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    Messages On Corporate Prayer: #13-16 © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Messages On Corporate Prayer: #13-16
    Messages On Corporate Prayer: #13-16
    Kaung, Stephen

    Mensagens 13–16: Oração, louvor, humildade e intercessão contínua

    Mensagem 13: Fé e louvor antes da vitória

    Leitura bíblica: 2 Crônicas 20:20-23

    E pela manhã cedo se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa;
    e, ao saírem, Josafá se pôs em pé e disse: Ouvi-me, ó Judá, e vós, moradores de Jerusalém:
    crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros;
    crede nos Seus profetas e prosperareis.

    E, tendo consultado o povo, ordenou cantores para o Senhor,
    que O louvassem em trajes santos, saindo à frente do exército e dizendo:
    Dai graças ao Senhor; porque a Sua benignidade dura para sempre.

    E, quando começaram a cantar e a louvar, o Senhor pôs emboscadas contra os filhos de Amom, de Moabe e do monte Seir,
    que vieram contra Judá; e foram desbaratados.

    Porque os filhos de Amom e de Moabe se levantaram contra os moradores do monte Seir, para os destruir e exterminar de todo;
    e, acabando de destruir os moradores de Seir, ajudaram uns aos outros a destruir-se.

    Esta é uma história extraordinária e muito incomum na história dos filhos de Judá.

    Uma grande multidão de Amom, Moabe e do monte Seir veio contra aquele pequeno reino de Judá. Mas eles foram destruídos.

    Quando o rei Josafá ouviu que esse grande exército estava vindo, teve medo. E tinha toda razão para ter medo, porque o país era muito pequeno. Eles não tinham como lutar contra o inimigo.

    Mas Josafá voltou o coração para o Senhor. Proclamou um jejum, reuniu os filhos de Judá e ali orou.

    E sua oração foi:

    Em nós não há força perante esta grande multidão que vem contra nós;
    e não sabemos nós o que fazer;
    porém os nossos olhos estão postos em Ti.

    Depois dessa oração, o Espírito de Deus veio sobre Jaaziel, e ele disse:

    Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão;
    pois a peleja não é vossa, mas de Deus.

    Amanhã descereis contra eles.
    Nesta peleja não tereis de pelejar;
    tomai posição, ficai parados e vede a salvação do Senhor convosco.

    Então, na manhã seguinte, levantaram-se cedo e saíram. Enquanto saíam, Josafá consultou o povo. Ele os encorajou e disse:

    Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros.

    E eles tinham tamanha fé em Deus que designaram cantores para o Senhor. Esses cantores estavam vestidos em trajes santos e marchavam à frente do exército.

    Nunca antes se havia visto uma cena como aquela.

    E, quando começaram o cântico de triunfo e louvor, o Senhor pôs emboscadas contra o inimigo, e os inimigos ajudaram a destruir uns aos outros. Uma grande vitória.

    A batalha pertence ao Senhor

    Esta passagem me veio à mente há dois dias. Vocês sabem, este será nosso último momento de oração pela conferência. E, à medida que a conferência se aproxima cada vez mais, provavelmente começamos a sentir a pressão sobre nós.

    Há tantas necessidades que precisam ser supridas. Graças a Deus, a maioria já foi suprida, mas ainda há outras. E sabemos que, se o Senhor está trabalhando, o inimigo também está ocupado.

    Quanto a nós mesmos, temos todos os motivos para ter medo. Vocês sabem, quando ainda falta um ano para a conferência, temos ousadia. Mas, quando ela está às portas, começamos a tremer. Como podemos assumir algo tão grande?

    Não se trata apenas dos números, mas do que acontece nos bastidores. Uma batalha espiritual está sendo travada, e ela se torna cada vez mais intensa à medida que o momento se aproxima.

    A única coisa que podemos fazer é colocar nossa fé no Senhor. Reconheceremos, como Josafá, que não temos força e nem sequer sabemos o que fazer. Mas nossos olhos estão postos no Senhor.

    Se nossos olhos estiverem postos no Senhor, veremos que a batalha é do Senhor, não nossa.

    É verdade que precisamos ter nossas armas reluzentes e prontas. Precisamos tomar posição e marchar para o campo de batalha. Mas não somos nós que devemos lutar. O Senhor lutará por nós. A batalha é Dele.

