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    Seeing Christ as the Fullness of God - Colossians © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Seeing Christ as the Fullness of God - Colossians
    Seeing Christ as the Fullness of God - Colossians
    Kaung, Stephen

    Cristo, a Plenitude de Deus, e a Plenitude do Crente Nele

    Por favor, abram na carta aos Colossenses. Vamos ler Colossenses 1:9-13 e, depois, Colossenses 2:9-10.

    Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar e pedir por vós,
    para que sejais cheios do conhecimento da Sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual;
    para que andeis de modo digno do Senhor, agradando-Lhe em tudo, frutificando em toda boa obra
    e crescendo no conhecimento de Deus;
    fortalecidos com todo o poder, segundo a força da Sua glória,
    para toda a perseverança e longanimidade, com alegria;
    dando graças ao Pai, que nos tornou aptos para participar da herança dos santos na luz;
    o Qual nos libertou do poder das trevas
    e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor.

    Porque Nele habita corporalmente toda a plenitude da Divindade;
    e Nele estais cheios.

    Voltemo-nos ao Senhor.

    Nosso Pai celestial, como Te louvamos e agradecemos por nos concederes o tão elevado privilégio de vir à Tua mesa para recordar o Teu Filho amado e, por meio do Teu Filho, chegar ao Teu trono da graça, para receber auxílio, misericórdia e graça.

    Nosso Pai, como Te louvamos e agradecemos porque estamos, de fato, na Tua presença, tendo sido removido o véu, e porque podemos nos aproximar do trono da graça com ousadia. Nosso Pai, agora pedimos que Te reveles a nós. Revela-nos o Teu Filho por meio da Tua Palavra. Pedimos em Teu precioso nome. Amém.

    O Propósito da Carta aos Colossenses

    Na carta aos Colossenses, o Espírito Santo pretende nos revelar Cristo: a glória de Cristo, a supremacia de Cristo, a plenitude de Cristo e a suficiência absoluta de Cristo. E, porque Cristo é tudo isso, encontramos Nele a nossa plenitude.

    Sabemos que há duas cartas escritas pelo apóstolo que são consideradas cartas gêmeas: Efésios e Colossenses. Ambas foram escritas pelo apóstolo na prisão em Roma. Foram escritas aproximadamente na mesma época e enviadas pelos mesmos mensageiros.

    Na carta aos Efésios, vemos a gloriosa vocação da igreja como o corpo de Cristo. Na carta aos Colossenses, vemos a glória de Cristo como a Cabeça; e Nele a igreja, que é o Seu corpo, está completa. Assim, essas duas cartas nos revelam Cristo e a igreja.

    Até onde sabemos, a carta aos Colossenses foi escrita um pouco antes da carta aos Efésios. Há razões para isso, mas não nos deteremos nelas. Penso que, em certo sentido, deve ser assim, porque precisamos ver primeiro a Cabeça antes de podermos ver o corpo. Precisamos ver primeiro Cristo antes de podermos ver a igreja, que é o Seu corpo.

    O Contexto Histórico da Igreja em Colossos

    Talvez um pouco de contexto nos ajude a compreender esta carta. Colossos era uma cidade muito pequena. Na verdade, provavelmente hoje não a chamaríamos de cidade; era apenas uma pequena localidade. Colossos era uma pequena cidade situada na província romana da Ásia.

    O próprio Paulo nunca havia estado naquela cidade. Mas sabemos que ele esteve em Éfeso durante três anos e que, durante sua permanência em Éfeso, a Palavra do Senhor foi ouvida por todos os que estavam na Ásia, tanto judeus como gentios.

    Portanto, evidentemente, enquanto Paulo estava em Éfeso, alguns colossenses foram àquela grande cidade por diversas razões, talvez para comerciar, talvez por outros motivos. Enquanto essas pessoas estavam em Éfeso, ouviram a Palavra de Deus por meio do apóstolo Paulo. Entre elas estavam Epafras, Filemom e outros. Essas pessoas voltaram para Colossos, e ali a igreja foi fundada, embora o próprio Paulo nunca tivesse estado lá.

    Depois de alguns anos, o apóstolo Paulo estava preso em Roma. Enquanto ele estava ali, a pequena igreja em Colossos lhe enviou um mensageiro: Epafras. Epafras foi a Roma para ver Paulo por duas razões. Uma era transmitir as saudações afetuosas dos santos em Colossos; a outra era lhe relatar os problemas que enfrentavam.

    Ora, naquela pequena igreja em Colossos, eles haviam começado a enfrentar alguns problemas. Conhecemos esse problema como a heresia colossense. Para corrigir os colossenses e afastá-los dessa heresia, Paulo lhes escreveu esta carta.

    Cristo como a Resposta à Heresia

    Não creio que precisemos conhecer em detalhes o que era a heresia colossense, embora seja muito interessante. Mas não creio que precisemos conhecê-la em detalhes, porque aqui encontramos o grande apóstolo Paulo corrigindo os colossenses para afastá-los daquela heresia, sem, contudo, se deter nela.

