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    Exhortation #4, Life In The Holiest © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Exhortation #4, Life In The Holiest
    Exhortation #4, Life In The Holiest
    Kaung, Stephen

    A entrada no Santo dos Santos pela fé, pela esperança e pelo amor

    Por favor, abram no livro de Hebreus, capítulo 10. Vamos ler Hebreus 10:19-31.

    Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário pelo sangue de Jesus,
    pelo caminho que Ele nos consagrou, novo e vivo, através do véu, isto é, da Sua carne;
    e tendo um grande Sacerdote sobre a casa de Deus;
    aproximemo-nos com um coração verdadeiro, em plenitude de fé, tendo o coração aspergido para nos purificar de uma consciência má, e o corpo lavado com água pura;
    retenhamos firmemente a confissão da nossa esperança, sem vacilar; pois fiel é Aquele que prometeu:
    e consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras;
    não deixando de nos congregar, como é costume de alguns, mas exortando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.

    Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados,
    mas uma certa e terrível expectativa de juízo, e um ardor de fogo que há de devorar os adversários.
    Quem desprezou a lei de Moisés morre sem misericórdia, pelo depoimento de duas ou três testemunhas:
    de quanto mais severo castigo julgais vós que será considerado digno aquele que pisou o Filho de Deus, e teve por profano o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça?
    Pois conhecemos Aquele que disse: A Mim pertence a vingança; Eu retribuirei. E outra vez: O Senhor julgará o Seu povo.
    Terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo.

    Querido Pai celestial, nós Te agradecemos pela Tua preciosa Palavra. Pedimos, ó Senhor, que sopres sobre a Tua Palavra e a tornes viva para nós. Oramos para que, ao entrarmos na Tua Palavra, possamos ouvir a Tua voz falando diretamente conosco. A Ti seja toda a glória, em nome do nosso Senhor Jesus. Amém.

    As exortações de Hebreus

    Já faz algum tempo que estivemos neste livro de Hebreus, e receio um pouco que talvez vocês tenham esquecido o que mencionamos antes. Por isso, preciso usar uns cinco minutos para, em linhas gerais, trazê-los até o ponto que vamos compartilhar nesta manhã.

    O livro de Hebreus é uma carta de exortação. Vocês encontrarão isso em Hebreus 13:22. O autor diz que escreveu essa carta como uma palavra de exortação.

    Agora, nas Escrituras, exortar significa chamar a atenção para algo, advertir contra algo e encorajar a algo. Nesta carta aos Hebreus, encontramos cinco exortações distintas. Todas essas exortações giram em torno de algum tema importante, por causa da importância daquilo que o autor está nos apresentando. Portanto, por um lado, ele nos encoraja; por outro, nos adverte.

    A primeira exortação: uma salvação tão grande

    A primeira exortação se encontra em Hebreus, capítulos 1 e 2. O tema é uma salvação tão grande. A salvação não é uma coisa pequena; a salvação é tão grande. Por quê? Porque ela diz respeito à glória. O Filho de Deus conduzirá muitos filhos à glória.

    Por causa da importância disso, o autor nos encoraja a prestar atenção especial ao que ouvimos, para que não nos escape.

    A segunda exortação: a vocação celestial

    A segunda exortação se encontra nos capítulos 3 e 4 e gira em torno desta questão da vocação celestial. Somos chamados com uma vocação celestial. Somos chamados para ser a casa de Deus. Somos chamados para ser companheiros de Cristo. Somos chamados para entrar no Seu descanso.

    Por causa de tal vocação — uma vocação celestial —, somos encorajados a considerar Jesus, o Apóstolo da nossa confissão. Somos encorajados a exortar uns aos outros diariamente, enquanto se chama hoje. Precisamos encorajar uns aos outros, para que não sejamos enganados pelo pecado e não nos afastemos.

    A terceira exortação: o avanço para a perfeição

    A terceira exortação se encontra nos capítulos 5, 6 e 7, e gira em torno do tema da perfeição. Precisamos crescer até a plena maturidade. Não é da vontade de Deus que permaneçamos como crianças. Tendo lançado o fundamento, devemos edificar sobre ele.

    Em relação a isso, somos encorajados a prosseguir. Devemos considerar Jesus como o Sumo Sacerdote da nossa confissão, porque Ele é capaz de nos socorrer, de nos sustentar. Ele vive sempre, intercedendo por nós, e é plenamente capaz de nos salvar por completo.

    Diante disso, somos advertidos contra a indolência, porque pela fé e pela paciência herdaremos as promessas.

