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THAT THE WORD OF THE LORD MAY RUN AND BE GLORIFIED
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    Acts #9: Peter © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Acts #9: Peter
    Acts #9: Peter
    Kaung, Stephen

    A origem celestial e a unidade da Igreja

    Domingo à noite, 4 de fevereiro de 1973 — Richmond, Virgínia

    Vamos fazer uma oração.

    Ó Senhor, nenhum homem pode permanecer diante de Ti. Nós Te louvamos e Te agradecemos pelo precioso sangue, pelo novo e vivo caminho que nos abriste, para que possamos entrar em Tua própria presença, a fim de adorar, ter comunhão, esperar em Ti e ouvir-Te.

    Ó Senhor, que privilégio é esse! Que graça, que misericórdia! Sempre nos maravilha o fato de o homem poder entrar em Tua própria presença. Ó Senhor, oramos para que possamos ouvir o que o Espírito diz à igreja. Em Teu precioso nome. Amém.

    Leitura bíblica: Atos 10:1-36

    Por favor, abram em um capítulo muito conhecido: o capítulo 10 do livro de Atos. Vamos ler a partir do versículo 1.

    Havia em Cesareia um homem por nome Cornélio,
    centurião da coorte chamada Italiana;
    piedoso e temente a Deus, com toda a sua casa,
    que fazia muitas esmolas ao povo e continuamente orava a Deus.

    Este viu claramente numa visão, cerca da hora nona do dia,
    um anjo de Deus, que entrava onde ele estava e lhe dizia: Cornélio.

    E ele, fixando nele os olhos e atemorizado, disse: Que é, Senhor?
    E o anjo lhe disse: As tuas orações e as tuas esmolas subiram para memória diante de Deus.

    Agora, pois, envia homens a Jope e manda chamar Simão, que tem por sobrenome Pedro:
    ele está hospedado com um certo Simão, curtidor, cuja casa fica à beira-mar.

    E, quando se retirou o anjo que lhe falava,
    chamou dois dos seus servos domésticos
    e um soldado piedoso dos que estavam continuamente a seu serviço;
    e, havendo-lhes contado tudo, enviou-os a Jope.

    No dia seguinte, indo eles pelo caminho e estando já perto da cidade,
    subiu Pedro ao terraço para orar, cerca da hora sexta:
    e teve fome e quis comer:
    mas, enquanto lhe preparavam a comida, sobreveio-lhe um êxtase;
    e viu o céu aberto
    e um objeto que descia, como um grande lençol,
    baixado pelas quatro pontas à terra:
    no qual havia toda sorte de quadrúpedes, répteis da terra e aves do céu.

    E veio a ele uma voz: Levanta-te, Pedro; mata e come.

    Mas Pedro disse: De modo nenhum, Senhor;
    porque nunca comi coisa alguma comum e imunda.

    E a voz tornou a falar-lhe pela segunda vez:
    Não faças tu comum ao que Deus purificou.

    E aconteceu isto três vezes:
    e logo o objeto foi recolhido ao céu.

    E, estando Pedro muito perplexo consigo mesmo acerca do que significaria a visão que tivera,
    eis que os homens enviados por Cornélio, tendo perguntado pela casa de Simão, pararam à porta
    e, chamando, perguntaram se Simão, que tinha por sobrenome Pedro, estava ali hospedado.

    E, pensando Pedro na visão, disse-lhe o Espírito:
    Eis que três homens te procuram.
    Levanta-te, pois, desce e vai com eles, nada duvidando:
    porque Eu os enviei.

    E Pedro, descendo ao encontro dos homens, disse:
    Eis que sou eu a quem procurais; qual é a causa por que viestes?

    E eles disseram: Cornélio, o centurião, homem justo e temente a Deus,
    e de bom testemunho entre toda a nação dos judeus,
    foi avisado por Deus, por meio de um santo anjo, para chamar-te à sua casa
    e ouvir palavras de ti.

    Então, chamando-os para dentro, hospedou-os.

    E, no dia seguinte, levantou-se e partiu com eles;
    e alguns dos irmãos de Jope o acompanharam.

    E, no dia seguinte, entraram em Cesareia.
    E Cornélio os esperava, tendo reunido os seus parentes e amigos mais íntimos.

    E aconteceu que, entrando Pedro, Cornélio saiu ao seu encontro
    e, prostrando-se aos seus pés, o adorou.
    Mas Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te; eu também sou homem.

