Mas desenvolvam essas pessoas em todos os outros tipos de ministério. Vocês precisam encorajá-las. Sabem, os mais jovens não sabem quais são os seus dons e são tímidos. Os mais velhos devem encorajá-los, dar-lhes oportunidades e oferecer-lhes orientação, ajudando-os.
Sabem, às vezes é preciso encorajá-los; e, se vocês perceberem que estão seguindo na direção errada, então devem desestimulá-los a continuar nessa direção e ajudá-los a seguir na direção certa, porque talvez o Senhor não queira que estejam nesse ministério da Palavra de Deus. Portanto, não apenas os presbíteros, mas também os irmãos e as irmãs mais espirituais precisam cuidar desses mais jovens.
A questão é: no domingo, se vocês deixarem alguém que nunca falou experimentar falar por cinco minutos, quando há tantos irmãos e irmãs — ou talvez até pessoas que não creem — presentes, isso seria um problema de verdade? É claro que seria um problema de verdade.
Então, quando vocês lhes dão a oportunidade de experimentar e se preparar? Nos pequenos grupos. Quando estão numa reunião de comunhão ou num estudo bíblico em pequeno grupo, sabem, esse é o momento de permitir que eles se expressem. Depois de algum tempo, começam a se desenvolver e, então, talvez sejam capazes de falar mais.
É assim que funciona.
Há realmente muitas perguntas sobre isso, mas, falando de maneira simples, a questão é esta: qual é o lugar da mulher na igreja? As mulheres têm ministérios na igreja?
Lembro-me de que, certo dia, uma irmã ficou muito zangada e descontente. Ela disse: “Nós, irmãs, não fazemos nada na igreja, a não ser servir na cozinha”.
Isso não é verdade.
Deus criou o homem e a mulher. Eles são diferentes. Compartilham uma mesma vida e, ainda assim, são diferentes. Por quê? Porque Deus quer que cooperem. Cada um deve desempenhar a sua parte.
Essa é a ordem divina. Deus estabeleceu uma ordem divina. Amém. Trata-se do homem e da mulher. Por quê? Porque o desígnio de Deus é que, por meio da cooperação entre o homem e a mulher, a obra de Deus seja realizada e o Seu propósito seja cumprido.
Portanto, queridos irmãos e irmãs, hoje, neste mundo, vemos que rejeitamos essa ordem divina. Esse é um sinal do fim desta era. Mas Deus tem uma ordem divina.
Essa ordem divina não é observada no mundo, nem sequer nos lares. Mas Deus tem um lar que Ele redimiu. Ele espera que essa ordem seja seguida nos lares. Ele espera que essa ordem seja seguida na igreja.
Isso não significa que a mulher seja inferior ao homem, ou que as irmãs sejam inferiores aos irmãos. De modo algum.
Porque, quando Deus nos mostra a ordem divina em 1 Coríntios 11:3, Ele diz:
Deus é a cabeça de Cristo; Cristo é a cabeça do homem; o homem é a cabeça da mulher.
Agora, irmãos e irmãs, na Divindade, o Pai e o Filho são um. São um em substância, um em essência, um em tudo — iguais. Mas, para que a obra de Deus seja realizada, há uma obra a fazer, e o Pai e o Filho concordam: o Pai assumirá o lugar da cabeça, e o Filho assumirá o lugar do corpo.
Vocês acham que é fácil para o Pai assumir o lugar da cabeça? De modo algum, porque, ao assumir o lugar da cabeça, Ele tem de sacrificar a Sua autoridade.
Para que toda a obra seja realizada, há um acordo entre o Pai e o Filho: o Pai assumirá o lugar da cabeça, e o Filho Se oferece voluntariamente para assumir o lugar do corpo. Assim, Ele veio a este mundo para Se tornar o Cristo, o Ungido.
Então, vemos que, quando nosso Senhor Jesus estava na terra, Ele sempre assumiu o lugar do corpo. Ele nunca usurpou o lugar da cabeça.
