Esta é a interpretação daquela visão.

    Como o candeeiro pode continuar a iluminar? Ele precisa de azeite. De onde vem o azeite? Das duas oliveiras. Elas derramam ouro nos tubos, e o ouro se transforma em azeite.

    Qual é a mensagem? A mensagem diz respeito à restauração do testemunho de Jesus. Não é por força, nem por poder, mas pelo Espírito de Deus. Essa é a palavra.

    A mesma coisa aconteceu em Apocalipse 1. Vocês veem a visão do Rei-Sacerdote no meio dos sete candeeiros de ouro. O que isso significa? O que Ele nos diz? Qual é a mensagem para nós?

    A mensagem é:

    Eu sou o Primeiro e o Último.

    Sabem, “o Primeiro e o Último” é um título de Deus. Deus é o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim, o Alfa e o Ômega. Em outras palavras, o Senhor está nos dizendo que Ele é Deus.

    Ele é o Primeiro, a Origem de todas as coisas. Tudo o que não começa com Ele é inaceitável. Ele precisa ser o Primeiro. Ele é o Primeiro em todas as coisas, e Ele é o Último. Tudo precisa terminar Nele. Sua glória e Seu propósito precisam se cumprir.

    Primeiro e Último — e tudo o que há entre ambos —, Ele é tudo e está em todos. É isso que Ele é para a igreja.

    O Senhor está dizendo à igreja que Ele é o princípio da igreja. Tudo na igreja precisa começar com Ele, não com o homem; e tudo precisa terminar Nele. Ele é tudo e está em todos. Essa é a Sua mensagem à igreja.

    Ele é Aquele que vive. Ele é a própria vida. Mas esteve morto para completar a obra da redenção. A morte não pôde retê-Lo. Ele despojou a morte do seu poder e saiu em vida de ressurreição.

    A igreja passará pela morte, mas sairá em vida. Ele tem as chaves da morte e do Hades.

    Sobre esta pedra edificarei a Minha igreja; e as portas do Hades não prevalecerão contra ela.

    É isso que Ele é para a Sua igreja. É isso que Ele é, e é isso que a igreja precisa ser. Esse é o testemunho confiado à igreja para que ela o cumpra.

    Não é de admirar que, quando João teve aquela visão, tenha caído como morto. Como ele estava aquém daquela visão — tanto em sua vida como em seu ministério!

    A Busca do Senhor pelo Seu Testemunho

    Portanto, queridos irmãos e irmãs, não negligenciemos esta visão. Realmente precisamos orar e pedir ao Senhor que remova qualquer escama que possa estar sobre os nossos olhos, para que possamos verdadeiramente ver, em nosso espírito, esta visão do nosso Senhor Jesus hoje em relação à Sua amada igreja.

    Que isso nos traga a obra avivadora de Deus.

    Mencionamos ontem que nosso Senhor Jesus, como Rei-Sacerdote, está ministrando às igrejas. Ele anda no meio dos sete candeeiros de ouro e tem em Sua mão direita as sete estrelas. Em outras palavras, Ele sustenta aqueles que têm responsabilidade espiritual, para que cumpram essa responsabilidade.

    Ele está cuidando dos candeeiros. O que Ele vê? O que está procurando?

    Mencionamos ontem pela manhã que Ele procura apenas uma coisa: Ele procura a Si mesmo. Ele Se revela à igreja, e essa revelação se torna o testemunho confiado à igreja para que ela o dê.

    Portanto, o que Ele procura é essa luz. Ele procura a Si mesmo.

    Enquanto Ele procura a Si mesmo, irmãos e irmãs, quando vocês leem Apocalipse 2–3, as sete igrejas da Ásia não parecem muito belas. Graças a Deus, aqui e ali pode haver algo que realmente corresponda a Ele, mas a maioria das situações está em contradição com Ele.