    E, conversando com ele, entrou e encontrou muitos reunidos;
    e disse-lhes:
    Vós bem sabeis que não é lícito a um homem judeu ajuntar-se ou aproximar-se de alguém de outra nação;
    mas Deus mostrou-me que a nenhum homem devo chamar comum ou imundo:
    por isso, sendo chamado, vim sem objeção.
    Pergunto, pois, por que razão me mandastes chamar.

    E Cornélio disse: Há quatro dias, até esta hora, eu estava em minha casa, observando a hora nona de oração;
    e eis que um homem se apresentou diante de mim com vestes resplandecentes
    e disse: Cornélio, a tua oração foi ouvida, e as tuas esmolas foram lembradas diante de Deus.
    Envia, pois, a Jope e manda chamar Simão, que tem por sobrenome Pedro;
    ele está hospedado em casa de Simão, curtidor, à beira-mar.
    Logo, pois, mandei chamar-te, e bem fizeste em vir.
    Agora, pois, estamos todos presentes diante de Deus,
    para ouvir todas as coisas que te foram ordenadas pelo Senhor.

    E Pedro, abrindo a boca, disse:
    Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas:
    mas, em qualquer nação, aquele que O teme e pratica a justiça Lhe é aceitável.

    A palavra que Ele enviou aos filhos de Israel,
    anunciando a paz por Jesus Cristo — Ele é o Senhor de todos.

    A continuidade do ministério do Cristo ressuscitado

    Creio que, para dar continuidade, provavelmente preciso voltar um pouco e preencher algumas lacunas. Então, espero que aqueles que já estiveram aqui tenham paciência comigo. Espero tomar o menor tempo possível, apenas para nos trazer até este ponto.

    Lucas, o médico amado, foi usado pelo Senhor para nos dar dois livros no Novo Testamento. Em seu primeiro relato, o Evangelho segundo Lucas, ele nos contou o que o Senhor Jesus começou a fazer e a ensinar. Sublinhem essa palavra: começou.

    Depois, em seu segundo relato, o livro de Atos, ele nos contou o que o Senhor ressuscitado continua a fazer e a ensinar.

    Quando nosso Senhor Jesus começou a fazer e a ensinar nesta terra, Ele fez tudo isso no corpo que assumiu em Sua encarnação. Ele usou aquele corpo por mais de trinta e três anos.

    Mas, quando continuou a fazer e a ensinar, depois de ressuscitar dentre os mortos e subir ao céu, Ele assumiu outro corpo: o Corpo de Cristo, esse corpo coletivo. Nesse corpo, Ele tem continuado a fazer e a ensinar até o presente momento.

    É um corpo que veio a existir no dia de Pentecostes. No dia de Pentecostes, cento e vinte crentes individuais, uma congregação que orava em unanimidade, receberam o Espírito Santo; e foram batizados em um só corpo.

    Esse foi o início daquele corpo. Daí em diante, vocês veem que esse corpo cresce gradualmente. Esse corpo vai tomando forma segundo o plano de Deus. É nesse corpo que o Senhor ressuscitado pode continuar a fazer e a ensinar.

    O desenvolvimento do Corpo de Cristo

    No crescimento de uma pessoa, podemos dizer, em linhas gerais, que há três etapas. A primeira é o que chamamos de fase da infância. Quando olhamos para trás, vemos que os dias da infância estão entre os momentos mais felizes de nossa vida.

    Somos cuidados. Não temos preocupação, responsabilidade nem problema. Se surgisse algum problema, nossos pais cuidariam dele. Apenas desfrutamos daquilo que nossos pais nos proporcionaram. Um tempo feliz.

    Depois disso, entramos na adolescência. Esse é o período mais difícil. Não é difícil apenas para quem está crescendo, mas também para todos os que estão ao redor dele ou dela.

    É um período de conflito, de agitação, um período em que se duvida de tudo e se questiona tudo; abandonam-se todas as tradições, experimentam-se novas ideias e busca-se um futuro.

    Mas, vocês sabem, esse é o período mais empolgante. Se uma pessoa chegará à vida adulta ou se acabará fracassando depende, em grande parte, desse período, porque esse é o período de formação.

    Depois que vocês saem da adolescência e entram na vida adulta, então é apenas uma questão de amadurecimento.