Leiam o Evangelho segundo João. Ele disse:
Não posso fazer coisa alguma por Mim mesmo. Faço porque vi Meu Pai fazer. Não posso sequer dizer coisa alguma por Mim mesmo. Digo porque ouvi Meu Pai dizer. Não sou Eu; é Meu Pai Quem faz a obra.
Vemos como, ao longo de toda a Sua vida, Ele negou a Si mesmo — isto é, a Sua própria vontade, a Sua própria condição de cabeça. Ele Se recusou a ser a Sua própria cabeça. Aceitou Seu Pai como a cabeça:
Não se faça a Minha vontade, mas a Tua.
E foi assim até beber o cálice amargo e ser crucificado na cruz.
Esse é o exemplo. Essa é a cooperação. É assim que a obra da redenção é realizada. É assim que se cumpre o propósito de Deus de obter uma noiva para Seu Filho.
Irmãos e irmãs, nessa mesma ordem divina, Cristo é a cabeça do homem — e a palavra homem significa homem e mulher. Todo homem que crê e toda mulher que crê aceitam Cristo como cabeça. Somos o Seu corpo.
Isso significa que fazemos a Sua vontade. A vontade é Dele. Ele é Quem quer, não nós. Nós somos os que creem e fazem. Isso é verdade na sua vida?
Por que precisamos apresentar o nosso corpo como sacrifício vivo? Porque, quando você apresenta o seu corpo como sacrifício vivo, reconhece Cristo como sua cabeça. “Agora estou aqui como um corpo que pertence a Ti. Que a Tua vontade seja feita.”
Se você não enxergar que Deus é a cabeça de Cristo e que Cristo é a sua cabeça, nunca será capaz de aceitar que o homem é a cabeça da mulher.
O homem e a mulher são iguais, compartilham a mesma vida. Mas Deus, para que uma obra fosse realizada, os fez diferentes, de modo que cada um pudesse cumprir a sua parte. Um só não pode fazê-la; os dois juntos a farão.
Na igreja, essa ordem divina precisa ser restaurada. O homem, na igreja, representa Cristo; a mulher, na igreja, representa a igreja.
E é por essa razão que aqueles que exercem o governo — os presbíteros — são escolhidos entre os homens, e não entre as mulheres.
Sabem, hoje, neste mundo moderno, queremos inverter isso. Não aceitamos a ordem divina. Queremos nomear mulheres como presbíteras. Por que não? Mulheres podem ser rainhas que governam um império. Mulheres podem ser primeiras-ministras. Por que não mulheres como presbíteras?
Bem, se vocês querem tornar a igreja semelhante ao mundo, façam isso. Mas, se querem a ordem divina, então, irmãos e irmãs, no que diz respeito ao governo, Deus não parece dar às mulheres a responsabilidade de governar. Essa é a tarefa dos homens.
Mas, quanto ao ministério, há muitos ministérios. A questão é esta: muitas irmãs têm uma medida de Cristo maior do que a dos irmãos. E quanto a isso?
Vocês dizem que a escolha dos presbíteros depende da espiritualidade. Então, as mulheres — as irmãs — são mais espirituais do que os irmãos. Graças a Deus por isso; é verdade. Mas, irmãos e irmãs, há uma ordem divina nisso.
Se uma irmã for realmente espiritual, saberá qual é o seu lugar na igreja. Se uma de nossas irmãs precisa que alguém lhe diga qual é o seu lugar na igreja, há algo errado.
Sabem, em 1 Coríntios 14:34, Paulo disse:
Que as mulheres permaneçam em silêncio nas assembleias.
E ele disse:
Vocês deveriam saber disso. Se não sabem, é assim que deve ser.
Graças a Deus, os ministérios das irmãs são extremamente necessários e essenciais. Na verdade, vemos em toda parte que os irmãos podem dar as orientações, mas o trabalho é feito principalmente pelas irmãs. Em toda parte é a mesma coisa.
Os irmãos assumem a liderança, mas as irmãs assumem a parte de apoio. É essa parte de apoio que realmente faz a maior parte do trabalho. Como seria a igreja se não houvesse irmãs?
