Testimony Ministry LogoChristian Testimony MinistryCTM
  • Home
  • Speakers
  • Venues
  • Topics
  • Scripture
  • Fellowship Finder
THAT THE WORD OF THE LORD MAY RUN AND BE GLORIFIED
About CTMContact CTMPrivacy PolicyRelated Ministries
    The On High Calling © 2026 Christian Testimony Ministry
    0:00
    The On High Calling
    The On High Calling
    Kaung, Stephen

    O chamado para ser o corpo de Cristo

    Por favor, abram em Efésios, capítulo 1, na carta aos Efésios.

    Vamos ler a partir de Efésios 1:15:

    Por isso, também eu, tendo ouvido da fé no Senhor Jesus que há entre vós e do amor que tendes para com todos os santos,
    não cesso de dar graças por vós, fazendo menção de vós nas minhas orações;
    para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê espírito de sabedoria e de revelação no conhecimento Dele;
    sendo iluminados os olhos do vosso coração, para que saibais qual é a esperança do Seu chamado.

    Efésios 1:22-23:

    E sujeitou todas as coisas debaixo dos Seus pés, e O deu à igreja como Cabeça sobre todas as coisas,
    a qual é o Seu corpo, a plenitude Daquele que enche tudo em todos.

    Efésios 4:1-6:

    Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno do chamado com que fostes chamados,
    com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor;
    empenhando-vos em guardar a unidade do Espírito no vínculo da paz.
    Há um só corpo e um só Espírito, assim como também fostes chamados em uma só esperança do vosso chamado;
    um só Senhor, uma só fé, um só batismo,
    um só Deus e Pai de todos, o Qual é sobre todos, por todos e em todos.

    Efésios 4:13-16:

    Até que todos cheguemos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, ao homem plenamente amadurecido, à medida da estatura da plenitude de Cristo:
    para que não sejamos mais crianças, levadas de um lado para outro e arrastadas por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro;
    mas, falando a verdade em amor, cresçamos em todas as coisas Naquele que é a Cabeça, Cristo;
    de Quem todo o corpo, bem ajustado e unido pelo que cada junta supre, segundo a atuação na medida de cada parte, efetua o crescimento do corpo para a edificação de si mesmo em amor.

    Vamos orar.

    Ó Pai, como Te louvamos e agradecemos pela bondade e pela terna misericórdia que nos concedeste em Teu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo. Recebemos toda a Tua misericórdia, todo o Teu amor e toda a Tua graça, e somos gratos.

    Como Te louvamos e agradecemos porque não apenas nos salvaste, mas também nos chamaste com um chamado eterno. Tu nos trouxeste para Ti, para que não apenas sejamos de Ti, mas também possamos ser úteis a Ti. Nosso Pai, como nos alegramos por todas as Tuas ternas misericórdias.

    Nós nos humilhamos diante de Ti e dizemos: “Senhor, como Tu começaste esta boa obra em nós, cremos que certamente a aperfeiçoarás, porque Tu és fiel”. Entregamos este tempo em Tuas mãos. Pedimos a Tua bênção sobre a Tua Palavra, em nome de nosso Senhor Jesus. Amém.

    O chamado divino

    Queridos irmãos e irmãs, não somos voluntários. Somos chamados por Deus. Deus não precisa de voluntários. Deus chama quem Ele quer.

    Se somos apenas voluntários, podemos nos oferecer hoje e decidir nos retirar amanhã. Mas, se somos chamados, então fomos capturados. Somos Dele para sempre, e não há outro caminho.

    É muito importante sabermos isto: todos nós somos chamados. Deus nos chamou em Cristo Jesus antes mesmo da fundação deste mundo. Vocês conseguem crer nisso?

    Em 2 Timóteo 1:9, lemos:

    Que nos salvou e nos chamou com um santo chamado,
    não segundo as nossas obras, mas segundo o Seu próprio propósito e graça,
    que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos eternos.

    Não somos chamados segundo as nossas obras, porque ainda nem havíamos nascido. Ainda não havíamos feito coisa alguma. Somos chamados segundo o propósito de Deus. Deus tem um propósito, e, segundo esse propósito, Ele nos chamou.

    Não apenas segundo o Seu propósito, mas também segundo a Sua graça. Deus não apenas estabeleceu um propósito, mas também providenciou graça para realizá-lo. Esse propósito e essa graça nos foram dados em Cristo Jesus antes dos tempos eternos — isto é, antes mesmo de o tempo começar, antes de existir a criação, na eternidade passada.

    Deus, segundo o Seu propósito e a Sua graça, nos chamou em Cristo Jesus. Não é de admirar que vocês estejam aqui nesta manhã — não porque queiram estar aqui, mas porque Ele quer que estejam aqui.

