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    God Has Spoken: Exodus-The Works of God © 2026 Christian Testimony Ministry
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    God Has Spoken: Exodus-The Works of God
    God Has Spoken: Exodus-The Works of God
    Kaung, Stephen

    Redenção e Propósito Divino em Êxodo

    Por favor, abram em Êxodo, capítulo 3.

    Começaremos com Êxodo 3:2-10.

    E o anjo do Senhor lhe apareceu numa chama de fogo do meio de uma sarça:
    e ele olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, mas a sarça não se consumia.
    E Moisés disse: Agora me voltarei para lá e verei esta grande visão, por que a sarça não se queima.
    E, vendo o Senhor que ele se voltava para ver, Deus o chamou do meio da sarça e disse: Moisés, Moisés.
    E ele disse: Eis-me aqui.
    E Ele disse: Não te chegues para cá: tira os sapatos de teus pés, porque o lugar em que tu estás é terra santa.
    Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó.
    E Moisés escondeu o seu rosto; porque temeu olhar para Deus.
    E disse o Senhor: Tenho visto atentamente a aflição do Meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus feitores; porque conheço as suas dores.
    Portanto, desci para livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e ampla, a uma terra que mana leite e mel; ao lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e do jebuseu.
    E agora, eis que o clamor dos filhos de Israel chegou a Mim: e também tenho visto a opressão com que os egípcios os oprimem.
    Vem agora, pois, e Eu te enviarei a Faraó, para que tires do Egito o Meu povo, os filhos de Israel.

    No mesmo livro, Êxodo 15:13-18.

    Tu, na Tua benignidade, guiaste o povo que redimiste:
    Tu o conduziste, na Tua força, à Tua santa habitação.
    Os povos ouviram e tremeram:
    Dores se apoderaram dos habitantes da Filístia.
    Então os chefes de Edom se espantaram;
    Dos poderosos de Moabe apoderou-se o tremor:
    Todos os habitantes de Canaã se derreteram.
    Terror e pavor caíram sobre eles;
    Pela grandeza do Teu braço ficaram imóveis como pedra;
    Até que o Teu povo passasse, ó Senhor,
    Até que passasse o povo que adquiriste.
    Tu o introduzirás e o plantarás no monte da Tua herança,
    No lugar, ó Senhor, que fizeste para a Tua habitação,
    No santuário, ó Senhor, que as Tuas mãos estabeleceram.
    O Senhor reinará eternamente e para sempre.

    Agora, Êxodo 19:1-6.

    No terceiro mês da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, naquele mesmo dia, chegaram ao deserto do Sinai.
    Tendo partido de Refidim e chegado ao deserto do Sinai, acamparam no deserto; e ali Israel acampou diante do monte.
    E Moisés subiu a Deus, e o Senhor o chamou do monte, dizendo: Assim falarás à casa de Jacó e anunciarás aos filhos de Israel:
    Vós tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias e vos trouxe a Mim mesmo.
    Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a Minha voz e guardardes a Minha aliança, sereis a Minha propriedade peculiar dentre todos os povos: porque toda a terra é Minha:
    e vós Me sereis um reino de sacerdotes e uma nação santa. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.

    E, por fim, Êxodo 40:34-35.

    Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo.
    E Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porque a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo.

    Vamos orar?

    Querido Pai celestial, entregamos a Tua Palavra em Tuas mãos e pedimos que a partas, a abençoes e a dês a nós. Pedimos em Teu precioso nome. Amém.

    Êxodo como o Livro da Obra de Deus

    Êxodo é um dos volumes do Pentateuco de Moisés. Em Gênesis, vemos a vontade de Deus — como Sua vontade está centrada no homem: o homem segundo o Seu coração, o homem coletivo, Cristo e Sua igreja.

    Êxodo, o segundo livro, nos fala das obras de Deus. Aquilo que Deus prometeu por Sua Palavra, Ele realizará por Sua própria obra.

    Êxodo dá sequência direta a Gênesis. Se vocês lerem o final de Gênesis, verão que José morreu aos cento e dez anos. Ele foi embalsamado e colocado num caixão no Egito.

    Então, quando vocês abrem Êxodo, encontram logo no início a relação das pessoas que desceram ao Egito; e José morreu, assim como seus irmãos e toda aquela geração. Assim, vocês percebem imediatamente a ligação entre Gênesis e Êxodo. Na verdade, Êxodo é uma continuação da história que começa em Gênesis.

    Êxodo como Saída e Libertação

    Agora, quanto a este livro de Êxodo: a palavra êxodo significa “saída” ou “partida”. Neste livro, vocês veem como os filhos de Israel, que eram escravos no Egito, foram libertados. Eles saíram do Egito, e Deus os conduziu até que finalmente chegaram à terra prometida.

    Esta história, escrita na Palavra de Deus, certamente serve para a nossa admoestação. Vocês se lembram de Romanos 15:4. Ali se diz que as coisas escritas nas Escrituras foram escritas para a nossa instrução, para que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança.

