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THAT THE WORD OF THE LORD MAY RUN AND BE GLORIFIED
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    God Has Spoken: Song Of Solomon: Love of God in Christ Jesus © 2026 Christian Testimony Ministry
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    God Has Spoken: Song Of Solomon: Love of God in Christ Jesus
    God Has Spoken: Song Of Solomon: Love of God in Christ Jesus
    Kaung, Stephen

    O desenvolvimento do amor em Cântico dos Cânticos

    Por favor, abram em Cântico dos Cânticos, o Cântico de Salomão.

    Leituras bíblicas

    Cântico dos Cânticos 1:1

    Cântico dos cânticos, que é de Salomão.

    Cântico dos Cânticos 2:16

    O meu amado é meu, e eu sou dele.

    Cântico dos Cânticos 6:3

    Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu.

    Cântico dos Cânticos 7:10

    Eu sou do meu amado, e o seu desejo é por mim.

    Cântico dos Cânticos 8:6-7

    Põe-me como selo sobre o Teu coração,
    Como selo sobre o Teu braço:
    Porque o amor é forte como a morte;
    O ciúme é cruel como o Seol;
    As suas labaredas são labaredas de fogo,
    Uma verdadeira chama do Senhor.
    As muitas águas não podem apagar o amor,
    Nem os rios afogá-lo:
    Se alguém desse todos os bens da sua casa pelo amor,
    Seria de todo desprezado.

    Filipenses 3:10-11

    Para que eu O conheça, e o poder da Sua ressurreição, e a comunhão dos Seus sofrimentos, sendo conformado à Sua morte;
    Para ver se, de algum modo, posso alcançar a ressurreição dentre os mortos.

    Vamos orar?

    Querido Pai celestial, como nós Te louvamos e Te agradecemos! É por causa do Teu grande amor por nós, manifestado em Cristo Jesus, que podemos nos reunir em Teu nome nesta manhã.

    Nós Te louvamos e Te agradecemos, sabendo que Tu estás aqui conosco. Lemos a Tua Palavra e agora confiamos que o Teu Espírito Santo vivificará a Tua Palavra em nosso coração e nos atrairá, para que entremos na realidade da Tua Palavra, para o louvor da Tua glória.

    Pedimos em nome do nosso Senhor Jesus. Amém.

    Os três livros de Salomão

    Dos trinta e nove livros do Antigo Testamento, três são atribuídos a Salomão: Provérbios, Eclesiastes e Cântico dos Cânticos.

    Provérbios fala de sabedoria. Eclesiastes nos fala de vaidade. E Cântico dos Cânticos nos mostra o amor.

    Cronologicamente falando, pode muito bem ser que Salomão tenha escrito Cântico dos Cânticos no vigor da juventude, Provérbios com a sabedoria acumulada da meia-idade e Eclesiastes com a maturidade de percepção dos seus anos avançados.

    Mas, segundo a ordem que encontramos nas Escrituras, temos Provérbios, Eclesiastes e Cântico dos Cânticos. Creio que esses livros foram colocados em uma ordem espiritual.

    Espiritualmente falando, Provérbios vem primeiro. Em outras palavras, primeiro é preciso haver sabedoria, e o princípio da sabedoria é o temor do Senhor.

    Então, dessa sabedoria — o temor do Senhor — vem o entendimento de que, debaixo do sol, tudo é vaidade.

    Mas isso não é tudo, porque nos conduz à esfera celestial. Ali encontramos a realidade do amor de Deus em Cristo Jesus.

    Eclesiastes nos liberta das sutilezas deste mundo. Cântico dos Cânticos nos introduz na realidade do amor.

    Salomão escreveu três mil provérbios e mil e cinco cânticos. Falou das árvores, desde o cedro que está no Líbano até o hissopo que brota do muro. Falou também dos animais, dos répteis, das aves e dos peixes.

    Dos mil e cinco cânticos, não temos vestígio de nenhum deles. O único que ficou e permanece é este Cântico dos Cânticos, que é o cântico do amor.

    Em outras palavras, vemos que tudo desaparece, pois o amor jamais acaba.

    Perspectivas de interpretação de Cântico dos Cânticos

    Podemos olhar para Cântico dos Cânticos de diferentes pontos de vista. Muitos escritores judeus consideram que o propósito de Deus em Cântico dos Cânticos é nos dar uma compreensão da santidade do amor conjugal.

    Eles entendem que esse cântico celebra a bem-aventurança da vida conjugal.

    Alguns dos escritores judeus mais espirituais olham mais profundamente para Cântico dos Cânticos. Reconhecem nele a relação de amor entre o Senhor e a nação de Israel, porque, no Antigo Testamento, vemos que, às vezes, Deus é apresentado como o marido, e a nação de Israel, como Sua esposa.

    Por isso, eles o chamam de livro da comunhão.