    A natureza do chamado

    Isso é um chamado. Um chamado é uma ocupação. Um chamado é uma vocação. Um chamado é uma vida a ser vivida. Um chamado é uma missão a ser cumprida. Um chamado é um destino a ser alcançado. O chamado nos dá um alvo. O chamado nos dá direção.

    Creio que o problema dos cristãos hoje é que ou não conhecem o seu chamado, ou se esquecem dele. Porque não conhecemos o nosso chamado, ou nos esquecemos dele, ficamos à deriva. Não temos direção.

    Como diz a Escritura:

    Somos como crianças, levadas de um lado para outro e arrastadas por todo vento de doutrina, pela astúcia dos homens.

    Mas precisamos compreender que somos chamados. Precisamos compreender que o nosso chamado é um santo chamado — santo porque não é comum. Precisamos compreender que temos um chamado celestial. Ele é celestial porque não é terreno. Temos um chamado do alto, um elevado chamado, e não um chamado inferior, como vemos em Filipenses 3.

    Queridos irmãos e irmãs, somos chamados. Somos chamados segundo o propósito de Deus. Aqueles que Ele de antemão conheceu, também chamou.

    O chamado para ser, antes de fazer

    Muitas vezes ouvimos as pessoas dizerem: “Sou chamado para fazer isto”, ou: “Sou chamado para fazer aquilo. Sou chamado para ser missionário. Sou chamado para ir ao campo estrangeiro. Sou chamado para ser missionário em meu próprio país. Ah, sou chamado para ser engenheiro. Sou chamado para ser professor. Sou chamada para ser dona de casa”. Muitas vezes ouvimos as pessoas dizerem: “Sou chamado para fazer isto e sou chamado para fazer aquilo”.

    Mas, fundamentalmente, na Escritura, o chamado não diz respeito ao que vocês fazem. O chamado diz respeito ao que vocês devem ser. Em outras palavras, somos chamados para ser, antes de fazer.

    Muitas vezes pensamos no chamado como fazer algo para Deus. É verdade: faremos algo, não apenas para Ele, mas com Ele. Contudo, isso é secundário. Em primeiro lugar, somos chamados para ser algo para Ele. A menos que vocês sejam chamados para ser algo, nada poderão fazer.

    Seja o que for que vocês façam, podem pensar que esse é o seu chamado; mas, infelizmente, talvez estejam fazendo algo por conta própria.

    O caráter coletivo do chamado

    Quando falamos de chamado, muitas vezes pensamos que eu sou chamado e vocês são chamados — em outras palavras, cada um de nós é chamado para fazer algo diferente. Reconheço que isso é verdade.

    Mas, fundamentalmente, o chamado não é algo individual. Segundo a Escritura, o chamado é algo coletivo. Somos chamados juntos — não simplesmente vocês chamados para ir ao leste e eu chamado para ir ao oeste. Somos chamados juntos; é um chamado coletivo.

    Somente depois de compreendermos qual é o nosso chamado coletivo é que, dentro dessa realidade coletiva, temos a nossa parte individual a desempenhar.

    Portanto, queridos irmãos e irmãs, é muito importante sabermos qual é o nosso chamado. Isto é: para o que Deus nos chamou?

    O chamado para ser o corpo de Cristo

    O apóstolo Paulo orou pelos crentes de Éfeso para que lhes fosse dado espírito de sabedoria e de revelação, para que os olhos do seu coração fossem iluminados. Por quê? Para que conhecessem qual é a esperança do Seu chamado.

    Agora, lembrem-se: aqui, chamado está no singular.

    Qual é a esperança do Seu chamado?

    Ele nos chama com um único chamado. Ele nos chama para esse Seu único chamado, e esse chamado é segundo o Seu propósito.

    Então, qual é esse chamado?

    Se vocês lerem atentamente a carta aos Efésios, descobrirão que somos chamados juntos para ser uma só coisa: o corpo de Cristo. Todos nós somos chamados para ser o corpo de Cristo.

    Se vocês realmente enxergarem isso, é algo tremendo. Revoluciona a vida de vocês. Às vezes falamos do corpo de Cristo, do corpo de Cristo, até que isso se torna uma expressão tão comum, um termo tão comum, que quase não significa nada para nós.

    Mas, ao voltarem à Palavra de Deus, descobrirão que o corpo de Cristo é o nosso chamado. É a nossa vocação. É a nossa missão. É a nossa vida. É o nosso destino. É tudo para nós e para Deus. O corpo de Cristo não é algo pequeno.

    Mas vocês não conseguirão compreender o que é o corpo de Cristo até começarem a enxergar o que Cristo é.

    Cristo como a plenitude de Deus

    Quando vocês enxergam o que Cristo é, veem que toda a plenitude da Divindade habita corporalmente Nele. Queridos irmãos e irmãs, quem pode medir a plenitude da Divindade?