    Pelo contrário, vemos que ele concentrou sua abordagem em Cristo. Em outras palavras, adotou uma abordagem positiva. Apresentou-lhes Cristo; e, se eles pudessem ver Cristo, se pudessem conhecer Cristo, então aquela heresia seria abandonada automaticamente e muito depressa.

    O senhor Grant disse: “Uma verdadeira cristologia é a melhor resposta a toda heresia que já existiu ou que ainda existirá”. Em outras palavras, uma visão de Cristo é a resposta a todo falso ensino e a toda falsa doutrina. Se tão somente conhecermos Cristo como devemos, seremos libertos de toda heresia, de todos os falsos ensinos. Creio realmente que é assim que deve ser.

    Por que os crentes colossenses caíram em tal heresia? Penso que provavelmente há duas razões.

    Primeiro, somos naturalmente curiosos. Em outras palavras, há na natureza humana um impulso intelectual. Queremos saber. Queremos explicar tudo. Vocês podem ver isso muito claramente em uma criança. Quando uma criança está crescendo, percebemos que ela está sempre fazendo perguntas: “Por quê? Por quê? Por quê?”. Ela quer saber a razão de tudo. Isso é natural ao ser humano.

    Com esse tipo de impulso intelectual — não sei se é resultado de terem comido da árvore do conhecimento do bem e do mal —, de qualquer modo, vemos que há no ser humano um desejo natural de saber. Somos curiosos a respeito das coisas. Queremos especular. Queremos explicar.

    Gostamos de saber a origem do universo. Gostamos de saber como uma coisa acontece e como outra coisa acontece. Assim, em vez de simplesmente confiar em Deus com uma fé de criança, procuramos olhar ao redor, especular, imaginar e explicar tudo o que nos cerca. Ao fazer isso, caímos na armadilha do inimigo.

    A outra razão é que há em nós um desejo de soluções rápidas e de sucesso. Todos somos naturalmente impacientes. Gostamos de ver as coisas resolvidas depressa, instantaneamente, e de ver o sucesso.

    Penso que essa foi a razão pela qual Eva caiu na armadilha do inimigo: ela queria muito ser como Deus. Agora, queridos irmãos e irmãs, o homem foi criado segundo a imagem de Deus. Como fomos criados segundo essa imagem, há naturalmente em nós o desejo de sermos conformados a ela. E penso que isso é correto.

    Mas o problema é este: como seremos conformados à imagem segundo a qual fomos feitos? Seremos conformados a essa imagem pelo caminho que Deus estabeleceu para nós — isto é, comendo da árvore da vida, recebendo em nós a vida de Deus e deixando que essa vida cresça em nós, para que sejamos transformados e conformados à Sua imagem? Ora, isso levará tempo, é claro.

    Ou preferimos procurar alguma técnica instantânea, seja por meio de algo misterioso, seja pela prática de exercícios externos? O inimigo virá e oferecerá alguma coisa, dizendo: “Agora, se você apenas for iniciado neste mistério, estará completo. Ou, se apenas exercitar ou praticar certas coisas — faça isto e faça aquilo, não faça isto e não faça aquilo —, então será perfeito”.

    O homem cai na armadilha porque quer sucesso instantâneo. Penso que provavelmente essas são as duas razões pelas quais os crentes colossenses caíram na heresia colossense.

    A Natureza da Heresia Colossense

    Deixem-me lhes contar um pouco sobre a heresia colossense, porque sei que vocês estão curiosos. Até onde sabemos, a heresia colossense era uma combinação de duas coisas. Uma era o gnosticismo pagão; a outra, o cerimonialismo judaico. Era uma combinação muito estranha.

    Havia pessoas chamadas gnósticos. Elas se consideravam pessoas “que sabiam das coisas”. Sabiam tudo. Sabiam como o universo havia começado. Sabiam como todas as coisas haviam começado a se desenvolver. Conheciam as hierarquias do mundo invisível, e assim por diante. Diziam: “Se você apenas for iniciado nesse conhecimento, saberá tudo”. Era especulação intelectual. Era uma espécie de abordagem mística.

    Ao mesmo tempo, isso se combinava com o cerimonialismo judaico — isto é, certos rituais e certas observâncias. Ora, se você tivesse essas duas coisas, teria o pleno conhecimento. Então saberia tudo. Teria alcançado plenamente o seu objetivo. Isso provavelmente era a heresia colossense.

    O Pleno Conhecimento da Vontade de Deus

    Agora, se vocês abrirem em Colossenses 1:9, verão que Paulo estava orando pelos crentes colossenses. Ele diz:

    Por esta razão, também nós, desde o dia em que ouvimos da vossa fé e do vosso amor, não cessamos de orar e pedir por vós para esse fim.

    O que Paulo pedia por eles em oração?