    É assim que vejo o livro de Atos. A maneira como o Corpo de Cristo cresce parece seguir a mesma ordem do crescimento de uma pessoa.

    A infância da Igreja

    Vejo os capítulos 1 a 5 de Atos como a infância do Corpo de Cristo — o momento mais feliz da igreja. Todos os que leem esses capítulos ainda percebem como eram felizes aqueles que creram! Ah, como eram felizes!

    De cento e vinte para três mil, depois para cinco mil, e o Senhor acrescentava pessoas à igreja diariamente. Ah, o crescimento de uma criança!

    Todos os que creram perseveravam no ensino e na comunhão dos apóstolos, no partir do pão e nas orações. Como eram um em espírito e em alma! Ninguém dizia que alguma coisa lhe pertencia; tudo era cheio de amor. Um tempo feliz, feliz. Nenhum problema.

    Sempre que surgia um problema — no capítulo 5, surgiu um pequeno problema —, vocês veem que o Espírito Santo o resolvia imediatamente. Vocês não precisam se preocupar com isso; seus pais cuidam disso. Tudo era providenciado. Glorioso!

    Creio que, quando lemos o livro de Atos, muitas vezes desejamos poder voltar àquele tempo.

    O período de formação da Igreja

    Depois, do capítulo 6 ao capítulo 15, vocês encontram algo inteiramente diferente. O Corpo de Cristo entrou em um período de grande conflito — problemas tremendos.

    Então, vocês realmente não sabem como tudo vai terminar: se ele será formado segundo o padrão celestial, como o Corpo de Cristo, um vaso para uso do Mestre, ou se acabará em ruína. Ninguém sabe.

    Contudo, esses capítulos retratam algo muito real. Depois, do capítulo 16 ao capítulo 28 — e aos capítulos 29, 30, 31, 32, e assim por diante, hoje e talvez amanhã —, vocês sabem, o livro de Atos nunca termina. Ele ainda está em andamento.

    Não é apenas o capítulo 28; vocês não podem limitá-lo àquele capítulo nem encerrá-lo ali. É um processo de amadurecimento até que o corpo alcance seu pleno desenvolvimento; então, o Noivo virá e tomará para Si a Sua noiva.

    Mencionamos, na última vez, que, durante o período de formação, esses anos formativos são os mais importantes. Os capítulos 6 a 15 são os capítulos mais importantes do livro de Atos.

    O vinho novo e o odre novo

    Por quê? Deixem-me usar outra ilustração. A vida de Cristo é o vinho novo. O vinho novo procura um odre novo.

    Vocês não podem colocar o vinho novo em odres velhos. O odre velho perdeu a elasticidade; ele está rígido, está fixo. Se vocês colocarem vinho novo no odre velho, o vinho novo continuará fermentando, e o resultado será que ele romperá o odre velho, e o vinho novo será desperdiçado.

    O vinho novo deve ser colocado em um odre novo. A vida do Senhor Jesus é o vinho novo. O judaísmo é o odre velho. Se vocês tentarem colocar a vida de Cristo dentro do judaísmo, não vai funcionar.

    Por isso, o Senhor procura um odre novo. O que é esse odre novo? O Corpo de Cristo — a igreja.

    Vocês veem que, na formação desse odre novo, o Corpo de Cristo passa por um período formativo. Será ele considerado parte do odre velho e, assim, perderá o frescor, o poder e a vida do vinho novo? Ou se tornará um odre novo, completamente novo, para ser cheio do vinho novo?

    Essa é a questão nesses capítulos, do capítulo 6 ao capítulo 15 do livro de Atos.

    Graças a Deus, Ele levantou algumas pessoas-chave. Por meio dessas pessoas, Ele pôde conduzir o Corpo de Cristo, a igreja, naqueles dias, para que se tornasse aquele odre novo que Ele havia determinado.

    Irmãos e irmãs, é isso que nos interessa neste momento. Na última vez em que estive aqui, estudamos juntos três dessas pessoas-chave. Começamos com Estêvão, continuamos com Filipe e, por fim, consideramos Paulo.

    Agora, é claro, não podemos voltar a tudo novamente, porque, se voltarmos, não poderemos avançar. Mas, de qualquer modo, vocês veem que Deus levantou primeiro Estêvão como pioneiro do caminho celestial, do novo caminho.