    A quarta exortação: a entrada no Santo dos Santos

    Nesta manhã, vamos entrar na quarta exortação. A quarta exortação se encontra do capítulo 8 ao capítulo 10. Aqui, em Hebreus 10:19, lemos:

    Tendo, pois, irmãos…

    Agora, sabemos que “pois” é uma palavra que nos mostra que esta é uma continuação do que já foi dito. Assim, se vocês lerem do capítulo 8 ao capítulo 10, encontrarão várias coisas ali. Essas coisas têm o propósito de nos capacitar a entrar no Santo dos Santos.

    O significado da entrada no Santo dos Santos

    Eu me pergunto quanto entendemos desta questão de entrar no Santo dos Santos. Vocês sabem, no Antigo Testamento, Deus queria habitar entre o Seu povo. Para isso, ordenou a Moisés que Lhe construísse um tabernáculo.

    O tabernáculo tinha um átrio exterior, um Lugar Santo e o Santo dos Santos. Agora, o Santo dos Santos é, na verdade, o lugar onde habita a glória de Deus.

    Entrar no Santo dos Santos significa simplesmente entrar na própria presença de Deus: viver na própria presença de Deus, contemplar o Seu rosto, comunicar-nos com Ele, ter comunhão com Ele e permanecer Nele.

    Esse é um privilégio que as pessoas não tinham nos tempos do Antigo Testamento. Por quê? Porque, nos tempos do Antigo Testamento, as pessoas tinham de adorar a Deus de longe. Podiam entrar no átrio exterior para oferecer sacrifícios a Deus, mas não lhes era permitido sequer entrar no Lugar Santo.

    Somente algumas pessoas — os sacerdotes — podiam entrar no Lugar Santo para servir a Deus. Mas não lhes era permitido entrar no Santo dos Santos. Somente o sumo sacerdote, um único homem em toda a nação de Israel, tinha permissão para entrar no Santo dos Santos uma vez por ano.

    Ele entrava com sangue e com a fumaça do incenso para cobri-lo, passando para além do véu a fim de oferecer o sangue da expiação por toda a nação, e apenas por um breve momento.

    Segundo a interpretação do Espírito Santo em Hebreus, vemos que isso significa simplesmente que o caminho para o Santo dos Santos ainda não havia sido aberto. Em outras palavras, ninguém podia ver o rosto de Deus. Ninguém podia entrar na Sua presença, muito menos viver na Sua presença. Esse era um privilégio que nunca havia sido concedido nos tempos do Antigo Testamento.

    Mas, graças a Deus, hoje vemos que podemos entrar no Santo dos Santos.

    A nova aliança da graça

    Por quê? Porque, ao ler o capítulo 8, vocês veem que, sob a antiga aliança da lei — os Dez Mandamentos, “farás” e “não farás” —, essas eram as exigências de Deus. Contudo, ninguém consegue cumprir tais exigências. Sob a lei, todos eram condenados.

    Mas, graças a Deus, Deus estabeleceu conosco uma nova aliança. Essa nova aliança é uma aliança de graça. Em outras palavras, já não é “farás” e “não farás”, colocando toda a responsabilidade sobre o homem. É “Eu farei” e “Eu farei”. É uma aliança de graça.

    Deus diz: “Eu farei tudo por vocês. Eu perdoarei os seus pecados. Eu Me esquecerei das suas iniquidades. Eu habitarei em vocês. Eu lhes darei o espírito de sabedoria e de revelação, para que possam Me conhecer. Eu lhes darei a Minha própria vida, para que tenham o poder de Me obedecer”.

    Em outras palavras, vemos que Deus prometeu fazer tudo por nós. Isso foi selado pelo sangue do nosso Senhor Jesus. É uma aliança que não pode ser quebrada.

    Na antiga aliança, como a responsabilidade estava sobre o homem, quando as pessoas deixaram de cumprir sua responsabilidade, Deus aboliu a aliança, porque ela não funcionou. Mas, na nova aliança, Deus colocou toda a responsabilidade sobre Si mesmo e, graças a Deus, Ele nunca falha. Portanto, essa aliança jamais pode ser quebrada.

    Sob a nova aliança da graça, podemos entrar no Santo dos Santos.

    O sacrifício de Cristo realizado uma vez por todas

    Se vocês continuarem a leitura até o capítulo 9, verão que, sob a antiga aliança, havia sacrifícios. Por quê? Porque, sem derramamento de sangue, não há remissão de pecados. É por isso que os filhos de Israel tinham de oferecer sacrifícios repetidamente — dia após dia, mês após mês, ano após ano.

    A Bíblia nos diz que o sangue de touros e de bodes realmente não pode lavar os nossos pecados. Em outras palavras, esses sacrifícios serviam como um tipo, como uma sombra. Todo aquele sangue de touros e de bodes apenas cobria, por assim dizer, os nossos pecados diante de Deus por algum tempo.

    Mas, no ano seguinte, o sangue de touros e de bodes precisava ser oferecido e levado para dentro do véu, a fim de fazer expiação diante de Deus novamente. Em outras palavras, os pecados não haviam sido perdoados; estavam apenas cobertos por algum tempo.