    Pensem na Divindade. Pensem em Deus. Pensem em Sua sabedoria, Seu poder, Seu amor, Sua pureza, Sua luz, Sua retidão, Sua justiça, Seu poder e Sua majestade.

    Quando pensamos em Deus, Ele está além da nossa compreensão, porque é ilimitado e infinito. Contudo, toda a plenitude da Divindade — tudo o que vocês podem pensar a respeito de Deus, e além do que podem pensar — habita em Cristo corporalmente, de maneira sólida, substancial. Nada abstrato; algo muito substancial e concreto.

    E esse Cristo é a Cabeça, e somos chamados para ser o Seu corpo. Somos chamados para estar unidos a Ele. Somos chamados para ser, se posso usar essa palavra, o recipiente, o vaso de Cristo.

    Agora, o que é um vaso, um recipiente? Um vaso, um recipiente, existe para conter e ser cheio daquilo para o qual foi feito.

    Irmãos e irmãs, somos chamados para ser esse vaso que contém Cristo. Todas as insondáveis riquezas de Cristo devem estar contidas nesse vaso chamado igreja, o corpo de Cristo. É para isso que fomos chamados, segundo o propósito.

    A salvação como meio para o chamado

    Muitas vezes pensamos no chamado como se fôssemos chamados para ser salvos. Graças a Deus, Ele nos salvou. Mas lembrem-se: ser salvo não é o nosso chamado. Ser salvo é um passo em direção ao nosso chamado.

    Precisamos ser salvos. Se não formos salvos, nunca poderemos cumprir o nosso chamado. Nunca poderemos sequer saber qual é o nosso chamado. Mas não se enganem, como se ser salvo fosse o chamado de Deus.

    Somos chamados com esse chamado do alto, esse chamado tremendo. Queridos irmãos e irmãs, somos chamados para ser o corpo de Cristo.

    Somos chamados para conter todas as riquezas que estão em Cristo: o corpo que é a plenitude Daquele que enche tudo em todos. Assim como Cristo é a plenitude de Deus, somos chamados para ser a plenitude de Cristo. Isso está quase além da nossa imaginação. Pensem nisso.

    Não somos chamados apenas para ser salvos. Não somos chamados apenas para fazer algo para Deus. Não somos chamados apenas para conhecer um pouco de Cristo. Não somos chamados como indivíduos, cada um seguindo o seu próprio caminho no serviço a Deus. Não. Somos chamados para ser o corpo de Cristo, para conter as riquezas da Cabeça.

    Se ninguém pode medir a Cabeça, certamente ninguém pode medir o corpo. Tudo o que pertence a Cristo é nosso. Ele enche tudo em todos. Esse é o nosso chamado.

    A expressão coletiva de Cristo

    O que é o corpo de Cristo? O corpo não é apenas aquilo que contém as riquezas da Cabeça; o corpo também é aquilo que expressa a glória da Cabeça. Devemos expressar Cristo coletivamente.

    Por que Ele precisa de um corpo? Porque Cristo é tão rico que nenhuma pessoa, nem algumas pessoas, podem contê-Lo em toda a Sua plenitude. Ah, Ele precisa de um corpo porque nenhuma pessoa pode manifestar a Sua glória. Ele é glorioso demais. São necessários todos nós, todo o Seu povo reunido, para contê-Lo e expressá-Lo. Esse é o nosso chamado.

    O chamado como princípio orientador da vida prática

    Por que buscamos a realidade espiritual? Por que queremos conhecer mais a Cristo? Porque queremos cumprir o nosso chamado.

    Ser espiritual não é um fim em si mesmo. Deus não tem a intenção de tornar vocês espirituais apenas para que sejam admirados por todos — ou, se não por todos, por vocês mesmos. Deus não tem a intenção de fazer algo assim.

    Mas precisamos ser espirituais. Precisamos conhecer Cristo. Precisamos crescer em vida e em conhecimento. Por quê? Porque temos um chamado a cumprir.

    Precisamos conhecer o amor de Deus com todos os santos — a largura, o comprimento, a altura e a profundidade — isto é, em sua dimensão imensurável. Tudo isso porque há um chamado.

    Por que fazemos isto ou aquilo? Porque está relacionado ao nosso chamado. Se estamos fazendo algo que contribuirá para o nosso chamado, então isso é aceitável aos olhos de Deus. Se estamos fazendo algo que não tem relação com o nosso chamado, estamos apenas fazendo algo por conta própria. Isso não será levado para a eternidade.

    Nosso chamado governa a nossa vida, e nosso chamado governa a nossa obra. Por que vivemos desta maneira? Por que nos reunimos desta maneira? Por que fazemos as coisas? Por quê? A explicação está no nosso chamado.