Queridos irmãos e irmãs, Deus deu às irmãs ministérios de muitos tipos. Por que vocês precisam querer aquilo que Deus não lhes deu?
Deixem-me ser mais específico.
Sabem, em 1 Timóteo 3, vemos que não apenas são apresentadas as qualificações dos presbíteros, mas também são mencionados os diáconos, ou ministros. Há mulheres ali; em outras palavras, há diaconisas ali.
Ora, os diáconos e as diaconisas servem à igreja nas suas muitas atividades. Não constituem um corpo de governo, mas são, na verdade, o grupo que realiza os diversos trabalhos na igreja: visitar os enfermos, levar provisões aos necessitados, cuidar das pessoas, servir às mesas e fazer todas essas coisas na igreja.
Sabem, essas são tarefas dos diáconos, e há diáconos e diaconisas. Portanto, em outras palavras, há muito trabalho que vocês podem fazer na igreja como diaconisas. E, é claro, como irmã, como membro do corpo de Cristo, de acordo com o dom que Deus lhe deu, há uma função que você pode exercer na casa de Deus.
Mas penso que o problema hoje é: uma mulher pode ensinar? Acho que esse é o verdadeiro problema, assim como a questão de uma mulher poder governar na igreja.
E Deus de fato dá às mulheres o ministério de ensino — o ministério profético. Sabem, as filhas de Filipe, o evangelista, eram profetisas. Sem dúvida, Priscila tinha um ministério de ensino. Sabem, foi ela quem ensinou Apolo, aquele grande mestre.
Graças a Deus, na história da igreja encontramos muitas mulheres que ensinaram, e recebemos muita ajuda dessas mulheres. Pensem em Mônica, em como ela foi grandemente ajudada por [inaudível].
Em 1 Coríntios 11:5, quando uma mulher ora ou profetiza, sua cabeça deve estar coberta. Portanto, isso mostra que a mulher de fato ora e profetiza.
No entanto, em 1 Coríntios 14:33-34, está escrito:
Que a mulher permaneça em silêncio, como em todas as assembleias.
Há uma contradição?
Em 1 Timóteo 2:12-14, creio eu, ele diz:
Não permito que a mulher ensine, nem que exerça autoridade sobre o homem; porque foi Eva quem foi enganada, e não Adão.
Há uma contradição aí?
Deus dá às mulheres dons de ensino e, no entanto, aqui vocês dizem: “Que a mulher permaneça em silêncio”. Então, por que Deus lhe dá um ministério de ensino?
Bem, para realmente entender esse problema, preciso dar uma pequena volta. Sabem, a carta de 1 Coríntios é uma carta corretiva. Em outras palavras, foi escrita para corrigir certas coisas.
Paulo esteve em Corinto por um ano e meio, reunindo-se com esses irmãos e irmãs. Ele os deixou e, depois de alguns anos, ouviu dizer que algo havia acontecido na igreja em Corinto. Eles também lhe escreveram, fazendo várias perguntas, e algumas pessoas de Corinto foram até ele e lhe contaram os problemas que estavam enfrentando.
Por isso, Paulo escreveu essa carta chamada 1 Coríntios. Portanto, 1 Coríntios é uma carta corretiva. Essa é a natureza dessa carta. Vocês precisam entender isso.
Ora, os crentes de Corinto já vinham se reunindo havia vários anos. Paulo nunca lhes disse como se reunir. Paulo nunca lhes disse quem podia falar e quem não podia. Não.
Sabem, é assim que Deus sempre faz. Quando o povo de Deus começa a se reunir, Ele não estabelece certas regras e regulamentos, colocando-nos numa camisa de força e dizendo: “Agora façam isto; não façam aquilo”. Irmãos e irmãs, se vocês fizerem isso, sufocarão a vida.
Quando a vida começa, vocês lhe dão liberdade. Não tentam prendê-la com regras e regulamentos. Não façam isso. Deixem a vida crescer.
