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    Their Eyes Were Opened © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Their Eyes Were Opened
    Their Eyes Were Opened
    Austin-Sparks, T.

    O caminho transfigurado

    Voltemos a uma das passagens mais conhecidas do Novo Testamento: Lucas 24:13 em diante.

    Creio que devemos lê-la novamente.

    E eis que dois deles iam, naquele mesmo dia, para uma aldeia chamada Emaús, que distava de Jerusalém sessenta estádios. E conversavam entre si sobre todas as coisas que haviam acontecido. E aconteceu que, enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus Se aproximou e ia com eles. Mas os olhos deles estavam impedidos de O reconhecer. E Ele lhes disse: Que palavras são essas que trocais entre vós enquanto caminhais? E eles pararam, entristecidos. E um deles, chamado Cleopas, respondendo, disse-Lhe: És Tu o único forasteiro em Jerusalém que não sabe as coisas que nela têm acontecido nestes dias? E Ele lhes perguntou: Que coisas?

    E eles Lhe disseram: As coisas referentes a Jesus de Nazaré, Que foi profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo: E como os principais sacerdotes e os nossos governantes O entregaram para ser condenado à morte e O crucificaram. Mas nós esperávamos que fosse Ele Quem havia de redimir Israel. E, além de tudo isso, já é o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram. Também algumas mulheres dentre nós nos surpreenderam, tendo ido de madrugada ao sepulcro; E, não encontrando o Seu corpo, voltaram, dizendo que haviam tido uma visão de anjos, os quais disseram que Ele estava vivo. E alguns dos que estavam conosco foram ao sepulcro e encontraram tudo assim como as mulheres haviam dito; mas a Ele não O viram.

    E Ele lhes disse: Ó homens insensatos e tardos de coração para crer em tudo o que os profetas disseram! Não convinha que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na Sua glória? E, começando por Moisés e por todos os profetas, interpretou-lhes, em todas as Escrituras, o que a Ele Se referia.

    E aproximaram-se da aldeia para onde iam; e Ele fez como quem iria mais adiante. E eles O constrangeram, dizendo: Fica conosco, porque é tarde, e o dia já declina. E Ele entrou para ficar com eles. E aconteceu que, estando Ele à mesa com eles, tomou o pão e o abençoou; e, partindo-o, deu-lho. E os olhos deles foram abertos, e O reconheceram; e Ele desapareceu da vista deles. E disseram um ao outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração, quando Ele nos falava pelo caminho, quando nos abria as Escrituras? E, levantando-se naquela mesma hora, voltaram para Jerusalém e encontraram reunidos os onze e os que estavam com eles.

    A jornada de Jerusalém a Emaús

    Aí vocês veem a história de uma jornada transfigurada. Há muitas coisas nela, e, naturalmente, a suprema é a ressurreição, que abrange e engloba tudo. Mas não vou falar especificamente sobre isso nesta manhã.

    Está em meu coração falar sobre esse caminho transfigurado.

    A jornada a partir de Jerusalém — talvez uns dez quilômetros e meio — foi, sem dúvida, percorrida por esses dois num estado de completa perplexidade diante da situação em que se encontravam.

    Ela acabou se tornando um grande ponto de virada na vida deles. Mas, quando partiram para essa jornada, sem dúvida haviam chegado à conclusão de que tudo tinha chegado ao fim.

    Tudo o que havia acontecido antes continha elementos de grande esperança e expectativa. Eles haviam se entregado de maneira genuína e sincera a essa esperança, a essa expectativa.

    É verdade que havia coisas suficientes para deixá-los completamente sem chão e muito perplexos — talvez dando lugar a perguntas, às vezes, e a alguns temores. Era tudo tão vasto, tão grandioso. Mas, de modo geral, havia despertado uma grande esperança.

    Agora, tudo aquilo havia terminado numa grande decepção, e as coisas aparentemente estavam em ruínas. Tudo parecia ter acabado em desilusão.

    O único caminho parecia ser afastar-se completamente do ambiente de tudo aquilo, buscar a solidão nessa aldeia do interior, bem longe da cidade.

    E assim esses dois decidiram tomar esse rumo: “Vamos embora, para bem longe de tudo. Talvez consigamos enxergar melhor as coisas se fizermos isso. Vamos embora”.

    E podemos imaginar o diálogo durante a jornada — talvez os dez quilômetros e meio mais longos que dois homens já percorreram.

    Um deles disse: “Bem, Cleopas, o que você pensa de tudo isso? Será que cometemos um grande erro? Será que fomos enganados? Será que estávamos no caminho errado? Parece que algo assim aconteceu conosco”.