    Novamente, em 1 Coríntios 10:11, encontramos que essas coisas aconteceram como figuras para a nossa admoestação, para nós, sobre quem os fins dos séculos têm chegado. Portanto, queridos irmãos e irmãs, lembremos que não estamos apenas estudando história. É história, mas esta história está na Bíblia, na Palavra de Deus, porque serve como figura para nós hoje.

    Na libertação dos filhos de Israel do Egito, vemos como Deus nos liberta do pecado, da morte, de Satanás e do mundo. Portanto, isso deve ser algo pessoal para nós. Não devemos abordar o livro de Êxodo apenas como história, mas devemos enxergar nessa história a nossa própria história. Esse é o propósito deste livro de Êxodo.

    A Estrutura Tripartida de Êxodo

    Êxodo pode ser dividido, de modo geral, em três partes.

    A primeira parte vai do capítulo 1 ao capítulo 5. Por um lado, trata da escravidão; por outro, vemos o redentor.

    A segunda parte vai do capítulo 6 ao capítulo 18. É a história da libertação, e ela nos fala da redenção.

    Então, do capítulo 19 ao capítulo 40, temos a revelação. Por meio dessa revelação, vemos o povo redimido. Assim, em linhas gerais, é isso que encontramos no livro de Êxodo.

    A Escravidão no Egito e a Preparação de Moisés

    Na primeira parte, encontramos os filhos de Israel no Egito. Lembramos, em Gênesis, como Jacó foi ao Egito com sua família para ser preservado da fome. Naquela época, José era o primeiro-ministro do Egito, e eles viveram muito bem ali.

    Mas a Bíblia nos diz que, depois que morreram José, seus irmãos e aquela geração, um novo rei subiu ao trono. O historiador judeu Josefo nos diz que se tratava de uma nova dinastia. Portanto, o novo rei não conhecia José nem o que José havia feito pelo Egito.

    Durante aquele período, Deus abençoou os filhos de Israel no Egito. É realmente interessante observar isso. Abraão, Isaque e Jacó peregrinaram na terra prometida, e, durante sua peregrinação, Deus os abençoou. Mas, quanto à população, depois de todos aqueles anos de peregrinação, quando entraram no Egito, eram apenas setenta e cinco pessoas — não muitas.

    Eles viviam em paz e prosperidade, mas a população era muito, muito limitada: apenas setenta e cinco pessoas. Porém, depois que entraram no Egito, Deus começou a multiplicá-los. Durante aqueles anos no Egito, especialmente quando estavam sob perseguição e opressão, seu número cresceu tanto que, quando saíram do Egito, havia seiscentos mil homens.

    Se incluirmos as crianças, as mulheres e a multidão de outras pessoas que saiu com eles, provavelmente eram dois milhões ou dois milhões e meio. Assim, vocês podem ver como o Senhor agiu. A promessa do Senhor é verdadeira. Mesmo em meio a uma perseguição tão grande, Deus rapidamente multiplicou o povo, transformando uma família em uma nação.

    Mas, enquanto estavam no Egito e se multiplicavam sob a bênção de Deus, o novo rei ficou alarmado, porque viu que eles estavam se tornando cada vez mais fortes. Então começou a adotar medidas para oprimi-los. Submeteu-os a trabalhos pesados para construir cidades, canais e coisas assim.

    Mesmo assim, o povo continuou a se multiplicar. Então ele ordenou que todo menino que nascesse fosse lançado no rio Nilo. Era um genocídio, destinado a exterminar os filhos de Israel como povo. Mas não deu certo. O povo continuou a se multiplicar.

    Ainda assim, os filhos de Israel estavam sob grande pressão e clamaram a Deus por causa de suas aflições. Sem que soubessem, Deus estava preparando um salvador na pessoa de Moisés.

    Todos nós conhecemos a história de Moisés: como ele nasceu numa família de levitas; como seus pais, por temor a Deus, esconderam o filho durante três meses; e como, quando já não podiam continuar a escondê-lo, fizeram uma pequena arca, colocaram a criança nela e a puseram no rio Nilo.

    A filha de Faraó veio banhar-se, viu o cesto e pediu à sua serva que o pegasse. Quando o cesto foi aberto, o bebê chorou, e isso tocou o coração daquela mulher. Então ela adotou Moisés como seu filho.

    Josefo, o historiador judeu, nos diz que o nome da filha de Faraó era Termútis e que o rei em cujo reinado Moisés foi criado era Ramsés II. Assim, Moisés viveu no palácio.

    Sua mãe o amamentou apenas quando ele era muito pequeno. E, mesmo assim, durante aquele breve período, de alguma maneira ela conseguiu falar àquela criancinha sobre Deus e Seu propósito. Depois, ao crescer no palácio, ele aprendeu toda a ciência do Egito. Era poderoso em palavras e em obras.