    Não pensem que isso era verdade somente no final do primeiro século. É verdade em todos os séculos, em todas as gerações. As sete condições das sete igrejas da Ásia representam a condição espiritual das igrejas de Deus na terra em todos os tempos e em todas as eras. Vocês podem encontrar essas sete condições.

    A Igreja em Éfeso: O Chamado ao Retorno ao Primeiro Amor

    Mencionamos a igreja em Éfeso e como ela havia caído. Era uma igreja conhecida pelo seu amor, pelo seu amor imperecível ao Senhor. Por causa desse amor, recebeu muita revelação.

    Às vezes, irmãos e irmãs, pensamos que, se quisermos conhecer mais do Senhor, precisamos de um bom cérebro e de uma boa mente. Mas isso não é verdade, porque nosso Senhor Jesus disse que essas coisas estão ocultas aos sábios e entendidos, mas são reveladas aos pequeninos.

    Para conhecê-Lo, para conhecer mais Dele, para receber revelação, irmãos e irmãs, não é o cérebro nem a mente que importa — é o coração. É o amor.

    Se você O ama, você O conhece e é conhecido por Ele. Quanto mais depender do seu próprio cérebro, mais distante estará do verdadeiro conhecimento de Deus.

    Não quero dizer que não devemos usar a mente. Deus nos deu uma mente para ser usada, mas não para ser o ponto de partida. Tudo precisa começar com o coração, a sede do amor.

    Porque a igreja em Éfeso amava o Senhor, recebeu muita revelação — todo o conselho de Deus, a vontade eterna de Deus revelada a ela. Teve um início glorioso, fiel ao testemunho de Jesus.

    Mas, com o passar dos anos, sabem, às vezes vocês encontram na história da igreja que, sempre que Deus parece levantar algo para o Seu testemunho, dentro de vinte anos aquilo já entrou em declínio.

    Todas as coisas exteriores permanecem. Todo o conhecimento que veio da revelação permanece, mas permanece na mente, não mais no coração. Eles tinham tudo o que era digno de elogio, e ainda assim o Senhor disse:

    Tenho, porém, contra ti.

    Eles pensavam estar do lado do Senhor, mas o Senhor disse: “Não, Eu estou do lado oposto ao de vocês”. Apesar de todas aquelas coisas boas, elas nada representavam para o Senhor. Por quê? Porque nada representavam para o testemunho.

    A razão da existência deles era o testemunho de Jesus. Se estavam cheios de muitas coisas boas, mas o Senhor não estava ali, qual era o propósito da sua existência? Eles haviam perdido o próprio sentido de existir. Por isso, o Senhor disse:

    Se não te arrependeres, removerei o teu candeeiro.

    O Chamado que Acompanha a Visão

    Queridos irmãos e irmãs, com a visão vem o chamado. Você não pode ter uma visão sem receber um chamado. Por quê? Porque, se você apenas vê uma visão e não há chamado, isso não passa de uma miragem — apenas um sonho.

    A visão é muito prática. Sempre que você tem uma visão, um chamado se segue.

    Abraão viu o Deus da glória aparecer a ele em Ur dos caldeus, e o chamado foi: “Sai”.

    Aqui vocês encontram o chamado que vem à igreja em Éfeso:

    Arrepende-te.

    Arrepender-se de quê? Arrepender-se de todas as obras, do trabalho, da perseverança, de não tolerar o mal, de pôr à prova os falsos apóstolos, da perseverança e até mesmo de odiar as obras dos nicolaítas? Arrepender-se de todas essas coisas? Certamente, não achamos que precisamos nos arrepender delas. Mas precisamos.

    Muitas vezes pensamos que arrependimento é arrepender-se de algo ruim. Como podemos nos arrepender de algo bom?

    Essa é a razão pela qual, quando João Batista veio, os fariseus, os escribas e os sacerdotes não receberam sua mensagem. Ele disse:

    Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.