    A igreja não é parte do judaísmo. É uma nova criação, um odre novo, um vaso novo. Como Estêvão estava abrindo esse caminho, tornou-se alvo de perseguição.

    Isso avançou um pouco mais com a inclusão dos samaritanos. Havia um tremendo preconceito entre esses dois povos. Mas aqui vocês veem que os samaritanos foram unidos aos judeus, e os judeus aos samaritanos.

    Depois, Deus levantou um vaso extremamente incomum na pessoa de Paulo. Ele era o próprio símbolo do judaísmo, e Deus despedaçou completamente o seu judaísmo e o usou como mestre construtor do Corpo de Cristo.

    Pedro e a abertura do evangelho aos gentios

    Nesta noite, gostaríamos de continuar com a quarta pessoa, que é Pedro.

    Vocês sabem, Pedro veio ao Senhor por meio de seu irmão André. Todos nós sabemos disso. André, seu irmão, estava com João Batista. Quando nosso Senhor Jesus passou, João Batista disse:

    Eis o Cordeiro de Deus.

    Na segunda vez em que João Batista deu esse testemunho, André e seu companheiro deixaram João Batista e seguiram o Senhor. Ficaram com o Senhor naquela noite e, na manhã seguinte, André foi procurar seu irmão Simão e disse:

    Achamos o Messias.

    Assim, ele levou Simão ao Senhor.

    Foi amor à primeira vista. Quando o Senhor viu Simão e Simão viu o Senhor, não foi apenas uma troca de olhares. A palavra usada indica que olharam atentamente um para o outro.

    Imediatamente, Pedro recebeu uma revelação — uma revelação do Pai celestial, não de carne e sangue. Nosso Senhor Jesus disse:

    Simão Barjonas, tu és bem-aventurado, porque isso não te foi instruído nem ensinado por carne e sangue. Foi o Pai celestial que te revelou.

    Graças a Deus por essa revelação. Mas a revelação do Pai acerca de Seu Filho é apenas a primeira parte da revelação. Há uma segunda parte.

    Imediatamente depois de Pedro confessar o Senhor Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo, o Senhor disse, em essência:

    Foi o Pai que te revelou isso. O Pai te revela o Filho. Ninguém conhece o Filho senão o Pai; ninguém conhece o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho O quiser revelar.

    Agora, o Pai havia revelado o Filho a Pedro. Então, depois que Pedro recebeu essa revelação, o Filho começou a revelar algo mais.

    Tu és Pedro, uma pedra viva. Edificarei a Minha igreja sobre esta rocha, e as portas do Hades não prevalecerão contra ela.

    Mas como? Como o fundamento será lançado? Como a igreja poderá ser edificada sobre essa rocha? O Senhor disse:

    Devo ir a Jerusalém. Devo sofrer. Devo morrer. Mas, ao terceiro dia, ressuscitarei dentre os mortos.

    Irmãos e irmãs, essa é uma revelação tremenda. É tão tremenda quanto a primeira parte da revelação. O Pai revelou Seu Filho a Pedro, e o Filho revelou Seu propósito quanto àquilo que veio fazer. Por que Ele veio a este mundo? Ele veio para edificar Sua igreja.

    Para edificar Sua igreja, Ele teve de ir à cruz, porque a morte e a ressurreição são o princípio não apenas para lançar o fundamento, mas também para edificar a casa.

    Pedro entendeu? Pedro compreendeu? Ele compreendeu a primeira parte, mas não percebeu a segunda.

    Quando nosso Senhor Jesus disse:

    Edificarei a Minha igreja sobre esta rocha.

    Isso entrou por um ouvido e saiu pelo outro. O que ficou na mente de Pedro foi: “Tu tens de ir a Jerusalém e morrer. Tu não precisas fazer isso”.

    Então, Pedro segurou o Senhor e disse: “Não, Senhor, não faças isso. Por favor, poupa a Ti mesmo. Tem compaixão de Ti mesmo”.

    Pedro não estava pronto para a cruz. Como não estava pronto para a cruz, não estava pronto para a igreja.

    Costumamos dizer: “Se você prega a igreja, recebe a cruz. Se você prega a cruz, recebe a igreja”.

    Aqui vocês veem que o Senhor Jesus falou a Pedro sobre a igreja, esse Corpo de Cristo, esse odre novo que Ele iria fazer. Mas isso tinha de vir pela cruz. Pedro rejeitou a cruz e, por isso, a visão da igreja se dissipou.