    Mas, quando tinha quarenta anos, veio-lhe ao coração sair e visitar seus irmãos. Ele viu um egípcio espancando um hebreu; então matou aquele egípcio e o enterrou na areia.

    No dia seguinte, saiu e viu dois hebreus discutindo. Tentou usar sua eloquência para estabelecer a paz, mas foi rejeitado por seu próprio povo. A notícia se espalhou, e ele fugiu para salvar a vida.

    Ele fracassou em sua primeira tentativa. Deus permitiu que fracassasse porque estava agindo em sua própria força.

    Então vocês se lembram de como ele passou quarenta anos no deserto, pastoreando ovelhas. Ali desaprendeu tudo o que havia aprendido no Egito e aprendeu diretamente de Deus.

    Quando tinha oitenta anos — idade que ele mesmo considerava o fim da vida, pois, em Salmos 90:10, disse que a duração da vida de uma pessoa é de setenta anos e, havendo vigor, de oitenta —, Moisés pensava que sua vida havia chegado ao fim.

    Ele havia abandonado toda esperança de ser usado por Deus para libertar seu povo. Mas, quando ele chegou ao seu fim, Deus teve o Seu começo. Então Deus tomou posse dele. Deus Se revelou a ele numa sarça ardente — a sarça ardia, mas não se consumia, porque Deus estava ali. Deus chamou Moisés e o enviou ao Egito para libertar Seu próprio povo.

    A Escravidão de Israel como Figura do Pecado Humano

    Agora, queridos irmãos e irmãs, aqui vemos uma analogia do amor de Deus por nós hoje. Antes de conhecermos o Senhor Jesus, estávamos neste mundo sob o controle e o domínio do príncipe deste mundo.

    Quem é o príncipe deste mundo, o deus deste século? O adversário, Satanás. Todos os que nascem neste mundo estão sob a tirania desse deus do mundo, o príncipe deste mundo, Satanás.

    Ele é tão cruel. Submete todos nós a trabalhos pesados. Irmãos e irmãs, a vida é muito difícil. Trabalhamos arduamente para ganhar o sustento, e ele ocupa todo o nosso tempo, de modo que não temos forças para pensar nas coisas espirituais, nem sequer para pensar em nossa alma.

    Essa é a artimanha do inimigo. Ele nos mantém tão ocupados em ganhar o sustento, um sustento difícil, que não conseguimos sequer pensar em Deus ou em nossa alma. E não só isso: seu propósito é nos levar à morte.

    Ele sabe que está destinado ao inferno e quer companhia. Quer levar o maior número possível de pessoas para lhe fazer companhia no inferno. Lembrem-se: o inferno não foi criado para o homem. Deus não fez o inferno para o homem. O inferno foi feito para Satanás, mas Satanás procura levar consigo o maior número possível de pessoas.

    É isso que está acontecendo. A Bíblia diz que estávamos mortos em pecados e transgressões. Essa era a nossa condição. Estávamos sem auxílio e sem esperança.

    Mas, queridos irmãos e irmãs, sem que soubéssemos, Deus estava preparando o nosso Salvador. Na plenitude do tempo, Ele enviou Seu Filho a este mundo, nascido de mulher, nascido sob a lei, para que nos libertasse da maldição da lei e recebêssemos a filiação.

    Por isso, agradecemos a Deus por ter preparado o Salvador para nós. Cristo veio a este mundo.

    Cristo como o Redentor Maior

    Esta é a história que encontramos na primeira parte: o redentor. Agora, irmãos e irmãs, é claro que sabemos que nosso Senhor Jesus é maior do que Moisés. Moisés foi o salvador dos filhos de Israel, mas nosso Senhor Jesus é o Salvador do mundo.

    Na vida de Moisés, ele fracassou uma vez. Mas, na vida de nosso Senhor Jesus, Ele nunca falha. Nosso Senhor Jesus morreu uma vez por nós, e a redenção eterna foi realizada. Como agradecemos a Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, o Salvador!

    A Libertação por Meio da Páscoa

    Na segunda parte de Êxodo, encontramos a libertação. Ela vai do capítulo 6 ao capítulo 18. Deus enviou Moisés ao Egito para libertar o povo.

    Então Moisés foi a Faraó e disse: “Deus diz:

    Deixa ir o Meu povo, para que Me sirva.”

    Mas Faraó nem cogitava isso. Não deixaria o povo ir.

    Então Deus enviou praga após praga — dez pragas ao todo — para obrigar Faraó a deixar o povo de Deus ir. Por meio dessas dez pragas, Deus destruiu não apenas o Egito, mas também os deuses do Egito. Cada praga tinha alguma relação com as divindades, os ídolos, que os egípcios adoravam.

    Faraó não cedeu até que, finalmente, veio a última praga: a morte dos primogênitos. Naquela noite, o anjo de Deus passou por toda a terra do Egito e matou todos os primogênitos no Egito, desde o primogênito de Faraó até o primogênito dos escravos, e todos os primogênitos dos rebanhos de bois e ovelhas.