    Se crermos no Senhor, estaremos seguros.

    Nós cremos no Senhor? Cremos que esta batalha é realmente Dele?

    Se a batalha é Dele, Ele já venceu há dois mil anos, na cruz do Calvário. Ele esmagou a cabeça do inimigo. A vitória já está conquistada, e devemos avançar e contemplar essa vitória.

    O louvor como expressão da fé

    Nós cremos no Senhor? É claro que, na ordem habitual das coisas, primeiro você ora e depois louva.

    Mas, se você ora e tem fé, então, mesmo antes de ver a resposta, já recebeu a resposta. Por isso, pode começar a louvar. Não precisa esperar até que tudo esteja concluído para então louvar. Você pode louvar pela fé.

    Vocês sabem, é quase como o que encontramos em Marcos 11:24. O Senhor disse:

    Tudo quanto em oração pedirdes, crede que o recebestes, e assim será convosco.

    Você precisa primeiro receber pela fé, e então isso se cumprirá em sua vida. Você recebe pela fé.

    Temos essa fé em nosso Deus? Precisamos esperar até ver o fato acontecer para começar a louvar? Ou temos essa fé Nele, sabendo que o Calvário nos dá tamanha certeza?

    Porque a batalha é Dele, Ele já venceu. Portanto, podemos louvá-Lo antecipadamente.

    Creio que é isso que Deus quer que façamos esta noite. Este é o momento de colocarmos os cantores em trajes santos. Este é o momento de os cantores marcharem à frente do exército.

    Isso não significa que o exército não precise avançar. O exército precisa sair com as armas reluzentes, prontas. Mas eles não devem lutar. O Senhor lutará por nós.

    Esse louvor antes de vermos o resultado não é apenas um sinal de fé; ele também nos faz avançar mais depressa rumo à vitória. Porque a Bíblia diz:

    Quando começaram a cantar e a louvar.

    Eles começaram o cântico de triunfo e louvor. Cantaram o cântico de louvor como se tudo já estivesse feito. A vitória já estava conquistada, e eles louvaram. Quando começaram a louvar, Deus começou a agir.

    Ação de graças após a vitória

    Por isso, creio realmente que, nesta noite, embora ainda precisemos orar e o exército ainda tenha de avançar, devemos deixar os cantores irem à frente do exército.

    E também não nos esqueçamos: depois que a vitória foi conquistada e eles recolheram os despojos do inimigo durante três dias, entraram no vale de Beraca. Ali deram graças e bendisseram o Senhor.

    Depois que a vitória é conquistada, precisamos ir ao vale. Precisamos nos humilhar e bendizer o Senhor. Por quê? Porque isso não se faz por nossa força nem por nosso poder, mas pelo Seu Espírito.

    Assim, que o Senhor nos encoraje enquanto continuamos a orar, e comecemos a louvar.

    Mensagem 14: Ação de graças e continuidade da oração

    Leitura bíblica: 2 Tessalonicenses 1:3, 11

    Sempre devemos, irmãos, dar graças a Deus por vós, como é justo,
    porque a vossa fé cresce muitíssimo,
    e o amor de cada um de vós para com os outros transborda.

    Por isso também oramos sempre por vós,
    para que o nosso Deus vos faça dignos da vossa vocação
    e cumpra todo desejo de bondade e toda obra de fé, com poder.

    Aqui encontramos, no versículo 3, o apóstolo Paulo, com Silvano e Timóteo, dando sempre graças a Deus pelos crentes de Tessalônica.

    Eles agradecem a Deus porque a fé daqueles irmãos cresce e seu amor uns pelos outros transborda. E então, no versículo 11, encontramos:

    Também oramos sempre por vós.

    Muitas vezes pensamos que a oração precede a ação de graças. Você agradece a Deus porque sua oração foi respondida.

    E penso que isso está certo: sempre que oramos e nossa oração é respondida, é o momento de darmos graças ao Senhor.

    Seria muito errado orarmos, o Senhor responder à nossa oração e então simplesmente irmos embora, sem nunca voltar para Lhe dar graças. É como encontramos nos Evangelhos: quando nosso Senhor curou os dez leprosos, os nove simplesmente se sentiram bem e seguiram seu caminho. Apenas um samaritano voltou ao Senhor para Lhe dar graças.