    Pedro teve de ser provado além de sua capacidade. Quando o Senhor foi crucificado na cruz, Pedro morreu. Quando Cristo foi crucificado na cruz, Pedro negou o Senhor três vezes. Ele fez exatamente aquilo que havia dito que jamais faria. Ele entrou na morte.

    Mas, na ressurreição do Senhor, Pedro também foi levantado da morte.

    No dia de Pentecostes, Deus usou Pedro como porta-voz, não apenas da Cabeça, mas também do Corpo.

    A limitação do ministério de Pedro ao âmbito judaico

    O trabalho de Pedro era principalmente entre os judeus. Ele era um apóstolo para os judeus e estava muito satisfeito. Trabalhava entre os judeus e ninguém mais.

    Em certa ocasião, ele foi enviado a Samaria, é verdade. Mas os samaritanos eram, em parte, judeus; não eram inteiramente gentios.

    Nos primeiros dias, no início, a igreja, o Corpo de Cristo, era composta principalmente de crentes judeus. Mesmo que alguns não fossem judeus, ao menos eram prosélitos. Haviam abraçado o judaísmo; tinham sido judaizados.

    No caso do eunuco da África, muito provavelmente ele era um prosélito. Ele foi a Jerusalém para adorar. Portanto, embora fosse gentio, estava ligado ao judaísmo.

    Naquele tempo, até mesmo os apóstolos pensavam que o cristianismo, ou a igreja, ou o Corpo de Cristo, era apenas parte do judaísmo — talvez um judaísmo reformado.

    Por isso, essa concepção era muito profunda e forte: se você quisesse ser um crente, também teria de se tornar judeu. Teria de ser circuncidado. Teria de se tornar judeu para poder se tornar um crente, um cristão.

    Eles não conseguiam ver que o Corpo de Cristo é o odre novo. Ele é diferente do judaísmo. Pensavam que era composto apenas de judeus.

    A visão em Jope

    Mas Deus, em Sua soberania, começou a agir. Vocês sabem, o agir do Espírito Santo é fascinante.

    Se Deus tivesse dito a Pedro, em Jerusalém, que iria enviá-lo à casa de Cornélio, provavelmente Pedro teria feito como Jonas, tentando ir na direção oposta.

    Mas o Senhor não lhe disse nada. Parecia que Pedro era conduzido pelas circunstâncias de um lugar para outro, até que, finalmente, estava em Jope. Ele não sabia por que estava em Jope, mas estava lá. O Senhor simplesmente o conduziu a Jope, sem que ele percebesse.

    Com que propósito? Abrir o evangelho aos gentios.

    Os judeus não se relacionavam com os gentios. Os judeus estavam completamente separados dos gentios. Nem sequer entravam na casa de um gentio e não podiam comer à mesma mesa com um gentio.

    A lei cerimonial e a separação dos judeus

    Por quê? Conforme Levítico 11, Deus deu ordenanças aos judeus a respeito de certas coisas que podiam comer — coisas que eram puras — e de certas coisas que não podiam comer.

    Em Levítico 11, a razão apresentada é esta: Deus disse:

    Eu sou santo; portanto, vós deveis ser santos.

    Essa é a razão pela qual só podiam comer coisas puras e não deviam comer as impuras.

    Vocês leem o Antigo Testamento e não encontram nenhum mandamento dado aos judeus para que não entrassem na casa dos gentios. Não existe esse mandamento.

    Foi principalmente por causa de Levítico 11, por causa dessa questão dos alimentos, que eles se separaram dos gentios. Não podiam comer a comida dos gentios.

    Assim como hoje, se você é um judeu ortodoxo, não pode comer nenhum alimento que não seja kosher. Como não pode comer alimentos que não sejam kosher, não pode entrar em qualquer casa, porque a comida daquela casa não é kosher. É a mesma coisa.

    Então, vocês veem que foi principalmente por causa dessa questão da alimentação, dessa lei referente à alimentação, que, aos poucos, os judeus se tornaram completamente separados dos gentios.

    Eles se consideravam puros; os gentios eram impuros porque comiam coisas impuras. Por isso, não entravam na casa de um gentio. Podiam fazer negócios, mas não podiam ir até lá para serem recebidos como convidados e comer à mesma mesa.

    Por que Deus lhes deu essa lei? Porque Deus estava preparando um povo para a vinda de Cristo.