    Mas Deus preparou um caminho para os filhos de Israel. Todos sabemos que foi o cordeiro pascal. Deus disse aos filhos de Israel que cada família deveria separar um cordeiro no décimo dia do primeiro mês. Deveria ser um cordeiro sem defeito, e deveriam guardá-lo durante quatro dias.

    Então, no décimo quarto dia, entre as duas tardes, cada família deveria se reunir em casa. Deveriam matar o cordeiro, e o sangue do cordeiro deveria ser colocado na verga e nos umbrais da porta. Toda a família deveria permanecer dentro da casa, assar o cordeiro e comer sua carne.

    Quando o anjo passou pela terra naquela noite, sempre que via sangue na porta, passava por cima daquela casa. Se não houvesse sangue na porta, entraria e mataria o primogênito.

    Essa é a Páscoa. Todos os filhos de Israel, em obediência à Palavra de Deus, se reuniram em suas casas. Colocaram o sangue nos umbrais e na verga da porta, e todos os primogênitos dos filhos de Israel foram preservados. Foi por meio daquele sangue que Deus os salvou.

    Mas não era apenas o sangue — eles precisavam comer a carne do cordeiro. Por quê? Porque estavam prontos para partir do Egito. A carne lhes dava força. Comeram-na às pressas, porque Deus iria tirá-los dali. Comeram a carne e saíram do Egito.

    O Sangue e a Vida de Cristo

    Agora, irmãos e irmãs, novamente encontramos uma analogia entre a libertação deles e a nossa libertação. Como somos libertados?

    Somos libertados não por coisas corruptíveis, prata ou ouro, como diz Pedro, mas somos redimidos pelo sangue do Cordeiro sem mancha e sem defeito, o sangue de Cristo — 1 Pedro 1:18-19.

    Somos redimidos pelo sangue do Cordeiro. Todos os outros métodos são inúteis. Somente pelo sangue do Cordeiro somos poupados.

    Irmãos e irmãs, lembremos: há apenas um caminho. Para que a destruição e a morte passem por nós sem nos atingir, há apenas um caminho, e é pelo sangue do Cordeiro.

    Graças a Deus, o Cordeiro foi morto há dois mil anos. Quando nosso Senhor Jesus foi crucificado na cruz do Calvário, derramou ali Seu sangue. Seu sangue já foi derramado. Mas a pergunta é: aplicamos esse sangue ao nosso coração?

    Os filhos de Israel poderiam ter matado o cordeiro, mas, se tivessem se esquecido de colocar o sangue nos umbrais da porta, o anjo ainda assim entraria e mataria o primogênito. A redenção de nosso Senhor Jesus é suficiente para o mundo inteiro. Seu sangue é mais do que suficiente para a remissão dos pecados de todo o mundo.

    Mas por que os pecados de algumas pessoas são perdoados e os de outras não são? Não é por insuficiência do sangue do Senhor Jesus. É porque algumas pessoas aplicaram esse sangue ao coração, enquanto outras se recusam a fazê-lo.

    Você aspergiu o sangue sobre a consciência do seu coração? Somente o sangue de nosso Senhor Jesus pode purificar nossa consciência de nossos pecados. Somente o sangue do Senhor Jesus satisfaz a justiça de Deus, e somente o sangue de Jesus cala a boca do acusador, Satanás.

    Como é precioso o sangue de nosso Senhor Jesus! Somos salvos; nossos pecados são perdoados pelo sangue de nosso Senhor Jesus. Mas isso não é tudo.

    É a vontade de Deus na redenção que não tenhamos apenas o sangue do Senhor Jesus; que tenhamos também a carne. O Senhor Jesus disse:

    Bebei o Meu sangue e comei a Minha carne, e tereis vida eterna em vós; e, no último dia, Eu vos ressuscitarei dentre os mortos.

    Portanto, irmãos e irmãs, não apenas o sangue do Senhor Jesus nos lavou e purificou, satisfez a exigência de Deus e calou a boca de Satanás, mas a vida do Senhor Jesus, representada por Sua carne, agora está em nós.

    Pela fé, recebemos o Senhor Jesus. Ele agora é a nossa vida. Ele agora é a nossa força, e, por Sua vida, podemos sair do mundo e entrar no céu. Lembrem-se disto: temos a vida do Senhor Jesus em nós, e somente por essa vida podemos atravessar este mundo até finalmente chegarmos ao nosso lar.

    A Redenção para o Serviço a Deus

    Vocês se lembram de que, quando Moisés tentava tirar o povo do Egito, Faraó não os deixava ir. Quando a pressão começou a vir sobre Faraó, ele tentou fazer acordos e negociar.

    Repetidas vezes, quando vinha uma praga e ele já não conseguia suportá-la, dizia: “Estou errado. Retirem a praga, e eu os deixarei ir.” Mas, quando a praga era retirada, ele voltava a se recusar a deixá-los ir.