    E nosso Senhor disse:

    Onde estão os outros nove?

    Por isso, creio realmente que, se oramos a respeito de qualquer coisa e nossa oração é respondida, jamais devemos nos esquecer de voltar e agradecer ao Senhor. Porque, se não o fizermos, isso mostra como somos ingratos. Depois de recebermos o que pedimos ao Senhor, simplesmente nos esquecemos Dele por completo.

    A ação de graças como início de novas orações

    Assim, é verdade que a ação de graças vem depois da oração. Mas, neste capítulo, encontramos primeiro a ação de graças. E então, depois de os apóstolos terem dado graças ao Senhor pelo que Ele havia feito na vida desses crentes, continuaram a orar.

    Vocês sabem, muitas vezes pensamos que, depois de termos dado graças, o assunto está encerrado. Não há mais nada a fazer.

    Mas vemos que, depois de termos dado graças, devemos começar a orar novamente. Por que isso acontece?

    É porque não há limite para o que Deus pode e quer fazer.

    Oramos, Ele respondeu, fez alguma coisa, e nós Lhe damos graças. Mas, se não continuarmos a orar, estaremos limitando Deus, como se isso fosse tudo o que Ele pode fazer e tudo o que Ele quer fazer.

    Na verdade, porém, ver como Ele respondeu à nossa oração nos encoraja a orar mais, para que o Senhor possa trabalhar mais e fazer mais.

    Assim, o apóstolo Paulo e seus companheiros, depois de terem agradecido ao Senhor pelo que haviam visto nesses crentes de Tessalônica, continuaram a orar para que Deus os considerasse dignos da vocação e cumprisse todo o beneplácito da Sua bondade e a obra da fé com poder.

    Quando primeiro oramos e nossa oração é respondida, é como uma semente que foi semeada; ela caiu na terra.

    Mas então, depois de darmos graças, continuamos a orar. Isso é regar a semente, para que ela cresça e se multiplique.

    A oração após a conferência

    Penso que, ao nos reunirmos aqui nesta noite, queremos realmente agradecer ao Senhor pela maneira como Ele respondeu às nossas orações durante a conferência.

    Há muito pelo que precisamos agradecer a Deus. Para mencionar apenas o mais simples: o tempo. Imaginem se a conferência tivesse acontecido nesta semana, em vez daquela! Mas o Senhor respondeu à oração de maneira maravilhosa. Quero dizer, isso é apenas a coisa mais simples que podemos ver.

    E há muitas, muitas coisas — algumas que já percebemos e muitas outras que nem sequer conhecemos — em que o Senhor realmente respondeu às orações de maneira maravilhosa.

    Penso que é justo voltarmos para dar graças. Mas será que pensamos que, depois de termos dado graças ao Senhor, o assunto está encerrado?

    Ou sentimos que precisamos continuar a orar? A semente foi semeada na conferência, mas agora precisa ser regada. Precisamos regar a semente com oração.

    Tudo o que os irmãos e as irmãs, jovens e idosos, ouviram, viram ou receberam — qualquer coisa que tenha sido depositada, qualquer semente que tenha sido semeada —, se não continuarmos a orar, sabemos o que acontecerá. Talvez não vejamos muito crescimento.

    E é por isso que as pessoas muitas vezes dizem: “Vocês sabem, numa conferência parece que recebemos uma boa injeção de ânimo e ficamos despertados. Depois que a conferência termina, tudo se encerra. Acabou”.

    E creio que uma das razões é esta: antes da conferência há muita oração, mas depois da conferência não oramos.

    Vocês sabem, é como se tudo já estivesse feito. Bem, isso é apenas o começo. Se o Senhor fez alguma coisa na conferência, depositou algo ou tocou o coração das pessoas, então temos ainda mais motivos para levar essas coisas diante Dele e continuar a regá-las com oração, para que haja muito crescimento para o Senhor.

    E, é claro, ao mesmo tempo, ainda há algumas pontas soltas a serem resolvidas. Como vamos resolver essas pontas soltas? Precisamos orar.

