Vamos nos voltar ao Senhor em oração.
Querido Pai celestial, como Te louvamos e agradecemos porque é por meio do Teu Filho amado que podemos entrar na Tua própria presença. Ó querido Pai celestial, cremos que, ao nos reunirmos em nome do Teu Filho amado, Tu estás em nosso meio; e desejamos andar com toda reverência diante de Ti.
Pedimos a Ti, ó Senhor, que mais uma vez reveles Teu Filho a nós e em nós, para que possamos vê-Lo, possuí-Lo e ser possuídos por Ele, para que a Tua vontade seja feita em nós assim como no céu. Entregamos este tempo em Tuas mãos.
Oramos para que nos concedas o espírito de sabedoria e de revelação. Oramos para que fortaleças o nosso homem interior, para que possamos compreender, com todos os santos, e ser cheios de toda a plenitude de Deus. Em nome de nosso Senhor Jesus. Amém.
Creio que, a esta altura, todos nós já sabemos qual é o tema desta conferência: Prossigam à Plenitude. Provavelmente, a primeira pergunta que gostaríamos de fazer é: o que é essa plenitude? Por que devemos prosseguir à plenitude?
Três irmãos já falaram, e confio que vocês já tenham ouvido: essa plenitude de que estamos falando é a plenitude de Deus. É a plenitude da Divindade. Nosso Deus é pleno. Ele é a plenitude.
Já lemos várias vezes essas passagens de Efésios e Colossenses. Em Efésios 3:19, é dito que podemos ser cheios de toda a plenitude de Deus. Em Efésios 4:13, encontramos que devemos chegar ao homem maduro, à medida da estatura da plenitude de Cristo.
Novamente, em Colossenses 1:19, vemos que é do agrado de Deus que toda a Sua plenitude habite em Seu Filho. Então, em Colossenses 2:9-10, lemos:
Nele habita corporalmente toda a plenitude da Divindade;
e estais completos Nele.
Nele, em Cristo.
Portanto, quando falamos dessa questão da plenitude, estamos nos concentrando na plenitude de Deus — Sua plenitude da Divindade, Sua plenitude em Cristo.
Por um lado, conhecer essa plenitude está além da nossa compreensão, porque, se pudéssemos conhecer essa plenitude, poderíamos conhecer plenamente a Deus. Mas Deus é infinito. Portanto, por um lado, ela está além da nossa compreensão.
Quando Paulo tratou dessa plenitude, um dos seus aspectos era o amor de Deus. Ele disse que esse amor de Deus é imensurável: que altura, que profundidade, que largura! Era algo que ele não conseguia descrever. Está além da nossa compreensão.
E, no entanto, logo em seguida, encontramos isto:
Para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.
Está além da nossa compreensão e, ainda assim, está ao nosso alcance. É algo que não compreendemos plenamente, mas, graças a Deus, é algo em que podemos entrar e de que podemos ser cheios. Isso é realmente um mistério; é o mistério de Deus.
Somos muito gratos porque essa plenitude de Deus chegou até nós. Agora, a pergunta é: como essa plenitude chega até nós?
Creio que vocês já ouviram que essa plenitude chega até nós no Filho de Deus. Toda a plenitude da Divindade habita Nele. Ele veio a este mundo.
O Verbo Se fez carne, cheio de graça e de verdade;
e vimos a Sua glória, glória como do Unigênito do Pai.
Essa plenitude de Deus está em Seu Filho. Quando Seu Filho veio a este mundo, embora tenha assumido a forma de servo e sido encontrado em figura humana, naquele Homem habitava corporalmente toda a plenitude de Deus. Ele trouxe essa plenitude a este mundo. Ele é cheio de graça e cheio de verdade.
Deus amou o mundo de tal maneira que nos deu Seu Filho unigênito. Ao nos dar Seu Filho, Ele nos dá Sua plenitude em Seu Filho. Quando cremos em Seu Filho, descobrimos que, de fato, Deus nos abençoou com toda bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo Jesus.
É verdade que estamos completos Nele, e estar completos significa estar inteiramente cheios Dele. É um fato. É a verdade. É algo que Deus nos deu e algo que nosso Senhor Jesus realizou por nós.