    Eles pensavam que não tinham nada de que se arrepender.

    Talvez achassem que precisavam melhorar um pouco, mas certamente não se arrepender, porque arrependimento é algo sério demais.

    Irmãos e irmãs, o chamado ao arrependimento não é somente para os não salvos; é também para os salvos. Somos chamados a nos arrepender.

    Às vezes não entendemos o que é arrependimento, por isso sempre me lembro de uma história.

    Houve certa vez um congresso de teólogos e estudiosos da Bíblia que se reuniram para discutir a doutrina do arrependimento. Vários teólogos apresentaram suas dissertações sobre o tema. Mas, quanto mais falavam sobre arrependimento com suas teorias, mais confusas as pessoas ficavam.

    Havia um missionário idoso, um veterano do campo missionário no exterior, sentado no fundo. Ele não aguentou mais, levantou a mão e disse: “Senhor presidente, o senhor me permite dizer algumas palavras?”

    Por respeito aos seus anos de serviço, o presidente lhe concedeu alguns minutos, pensando que ele certamente não conseguiria apresentar o arrependimento de maneira tão maravilhosamente confusa.

    O missionário idoso se levantou e começou a caminhar em direção à plataforma. Enquanto caminhava, gritava: “Estou indo para o inferno! Estou indo para o inferno!”

    Todos ficaram surpresos. Ele percorreu todo o caminho até a plataforma gritando: “Estou indo para o inferno! Estou indo para o inferno!”

    Depois que chegou à plataforma, virou-se, ficou de frente para o público, levantou a mão e disse: “Estou indo para o céu. Isto é arrependimento”.

    E todos entenderam.

    Irmãos e irmãs, o arrependimento é tão radical quanto acabamos de ver. É uma mudança completa de direção, não apenas uma pequena mudança.

    Achamos que nos desviamos só um pouquinho e que tudo de que precisamos é uma pequena correção. Só isso. Não! Precisa ser algo radical, profundo, completo.

    Aqui temos a visão do Senhor na igreja. Percebemos como estamos distantes Dele. Estamos ocupados com muitas coisas — coisas boas —, mas todas essas coisas boas são inimigas do melhor.

    Perdemos Cristo ao nos agarrarmos a essas coisas. Vocês acham que precisamos nos arrepender?

    Que Deus nos dê um espírito de arrependimento, um arrependimento contínuo. Irmãos e irmãs, o arrependimento não acontece apenas uma vez na vida. O arrependimento precisa ser contínuo.

    Quanto mais você vê o Senhor, mais se arrepende. Sua formosura se transformará em corrupção.

    O chamado ao arrependimento significa que sua direção está errada. Você está seguindo na direção errada. Agora, volte para Cristo.

    Você está ocupado com suas obras, com seu trabalho, com sua perseverança, com seu conhecimento. Mude de direção, porque essas coisas o mantêm longe de Cristo. Afaste-se delas e volte para Cristo.

    Amor — Deus é amor. Volte ao primeiro amor. O primeiro amor é Cristo.

    A Igreja em Esmirna: A Fidelidade no Sofrimento

    À igreja em Esmirna, por ser fiel, o Senhor disse:

    Conheço a tua tribulação e a tua pobreza.

    Aquela igreja passou por muitas tribulações. Como seus membros eram perseguidos — não apenas pelo mundo, mas até pelo mundo religioso, pela sinagoga dos judeus, que era a sinagoga de Satanás —, seus bens foram confiscados.

    Eles estavam em profunda pobreza, e ainda assim o Senhor disse:

    Conheço a tua pobreza, mas tu és rico.

    É isso que Eu sou. Tornei-Me pobre para que vocês fossem ricos, e vocês estão seguindo os Meus passos.

    “Eu sou o Primeiro e o Último. Sei o que está acontecendo. Sou Aquele que vive. Sou a sua vida. Seja fiel até a morte. Não tenha medo.”