    Ele orava para que fossem cheios do pleno conhecimento da vontade de Deus. Sabem, os gnósticos sempre falavam de pleno conhecimento. Sempre falavam de sabedoria. Sempre falavam de plenitude. Então, aqui vemos Paulo virando o jogo contra eles e dizendo: “Vou falar de plenitude. Vou falar de pleno conhecimento. Vou falar de como podemos ser cheios e daquilo de que devemos ser cheios”.

    Ele disse: “Minha oração é que vocês sejam cheios” — isto é, cheios até a plenitude, não apenas um pouco, mas completamente cheios, cheios até a plenitude. Cheios de quê? Do pleno conhecimento da vontade de Deus.

    Irmãos e irmãs, isso é de tremenda importância: que sejamos cheios do pleno conhecimento da vontade de Deus. Posso fazer uma pergunta? Do que estamos cheios? Estamos inteiramente cheios do conhecimento da vontade de Deus? Ou posso colocar de outra maneira: sabemos qual é a vontade de Deus? Sabemos o que é o pleno conhecimento da vontade de Deus?

    O pleno conhecimento da vontade de Deus significa não apenas que esse conhecimento é completo, perfeito e pleno, mas também que é um conhecimento vivo e experimentado da vontade de Deus. Creio realmente que é de tremenda importância, queridos irmãos e irmãs, que sejamos cheios desse tipo de conhecimento.

    Não importa se vocês não têm outros conhecimentos, embora outros conhecimentos possam ser bons. Mas, se lhes falta o pleno conhecimento da vontade de Deus, então, irmãos e irmãs, há algo fundamentalmente errado com vocês, e estarão expostos a todo tipo de engano.

    O que precisamos hoje é ser cheios do pleno conhecimento da vontade de Deus. Sabemos qual é a vontade de Deus. Sabemos qual é a perfeita vontade de Deus. Sabemos que a vontade de Deus não é apenas um conhecimento mental, mas algo vivo, algo que podemos experimentar, em que podemos entrar e de que podemos participar. Queridos irmãos e irmãs, essa é a oração de Paulo pelos crentes colossenses, e creio realmente que essa é a oração por nós hoje.

    Se temos esse pleno conhecimento da vontade de Deus, ele precisa estar em toda a sabedoria e entendimento. O que é sabedoria? Há diferentes explicações, mas, se vocês olharem para o Antigo Testamento, verão que houve um homem que pediu sabedoria, e Deus lhe deu sabedoria. Sabedoria, nesse sentido, significa um coração que ouve.

    A sabedoria é um coração. A sabedoria não está, em primeiro lugar, na mente. Sempre pensamos que a sabedoria está na mente, mas a verdadeira sabedoria é um coração que ouve a voz de Deus. Isso é sabedoria.

    Entendimento é a assimilação consciente do conhecimento. É algo que você assimila conscientemente em si mesmo. Você o conhece e sabe como vivê-lo. Assim, aqui vemos que esse pleno conhecimento de Deus precisa estar em toda a sabedoria e entendimento. Não é apenas algo em sua mente; é algo em seu coração. É algo que foi conscientemente assimilado à sua vida.

    Por causa disso, podemos andar de modo digno do Senhor, agradando-Lhe em tudo. Em outras palavras, não é um conhecimento especulativo; é um conhecimento prático. O ensino gnóstico é especulativo. Não afeta a vida. Mas aqui vemos que esse pleno conhecimento da vontade de Deus nos capacita a andar de modo digno do Senhor, agradando plenamente ao Pai, frutificando em toda boa obra, crescendo pelo verdadeiro conhecimento de Deus e sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da Sua glória, para toda a perseverança e longanimidade, com alegria, dando graças ao Pai.

    Em outras palavras, isso afeta a nossa vida. Esse é o conhecimento que precisamos ter.

    Cristo como a Plenitude da Vontade de Deus

    O que é esse pleno conhecimento da vontade de Deus? Penso que a chave está na segunda passagem que lemos, em Colossenses 2:9-10:

    Porque Nele, isto é, em Cristo, habita corporalmente toda a plenitude da Divindade;
    e estais completos Nele.

    Aqui, irmãos e irmãs, está o pleno conhecimento da vontade de Deus.

    Qual é a vontade de Deus? A vontade de Deus está centrada em Seu Filho. A vontade de Deus é que, em Seu Filho, habite toda a plenitude da Divindade. Essa é a vontade de Deus.

    O que é a plenitude da Divindade? Conhecemos a palavra habita. Por exemplo, em João 15, ela aparece como “permanecer”, e é a mesma palavra. No original, isso fica muito claro: significa simplesmente “fazer morada”. Toda a plenitude da Divindade faz morada em Cristo.

    Não apenas O visita, mas fica, permanece, habita — faz morada em Cristo Jesus. Queridos irmãos e irmãs, esse é o nosso Senhor Jesus. Ele é a plenitude de Deus.

