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THAT THE WORD OF THE LORD MAY RUN AND BE GLORIFIED
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    Our Testimony #2 © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Our Testimony #2
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    Kaung, Stephen

    A Igreja como Vaso do Testemunho de Jesus

    Por favor, abram a carta aos Efésios — Efésios 3. Vamos ler a partir do versículo 8.

    Leitura Bíblica: Efésios 3:8-11

    A mim, o menor de todos os santos, foi dada esta graça:
    anunciar aos gentios as insondáveis riquezas de Cristo;
    e esclarecer a todos qual seja a dispensação do mistério
    que, desde todos os séculos, esteve oculto em Deus, Que criou todas as coisas;
    para que agora, aos principados e às potestades nas regiões celestiais,
    seja conhecida, por meio da igreja, a multiforme sabedoria de Deus,
    segundo o eterno propósito que estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor.

    Vamos abrir também em Apocalipse 1:20.

    Leitura Bíblica: Apocalipse 1:20

    O mistério das sete estrelas que viste na Minha mão direita
    e dos sete candeeiros de ouro.
    As sete estrelas são os anjos das sete igrejas;
    e os sete candeeiros são sete igrejas.

    Vamos fazer uma oração.

    Querido Senhor, nosso coração está cheio de gratidão. Queremos realmente agradecer-Te por nos amares tanto. Entre todas as pessoas do mundo, somos tão privilegiados por podermos nos reunir como um só diante de Ti.

    Queremos agradecer-Te, pois isso é a Tua graça para conosco. Oramos para que não deixemos passar a Tua graça. Queremos abrir nosso coração a Ti nesta manhã. Queremos voltar nosso coração para Ti e pedimos que faças brilhar a Tua luz sobre nós.

    Tira-nos das trevas e leva-nos para a Tua luz, para que, na Tua luz, vejamos a luz; para que sejamos realmente transformados e conformados à Tua imagem, para o louvor da Tua glória.

    Senhor, entregamos este tempo nas Tuas mãos. Sem Ti, nada podemos fazer, mas Contigo todas as coisas são possíveis. Por isso, nossa confiança está em Ti. Confiamos que o Teu Espírito Santo fará a Tua obra nesta manhã.

    Oramos para que liberes a Tua palavra. Pedimos que a Tua palavra entre em nosso coração e produza fruto a cem por um, para a Tua glória. Em nome do nosso querido Senhor Jesus Cristo. Amém.

    Queremos agradecer a Deus por nos reunir novamente nesta manhã. Realmente sinto que, toda vez que temos o privilégio de nos reunir, isso é uma graça especial de Deus. Esperamos no Senhor que Ele nos conceda uma graça especial.

    Ontem de manhã, compartilhamos sobre o nosso testemunho. Nosso testemunho não diz respeito a nós mesmos. Na verdade, não há nada a dizer sobre nós mesmos. Sob a luz de Deus, sabemos quem somos. Realmente, não passamos de pó.

    Mas louvado seja Deus, e graças a Ele, há muito de que podemos falar. Não é sobre nós mesmos, mas sobre o nosso Senhor Jesus. Portanto, nosso testemunho é o nosso Senhor Jesus. Nosso testemunho é o testemunho de Deus.

    Testificamos que Deus é Deus. Também testificamos que Jesus Cristo é o Filho de Deus. Ele é o Herdeiro de todas as coisas. Ele é o Primeiro e o Último. Ele é Aquele Que vive. Esteve morto, mas ressuscitou dentre os mortos e vive para todo o sempre. Em Suas mãos, Ele tem as chaves da morte e do Hades.

    Testificamos que Jesus é Senhor. Este é o nosso testemunho. Nosso testemunho é glorioso e nunca muda. Permanece para sempre. É a realidade do universo. É o mesmo ontem, hoje e para sempre.

    Também mencionamos ontem de manhã que, embora nosso testemunho seja tão certo e tão forte, muitas vezes, quando testificamos, nossa expressão desse testemunho não é tão forte. Não é porque haja algo errado com o testemunho; há algo errado conosco. É nisso que realmente precisamos nos arrepender.

    Que Deus nos conceda uma graça especial, para que nossa expressão do testemunho seja tão forte quanto o próprio testemunho.

    A Igreja como Vaso do Testemunho de Cristo

    Agora, nesta manhã, gostaríamos de dar mais um pequeno passo. Sabendo qual é o nosso testemunho, queremos compartilhar sobre a igreja como vaso do testemunho de Jesus — como Deus confia o testemunho de Jesus à igreja.

    Para entender isso, acho que provavelmente precisaremos percorrer a Bíblia inteira. É claro que temos apenas cerca de uma hora, mas vamos percorrê-la bem rapidamente para ver como Deus confia Seu testemunho à igreja hoje.