Portanto, no início, a Bíblia nunca nos diz como nos reunir, quem deve falar e quem não deve falar. Simplesmente se reúnam. Deixem isso com o Espírito Santo.
Irmãos e irmãs, vocês têm coragem de fazer isso? Se vocês creem no Espírito Santo, na presença do Espírito Santo, se nos apegamos a Cristo como cabeça, irmãos e irmãs, é assim que deve ser.
E aqui vemos essas pessoas se reunindo sob a autoridade de Cristo como cabeça, com o Espírito Santo no meio delas. Mas, infelizmente, muitas permaneceram imaturas. Não cresceram.
Por isso, depois de vários anos, ainda estavam fazendo coisas infantis. Ao fazer essas coisas infantis, de certo modo realmente impediam o crescimento da igreja, trazendo confusão para ela. E é aí que entram a ordem e os regulamentos.
Na verdade, os que são espirituais deveriam perceber essa ordem dentro de si. Somente os que são carnais não percebem a ordem, porque a ordem nas Escrituras não é algo imposto de fora; é a ordem segundo a vida.
Quando a sua vida cresce, você abandona essas coisas infantis. Quem lhe disse para fazer isso? Ninguém. Você as abandona porque a vida lhe diz: “Isso está fora de ordem”.
Se você ainda grita no meio da noite pedindo leite e já é adolescente, isso está fora de ordem.
Irmãos e irmãs, ordem é vida. Mas algumas pessoas não seguem a vida; permanecem na carne. É por isso que a instrução vem depois, não antes — não antes da vida, mas depois da vida.
A vida começa a crescer e, então, vocês a disciplinam para que cresça melhor. Esse é um princípio das Escrituras. Vocês não podam a videira a menos que o ramo dê fruto, e o podam para que dê mais fruto — muito fruto.
Portanto, evidentemente, no início, tanto os irmãos quanto as irmãs falavam nas reuniões. Tanto os irmãos quanto as irmãs ensinavam nas reuniões. E, evidentemente, havia algumas irmãs muito ativas; então, ensinavam, ensinavam e ensinavam, até que os irmãos ficaram muito tímidos e foram recuando, recuando e recuando.
Foi isso que aconteceu.
Então o apóstolo disse: “Agora chegou a hora”.
A Palavra de Deus veio somente a vocês?
Sabem, leiam 1 Coríntios 14:34-36. Por que a mulher deveria permanecer em silêncio nas reuniões da igreja?
A Palavra de Deus veio somente a vocês?
Agora a Palavra de Deus chegou aos irmãos. Deixem que eles assumam a parte visível. Vocês façam a parte invisível.
Esse silêncio diz respeito ao ensino na assembleia. Quando os irmãos e as irmãs estão todos juntos, esse é o momento em que a ordem divina deve ser manifestada. É por essa razão que Paulo disse:
Que a mulher permaneça em silêncio; que o homem ensine.
Mas isso não significa que uma irmã não possa dar um testemunho. Só não tentem usar o testemunho para ensinar. Isso não significa que uma irmã não possa orar. Só não usem a oração para ensinar as pessoas.
Em 1 Timóteo 2:12 está escrito:
Não permito que a mulher ensine, nem que exerça autoridade sobre o homem.
Portanto, isso é uma única frase. O ensino ali tem relação com a autoridade.
Sabem, há dois tipos diferentes de ensino. Um tipo de ensino é aquele em que você toma o que lhe foi ensinado e ensina. O outro tipo de ensino é aquele em que Deus lhe dá discernimento e entendimento para decidir acerca da doutrina, acerca do ensino. E isso envolve autoridade.
Portanto, uma irmã pode ensinar, desde que não tente definir doutrina. Porque isso envolve autoridade, e Deus não dá essa autoridade às mulheres.
Muitas heresias neste mundo vêm de mulheres que ensinam e estabelecem doutrinas. Por quê? Porque as mulheres são constituídas de modo a agir mais pelo coração. É por essa razão que podem ser facilmente enganadas. Os homens são mais frios; por isso, parecem ser, por sua constituição, mais aptos a decidir questões de doutrina.