    Então vinha outra praga, e Faraó ficava sob pressão. Ele dizia: “Está bem, se querem servir a Deus, sirvam a Ele aqui. Sirvam a Ele aqui. Não vão embora; sirvam a Ele aqui.”

    Moisés dizia: “Não. Não podemos celebrar a festa do Senhor aqui no Egito, porque talvez sacrifiquemos coisas que são abominação para os egípcios, e seremos apedrejados. Não podemos servir a Deus aqui. Precisamos fazer uma jornada de três dias para celebrar a festa do Senhor.”

    Então Faraó dizia: “Está bem, se precisam ir, não vão muito longe. Fiquem aqui por perto.” Moisés dizia: “Não, precisamos fazer uma jornada de três dias.”

    Então Faraó perguntou: “Quem vai?” Moisés disse: “Nós, os homens e as mulheres, os velhos e os jovens, nossas filhas e nossos filhos, nossas ovelhas e nossos bois — todos irão.”

    Faraó disse: “Não, não, não. Vocês, homens, querem servir a Deus? Está bem, vão, mas deixem a família aqui.” Moisés disse: “Não, isso não pode ser feito.” Então Faraó disse: “Está bem, vão com seus filhos e suas filhas, mas deixem seus bois e suas ovelhas aqui.” Moisés disse: “Não, nem uma unha ficará. Tudo deve ir.”

    Finalmente, naquela noite da Páscoa, Faraó disse: “Está bem, vão. Vão depressa, vão depressa.” Então todos partiram.

    Isso não é uma lição para nós hoje? Vejam como Satanás tenta nos manter presos.

    Queridos irmãos e irmãs, por que somos salvos? Afinal, por que Deus nos salva? Deus não nos salva apenas para que sejamos livres. Sim, somos livres, mas Deus não nos salva simplesmente para que tenhamos liberdade de viver como quisermos.

    Não.

    Deixa ir o Meu povo, para que Me sirva.

    Antes servíamos a Satanás e ao mundo, mas agora Deus diz:

    Deixa ir o Meu povo, para que Me sirva.

    Ninguém que esteja em escravidão pode servir a Deus.

    Deus precisa de pessoas livres. Somente quando somos libertados podemos servir a Deus. O propósito da vida é servir a Deus e adorá-Lo. Esse é o propósito da vida.

    Mas como podemos servir se não somos livres? Como podemos servir no mundo se ainda estamos no Egito? Não há como servir, porque os egípcios interferirão em nosso serviço. Eles dizem: “Não, não desse jeito. Este é um jeito melhor de fazer.”

    Infelizmente, o cristianismo hoje está no mundo, tentando servir a Deus no mundo. Não é de admirar que todas essas coisas mundanas, todos esses métodos mundanos e a engenhosidade humana tenham dominado o serviço cristão. Vocês não podem servir a Deus no mundo. Precisam estar separados.

    A Salvação da Família e a Consagração Integral

    Agora, quem vai servir a Deus? Queridos irmãos e irmãs, a salvação de Deus é uma salvação para toda a casa. Em outras palavras, na Páscoa havia um cordeiro para cada casa. Se aquela família fosse pequena demais, outras pessoas poderiam se juntar a ela para completar aquela casa; mas era um cordeiro para uma casa.

    Essa é a salvação de Deus. A salvação de Deus não é apenas para o homem, não é apenas para a mulher, não é apenas para os velhos, mas também para os jovens; não é apenas para os pais, mas também para os filhos e as filhas; e não só isso: até os bois e as ovelhas estão incluídos.

    Em outras palavras, na redenção de Deus, Ele nos redimiu por completo: toda a casa, com tudo aquilo com que Deus nos abençoou.

    Queridos irmãos e irmãs, é a vontade de Deus que não apenas nós, homens, sirvamos a Deus, e não apenas as mulheres sirvam a Deus, mas que nossos filhos também sirvam a Deus. Não somente nossos filhos devem servir a Deus, mas nós devemos servir a Deus com todas as bênçãos, todas as coisas, com que Deus nos abençoou. Elas são Dele por direito.

    Precisamos apresentar tudo — nós mesmos, nossa família, nossos filhos e nossos bens — a Deus, para que Ele seja servido. É assim que celebramos a festa do Senhor. Graças a Deus, vemos que todos e tudo saíram do Egito.

    O Mar Vermelho e o Batismo

    Os filhos de Israel não apenas celebraram aquela Páscoa para serem poupados da morte, mas também comeram a carne, com seus cajados prontos. Imediatamente começaram sua jornada e saíram do Egito.

    Deus os conduziu por um caminho que passava pelo mar Vermelho. Na verdade, havia uma rota terrestre pela qual poderiam ir a Canaã, mas Deus não os conduziu por aquele caminho. Era o caminho dos filisteus, mas Deus não levou os filhos de Israel por ali. Ele os conduziu pelo mar Vermelho.

    Por quê? Porque Deus disse que, se fossem por terra e encontrassem oposição, poderiam mudar de ideia e querer voltar. Então Deus os conduziu pelo mar Vermelho para que não pudessem mais voltar.