    O Propósito Original para a Humanidade

    Sabemos que, no livro de Gênesis, Deus criou os céus e a terra. Mas, evidentemente, algo aconteceu.

    Quando vocês leem Gênesis 1:1, está escrito:

    No princípio, criou Deus os céus e a terra.

    Quando Deus cria, Sua criação deve ser perfeita, porque nosso Deus é um Deus perfeito. Ele não faz nada inacabado. O que Ele cria deve ser belo.

    Em outras palavras, não significa que, quando Deus cria, Ele faça algo inacabado. Por isso, cremos que, no princípio, quando Deus criou os céus e a terra, os céus e a terra eram perfeitos.

    Naquela criação, os seres criados mais elevados eram os anjos. Mas, infelizmente, não sabemos quanto tempo se passou até que algo parece ter acontecido nesses céus e nessa terra.

    Quando vocês leem Gênesis 1:2, está escrito que a terra se tornou sem forma e vazia. Isso quer dizer que algo havia acontecido à terra. É claro que, em Gênesis, Deus não nos explicou isso, mas podemos encontrá-lo em outras partes das Escrituras.

    Evidentemente, um dos anjos — o arcanjo Lúcifer — havia sido colocado por Deus numa posição muito elevada. Deus o agraciou com beleza e talentos e lhe deu uma posição elevada. Ele deveria conduzir todos os anjos a adorar a Deus.

    Em vez disso, o orgulho entrou em sua mente. Ele começou a pensar em si mesmo. Deveria pensar somente em Deus, somente em seu Criador, e dar toda a glória a Ele. Mas, de alguma forma, começou a pensar em si mesmo.

    Sabem, irmãos e irmãs, esse princípio é sempre verdadeiro. Devemos pensar em nosso Deus. Devemos concentrar nossa atenção no nosso Senhor Jesus. Esse é o lugar mais seguro.

    Mas, sempre que nos voltamos para nós mesmos, sempre que olhamos para dentro de nós mesmos, algo acontece. Assim, esse arcanjo começou a pensar em si mesmo. Pensou em sua beleza. Pensou em seu poder. Pensou em sua posição. E o orgulho começou a crescer dentro dele.

    Ele não estava satisfeito com o que Deus lhe havia dado. Queria ser igual a Deus. Queria competir com o Filho de Deus. Por causa disso, foi expulso do paraíso celestial.

    Quando ele foi expulso, evidentemente nosso universo, naquele tempo, estava sob seu controle. Assim, quando foi julgado, castigado e lançado fora do céu, aquilo que estava sob seu controle também ficou sujeito ao juízo.

    Por isso, vemos que a terra se tornou sem forma e vazia. Perdeu seu significado. Perdeu seu propósito. Foi arruinada. Ficou coberta de água, e uma era glacial veio sobre esta terra.

    Não sabemos quanto tempo isso durou, mas Deus é amor. Por isso, vemos que o Espírito de Deus pairava sobre a terra. Era como uma galinha que cobre seus pintinhos com as asas, para que algo pudesse surgir.

    Em seis dias, Deus restaurou esta terra para torná-la habitável. No último dia, Ele criou o homem.

    Quando vocês leem Gênesis 1:26-27, encontram Deus dizendo:

    Façamos o homem.

    É como se houvesse um conselho entre as Pessoas da Divindade: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Eles Se reuniram em conselho e decidiram o que deveriam fazer em seguida.

    Eles disseram:

    Façamos o homem.

    Queridos irmãos e irmãs, nós, seres humanos, fomos criados de maneira muito diferente do restante da criação, porque fomos criados à própria imagem de Deus e conforme a Sua semelhança.

    Mesmo quando Deus criou os anjos, Ele não os criou à Sua imagem e conforme a Sua semelhança. Somente ao criar o homem é que Ele nos criou à Sua imagem e conforme a Sua semelhança.

    Gostaríamos de fazer esta pergunta: por que Deus haveria de reunir um conselho? Deve ser algo muito significativo. Por que decidiram fazer o homem à Sua própria imagem e conforme a Sua própria semelhança?

    Sabem, isso é algo tremendo. É algo quase impensável. Por que Deus decidiria fazer uma coisa dessas, e por que faria o homem dessa maneira? Não pode ser sem uma razão especial. Não pode ser sem um propósito especial.

    Pela palavra de Deus, sabemos hoje que a razão pela qual Deus criou o homem à Sua própria imagem é que Deus quer usar o homem. Deus quer que o homem O represente na terra.

    Deus deu domínio ao homem para que ele governasse a terra em nome de Deus. O homem deveria manter o testemunho de Deus na terra, porque esse testemunho havia sido destruído pela queda do arcanjo.