    O outro disse: “Bem, irmão, realmente parece isso. É verdade. Mas não podemos esquecer, podemos? Não podemos esquecer tudo. Não podemos simplesmente descartar tudo dessa maneira. Você se lembra?” Então ele traria à memória alguns daqueles momentos maravilhosos com o Mestre — Suas palavras e Suas obras.

    Assim, procuravam chegar ao fundo daquele mistério, explicar aquele grande problema. E, enquanto prosseguiam, sabemos o restante da história.

    A presença de Cristo na perplexidade

    De repente, perceberam que alguém se juntava a eles no caminho — um desconhecido, Cuja presença não haviam notado até que Ele chegou ao lado deles e perguntou sobre o assunto da conversa, que evidentemente lhes causava grande abatimento.

    E eles pararam e olharam para Ele. “És Tu apenas um visitante em Jerusalém? És Tu o único que não sabe o que tem acontecido?”

    Ele continuou a levá-los a se abrir. Sabem, às vezes esse é um dos golpes de mestre do nosso grande Mestre: fazer com que nos abramos. É algo muito importante ser levado a se abrir e ter de explicar a própria aflição e os próprios problemas. Tomem isso como uma lição.

    E assim Ele os levou a se abrir, até que não tivessem mais nada a dizer. Então começou a falar. Ali Ele tomou as Escrituras, com as quais estavam tão familiarizados, e lhes abriu as Escrituras.

    Algo novo começou a se mover por dentro. As brasas que se apagavam começaram a brilhar. Um novo raio de esperança surgiu dentro deles. Alguma luz começava a despontar; seus corações se aqueciam.

    Talvez algum sentimento de vergonha começasse a surgir dentro deles — por sua insensatez.

    Estejamos bem certos disto: a nossa Versão Autorizada não está correta. Ela traz, em Lucas 24:25:

    Ó tolos e tardos de coração.

    Jesus não disse isso. Essa palavra foi usada por Jesus em outra ocasião: se alguém chamar seu irmão de tolo, estará sujeito ao fogo do inferno, como lemos em Mateus 5:22. Não foi essa a palavra que Jesus usou aqui.

    É a mesma palavra que Paulo usou ao falar aos gálatas, em Gálatas 3:1:

    Ó gálatas insensatos, quem vos fascinou?

    A Versão Revisada está correta ao traduzir Lucas 24:25 assim:

    Ó homens insensatos.

    Não era uma palavra dura, cruel, sem compreensão. É a esse ponto que queremos chegar nesta manhã:

    Ó homens insensatos e tardos de coração para crer.

    Bem, por fim chegaram a Emaús. O dia havia terminado, e esses homens não podiam deixá-Lo ir embora assim. “Entra; fica conosco. O dia terminou. É perigoso seguir viagem esta noite, e queremos mais de Ti.”

    Então Ele entrou e Se sentou à mesa com eles. E, quando estavam à mesa, tomou o pão, partiu-o e lhes deu. Os olhos deles foram abertos.

    Agora, quer tenha sido um ato soberano Seu ao abrir os olhos deles, quer uma lembrança repentina do que havia acontecido antes, não coloquemos nessa passagem algo que ela não comporta. Eles não eram dos doze apóstolos. Não haviam estado na Ceia do Senhor, vendo-O partir o pão e distribuí-lo.

    Mas, sem dúvida, haviam estado com Ele em alguma refeição — talvez na alimentação dos milhares, quando Ele tomou o pão, partiu-o e deu graças. Provavelmente haviam comido juntos em outras ocasiões. Havia algo nesse ato que lhes trazia uma lembrança; aquilo os fez recordar.

    Ou, como digo, pode ter sido um ato Seu de retirar o véu. Seja como for, o ponto é este: eles O reconheceram, e Ele desapareceu da vista deles.

    A jornada de volta como transformação espiritual

    A jornada de volta — como aquele caminho havia sido transfigurado! Tudo passou do natural para o espiritual.

    Eles haviam ido em plena luz do dia, mas tudo era escuridão. Voltaram à noite, e tudo era luz. Sim, toda a situação havia mudado. Este é o resumo: do natural para o espiritual. O dia e a noite naturais são apenas uma parábola.

    Agora, o que transfigurou aquele caminho? O que tornou a jornada de volta tão diferente da jornada de ida?

    Não há dúvida de que era uma jornada de saída, se quiserem colocar assim — estavam saindo. Há muito nisso: “Vamos embora. Vamos sair daqui. Vamos partir”. Uma jornada de saída, não planejada pelo Senhor.

    Toda jornada de saída que não é no Senhor está fadada a ser, no mínimo, muito sombria. O que fez a diferença entre as duas jornadas? O que transformará qualquer caminho sombrio como esse que venhamos a percorrer?