    Eles chegaram ao mar Vermelho com Faraó e seu exército em sua perseguição. Deus abriu o mar, e os filhos de Israel atravessaram em terra seca. Depois que atravessaram, o mar voltou, e todos os carros e os homens de Faraó se afogaram.

    Irmãos e irmãs, os filhos de Israel finalmente saíram do Egito. O mesmo acontece conosco.

    O mar Vermelho é uma figura do batismo. Algumas pessoas dizem: “Bem, eu creio no Senhor Jesus, mas não preciso ser batizado. Por que deveria ser batizado? A água não me purifica dos meus pecados. É o sangue que me purifica dos meus pecados, e isso não basta?”

    É verdade: o batismo nas águas jamais purifica seus pecados. Não purifica. Mas o batismo marca uma separação. Agora você está separado do mundo para sempre.

    Antes do mar Vermelho, os filhos de Israel serviam a Faraó porque pertenciam a Faraó. Então Deus os libertou, e eles atravessaram o mar Vermelho.

    Em 1 Coríntios 10:1-2, vemos que os filhos de Israel atravessaram o mar Vermelho sob a nuvem, com as águas erguidas dos dois lados, e a Bíblia diz que foram batizados em Moisés.

    Em outras palavras, irmãos e irmãs, o que é o batismo? O batismo é isto: antes pertencíamos a Faraó, a Satanás, ao reino das trevas. Agora, no batismo, já não pertencemos àquele reino. Estamos fora daquele reino.

    Deus nos libertou do poder das trevas e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor. Assim, pelo batismo, somos batizados em Cristo.

    Pelo batismo, declaramos que pertencemos a Cristo. Já não pertencemos ao mundo. Já não pertencemos a Faraó nem a Satanás. Pertencemos a Cristo. Nem sequer pertencemos a nós mesmos. Pertencemos a Cristo.

    Isso é uma declaração, é um testemunho e é uma separação. Com essa declaração e esse testemunho, somos separados do mundo para sempre. Pertencemos a Cristo.

    Portanto, o batismo é muito importante. Se você sabe o que é o batismo e é batizado, perceberá que ele estabelece algo em sua vida espiritual. Ele lhe dá força para declarar e permanecer firme na posição de separação — que você não pertence a ninguém além de Cristo, e somente a Cristo.

    O Propósito da Libertação

    Depois que saíram pelo mar Vermelho, encontramos, no capítulo 15, aquele cântico de vitória. No cântico de vitória, pela primeira vez, Deus revelou aos filhos de Israel o propósito da libertação. Por que Deus os libertou?

    É verdade que Deus ouviu seu clamor. Deus foi tocado por sua aflição. Deus queria libertá-los. Mas por quê? Por quê?

    Ali, em Êxodo 15:13, 17-18, encontramos:

    Tu, na Tua misericórdia, guiaste o povo que redimiste;
    Tu o conduziste, pela Tua força, à Tua santa habitação.
    Tu o introduzirás e o plantarás no monte da Tua herança,
    No lugar, ó Senhor, que fizeste para a Tua habitação,
    No santuário, ó Senhor, que as Tuas mãos estabeleceram.
    O Senhor reinará eternamente e para sempre.

    Em outras palavras, o propósito da libertação não é apenas sair; é entrar. Deus os tirou de lá para introduzi-los em outro lugar — do Egito para Canaã, da escravidão para uma terra que mana leite e mel, da fornalha ardente para um lugar de habitação.

    Em outras palavras, Deus quer libertar o povo para Si mesmo e fazer do Seu povo a Sua habitação. Ele quer habitar entre Seu povo e quer ser Rei sobre Seu próprio povo. Esse é o propósito da redenção.

    A Revelação no Monte Sinai

    Então chegamos à última parte. A última parte vai do capítulo 19 ao capítulo 40. Essa é a revelação.

    Os filhos de Israel foram libertados. Saíram do Egito, e Deus os levou, como sobre asas de águias, até o Sinai. Agora estavam no monte Sinai. Levaram três meses para chegar ali.

    Durante aqueles três meses, vemos que Deus tratou com eles inteiramente pela graça. Pela graça, Deus os libertou do Egito. Pela graça, Deus abriu o mar Vermelho. Pela graça, Deus fez chover maná para lhes servir de alimento. Pela graça, Deus abriu a rocha e fez sair água da rocha. Pela graça, Deus os conduziu até o monte Sinai.

    Depois que chegaram ali, Deus começou a anunciar Seu propósito. Ele disse:

    Agora vos trouxe a Mim mesmo.
    Se ouvirdes a Minha voz e guardardes a Minha aliança, farei de vós o Meu povo, um povo de Minha propriedade dentre todas as nações.
    Farei de vós um reino de sacerdotes, uma nação santa.