    Irmãos e irmãs, vemos isso até hoje. Vocês sabem que o número de mártires no século XX foi muito maior do que o número de mártires nos primeiros séculos?

    Não consigo esquecer isso. Em 1980, voltei à China pela primeira vez depois de anos de separação. Fui visitar um querido santo de Deus. Ele havia ficado preso por vinte e sete anos. Creio que hoje seu nome é conhecido no mundo inteiro: Wang Mingdao.

    Fui visitá-lo e lhe fiz uma pergunta. Disse: “Irmão, o que você aprendeu durante aqueles anos na prisão?”

    Sabem o que ele me disse? Disse: “Aprendi uma coisa: não tenha medo. Não tema”.

    Ele disse: “Fracassei porque tive medo — não por mim mesmo, mas pela minha família. O Senhor me ensinou a lição: não tenha medo”.

    O chamado à igreja é permanecer fiel até a morte. Há um chamado.

    Irmãos e irmãs, se vocês dependerem de si mesmos para passar por todas as provações, sofrimentos e perseguições, não conseguirão atravessá-los, por mais fortes que sejam. Mas, se vocês virem o Senhor, Ele ministrará a vocês.

    Sabem, na China, pessoas que considerávamos fortes fracassaram. Pessoas que considerávamos fracas permaneceram firmes. Por quê?

    Porque, se você depender de si mesmo, por mais forte que seja, fracassará. Mas, se depender da graça do Senhor, Ele ministrará a você como Sumo Sacerdote.

    A Minha graça te basta: porque o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.

    Quando você se gloria na sua fraqueza, então o poder de Deus se manifesta. Irmãos e irmãs, é Cristo quem encontra a Si mesmo em Sua igreja perseguida.

    Vivemos em uma terra de abundância, próspera e pacífica. Às vezes me pergunto se essa não é a razão de nossa condição espiritual ser como é.

    À igreja que sofre, o chamado é:

    Sê fiel até a morte.

    Não será por muito tempo — apenas dez dias, isto é, um período muito breve —, e o Senhor voltará.

    A Igreja em Pérgamo: O Chamado à Separação

    À igreja em Pérgamo, o Senhor disse:

    Eu sou Aquele que tem a espada afiada de dois gumes.

    Ele lhes lembrou que é isso que Ele é.

    Mas, de alguma forma, vocês percebem que eles não haviam correspondido Àquele que tem a espada de dois gumes. No início, haviam correspondido. O Senhor disse: “Não negaste o Meu nome e guardaste a Minha palavra”. Quando Seu servo Antipas foi morto, eles ainda eram fiéis. Mas já não eram mais.

    Ora, na história da igreja, não conseguimos encontrar um homem chamado Antipas. Por isso, cremos que o nome significa anti — contra — e pas — tudo. Aqui está um homem que se opõe a tudo o que se opõe a Cristo. Não é de admirar que o mundo não o deixasse viver.

    Mas, depois que ele morreu, vocês veem que a doutrina de Balaão e a doutrina dos nicolaítas tomaram conta.

    A doutrina de Balaão é a mistura do santo com o profano — a igreja e o mundo em jugo desigual, sem separação.

    A doutrina dos nicolaítas é uma separação errada. Todos nós somos sacerdotes que servem a Deus, e, no entanto, clero e leigos são separados. O que precisa estar separado é unido, e o que precisa estar unido é separado. Foi isso que aconteceu na igreja.

    Irmãos e irmãs, isso nos parece familiar? Hoje vocês já nem conseguem ver a linha que separa a igreja do mundo.

    A igreja é como um navio navegando sobre as águas. Mas agora a água encheu o navio, e onde está o navio? Dentro da água.

    Há um chamado à separação. A Palavra de Deus é afiada, mais afiada do que uma espada. Ela penetra, separando alma e espírito, juntas e medulas, e expõe as intenções e os pensamentos do coração.