    Por isso, sinto realmente que, ao nos reunirmos aqui nesta noite, por um lado, jamais devemos deixar de agradecer ao Senhor pela maneira tão maravilhosa e graciosa como Ele nos abençoou. Não merecemos tudo o que Ele fez por nós.

    Mas este não é o momento de simplesmente relaxarmos, nos acomodarmos e ficarmos passivos, como se um capítulo estivesse encerrado e concluído, e pudéssemos nos esquecer dele até o próximo ano, caso o Senhor tarde e tenhamos outra conferência. Então teríamos de começar a orar novamente.

    Penso que não devemos cometer esse tipo de erro. Devemos continuar a apresentar diante do Senhor tudo o que foi feito, até que haja muito crescimento para o Seu reino.

    E creio que há coisas que ainda não estão plenamente resolvidas, e realmente precisamos continuar a orar a respeito delas.

    Esse é o meu sentimento diante do Senhor. Sinto que, ao nos reunirmos nesta noite, não devemos deixar de Lhe agradecer, mas, ao mesmo tempo, devemos receber o encargo de continuar a orar.

    Mensagem 15: A humildade como fundamento da oração

    Leitura bíblica: 2 Crônicas 7:14

    Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar,
    e buscar a Minha face, e se converter dos seus maus caminhos;
    então Eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.

    Pergunto-me até que ponto relacionamos a humildade à oração.

    Suponho que, quando pensamos em oração, pensamos em fé. Pensamos em confiança. Pensamos em ousadia. Mas muito raramente pensamos em humildade.

    Sabemos que a fé é essencial, porque, sem fé, nossa oração não será respondida. Se crermos, seja o que for que tenhamos pedido, e crermos que o recebemos, nós o receberemos. A fé é essencial.

    Precisamos de confiança. Temos confiança, como diz 1 João, de que, seja o que for que peçamos segundo a Sua vontade, Ele nos ouvirá. Precisamos de ousadia. Entramos no Santo dos Santos com ousadia.

    Precisamos de todas essas coisas: fé, confiança e ousadia. Mas, meus queridos irmãos e irmãs, a fé não é algo que possamos fabricar por nós mesmos. A fé não tem sua origem em nós mesmos.

    A fé é desviar os olhos de tudo o mais e olhar para Jesus. Se olharmos para nós mesmos, não teremos fé. Mas, se nos esquecermos de nós mesmos e olharmos para o Senhor Jesus, então a fé surgirá dentro de nós. E sabemos que isso é humildade.

    Humildade e fé

    Precisamos de confiança quando nos achegamos para orar. Precisamos estar confiantes de que Ele nos ouve. Mas o que é confiança?

    Não temos confiança na carne. Nossa confiança está em Deus, e isso é humildade.

    Precisamos de ousadia. Mas nossa ousadia não vem de algum mérito em que possamos fundamentar nossa aproximação de Deus. Temos ousadia por causa do sangue do Cordeiro, e isso, novamente, é humildade.

    Assim, na verdade, quando você realmente pensa na oração — na verdadeira oração —, ela se fundamenta na humildade.

    Se somos tão orgulhosos de nós mesmos, tão confiantes em nós mesmos e tão envolvidos conosco mesmos, isso é presunção. Não temos direito algum. Não temos mérito algum. Não há nada que possa realmente obrigar Deus a ouvir nossas orações.

    E é por isso que, ao nos achegarmos para orar, precisamos primeiro nos humilhar. A humildade é a única atitude que devemos ter quando nos achegamos para orar.

    O fariseu e o publicano

    Creio que nos lembramos daquela parábola que nosso Senhor Jesus nos contou sobre o fariseu e o publicano.

    O fariseu entrou no templo para orar. Ele parecia ter ousadia. Era muito ousado. Estava muito confiante em si mesmo. Parecia ter muita fé em si mesmo — não em Deus, mas em si mesmo.

    Mas o resultado foi que ele não foi ouvido.

    Já o publicano, o cobrador de impostos, não tinha nenhuma ousadia em si mesmo, nenhuma confiança em si mesmo e nenhuma fé em si mesmo. Ele apenas clamou:

    Ó Deus, sê propício a mim, pecador!