    Tudo o que vocês possam pensar a respeito de Deus — Seu amor, Sua santidade, Sua justiça, Sua retidão, Sua virtude, Seu poder —, tudo o que possam pensar a respeito de Deus, toda a plenitude da Divindade faz morada em Cristo Jesus. Em outras palavras, Cristo Jesus é a plenitude de Deus.

    Nesta pequena carta, Paulo procura explicar um pouco do que quer dizer.

    Cristo como a Imagem do Deus Invisível

    Antes de tudo, ele diz que Cristo é a imagem do Deus invisível. Sabemos que Deus é Espírito; portanto, Ele é invisível. Ninguém pode ver Deus.

    O Filho é a imagem do Deus invisível. Ora, a imagem não se refere à forma exterior. A palavra ícone se refere à qualidade interior. Em outras palavras, vemos que o Filho, Cristo Jesus, é a imagem do Deus invisível.

    Todas as qualidades interiores que constituem aquilo que Deus é estão Nele, e Ele é a plena representação e a plena manifestação de Deus. Nosso Senhor Jesus disse:

    Ninguém jamais viu o Pai;
    mas o Filho, que está no seio do Pai, Ele O deu a conhecer.

    Vocês se lembram de quando os discípulos, depois de três anos com Ele, estavam reunidos na última noite, e ainda assim um deles pediu:

    Mostra-nos o Pai.

    Isso nos surpreende. O Senhor Jesus disse:

    Filipe, estou convosco há três anos, e ainda fazes essa pergunta?
    Não sabes que, se Me vês, vês o Pai?

    Queridos irmãos e irmãs, quem é o Senhor Jesus? Ele é a imagem do Deus invisível. Hoje, tudo o que sabemos a respeito de Deus vem por meio do conhecimento de Cristo Jesus, porque o Filho deu a conhecer o Pai e manifestou o Pai.

    Mesmo nos tempos antigos, como diz Hebreus 1:1, Deus falou muitas vezes e de muitas maneiras, por meio dos profetas, aos pais; mas, nestes últimos dias, Ele falou em Seu Filho. Somente o Filho é o pleno representante do Pai, e somente por meio Dele o Pai é plenamente manifestado — nada mais e nada menos.

    Ele é a imagem do Deus invisível. Foi segundo essa imagem que o homem foi criado, e é a essa imagem que um dia, pela graça de Deus, seremos conformados.

    Cristo como o Primogênito de Toda a Criação

    Segundo, toda a plenitude da Divindade habita Nele porque Ele é o primogênito de toda a criação.

    Ora, conhecemos essa palavra, primogênito. Já a explicamos antes, e nesta manhã vou apenas mencioná-la. A palavra primogênito aqui não se refere àquilo que normalmente entendemos por primogênito. A palavra primogênito tem dois usos nas Escrituras: um uso comum e um uso especial.

    O uso comum é este: suponhamos que, em uma família, você seja o primogênito, e que depois de você venham outros — seus irmãos e irmãs. Esse é o uso comum da palavra primogênito.

    Mas, nas Escrituras, há um uso especial. Ele não se refere a esse tipo de ordem. Refere-se à anterioridade e à soberania sobre os demais. Em outras palavras, se você é o primogênito, então é anterior a tudo o que vem depois. Você não está dentro dessa ordem; está antes dela. É anterior a ela e tem soberania sobre tudo o que vem depois.

    Esse é o significado de primogênito. Assim, “o primogênito de toda a criação” significa simplesmente que o nosso Senhor Jesus é anterior a toda a criação. E penso que isso é explicado aqui, porque diz:

    Ele é antes de todas as coisas.

    Ele é antes de todas as coisas. Em outras palavras, Ele não foi criado; Ele é o Criador.

    Por que Ele é considerado o primogênito de toda a criação? Porque todas as coisas foram criadas Nele, por Ele e para Ele.

    Infelizmente, em Colossenses 1:16, os tradutores mudaram a palavra porque não a compreenderam. O versículo diz:

    Porque Nele foram criadas todas as coisas.

    Mais adiante, diz que todas as coisas foram criadas por meio Dele e para Ele. Mas, no original, vemos que essas são palavras diferentes: en, dia e eis.

    Todas as coisas foram criadas Nele, porque Ele é o Projetista. Ele projeta todas as coisas. Todas as coisas recebem Dele o seu caráter. Depois, todas as coisas foram criadas por meio Dele: Ele é o Construtor, o Engenheiro; Ele faz todas as coisas. E todas as coisas foram criadas para Ele: Ele é o Dono; Ele é o Herdeiro de tudo.

    Assim, irmãos e irmãs, aqui encontramos a plenitude da Divindade Nele. Ele é o Criador de tudo. Todas as coisas foram criadas Nele, projetadas por Ele, recebendo Dele o seu caráter. Todas as coisas foram criadas por meio Dele: Ele as fez. E todas as coisas foram criadas para Ele: Ele é o Dono e o Herdeiro de tudo. Esse é o nosso Senhor Jesus.

