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    Isaiah Chapter 30 © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Isaiah Chapter 30
    Isaiah Chapter 30
    Kaung, Stephen

    O retorno a Deus e o descanso Nele

    Leitura bíblica: Isaías 30:15-21

    Porque assim diz o Senhor Deus, o Santo de Israel:
    Em vos converterdes e em repousardes, sereis salvos;
    no sossego e na confiança estará a vossa força;
    mas não quisestes.

    Mas dissestes: Não; antes, sobre cavalos fugiremos; portanto, fugireis;
    e: Sobre cavalos ligeiros cavalgaremos; portanto, os que vos perseguirem serão ligeiros.

    Mil fugirão à repreensão de um;
    à repreensão de cinco, fugireis;
    até que sejais deixados como um mastro no cume de um monte
    e como uma bandeira sobre uma colina.

    Por isso, o Senhor esperará, para ter misericórdia de vós;
    e, por isso, Ele Se exaltará, para Se compadecer de vós:
    porque o Senhor é um Deus de justiça;
    bem-aventurados todos os que Nele esperam.

    Porque o povo habitará em Sião, em Jerusalém; não chorarás mais;
    certamente Ele terá misericórdia de ti, à voz do teu clamor;
    ouvindo-a, Ele te responderá.

    Embora o Senhor vos dê pão de adversidade e água de aflição,
    os teus mestres não mais se esconderão;
    antes, os teus olhos verão os teus mestres;
    e os teus ouvidos ouvirão uma palavra atrás de ti, dizendo:
    Este é o caminho; andai nele;
    quando vos desviardes para a direita ou para a esquerda.

    O contexto histórico de Isaías 30

    Para entendermos esta passagem das Escrituras, creio que precisamos conhecer um pouco do contexto.

    Naquela época, a nação de Judá estava situada entre duas grandes nações. Ao norte ficava o reino da Assíria; ao sul, o reino do Egito. Essa pequena nação de Judá estava, por assim dizer, espremida entre essas duas grandes nações.

    Sempre que havia uma campanha militar, a Assíria atravessava a terra de Judá para chegar ao Egito, e vice-versa. Em certo sentido, vocês percebem que Judá estava numa situação muito difícil. Como uma pequena nação, precisava tentar se equilibrar entre essas duas potências.

    Humanamente falando, é claro, ela precisava ser muito astuta para andar nessa corda bamba, tentando contrabalançar uma potência com a outra para garantir a própria sobrevivência.

    E era isso que ela fazia. Sempre que uma nação lhe causava problemas, procurava ajuda na outra, e vice-versa.

    Provavelmente, foi isso que aconteceu naquele momento específico, no tempo do rei Ezequias. Sabemos que o rei Ezequias era um bom rei, mas, ainda assim, ele enfrentou esse dilema.

    Para combater a opressão da Assíria, ele buscou, naquela ocasião, a ajuda do Egito. Vocês encontrarão isso em 2 Reis 18. Não temos tempo para examinar o capítulo; vocês podem fazê-lo por conta própria.

    Mas, quando o rei Ezequias estava fazendo isso, a palavra de Deus veio por meio do profeta Isaías. Por quê? Porque, em vez de recorrer ao Senhor em busca de ajuda, em vez de buscar a face do Senhor, a pequena nação de Judá estava tentando resolver seu dilema com a própria sabedoria, com a própria astúcia.

    E isso foi considerado rebelião contra o Senhor. Uma nação que deveria conhecer a lei se esqueceu de seu Deus e tentou buscar a ajuda de um reino terreno. Deus não Se agradou disso.

    Então, Ele enviou Seu profeta Isaías à nação e disse que, se buscassem a ajuda do Egito, descobririam que o Egito era como uma cana quebrada. Tanto Judá como o Egito cairiam.

    E a palavra do Senhor àquela nação, naquele momento, foi esta:

    Em vos converterdes e em repousardes, sereis salvos;
    no sossego e na confiança estará a vossa força.

    O que eles precisavam fazer era voltar para Deus e descansar em Deus. Então seriam salvos. No sossego — sem correr de um lado para o outro — e na confiança, não nos homens, mas em Deus, estaria a sua força.