    Uma visão do Senhor com uma espada de dois gumes penetrará e separará espírito e alma. Irmãos e irmãs, não vemos nenhuma divisão entre espírito e alma.

    Sempre me lembro de quando eu era menino: havia uma missionária que morava conosco. Nós a chamávamos de Vovó. Ela era da Virgínia. Sempre que ficava frustrada, dizia: “Tudo em mim é alma e corpo — onde está o espírito?”

    Hoje, na igreja, não vemos a diferença entre a alma e o espírito. Não vemos nem mesmo a diferença entre o mundo e a igreja.

    Portanto, o chamado é: sejam santos. Sejam separados. Deus está chamando o Seu povo a se separar do mundo.

    Por quê? Porque o Senhor disse:

    Vós não sois do mundo, assim como Eu não sou do mundo.

    Ele não é do mundo; então, como você pode ser do mundo? Se você ama o mundo, o amor do Pai não está em você.

    Precisa haver separação. Ser separado para o Senhor — isso é separação. Isso é santidade. Isso é santificação.

    A Igreja em Tiatira: O Chamado à Simplicidade de Cristo

    Em Tiatira, vocês encontram Jezabel, que se declara profetisa. Ela ensina à igreja as profundezas de Satanás.

    Em vez de o Senhor, como Filho de Deus, nos ensinar, Jezabel está ensinando. Vocês se lembram de que, no monte da transfiguração, a voz disse:

    Este é o Meu Filho amado: ouvi-O.

    A igreja deve ouvi-Lo, ouvir o nosso Senhor. Ele é a única voz à qual devemos dar ouvidos. Mas, em vez disso, Jezabel está ensinando.

    Conhecemos Jezabel no Antigo Testamento. Ela era esposa do rei Acabe, filha de um rei de Sidom, e levou seu marido e toda a nação à idolatria. Ela desviou toda a nação de Deus.

    Irmãos e irmãs, como os ensinamentos dos homens têm substituído a Palavra de Deus! Como temos tornado as coisas complicadas! O chamado é: “Voltem à simplicidade”.

    Vocês se lembram do que Paulo disse em 2 Coríntios 11:2-3:

    Eu vos apresentei como uma virgem pura, desposada com um só esposo, Cristo;
    E temo que sejais desviados da simplicidade para com Cristo.

    Queridos irmãos e irmãs, existe uma simplicidade de Cristo, e somos chamados a voltar a essa simplicidade. Tornamo-nos complexos demais, complicados demais. A verdade é simples.

    Existe uma simplicidade de Cristo. Quando Ele estava na terra, viveu uma vida muito simples. Viveu segundo um único princípio: “A vontade do Meu Pai”. Só isso. Muito simples.

    Irmãos e irmãs, estamos, como virgens puras, vivendo com esse tipo de simplicidade para Ele? Tudo o que Ele disser — não o que os homens disserem, mas tudo o que Ele disser. O chamado é voltar à simplicidade.

    As Igrejas em Sardes, Filadélfia e Laodiceia

    Sardes tinha nome de que vivia, mas na verdade estava morta. Cristo é Aquele que vive. Que contradição! O chamado é à vida.

    Graças a Deus, existe Filadélfia — amor fraternal. Eles guardaram a Palavra de Deus e não negaram o Seu nome, embora tivessem pouca força. Haviam recebido a coroa, e o único chamado era:

    Conserva o que tens.

    Laodiceia, irmãos e irmãs, tinha um passado glorioso, mas vivia no passado. Era só aparência, sem realidade. Por isso, foi chamada de volta à realidade.

    Aqui, irmãos e irmãs, vocês encontram o nosso Senhor. Primeiro Ele julga as Suas igrejas como Rei; depois ministra às Suas igrejas como Sacerdote. Primeiro Ele nos abate até o pó, depois nos levanta ao trono nas alturas. Isso é graça. Essa é a obra de Deus.