    Até que, um dia, nosso Senhor Jesus Se ofereceu a Deus pelo Espírito eterno, sem mácula, e, pelo Seu sangue, uma vez por todas, nos purificou de todos os nossos pecados.

    Portanto, queridos irmãos e irmãs, é o sangue do Senhor Jesus que lava todos os nossos pecados, para sempre, de uma vez por todas. Está consumado.

    Nos tempos do Antigo Testamento, tinham de ser oferecidos muitos sacrifícios; mas aqui, no Novo Testamento, vemos que, por meio da oferta do nosso Senhor Jesus uma única vez, a obra foi aperfeiçoada. Ele realizou uma redenção eterna e perfeita para nós.

    Cristo como o Sumo Sacerdote eterno

    Sob a antiga aliança, encontramos sacerdotes — seres humanos, assim como nós. Eles também eram fracos. Eram sacerdotes segundo a ordem de Arão e ajudavam o povo a oferecer sacrifícios. Mas o sacerdócio deles era frequentemente interrompido pela morte.

    Aqui, na nova aliança, temos um Sacerdote: Jesus Cristo. Ele é segundo a ordem de Melquisedeque; em outras palavras, segundo o poder de uma vida indissolúvel. Ele vive para sempre, intercedendo por nós, para nos salvar por completo.

    Nos tempos do Antigo Testamento, quando ofereciam sacrifícios, uma vez por ano o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos. Mas agora a sombra passou. Agora temos a realidade. Por quê? Porque nosso Senhor Jesus levou o Seu sangue — o Seu próprio sangue — não para um santuário feito por mãos humanas, mas para o próprio céu.

    Agora temos a realidade. Portanto, queridos irmãos e irmãs, o tempo da sombra passou. Agora Cristo nos introduziu na realidade.

    A realidade é que hoje podemos não apenas entrar na própria presença de Deus, mas, pela Sua graça, podemos habitar na Sua presença. Esse é o maior privilégio que o homem jamais poderá desfrutar e, graças a Deus, ele é nosso.

    A ousadia para nos aproximarmos de Deus

    O autor de Hebreus diz que podemos nos aproximar, que podemos entrar no Santo dos Santos ousadamente, com ousadia. Já não com medo e tremor, à distância, mas agora podemos nos aproximar da própria presença de Deus com santa ousadia.

    Agora, essa ousadia não se baseia em nós mesmos. Se estivesse baseada em nós mesmos, seria presunção. Nos tempos do Antigo Testamento, até mesmo dois filhos de Arão tentaram, presunçosamente, entrar na tenda da congregação para oferecer incenso a Deus com fogo estranho, e morreram queimados.

    Portanto, irmãos e irmãs, não é por alguma ousadia que tenhamos em nós mesmos, porque em nós mesmos não há bem algum. Não somos dignos. Não podemos permanecer diante daquela luz impenetrável. Não podemos suportar a luz de Deus, a santidade de Deus.

    Mas, graças a Deus, nossa ousadia está em Cristo Jesus. Aqui vemos que temos ousadia para entrar no Santo dos Santos por meio de três coisas.

    O sangue de Jesus

    Primeiro, pelo sangue do Cordeiro, podemos entrar na própria presença de Deus e permanecer diante Dele com ousadia. Por quê? Porque o sangue do Senhor Jesus foi derramado. Seu sangue lavou todos os nossos pecados.

    Quando estamos diante de Deus, Deus não vê iniquidade alguma em nós. Tudo foi lavado pelo sangue do nosso Senhor Jesus. É nisso que está a nossa ousadia.

    O novo e vivo caminho

    Segundo, vemos que isso se dá porque Ele nos abriu um novo e vivo caminho através do véu — a Sua própria carne.

    Quando nosso Senhor Jesus foi crucificado na cruz do Calvário, no momento em que Ele morreu, algo aconteceu na cidade de Jerusalém, no templo. Ali, o véu que separava o Santo dos Santos do Lugar Santo se rasgou em dois, de alto a baixo.

    Por meio do quebrantamento do corpo do nosso Senhor Jesus na cruz do Calvário, o véu que estava entre o Santo dos Santos e o Lugar Santo se rasgou em dois. O caminho para a presença de Deus foi aberto.

    Isso se deu por meio do corpo partido do nosso Senhor Jesus. Ele foi partido na cruz do Calvário para abrir o novo e vivo caminho, a fim de que todos nós pudéssemos entrar e viver na presença de Deus.

    O ministério do Sumo Sacerdote

    Terceiro, vemos que hoje nós O temos. Nosso Senhor Jesus é o Sumo Sacerdote da casa de Deus. Ele agora está assentado à direita de Deus, intercedendo por nós, orando por nós, suprindo-nos com a Sua própria vida, com o Seu Espírito, com o Seu poder, para que possamos viver uma vida que agrade a Deus.

