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THAT THE WORD OF THE LORD MAY RUN AND BE GLORIFIED
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    The Work Of Love: God's House, His Church, His Testimony #1 © 2026 Christian Testimony Ministry
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    The Work Of Love: God's House, His Church, His Testimony #1
    The Work Of Love: God's House, His Church, His Testimony #1
    Kaung, Stephen

    O avivamento da obra de Deus

    Por favor, abram em Habacuque 3. Vamos ler os dois primeiros versículos.

    Oração do profeta Habacuque, sobre Sigionote.
    Ó Senhor, ouvi o relato a Teu respeito e temi:
    Ó Senhor, aviva a Tua obra no meio dos anos;
    No meio dos anos, torna-a conhecida;
    Na ira, lembra-Te da misericórdia.

    Vamos orar.

    Senhor, Tu estás no Teu santo templo; cale-se diante de Ti toda a terra. Senhor, estamos na Tua presença. Nós nos prostramos. Na ira, lembra-Te da misericórdia. Esta é a nossa única súplica. Pedimos em nome do nosso Senhor Jesus. Amém.

    O tema da conferência

    Bem, os irmãos e as irmãs de vários lugares se reuniram em dezembro passado. Esperamos juntos diante do Senhor, buscando que Ele nos mostrasse o que desejava nos dizer neste momento. E, graças a Deus, Ele é tão misericordioso. Naquela ocasião, Ele nos revelou o Seu pensamento, que está em Habacuque 3:2.

    É a oração do profeta Habacuque, e essa oração se torna o tema desta conferência:

    Ó Senhor, ouvi o relato a Teu respeito e temi:
    Ó Senhor, aviva a Tua obra no meio dos anos;
    No meio dos anos, torna-a conhecida;
    Na ira, lembra-Te da misericórdia.

    A continuidade da obra de Deus

    Aviva a Tua obra. Sabemos que o nosso Deus está sempre trabalhando. Seu descanso sabático foi interrompido depois que nossos primeiros pais pecaram e, desde então, Deus tem trabalhado: trabalhando para restaurar, para recuperar, para realizar aquilo que Ele determinou antes mesmo de o tempo existir.

    Nós nos lembramos de que o nosso Senhor Jesus disse em João 5:17:

    Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho.

    Deus sempre trabalha. Sua obra visa ao cumprimento de Sua vontade eterna. Às vezes, pode nos parecer que a obra de Deus ficou mais lenta, chegando até a parar completamente. É claro que os olhos da fé conseguem ver que Deus, de fato, nunca deixa de trabalhar. Ele continua trabalhando, trabalhando.

    Mas, para a maioria de nós, parece que Deus parou de trabalhar. Nós nos perguntamos qual é a razão disso. Pode ser por causa da infidelidade do homem, ou pode ser pela resistência oferecida por Seu inimigo.

    Sabemos que Deus sempre trabalha nos homens, com os homens e em favor dos homens. Portanto, a infidelidade do povo de Deus pode atrasar Sua obra, embora saibamos que jamais poderá destruí-la.

    De tempos em tempos, Deus, em Sua grande misericórdia, trabalha apesar de Seu povo. E esses são tempos de avivamento.

    Também sabemos que o inimigo se esforça muito para frustrar a obra de Deus e, às vezes, pode conseguir atrasá-la. Vocês se lembram de que, no livro de Daniel, em Daniel 10, Daniel jejuou e orou durante três semanas.

    Depois de três semanas, o Senhor lhe apareceu e lhe disse:

    No próprio dia em que começaste a orar, fui enviado a ti, Daniel;
    Mas o príncipe da Pérsia resistiu durante vinte e um dias.

    Assim, vemos que, às vezes, o inimigo parece conseguir resistir à ação de Deus e atrasá-la. Mas sabemos que, no fim, Deus sempre triunfa.

    A necessidade do avivamento divino

    Queridos irmãos e irmãs, sentimos que estamos em um tempo que precisa de um avivamento vindo do alto. Sentimos a necessidade de um refrigério para o nosso espírito abatido, de uma renovação do nosso relacionamento com o Senhor e uns com os outros, de uma recuperação do terreno da verdade que perdemos e de uma vivificação das obras de nossas mãos. Sentimos profundamente a necessidade desse avivamento.