Mas, para que essa plenitude se torne uma experiência viva e diária para nós — isto é, para passarmos da posição à condição, do potencial à posse —, precisamos da operação do Espírito Santo.
Ela é nossa; foi-nos dada. Mas como vamos experimentá-la e possuí-la? Sem o Espírito Santo, essa plenitude é nossa quanto à posição, mas não conseguimos entrar nela em nossa experiência.
Graças a Deus, o Espírito Santo veio. Ele nos foi dado, e Sua responsabilidade, Sua obra, é nos conduzir a essa plenitude: tomar aquilo que nos foi dado em Cristo Jesus e torná-lo uma realidade para cada um de nós em nossa vida diária. Isso é o que Deus fez.
Deus é tão pleno, e Cristo é tão rico, que é impossível uma só pessoa, ou mesmo algumas pessoas, possuir e conter essa plenitude. É por isso que Deus está à procura de um corpo.
Em Efésios 1:22-23, é dito:
A igreja, que é o Seu corpo,
a plenitude Daquele
que enche tudo em todos.
Precisamos da igreja. Deus precisa da igreja. Nosso Senhor Jesus precisa da igreja, porque é somente na igreja, no corpo de Cristo, que Ele pode encher plenamente e manifestar Sua glória.
É isso que a igreja foi ordenada, ou predestinada, a ser. Mas como a igreja pode realmente tornar-se aquilo que Deus planejou que ela fosse — a plenitude de Cristo?
Até que todos cheguemos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus,
ao homem maduro,
à medida da estatura da plenitude de Cristo.
Até que Deus tenha uma igreja gloriosa, sem mancha, nem ruga, nem coisa semelhante, santa e sem defeito. Como isso pode acontecer? Novamente, dizemos: é isso que o Espírito Santo está fazendo na terra hoje.
Se é da vontade de Deus que entremos em Sua plenitude, então creio que é nosso dever e nossa responsabilidade prosseguir à plenitude. Se não prosseguirmos, isso será uma questão de incredulidade ou de desobediência da nossa parte.
Que o Senhor nos ajude ao longo desta semana, enquanto compartilhamos juntos sobre essa questão da plenitude, para que ela não seja apenas uma teoria sobre a qual conversamos. Antes, que nos voltemos ao Senhor para que, pelo poder do Espírito Santo, ela se torne uma realidade — não apenas para nós individualmente, mas também para nós em conjunto —, para que Deus seja glorificado.
Minha responsabilidade é falar sobre o último livro do Novo Testamento, o livro de Apocalipse. Nosso irmão Dana compartilhou conosco sobre essa plenitude nos Evangelhos. Nosso irmão Ernie compartilhou conosco sobre essa plenitude no livro de Atos. Nosso irmão Lance começou a compartilhar conosco sobre essa plenitude nas Epístolas. Coube a mim compartilhar com vocês sobre a plenitude no livro de Apocalipse.
Nosso irmão Lance mencionou ontem à noite que as Epístolas são a parte mais importante do Novo Testamento. Mas eu também direi que Apocalipse é a consumação de todas as revelações dadas, não somente no Novo Testamento, mas também no Antigo Testamento.
Apocalipse é o último livro da Bíblia. Ele reúne tudo o que Deus revelou e nos conduz ao cumprimento final. Esse livro é chamado:
Revelação de Jesus Cristo,
que Deus Lhe deu para mostrar aos Seus servos.
O livro de Apocalipse é a revelação de nosso Senhor Jesus. É a revelação final e plena de nosso Senhor Jesus. É a revelação da plenitude de Cristo. Ele nos fala não apenas de Sua plenitude, mas também de como Sua plenitude enche todas as coisas. É o último livro que nos exorta a prosseguir à plenitude.
Por favor, abram em Apocalipse 1. Vamos ler Apocalipse 1:12-18.
E voltei-me para ver a voz que falava comigo. E, tendo-me voltado, vi sete candeeiros de ouro;
e, no meio dos candeeiros, Um semelhante a um filho de homem, vestido de uma veste que chegava aos pés e cingido à altura do peito com um cinto de ouro.