    Portanto, irmãos e irmãs, como agradecemos a Deus porque, por meio do nosso Senhor Jesus — pelo Seu sangue, pelo Seu corpo partido e por Ele viver eternamente por nós como nosso Sumo Sacerdote —, temos ousadia para entrar no Santo dos Santos.

    Hoje, essa é uma realidade na qual podemos viver. Não apenas entrar — não precisamos entrar e, depois de alguns minutos, sair. Não, podemos viver, habitar, permanecer e fazer de Deus a nossa morada, na Sua própria presença, tendo comunhão amorosa com Ele dia após dia, momento após momento.

    Isso é o que o Senhor fez por nós. Queridos irmãos e irmãs, não é um privilégio maravilhoso? Hoje não precisamos adorar a Deus de longe. Não precisamos sentir medo e tremor quando pensamos em Deus.

    Hoje podemos entrar em Deus, habitar Nele, comunicar-nos e ter comunhão com Ele, amá-Lo, adorá-Lo, contemplá-Lo e ser transformados pelo Espírito de Deus, para sermos conformados à imagem de Cristo. Essa é a nossa porção, o nosso privilégio.

    A vida dentro do véu

    Agora, diante de um privilégio tão extraordinário, o autor de Hebreus nos encoraja a nos aproximarmos. Já que temos tal privilégio, por que permanecemos do lado de fora?

    É inconcebível que, tendo esse privilégio — poder viver diariamente na presença de Deus, com Deus, comunicando-nos com Ele em doce comunhão —, ainda assim permaneçamos longe Dele. É inconcebível.

    Por isso, o autor nos encoraja a nos aproximarmos. Aproximemo-nos. Cheguemos perto. Aproximemo-nos com um coração verdadeiro.

    Um coração verdadeiro

    Irmãos e irmãs, é uma questão de coração. Não é uma questão de aparência exterior. Vocês se lembram de que o Senhor Jesus disse que a hora havia chegado, e já era, em que não se adoraria a Deus nem no monte Gerizim nem no templo em Jerusalém, porque se adora a Deus em espírito e em verdade.

    Em outras palavras, hoje não é uma questão de aparência exterior — onde ou como. Não, é uma questão de coração. Hoje nos aproximamos de Deus com um coração verdadeiro.

    Graças a Deus, hoje temos um coração verdadeiro. Por quê? Porque nosso coração foi aspergido pelo sangue, purificando-nos de uma consciência má. Antes, em nosso coração havia uma consciência má. Sempre que pensávamos em Deus, nossa consciência nos acusava, e fugíamos de Deus. Tínhamos medo de Deus.

    Mas, graças a Deus, nossa consciência foi purificada. Temos uma consciência livre de pecados diante de Deus. Por isso, hoje podemos nos aproximar de Deus com um coração puro, com um coração verdadeiro — um coração que realmente deseja Deus, um coração que realmente ama Deus. Podemos nos aproximar de Deus com o nosso coração.

    Uma vida de fé

    Em plenitude de fé. Três coisas caracterizam essa vida dentro do véu, essa vida no Santo dos Santos, essa vida com Deus na presença de Deus. Na verdade, é uma vida de fé, de esperança e de amor.

    Portanto, encontramos em Hebreus 10:22:

    Aproximemo-nos com um coração verdadeiro, em plenitude de fé.

    Agora, precisamos dar um pouco mais de força a essa tradução, porque, segundo o original, não se trata apenas da plena certeza de fé; trata-se da plenitude de fé.

    Há uma grande diferença entre a plena certeza de fé e a plenitude de fé. Não tenho tempo para explicar isso hoje, porque teremos um batismo mais tarde. Mas, de qualquer forma, vemos que se trata da plenitude de fé.

    O que é a plenitude de fé? A plenitude de fé significa tudo o que Deus fez objetivamente por nós em Cristo, e nossa confiança e nossa fé subjetivas em tudo o que Ele fez por nós. Em outras palavras, plenitude de fé significa que cremos em tudo o que o Senhor fez por nós e nos apropriamos disso. Essa é a plenitude de fé.

    A fé, como encontramos em Hebreus 11:1 — agora estou lendo uma nova tradução:

    Ora, a fé é a substanciação das coisas que se esperam, a convicção das coisas que não se veem.

    Agora, o que é a fé? A fé é a substanciação das coisas que se esperam. A fé olha para a frente. Trata-se de algo que esperamos; mas, embora seja algo que esperamos, isso nos é trazido agora. Por isso, ela é chamada de substanciação das coisas que se esperam.

    Deixem-me usar uma ilustração. Temos um belo quadro aqui. O quadro está pendurado ali. Como ele se torna algo que vocês podem desfrutar pessoalmente?