    O propósito de Deus ao nos salvar não é apenas que saiamos, que sejamos salvos do pecado, que saiamos do mundo ou que simplesmente sejamos livres. Não. Deus nos salva para nos introduzir em algo.

    Ele quer nos introduzir na terra prometida. O que é a terra prometida? Graças a Deus, nossa terra prometida é Cristo.

    Em outras palavras, Ele nos libertou do mundo e está nos colocando em Cristo, para que conheçamos todas as riquezas que há em Cristo. Esse é o propósito de Deus.

    Ao conhecermos as riquezas de Cristo, podemos receber o mesmo caráter que Ele tem, para nos tornarmos uma habitação para Deus, e Deus habitar entre nós. Ele pode reinar sobre nós, e nós podemos ser uma nação de sacerdotes que O serve. Esse é o propósito de Deus.

    Graças a Deus, saímos. Mas já entramos de maneira vivencial? Conhecemos a plenitude que há em Cristo?

    Quanto mais conhecemos as riquezas de Cristo, mais somos transformados e conformados à Sua imagem. Somente assim Deus pode habitar entre nós. Deus não pode habitar num ambiente estranho a Ele. Deus só pode habitar num lugar que esteja de acordo com Ele, um lugar que seja um com Ele.

    É por isso que precisamos ser transformados. A transformação significa simplesmente que precisamos sair de nós mesmos e entrar mais em Cristo. À medida que Cristo é formado gradualmente em nós, a edificação de Deus começa a tomar forma. Deus pode habitar em nosso meio e ser servido por nós. Devemos ser um reino de sacerdotes.

    A Lei e o Tabernáculo

    Aqui encontramos uma revelação: Deus revela Seu pensamento ao Seu povo. Para tornar possível essa revelação, esse propósito de Deus, Ele lhes deu duas coisas.

    Primeiro, Deus lhes deu a lei: capítulos 20 a 24. Segundo, Deus lhes deu o tabernáculo: capítulos 25 a 40. Com essas duas coisas, a lei e o tabernáculo, Deus cumpriria Seu propósito entre Seu povo.

    O Propósito da Lei

    O que é a lei? A essência da lei são os Dez Mandamentos. Deus deu aos filhos de Israel duas tábuas de pedra.

    Na primeira tábua de pedra havia quatro mandamentos, e na segunda havia seis mandamentos. A primeira tábua fala do relacionamento do homem com Deus.

    Somos criados por Deus, e há um dever, uma responsabilidade, um relacionamento com nosso Criador, Aquele que nos fez, nosso Deus. Os primeiros quatro mandamentos regulam nosso relacionamento com Deus.

    Além Dele, não terás outro deus.
    Não farás imagens para adorá-las.
    Não tomarás o nome do Senhor em vão.
    Guardarás o sábado.

    Tudo isso diz respeito a Deus.

    Então os seis mandamentos da segunda tábua regulam o relacionamento entre os seres humanos. Somos criados por Deus como semelhantes. Portanto, como devemos tratar uns aos outros?

    Honra teus pais;
    Não matarás.

    E assim por diante.

    Essas leis regulam nossos relacionamentos. A vida é basicamente relacionamento, e a lei regula esses relacionamentos. Se guardarem a lei, viverão e se tornarão o povo de Deus. Por quê? Porque assumirão o caráter de Deus.

    A lei de Deus, em certo sentido, revela Seu caráter. Nosso Deus é justo. Nosso Deus é santo. Somente nosso Deus é único. Nosso Deus é amor. A lei revela o caráter de Deus. Se guardarem os mandamentos, poderão se tornar o povo de Deus.

    Quando Deus lhes deu os mandamentos, o que eles fizeram? Repetidas vezes, três vezes, disseram: “Tudo o que Deus nos disse, faremos.” Muito bem — estavam mortos.

    Eles não conheciam a si mesmos. Eram presunçosos. Pensavam que eram capazes de guardar as leis de Deus, sem saber que não podiam fazê-lo. Se não podiam fazê-lo, por que Deus lhes deu a lei?

    Vocês precisam ir ao Novo Testamento para descobrir o motivo. Ali encontramos que a lei é boa.

    Paulo, em Romanos 7:12, diz que a lei é boa. Os mandamentos são santos, justos e corretos. Não há nada de errado com eles. Se vocês os guardarem, viverão. Se os guardarem, se tornarão o povo de Deus. Não há nada de errado com eles.

    O que está errado está em nós. Em nós — isto é, em nossa carne — não há bem algum. Mas os filhos de Israel não conheciam essa carne. Foram necessários quarenta anos no deserto para que conhecessem sua carne.

    Mas, graças a Deus, Ele lhes deu a lei. A lei é algo acrescentado. Não se opõe à promessa de Deus. Deus tem Sua promessa, mas a lei não se opõe à promessa de Deus.

    Pelo contrário, a lei encerra todos debaixo do pecado, para que nos conduza a Cristo como nosso aio.