    A igreja como pequeno rebanho

    Agora, irmãos e irmãs, aplicando essa palavra a nós hoje, a igreja de Deus é um pequeno rebanho quando comparada a este mundo.

    Encontramos isso em Lucas 12:32:

    Não temais, ó pequeno rebanho;
    porque a vosso Pai agradou dar-vos o reino.

    Ainda hoje, a igreja de Deus é um pequeno rebanho. E esse pequeno rebanho, em certo sentido, está situado entre duas grandes forças. De um lado está o mundo, o mundo secular, representado pelo Egito. Do outro está o mundo religioso, representado pela Assíria, ou pela Babilônia.

    Deus nos libertou deste mundo, do Egito. Mas nos vemos oprimidos pela Babilônia, pela Assíria. Para contrabalançar a opressão do mundo religioso, buscamos a ajuda do mundo secular, e vice-versa.

    Deixem-me ilustrar isso com o que aconteceu na época da Reforma. Naquele tempo, vemos que esses reformadores foram levantados por Deus para buscar a libertação do papado, do sistema católico romano.

    No entanto, ao fazerem isso, receberam a ajuda daqueles príncipes terrenos. O resultado foi que, às vezes, encontramos a igreja de Deus sob a opressão do mundo secular e, em outras ocasiões, vemos que ela está cativa do mundo religioso.

    A palavra de Deus ao Seu povo é:

    Em vos converterdes e em repousardes, sereis salvos;
    no sossego e na confiança estará a vossa força.

    A resposta do cristão diante das pressões

    Agora, aplicando isso a nós individualmente, queridos irmãos e irmãs, muitas vezes nos vemos cercados por forças contrárias. Suponhamos que estejamos numa situação em que somos pressionados por todos os lados. O que vamos fazer para sair desse dilema?

    Suponhamos que tenhamos muitos problemas vindo de todas as direções. O que vamos fazer?

    Irmãos e irmãs, vocês conhecem nossa tendência natural quando somos pressionados: tentamos planejar, tentamos elaborar estratégias, tentamos encontrar uma saída. Procuramos ajuda de um lado para contrabalançar o outro.

    Vocês perceberão que, quando estamos em tempos de dificuldade, quando estamos sob pressão, quando enfrentamos provações, nossa primeira reação é: “Bem, vamos tentar encontrar uma saída. Vamos tentar equilibrar essas forças. Vamos tentar resolver isso com a nossa astúcia”.

    E, quando fazemos isso, vocês percebem que corremos de um lado para o outro. Lutamos, nos esforçamos, nos preocupamos, reclamamos. Duvidamos, perdemos o sono, ficamos inquietos.

    Mas, muitas vezes, irmãos e irmãs, nos esquecemos de voltar para o Senhor. Temos um Deus que é fiel, mas, quando nos deparamos com problemas e situações práticas, nos esquecemos de que temos um Deus.

    Nossa reação parte inteiramente de nós mesmos; olhamos para nós mesmos em busca de ajuda. Que povo rebelde somos!

    A palavra de Deus para nós é que voltemos — que voltemos e descansemos. Então seremos salvos.

    Como precisamos voltar para o Senhor repetidas vezes! Sabem, às vezes encontramos nas Escrituras orações como esta:

    Senhor, volta-Te para nós, e nós voltaremos para Ti.

    É como se o Senhor precisasse voltar para nós.

    No que diz respeito aos nossos sentimentos, às vezes sentimos que Deus nos deixou, que Ele nos abandonou, e clamamos para que Ele volte para nós. Então voltaremos para Ele. Esse é o nosso sentimento.

    Mas, quanto aos fatos, Ele não nos deixou nem nos abandonou. Fomos nós que O deixamos. Nós é que devemos voltar.

    E, se voltarmos, descobriremos que Ele está ali, esperando por nós. É claro que o poder para voltar precisa vir Dele; isso é verdade. Mas, graças a Deus, Ele está sempre aqui. Ele nunca nos deixou nem nos abandonou. Ele está esperando que voltemos para Ele.