    Na era cristã, as pessoas olham para esse cântico principalmente de duas maneiras. Uma delas é considerar Cântico dos Cânticos como uma representação daquela santa relação de amor entre Cristo e Sua igreja.

    Ali encontramos o amor conquistador de Cristo e a resposta da igreja.

    O outro ponto de vista é que ele fala do nosso relacionamento pessoal, individual, com Cristo, e de que há ali uma relação de amor.

    Portanto, de modo geral, podemos dizer que é possível olhar para Cântico dos Cânticos de quatro pontos de vista diferentes:

    • Literalmente, ele fala da bem-aventurança da vida conjugal.
    • Dispensacionalmente, ele fala do relacionamento divino entre Deus e Israel.
    • Tipologicamente, ele fala da relação de amor entre Cristo e a igreja.
    • Pessoal e espiritualmente, ele fala daquela relação de amor entre Cristo e uma alma.

    O contexto narrativo do cântico

    Ninguém sabe ao certo qual é a história por trás de Cântico dos Cânticos. Há muitas teorias.

    Uma delas é a chamada hipótese do pastor. Ela é defendida por Delitzsch, Ginsburg e outros. Eles entendem que há três personagens principais em Cântico dos Cânticos, e que Salomão é o vilão do cântico.

    Há um pastor cujo nome não é mencionado, e existe uma relação de amor entre esse pastor e a jovem, a pastora. Aqui vemos Salomão tentando se intrometer e seduzir essa virgem para afastá-la do pastor, mas ele fracassa. Isso demonstra a pureza do amor conjugal.

    Essa é uma teoria. Há outra teoria segundo a qual temos duas personagens principais em Cântico dos Cânticos: Salomão e a sulamita. Isso tipifica o amor entre Cristo e a alma.

    Ironside tentou construir uma história para explicar esse contexto. Vou apenas mencioná-la a vocês.

    Ele diz que Salomão tinha uma vinha no norte de Israel, na região de Efraim, e confiou essa vinha a alguns guardas.

    A família dela era de Efraim. Ao que parece, o pai, que era o marido da família, havia morrido; assim, havia uma mãe, pelo menos dois irmãos e duas irmãs.

    A irmã mais velha é a sulamita. Ela é a Cinderela da história. Seus irmãos não a tratavam bem. Eles a obrigavam a cuidar das vinhas — aparar e podar as videiras, preparar armadilhas para as raposas — e até lhe ordenavam que cuidasse dos rebanhos e dos cabritos no deserto.

    Um dia, enquanto a pastora cuidava do seu rebanho, levantou a cabeça. Para seu constrangimento, percebeu que um pastor alto e bonito a olhava atentamente.

    Então ela exclamou: “Não olhe para mim. Sou negra. Estou queimada pelo sol”.

    Mas o pastor lhe respondeu: “Não vejo em você nada que não seja belo. Você não tem mancha alguma”.

    Assim, pouco a pouco, a amizade deles se transformou em afeto, a tal ponto que o pastor conquistou o amor da pastora.

    Então ele disse à jovem que iria embora, mas que voltaria para tomá-la como sua noiva. E partiu. Passou-se muito tempo, e não havia informação alguma, nenhuma notícia.

    Mas a jovem acreditava nele, e provavelmente era a única que acreditava assim. Às vezes, sonhava com ele, como se ouvisse sua voz, mas era apenas um sonho.

    Por fim, um dia, houve uma agitação na aldeia. A caravana real havia chegado.

    Um mensageiro foi enviado à jovem, dizendo: “O rei exige a sua presença”.

    Ela foi até lá e, para sua surpresa, descobriu que aquele rei não era outro senão o pastor. Então exclamou:

    Eu sou do meu amado,
    E o seu desejo é por mim.

    Essa é a história. Não sabemos se é realmente a história por trás do cântico ou não, mas isso, na verdade, não tem importância.

    A inspiração divina do cântico

    O importante é que encontramos Cântico dos Cânticos entre os livros das Sagradas Escrituras. Ele é divinamente inspirado. É a Palavra de Deus. Nós cremos nisso.

    De fato, ele fala inicialmente da bem-aventurança da vida conjugal, mas precisamos ir além disso e encontrar nele aquele amor que une Cristo aos Seus. Naturalmente, em última análise, vemos que se trata do relacionamento entre Cristo e Sua igreja.

    Cântico dos Cânticos é um cântico de amor.

    Agora, irmãos e irmãs, todo o relacionamento entre Cristo e nós é um relacionamento de amor.

    Quando olhamos para o amor de Cristo, vemos como o Seu amor por nós é constante, firme, fiel, imutável, paciente e perfeito.

    Mas, quando olhamos para o nosso amor por Ele, vemos como é fácil perdermos o nosso primeiro amor. Vemos que o nosso amor muitas vezes vacila e falha.

    Mas, graças a Deus, o Seu amor não nos deixa escapar. Vemos que o amor de Cristo está sempre presente, chamando-nos, despertando-nos, disciplinando-nos e encorajando-nos.