    Cristo como a Cabeça da Nova Criação

    Terceiro, Ele é a Cabeça do corpo, a igreja; Ele é o princípio, o primogênito dentre os mortos. Ele não é apenas o Criador do universo e de toda a criação; Ele é também o princípio, a Cabeça e o fundamento da nova criação, que é a igreja.

    A igreja é uma nova criação, e essa nova criação começa com Ele. Ele é a Cabeça, e Dele procede a igreja.

    Lembramo-nos de como, na cruz, quando o soldado atravessou o Seu lado com a lança, saíram água e sangue. O apóstolo João disse: “Eu vi. Eu testemunhei. Afirmo que isso é verdade”. Por que ele foi tão enfático? Por meio da morte do nosso Senhor Jesus, do Seu coração partido saíram sangue, para a remissão dos nossos pecados, e água, vida, para que possamos viver.

    Da morte do nosso Senhor nasce a igreja, a nova criação. Ela se fundamenta na ressurreição. Não é a velha criação; é uma nova criação. Portanto, está sobre o fundamento da ressurreição. Irmãos e irmãs, Ele é a Cabeça do corpo, que é a igreja.

    Cristo como o Reconciliador de Todas as Coisas

    Quarto, Ele é o Reconciliador de tudo. Lembramo-nos de como Deus criou todas as coisas, e o homem pecou. Porque o homem pecou, toda a terra entrou em corrupção e vaidade. Vocês encontram isso em Romanos 8. Toda a criação entrou na escravidão da corrupção e da vaidade, não porque o quisesse, mas porque foi sujeita a isso por meio da queda do homem.

    Mas aqui encontramos o nosso Senhor Jesus, a plenitude de Deus. Ele veio a este mundo e, quando morreu na cruz, reconciliou todas as coisas — não apenas a humanidade, mas todas as coisas. Isso significa que Ele traz todas as coisas de volta à harmonia.

    Todas as coisas haviam se desintegrado, caído no caos e perdido seus propósitos. Agora vemos que o Senhor Jesus veio e traz tudo de volta à harmonia, de volta ao sentido, ao propósito e à Sua própria ordem.

    Esse é o nosso Senhor Jesus. Este é o pleno conhecimento da vontade de Deus: Nele habita toda a plenitude da Divindade.

    Queridos irmãos e irmãs, vemos Cristo tão grandioso quanto a Bíblia O revela a nós, ou vemos apenas um pequeno Cristo? Graças a Deus, nós O vemos como nosso Salvador. Para nós, isso é o universo inteiro. Mas, no que diz respeito a Deus, isso é apenas uma espécie de pontinho, porque, na vontade de Deus, Cristo, Seu Filho, é tudo.

    Todo o conhecimento está Nele. Toda a sabedoria está Nele. Tudo está Nele. Vocês olham para a criação: Ele é o primogênito. Olham para a nova criação: Ele é o princípio. Olham para a reconciliação: descobrem que ela acontece por meio Dele. E olham para Deus: descobrem que Ele é a imagem do Deus invisível.

    Em outras palavras, o pleno conhecimento da vontade de Deus é que, para Deus, Seu Filho Cristo é tudo e está em todos. Se isso é assim, por que saímos de Cristo, tentando encontrar nossas explicações, tentando encontrar uma solução para qualquer problema?

    A Plenitude do Crente em Cristo

    Não há apenas a glória de Cristo e a plenitude de Deus Nele; também se diz que Nele estamos completos. Ora, essa palavra é dirigida a nós, os crentes. Toda a plenitude da Divindade habita Nele, e agora se diz:

    Estais completos Nele.

    O significado é simplesmente este: se Cristo é tudo isso e vocês estão completos Nele, então por que procuram qualquer outra coisa? É absurdo.

    Quando lemos Filipenses 3, vemos que o apóstolo Paulo, antes de conhecer a excelência do conhecimento de Jesus Cristo, buscava outros conhecimentos. Apegava-se a outras coisas. Considerava que a realização estava em coisas que não eram Cristo.

    Mas um dia, quando viu a excelência do conhecimento de Jesus Cristo, ele disse:

    Considero todas as coisas como refugo.
    Considero tudo como perda pela excelência do conhecimento de Jesus Cristo.

    “Conhecê-Lo — esse é o meu único desejo.”

    Na história da igreja, encontramos um homem chamado conde Zinzendorf. Ele foi salvo, penso eu, quando tinha quatro ou seis anos. Quando era um menino no castelo — ele pertencia à nobreza —, amava muito o Senhor. Costumava sentar-se junto à janela e escrever em papéis: “Jesus ama você”, e coisas assim, lançando-os pela janela, na esperança de que alguém pegasse um deles. Em seu coração, ele simplesmente amava o Senhor Jesus.

    Vocês sabem o que ele disse? Ele disse: “Tenho apenas uma paixão. Tenho apenas uma paixão: Jesus Cristo”. Essa é uma única paixão.