    O descanso na obra consumada de Cristo

    Precisamos voltar. E, ao voltarmos para Ele, descansamos em Sua obra consumada. Descansamos em tudo o que Ele nos prometeu.

    Vocês se lembram de que o Senhor Jesus disse:

    Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados,
    e Eu vos aliviarei.
    Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim;
    porque sou manso e humilde de coração;
    e achareis descanso para as vossas almas.

    Precisamos vir ao Senhor. Precisamos voltar para Ele. Sempre que formos pressionados, irmãos e irmãs, a primeira coisa a fazer é voltar para o Senhor. E, ao voltarmos para o Senhor, encontraremos descanso.

    Começamos a ver tudo o que Ele é, o que Ele realizou por nós, Quem Ele é e o que Ele prometeu. Quando começamos a ver essas coisas, então descansamos. Descansamos.

    Não há necessidade de duvidar. Não há necessidade de se preocupar. Não há necessidade de lutar nem de se afligir. Simplesmente voltamos e descansamos.

    E, quando viermos e descansarmos Nele, seremos salvos. Seremos salvos.

    Mas isso é mais do que apenas salvação.

    No sossego e na confiança estará a vossa força.

    Agora, irmãos e irmãs, ser salvo é uma coisa; ser forte é outra.

    Ele não apenas nos salvará se voltarmos e descansarmos Nele, mas vocês perceberão que, à medida que voltamos e aprendemos a descansar Nele, entramos num estado de quietude. Nossa carne começa a se aquietar.

    Sabem, nosso problema é que não somos suficientemente quietos. Somos inquietos. Desperdiçamos muita energia e força porque estamos lutando e nos esforçando. Ah, se ao menos pudéssemos voltar para Ele e vê-Lo!

    O Senhor está no Seu santo templo;
    cale-se diante Dele toda a terra.

    Se entrarmos além do véu, veremos que, no Santo dos Santos, tudo está quieto. Tudo está quieto. É uma vida além do véu; é uma vida com o Senhor. Ao entrarmos além do véu, tudo está quieto.

    Vemos o Senhor, e a confiança começa a surgir em nós. Sabemos que Ele é digno de confiança. Paulo disse:

    Nossa confiança não está em nós mesmos.

    Nossa confiança está Nele.

    Por isso, realmente creio, irmãos e irmãs, que Deus tem uma palavra para nós hoje. Ele está nos chamando a voltar e descansar Nele, pois isso será a nossa salvação. Ele está nos chamando a entrar no sossego e na confiança, e encontraremos força espiritual para todas as nossas necessidades.

    As consequências da recusa à palavra de Deus

    Agora, esta é a palavra de Deus. Mas será que a nação de Israel recebeu essa palavra? Eles disseram: “Não queremos. Vamos correr. Seremos velozes”.

    Em outras palavras, queriam confiar em algo palpável e visível. Não tinham fé para crer no Deus que é invisível, que parecia intangível à sua carne. Preferiam confiar em algo que pudessem segurar com as mãos.

    Não quiseram ouvir a Deus. Não quiseram voltar para o Senhor. E o resultado foi que Deus disse: “Muito bem. Se vocês querem correr, correrão. Se querem ser velozes, serão perseguidos com velocidade”.

    Mil fugirão à repreensão de um;
    à repreensão de cinco, todos vós fugireis.

    Agora, pensem nisso. Que inversão da promessa de Deus!

    Se vocês lerem Levítico 26, encontrarão naquele capítulo que Deus disse:

    Se guardardes os Meus estatutos, se guardardes os Meus mandamentos,
    então um fará fugir cem, e cem farão fugir dez mil.

    Mas, se vocês não ouvirem a Minha palavra, fugirão mesmo sem que ninguém os persiga. Como a nação de Israel não quis ouvir a Deus, foi colocada sob a mão disciplinadora do Senhor.

    Agora, queridos irmãos e irmãs, qual deve ser a nossa atitude diante de Deus? A vida é cheia de pressões. A vida é cheia de problemas. Qual deve ser a nossa reação? Qual deve ser a nossa atitude?