E Sua cabeça e Seus cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e Seus olhos eram como chama de fogo;
e Seus pés, semelhantes ao bronze polido, como se tivesse sido refinado numa fornalha; e Sua voz, como a voz de muitas águas.
E Ele tinha em Sua mão direita sete estrelas: e de Sua boca saía uma espada afiada de dois gumes: e Seu rosto era como o sol quando resplandece em sua força.
E, quando O vi, caí a Seus pés como morto. E Ele pôs Sua mão direita sobre mim, dizendo: Não temas; Eu sou o Primeiro e o Último,
e Aquele que vive; e estive morto, e eis que estou vivo pelos séculos dos séculos, e tenho as chaves da morte e do Hades.
O livro de Apocalipse começa com uma visão. Nós a chamamos de visão de Patmos, porque o apóstolo João, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus, foi exilado naquela pequena ilha.
No dia do Senhor, provavelmente ele estava sentado sobre uma rocha, voltado para a Ásia — isto é, a Ásia Menor — e pensando nas igrejas da Ásia, nas igrejas em que havia trabalhado antes de ser exilado. Enquanto meditava na presença de Deus, a Bíblia diz que ele se achou no Espírito. Então, ouviu uma voz dizendo:
O que vês, escreve num livro e envia-o às sete igrejas.
A voz vinha de trás dele, por isso ele se voltou e viu aquela visão. Irmãos e irmãs, às vezes, quando estamos ocupados com nossas condições e circunstâncias presentes, isso nos priva de uma visão. Precisamos nos afastar, por um tempo, daquilo que é imediato e atual, a fim de enxergar a realidade espiritual diante de Deus.
Quando João se voltou, viu sete candeeiros de ouro. Sabemos que esses candeeiros de ouro representam as sete igrejas da Ásia.
Por que a Bíblia usa o candeeiro para representar a igreja? Porque é isso que a igreja é. A igreja não é a lâmpada. Não é a luz. É um candeeiro. A igreja nunca existe para si mesma. A igreja existe por uma única razão: conter e erguer a luz.
Sabemos Quem é a luz. A luz é nosso Senhor Jesus. Ele é a luz do mundo. Ele é a luz da vida. A igreja é esse vaso, esse instrumento usado por Deus para erguer Cristo, para que Cristo brilhe por toda parte e muitos venham à Sua luz.
Os candeeiros são de ouro. O ouro representa a natureza de Deus. A igreja não é algo terreno. A igreja não é algo humano. Embora seja composta de seres humanos, precisamos lembrar que ela não é o homem em si; ela é o Cristo. Amém.
A igreja é cheia de Deus, cheia de Sua vida, cheia de Sua natureza. Ela é espiritual. É celestial. É piedosa. É de Cristo.
Mas João não viu apenas sete candeeiros. Ele viu Um semelhante a um Filho de Homem no meio dos sete candeeiros. Essa é a visão de Patmos.
João viu os sete candeeiros ao fundo, mas, em primeiro plano, havia uma Pessoa. Ele era semelhante a um Filho de Homem. Irmãos e irmãs, essa deve ser sempre a nossa perspectiva quando falamos da igreja: devemos sempre ver a igreja ao fundo e Cristo em primeiro plano.
Quando João viu essa visão, caiu como morto. Lembrem-se da história de Saulo de Tarso. Enquanto ele estava a caminho de Damasco, tentando prender os seguidores do Senhor Jesus e levá-los a Jerusalém, de repente uma luz vinda do alto brilhou sobre ele. Ele foi atingido por aquela luz e ouviu uma voz:
Saulo, Saulo, por que Me persegues?
Ele testemunhou que viu o Justo. Ali estava um homem a caminho de perseguir os seguidores de Jesus, e ele encontrou Jesus. Descobriu que Aquele que julgava ser apenas Jesus de Nazaré — um Homem a ser desprezado e perseguido — era o Senhor ressuscitado, o Cristo, o Senhor de todos. Essa visão o lançou ao chão e transformou todo o seu ser.