    Queridos irmãos e irmãs, é por isso que precisamos pedir ao Senhor que nos dê revelação, que nos dê entendimento da esperança do Seu chamado.

    Podemos falar sobre isso, mas, a menos que, em nosso espírito, o Espírito de Deus nos revele que esse é o chamado — a menos que o Espírito de Deus ilumine os olhos do nosso coração para que realmente o compreendamos —, seremos levados de um lado para outro como crianças enquanto vivermos.

    Mas, se o Senhor Se agradar em nos dar uma revelação, em abrir os nossos olhos para enxergarmos que somos chamados segundo um propósito, e que esse propósito é glorioso, um propósito santo, para que sejamos o corpo de Cristo — pensem nisso —, para que contenhamos Cristo, sejamos a plenitude de Cristo e manifestemos a Sua glória juntos, coletivamente: que chamado tremendo!

    Se compreendermos que esse é o nosso chamado, não podemos nos dar ao luxo de ser descuidados. Não podemos simplesmente ficar à deriva. Não podemos simplesmente ir de um lado para outro como se não tivéssemos direção. Nosso coração está firme; nossa mente está voltada para aquilo a que Ele nos chamou.

    Não pode haver desvio, porque isso significará perda de tempo. Temos pouco tempo. Precisamos manter o coração firme em Seu chamado. Como Paulo diz, esquecendo-nos do que fica para trás e avançando em direção ao alvo, ao chamado do alto com que Ele nos chamou em Cristo Jesus.

    Somos um povo com um senso de destino. Somos um povo com um senso de urgência. Somos um povo com um chamado.

    Como isso é triste. Muitas vezes parece que não sabemos qual é o nosso chamado. Somos como crianças brincando, distraídas por qualquer som, indo de um lado para outro.

    Queridos irmãos e irmãs, será que nos esquecemos do nosso chamado? Vocês não sabem que o seu chamado é tão elevado que devem estar com seus irmãos e irmãs para conter Cristo tanto quanto possível e manifestá-Lo tanto quanto possível?

    Não temos tempo para outras coisas. Nosso chamado em breve será cumprido. Essa é a nossa dedicação. Esse é o nosso compromisso.

    O andar digno do chamado

    Vocês acham que isso são apenas palavras grandiosas? Acham que isso é apenas teologia? Acham que isso é apenas especulação? Acham que isso é apenas algo sobre o que devemos pensar?

    Para o apóstolo Paulo, isso é muito, muito prático. Toca a nossa vida diária. Governa toda a nossa obra.

    É por isso que, na primeira parte da carta aos Efésios, ele nos apresenta o nosso chamado. Depois, na segunda parte de Efésios, ele nos mostra como esse chamado deve governar as nossas ações.

    Em Efésios 4:1, está escrito:

    Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno do chamado com que fostes chamados.

    Se sabemos que somos chamados para ser o corpo de Cristo, isso não é uma teoria. Se sabemos que somos chamados para ser o corpo de Cristo, então precisamos andar de modo digno desse chamado.

    O andar como progresso ao longo da vida

    O que é andar? Andar é um progresso constante e contínuo. Não é apenas sair correndo e depois parar. Uma corrida de cem metros pode ser espetacular, mas aqui se trata de uma caminhada longa, que dura a vida inteira. Quem a percebe?

    Nosso chamado é algo em que precisamos andar. Não é apenas algo na cabeça. É algo em que precisamos colocar os pés no chão e, passo a passo, andar.

    Mas lembrem-se: precisamos andar de modo digno daquilo a que fomos chamados. Como podemos ser dignos do nosso chamado?

    O compromisso de ser prisioneiro no Senhor

    Creio que, em primeiro lugar, Paulo disse:

    Eu, o prisioneiro no Senhor.

    Vocês sabem, naquele momento ele era prisioneiro em Roma, ou prisioneiro de Roma, segundo todas as aparências exteriores. Contudo, ele não se reconhecia como prisioneiro de Roma. Reconhecia-se como prisioneiro no Senhor.

    Em outras palavras, ele era um cativo do amor. O Senhor o havia capturado. Antes, ele era dono de si mesmo; era o seu próprio senhor. Antes, podia fazer tudo o que quisesse e ir aonde quisesse.

    Mas, no caminho de Damasco, o Senhor o encontrou. Ele se rendeu e, daquele dia em diante, tornou-se prisioneiro no Senhor.

    Um prisioneiro é alguém que não tem liberdade. Um prisioneiro é alguém que está preso. Um prisioneiro é alguém que precisa fazer a vontade de seu senhor. Um prisioneiro é alguém que, podemos dizer, está comprometido em fazer uma só coisa: a vontade de seu Senhor. Isso é um prisioneiro.

    Irmãos e irmãs, por que, quando ele passou, por assim dizer, da revelação para a prática, mencionou:

    Eu, o prisioneiro no Senhor, rogo-vos.