    Tenho plena certeza de que aqueles homens jamais imaginaram que, ao fim daquele dia, estariam de volta ao lugar onde haviam começado. Estariam voltando outra vez. Estou certo de que nunca tiveram essa intenção. Mas algo aconteceu que os levou de volta.

    O que foi?

    Agora, é claro, deixando de lado essa grande realidade que abrange tudo — a de que haviam descoberto que Jesus, afinal, estava vivo —, muitas vezes, ao lermos e meditarmos neste capítulo, encontramos aqui outras coisas que, creio, estão bem no coração dessa história e podem nos ajudar.

    O conhecimento do Senhor acerca das aflições humanas

    Em primeiro lugar, descobriram que Jesus sabia tudo a respeito deles e de sua aflição. E, embora fossem em grande parte responsáveis pela situação em que se encontravam, Ele não havia desistido deles.

    Esse é um começo simples para uma jornada transformada. No tempo da nossa perplexidade, da nossa confusão — sim, diante do fracasso —, quando nosso coração está seguindo na direção errada, percebemos que o Senhor Jesus nunca abandona alguém que esteja sincera, honesta e verdadeiramente perplexo diante Dele e do Seu caminho.

    Ele sabe de tudo. Esta pode ser uma palavra para alguém: Ele sabe de tudo.

    Estou certo de que esses homens não estavam fazendo isso com a intenção deliberada de abandonar o Senhor. Era simplesmente que não conseguiam compreender e estavam buscando entendimento. E descobriram que Ele compreendia e sabia.

    Recebamos esse consolo logo no início. Ele não os deixou ir simplesmente porque estavam passando por um tempo difícil e sombrio. Ele nunca faz isso.

    O lado não percebido das circunstâncias difíceis

    Além disso, descobriram que havia um outro lado de toda aquela situação — um lado que nunca tinham visto. E sempre há.

    Se víssemos tudo, seríamos poupados de muita coisa. Muitos dos nossos desvios acontecem simplesmente porque vimos apenas um lado da questão.

    E, se há algo que é verdade, aquilo que aconteceu nesse caminho e fez a diferença foi isto: o Senhor Jesus lhes mostrou que havia um outro lado de toda aquela questão, para o qual estavam cegos.

    Queridos amigos, devemos sempre crer nisso a respeito das situações, por mais difíceis e desconcertantes que sejam, e por maiores que pareçam ser as evidências a favor do rumo que estamos tomando.

    Devemos sempre lembrar que o Senhor vê um outro lado, e que esse outro lado existe. E devemos procurar encontrá-lo. O que o Senhor sabe a respeito disso? Qual é o propósito do Senhor nisso? Há mais nessa situação do que conseguimos ver, se somos filhos do Senhor.

    Nós, em nossas limitações humanas, vemos apenas um lado das coisas. E, se pudéssemos ver o outro, seríamos poupados.

    Isso mudou tudo para eles. Descobriram que havia um outro lado de toda aquela questão, e esse outro lado era muito mais maravilhoso — o lado que mostrava como a visão deles era, de fato, muito deficiente.

    O significado divino do sofrimento

    Descobriram, portanto, que há um significado muito real em nossa aflição mais profunda, o qual, quando o vemos, revela a insensatez do caminho que estávamos considerando. Como lemos em Lucas 24:25:

    Ó homens insensatos.

    Há um significado oculto no sofrimento, nas provações e nas dificuldades — um significado divino. Ah, se pudéssemos alcançá-lo! Se o Senhor nos mostrasse isso!

    Isso revelaria a insensatez daquilo que julgávamos tão incontestavelmente verdadeiro, talvez justamente no que dizia respeito a nós.

    A verdade viva e a experiência da cruz

    Eles descobriram que, embora tivessem uma imensa quantidade de conhecimento bíblico, de verdade e de ensino — o Antigo Testamento que possuíam e o ensino que o Senhor Jesus lhes havia dado durante aqueles meses e anos anteriores —, embora possuíssem muita verdade, algo ainda faltava.

    Faltava, porém, em sua compreensão da verdade, algo vital para a própria sobrevivência deles no dia da provação. Há algo a aprender aqui.

    A grande prova veio, não apenas para eles, mas também para tudo o que haviam recebido no passado. A prova representada pela cruz naquele momento era esta: saber se tinham a verdade na mente, na cabeça, ou se aquela verdade era a própria vida deles.

    Esses homens descobriram que possuíam muita coisa, mas havia algo que precisava do toque da mão viva — a mão do Senhor ressurreto, o toque do Espírito de vida sobre aquilo —, para que tudo o que possuíam ganhasse vida e os sustentasse.

    O que precisamos, queridos amigos, é que a verdade que possuímos seja verdade viva — não apenas verdade em si, mas que seja a nossa própria vida. É isso que vemos no que aconteceu depois: tudo havia ganhado vida.