    Por causa disso, vemos o povo de Deus procurando realizar reuniões de avivamento, ouvindo mensagens estimulantes e histórias emocionantes, na esperança de sermos avivados. Pode parecer que isso funciona, mas funciona apenas por pouco tempo; depois, temos de voltar e realizar outra reunião de avivamento.

    Por quê? Porque somos tão centrados em nós mesmos. Queremos que as nossas obras sejam avivadas, que nós mesmos sejamos avivados. Mas a oração do profeta Habacuque é diferente. Sua oração não é: “Aviva as minhas obras”. Sua oração é:

    Aviva a Tua obra.

    Não se trata tanto de nossas obras serem avivadas. O que importa é que a obra de Deus seja avivada. Por isso, sinto que o foco da nossa atenção precisa mudar. Temos de olhar para o Senhor, para que Sua obra seja avivada entre nós, para que Deus seja, por assim dizer, movido a agir.

    Se esperamos que a obra de Deus seja avivada, então, irmãos e irmãs, não podemos fazer nada para produzir isso. Não podemos fazer com que aconteça. Tudo o que podemos fazer é nos humilhar e buscar Sua misericórdia.

    Deus avivará o espírito humilde e o coração contrito. Essa é a única condição em que Ele pode trabalhar. Portanto, irmãos e irmãs, ao nos reunirmos neste momento, não estamos tentando provocar alguma coisa. Queremos nos humilhar diante Dele.

    Sua misericórdia é o único fundamento da nossa súplica: que seja do agrado de Deus avivar Sua obra entre Seu povo. Irmãos e irmãs, somente quando Deus avivar Sua obra é que a obra de nossas mãos também será avivada.

    A oração de Moisés

    Penso especialmente na oração de Moisés, o servo de Deus, no Salmo 90. É a oração de Moisés, e gostaria de ler uma parte dela, começando em Salmos 90:13.

    Volta-Te, ó Senhor; até quando?
    E compadece-Te dos Teus servos.
    Sacia-nos pela manhã com a Tua benignidade,
    Para que nos regozijemos e nos alegremos todos os nossos dias.
    Alegra-nos segundo os dias em que nos afligiste,
    E os anos em que vimos o mal.
    Apareça a Tua obra aos Teus servos,
    E a Tua glória sobre os filhos deles.
    E seja sobre nós o favor do Senhor, nosso Deus;
    E confirma sobre nós a obra de nossas mãos;
    Sim, confirma a obra de nossas mãos.

    Temos de clamar ao Senhor:

    Volta-Te, ó Senhor.
    Alegra-nos.
    Apareça a Tua obra;
    Seja a Tua majestade sobre os Teus filhos,
    E a Tua beleza sobre nós.

    Assim, queridos irmãos e irmãs, quando Deus, em Sua misericórdia, vem a nós e nos revela Sua beleza, a obra de nossas mãos é estabelecida.

    Habacuque e a condição espiritual de Judá

    Vivemos em um tempo não muito diferente do tempo do profeta Habacuque. Não sabemos exatamente quando o profeta profetizou. Há opiniões diferentes.

    Alguns dizem que Habacuque provavelmente profetizou nos últimos anos de Manassés. Sabemos que Manassés foi um rei muito perverso, e foi por causa dos pecados de Manassés que Deus decidiu destruir a nação de Judá. Mas, em seus últimos anos, depois de voltar do cativeiro, ele se arrependeu. Alguns dizem que talvez Habacuque tenha profetizado nessa época.

    Outros dizem que Habacuque provavelmente profetizou na parte final do reinado de Josias. Sabemos que o rei Josias foi um bom rei. Ele serviu ao Senhor com um coração íntegro, como Davi, seu antepassado. Mas, mesmo com a reforma que promoveu na nação de Judá, não conseguiu evitar o juízo de Deus.

    Algumas pessoas dizem que o profeta Habacuque profetizou durante o reinado de Jeoaquim. Sabemos que foi no tempo de Jeoaquim que a nação de Judá foi levada ao cativeiro babilônico. Portanto, não sabemos exatamente quando o profeta Habacuque profetizou, provavelmente entre 638 e 586 a.C.

    De qualquer modo, vemos que, mesmo depois do arrependimento do rei Manassés, e mesmo com a reforma realizada sob o rei Josias, a condição espiritual de Judá não havia mudado muito.