    E assim continua, até que o Seu amor tenha operado de tal maneira em nós que alcancemos aquele amor maduro e aquela união com Ele na eternidade.

    Portanto, Cântico dos Cânticos é uma história de amor.

    Os três estágios do amor

    Há muitas maneiras de dividir Cântico dos Cânticos, mas, nesta manhã, gostaríamos de usar as três declarações da virgem como divisões desse cântico.

    Na verdade, o amor é algo que não se pode compartimentar. Não há como dividir o amor em coisas diferentes. Mas, por uma questão de conveniência, diremos que essas três declarações da virgem representam, de certo modo, o desenvolvimento do amor — os estágios do amor.

    O primeiro estágio é aquela declaração da virgem em Cântico dos Cânticos 2:16:

    O meu amado é meu, e eu sou dele.

    Esse é o estágio inicial do amor.

    A segunda declaração se encontra em Cântico dos Cânticos 6:3:

    Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu.

    Esse é o amor em crescimento.

    Por fim, em Cântico dos Cânticos 7:10:

    Eu sou do meu amado, e o Seu desejo é por mim.

    Esse é o amor maduro.

    Ou podemos até dizer que, no primeiro estágio, há o namoro; no segundo, o noivado; e, no terceiro, as bodas — o casamento.

    O estágio inicial: “O meu amado é meu”

    Como todos sabemos, Cântico dos Cânticos não começa com a salvação inicial. Em outras palavras, ele não nos diz como uma alma chega à salvação, ao conhecimento do Senhor Jesus como seu Salvador.

    Parte-se do pressuposto de que ela é uma virgem. E sabemos que uma virgem nas Escrituras sempre fala de alguém que foi salvo.

    Porque, se não somos salvos, ainda estamos casados com o mundo e, aos olhos de Deus, somos adúlteros e adúlteras.

    Mas, graças a Deus, por causa do sangue do Cordeiro, somos purificados de todos os nossos pecados. Graças a Deus, porque Ele morreu na cruz por nós, recebemos uma nova vida — a vida eterna. Assim, nos tornamos virgens aos olhos de Deus.

    Portanto, essa jovem já experimentou o perdão dos seus pecados. Já experimentou o dom da vida eterna.

    Sua cerviz endurecida já foi beijada pelo Pai celestial e se tornou flexível. Portanto, isso fala de um Salvador e de alguém que foi salvo, de um crente.

    Agora, irmãos e irmãs, nós que conhecemos o amor de Deus em Cristo Jesus, nós que provamos o amor de Cristo — Sua morte expiatória, Seu sofrimento pelos nossos pecados —, nós que experimentamos a bem-aventurança do dom da vida eterna, invariavelmente temos dentro de nós um desejo, um anseio por mais do Seu amor.

    Ou, para dizer de outra maneira, ansiamos por conhecê-Lo mais.

    Quem é resgatado e não tem desejo de conhecer Aquele que o resgatou? É claro que queremos conhecê-Lo mais. É claro que o Seu amor nos constrangeu, de modo que realmente queremos amá-Lo. Queremos conhecê-Lo mais. Queremos conhecer mais do Seu amor.

    Isso é natural — sobrenaturalmente natural.

    Agora, se isso não acontece com alguém que supostamente foi salvo, então há dúvida até mesmo quanto à sua salvação. Porque, naquele que provou o amor de Cristo, a cruz, a morte expiatória do nosso Senhor Jesus e o frescor e a vitalidade da vida eterna, certamente, irmãos e irmãs, tudo isso desperta um anseio por Ele, um anseio por conhecer mais do Seu amor.

    Assim, logo no início de Cântico dos Cânticos, que é de Salomão, encontramos:

    Beije-me Ele com os beijos da Sua boca.

    Não há necessidade de mencionar o nome do amado, porque, para a jovem, existe apenas um. Por isso, ela simplesmente diz:

    Beije-me Ele com os beijos da Sua boca.

    Em outras palavras, ela anseia por um relacionamento mais íntimo com o amado. Isso não é verdade para cada um de nós? Não ansiamos por um relacionamento mais íntimo com Cristo?

    Em certo sentido, estamos satisfeitos por nossos pecados terem sido perdoados, por termos recebido a vida eterna e por sermos agora filhos de Deus. Contudo, por outro lado, há sempre aquele santo descontentamento. Queremos conhecê-Lo mais. Queremos experimentar mais do Seu amor. Queremos nos aproximar Dele de maneira mais íntima.

    Por quê? Porque experimentamos e sabemos que o Seu amor é melhor do que o vinho.

    O vinho fala daquilo que o mundo pode dar: a alegria, o prazer e o conforto que o mundo pode oferecer.

    Mas descobrimos que o amor do nosso Senhor Jesus é melhor do que o vinho. É melhor do que tudo o que o mundo jamais poderá nos dar.

    Descobrimos que Ele é todo perfumado. Em especial, o Seu nome é como unguento derramado, porque nos fala de Quem Ele é.