    Depois que Cristo veio, vocês veem que todas essas coisas, especialmente a lei cerimonial, foram cumpridas. Quando a realidade chega, a sombra passa.

    O cumprimento da lei em Cristo

    Por isso, vocês encontram em Colossenses 2 que a cédula de ordenanças que era contra nós, que nos era contrária, foi removida, tendo sido pregada na cruz.

    Nosso Senhor Jesus apagou a cédula de ordenanças que era contra nós. Alguns nos dizem que essa cédula é uma obrigação à qual uma pessoa se sujeita por sua assinatura.

    Uma nota promissória: você assina seu nome nela e declara que vai cumprir aquela obrigação. Quando a lei de Deus foi dada no monte Sinai, os filhos de Israel, por assim dizer, assinaram seu nome:

    Tudo o que Deus disse, faremos.

    Como assinaram seu nome, estavam obrigados a cumprir a lei. Se não cumprissem a lei, todos seriam condenados.

    Mas, quando Cristo morreu na cruz, Ele apagou a cédula de ordenanças que era contra nós. Não apenas isso: Ele a removeu, pregando-a na cruz.

    Alguns nos dizem que havia um costume antigamente: suponhamos que você assinasse um reconhecimento de dívida, e alguém tivesse aquele papel em mãos. Você estava obrigado a pagar.

    Mas um dia, depois de pagar, você recebia de volta seu reconhecimento de dívida. O que fazia? Simplesmente o pregava na porta para mostrar a todos que a dívida já havia sido paga.

    Então, foi isso que aconteceu: foi removido, tendo sido pregado na cruz. Esse reconhecimento de dívida agora está na cruz; foi retirado. Não estamos mais debaixo da lei. Estamos debaixo da graça.

    Quando Cristo veio, Ele cumpriu a lei. Ele removeu aquilo que se opunha a nós. Toda a lei cerimonial, em especial, já havia encontrado seu cumprimento.

    Daí em diante, trata-se do espírito da lei, porque os princípios morais nunca mudam — nunca mudam.

    O propósito permanente de Deus para as nações

    Irmãos e irmãs, era muito difícil para um judeu aceitar isso. Durante toda a sua vida, Pedro havia observado a lei levítica da pureza e, então, um dia, o Senhor disse: “Você pode comer essas coisas”.

    Deus Se contradiz? Tu dizes uma coisa em determinado momento e agora estás dizendo outra. Tu dizes que não devemos tocar em coisas impuras porque és santo e queres que sejamos santos. Mas agora dizes:

    Não chames comum ao que Deus purificou.

    Tu estás contradizendo a Ti mesmo.

    Vocês percebem que, às vezes, estão na mesma situação? Graças a Deus, Ele é o Deus vivo.

    A lei foi dada como uma medida de emergência. Era temporária. Era para nos conduzir até Cristo. Quando Cristo veio, essas coisas foram superadas, todas substituídas pelo próprio Cristo.

    Deus não está contradizendo a Si mesmo. Deus agora está agindo segundo o Seu propósito permanente.

    Separar os judeus dos gentios foi uma medida temporária de Deus. Agora que Cristo veio, Deus vai nos introduzir em Seu propósito permanente. Seu propósito permanente é que todas as nações sejam abençoadas na descendência de Abraão — em um único Descendente.

    Esse é o propósito original de Deus. Mas como é fácil para a mente humana se apegar ao que é velho, especialmente quando dizemos que aquilo vem de Deus.

    Pedro na casa de Simão, o curtidor

    De qualquer modo, vocês veem que Pedro foi a Jope e ficou com um homem chamado Simão, um curtidor. Um curtidor trabalhava com peles, e o preparo das peles produzia um cheiro terrível. Por isso, não permitiam que um curtidor morasse na cidade. Ele tinha de morar fora da cidade, à beira-mar, onde havia bastante água.

    Então, Simão Pedro foi para lá e ficou com ele. Na verdade, quando estive em Jope, encontrei aquela casa.

    Fui até lá porque me lembrava de que a Bíblia mencionava Jope. Hoje, Jope é Jafa. Um dia, fui até lá, mas ninguém parecia conhecer o lugar. Andei de um lado para outro e vi uma grande catedral em certo ponto, mas não, não era ali.