    Quando vocês olham para aquele quadro, seus olhos o substanciam. O quadro está ali, mas seus olhos substanciam aquele quadro dentro de vocês. Em outras palavras, eles trazem aquela bela paisagem para a mente de vocês e, por trazê-la à mente, ela lhes dá tanto prazer.

    É isso que a fé faz. A fé substancia todas as promessas de Deus. A fé traz tudo o que Cristo fez por nós para dentro da nossa própria vida e torna tudo isso nossa experiência, para que possamos desfrutá-lo. Isso é fé.

    Irmãos e irmãs, o que é a vida dentro do véu, a vida na presença de Deus? A vida na presença de Deus não é uma vida pelo que se vê; é uma vida pela fé.

    Hoje, se vocês vivem pelo que veem, vivem exteriormente. Vivem pelas circunstâncias ao seu redor, pelo que veem à sua volta. Na verdade, o que vocês veem ao seu redor hoje não lhes dará muita satisfação. É um cenário triste.

    Mas, queridos irmãos e irmãs, não vivemos pelo que vemos. Se vocês vivem pelo que veem, estão fora do véu. Todos nós vivemos pela fé. Por que podemos viver pela fé? Porque nós O vemos.

    Não vemos as outras coisas; nós O vemos. Ou posso dizer assim? Vemos todas as coisas por meio Dele, e isso faz toda a diferença — toda a diferença.

    Uma vida na presença de Deus é uma vida de fé, uma vida que vê Deus continuamente, desviando os olhos de tudo mais e olhando para Jesus, o Autor e Aperfeiçoador da nossa fé. Quanto mais vocês olham para Ele, mais sua fé aumenta. Mais vocês conseguem se apropriar de tudo o que Deus fez por nós em Cristo Jesus. É uma vida de fé.

    Uma vida de esperança

    Em segundo lugar, essa vida na presença de Deus é uma vida de esperança. Por isso, aqui se diz, em Hebreus 10:23:

    Retenhamos firmemente a confissão da nossa esperança, sem vacilar; pois fiel é Aquele que prometeu.

    É Robert Govett quem faz uma distinção entre profissão e confissão. Existe uma diferença entre profissão e confissão. A profissão é feita entre pessoas amistosas. A confissão é feita na presença do inimigo.

    Em outras palavras, o que é confissão? Confissão é confessar alguma coisa, reconhecer alguma coisa, declarar alguma coisa entre pessoas que não são amistosas. Isso é confissão.

    A confissão da esperança, sem vacilar. Agora, qual é a confissão de esperança que temos? Nós temos esperança. O mundo não tem esperança. Em Efésios, capítulo 2, vemos que eles não têm esperança e estão sem Deus.

    Mas nós temos uma bendita esperança: Cristo em vocês, a esperança da glória. Nós temos esperança. Qual é a nossa esperança? Nossa esperança é ganhá-Lo, conhecê-Lo, conhecer o poder da Sua ressurreição, ser conformados à Sua morte e alcançar a ressurreição dentre os mortos.

    Queridos irmãos e irmãs, temos uma esperança extraordinária diante de nós. Temos a esperança de ser transformados e conformados à Sua imagem. Temos a esperança de governar e reinar com Cristo. Temos a esperança de estar unidos a Ele eternamente, de ser um com Ele. Temos uma esperança extraordinária diante de nós, e essa é a esperança que confessamos ainda hoje neste mundo.

    É verdade: precisamos manter firme a confissão da nossa esperança, sem vacilar. Por quê? Porque estamos cercados de situações adversas. O mundo inteiro, tudo ao nosso redor, está tentando destruir nossa esperança e abalar nossa esperança.

    Mas, graças a Deus, manteremos firme a confissão da nossa esperança, sem vacilar. Por quê? Porque nosso Deus é fiel. Sabemos que Ele nos conduzirá até o fim.

    Na verdade, encontramos isso em Hebreus, capítulo 12. Estamos numa corrida de obstáculos. Um irmão percebeu que, no começo, passar por esses obstáculos não era nada. Mas nossa vida é uma grande corrida de obstáculos. Há tantos obstáculos que precisamos vencer.

    Mas corramos com perseverança. Deixemos de lado todo peso e o pecado que tão facilmente nos enreda. Desviemos os olhos de tudo mais e olhemos para Jesus, e corramos com perseverança, sabendo que nosso Senhor Jesus já correu essa corrida e venceu.

    Mesmo que tenhamos de sofrer um pouco por isso, vale a pena. Não se esqueçam de que Deus, em Sua sabedoria, está nos educando como filhos, para que sejamos feitos participantes da Sua natureza divina. Pensem nessa bendita esperança que está diante de nós.

    Portanto, irmãos e irmãs, uma vida na presença de Deus é uma vida de esperança.