    Por quê? Porque sabia que, a menos que nós também sejamos prisioneiros no Senhor, não há absolutamente nenhuma maneira de andarmos de modo digno de todo esse chamado.

    Nosso chamado é tão tremendo, tão santo, tão elevado, tão celestial, que, a menos que sejamos capturados pelo Senhor, ele nunca poderá ser cumprido apenas por sermos salvos. Sim, por sermos salvos, desfrutamos do Senhor; mas, a menos que nos tornemos prisioneiros do Senhor, o Senhor não pode desfrutar de nós.

    Será que rendemos a nossa vida ao Senhor, à Cabeça? Se não nos apegamos firmemente à Cabeça, se não O reconhecemos como nosso Senhor, se não abrimos mão voluntariamente da nossa liberdade e autonomia, se não nos entregamos a Ele de maneira absoluta, ainda somos livres para fazer o que queremos e dizer o que queremos dizer.

    Não há como andar de modo digno do nosso chamado. Isso exige que sejamos prisioneiros, que percamos a nossa liberdade e autonomia. Mas lembrem-se: Paulo se gloriava em ser prisioneiro no Senhor. Naturalmente, ninguém se gloriaria em ser prisioneiro; nós nos gloriamos em ser libertos. Mas Paulo se gloriava em ser prisioneiro no Senhor. O Senhor era a sua prisão. Será que também somos prisioneiros Nele?

    Isso exige dedicação, consagração, compromisso. Queridos irmãos e irmãs, temo que muitos do povo de Deus sejam salvos, mas não estejam comprometidos. Não se entregaram a Deus e ao Seu propósito. Não se comprometeram com o Seu chamado.

    Ele nos chamou, mas não nos comprometemos com esse chamado. Como não estamos plenamente comprometidos, como podemos andar de modo digno do chamado com que fomos chamados?

    Em primeiro lugar, queridos irmãos e irmãs, vocês estão comprometidos? Estão comprometidos com o Seu chamado? Estão comprometidos em ser o corpo de Cristo? Estão comprometidos com Ele, em conhecer as Suas riquezas? Estão comprometidos com Ele, em expressá-Lo, e somente a Ele? Vocês estão assim comprometidos?

    Deus não exige que nos comprometamos com nada menos do que o Seu chamado. Algumas pessoas estão comprometidas com esta causa; outras estão comprometidas, dedicadas, àquela causa. Mas com o que estamos comprometidos? Ou será que estamos realmente comprometidos com alguma coisa?

    Uma vez que vocês são prisioneiros, já não são livres. Mas temo que os cristãos hoje sejam livres demais. São livres para ir aonde querem, dizer o que querem e fazer o que querem.

    Nosso Senhor Jesus não tinha essa liberdade. Ele disse:

    Nada posso fazer de Mim mesmo.
    Nada posso dizer por Mim mesmo.
    Eu digo porque Meu Pai diz.
    Eu faço porque Meu Pai faz.

    Será que não somos muito mais livres do que o nosso Senhor Jesus?

    Por causa disso, se queremos a nossa liberdade, perdemos o nosso chamado. Qual vocês escolherão?

    Queridos irmãos e irmãs, não estamos pedindo que vocês se comprometam com isto ou com aquilo. Não, vocês não devem fazer isso. Mas pedimos que se entreguem a Deus e ao Seu chamado. Esse é o primeiro passo para andar de modo digno do chamado com que fomos chamados.

    A humildade e a mansidão

    Então Paulo diz:

    Com toda humildade e mansidão.

    Agora, o que é humildade? Humildade significa não pensar em si mesmo. Isso é humildade.

    O que é mansidão? Mansidão é abrir mão dos seus direitos. Isso é mansidão.

    Nosso Senhor Jesus diz:

    Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim; porque sou manso e humilde de coração:
    e achareis descanso para as vossas almas.
    Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve.

    Nosso Senhor Jesus é manso e humilde. Manso porque nunca insiste em Seus direitos. Ele nunca defende os Seus direitos. Se nosso Senhor Jesus tivesse insistido em Seus direitos desde o princípio, nunca teria vindo a este mundo para Se tornar homem. Ele é Deus. Tem todo o direito de ser adorado e honrado.

    Mas Ele Se esvaziou. Abriu mão dos Seus direitos de boa vontade, voluntariamente. Ele é humilde. Nunca pensa em Si mesmo.

    Algumas pessoas dizem que humildade não significa pensar menos de si mesmo. Humildade significa não pensar em si mesmo. Podemos tentar pensar menos de nós mesmos, mas o eu ainda está ali. Humildade, porém, é não pensar em si mesmo. Isso é humildade.