    Quando o profeta olhou para o povo, Deus lhe deu olhos capazes de enxergar. E, por conseguir ver como Deus via, ele ficou profundamente perturbado.

    Ó Senhor, até quando clamarei, e Tu não ouvirás?
    Clamo a Ti por causa da violência, e Tu não salvarás.

    Ele olhou para o povo — seu próprio povo, o povo de Deus — e viu a realidade de sua condição espiritual. Então clamou a Deus, e o céu parecia estar em silêncio.

    Ele perguntou a Deus: por que Ele lhe permitia ver a violência e, ainda assim, nada fazia para detê-la? Por que Deus lhe permitia ver a iniquidade por toda parte e nada fazia? Por que Deus lhe permitia ver brigas e contendas em todo lugar e nada fazia? Por que havia tanta transgressão da lei, já não havia justiça, e Deus nada fazia?

    O profeta Habacuque, vendo o que Deus via em Seu povo, esperava plenamente que Deus julgasse — que fizesse alguma coisa para corrigir a situação. No entanto, Deus parecia não fazer nada. Ele ficou profundamente, profundamente perturbado.

    A visão espiritual e o clamor por juízo

    Irmãos e irmãs, muitas vezes estamos em uma situação em que vemos e, ainda assim, não enxergamos. Como precisamos da visão de Deus! Se tivermos a visão de Deus e realmente enxergarmos o que está acontecendo entre o povo de Deus, nosso próprio povo, e se tivermos o senso de justiça e retidão de Deus, ficaremos do lado Dele e diremos: “Deus, julga. Não permitas que isso continue. Faz alguma coisa”.

    E o céu parece estar em silêncio. Irmãos e irmãs, é melhor ver Deus julgar do que não ver nada acontecer. O profeta estava profundamente perturbado. Ele esperava plenamente que Deus fizesse alguma coisa por amor ao Seu próprio nome.

    Enquanto ele clamava ao Senhor, o Senhor lhe falou. O Senhor disse:

    Farei uma obra em vossos dias — difícil de crer.
    Não a crereis, mas é isso que farei.
    Julgarei o Meu povo por meio de um povo ainda mais perverso que o Meu povo.

    Deus disse que levantaria os caldeus, os babilônios — um povo violento, ganancioso e perverso — para castigar Seu próprio povo. Ora, isso era algo completamente inesperado para o profeta Habacuque.

    Ele esperava que Deus fizesse alguma coisa para julgar a violência, os pecados e a perversidade entre Seu próprio povo. Mas jamais esperaria que Deus usasse um povo mais perverso para julgar Seu povo. Ele não conseguia aceitar isso. Então, novamente, clamou ao Senhor: “Como podes fazer isso?”

    A visão da fé

    Ele foi à torre, à torre de vigia, procurando ver se Deus tinha algo mais a revelar. E ali Deus lhe deu uma visão.

    Em Habacuque 2:2-4:

    E o Senhor me respondeu e disse: Escreve a visão e torna-a clara sobre tábuas,
    Para que possa correr aquele que a lê.
    Pois a visão ainda é para o tempo determinado, e se apressa para o fim, e não mentirá:
    Ainda que tarde, espera-a; porque certamente virá, não tardará.
    Eis que a sua alma está ensoberbecida, não é reta nele;
    Mas o justo viverá pela sua fé.

    Deus disse que, de fato, julgaria Judá por meio da Babilônia. A Babilônia era um instrumento na mão de Deus. Mas, por ter sido usada por Deus para subjugar as nações, sua alma se ensoberbeceu. Ela se orgulhou de si mesma.

    Por causa disso, Deus também julgaria a Babilônia. Mas isso seria em outro tempo determinado. Esse tempo viria; não tardaria. Porém, durante aquele período, o que o profeta poderia fazer? O que o povo de Deus poderia fazer?

    O justo viverá pela sua fé.

    Assim, irmãos e irmãs, aqui vocês encontram um avivamento da fé. Somente a fé consegue olhar acima e além das circunstâncias. Somente a fé consegue olhar para Deus e ver o que Ele pretende alcançar. E somente com essa fé é possível permanecer firme e ser consolado.