    Se vocês souberem usar a lei da maneira correta, não há nada melhor. A lei foi acrescentada por causa das transgressões, para que conheçamos nossos pecados, para que sejamos encerrados sem outra saída senão Cristo, para que olhemos para Cristo e para que tenhamos Cristo. Se a lei pode servir a esse propósito, isso não é maravilhoso?

    Infelizmente, os filhos de Israel não perceberam isso. Pensavam que podiam cumpri-la. Mas, enquanto Moisés estava no monte recebendo os Dez Mandamentos, antes que a lei chegasse às mãos deles, já a haviam quebrado. Adoraram o bezerro de ouro.

    Lembrem-se disto: durante os primeiros três meses, do Egito ao monte Sinai, os filhos de Israel estavam sob a graça. Mas, a partir do capítulo 19, ou do capítulo 20, Deus lhes deu a lei; portanto, estavam sob a lei.

    Mas, no capítulo 34, já haviam quebrado a lei. Assim, por meio da mediação de Moisés, Deus manteve Sua aliança com eles, mas também com graça. A partir do capítulo 34, temos a lei mesclada com a graça. Foi assim que Deus tratou com os filhos de Israel.

    O Tabernáculo como Cumprimento do Propósito de Deus

    Por um lado, Deus lhes deu a lei para revelar Sua santidade. Por outro, Deus lhes ordenou que construíssem um tabernáculo para Ele.

    Não temos tempo para entrar nos detalhes do tabernáculo, mas graças a Deus pelo tabernáculo. Na verdade, provavelmente só nos lembramos daquilo que Moisés recebeu no monte Sinai: a lei. Mas a lei ocupa apenas alguns capítulos, do capítulo 20 ao capítulo 24.

    A partir do capítulo 25, encontramos o tabernáculo. Em outras palavras, o tabernáculo é o propósito de Deus; a lei é um meio de nos conduzir ao tabernáculo.

    O tabernáculo fala, principalmente, de Cristo.

    Se vocês lerem o Novo Testamento, encontrarão em João 1:14:

    O Verbo Se fez carne e habitou entre os homens, cheio de graça e de verdade.

    Quando nosso Senhor Jesus estava na terra, Ele era o tabernáculo, cheio de graça e de verdade.

    É isso que o tabernáculo é. O tabernáculo é cheio de beleza e glória. Tudo no tabernáculo fala do Senhor Jesus.

    Fala do Senhor Jesus como nosso sacrifício, como o altar de bronze onde os sacrifícios são oferecidos. Em outras palavras, pelo sangue de nosso Senhor Jesus, nossos pecados são perdoados.

    Nosso Senhor Jesus é a pia de bronze. É por meio de nosso Senhor Jesus que somos lavados dia após dia — não apenas lavados uma vez, mas lavados dia após dia —, para estarmos aptos a servi-Lo.

    Ele é a nossa luz. Ele é a nossa adoração, representada pelo candelabro de ouro, pela mesa de ouro dos pães da proposição e pelo altar de ouro do incenso. Ele é, naturalmente, a arca e o propiciatório.

    Tudo no tabernáculo fala do Senhor Jesus — de Quem Ele é e do que fez por nós. Por causa disso, Deus providenciou um caminho para chegarmos a Ele.

    É por meio da obra consumada de Cristo que podemos nos aproximar do trono da graça. Em Hebreus 10:19, é dito que hoje temos ousadia para entrar no Santo dos Santos, para entrar na própria presença de Deus, pelo sangue do Senhor Jesus.

    É por um novo e vivo caminho que Ele nos abriu através do véu, isto é, da Sua carne. Temos o grande Sumo Sacerdote, que vive e intercede por nós. Portanto, vamos nos aproximar.

    Em outras palavras, Deus nos chama a nos aproximarmos Dele. Irmãos e irmãs, nós, que antes estávamos mortos em pecados e transgressões, agora somos redimidos e somos chamados a nos aproximarmos de Deus, a adorá-Lo, a servi-Lo e a sermos uma casa de Deus, para que Deus habite nela por Seu Espírito.

    A Plenitude da Redenção

    Isso é redenção. Todo o livro de Êxodo nos fala da redenção — do que é a redenção.

    Temos um Redentor maravilhoso. A obra da redenção está completa e, graças a Deus, somos os redimidos. Que os redimidos do Senhor louvem Seu nome.

    Vamos orar?

    Querido Pai celestial, nós Te louvamos e agradecemos por Teu grande amor para conosco. Tu enviaste Teu Filho amado, nosso Senhor Jesus, a este mundo para ser nosso Redentor. Que Redentor maravilhoso Ele é!

    O que Ele fez? Oh, como Sua obra de redenção é abrangente, completa e perfeita! Nós Te louvamos e agradecemos porque hoje, pela fé e pela Tua graça, somos os redimidos do Senhor.

    Como redimidos do Senhor, não queremos apenas sair livres. Queremos servir a Ti em Tua casa eternamente e para sempre. Que Teu nome seja glorificado. Oramos em nome de nosso Senhor Jesus. Amém.