Podemos dizer que, certamente, isso deveria acontecer com Saulo, mas não deveria acontecer com João. Quem era João? João foi um dos primeiros discípulos de nosso Senhor Jesus e era o último dos doze apóstolos. Ele acompanhou o Senhor durante aqueles três anos e meio. Conhecia o Senhor com a maior intimidade.
Conhecia o Senhor como o Cordeiro de Deus, como seu Senhor e como seu Mestre. Era aquele a quem o Senhor amava e, naturalmente, ele também amava o Senhor. Chegou até a reclinar-se sobre o peito de nosso Senhor Jesus. Ele tinha um relacionamento tão íntimo com o Senhor enquanto o Senhor estava na terra.
Não creio que qualquer um de nós aqui conheça nosso Senhor Jesus mais do que João conhecia. No entanto, quando João viu Um semelhante a um Filho de Homem no meio dos sete candeeiros de ouro, imediatamente caiu como morto.
É quase como aquilo que Daniel disse:
Quando Te vi, minha formosura se tornou em corrupção.
Embora João conhecesse tão bem o Senhor, e essa fosse a sua formosura, quando viu o Senhor em Sua glória, sua formosura se tornou em corrupção. Quase não havia vida nele. O Senhor teve de tocá-lo, levantá-lo e dizer:
Não temas.
Irmãos e irmãs, conhecemos o Senhor? Graças a Deus, nós O conhecemos como o Cordeiro de Deus. Muitos de nós O conhecemos como nosso Senhor e Mestre. Mas, se realmente tivermos uma visão do Senhor ressuscitado, do Senhor em glória, seremos como João: cairemos como mortos. Toda a nossa formosura se tornará em corrupção. Quanto realmente O conhecemos?
Quando Ele estava na terra, é dito em Isaías 53:2-3:
Ele era como raiz de uma terra seca;
não tinha aparência nem formosura;
e, quando O víamos, não havia beleza para que O desejássemos.
Era desprezado e rejeitado pelos homens;
homem de dores e conhecedor do sofrimento.
E, como alguém de quem os homens escondem o rosto,
era desprezado; e não fizemos caso Dele.
Nós O conhecemos como Aquele que foi crucificado — desprezado, rejeitado, sem aparência, sem formosura e sem beleza. Mas aqui vemos que Ele é o Senhor da glória. Que contraste! No entanto, Ele é o mesmo. Aquele que foi crucificado é Aquele que agora está em glória.
João diz que viu Um semelhante a um Filho de Homem. Filho do Homem é um título que nosso Senhor Jesus assumiu enquanto estava na terra. Ele sempre Se chamava de Filho do Homem. É um nome associado aos dias de Sua humilhação.
Ele é Deus e, no entanto, tornou-Se homem, assim como nós. Mas Filho do Homem também significa que Ele é o princípio de uma nova humanidade. O homem havia caído e ficado aquém da glória de Deus e do propósito para o qual Deus o criou. Mas aqui está um Homem chamado Filho do Homem, e Ele é Aquele que, como Homem, satisfaz o coração de Deus.
Ele é um Homem segundo o coração de Deus. Ele é o Homem perfeito. Ele é o princípio de uma nova humanidade. Graças a Deus, temos um Homem em glória.
Ele não está ali apenas sozinho como o Homem, o Filho do Homem, mas está ali como nosso representante. Ele está ali para conduzir muitos filhos à glória. Aquilo que O caracteriza como Filho do Homem caracterizará muitos homens, e Ele conduzirá muitos filhos à glória. Graças a Deus, há um Homem em glória, e isso nos garante e nos assegura que Ele nos conduzirá à glória.
Essa descrição em dez aspectos nos fala do Senhor ressuscitado, do Filho sobre Sua casa, de nosso grande Sumo Sacerdote, do Homem em glória. Essa é a visão que João teve naquela ilha.
Mas, irmãos e irmãs, essa visão lhe foi dada em conexão com os sete candeeiros de ouro. É verdade: o propósito de Deus é que O vejamos, que vejamos Cristo — a glória de nosso Senhor Jesus, a glória moral do Filho do Homem e a glória eterna do Filho de Deus. Deus quer que O vejamos.