    A fé em tempos de declínio espiritual

    Irmãos e irmãs, em certo sentido, o nosso tempo não é muito diferente do tempo de Habacuque. Graças a Deus, somos o povo de Deus, assim como eram os filhos de Israel. No entanto, se o Senhor olhasse para nós hoje, o que Ele veria?

    Vocês olham para o povo de Deus, e o coração fica angustiado. Não há apenas a apostasia profetizada para os últimos dias; vemos um afastamento generalizado entre o povo de Deus. Nossa condição não é bela. Precisamos de fé.

    Nosso tempo não é muito diferente da época em que Esdras e Neemias viveram. Sabemos que os filhos de Israel, por causa de seu pecado, de sua idolatria e de suas abominações aos olhos do Senhor, foram levados ao cativeiro babilônico.

    Enquanto estavam no cativeiro babilônico, no início esperavam que ele não durasse muito. Na verdade, surgiram falsos profetas que diziam que, dentro de dois anos, aqueles que haviam sido levados cativos à Babilônia voltariam.

    Se vocês lerem Jeremias 28, verão que, no quarto ano do rei Zedequias, um falso profeta, Hananias, profetizou e disse que, em dois anos, os que estavam no cativeiro babilônico voltariam. Ele chegou a quebrar o jugo de madeira que estava sobre o pescoço de Jeremias.

    Mas vemos que eles não voltaram. Ficaram no cativeiro babilônico durante setenta anos. Estabeleceram-se ali. Construíram suas próprias casas. Tinham seus próprios negócios e eram prósperos.

    Perderam toda a esperança de voltar. Já nem esperavam voltar. Estavam bastante felizes em uma terra de cativeiro. Então Deus, em Sua misericórdia, fiel à Sua aliança, moveu o coração do rei Ciro para emitir um decreto permitindo que os filhos de Israel no cativeiro voltassem a Jerusalém para reconstruir a casa de Deus.

    Pensaríamos que todo o povo judeu no cativeiro se levantaria e voltaria, mas não foi assim. Eles se esqueceram da casa de Deus. Não deram ouvidos ao testemunho de Deus. Viviam para si mesmos. Estavam felizes, confortáveis e prósperos.

    Portanto, mesmo quando Deus abriu a porta para que voltassem, sabemos que apenas um remanescente voltou. Eles voltaram sob a liderança de Zorobabel e Josué. Cerca de cinquenta mil pessoas voltaram, dentre aquela grande multidão.

    Depois, sob a liderança de Esdras, cerca de mil e quinhentas pessoas voltaram. Mais tarde, sob a liderança de Neemias, houve outro retorno. Esses remanescentes voltaram e reconstruíram o templo, a casa de Deus. Embelezaram o templo, reconstruíram o muro em ruínas e restauraram a paz.

    Meus irmãos e irmãs, novamente vemos que apenas um remanescente voltou. Os demais simplesmente permaneceram na terra do cativeiro. Em meio a uma situação sem esperança, Deus lhes dá esperança — uma esperança que é avivada.

    A condição das igrejas no final do primeiro século

    Também vemos que, no final do primeiro século, o apóstolo João foi exilado na ilha de Patmos. Ali ele recebeu uma visão das sete igrejas da Ásia, que nos mostra a condição espiritual da igreja naquela época. E tampouco era um quadro muito belo.

    O primeiro amor havia sido perdido. A separação do mundo havia sido perdida. O ensino dos homens havia substituído o mandamento de Deus. De nome, viva; na realidade, morta. Nem quente nem fria. Essa era a situação no final do primeiro século.

    Era necessário um avivamento do amor, do primeiro amor por Deus. Agora, sabemos que todas essas coisas são figuras. Foram escritas para nossa advertência, para nós que vivemos no fim desta era. Não estamos vivendo no fim desta era? Estamos.

    Portanto, essas são figuras escritas para nossa advertência. Em outras palavras, Deus quer que aprendamos alguma coisa ali: que aprendamos alguma coisa com Habacuque, que aprendamos alguma coisa com Esdras e Neemias e que aprendamos alguma coisa com o apóstolo João no final do primeiro século. E o que Deus quer que aprendamos?

    Fé, esperança e amor

    Quando olhamos para a nossa própria condição, nós que vivemos no fim desta era, qual é a nossa condição espiritual? Vemos que, por causa do aumento da iniquidade, o amor de muitos esfriou. Mas, em Mateus 24:13, nos é dito:

    Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo.