    Uma vida de amor

    Então, naturalmente, a terceira coisa está em Hebreus 10:24:

    E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.

    É uma vida de amor.

    Uma vida em Deus é uma vida de amor — não apenas no sentido de amar a Deus, mas também de amar uns aos outros. É isso que encontramos em Hebreus, capítulo 13: precisamos amar uns aos outros, ser hospitaleiros uns para com os outros, lembrar-nos dos que estão presos, submeter-nos aos líderes, sair para fora do arraial para nos unirmos a Cristo, e assim por diante.

    Portanto, aqui vemos que é uma vida de amor, uma vida de amor. Essas são as coisas que somos encorajados a fazer.

    Irmãos e irmãs, lembrem-se disto: devemos nos aproximar, chegar perto de Deus e viver essa vida de fé, de esperança e de amor.

    A advertência contra o pecado voluntário

    Por causa da grandeza desse privilégio, vemos que ele também nos traz uma enorme responsabilidade. Se falharmos em nossa responsabilidade, então, naturalmente, somos advertidos de que uma séria disciplina estará à nossa espera.

    Aqui, o autor de Hebreus não apenas nos encoraja a nos aproximarmos com um coração verdadeiro, em plenitude de fé, na confissão da esperança e estimulando uns aos outros ao amor e às boas obras; logo em seguida, ele começa a nos advertir.

    Sabendo que temos tal privilégio, se abusarmos da graça de Deus, se desprezarmos a graça de Deus, então o que acontecerá?

    Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados,
    mas uma certa e terrível expectativa de juízo, e um ardor de fogo que há de devorar os adversários.

    Aqui está a advertência. Se abusarmos da graça de Deus, se desprezarmos o que Cristo fez por nós e se pecarmos voluntariamente, isso é algo sério.

    O significado do pecado voluntário

    Às vezes, as pessoas dizem que aquilo que lemos em Hebreus 10:26-31 se refere aos incrédulos. Sempre que chegamos a algo que se torna sério, pensamos que se refere a outras pessoas.

    Mas, se vocês lerem o contexto com muito cuidado, verão que o autor de Hebreus não está falando com incrédulos. Ele está falando com crentes. Por quê? Porque ele diz:

    Porque, se nós pecarmos voluntariamente…

    Nós — não apenas os hebreus que receberam a carta, mas até o próprio autor de Hebreus.

    Depois, encontramos:

    Depois de termos recebido o conhecimento da verdade…

    A palavra “conhecimento”, em grego, é epignōsis, que significa pleno conhecimento. Não é apenas um conhecimento superficial ou intelectual; é um conhecimento pela experiência. Em outras palavras, vocês já experimentaram a verdade.

    Quem recebeu o pleno conhecimento da verdade? Um incrédulo não tem esse conhecimento. É um crente.

    Depois, se vocês lerem Hebreus 10:29:

    Com o qual foi santificado…

    Em outras palavras, ele foi santificado pelo sangue da aliança. Foi perdoado. Seu pecado foi lavado. Ele teve uma experiência daquilo que chamamos de salvação.

    Ele foi santificado pelo sangue da aliança. E Hebreus 10:30 diz:

    O Senhor julgará o Seu povo.

    Vocês são o Seu povo. Portanto, vemos que essas palavras não são dirigidas a incrédulos; são dirigidas a crentes.

    Oh, irmãos e irmãs, porque temos um privilégio tão elevado, precisamos ser advertidos com muita severidade.

    Agora, a palavra “voluntariamente” significa de modo deliberado, determinado, persistente e contínuo. Se pecarmos deliberadamente, de modo decidido, determinado e contínuo, depois de termos conhecido o Senhor, depois de termos sido salvos, depois de conhecermos a verdade, depois de sermos santificados — se pecarmos voluntariamente contra tudo o que já conhecemos e experimentamos do Senhor —, isso é algo sério.

    Naturalmente, esse pecado não se refere às ocasiões em que caímos sob tentação. Não se refere a isso. Tampouco se refere a algum pecado que frequentemente enreda vocês. Talvez haja alguma coisa em sua vida contra a qual vocês lutam o tempo todo e, mesmo assim, falham repetidamente. Não se refere nem mesmo a isso.

    Refere-se a ter recebido o pleno conhecimento de Deus e, ainda assim, pecar voluntariamente contra esse conhecimento.

    A apostasia como o pecado descrito

    Se vocês querem saber que tipo de pecado é esse, encontrarão uma breve descrição dele em Hebreus 10:29:

    De quanto mais severo castigo julgais vós que será considerado digno aquele que pisou o Filho de Deus, e teve por profano o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça?

    Em outras palavras, ele conheceu o Filho de Deus e, ainda assim, começa a pisar o Filho de Deus. Pensem nisso. Ele foi santificado pelo sangue, e o sangue é santo; contudo, ele se volta e o considera comum, sem valor algum.