    Em vos converterdes e em repousardes, estará a vossa salvação;
    no sossego e na confiança estará a vossa força.

    Se não fizermos isso, qual será o resultado? Estaremos sob a mão disciplinadora do Senhor.

    O Senhor que espera para conceder graça

    Mas vocês acham que, por causa disso, Deus nos abandonará? De modo nenhum. Porque em Isaías 30:18 lemos:

    Por isso, o Senhor esperará, para ter misericórdia de vós.

    O Senhor não nos abandonou. Ele está ali, esperando pacientemente por nós, para nos conceder Sua graça. Ele quer nos conceder Sua graça, mas não pode. Ele quer Se levantar e ter misericórdia de nós, mas não pode. Ele precisa esperar por nós até que estejamos prontos.

    Vocês acham que somos nós que estamos esperando por Deus? Ele está esperando por nós. E todos os que esperam Nele serão abençoados.

    Então, aqui encontramos essas duas esperas. Uma é a de Deus, que espera por nós para nos conceder misericórdia e graça; a outra é a dos que esperam no Senhor, os quais são bem-aventurados. Ele espera por nós até que esperemos Nele.

    Deixem-me usar uma ilustração. Provavelmente vocês já a leram em algum dos livros do irmão Nee. Creio que foi em um dos livros dele. Ele mencionou uma experiência que teve.

    Ele e alguns outros foram nadar. Perceberam que um deles estava se afogando. O próprio irmão Nee não era um bom nadador, mas havia ali alguém que nadava bem. Então ele esperava que aquele irmão pulasse na água e salvasse o que estava se afogando, outro irmão no Senhor.

    Mas aquele irmão, que nadava bem, ficou ali parado, apenas olhando. O irmão Nee ficou muito agitado e disse: “Por que você não entra na água e o salva? Por que seu coração é tão duro? Veja, seu irmão está afundando, está se afogando, e você fica aí parado, olhando. Como pode fazer isso?”

    Mas aquele irmão não fazia nada. Ficava ali parado, observando o irmão afundar. Depois que o homem veio à superfície duas vezes, quando subiu pela terceira vez e estava afundando pela terceira vez, aquele irmão pulou na água e o trouxe para a margem.

    Depois, o irmão Nee não conseguia entender. Então perguntou ao irmão: “Por que você fez uma coisa dessas? Você poderia tê-lo salvado antes que ele sofresse por tanto tempo. Por que não fez isso?”

    E o irmão disse: “Você não sabe. Quando alguém está afundando, se outra pessoa tentar salvá-lo, ele se agarrará a ela, e os dois afundarão. É preciso deixá-lo perder toda a esperança, até que não esteja mais se debatendo. Então você poderá trazê-lo para a margem”.

    E como isso é verdade! Quantas vezes entendemos Deus de maneira errada! “Senhor, estamos em dificuldades. Estamos afundando, estamos nos afogando. Não sabemos o que fazer. Estamos correndo de um lado para o outro. Tentamos tudo o que podemos, e nada parece ajudar. Onde estás Tu agora? Tu realmente Te importas? Por que ficas aí, apenas olhando, sem fazer nada?”

    Quantas vezes murmuramos contra Deus, sem saber que estamos sob disciplina, sem saber que Ele não pode fazer nada! Por quê? Porque estamos lutando. Não voltamos para Ele. Não descansamos. Não há sossego. Não há confiança.

    Ele precisa permitir que cheguemos ao fim de nós mesmos. E, quando chegamos ao fim de nós mesmos e dizemos: “Bem, acabou”, será que acabou? Esse é o começo.

    Vocês descobrem que Deus está esperando por vocês. Ele está ali esperando até que vocês abandonem toda luta e todo esforço, até que entrem no descanso. Então Ele lhes concederá Sua graça. Ele Se levantará e os resgatará.

    Mas, queridos irmãos e irmãs, não esperaremos no Senhor até que nos consideremos mortos. Se ainda houver alguma coisa viva em nós, queremos agir por conta própria. Queremos tentar.