    Agora, Deus levantou o homem e lhe deu domínio para que ele mantivesse o testemunho de Deus neste universo. Esse é o propósito pelo qual Deus criou o homem de maneira tão especial.

    As Duas Árvores no Jardim

    Então Deus colocou o homem no jardim do Éden e fez todas as árvores para que ele desfrutasse de seus frutos. Mas, no meio do jardim, estava a árvore da vida e, ao lado dela, a árvore do conhecimento do bem e do mal.

    Deus disse ao homem:

    De toda árvore do jardim comerás livremente.

    Sabem, no princípio, o alimento do homem eram os frutos. Muitas vezes penso como seria bom se não precisássemos comer nada além de frutas. Era assim bem no princípio.

    Deus disse: “Vocês podem comer de todos os frutos do jardim”. Havia apenas uma árvore da qual não podiam comer: a árvore do conhecimento do bem e do mal.

    Por que Deus disse que eles não podiam comer da árvore do conhecimento do bem e do mal? Porque:

    No dia em que dela comeres, certamente morrerás.

    Por essa própria palavra, vocês podem ver que a razão pela qual Deus os proibiu de comer da árvore do conhecimento do bem e do mal foi o amor. Às vezes, pensamos que nenhuma proibição é uma expressão de amor, mas aqui vocês veem que, por trás dessa proibição, está o amor de Deus.

    Por quê? Porque Deus queria que o homem soubesse quem ele era. Embora Deus o tivesse colocado acima de todas as coisas, ele precisava saber que estava abaixo de Um. Ele continuava debaixo de Deus.

    Esse foi o problema do arcanjo. Deus o colocou numa posição tão elevada, mas ele começou a pensar que estava acima de tudo, que já não estava debaixo de Deus. Não conhecia seu lugar.

    Por isso, Deus estabeleceu essa proibição para lembrar ao homem que ele está acima de tudo, mas abaixo de Um. Essa é a nossa posição. Enquanto mantivermos essa posição, estaremos seguros.

    Além disso, Deus sabe que, a menos que tenhamos Sua própria vida em nós, o conhecimento do bem e do mal nos levará à morte.

    Não sei como vocês se sentem, mas, para mim, todas as árvores no jardim do Éden eram boas. Deus jamais colocaria algo mau ali. A macieira é boa para o nosso corpo, e eu, pessoalmente, penso que a árvore do conhecimento do bem e do mal é alimento para a nossa alma.

    Nossa alma deseja conhecimento, e o conhecimento mais elevado é conhecer o bem e o mal. É mais elevado até mesmo que o conhecimento científico, porque o conhecimento do bem e do mal é o conhecimento mais elevado. Esse é o alimento da nossa alma.

    Mas a árvore da vida é o alimento do nosso espírito. Foi da vontade de Deus colocar a árvore da vida no meio do jardim. Ele não proibiu o homem de comer dela.

    Se alguma coisa está no centro, ela chama a sua atenção. Em certo sentido, Deus disse: “Eu a coloquei diante dos seus olhos. Tome dela”. Era isso que Deus queria que o homem fizesse.

    O homem foi criado à imagem de Deus. Agora, precisava receber a vida de Deus dentro de si e, por meio dela, seria capaz de cumprir o propósito de sua vida.

    Mas, infelizmente, o homem comeu da árvore do conhecimento do bem e do mal antes de comer da árvore da vida. Em outras palavras, o homem rejeitou a Deus.

    Ele não queria depender de Deus. Não queria viver pela vida de Deus. Queria desenvolver a vida de sua própria alma.

    Ao ser tentado pelo inimigo, ouviu que, se comesse da árvore do conhecimento do bem e do mal, conheceria o bem e o mal. Não precisaria mais de Deus. Poderia viver uma vida independente.

    Irmãos e irmãs, isso significa morte. Deus disse:

    No dia em que comeres desta árvore proibida, morrerás.

    Por causa disso, o homem foi expulso do jardim do Éden. O propósito de Deus para o homem era que ele sustentasse o testemunho de Deus na terra, trazendo todas as coisas de volta a Deus e conduzindo toda a criação a adorar a Deus.

    O homem só poderia realizar isso com a vida de Deus dentro de si, dependendo de Deus. Mas, infelizmente, fracassou em sua missão e foi expulso do jardim do Éden.

    Testemunhas Individuais do Testemunho de Deus

    Mas o testemunho de Deus precisa ser mantido, apesar do fracasso de nosso antepassado Adão. Quando vocês leem o livro de Gênesis, descobrem que o testemunho de Deus na terra foi mantido pelos patriarcas, pelos pais.

    Abel e o Amor de Deus

    Vocês veem que, embora Caim fosse mau, Deus levantou Abel. Quando Caim nasceu, seus pais pensaram que tinham o descendente da mulher. Deus havia prometido que o descendente da mulher viria e esmagaria a cabeça da serpente.