Portanto, irmãos e irmãs, as mulheres podem ensinar, com apenas uma pequena limitação. É só isso.
Além disso — e estou pisando em terreno perigoso —, creio que uma mulher pode até mesmo ensinar quando os irmãos e as irmãs estão todos presentes.
Deixem-me contar uma história. Tenho muitas histórias.
Certa vez, quando eu estava em Hong Kong, houve um retiro interdenominacional, sabem, e uma irmã estava ensinando ali — uma irmã famosa. Eu já tinha ouvido falar dela e fui ouvi-la. Estava na plateia.
Antes de começar, ela disse que havia recebido uma carta que a questionava: “Como você ousa ensinar?”. E a carta estava assinada por Stephen Kaung.
Eu nunca escrevi aquela carta. Se tivesse escrito uma carta, não estaria ali. Infelizmente, alguém usou o meu nome e escreveu aquela carta.
Outra história. Em Xangai, tínhamos algumas irmãs muito dotadas, e elas conheciam o Senhor. Recebi muita ajuda delas.
E tínhamos reuniões de irmãs. Sabem, elas não estavam ensinando os irmãos. Antes, eram evangelistas famosas, viajavam e ensinavam as pessoas, e assim por diante. Mas, depois, sentiram que não lhes cabia fazer essas coisas; então, deixaram de ensinar os irmãos. Mas ensinavam as irmãs.
Assim, tínhamos reuniões de irmãs, e essas irmãs ensinavam ali. Sabem de uma coisa? Atrás da parede de madeira, na escada, nós, irmãos, estávamos todos sentados.
Então, sentíamos muito desconforto com aquilo. Por que não podíamos receber esse benefício? Por que deveríamos ficar presos a essa restrição?
Se isso é a Palavra de Deus, temos de obedecer. Não importa o que aconteça, obedecemos. Mas talvez estejamos interpretando ou entendendo mal.
Assim, enquanto buscávamos e buscávamos diante do Senhor — ainda não tornamos isso público —, chegamos a uma conclusão.
Entendemos que, na verdade, há dois tipos de reuniões nas Escrituras. Um deles chamamos de reuniões da igreja, e o outro, de reuniões de ministério.
Uma reunião da igreja é aquela em que os irmãos e as irmãs se reúnem como igreja. Há mutualidade ali.
E é na reunião da igreja, porque os irmãos representam Cristo e as irmãs representam a igreja, que os irmãos assumem a parte de destaque, e as irmãs desempenham a parte de apoio, para preservar essa ordem.
Mas a reunião de ministério é diferente. Uma reunião de ministério é o exercício de um dom. Não há mutualidade; é em uma só direção. Uma pessoa ministra às outras.
Então, finalmente, chegamos à conclusão: se o Senhor dá a uma irmã o dom de ensino, por que não deixar essa irmã ensinar numa reunião de ministério? Em outras palavras, convocamos uma reunião para ouvir a Palavra de Deus e pedimos à irmã que nos ensine.
A única coisa que fazemos é sempre pedir a um irmão que presida a reunião. Por quê? Caso aconteça alguma coisa e seja necessário exercer autoridade, esse irmão exercerá essa autoridade.
Será que isso resolverá o nosso problema? Bem, deixo isso com vocês.
Querido Senhor, Tu és a cabeça da igreja. Nós somos o Teu corpo.
Nós Te agradecemos porque é nosso privilégio e nossa alegria não determinar a vontade, mas obedecer.
Senhor, mostra-nos mais da Tua autoridade como cabeça. Capacita-nos a ser o Teu corpo.
Pedimos que a Tua ordem divina seja restaurada na igreja, para que a Tua obra seja realizada.
Oramos para que os irmãos e as irmãs não se coloquem uns contra os outros, mas trabalhem juntos para a edificação do corpo em amor.
Queremos verdadeiramente que Tu tenhas a Tua noiva. Vem depressa, Jesus. Amém.