    Bem-aventurados todos os que Nele esperam.

    Quando vocês chegarem ao ponto de esperar no Senhor, descobrirão que o Senhor está ali esperando por vocês. Ele esteve ali esperando o tempo todo.

    A adversidade e a aflição como mestres

    Ele não abandonou vocês. Ele os ouviu. Quando vocês clamam, Ele os ouve. Ele lhes dá o pão da adversidade e a água da aflição. Isso é verdade.

    Quem gostaria de passar por adversidade? Mas aqui vemos que Deus nos dá o pão da adversidade. Todos gostamos de pão, mas não gostamos de adversidade. Todos queremos água, mas não queremos aflição.

    Mas aqui vemos que Deus nos dará o pão da adversidade. Ele nos dará a água da aflição. Sabem, a adversidade e a aflição são pão e água para nós. Elas nos alimentarão. Elas nos satisfarão.

    Porque Deus está presente, até mesmo a adversidade e a aflição são pão e água para nós. Embora Deus possa nos dar o pão da adversidade e a água da aflição para comer e beber, ainda assim os nossos mestres não se esconderão de nós.

    A adversidade e a aflição são bons mestres, se o Espírito de Deus estiver nelas. São bons mestres. Às vezes somos tão teimosos que precisamos aprender da maneira mais difícil.

    Ah, se ao menos fôssemos mansos e humildes de coração! Se ao menos ouvíssemos e não endurecêssemos o coração! Se ao menos voltássemos e descansássemos! Se ao menos entrássemos no sossego e na confiança! Mas não queremos.

    Precisamos aprender da maneira mais difícil. Deus precisa nos dar o pão da adversidade e a água da aflição para nos ensinar.

    Podemos nos desviar para a direita ou para a esquerda, e a palavra vem a nós e diz:

    Este é o caminho; andai nele.

    Qual é o caminho? O caminho é este:

    Em vos converterdes e em repousardes, sereis salvos;
    no sossego e na confiança estará a vossa força.

    Este é o caminho.

    E vocês sabem qual é a consequência, qual é o resultado, o desfecho disso? Se continuarem a leitura, verão que Deus os liberta dos ídolos, os liberta de tudo o que é estranho a Deus. Deus lhes dá chuva, lhes dá sementes, lhes dá abundância, lhes dá água.

    A lua resplandecerá como o sol,
    e o sol resplandecerá sete vezes mais.

    Em outras palavras, por meio de todas essas dificuldades, Deus está nos ensinando. E, depois de sermos ensinados, entraremos nas riquezas de Cristo.

    Portanto, queridos irmãos e irmãs, nesta manhã creio que Deus quer que recebamos esta palavra. Meditem nela. Guardem-na no coração. E pratiquem-na pela graça de Deus.

    Em vos converterdes e em repousardes, sereis salvos.

    Sempre que estiverem em dificuldades, sempre que estiverem sob pressão, lembrem-se disto:

    Em vos converterdes e em repousardes, sereis salvos;
    no sossego e na confiança estará a vossa força.

    Oração final

    Ó Pai celestial, como Te louvamos e Te agradecemos porque tens uma palavra para nós! Ao enfrentarmos muitos problemas, pressionados por todos os lados, como Te louvamos e Te agradecemos porque não estás em silêncio, mas nos dás a Tua palavra:

    Em vos converterdes e em repousardes, sereis salvos;
    no sossego e na confiança estará a vossa força.

    Ó Senhor, abranda o nosso coração, para que não corramos de um lado para o outro e nos esqueçamos de Ti. Ó Senhor, ensina-nos a voltar, a descansar, a nos aquietar, a depositar nossa confiança em Ti e somente em Ti.

    Ah, como Te louvamos e Te agradecemos! Embora às vezes nos dês o pão da adversidade e a água da aflição, Tu nos ensinas por meio de todas essas circunstâncias e sempre nos conduzes à abundância, à plenitude que há em Cristo.

    Ah, nós realmente Te louvamos e Te agradecemos, porque és cheio de graça; Tu és misericordioso. Pedimos em nome do nosso Senhor Jesus.