    Assim, quando Caim nasceu, seus pais pensaram que ele era aquele homem. Mas, infelizmente, não era. Depois, Abel nasceu, e eles o chamaram de “um sopro”. Em outras palavras, começaram a perceber alguma coisa.

    Mas, graças a Deus, por meio de Abel o testemunho de Deus foi mantido. Qual era esse testemunho? Abel testificou do amor de Deus.

    Deus é amor. Essa é a Sua própria essência. Esse é o testemunho que Abel manteve na terra. Abel creu que, por Seu amor, embora o homem tivesse pecado, Deus havia preparado um substituto. Ele preparou um cordeiro para que, por meio do sangue derramado do cordeiro, o homem pudesse ser purificado.

    Assim, vocês veem que Abel creu no amor de Deus. Creu na salvação que Deus havia preparado para o homem. Quando se aproximou de Deus, não se aproximou por si mesmo.

    Não foi como seu irmão Caim. Caim se aproximou de Deus oferecendo o produto de seu campo — a obra de suas próprias mãos. Pensou que Deus deveria aceitar sua oferta porque era o melhor que ele tinha.

    Ele dependeu de si mesmo para se aproximar de Deus. Não aceitou o amor de Deus nem o cordeiro como seu substituto. Por isso, foi rejeitado.

    Mas Abel se humilhou diante de Deus, reconhecendo que era pecador. A única maneira de sermos aceitos por Deus é pelo sangue do Cordeiro. Precisamos aceitar o amor de Deus.

    Por meio de Abel, o amor de Deus — o testemunho de Deus — foi mantido.

    Enoque e a Santidade de Deus

    Depois, vocês encontram Enoque. Até os sessenta e cinco anos, Enoque viveu como as demais pessoas do mundo viviam. Mas, aos sessenta e cinco anos, gerou um filho, Matusalém.

    Evidentemente, ele recebeu uma revelação de Deus. Percebeu que, por causa do pecado deste mundo, Deus julgaria o mundo. Quando Matusalém morresse, o juízo chegaria.

    Por isso, começou a ser tocado. Começou a andar com Deus, e a Bíblia diz que ele andou com Deus durante trezentos anos.

    Sabem, irmãos e irmãs, Deus quer que andemos com Ele, mas nós queremos que Deus ande conosco. Andar com Deus, por um lado, é a coisa mais gloriosa; mas, por outro, é a coisa mais difícil.

    É por isso que o nome Enoque significa disciplina. Ele precisou ser disciplinado para andar com Deus. Deus é santo e, se queremos andar com Deus, precisamos ser santos. Precisamos estar debaixo de disciplina.

    Aqueles trezentos anos, do ponto de vista humano, foram muito difíceis. Mas, por outro lado, foi uma caminhada gloriosa. Ele andou com Deus, andou e andou, até ser tomado por Ele.

    Naqueles dias, quando as pessoas podiam viver centenas de anos, todas morriam. Mas Enoque foi o único que andou com Deus e foi tomado por Deus.

    Qual foi o testemunho de Deus que ele manteve? Ele testificou da santidade de Deus. Num mundo cheio de pecado e morte, havia um homem que testificava que Deus é diferente.

    Ele não é comum. Ele é separado. Ele é singular e o único. Enoque andou com Deus e manteve o testemunho de Deus em sua geração.

    Noé e a Justiça de Deus

    Depois, vocês encontram Noé. Nos dias de Noé, Deus queria julgar o mundo porque ele estava cheio de violência e pecado. Mas Noé recebeu graça de Deus. Ele temia a Deus, e Deus lhe revelou como construir uma arca.

    Por meio da arca, Deus salvaria pessoas. Durante cento e vinte anos, Noé pregou o evangelho. Disse às pessoas que o juízo viria e pediu que entrassem na arca. Mas ninguém creu — somente Noé e sua família.

    É muito interessante: se vocês observarem o caractere chinês para barco, ele é uma figura. De um lado, é uma canoa; do outro, são oito bocas. Oito pessoas — Noé e sua família — foram salvas da destruição por meio da arca.

    Que testemunho de Deus Noé manteve? Ele manteve o testemunho de que Deus é justo. Deus é um Deus justo.

    Mais uma vez, o testemunho de Deus foi mantido apesar da rebelião do mundo.

    Abraão e a Glória de Deus

    Depois, pensem em Abraão. Sabemos que Abraão vivia em Ur dos caldeus, uma cidade de ídolos. A tradição nos diz que o pai de Abraão, Terá, era fabricante de ídolos.