    É natural que as virgens O amem.

    Lembramos do que o apóstolo Paulo diz em 2 Coríntios 11:2: que nos desposou com Cristo como uma virgem pura. Se somos virgens, certamente amamos Aquele a Quem pertencemos.

    Assim, nesse estágio inicial do amor, vemos que há aquele anseio pelo amado, o anseio de conhecê-Lo e de conhecer mais do Seu amor.

    É verdade: nesse estágio inicial do amor, provavelmente há mais afeto e amor emocional.

    Os aposentos do rei

    Por causa desse afeto, desse anseio pelo amado, vemos que ela é recompensada ao ser levada aos aposentos do rei.

    Os aposentos — os cômodos do palácio — falam das diferentes provisões de Deus. Se realmente temos um anseio por Cristo, sabem, seremos recompensados com o conhecimento das muitas provisões de Deus em Cristo Jesus.

    Vemos como Ele provê para nós — não apenas fisicamente, mas também mentalmente, espiritualmente, nas circunstâncias, em todas as áreas da vida. Encontramos a abundante provisão do nosso Rei, a maneira como Ele cuida de nós.

    Ele não permitirá que nos falte o necessário. Ele sabe tudo de que precisamos e nos acrescentará todas as coisas. É como ser conduzido aos aposentos do rei e ver todas as provisões que estão ali.

    Não apenas isso, mas vemos que Ele também nos coloca à Sua mesa — a mesa do rei. Isso fala das insondáveis riquezas de Cristo. Ali começamos a experimentar algo das insondáveis riquezas do nosso Senhor Jesus Cristo.

    Não apenas isso, mas vemos que Ele nos permite repousar em pastos verdes. Aquele leito é verde. Isso fala do descanso em Cristo Jesus, de como encontramos Nele o nosso descanso.

    Mais do que isso, Ele nos conduz à casa do vinho, à sala do banquete, e o Seu estandarte sobre nós é o amor.

    Em outras palavras, se há um anseio, um desejo, um afeto por Cristo, seremos recompensados com o Seu amor maravilhoso, com o Seu grande amor por nós.

    A necessidade de sermos atraídos pelo Senhor

    Ao mesmo tempo, a virgem percebe que, embora tenha um coração voltado para o amado, há nela uma lentidão. Parece que está recuando. Parece que não consegue se mover como deveria.

    Por isso, ela clama:

    Atrai-me; correremos após Ti.

    Agora, irmãos e irmãs, em nosso estágio inicial do amor, percebemos que precisamos ser atraídos pelo nosso Senhor Jesus. Se Ele não nos atrair, ficaremos parados ou até retrocederemos.

    Como é fácil perdermos o nosso primeiro amor por Ele! Por isso, vemos que precisamos clamar o tempo todo: “Atrai-me, atrai-me”. Quando Tu atrais um de nós, todos os demais correm após Ti.

    A consciência da pobreza espiritual

    Ela também percebe que, embora tenha um coração voltado para o Senhor, sabe que é negra. Está queimada pelo sol.

    Sabem, isso é verdade ainda hoje: quanto mais procuramos nos aproximar Dele, mais percebemos como somos escuros.

    Somente aqueles que estão nas trevas se consideram belos, porque não conseguem enxergar. Quanto mais nos aproximamos do sol, mais a luz brilha sobre nós, e descobrimos a nossa nudez, a nossa cegueira e a nossa pobreza.

    O peso das atividades religiosas

    Esse é um lado. Há outro lado. Sempre que uma alma começa a demonstrar amor por Cristo e anseio por Cristo, imediatamente seus irmãos e irmãs a colocam para trabalhar.

    Sempre que há algum sinal de que você ama o Senhor, as pessoas dizem: “Muito bem, vá para as vinhas”. Elas tentarão colocar sobre você todo tipo de trabalho, até que esses trabalhos simplesmente o sufoquem.

    Você negligencia a sua própria vinha. Em outras palavras, a sua vida espiritual sofre por causa das muitas atividades que lhe pedem para realizar.

    Isso não é verdade ainda hoje?

    Por causa disso, a jovem clama: “Estou sofrendo. Minha vida espiritual está sofrendo. Não tenho tempo para estar com o meu Senhor. Sinto falta daquela comunhão com Ele. Parece que até perdi a Sua presença”.

    Embora o trabalho prospere em suas mãos, a sua própria vida sofre grandemente. Por causa disso, ela clama:

    Dize-me, ó Tu, a Quem ama a minha alma,
    Onde apascentas o Teu rebanho,
    Onde o fazes repousar ao meio-dia:
    Pois por que seria eu como uma mulher encoberta
    Junto aos rebanhos dos Teus companheiros?

    Por causa do seu clamor, o amado lhe responde: “Se você não sabe onde estou, siga as pegadas do rebanho”.