    Não havia nada nele em que pudesse confiar ou em que pudesse fundamentar sua aproximação de Deus. Tudo estava em Deus. Isso é humildade. E, porque era humilde, foi ouvido.

    A fé como dependência de Deus

    Por isso, penso que, quando nos achegamos para orar, precisamos realmente ter essa atitude de humildade. Isto é, quando nos achegamos para orar, esquecemo-nos de nós mesmos. Não pensamos em nós mesmos. Não dependemos de nós mesmos.

    Não nos achegamos como se tivéssemos fé. Vocês sabem, se pensamos que temos fé, não a temos.

    Vocês se lembram daquele pai, quando o Senhor Jesus disse:

    Se tu podes crer.

    O Senhor disse:

    Se Eu posso? Tudo é possível ao que crê.

    A questão não é se o Senhor pode ou não pode; é se você pode crer ou não crê.

    E vocês se lembram de que aquele pai clamou:

    Eu creio; ajuda a minha incredulidade.

    Isso é fé. Quanto a ele, havia incredulidade ali. Mas ele queria crer e olhou para o Senhor, para que o Senhor ajudasse sua incredulidade, para que o fizesse crer. É isso.

    Assim, quando nos reunimos para orar, chegamos sem nada de nós mesmos. Não pense que, por ter tido um bom dia, você tem fé de que o Senhor o ouvirá. Não pense que, por ter feito a coisa certa, você tem ousadia para se achegar a Deus.

    Não pense que haja alguma coisa em você que mereça que Ele ouça sua oração. Pelo contrário, precisamos nos achegar com profunda humildade. Não há absolutamente nada em nós. Não temos direito algum. Não merecemos nada.

    Tudo depende Dele. E é com esse tipo de atitude que nos achegamos para orar. E você verá que Ele ouve, porque Deus dá graça aos humildes e resiste aos soberbos.

    A busca da face de Deus

    Este versículo, creio, é muito conhecido e frequentemente citado:

    Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome.

    Somos Seu povo. Somos chamados pelo Seu nome. Na verdade, estamos reunidos nesta noite em Seu nome.

    E o que o Senhor requer de nós? Ele disse:

    Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar.

    O que Ele requer de nós é que nos humilhemos. Essa é a atitude que devemos ter.

    E orar. Em outras palavras, antes de orarmos, precisamos ter uma atitude humilde.

    Mas, se nos humilhamos e oramos, Ele diz:

    Buscar a Minha face.

    É isso que a oração realmente é.

    Quando nos reunimos para orar, estamos, na verdade, buscando a Sua face. Vocês sabem, a oração não é apenas apresentar a Ele o que queremos. A oração é, de fato, buscar a Sua face. Queremos vê-Lo.

    Vocês sabem, podemos ter um problema. Não sabemos como ele pode ser resolvido. Queremos ver a Sua face. Queremos vê-Lo. E, se pudermos vê-Lo, esse problema será resolvido.

    A oração é buscar a face de Deus, não tentar forçá-Lo a fazer o que queremos. É buscar a Sua face. Muitas vezes, vemos pessoas orando como se estivessem tentando torcer o braço de Deus. Isso não é oração. A oração é buscar a face de Deus.

    Mas não poderemos ver a face de Deus se não formos humildes.

    Buscar a face de Deus significa buscar conhecer a vontade de Deus, conhecer o que realmente está em Sua mente e saber o que Ele realmente quer.

    Porque, quando você vê a Sua face, tudo fica aberto. Tudo fica claro. Veja, nosso problema é que não O vemos. Esse é o problema.

    Vocês sabem, não é uma questão de raciocínios. Não é uma questão de prós e contras. É realmente uma questão de ver a Sua face. Se virmos a Sua face, então tudo estará resolvido. É só isso. Precisamos buscar a Sua face.

    Arrependimento e cura divina

    E se converter dos seus maus caminhos.

    Penso que esse é o resultado natural. Se virmos a Sua face, imediatamente perceberemos que nossos caminhos não têm sido bons. Na verdade, nossos caminhos são maus, e precisamos nos converter dos nossos maus caminhos.

    Não temos andado como deveríamos. Se andarmos na luz, como Ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado.

    A luz do Seu rosto — quando a luz do Seu rosto brilhar sobre nós — removerá toda a nossa fraqueza, todos os nossos pecados, toda a nossa injustiça, todas as sombras e toda a escuridão.