    Há uma tradição — não está na Bíblia, portanto não acreditem nela simplesmente por ser uma tradição — segundo a qual, certo dia, quando o pai de Abraão saiu de casa, pediu a Abraão que cuidasse dos ídolos.

    Depois que seu pai saiu, Abraão começou a bater nos ídolos. Arrancou algumas cabeças, arrancou alguns braços e espalhou tudo pelo cômodo. Quando seu pai voltou e viu aquela situação, perguntou: “Por que você fez isso?”.

    Abraão disse: “Parece que, depois que você saiu, esses ídolos começaram a brigar uns com os outros. Foi isso que aconteceu”. Seu pai disse: “Que absurdo! Eles não poderiam fazer isso”. Então Abraão disse: “Por que, então, você os adora?”.

    Isso é uma lenda. Mas a verdade é esta: um dia, o Deus da glória apareceu a Abraão. Deus conhecia seu coração. O Deus da glória apareceu a ele e o chamou: “Saia desta cidade. Saia da casa de seu pai. Deixe seus parentes e vá para o lugar ao qual Eu o chamo”.

    Pela fé, Abraão obedeceu a Deus. Tornou-se estrangeiro e peregrino na terra prometida. Morava em tendas e construía altares para adorar a Deus.

    Ele não voltou para sua própria terra. Poderia ter feito isso, se quisesse, mas não voltou. Por quê? Porque viu uma cidade que tem fundamentos, cujo Construtor é Deus.

    Ele buscava aquela cidade, e isso o capacitou a ser estrangeiro e peregrino. Viu a glória de Deus. Viu o que o Deus glorioso havia preparado para os Seus. Viu a cidade gloriosa, e ela o atraiu.

    Isso o capacitou a rejeitar todas as coisas deste mundo e buscar aquela herança celestial. Por meio de Abraão, a glória de Deus — o testemunho de Deus — foi mantida.

    Ele manteve o testemunho de que Deus é glorioso, de que o Deus glorioso quer nos conduzir à glória. Por isso, desprezou as coisas deste mundo.

    Por meio dos patriarcas, Deus manteve Seu testemunho nesta terra. Quanto ao mundo, seus habitantes se rebelaram contra Deus; ainda assim, Deus deixou Seu testemunho na terra por meio de alguns indivíduos.

    Cada indivíduo testificou de uma parte do testemunho de Deus, porque o testemunho de Deus é tão vasto, tão pleno e tão rico. Nenhuma pessoa, sozinha, pode sustentar o testemunho inteiro. Cada indivíduo pode contribuir com uma parte dele.

    Mas o propósito de Deus para o vaso de Seu testemunho é coletivo. Esse é o propósito de Deus. Por isso, vemos que Deus está conduzindo as coisas gradualmente nessa direção.

    De Abraão vieram as doze tribos e, das doze tribos, veio a nação de Israel. Gradualmente, Deus começou a conduzir das testemunhas individuais para uma testemunha coletiva, para que Seu testemunho fosse pleno e completo.

    Israel como Vaso Coletivo

    Aqui vocês encontram a nação de Israel. Deus os tirou do Egito. Em Êxodo 19, quando chegaram ao monte Sinai, Deus começou a lhes revelar Seu propósito.

    Por que Deus os libertou do Egito? Por que os libertou da escravidão? Foi apenas porque Deus queria libertá-los para que pudessem viver da maneira que quisessem? Não. Deus os libertou com um propósito.

    No monte Sinai, Deus começou a lhes revelar Seu pensamento. Deus disse: “Eu os trouxe a Mim como sobre asas de águia. Agora, se guardarem a Minha aliança, Eu os separarei dentre todos os povos do mundo para serem o Meu povo. Eu serei o seu Deus, e vocês serão uma nação de sacerdotes para Me servir”.

    Irmãos e irmãs, aqui vocês veem que Deus queria um vaso coletivo — um povo que pertencesse a Ele. Deus lhes deu os Dez Mandamentos. Deus confiou Seu testemunho à nação de Israel.

    Deus disse: “Agora vocês são o Meu povo e têm uma missão: sustentar o Meu testemunho na terra. Todas as nações estão adorando ídolos, mas vocês são a única nação que adora um só Deus. Vocês devem sustentar o Meu testemunho nesta terra”.

    “Vocês são grandes, não porque sejam numerosos, nem por aquilo que são. Vocês são grandes porque receberam os Meus estatutos e as Minhas ordenanças.”

    “No mundo inteiro, não há nação que tenha tamanha sabedoria e entendimento. Entre todas as nações do mundo, não há outra nação cujo Deus Se manifeste a ela e lhe responda. É isso que faz de vocês uma grande nação.”

    “Portanto, vocês precisam guardar os Meus mandamentos e transmiti-los a seus filhos, aos filhos de seus filhos e aos filhos deles, para que sejam o vaso do Meu testemunho.”