    Irmãos e irmãs, andar de modo digno do nosso chamado exige não apenas um compromisso total com Cristo e com o chamado, mas também uma atitude — uma atitude de humildade e mansidão.

    A menos que estejamos dispostos a nos humilhar diante dos nossos irmãos e irmãs, a menos que estejamos dispostos a não pensar em nós mesmos, a menos que estejamos dispostos a não insistir em nossos direitos, nunca conseguiremos suportar e tolerar uns aos outros em amor.

    O suportar uns aos outros em amor

    Pensem em um corpo. Um corpo não está apenas plenamente comprometido com a Cabeça e com tudo o que a Cabeça exige. Se um corpo tiver outros interesses que não sejam os da Cabeça, vocês dirão que isso é impossível. Sim, é impossível. Mas, infelizmente, em sentido espiritual, é possível. Isso é anormal.

    Mas, estando no corpo, todos os membros estão tão intimamente unidos que é inevitável haver muitas oportunidades — se vocês estão procurando oportunidades — para suportar e tolerar uns aos outros.

    Mas como vocês podem suportar e tolerar uns aos outros se não têm essa atitude de humildade e mansidão? Irmãos e irmãs, deixem-me fazer uma pergunta: vocês conseguem suportar seus irmãos e irmãs?

    Se vocês não enxergaram que são chamados para ser o corpo de Cristo, quando não conseguem suportar certos irmãos e irmãs, é muito fácil: vão para outro lugar. Mantenham distância. Então tudo ficará em paz.

    Mas, uma vez que vocês enxergam o corpo, consigam suportar ou não, estão ligados para sempre.

    Outro dia, mordi a língua enquanto comia. Talvez os dentes dissessem: “Por que você fica no meu caminho? Estou mastigando a comida. Estou cortando a comida. Estou tentando torná-la digerível. Por que você fica no caminho? Você merece ser mordida”.

    E talvez a língua dissesse: “Bem, se é assim que vocês se sentem, tudo bem, vou sair daqui”. Mas ela pode? Os dentes e a língua estão todos ligados uns aos outros. É muito melhor que seus dentes sejam mais bondosos com sua língua; então o corpo inteiro se sentirá melhor.

    Irmãos e irmãs, foi determinado, predeterminado, antes mesmo da fundação do mundo, que vocês precisam suportar e tolerar seus irmãos e irmãs. Sinto muito, mas é assim.

    A menos que mantenham uma atitude de humildade e mansidão, vocês não conseguirão. Quantos do povo de Deus hoje insistem sempre em seus direitos?

    Vocês sabem que esse é um problema da igreja? Cada um insiste em seus direitos. Cada um insiste em sua opinião. Cada um pensa que a sua opinião é a melhor e que deve ser adotada por todos.

    Simplesmente não conseguimos nos esquecer de nós mesmos. Falamos em entregar a nossa vida, mas, a menos que vocês estejam dispostos a abrir mão dos seus direitos, não entregaram a sua vida.

    Enquanto vocês pensarem em si mesmos, não serão capazes de entregar a sua vida. Quanto mais pensam em si mesmos, mais preciosa a sua vida se torna. Vocês querem preservá-la — não apenas preservá-la, mas também glorificá-la e embelezá-la. Não.

    A menos que tenhamos uma atitude de humildade e mansidão, não há como entregar a nossa vida pelos nossos irmãos. Mas, se vocês tiverem um espírito de humildade e mansidão, como a Bíblia diz, com toda longanimidade, vocês sofrem — isso é verdade —, mas conseguem suportar e tolerar em amor.

    Não há como andarmos de modo digno do chamado com que fomos chamados, queridos irmãos e irmãs, a menos que cada um de nós se revista da humildade e da mansidão de Cristo.

    A menos que cada um de nós esteja disposto a abrir mão dos próprios direitos, a não insistir neles e a nem sequer pensar em si mesmo — seja considerando-se forte ou fraco, bom ou mau, útil ou inútil —, não conseguiremos. Vocês simplesmente não pensam em si mesmos.

    A unidade do Espírito

    Então, em terceiro lugar, guardem diligentemente a unidade do Espírito no vínculo da paz.

    Como isso é difícil! O Espírito Santo sabe como é difícil para nós andar de modo digno do nosso chamado. Vocês sabem: quanto mais elevado o chamado, mais difícil o andar.

    Como as pessoas gostariam de baixar o padrão! Se Deus ao menos baixasse o padrão e tornasse as coisas mais fáceis, como tudo transcorreria melhor. Mas Deus nunca baixará o Seu padrão.

    O chamado é um chamado do alto e, por isso, o Espírito Santo sabe que é muito difícil para nós andar de modo digno desse chamado. Como é fácil nos desviarmos! Por isso Ele diz:

    Guardai diligentemente a unidade do Espírito no vínculo da paz.