    Em outras palavras, estaremos realmente em união e comunhão com o Senhor. E é então que o Senhor diz:

    Eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.

    Deus diz que ouvirá. Não apenas ouvirá, mas perdoará. Não apenas perdoará, mas curará.

    Assim, neste versículo, vemos realmente a absoluta necessidade da humildade quando nos achegamos para orar.

    Portanto, ao nos reunirmos, humilhemo-nos verdadeiramente diante do Senhor e oremos. Busquemos a Sua face, convertamo-nos dos maus caminhos, e então Ele ouvirá, Ele perdoará e Ele curará.

    Isso não contradiz de modo algum a fé, a confiança e a ousadia. Precisamos de fé, sim, mas a fé, como dissemos, é desviar os olhos de tudo o mais e olhar para Jesus. Isso é humildade. Em outras palavras, não cremos em nós mesmos; cremos Nele.

    Em certo sentido, isso nos humilha. Gostamos de acreditar em nós mesmos. Gostamos de acreditar que podemos fazer as coisas. Gostaríamos de nos sentir confiantes.

    Mas é na verdadeira humildade que temos verdadeira fé, verdadeira confiança e verdadeira ousadia. Não é uma contradição. Na verdade, é a humildade que nos conduz à fé, à confiança e à ousadia.

    Assim, ao nos reunirmos aqui nesta noite e começarmos a orar, antes de tudo, humilhemo-nos e oremos.

    Mensagem 16: Oração contínua e a promessa de Deus

    Leitura bíblica: Atos 1:14

    Todos estes perseveravam unanimemente em oração,
    com as mulheres, e Maria, mãe de Jesus,
    e com Seus irmãos.

    Em uma passagem, lemos que nosso Senhor Jesus, depois de ressuscitar dentre os mortos, apareceu certa vez a quinhentos irmãos.

    Não sabemos se isso aconteceu no momento em que nosso Senhor Jesus foi elevado aos céus. Muito provavelmente, foi nesse momento.

    Assim, encontramos quinhentos irmãos. Eles viram o Senhor e provavelmente ouviram o que o Senhor lhes disse antes de ser elevado aos céus: que deveriam voltar a Jerusalém e esperar a promessa que o Pai havia dado.

    Isto é, eles receberiam poder do alto e então seriam testemunhas desde Jerusalém até toda a Judeia, Samaria e os confins da terra.

    Mas, depois da ascensão do Senhor, encontramos no primeiro capítulo de Atos que apenas cento e vinte voltaram a Jerusalém, reuniram-se naquele cenáculo e se dedicaram, unanimemente, à oração contínua.

    Quinhentos irmãos O viram e O ouviram, mas apenas cento e vinte agiram.

    A espera ativa pela promessa

    Eles voltaram a Jerusalém, esperando a promessa do Espírito Santo. Mas não esperaram ali passivamente. Esperaram de maneira ativa, dedicando-se à oração contínua, até que a promessa se cumpriu no dia de Pentecostes.

    Muitas vezes pensamos que, se temos a promessa de Deus, não precisamos nos dedicar à oração contínua. E, se continuarmos a orar, isso não indicará que não temos fé?

    Mas isso não é verdade. A verdade é que, justamente porque tinham a promessa, eles se dedicaram à oração contínua, para que a promessa se cumprisse.

    Eles se dedicaram à oração contínua. Oraram, oraram e oraram. Fizeram a mesma oração. Oraram unanimemente. Isto é, oraram com um só pensamento.

    E esse único pensamento era que a promessa se cumprisse.

    Penso que isso é importante para nós neste momento. Cremos que o Senhor nos fez uma promessa, especialmente em relação à conferência que acontecerá dentro de um mês.

    E cremos que Aquele que deu origem a esta conferência a abençoará. Mas não podemos simplesmente nos acomodar e ficar passivos em relação a isso.

    Porque, se nos acomodarmos e ficarmos passivos, talvez não recebamos a promessa.

    Pergunto-me o que aconteceu com as trezentas e oitenta pessoas que tinham a promessa, mas não voltaram a Jerusalém. Talvez tenham voltado para casa e possivelmente esperado que a promessa chegasse até elas. Mas, quando chegou o Pentecostes, elas não estavam ali.