    Vocês sabem, quando vemos que tudo está desmoronando, quando vemos que as situações parecem não ter solução, perdemos a fé. Perdemos a fé em Deus. Nós nos perguntamos se Deus é capaz de fazer alguma coisa.

    Mas o justo viverá pela sua fé.

    Essa é a lição que encontramos em Habacuque. Tudo pode estar desmoronando, mas Deus permanece o mesmo. Nossa fé está ancorada em Deus, e não em qualquer outra coisa. Sabemos que Sua vontade será feita. Tudo o que Ele determinou ter, Ele terá.

    Portanto, em nossos dias, penso que precisamos de um verdadeiro avivamento da fé — deixar de olhar para todas as outras coisas e nos voltar somente para o Senhor, o Autor e Consumador da nossa fé.

    Não apenas perdemos a confiança nas outras pessoas — e muito —, mas até em nós mesmos; chegamos a duvidar de que Deus possa fazer alguma coisa. Mas, graças a Deus, podemos ser infiéis; Ele é sempre fiel. Ele não pode negar a Si mesmo e, por fim, realizará tudo o que determinou para Seu povo.

    Esperança — há alguma esperança? O apóstolo Paulo diz em 1 Coríntios 15:19:

    Se esperamos em Cristo somente nesta vida, somos os mais dignos de compaixão dentre todos os homens.

    Estamos esperando alguma coisa nesta vida? Então somos os mais miseráveis. Mas, graças a Deus, nossa esperança não está nesta vida, e sim na vida por vir. Nossa esperança está em Deus.

    Em Hebreus 3:6, é dito que, se conservarmos firmes até o fim a confiança e o orgulho da nossa esperança, então somos a casa de Deus. Por isso, olhamos para o Senhor, para que haja um avivamento da esperança.

    Não esperança em nós mesmos — não há esperança aí. Nem esperança em qualquer outra pessoa — não. Nossa única esperança está em Deus, em Cristo Jesus. Olhem para Ele.

    O mesmo vale para o amor. Deus é amor. Só podemos encontrar isso Nele, para que Ele restaure o primeiro amor entre Seu povo.

    O testemunho de Jesus como realidade viva

    Agora, por que a fé, a esperança e o amor são tão essenciais ao testemunho de Jesus? Porque o testemunho de Jesus não é um conjunto de doutrinas. Não é um sistema teológico. O testemunho de Jesus é algo muito vivo e real.

    Como podemos dar o testemunho de Jesus? De que maneira Sua igreja dá o testemunho de Jesus? Não apenas por palavras. Esse testemunho precisa ser dado por meio de uma vida — uma vida que mostre que o nosso Senhor Jesus está vivo.

    Ele está vivo hoje, assim como estava há dois mil anos. E como podemos testemunhar ao mundo que o Senhor está vivo, a menos que O vejamos, O ouçamos, O toquemos e O experimentemos? Ele vive em nós e, por meio de nós, expressa Sua vida.

    O testemunho deve ser vivido, não apenas falado. Para vivermos o testemunho de Jesus, ele precisa ser mantido na fé, na esperança e no amor. Fé, esperança e amor são os três elementos essenciais da vida cristã.

    Se não temos fé, então nossa obra não é nada. É a nossa obra, não uma obra de fé. Se não temos amor, nosso trabalho é vão porque, mais uma vez, estamos nos esforçando por nós mesmos. Não é o transbordar de Cristo.

    Se perseveramos, é por nossa própria vontade e força. Não é por causa da esperança que está diante de nós. É essa esperança que dá realidade à nossa perseverança; é isso que dá o testemunho de Jesus.

    Uma oração por avivamento

    Portanto, queridos irmãos e irmãs, precisamos olhar para o Senhor para que Ele avive Sua obra — para que avive a fé em nós, a esperança em nós e o amor em nós. Dizendo de modo bem simples, tudo está centrado Nele.

    Que o Senhor nos ajude, então, a deixar de olhar para nós mesmos e para tudo o mais, e a simplesmente nos humilhar juntos diante Dele. Clamem a Ele e digam:

    Aviva a Tua obra.
    Aviva-nos na fé, na esperança e no amor.

    Vamos ter um breve momento de oração.