    A Escuta do Chamado do Espírito

    Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

    As cartas foram escritas a sete igrejas diferentes, mas o que o Espírito diz é para todas as igrejas. Em outras palavras, precisamos ouvir.

    “Quem tem um ouvido.” No original, está no singular: “Quem tem um ouvido”. Um dia alguém perguntou: “Por que um ouvido, e não dois?” Não sei responder.

    Mas vocês se lembram de que, em Êxodo, depois que a lei foi dada no capítulo 20, o capítulo 21 fala de estatutos e ordenanças. A primeira coisa mencionada ali é esta: se um hebreu se vendesse a outro hebreu, serviria a ele por seis anos e, no sétimo ano, seria libertado.

    Mas, se aquele hebreu dissesse: “Amo o meu senhor, amo a sua casa, não quero sair livre. Quero servir ao senhor por toda a vida — não por obrigação, mas por amor”, então ele era levado à porta, e sua orelha era furada com uma sovela contra o batente.

    E eu disse: “Bem, ele tem um ouvido”. Talvez essa seja a resposta. Senhoras, vocês provavelmente têm as duas orelhas furadas, mas aqui é “um ouvido”.

    Infelizmente, a igreja perdeu a visão. A visão foi dada, mas a igreja não tem um ouvido para ouvir o que o Espírito diz às igrejas.

    Por quê? Porque o nosso coração está coberto de gordura. Então nossos ouvidos ficam insensíveis e não conseguem ouvir.

    Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração.

    Se você é um servo de Deus, tem a orelha furada. Você pode ouvir. Em outras palavras, você responde ao chamado.

    Há um princípio relacionado à obra restauradora de Deus. Quando a igreja entra em ruína, a maioria dos corações se torna insensível. Nossos corações estão divididos. Nossos corações estão ocupados com muitas outras coisas — coisas mundanas, coisas religiosas.

    Como nossos corações estão endurecidos, nossos ouvidos não conseguem ouvir o Espírito chamando. Ele está clamando na praça, na cidade, mas muitos ouvem sem ouvir, porque seus corações estão duros.

    Mas, graças a Deus, ainda existem alguns que têm um ouvido para ouvir.

    Os Vencedores e o Princípio do Remanescente

    “Ao que vencer” — isto é, aquele que ouve o chamado e responde em arrependimento —, a graça o elevará a Cristo, à visão, à revelação. Essas pessoas dão o testemunho de Jesus em seu lugar e em seu tempo.

    “Ao que vencer.” No Antigo Testamento, esse é o princípio do remanescente. Os filhos de Israel foram levados ao cativeiro babilônico. Mas Deus, em Sua misericórdia, lembrou-Se da misericórdia. Eles estavam sob o juízo de Deus, mas Deus Se lembrou da misericórdia.

    Então Ele moveu o coração de Ciro para proclamar o decreto: qualquer um dos filhos de Israel poderia voltar a Jerusalém para reconstruir o templo, a casa de Deus.

    Como nosso irmão já mencionou, durante o tempo do cativeiro, Deus era chamado de Deus do céu, não de Deus do céu e da terra, porque Ele não tinha testemunho na terra. O vaso do testemunho havia fracassado.

    Quando aquele decreto foi proclamado, vocês poderiam pensar que todos os filhos de Israel que estavam no cativeiro, escravos havia setenta anos, se levantariam e voltariam. Não.

    Eles haviam construído suas casas. Haviam estabelecido seus negócios. Tinham suas sinagogas nas quais adoravam a Deus. Tinham tudo para si mesmos. Não se importavam com o testemunho de Deus.

    Para que se incomodar? Para que enfrentar os perigos? Para que voltar a um lugar em ruínas? Eles viviam para si mesmos. Sua religião subornava sua consciência. Sentiam-se confortáveis. O testemunho de Deus — quem se importa?