    A oração em resposta à promessa de Deus

    Isso deve encorajar a nós, que temos a Sua promessa, a realmente nos dedicarmos à oração contínua. Precisamos orar, orar e orar.

    Não precisamos achar isso monótono, ficar cansados disso ou sequer pensar que, por orarmos muito, não temos fé. Pelo contrário, o oposto é verdadeiro.

    Porque cremos em Sua promessa, oramos e oramos, para que Sua promessa se cumpra.

    Podemos voltar ao mesmo assunto, orar pela mesma coisa, e ainda assim essa oração pode ser viva; pode ser real. Não é necessariamente uma vã repetição.

    A Bíblia não nos proíbe de repetir. Ela apenas nos diz que não devemos usar vãs repetições. E vã repetição significa simplesmente que você repete, mas seu coração não está naquilo.

    Você repete porque tem uma concepção errada: a de que, se fizer uma oração suficientemente longa, Deus ouvirá; e, se sua oração for muito curta, provavelmente Deus não a perceberá. Isso é vã repetição.

    Mas a Bíblia não nos proíbe de repetir, repetir e repetir. Até nosso Senhor Jesus, no jardim do Getsêmani, repetiu três vezes. Paulo, em 2 Coríntios 12, repetiu três vezes. Elias repetiu sete vezes.

    Assim, não é uma questão de repetição; é uma questão de vã repetição. Se nosso coração está naquilo que repetimos, isso reforça, fortalece e dá peso à oração diante de Deus, até que a balança penda.

    A persistência na oração

    Vocês sabem, isso é oração. A oração é como uma balança. Uma oração é como se você acrescentasse um pequeno peso a ela, e então acrescenta outro peso, e mais outro. Quando você acrescenta peso suficiente, a balança começa a pender.

    Às vezes, paramos antes de haver oração suficiente, e a oração fica sem resposta. Por isso, precisamos simplesmente continuar a orar.

    Não devemos orar apenas quando estamos juntos, como nesta noite; precisamos realmente nos dedicar à oração contínua.

    O que significa nos dedicarmos à oração contínua? Se você se dedica a fazer alguma coisa, não a faz apenas uma vez por semana. Você a faz o tempo todo.

    Portanto, isso deve nos ocupar durante este mês. Se esperamos e cremos que a promessa e a bênção do Senhor virão sobre Seu povo na conferência, então precisamos nos dedicar à oração contínua.

    Ainda não oramos o suficiente por esta próxima conferência. Precisamos de mais oração.

    Se nós, que estamos aqui nesta noite, pudermos realmente nos dedicar, unanimemente, à oração contínua, então aquele dia de Pentecostes se cumprirá.

    A preparação por meio da oração

    E, enquanto oravam, vemos que não estavam apenas orando pela mesma coisa o tempo todo, embora houvesse uma única coisa em seu pensamento: a promessa do Pai.

    Assim, evidentemente concentraram sua oração nessa única coisa, e oraram durante dez dias.

    Mas também vemos que, durante aqueles dez dias, alguma coisa aconteceu. Porque, no primeiro capítulo, encontramos Pedro começando a compartilhar com as pessoas reunidas ali que era necessário fazer um ajuste.

    Havia uma lacuna porque Judas havia se enforcado. Havia uma vaga no apostolado, e essa lacuna precisava ser preenchida em preparação para o dia em que o Espírito Santo viria.

    E creio realmente que isso também acontecerá conosco, à medida que estivermos verdadeiramente orando pela conferência.

    Sem dúvida, o Espírito Santo nos mostrará onde há carências, onde há lacunas e vagas que precisam ser preenchidas. Isso faz parte da preparação, para que, quando o Espírito Santo vier, tudo esteja pronto para Ele.

    Por isso, creio realmente que este último mês é um período muito decisivo. Não se trata simplesmente de orar e orar; creio que o Senhor terá de fazer alguns ajustes em nós, individualmente ou como corpo.

    Alguns ajustes precisam ser feitos, e devemos estar abertos a isso. Devemos estar prontos para isso.

    E, se estivermos, creio realmente que a promessa se cumprirá.