    Queridos irmãos e irmãs, se estamos realmente cheios do pleno conhecimento da vontade de Deus, se realmente vemos Quem Jesus é e o que Ele é, pergunto-me se podemos ter mais de uma paixão. Isso não deveria nos encher daquele único anseio, daquele único desejo de conhecê-Lo? Assim como Paulo disse:

    Para conhecê-Lo, e o poder da Sua ressurreição.

    Nele vocês estão completos. Creio que isso se dá por meio da união com Ele. Por quê? Porque, quando vocês creem no Senhor Jesus, algo tremendo acontece.

    Muitas vezes pensamos que, quando cremos no Senhor Jesus, nossos pecados são perdoados. Graças a Deus por isso; é verdade. Quando cremos no Senhor Jesus, recebemos uma nova vida. Isso é verdade.

    Mas por que seus pecados são perdoados quando você crê no Senhor Jesus? Ele morreu há dois mil anos, e você cometeu seus pecados somente nesta época. Como é que, quando você crê no Senhor Jesus, todos os seus pecados são perdoados? Como é que, quando você crê no Senhor Jesus, recebe uma nova vida? Ele derramou Sua vida há dois mil anos. Como é que você a recebe hoje? Como isso aconteceu?

    Oh, irmãos e irmãs, algo tremendo aconteceu: quando vocês creram no Senhor Jesus, aconteceu uma união.

    Em 1 Coríntios 1:30, está escrito:

    Mas vós sois Dele, em Cristo Jesus,
    o Qual Se tornou para nós sabedoria da parte de Deus,
    e justiça, e santificação, e redenção.

    Em outras palavras, quando você recebe o Senhor Jesus, não apenas o Senhor Jesus entra em você, mas Deus coloca você no Senhor Jesus. Uma união aconteceu.

    Você está em Cristo, e Cristo está em você. Por causa disso, seus pecados são perdoados e você recebe uma nova vida.

    Cristo como a Herança do Crente

    Deixem-me ilustrar. Depois que Deus libertou os filhos de Israel do Egito, Seu propósito não era simplesmente tirá-los do Egito e deixá-los no deserto. O propósito pelo qual Deus libertou os filhos de Israel do Egito era conduzi-los à terra prometida, à terra que mana leite e mel.

    Em outras palavras, Deus deu a terra de Canaã aos filhos de Israel como sua herança. Deus disse: “Dou esta terra a vocês como sua herança”.

    Que tipo de terra era aquela? Se vocês lerem Deuteronômio 8:7-10, encontrarão:

    Porque o Senhor, teu Deus, te introduz numa boa terra;
    terra de ribeiros de águas, de fontes e de mananciais profundos, que brotam nos vales e nas montanhas;
    terra de trigo e cevada, de videiras, figueiras e romãzeiras;
    terra de oliveiras e de mel;
    terra em que comerás pão sem escassez, e nada te faltará nela;
    terra cujas pedras são ferro, e de cujas montanhas poderás extrair cobre.
    Comerás e te fartarás;
    e bendirás ao Senhor, teu Deus, pela boa terra que Ele te deu.

    A terra que Deus deu aos filhos de Israel como sua herança era uma boa terra. Era uma terra cheia de tudo o que era bom. Quando estivessem ali, comeriam, ficariam satisfeitos e bendiriam ao Senhor.

    Depois, em Deuteronômio 6:10-11, está escrito:

    E será que, quando o Senhor, teu Deus, te introduzir na terra que jurou a teus pais,
    a Abraão, a Isaque e a Jacó, que te daria,
    com grandes e boas cidades, que não edificaste;
    e casas cheias de todos os bens, que não encheste;
    e cisternas escavadas, que não escavaste;
    vinhas e oliveiras, que não plantaste;
    então comerás e te fartarás.

    Mais uma vez, quando entraram na terra, encontraram as cidades já construídas. Não precisavam construí-las. Encontraram casas não apenas construídas, mas cheias de coisas boas. Encontraram campos já plantados, vinhas já plantadas e poços já cavados. Apenas entraram, desfrutaram e ficaram satisfeitos.

    Agora, irmãos e irmãs, essa é a figura. Estamos completos em Cristo. Quando cremos no Senhor Jesus, Deus nos coloca em Cristo. Cristo Se tornou a nossa terra que mana leite e mel. Ele é a grande e boa terra. Cristo é a nossa herança.

    Vocês descobrem que Nele tudo está pronto. Todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo estão disponíveis para nós. Tudo é de vocês. Vocês estão completos Nele. Não precisam cavar um poço; tudo o que precisam fazer é tirar água.

    Tudo está disponível em Cristo. Cristo fez tudo por nós. Tudo o que Ele fez foi em nosso favor. Ele diz: “Apenas venham e desfrutem de Mim. Vocês estão completos em Mim”.

    Os Benefícios da União com Cristo

    Deixem-me mencionar algumas coisas que encontramos na carta aos Colossenses. Nele temos a redenção, o perdão dos pecados; Ele nos perdoou todas as nossas transgressões.