    Mas havia um remanescente — apenas cinquenta mil. Eles ouviram. Seus espíritos foram despertados. Levantaram-se, deixaram tudo e voltaram a um lugar desolado.

    A partir das ruínas, reconstruíram a casa de Deus, para que o nome de Deus fosse conhecido por toda a terra. Viviam para Deus, não para si mesmos. Esses são os vencedores hoje.

    Queridos irmãos e irmãs, a igreja tem fracassado terrivelmente em manter o testemunho de Jesus Cristo. Estamos cativos do mundo e do mundo religioso. Vivemos para nós mesmos. Estamos confortáveis. Nossas consciências foram subornadas com uma falsa paz.

    Onde está o testemunho de Jesus? Ouvimos o chamado? Nós nos arrependemos?

    Não somos melhores do que ninguém. Os vencedores não são melhores do que ninguém — talvez sejam piores. Mas eles se arrependem.

    São tocados pelo Espírito de Deus. Abandonam tudo e voltam para Cristo. Consideram Cristo mais precioso do que qualquer coisa. Importam-se com o testemunho de Jesus. Não vivem para si mesmos; vivem para Aquele que os amou e Se entregou por eles.

    O amor os impulsiona a voltar. O amor nos atrai de volta a Cristo.

    Quem são os vencedores? Não são a elite nem pessoas especiais. São apenas cristãos normais.

    É graça. É o Sumo Sacerdote quem lhes ministra graça. A graça recebida os faz voltar e vencer.

    Eles vencem as circunstâncias, as condições e as coisas ao seu redor. Vencem tudo isso e voltam para Cristo.

    Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

    Oh, o Espírito de Deus está falando. Ele nunca deixa de falar. Onde está o ouvido? Que o Senhor nos dê esse ouvido para ouvir.

    Quando você ouve, o que faz? Você se arrepende. É isso que faz. Você se arrepende no pó e na cinza. Já não pode se gloriar.

    No arrependimento, você vence.

    As Promessas aos Vencedores

    A cada igreja, nosso Senhor, o Rei-Sacerdote, dá uma promessa.

    Se você voltar ao primeiro amor, comerá do fruto da árvore da vida. Ele é o Deus da vida — vida em maior abundância.

    Se você for fiel até a morte, receberá a coroa da vida.

    Se você se separar, terá aquela provisão secreta, oculta — o maná escondido; isto é, um conhecimento mais profundo e oculto do Senhor. Você será reconhecido e receberá um novo nome.

    Se você voltar à simplicidade de Cristo, receberá autoridade para governar.

    Se você voltar à vida, terá a veste de justiça.

    Se você conservar o que tem, será uma coluna na nova Jerusalém.

    Se você voltar à realidade, ceará com o Senhor e se assentará no Seu trono, assim como Ele Se assenta no trono do Seu Pai.

    A recompensa. Mas não pense que você conquista essa recompensa por mérito próprio. É a graça recebida que lhe dá a recompensa.

    Portanto, irmãos e irmãs, tudo é pela graça. Nosso grande Sumo Sacerdote é misericordioso, pronto a conceder graça para socorro em tempo oportuno.

    Essa é a visão para a igreja. Portanto, irmãos e irmãs, tenham coragem. Ele está ministrando à igreja hoje e está chamando vencedores — aqueles que morreram com Ele e que serão o Seu vaso de testemunho em favor de toda a igreja.

    Que o Senhor nos abençoe. Vamos orar?

    Senhor, se, em Tua misericórdia, abrires os nossos olhos para Te vermos em Tua glória, se, em Tua graça, abrires os nossos ouvidos para ouvirmos a voz do Espírito, então, Senhor, aviva a Tua obra em nós e entre nós, para que o testemunho de Jesus seja mantido na hora mais escura da noite.

    Como ansiamos pelo raiar do dia da Tua volta! Pedimos em Teu precioso nome. Amém.