Mas lembrem-se: isso está relacionado à igreja. Ele quer que também vejamos a igreja. Vocês não podem vê-Lo sem ver os sete candeeiros de ouro. Aquilo que Ele é não é apenas para contemplarmos, mas para possuirmos. Aquilo que Ele revelou é dirigido a nós. Ele quer que sejamos cheios de Sua plenitude.
É isso que a igreja deve ser: o corpo de Cristo, a plenitude Daquele que enche tudo em todos. Ele Se revela à Sua igreja.
Irmãos e irmãs, o que é revelação? Para que serve a revelação? A revelação nunca é dada apenas para contemplarmos ou especularmos a respeito dela. A revelação é dada para que se torne nossa vocação.
Nosso Deus é um Deus prático. Ele não nos dá revelação simplesmente para podermos falar sobre ela e nos orgulhar dela. A revelação é dada com uma responsabilidade. Ela é dada para que nos envolvamos naquela visão, para que nos tornemos parte daquela visão e para que a visão se torne vocação para nós.
A revelação ou traz cumprimento ou condena. Se respondemos à revelação, ela traz cumprimento. Mas, se não respondemos à revelação, ela nos condena. É uma questão muito séria.
Nas sete cartas às sete igrejas, em cada carta o Senhor as faz lembrar de Si mesmo. O que o Senhor está procurando na igreja? Ele não está procurando obras. Não está procurando trabalho. Não está procurando conhecimento. Não está procurando muitas coisas. Ele está procurando a Si mesmo.
Ele diz a cada igreja: “Isto é o que Eu sou. Isto é o que revelei a vocês. Onde estou Eu no meio de vocês? Vocês têm isto, têm aquilo, têm muitas coisas boas — mas vocês têm a Mim?”
À igreja em Éfeso, Ele disse: “Vocês têm todas essas coisas, mas”:
Tenho contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
Ele é o primeiro amor, mas onde Ele está?
À igreja em Esmirna, a igreja sofredora, Ele disse:
Sê fiel até à morte.
Porque Ele é o Primeiro e o Último, Aquele que esteve morto e está vivo pelos séculos dos séculos.
Para a igreja em Pérgamo, Ele é Aquele que tem a espada de dois gumes. Aquela igreja havia se tornado tão complicada, e Ele queria que eles voltassem à simplicidade e à sinceridade de Cristo.
Para a igreja em Tiatira, Ele é Aquele Cujos olhos são como chama de fogo e Cujos pés são semelhantes ao bronze polido. O Senhor olhou para a igreja e viu que ela era da carne. Ele queria separar a alma e o espírito.
À igreja em Sardes, Ele disse:
Eu sou Aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas.
Mas onde está a vida no meio de vocês?
À igreja em Filadélfia, Ele disse:
Eu sou o Santo, o Verdadeiro, Aquele que tem a chave de Davi.
Retém o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.
À igreja em Laodiceia, Ele disse:
Eu sou o Amém, a Testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus.
Mas não havia realidade no meio deles. Ele estava do lado de fora da porta.
Irmãos e irmãs, a plenitude de Cristo é revelada à igreja. Essa é a nossa herança. Mas ela é revelada para que a possuamos, para a glória de Deus.
Portanto, devemos prosseguir à plenitude.
Que o Senhor nos ajude. Vamos orar?
Querido Pai celestial, ó, como Te louvamos e agradecemos porque é do Teu agrado revelar Teu Filho em nós — não apenas um pouco, mas a plenitude de Cristo à igreja. Ó, que privilégio!
Mas, Pai, reconhecemos que isso é uma grande responsabilidade. Temos de reconhecer que falhamos. Falhamos em responder ao Teu Filho amado. Há muito em nós, mas não és Tu. Senhor, temos muito pouco do Teu Filho.
Oramos, Senhor, para que cries em nós disposição, um espírito arrependido e contrito; para que cries em nós fome e sede de justiça. Ó, oramos para que nos esvazies de tal maneira que possas nos encher de Cristo Jesus.
Ó, que Ele seja tudo e em todos, que a Tua vontade seja feita e a Tua glória seja manifestada. Pedimos em nome de nosso Senhor Jesus. Amém.