    Ora, irmãos e irmãs, pecamos terrivelmente. Ofendemos muito a Deus. Mas, graças a Deus, em Cristo Jesus encontramos o perdão dos nossos pecados.

    Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata,
    eles se tornarão brancos como a neve.

    Todos os nossos pecados são lavados. Todas aquelas transgressões são perdoadas — não apenas perdoadas, mas esquecidas. Deus não Se lembra mais dos seus pecados. Agora, pensem nisso: Ele nos resgatou de toda a maldição da lei, para que não precisemos mais morrer. Vocês descobrem que tudo isso está em Cristo.

    É porque você está unido a Ele que seus pecados são perdoados, suas transgressões são esquecidas e você é resgatado da maldição da lei. Ora, isso é apenas o começo.

    Vocês estão completos Nele, tendo sido circuncidados com uma circuncisão não feita por mãos, no despojamento do corpo da carne, na circuncisão de Cristo. Quando cremos no Senhor Jesus, não apenas nossos pecados são perdoados, nossas transgressões são esquecidas e somos resgatados da maldição da lei, mas também fomos circuncidados — não fisicamente, mas com a circuncisão do coração.

    É a circuncisão de Cristo. Em outras palavras, quando cremos no Senhor Jesus, Ele nos dá um novo coração: um coração terno, brando e sensível. Nosso coração foi circuncidado. Ele nos libertou da escravidão da carne.

    Por quê? Quando Ele morreu, você e eu morremos Nele. Agora somos uma nova criatura.

    Quando somos batizados, está escrito que fomos sepultados com Ele e também ressuscitados com Ele, mediante a fé na ação de Deus, que O ressuscitou dentre os mortos. Cristo não apenas morreu por nós, e nós morremos com Ele e Nele; Ele também ressuscitou. Em outras palavras, as coisas velhas passaram.

    Quando saímos da água, declaramos que, de agora em diante, é Cristo Quem vive em mim. Isso não é maravilhoso? Irmãos e irmãs, já não sou eu quem vive.

    Às vezes, você acha muito difícil lidar consigo mesmo, quase como Paulo, que diz:

    Miserável homem que sou!
    Quem me livrará do corpo desta morte?

    Segundo a tradição, no mundo romano, quando queriam punir um assassino, costumavam amarrar o cadáver da pessoa assassinada ao assassino — rosto com rosto, mão com mão, pés com pés, boca com boca —, até que, gradualmente, o veneno do cadáver em decomposição penetrasse naquele homem vivo, e ele morresse por causa disso.

    Foi isso que Paulo disse: “Quem pode me livrar deste corpo miserável?”. Às vezes, sentimos esse eu miserável. Por que ele ainda aparece? Oh, ele foi sepultado. Oh, ele morreu. Bem, estava morto, estava sepultado — mas você o tira de lá de novo.

    Se você crê em Jesus Cristo, quando Cristo foi sepultado, você foi sepultado com Ele; e, quando Ele ressuscitou dentre os mortos, você ressuscitou com Ele dentre os mortos, em novidade de vida. Irmãos e irmãs, se tão somente vocês crerem no que Ele fez por vocês, então está feito.

    Havendo apagado o escrito de dívida, que consistia em ordenanças e era contra nós,
    o qual nos era contrário,
    Ele o removeu do nosso meio,
    cravando-o na cruz.

    Sabem, antigamente, quando alguém tomava alguma coisa emprestada de você, entregava-lhe um papel: “Eu lhe devo”. Com aquele papel, um dia você poderia exigir o pagamento. Mas, quando a dívida fosse paga, o credor devolveria o papel da dívida. O que você faria? Você o pregaria em algum lugar. Aquele escrito, aquela assinatura dizendo “Eu lhe devo”, era pregado. Isso significava que a dívida havia sido paga — inteiramente paga.

    Irmãos e irmãs, foi isso que Cristo fez por nós. Todos nós assinamos um reconhecimento de dívida. Quando Deus disse: “Estas são as Minhas leis”, nós, como os filhos de Israel, dissemos repetidas vezes:

    Tudo o que o Senhor falou faremos.

    Assinamos, mas não conseguimos cumprir. Pelo nosso escrito, ficamos devendo a Deus. Mas Cristo morreu na cruz; Ele pagou por nós, e o escrito de dívida foi pregado na cruz.

    Queridos irmãos e irmãs, que misericórdia!

    Ele nos libertou do poder das trevas e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor. Já não estamos sob a autoridade das trevas.

    O inimigo tenta manter as pessoas nas trevas, e ele tem autoridade para fazer isso porque as pessoas lhe pertencem. Mas, sobre nós, que pertencemos ao Senhor, ele não tem autoridade para nos manter nas trevas. Deus já nos tirou da autoridade das trevas e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor. Agora estamos no reino de Deus, no reino do Filho do Seu amor.