    Mas só ganhou vida por meio de uma provação muito profunda.

    Toda essa história gira em torno daquela poderosa palavra Dele, em Lucas 24:26:

    Não convinha que o Cristo padecesse?

    Nisso, vejam, Ele reúne todo o Seu discurso a partir do Antigo Testamento, mostrando que o Cristo tinha de sofrer. Tinha de sofrer. A cruz é essencial para tudo.

    Foi somente quando eles próprios entraram numa experiência profunda e terrível da cruz que se abriu o caminho para que tudo o que guardavam na mente se tornasse a salvação deles.

    Foi assim que aconteceu. Ali estavam eles: tudo em ruínas, uma experiência terrivelmente profunda. Por meio da própria experiência da cruz em seus corações e em suas vidas, puderam dizer: “Agora vejo. Agora vejo o que nunca havia visto antes em tudo o que eu sabia. Eu nunca tinha visto isso”.

    Como diz Lucas 24:26:

    Não convinha que o Cristo padecesse?

    A cruz é essencial para que vejamos. Mas a cruz não é algo meramente externo a nós. A cruz não é apenas histórica. A cruz tem de entrar na nossa experiência e destruir tudo o que não é verdadeiro.

    Vejam, havia uma mistura na posição deles — não há dúvida quanto a isso. Eles disseram, em Lucas 24:21:

    Mas nós esperávamos que fosse Ele Quem havia de redimir Israel.

    Salvar Israel. Mas sabemos o que estava ligado a essa esperança, como os próprios Evangelhos nos mostram: um lugar naquele reino, algo que alimentasse a importância deles.

    Havia uma mistura, e a cruz precisava livrá-los de tudo o que era interesse pessoal e falsidade em sua posição. E é bom que ela comece tirando tudo — tudo, o certo e o errado.

    Quando a cruz entrou, tiveram de começar tudo de novo. Mas, dessa vez, estavam começando sobre um terreno limpo, um terreno puro. “Vejo o significado da cruz.”

    Foi assim. Esta é a história: a necessidade da cruz em nossa vida para nos colocar sobre um terreno verdadeiro, um terreno seguro; para nos explicar os nossos próprios problemas e as nossas próprias dificuldades.

    A nossa compreensão correta disso realmente transforma e transfigura as coisas, não é?

    Vejam, toda essa história volta a este ponto: eles tinham uma compreensão inteiramente errada, ou inadequada, do significado da cruz.

    E, quando o viram — como Ele lhes explicou corretamente esse sofrimento de Cristo! —, toda a situação mudou. Tudo foi transfigurado. Mas só o viram corretamente quando eles próprios saíram inteiramente de cena, com todos os seus interesses.

    Depois disso, podiam sair e pregar a cruz, dizendo: “Na cruz me glorio”. Antes, porém, a cruz lhes parecia tudo, menos glória. Que mudança!

    A compaixão de Cristo diante da perplexidade sincera

    Agora, não sei por que o Senhor colocou em meu coração dizer isto, mas pode ser que alguns tenham decidido abandonar a situação — ir embora. Vocês estão descendo por esse caminho sombrio de confusão, perplexidade, decepção e, como pensam, desilusão. Pode ser que, às vezes, sejam tentados a fazer isso.

    Leiam a história novamente. O que estou dizendo é: olhem para o coração Dele.

    Bem, se a dificuldade em que vocês se encontram é honesta e sincera, o Senhor Jesus tem toda a compreensão e compaixão por vocês. Ele só Se manterá afastado se vocês estiverem em rebeldia, abandonando-O deliberadamente.

    Na mais profunda perplexidade, nessa incapacidade de compreender, Ele tem plena compreensão e compaixão, e não desistirá de vocês. Ele os acompanhará até o fim. Ele os levará a se abrir. Pedirá que Lhe digam exatamente qual é a dificuldade.

    Talvez, enquanto fizerem isso, comecem a perceber que a questão não é tão sólida quanto pensavam. E então Ele voltará e, com um toque da Sua própria mão, começará a lhes mostrar que há mais nessa situação do que haviam visto — um segredo mais profundo, uma nova perspectiva.

    E, ao ser revelado esse segredo, vocês recebem algo. Mas sabem de uma coisa: a experiência de vocês era, afinal, aquilo de que tantas vezes falaram — a cruz, a cruz, a cruz.

    Vejam, podemos falar dessa cruz como doutrina. Conhecemos tudo sobre a identificação com Cristo como ensino. Mas o Senhor nos conduz a uma experiência absolutamente devastadora. É assim que descobrimos a realidade e aquilo que nos sustentará no dia da provação.