    Os sete aspectos da unidade

    A unidade do Espírito — o que é a unidade do Espírito? A unidade do Espírito é explicada pelos sete aspectos apresentados como “um só” nos versículos seguintes:

    Há um só corpo e um só Espírito, assim como também fostes chamados em uma só esperança do vosso chamado;
    um só Senhor, uma só fé, um só batismo,
    um só Deus e Pai de todos, o Qual é sobre todos, por todos e em todos.

    Todos os que creem no Senhor Jesus, todos os que são salvos pela Sua graça, têm um só corpo. Há apenas um corpo, não dois ou mais corpos — apenas um corpo. Por quê? Porque há apenas uma Cabeça. Se houver mais cabeças, pode haver mais corpos. Mas, se há apenas uma Cabeça, só pode haver um corpo. Caso contrário, seria um monstro.

    Todos os que creem no Senhor Jesus têm a unidade do Espírito. Há algo no Espírito, algo pelo qual o Espírito Santo nos uniu nesses sete aspectos da unidade. Um só corpo: somos um só corpo. Agora, irmãos e irmãs, lembrem-se disto: somos um só corpo. Não somos dois ou mais corpos. Somos um só corpo porque há apenas uma Cabeça.

    Um só corpo, um só Espírito. É em um só Espírito que fomos batizados em um só corpo, quer judeus, quer gentios, e a todos nós foi dado beber de um só Espírito. Isso está em 1 Coríntios 12:13.

    Em um só Espírito fomos batizados em um só corpo e, então, a todos nós foi dado beber de um só Espírito. Portanto, é o Espírito que torna esse corpo possível, e é o Espírito Quem habita nesse corpo. O Espírito de Deus em vocês é o mesmo Espírito de Deus em mim. Lembrem-se disso.

    Às vezes pensamos: “Bem, você tem um espírito diferente do meu”. Mas a Escritura diz que é um só Espírito. Se há um espírito diferente, alguma coisa está errada.

    Um só corpo, um só Espírito e uma só esperança do nosso chamado. Por que a única esperança do nosso chamado está relacionada ao único corpo e ao único Espírito? Porque somos chamados para ser um só corpo, e o Espírito Santo é o agente que não apenas forma o corpo, mas também o aperfeiçoa, leva o corpo à maturidade.

    Quando o corpo estiver plenamente amadurecido, Cristo voltará e receberá esse corpo para Si, para ser a Sua noiva. Essa é a esperança do nosso chamado.

    Portanto, nesses três aspectos da unidade, vocês veem que todos os que pertencem ao Senhor estão juntos: um só corpo, um só Espírito, uma só esperança do nosso chamado. Depois: um só Senhor, uma só fé, um só batismo.

    Temos apenas um Senhor, o nosso Senhor Jesus Cristo. Temos o mesmo Senhor. Uma só fé: cremos Nele, não em outra coisa ou em outra pessoa. A única fé aqui é aquela fé fundamental, como Pedro confessou:

    Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.

    Um só batismo. O batismo aqui não se refere às formas de batismo; refere-se ao significado do batismo. Fomos batizados em Cristo. Todos nós compartilhamos as mesmas coisas.

    Então temos um só Deus e Pai de todos, o Qual é sobre todos, por todos e em todos nós. Temos o mesmo Pai, o mesmo Deus. Assim, vocês veem aqui a Divindade: os três primeiros aspectos estão relacionados ao Espírito Santo, os três seguintes estão relacionados ao Filho, e o último está relacionado ao Pai.

    Em Deus, somos um. Em Cristo, somos um. No Espírito Santo, somos um. Essa é a unidade do Espírito que já foi dada a todos nós.

    A preservação da unidade concedida por Deus

    Queridos irmãos e irmãs, não precisamos nos esforçar para entrar na unidade. A unidade do Espírito já nos foi dada. Portanto, tudo o que precisamos fazer é guardá-la diligentemente.

    Vocês não podem guardar algo que não têm, e não guardarão diligentemente algo que não tem valor. Mas, se aquilo que vocês têm é tão precioso, então o conservarão, o protegerão, vigiarão por ele e farão isso diligentemente.

    Irmãos e irmãs, precisamos enxergar como é importante o fato de Deus nos ter dado a unidade do Espírito. Todos os crentes têm esse tesouro, e tudo o que precisamos fazer é guardá-lo diligentemente. Não o percam. Não o percam.

    Quando encontrarem outro cristão, encontrem-se com ele sobre a base da unidade do Espírito. Não se afastem dessa base. Quando encontrarem outro cristão, encontrem-se com ele em Cristo; encontrem-se com ele no Espírito Santo; encontrem-se com ele em Deus, e em nada mais.

    Porque, se tentarmos nos encontrar com alguém fora da unidade do Espírito, rompemos a unidade.