    Ele também insultou o Espírito da graça. O Espírito Santo operou em sua vida e lhe trouxe graça; ainda assim, ele insulta o Espírito da graça e despreza o Espírito de Deus.

    Agora, irmãos e irmãs, o que é isso? É apostasia — apostasia. Na Bíblia, encontramos advertências contra a apostasia. A apostasia é uma possibilidade.

    Vocês leem 2 Pedro, leem Judas e encontram advertências contra a apostasia. Em outras palavras, pessoas podem ter chegado ao conhecimento do Senhor Jesus e, ainda assim, mudar completamente de direção e agir de maneira blasfema.

    Elas usam indevidamente a graça de Deus para viver uma vida dissoluta e chegam a negar seu único Soberano e Senhor, Jesus Cristo. Na história, encontramos casos assim, mas, graças a Deus, não muitos. De qualquer forma, a apostasia é possível; por isso, somos advertidos contra ela.

    A seriedade da disciplina divina

    Se algo assim acontecer, já não resta sacrifício pelos pecados — nenhum outro sacrifício pelos pecados —, mas uma certa e terrível expectativa de juízo e um ardor de fogo prestes a devorar os adversários.

    O autor usa uma comparação. Ele diz que, se alguém desprezar a lei de Moisés, pelo testemunho de duas ou três testemunhas, morrerá sem misericórdia.

    Isso é verdade. Se vocês lerem o Antigo Testamento, verão que, quando uma pessoa pecava e tomava conhecimento disso, podia trazer um sacrifício a Deus e pedir perdão, e o pecado seria coberto. Mas havia certas coisas que as pessoas cometiam nos tempos do Antigo Testamento, sob a lei de Moisés, para as quais não havia sacrifício.

    Por exemplo, o assassinato. Em Êxodo 21:12-14, vemos que, se uma pessoa matasse outra deliberadamente, não havia sacrifício para ela. Mesmo que fugisse para a cidade de refúgio, teria de ser retirada dali e morta.

    Ou o adultério. Em Deuteronômio 22:22, não há sacrifício pelo pecado. Em outras palavras, havia certas coisas cometidas deliberadamente contra a lei de Moisés que, pelo testemunho de duas ou três testemunhas, eram punidas com a morte.

    Se isso era verdade nos tempos do Antigo Testamento, quanto mais severo será nos tempos do Novo Testamento, sob a graça, com um privilégio tão extraordinário, se as pessoas se voltarem e pisarem Cristo, o Filho de Deus?

    Quanto mais severo será o castigo. O autor usa isso como comparação. Em outras palavras, é algo ainda mais sério do que a morte.

    O perdão e a disciplina

    Graças a Deus, quanto àqueles que creem no Senhor Jesus, que tiveram seus pecados perdoados e receberam a vida eterna, Deus nunca voltará atrás para retirar deles a Sua vida eterna. Deus nunca lançará essa pessoa no lago de fogo como se ela jamais tivesse crido. Não.

    Porque a vocação e os dons de Deus são irrevogáveis. Isso é verdade. Mas é igualmente verdade que, mesmo que Deus não retire a vida eterna, o dom que Ele lhes deu para a eternidade, se pecarmos voluntariamente e não nos arrependermos, uma disciplina severa estará à nossa espera.

    O que se descreve ali é uma terrível expectativa de juízo. Na verdade, esse juízo é graça — verdadeiro juízo. Deus nos corrigirá; Ele nos disciplinará.

    Deixem-me usar uma ilustração: Davi. Davi cometeu adultério e assassinato. Vocês se lembram da história? Depois que ele cometeu esse pecado, Deus enviou o profeta Natã e lhe mostrou o que havia feito.

    Na verdade, Davi, um homem segundo o coração de Deus, estava sendo ferido em sua consciência o tempo todo, mesmo antes de o profeta lhe mostrar isso. Em outras palavras, Davi realmente se arrependeu do que havia feito.

    Deus disse a Natã que havia perdoado Davi. Mas vocês acham que ele escapou tão facilmente? Não.

    Se vocês lerem o Salmo 51, encontrarão algo ali. Salmos 51:16:

    Pois Tu não Te deleitas em sacrifícios; do contrário, eu os daria:
    Tu não tens prazer em holocaustos.

    Davi sabia que, para o pecado de assassinato e de adultério, não havia sacrifício pelos pecados. Ele sabia disso. Davi disse: “Se Tu ainda desejasses sacrifício, eu o ofereceria”. Mas Davi sabia que não adiantava — não adiantava. Não havia sacrifício pelo pecado.

    Mas, graças a Deus, embora já não restasse sacrifício pelos pecados, Davi disse, em Salmos 51:17:

    Os sacrifícios de Deus são um espírito quebrantado:
    Um coração quebrantado e contrito, ó Deus, Tu não desprezarás.