    Sabemos que Deus tem apenas um rebanho. Em João 10:16, o Senhor Jesus disse:

    Um rebanho e um Pastor.

    Pode haver muitos apriscos, mas há apenas um rebanho.

    Naturalmente, sabemos que o único Pastor é Cristo, e o único rebanho é a igreja. Se não sabemos onde o Senhor está, sigamos as pegadas da igreja.

    Ao longo dos vinte séculos, a verdadeira igreja — a igreja que Deus ordenou, a igreja que o nosso Senhor Jesus está edificando — deixou pegadas. Se seguirmos essas pegadas, encontraremos o Pastor.

    A energia natural e a transformação divina

    É verdade que, durante esse período, parece que essa jovem, essa virgem, progride mais depressa do que as demais filhas de Jerusalém. As filhas de Jerusalém representam todos os crentes, mas essa virgem parece correr mais depressa do que qualquer uma delas.

    Ela é como uma égua dos carros de Faraó. Contudo, a sua energia ainda é principalmente natural. Até mesmo a sua busca pelo Senhor procede da sua energia natural.

    Então encontramos o Senhor dizendo:

    Nós te faremos tranças de ouro
    Com pontos de prata.

    Em outras palavras, o ouro representa a natureza de Deus, e a prata representa a redenção de Cristo.

    Sabem, irmãos e irmãs, às vezes corremos em grande velocidade. Isso não significa necessariamente que o fazemos pela energia divina. Às vezes, é a nossa própria energia natural.

    Antes, podíamos usar a nossa energia natural para fazer coisas contra Deus. Agora, podemos empregar a nossa energia natural para servir a Deus, e isso precisa ser redimido e transformado.

    A experiência inicial da cruz

    Mas, nesse estágio do amor, a virgem experimenta algo da cruz. Ela experimenta a cruz ao ser incompreendida e maltratada pelos seus próprios irmãos.

    Ela sofre por causa dos muitos deveres que lhe são impostos. Em outras palavras, ela realmente experimenta algo da cruz.

    Ela experimenta incompreensão. Experimenta perseguição. Por meio da cruz, começa a enxergar o que o mundo é e a ser liberta da busca pelo mundo.

    Ela pode até ser liberta do mundo religioso. Talvez seja liberta, em alguma medida, da tradição e, em alguma medida, das atividades, das obras e de coisas assim. Ela conhece algo da operação da cruz em sua vida.

    A cruz a liberta do pecado, do poder do pecado, do mundo e de algumas atividades da carne. Ela conhece algo da cruz.

    É por isso que, quando estava à mesa do rei, ela disse:

    O meu amado é para mim um ramalhete de mirra;
    Ele passará toda a noite entre os meus seios.

    Em outras palavras, ela conhece algo da cruz em sua vida e a ama.

    O caráter autocentrado do amor inicial

    Esse é o primeiro estágio do amor. Durante esse estágio, tudo pode ser resumido em sua confissão:

    O meu amado é meu, e eu sou dele.

    “O meu amado é meu, e eu sou dele.” Aqui vemos que, mesmo em sua busca espiritual, ela ainda é o centro. “O meu amado é meu” — eu primeiro — e, depois, “eu sou do meu amado”.

    Há mais de mim e menos Dele. Ela ainda está centrada em si mesma, em vez de estar centrada em Cristo. Ainda está centrada no “eu”, em vez de estar centrada Nele.

    Cristo realmente tem um lugar na vida dela, mas é para o benefício dela, embora ela também seja para Ele. Esse, portanto, é o primeiro estágio da nossa vida espiritual.

    O segundo estágio: “Eu sou do meu amado”

    É importante conhecer a cruz — como a cruz nos liberta do pecado e do poder do pecado; como a cruz nos liberta do mundo, exatamente como diz Gálatas 6:14. Há uma cruz entre nós e o mundo.

    Precisamos conhecer a operação da cruz em nossa vida, eliminando as obras da carne. Isso é importante.

    Pois, irmãos e irmãs, quando a cruz começa a operar em nossa vida e começamos a ter alguma experiência da cruz, há um perigo.

    No início, desprezamos a cruz. Tentamos fugir da cruz. Não queremos a cruz.

    Mas, quando permitimos que a cruz comece a operar em nossa vida e descobrimos como isso é bom e como ela nos liberta, irmãos e irmãs, vamos ao outro extremo e dizemos que simplesmente amamos a cruz.

    Amamos tanto a cruz que queremos permanecer eternamente na fenda da rocha e até nos esconder de Cristo.

    Sabem, há pessoas neste mundo — e preciso dizer isto —, entre os cristãos de hoje, que conhecem a cruz, mas são muito poucas. É por isso que o nosso cristianismo é tão superficial.

    Mas, quando há pessoas que começam a conhecer o significado da cruz, começam a experimentar a cruz de alguma maneira e desenvolvem amor pela cruz, de algum modo percebemos que ficam inteiramente absorvidas pela cruz, em vez de ficarem absorvidas por Cristo.