    Portanto, tudo o que precisamos fazer é obedecer ao Filho de Deus, não ao inimigo. Ele despojou os principados e as autoridades, expondo-os publicamente e triunfando sobre eles na cruz. Em outras palavras, quando Cristo morreu na cruz, Ele despojou os principados e as autoridades — todos os poderes da maldade e os poderes espirituais das trevas.

    Ele os derrotou completamente. Porque Ele os derrotou, não há razão para que sejamos derrotados. Podemos reivindicar a vitória de Cristo sobre todas as obras do inimigo.

    Irmãos e irmãs, essas são apenas algumas coisas que mostram que estamos completos Nele. Não há nada de que precisemos, seja para conhecer, seja para viver, que não possamos encontrar em Cristo Jesus. Toda a plenitude da Divindade habita corporalmente Nele, e vocês estão cheios Nele.

    A Conduta, o Enraizamento e a Edificação em Cristo

    Ora, se esse é o caso, qual deve ser a nossa atitude?

    Portanto, assim como recebestes Cristo Jesus, o Senhor,
    assim andai Nele;
    enraizados e edificados Nele,
    e confirmados na vossa fé, assim como fostes ensinados,
    abundando em ações de graças.

    Se isso é assim, queridos irmãos e irmãs, então o que fazemos? Andamos Nele. Estamos enraizados Nele. Somos edificados Nele, abundando em ações de graças.

    Em outras palavras, não procurem fora Dele. Encontrem tudo Nele.

    Se fizerem isso, serão libertos de toda heresia. Por exemplo, o cerimonialismo judaico — comida, bebida, dias de festa, luas novas, sábados. Essas coisas, nos tempos do Antigo Testamento, foram dadas por Deus, mas eram sombras que preparavam o caminho para a realidade que viria.

    Quando Cristo, a realidade — o corpo do qual essas coisas eram sombras —, veio, então as sombras desapareceram. Não há necessidade dessas práticas externas, porque vocês já têm o corpo, a realidade: Cristo.

    Se esse é o caso, então qual é a necessidade de todos esses “Não toque, não prove”, e de todas essas coisas místicas, todas essas especulações? Vocês não precisam delas, porque já foram libertos dos rudimentos do mundo.

    Agora a vida de vocês está escondida com Cristo em Deus. Fixem a mente nas coisas do alto. Tornamo-nos um povo celestial. Seremos libertos de todas essas coisas terrenas. Queridos irmãos e irmãs, essa é a vontade de Deus.

    O Objetivo do Verdadeiro Ministério

    Por fim, quando vocês chegam ao ministério do apóstolo Paulo, descobrem que era isso que seu ministério realizava. Lembram-se de que, em Colossenses, ele disse:

    Agora me alegro nos meus sofrimentos por vós,
    e completo, da minha parte, na minha carne,
    o que falta das aflições de Cristo,
    por amor do Seu corpo, que é a igreja.

    Em outras palavras, vemos Paulo disposto a sofrer pela igreja.

    A Quem anunciamos,
    advertindo todo homem e ensinando todo homem em toda a sabedoria,
    para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo.

    O verdadeiro ministério tem apenas este objetivo, esta finalidade: apresentar todo homem perfeito em Cristo. Que vocês se encontrem aperfeiçoados. E como? Onde? Em Cristo — nunca em qualquer outra coisa.

    Se você tentar ser aperfeiçoado em qualquer outra coisa, não será aperfeiçoado. Mas, se quiser ser perfeito, isso precisa acontecer em Cristo. Esse é o ministério do apóstolo Paulo. Ele advertia, ensinava, trabalhava arduamente, orava, e tudo isso tinha apenas esse propósito: apresentar-nos perfeitos em Cristo.

    Esse também é o ministério de Epafras, porque Paulo menciona Epafras. Ele disse que Epafras sempre lutava fervorosamente pelos crentes em suas orações, para que permanecessem perfeitos e completos em toda a vontade de Deus.

    Qual é a vontade de Deus? A vontade de Deus é que toda a plenitude da Divindade habite Nele e que vocês estejam completos Nele. Essa é a vontade de Deus.

    Portanto, irmãos e irmãs, ao nos aproximarmos desta pequena carta aos Colossenses, que tenhamos o pleno conhecimento da vontade de Deus. Oh, que possamos ver Cristo, a plenitude de Deus, e que fomos feitos participantes da Sua plenitude.

    Nosso Pai celestial, voltamo-nos a Ti em busca do Espírito de sabedoria e de revelação, para o pleno conhecimento de Deus. Oramos para que abras o nosso entendimento, a fim de que vejamos Cristo como a plenitude de Deus e que estamos completos Nele.

    Oramos para que, ao vê-Lo, nossa fé se levante dentro de nós para reivindicá-Lo como nosso e como tudo em todos. Oramos para que, de maneira alguma, sejamos distraídos por algo fora de Cristo, mas que andemos Nele, enraizados e edificados Nele, e sejamos gratos em todo o tempo. Em nome do nosso Senhor Jesus. Amém.