    Davi ofereceu o sacrifício de um espírito quebrantado, de um coração contrito e quebrantado. Por causa disso, Deus não o desprezou. Deus disse: “Eu o perdoarei”, mas a disciplina e o juízo acompanhariam Davi e sua casa.

    Vocês veem que coisas terríveis aconteceram à casa de Davi. Perdoado e, ainda assim, severamente castigado; severamente disciplinado. Irmãos e irmãs, isso é a graça de Deus. Ainda é a graça de Deus.

    A possibilidade de restauração

    O pecado de apostasia é gravíssimo. Não sabemos quem chegou ao ponto sem retorno. Só esperamos que mesmo aqueles que apostataram ainda possam se arrepender e vir a Deus com um coração quebrantado e contrito.

    Eles ainda serão perdoados, mesmo que tenham de ser severamente disciplinados. Mas é possível que, nesta vida, algumas pessoas cheguem ao ponto sem retorno. Se assim for, na era vindoura serão severamente disciplinadas.

    Um caso muito famoso de apostasia aconteceu na virada do século. Havia um homem muito brilhante chamado F. W. Newman. Ele era irmão do cardeal Newman. Era um homem brilhante.

    No começo de sua vida, ele convivia constantemente com grandes homens de Deus, como J. N. Darby e outros. Estava sempre na companhia deles. Ele era realmente salvo e parecia amar o Senhor.

    Mas então, em determinado período de sua vida, de repente mudou completamente. Durante uns vinte anos, tornou-se um cético. Começou a se opor à verdade de Deus e corrompeu e enganou muitos jovens na universidade. Começou a apostatar.

    Mas, graças a Deus, antes de morrer, ele se arrependeu. Pediu que, em sua lápide, fosse escrito que morreu confiando no sangue do Senhor Jesus.

    Assim, entendemos que, embora isso seja algo tão sério, Deus é tão misericordioso que ainda existe oportunidade para essas pessoas voltarem.

    A perseverança na fé

    De qualquer forma, vemos que o autor de Hebreus diz — não lemos esse trecho porque não tivemos tempo, mas agora podemos lê-lo —, em Hebreus 10:32-39:

    Lembrai-vos, porém, dos dias anteriores, nos quais, depois de serdes iluminados, suportastes grande combate de sofrimentos;
    em parte, sendo feitos espetáculo público, tanto por insultos como por aflições; e, em parte, tornando-vos companheiros daqueles que assim foram tratados.
    Pois não somente vos compadecestes dos que estavam presos, mas também aceitastes com alegria o despojo dos vossos bens, sabendo que tendes para vós uma possessão melhor e permanente.
    Não lanceis fora, pois, a vossa ousadia, que tem grande recompensa.
    Porque tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, recebais a promessa.
    Pois, ainda por um pouco de tempo, Aquele que vem virá e não tardará.
    Mas o Meu justo viverá pela fé: e, se ele recuar, a Minha alma não tem prazer nele.
    Nós, porém, não somos dos que recuam para a perdição, mas dos que têm fé para a salvação da alma.

    Portanto, queridos irmãos e irmãs, isso é um verdadeiro consolo. Embora vejamos que a advertência é tão séria, não precisamos ter medo, porque, pela graça de Deus, Ele nos sustentou; Ele nos supriu, para que possamos continuar, perseverar com fé e não recuar.

    Irmãos e irmãs, só mais um pouco. Não vai demorar. Embora seja difícil, só mais um pouco, e Aquele que vem virá. O justo viverá pela fé. Que o Senhor nos ajude.

    Oração final

    Querido Pai celestial, nós Te louvamos e Te agradecemos porque nos deste um privilégio tão elevado, um privilégio que as pessoas dos tempos antigos jamais poderiam ter. Mas, graças a Deus, agora essa é a nossa porção: podemos habitar na Tua própria presença e ter doce comunhão Contigo diariamente.

    Nosso Pai, oramos para que, tendo esse privilégio pelo sangue do Cordeiro e pelo novo e vivo caminho que Cristo nos abriu, e tendo-O como nosso Sumo Sacerdote, possamos verdadeiramente nos aproximar com ousadia, com um coração verdadeiro, em plenitude de fé, com esperança inabalável e estimulando uns aos outros ao amor e às boas obras, enquanto se chama hoje.

    Senhor, oramos para que isso seja verdadeiro para todos nós. Livra-nos de pecar voluntariamente contra Ti, de virar as costas para Ti. Senhor, reconhecemos em oração que não podemos guardar a nós mesmos, mas nos entregamos a Ti, sabendo que Tu és capaz de nos guardar até aquele Dia. A Ti sejam todo o louvor e toda a glória, em nome do nosso Senhor Jesus. Amém.