    Muitas vezes, quando encontramos outro cristão, não nos encontramos com ele sobre a base de Cristo. Encontramo-nos sobre outras bases — alguma verdade, talvez, ou alguma falsidade; alguma experiência, talvez, verdadeira ou falsa.

    Encontramo-nos com as pessoas sobre essas bases e, quando fazemos isso, nos dividimos. É por isso que os crentes hoje estão tão divididos: porque falhamos em guardar a unidade do Espírito no vínculo da paz.

    Tentamos nos encontrar uns com os outros sobre a base de determinada verdade, ou de determinada interpretação da verdade — não da verdade, mas da interpretação da verdade. Tentamos nos encontrar com as pessoas sobre a base da experiência, de certa experiência, de uma experiência específica. Porque não cremos na mesma interpretação, nos dividimos. Porque não temos a mesma experiência, nos separamos.

    Irmãos e irmãs, isso está matando o corpo. Isso não é andar de modo digno do chamado com que fomos chamados. Vamos nos reunir. Vamos nos encontrar uns com os outros, guardando diligentemente a unidade do Espírito no vínculo da paz.

    A unidade em meio às diferenças humanas

    Por que isso é tão importante? Porque somos muito diferentes. Somos muito diferentes em nosso temperamento, e isso é algo significativo. Somos muito diferentes em nossa cultura, em nossa educação, em nossa história, em nossos pensamentos. Somos muito diferentes em todos os sentidos.

    Porque somos naturalmente tão diferentes, a menos que guardemos diligentemente a unidade do Espírito no vínculo da paz, nos dividiremos. Ao nos dividirmos, não estamos andando de modo digno do nosso chamado.

    Vamos abrir o coração a todos os nossos irmãos e irmãs, apesar de todas as diferenças. Não pensem que chegará o dia em que não haverá absolutamente nenhuma diferença. Enquanto estivermos neste corpo, temo que as diferenças permaneçam. Mas elas não são fatais.

    Aqui, não insistimos. Aqui, estamos abertos. Se nos centrarmos em Cristo, poderemos ter comunhão uns com os outros. E, por meio da comunhão, com fé e paciência, pela graça de Deus, chegaremos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, ao homem plenamente amadurecido, à medida da estatura da plenitude de Cristo.

    Há apenas uma unidade, mas essa unidade tem duas extremidades. Precisamos começar pelo início: a unidade do Espírito.

    Suportem e tolerem uns aos outros, com todas as diferenças. Ninguém insiste; ninguém se fecha. Mas, à medida que temos comunhão em Cristo, gradualmente chegamos à outra extremidade da unidade: a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus. Finalmente chegaremos a essa unidade.

    A função de cada membro

    Para andar de modo digno do corpo, cada membro do corpo precisa funcionar e fazer a sua parte. Vocês não podem esperar que o corpo seja edificado dependendo de um ou de poucos membros.

    Muitas vezes, vocês veem que a maior parte do corpo está paralisada, e apenas uma pequena parte tenta seguir adiante. É aí que recai todo o peso.

    Mas, se cada membro do corpo estiver fazendo a sua parte — lembrem-se, queridos irmãos e irmãs: cada um de nós é um membro do corpo de Cristo. Cada membro é um membro vivo. Cada membro deve ser um membro que funciona.

    Vocês têm a sua parte a cumprir. Eu tenho a minha parte a cumprir. Nossas partes são diferentes. Não tentem copiar uns aos outros. Não tentem fazer o mesmo que o outro faz, porque talvez Deus não tenha dado essa parte a vocês.

    Mas, se cada um for fiel em cumprir a sua parte no corpo, então o corpo será edificado em amor. Então cumpriremos o nosso chamado. Lembrem-se, queridos irmãos e irmãs: a menos que o corpo seja edificado, falhamos em nosso chamado.

    Mas isso exige que cada um de nós seja fiel.

    Por que o corpo não é edificado? O corpo não é edificado porque:

    1. Não nos apegamos firmemente à Cabeça.
    2. Não cumprimos a nossa parte.
    3. Não há amor.

    Oração final

    Que o Senhor nos ajude a enxergar que essa questão do chamado não é algo teórico. Que enxerguemos que o nosso chamado é tão real e tão prático que precisa afetar toda a nossa vida e todas as nossas obras.

    Vamos orar?

    Ó nosso santo Pai, trememos diante de Ti, porque Tu nos chamaste com um chamado tão elevado. Em nós mesmos, falharemos. Mas, graças a Deus, a Tua graça nos basta.

    Por isso, nós nos entregamos a Ti. Senhor, estamos comprometidos com o Teu chamado e confiamos que o Teu Espírito Santo o realizará, para que seja para o louvor da Tua glória. Em nome de nosso Senhor Jesus. Amém.