    O resultado é que essa pessoa se torna negativa, passiva e isolada, no sentido espiritual. Isto é, ela fica apenas consigo mesma. Vemos a cruz estampada em todo o seu rosto, e o que há ali é morte.

    Então vemos o amado vindo para despertá-la. Isso dá início ao segundo estágio do amor.

    O segundo estágio do amor é um longo período. Começa com um chamado ao poder da Sua ressurreição, à vida de ascensão, à comunhão dos Seus sofrimentos, sendo conformada à Sua morte.

    O chamado à vida de ressurreição

    Vemos que essa jovem está tão satisfeita com o primeiro estágio do amor. Ela está realmente inativa. Está entorpecida. Só quer permanecer ali para sempre, e um muro foi construído ao seu redor.

    Ela pensa que aquele é o seu muro. Não sabe que o amado está do lado de fora do muro, e não ali com ela.

    Naturalmente, precisamos lembrar que Cântico dos Cânticos é um cântico de experiência. Quanto à verdade, o nosso Amado nunca nos deixa nem nos abandona. Mas, quanto à nossa experiência e aos nossos sentimentos, às vezes sentimos que Ele nos deixou para trás.

    Então encontramos aqui um novo chamado, um novo começo:

    A voz do meu amado! Eis que Ele vem,
    Saltando sobre os montes,
    Pulando sobre as colinas.

    Em outras palavras, Ele está cheio de vida — cheio de vida de ressurreição.

    Ali vemos que o amado está do lado de fora do muro. Felizmente, ainda há janelas. Então o amado olha pelas grades e começa a falar, dizendo que o inverno passou e agora é primavera.

    Tudo está cheio de vida. “Levanta-te e vem Comigo.”

    Mas ela não responde. Está tão contente com seu estado atual, à sombra da cruz. Não tem desejo de se levantar e entrar no poder da Sua ressurreição.

    Ela tenta encontrar o amado em seu quarto, em sua cama, à noite — durante muitas noites. Sua resposta é muito lenta, muito lenta, porque está satisfeita demais com sua condição espiritual.

    Agora, irmãos e irmãs, quantas vezes isso é verdade! Quando experimentamos algo do Senhor, ficamos tão satisfeitos, tão contentes, que simplesmente não queremos prosseguir. Contudo, o nosso Senhor está sempre avançando.

    Durante muitas noites, ela tenta encontrar seu amado na cama, mas não consegue encontrá-lo. Por fim, há amor dentro dela, e o amor de Cristo a constrange. Então ela se levanta e sai pela cidade.

    Ela encontra os guardas. Em outras palavras, durante certo período, você fica apenas consigo mesmo. Não há comunhão com seus irmãos e irmãs. Você acha que o Senhor e você são tudo de que precisa.

    Mas agora, quando descobre que o Senhor avançou e você ficou para trás, começa a perceber a comunhão entre o povo de Deus. Começa a pedir ajuda àqueles que Deus colocou na liderança, perguntando-lhes: “Onde está o meu Senhor?”.

    O mais curioso é que, no momento em que ela pergunta, vira-se e encontra o amado.

    A transformação por meio da ressurreição

    Ali vemos essa virgem entrando em uma nova fase da vida de amor. Ela entra no poder da vida de ressurreição do nosso Senhor Jesus.

    É somente então que vemos a beleza da nova criação começar a se manifestar em sua vida.

    É ali que ela é chamada de “Minha esposa, Minha irmã”. Em outras palavras, irmãos e irmãs, à medida que avançamos para o terreno da ressurreição, à medida que entramos na vida de ressurreição do nosso Senhor Jesus, as características dessa nova vida começam a nos caracterizar.

    Começamos a ser transformados. O Seu caráter começa a se manifestar em nós.

    A vida de ascensão

    Então vemos que não se trata apenas de conhecer o poder da Sua ressurreição, mas que há um chamado à vida de ascensão:

    Vem Comigo do Líbano, Minha esposa.

    Em outras palavras, não apenas fomos ressuscitados juntamente com Cristo, mas também somos assentados juntamente com Ele nas regiões celestiais.

    Irmãos e irmãs, agora estamos assentados com Cristo nas regiões celestiais. Antes, olhávamos para cima, mas agora podemos olhar para baixo.

    Em outras palavras, começamos a experimentar o poder da ascensão do nosso Senhor Jesus. Não há temor dos nossos inimigos, porque estamos em terreno mais elevado. Podemos olhar para os montes dos leopardos e para os montes dos leões.

    Estamos na vitória do nosso Senhor que ascendeu. Experimentamos o poder da Sua vitória, da Sua ascensão, que está acima de todo principado e autoridade, de todo nome que se possa mencionar, porque estamos unidos a Ele nas regiões celestiais.

    É durante esse período que vemos tamanha transformação nessa virgem. Ela é chamada de “Minha esposa, Minha irmã”.