    Nosso irmão já mencionou como Deus habitava no meio deles por meio do tabernáculo. O tabernáculo é chamado de tabernáculo do testemunho.

    Deus lhes pediu que fizessem uma arca, e essa arca é a arca do testemunho. Na arca, colocaram os Dez Mandamentos, e os Dez Mandamentos são o testemunho. A glória de Deus repousava sobre a arca.

    Irmãos e irmãs, vocês conseguem ver o quadro? O testemunho de Deus foi confiado àquela nação. Que coisa gloriosa!

    O Senhor estava no meio deles, e o brado de um Rei estava no meio deles. Foi isso que aconteceu à nação de Israel. Que privilégio — e que responsabilidade!

    O Fracasso de Israel e a Perda da Arca

    Ao lerem a história da nação de Israel, vocês descobrem que, gradualmente, eles deixaram de ser fiéis ao testemunho. Começaram a se rebelar contra Deus. Quando Deus lhes deu a terra prometida e eles prosperaram, esqueceram-se de Deus.

    Começaram a aprender com as nações e passaram a adorar ídolos, o que era uma abominação para Deus.

    Vocês encontram, em Samuel, o relato de que a arca foi capturada pelos filisteus. Naquela época, a fé deles havia se tornado superstição. A arca os havia conduzido à terra prometida, mas agora a consideravam um objeto de superstição.

    Já não adoravam a Deus. Quando foram derrotados pelos filisteus, pensaram: “Tragam a arca para cá. A arca lutará por nós”. Mas Deus não lutou por eles. Deus preferiu permitir que Sua arca fosse capturada pelos filisteus.

    Os filhos de Israel não conseguiram cuidar da arca de Deus. Deveriam manter o testemunho de Deus, mas, por causa de seu pecado, a arca foi capturada pelos filisteus.

    Graças a Deus, a arca sabia como se proteger. Depois de seis meses, a arca voltou. Mas eles não se importaram com ela. Ficou escondida numa região montanhosa. Mesmo nos dias de Saul, ele nunca consultou a Deus.

    Essa era a condição dos filhos de Israel. Houve, porém, um avivamento sob Davi. Davi tinha um coração voltado para Deus. Procurou a arca. Amava a arca. Não se permitia dormir porque queria encontrar um lugar de repouso para a arca.

    Depois, Salomão construiu um templo. Mas, infelizmente, o povo de Israel continuou a se rebelar contra Deus.

    Embora Deus lhes enviasse profetas para adverti-los e chamá-los de volta a Ele, eles não queriam voltar. O amor de Deus ainda lhes era estendido. Ele enviava profetas desde cedo para chamá-los de volta, mas eles não queriam.

    Por fim, o templo foi destruído. Jerusalém foi destruída. O povo foi levado para o cativeiro.

    Durante aqueles setenta anos, Deus nunca foi chamado de Deus dos céus e da terra. Deus era chamado apenas de Deus dos céus. Por quê? Porque na terra não havia testemunho. Ninguém mantinha o testemunho na terra. Esse foi o fracasso dos filhos de Israel.

    Como isso foi triste!

    Indivíduos Fiéis Durante o Cativeiro

    Mas será que Deus não deixou nenhum testemunho na terra? Não. É verdade que, coletivamente, houve fracasso. Os filhos de Israel estavam no cativeiro babilônico; ainda assim, havia alguns indivíduos que, na terra do cativeiro, mantinham o testemunho de Deus.

    Pensem em Daniel. Daniel era um cativo e, mesmo assim, manteve o testemunho de Deus. Embora naquele tempo fosse um adolescente e um refém, não quis se contaminar com o vinho e a comida do rei.

    Ele queria se manter puro para Deus. Ao longo de sua longa vida, serviu a dois impérios. Foi primeiro-ministro e, mesmo assim, três vezes ao dia abria sua janela em direção a Jerusalém e orava.

    Ele permaneceu firme por Deus. Foi lançado na cova dos leões, mas Deus fechou a boca dos leões. Seu testemunho aos reis era que Deus é um Deus vivo.

    Ele testificou a Nabucodonosor:

    Os céus dominam.

    Não é você quem governa. É Deus Quem o colocou aí. Deus governa toda a terra. Que testemunho!

    Depois, vocês encontram Ezequiel. Ezequiel era um sacerdote no cativeiro, e ali manteve o testemunho de Deus. Disse ao povo: “É verdade que a glória de Deus deixou Jerusalém, mas um dia a glória de Deus voltará”.

    Por meio desses indivíduos, Deus ainda manteve Seu testemunho na terra, apesar do fracasso da nação.