    Vocês se lembram do nosso Senhor Jesus:

    Quem é Minha irmã?

    Aqueles que fazem a vontade do Meu Pai — estes são Minha mãe, Meus irmãos e Minhas irmãs.

    Ela está crescendo no amor, não apenas emocionalmente, mas crescendo em uma união mais profunda com Cristo. Durante esse período, ela é como um jardim fechado. Ela é para o Senhor.

    O Senhor começa a desfrutar dela.

    A comunhão dos sofrimentos de Cristo

    Mas esse não é o fim.

    Eu durmo, mas o meu coração vela:
    É a voz do meu amado, que bate, dizendo:
    Abre-Me, Minha irmã, Minha amada, Minha pomba, Minha imaculada;
    Porque a Minha cabeça está cheia de orvalho,
    Os Meus cabelos, das gotas da noite.

    Essa é a imagem do nosso Senhor Jesus no jardim do Getsêmani.

    Sabem, quando essa jovem começa a experimentar a vida de ressurreição e de ascensão do nosso Senhor Jesus, é nesse momento que ela é chamada à comunhão dos Seus sofrimentos, sendo conformada à Sua morte.

    Podemos pensar que conhecer o poder da Sua ressurreição e ter a experiência da ascensão — estar nas regiões celestiais — é uma experiência tão gloriosa que deve ser o auge da vida espiritual.

    Mas, irmãos e irmãs, essa experiência não é apenas para desfrutarmos dela. Essa experiência nos prepara para entregar a nossa vida.

    Então vemos que ela está novamente na cama. Está descansando, parada, sem prosseguir. Descobre que seu amado está novamente do lado de fora, batendo, batendo à porta.

    Há uma abertura na porta; então o amado introduz Sua mão por essa abertura, e Sua mão traspassada derrete o coração da virgem.

    Essa é uma experiência mais profunda da cruz.

    Podemos conhecer algo da operação da cruz em nossa vida, libertando-nos do poder do pecado, libertando-nos da sedução do mundo e libertando-nos das obras da nossa carne.

    Mas, irmãos e irmãs, precisamos conhecer a cruz para sermos libertos de nós mesmos.

    Até mesmo desse eu que conheceu a cruz, o sofrimento — até mesmo desse eu que é considerado santo. “Eu me lavei. Não posso me contaminar novamente.”

    Queremos manter a nossa santidade, a nossa integridade, a nossa inteireza. Mas lembrem-se: ainda é o “eu”. Ainda é a vida do eu.

    Não se trata apenas de entregar a nossa própria vida. É por isso que, quando as pessoas amam o Senhor e o amor as conduz a uma profundidade maior, descobrem que Deus as está chamando a abrir mão até mesmo da graça e dos dons com os quais Ele as embelezou.

    Deus vai despojá-las de si mesmas, para que possam se entregar completamente ao Senhor.

    O significado da comunhão dos sofrimentos

    A comunhão dos Seus sofrimentos — há uma parte do Seu sofrimento da qual jamais podemos participar: o sofrimento expiatório do nosso Senhor Jesus.

    Ele teve de pisar sozinho o lagar por nós. Nós apenas recebemos os benefícios daquele sofrimento Dele.

    Mas há outro aspecto do sofrimento no qual Ele nos chama a ter comunhão com Ele, especialmente como diz o apóstolo Paulo:

    Regozijo-me nos meus sofrimentos por vós,
    E completo, da minha parte, na minha carne,
    O que falta das aflições de Cristo,
    Por amor do Seu corpo, que é a igreja.

    Irmãos e irmãs, como diz 2 Coríntios 4:7, esse vaso de barro precisa ser quebrado para que o brilho da luz que está dentro dele possa se manifestar.

    O morrer de Jesus está em nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste aos outros.

    Irmãos e irmãs, somos chamados a essa comunhão dos Seus sofrimentos.

    Isso é amor. Não é apenas afeto ou emoção. A emoção não consegue fazer isso.

    O amor é prático. O amor é entrega. O amor é esquecer de nós mesmos, abrir mão de nós mesmos.

    O Senhor disse: “Se vocês Me amam, entreguem a sua vida pelos seus irmãos”.

    A resposta do amor em crescimento

    Ela não consegue responder, mas vemos que sua resposta é mais rápida do que antes — não leva muitas noites.

    No momento em que vê a mão traspassada, ela é tocada. Levanta-se e corre para as ruas da cidade, tentando encontrar seu amado.

    Mas vocês sabem o que acontece com ela? Os guardas a espancam. Diferentemente de antes, os guardas a espancam e a ferem. Os guardas dos muros tiram o seu véu.

    Em outras palavras, vemos que ninguém compreende. Ninguém compreende. Eles pensam que ela caiu.

    Mas isso produz nela tamanho amor que ela clama por ajuda.

    A quem ela pede ajuda? Às filhas de Jerusalém.

    Agora, irmãos e irmãs, as filhas de Jerusalém são simplesmente crentes. Como podem ajudá-la? Ela foi muito além dessas filhas de Jerusalém em seu relacionamento com o Senhor.

    Mas, em seu desespero, foi despojada de tudo. Foi despojada da sua graça, dos seus dons. Está nua.

    Ela clama por ajuda, até mesmo aos crentes. Diz: “Apenas digam a Ele, digam a Ele que estou enferma de amor”.

    Isso desperta o coração dessas filhas de Jerusalém, e elas perguntam:

    Que é o teu amado mais do que outro amado,
    Para que assim nos conjures?

    Então ela começa a derramar o seu coração e diz que Ele é o mais belo entre dez mil.

    Isso desperta o coração das filhas de Jerusalém: “Onde Ele está? Iremos procurá-Lo com você”.

    Por causa do seu testemunho, ela O encontra imediatamente. Sabe onde Ele está.

    Esse é o segundo estágio, o amor em crescimento:

    Eu sou do meu amado,
    E o meu amado é meu.

    Ele primeiro; eu em segundo lugar. Mais de Cristo, menos do eu. Esse é o segundo estágio.

    O estágio maduro: “O Seu desejo é por mim”

    Agora vem o último estágio. É o amor maduro.

    Quando essa virgem passou pelo conhecimento da vida de ressurreição e de ascensão do Senhor e entrou na comunhão dos Seus sofrimentos, sendo conformada à Sua morte, vemos que há uma união tão profunda com o Senhor.

    Ela cresceu em estatura espiritual. Agora há uma estatura, exatamente como diz Efésios 4:13:

    Até que todos alcancemos a medida da estatura da plenitude de Cristo.

    Há uma estatura espiritual nela. Ela está madura. É capaz de entrar em um relacionamento conjugal com o Senhor. Agora é uma com o Senhor.

    Pela primeira vez, vemos que ela é chamada de sulamita. Sulamita é a forma feminina do nome masculino Salomão, o amado.

    Então vemos que o caráter de Cristo passou a caracterizá-la por completo. Agora ela é tão unida ao Senhor.

    Não apenas uma em vida, mas uma em caráter e, depois, uma em propósito.

    Sabem, a nossa união com Cristo começa com a nossa união com Ele em vida. Mas essa união com Cristo chegará, por fim, a uma união com Ele em propósito.

    Aqui vemos que o propósito do Senhor é o propósito dela.

    Ela pensa em sua irmã pequena, para que sua irmã pequena também cresça até a maturidade. Não está mais pensando em si mesma.

    Ela tem uma vinha, uma vinha para Salomão. Ele pode ter tudo. Ela não quer nada para si mesma.

    Irmãos e irmãs, quando vocês chegam ao amor maduro, há em vocês um espírito de arrebatamento.

    Vemos que ela sai do deserto. Ela é como Enoque, que andou com Deus durante trezentos anos. Ela andou com Deus e já não era, porque Deus a tomou para Si.

    Em outras palavras, ela está pronta para ser arrebatada. Todo o seu desejo é a volta Dele: “Volta, Senhor Jesus”.

    Irmãos e irmãs, isso é amor.

    O caráter permanente do amor maduro

    O seu clamor ao Senhor é:

    Põe-me como selo sobre o Teu coração,
    Como selo sobre o Teu braço.

    O compromisso de amor é permanente, como um selo sobre o coração — isso é amor afetuoso — e sobre o braço — isso é poder e força.

    Porque o amor é forte como a morte.

    O amor é poderoso.

    O ciúme é cruel como o Seol.

    O amor é possessivo.

    As suas labaredas são labaredas de fogo,
    Uma verdadeira chama do Senhor.

    O amor aquece e purifica como o fogo.

    As muitas águas não podem apagar o amor,
    Nem os rios afogá-lo.

    O amor persevera e permanece.

    Se alguém desse todos os bens da sua casa pelo amor,
    Seria de todo desprezado.

    O amor não tem preço. Não se pode trocá-lo por coisa alguma.

    Irmãos e irmãs, esse é o amor de Deus em Cristo Jesus. Esse é o amor que precisa ser formado em nossa própria vida, para que possamos amá-Lo como Ele nos amou.

    Portanto, esse é o Cântico de Salomão. Vamos orar?

    Oração final

    Querido Pai celestial, provamos o Teu amor em Cristo Jesus e realmente ansiamos por mais.

    Nós Te louvamos e Te agradecemos porque o Teu amor é tão fervoroso — sempre firme, fiel, imutável, perseverante e perfeito.

    Mas o nosso amor está sempre vacilando e falhando. Contudo, Senhor, nós Te louvamos e Te agradecemos porque Tu nunca desistes de nós.

    Tu nos estás chamando, despertando, encorajando e disciplinando, para que sejamos aperfeiçoados no amor.

    Oh, que possamos amar-Te como Tu nos amaste!

    Pedimos em Teu precioso nome. Amém.