    O Retorno a Jerusalém

    Então, setenta anos depois, segundo a palavra de Deus, Ciro, o rei persa, permitiu que os filhos de Israel voltassem a Jerusalém para reconstruir o templo.

    Mas, infelizmente, a maioria das pessoas que estava no cativeiro permaneceu na terra do cativeiro. Por quê? Porque, durante aqueles setenta anos, puderam construir suas próprias casas e estabelecer seus próprios negócios.

    Mesmo na terra do cativeiro, viviam uma vida muito confortável. Por que voltariam a Jerusalém, que estava em ruínas e cercada de inimigos? Não havia templo ali. Não podiam oferecer sacrifícios.

    O que fizeram? Começaram a formar sinagogas. Como não podiam voltar a Jerusalém e não havia templo, queriam encontrar uma maneira de adorar a Deus.

    Eles haviam adorado ídolos, por isso Deus permitiu que fossem para a Babilônia, um país que adorava ídolos, para curá-los de seu desejo de adorar ídolos. É o que as mães às vezes fazem. Se uma criança gosta demais de sorvete, deixam que coma quanto quiser até se cansar.

    Foi isso que Deus fez com os filhos de Israel. “Muito bem, vocês querem adorar ídolos? Vão para lá, onde há ídolos por toda parte.” Felizmente, foram curados. Queriam adorar a Deus.

    Eram muito espertos. Se houvesse dez homens, podiam formar uma sinagoga. Não precisavam andar muito longe. Se houvesse alguém de quem não gostassem, podiam reunir alguns amigos e organizar outra sinagoga.

    Na sinagoga, liam a Torá. Também liam os profetas. Cantavam, oravam e exortavam uns aos outros. Tudo muito livre, muito bom. Isso satisfazia seu anseio.

    A única coisa que não podiam fazer era oferecer sacrifícios.

    Sem derramamento de sangue, não há remissão de pecado.

    Embora estivessem sem redenção, de alguma forma sua consciência estava em paz.

    Viviam uma vida tão confortável. Por que iriam a Jerusalém, uma cidade em ruínas cercada de inimigos? Por que construiriam um templo? A sinagoga não era suficiente?

    Não, não, irmãos e irmãs. Quando pensavam em si mesmos, era suficiente. Mas, se pensassem no testemunho de Deus, não era suficiente.

    Graças a Deus, Ele tocou o espírito de alguns. Cinquenta mil deles estavam dispostos a deixar tudo para trás. Estavam dispostos a enfrentar os perigos. Queriam voltar a Jerusalém, um lugar em ruínas, por uma única razão: reconstruir o templo.

    Em outras palavras, queriam manter o testemunho de Deus, porque o templo era o lugar onde habitava o nome de Deus. Viviam para o testemunho de Deus. Não viviam para si mesmos.

    Aqui vocês veem como Deus começou a levantar um vaso coletivo. Embora não fosse a nação inteira, era um vaso coletivo para manter o testemunho de Deus naquele tempo.

    A Igreja como Povo Celestial de Deus

    Agora, queridos irmãos e irmãs, já nos detivemos bastante na figura. Os filhos de Israel são uma figura da igreja de hoje. Os filhos de Israel eram o povo terreno de Deus, e nós somos o povo celestial de Deus.

    Eles são uma sombra, e nós somos a realidade. Assim, quando chegamos ao Novo Testamento, nosso Senhor Jesus veio a esta terra, e o testemunho de Deus repousou Nele.

    Quando Ele veio, exteriormente o templo estava ali, mas sabemos que não havia arca no Santo dos Santos. Não havia a glória de Deus. Não havia fogo descendo do céu para queimar o sacrifício. Não havia sacerdote com Urim e Tumim.

    Exteriormente, tudo parecia estar ali, mas, na verdade, faltava o mais importante: a presença de Deus não estava ali.

    Mas, quando nosso Senhor Jesus veio a esta terra, Ele era o verdadeiro templo. Ele era a arca. Ele disse:

    Eis que venho para fazer a Tua vontade.
    Tu Me deste um corpo,
    e a Tua lei está escrita no Meu coração.

    Irmãos e irmãs, nosso Senhor Jesus manteve o testemunho de Deus durante toda a Sua vida. Para Ele, havia somente uma coisa: a vontade de Seu Pai.

    Se fosse a vontade de Seu Pai que Ele fosse à cruz, comesse a carne e bebesse o cálice, Ele o faria. Ele manteve o testemunho de Deus apesar de toda a falsidade e hipocrisia da nação.

    Ele fez a boa confissão. Realizou a obra da salvação. Subiu às alturas.

    Mas, antes de partir, em Mateus 16:18, Ele disse:

    Sobre esta pedra edificarei a Minha igreja;
    e as portas do Hades não prevalecerão contra ela.

    Qual é a pedra? Não é Pedro. Pedro vacilou muito depressa. A pedra é a confissão de Pedro: Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo. Jesus Cristo é a Rocha eterna, e sobre Ele o Senhor edificará Sua própria igreja.

    Essa igreja deve ser o vaso de Seu testemunho, e as portas do Hades não prevalecerão contra ela.

    Em Mateus 18:20, o Senhor disse:

    Onde estiverem dois ou três reunidos em Meu nome,
    ali estou Eu no meio deles.

    Depois, quando estava ascendendo ao céu, em Mateus 28:19-20, Ele disse:

    Ide, portanto, e fazei discípulos de todas as nações,
    batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
    ensinando-os a guardar todas as coisas que vos ordenei:
    e eis que Eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.

    Depois da ascensão de nosso Senhor Jesus, no dia de Pentecostes, o Espírito Santo desceu sobre cento e vinte crentes. Em um só Espírito, foram batizados em um só corpo. Foi então que a igreja começou na terra.

    O que é a igreja? A igreja é o vaso do testemunho de Jesus. O Senhor confiou Seu testemunho à igreja porque a igreja é o corpo de Cristo, a plenitude Daquele Que enche tudo em todos.

    Essa era a vontade de Deus, mesmo antes da fundação do mundo. Deus já havia estabelecido em Seu coração que, um dia, a igreja seria esse vaso. Até os principados e as autoridades aprenderiam, por meio da igreja, a multiforme sabedoria de Deus.

    Que coisa gloriosa! Deus levantou Sua igreja na terra — Seu próprio povo redimido, redimido por Ele mesmo — para dar testemunho Dele, de que Jesus é Senhor.

    O Testemunho da Igreja Primitiva

    Quando vocês leem os primeiros capítulos do livro de Atos, que começo glorioso encontram! No dia de Pentecostes, três mil pessoas vieram ao Senhor.

    Todos perseveravam no ensino e na comunhão dos apóstolos, no partir do pão e nas orações. Como amavam uns aos outros! Como estavam unidos! Como se reuniam no templo! Como desfrutavam de suas refeições juntos!

    Como se lembravam do Senhor todos os dias e como ajudavam uns aos outros! Ninguém dizia: “Isto é meu”. Todos compartilhavam o que tinham.

    Por causa desse testemunho, o Senhor começou a acrescentar pessoas a eles diariamente.

    Quando vocês chegam a Atos 4, veem que eles tinham uma só mente e uma só alma. Amavam uns aos outros. Como manifestavam Cristo!

    As pessoas olhavam para eles e diziam: “Vejam como amam uns aos outros”. Eles não pertenciam aos judeus nem pertenciam aos gentios.

    Já não seguiam o modo de viver dos judeus, nem viviam segundo os costumes dos gentios. Viviam de maneira diferente. Embora fossem judeus e gentios, havia entre eles uma maneira especial de viver.

    Era um caminho de amor. O mundo não sabia quem eles eram. Então, um dia, as pessoas disseram: “Sabemos quem eles são. São cristãos. São homens de Cristo”.

    Quando se reuniam, reuniam-se em nome de Jesus. Quando oravam, oravam em nome de Jesus. Quando cantavam, cantavam para Jesus. Quando abriam a boca, falavam de Jesus. Quando viviam, expressavam Jesus em sua vida.

    Que testemunho — o vaso do testemunho de Jesus!

    O Declínio do Testemunho da Igreja

    Mas, infelizmente, as coisas começaram a mudar gradualmente. O inimigo tentou, de todas as maneiras, destruir aquele testemunho.

    Usou a perseguição. Usou as pessoas. Mas isso não funcionou. Então usou o engano.

    Gradualmente, vocês veem heresias entrando na igreja. Gradualmente, veem a corrupção entrando na igreja. Gradualmente, veem a igreja começando a se afastar daquela fé viva e a se voltar para a tradição.

    Quando se chegou à chamada Idade das Trevas, a Bíblia estava acorrentada. As pessoas não conheciam nem mesmo o básico da salvação. Não conheciam a graça. Pensavam que precisavam ser salvas por seus méritos. Tudo estava cheio de superstição.

    O testemunho de Jesus estava em ruínas.

    Mas, graças a Deus, ao longo da história da igreja, Deus levantou algumas pessoas. Vocês encontram uma minoria, perseguida, mas que, ainda assim, mantinha o testemunho.

    Já no fim do primeiro século, quando o apóstolo João estava em Patmos — exilado na ilha de Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus —, ali ele recebeu revelação.

    Ele teve uma visão. Viu sete candeeiros de ouro e Alguém semelhante a um Filho de Homem andando entre eles. Os sete candeeiros representam as sete igrejas da Ásia.

    Quando vocês leem em Êxodo a respeito do candeeiro de ouro…