    Ali perto, vi uma casa com uma placa: “Casa de Simão, o curtidor”. Não sei se aquela era realmente a casa ou não; não sei. Mas, de qualquer modo, agora tudo é comercial.

    Você bate à porta, alguém vem, e é preciso pagar alguma coisa. Então, pode entrar e ver todas aquelas tinas de tingimento. Subi as escadas até o terraço e olhei para a rua, dali do terraço onde Pedro orou. É bastante interessante. Mas isso não é o que importa.

    De qualquer modo, vocês veem que Pedro estava ali.

    Era meio-dia. Não há nada de errado em sentir fome; isso é natural. Pedro sentiu fome, e seu anfitrião estava preparando o almoço. Então, Pedro subiu ao terraço e começou a orar.

    Agora, eu me pergunto: quando vocês estão com fome, conseguem orar? O problema é que, quando oram, pensam em comida. Era isso que Pedro estava fazendo. Ele estava orando, mas, naturalmente, era difícil, porque estava com fome. Quando orava, pensava em comida.

    Então, o Senhor lhe deu uma visão. Às vezes, quando o Senhor começa a revelar algo, isso acontece de modo tão natural que vocês mal conseguem acreditar. Vocês pensam que uma revelação ou visão precisa ser tão extraordinária e sobrenatural que os deixe espantados.

    Mas, muitas vezes, vocês veem que a visão vem justamente no curso comum dos acontecimentos. Vejam Moisés. Ele estava no deserto e viu uma sarça ardendo. Aquilo era uma cena muito comum no deserto; acontecia todos os dias. Contudo, havia algo diferente.

    Assim foi com Pedro. Ele estava ali orando e, é claro, pensando em comida. Enquanto orava, viu em uma visão um objeto. Não podemos descrevê-lo exatamente. O texto diz:

    Um objeto, como um grande lençol.

    Ele desceu do céu, com as quatro pontas amarradas, e foi baixado à terra, de modo que Pedro pôde ver naquele lençol toda espécie de quadrúpedes, répteis e aves — tanto puros quanto impuros, todos misturados.

    Então, ele ouviu uma voz:

    Pedro, levanta-te; mata e come.

    Pedro disse:

    Não. Nunca toquei em coisa alguma impura.

    A voz disse:

    Ao que Deus purificou, nenhum homem faça comum.

    Isso aconteceu três vezes. Três vezes Pedro disse: “Não, Senhor. Não, Senhor. Não, Senhor”. Então, o lençol subiu.

    A visão celestial da Igreja

    Irmãos e irmãs, essa é uma revelação tremenda.

    Pedro era pescador. O que ele viu? Não viu peixes. Deus o tirou de seu próprio âmbito para lhe mostrar algo novo.

    O que Deus estava lhe ensinando ia além da pregação do evangelho. Pedro era pescador, um pescador de homens. Ele pregava o evangelho como quem recolhe uma rede, tirando peixes do mar e trazendo-os para o reino de Deus.

    Esse parecia ser o trabalho de Pedro, mas aqui o Senhor queria lhe mostrar algo mais. Em vez de uma rede lançada ao mar para recolher peixes, era um objeto semelhante a um grande lençol, suspenso pelas quatro pontas e descendo do céu.

    Sua origem era celestial. Ele descia à terra para reunir todos, puros e impuros, e depois voltava.

    Essa é a visão da igreja.

    Irmãos e irmãs, a igreja não é algo de origem terrena. Mesmo bem no final, em Apocalipse, vocês encontram João dizendo:

    Vi a Nova Jerusalém descendo.

    A igreja é um corpo celestial. Segundo o propósito original de Deus, ela veio do céu. Não é algo que tenha se originado no homem. Não é algo organizado pelo homem. Não é uma invenção engenhosa do ser humano.

    A igreja desce do céu. Ela vem de Deus. Mas toca a terra. Por quê? Para reunir toda espécie de pessoas — puras e impuras.

    Então, veio a palavra de Deus:

    Levanta-te; mata e come.

    O que isso significa? Significa isto: tenha comunhão. Significa ter comunhão com as criaturas que estão no lençol. Não faça distinção.

    Pedro disse: “Não posso. Sou judeu. Tenho de observar a lei levítica, a lei cerimonial. Tenho de fazer isso”.

    Mas o Senhor disse:

    Ao que Deus purificou, nenhum homem chame comum.

    Vocês sabem, isso se refere não apenas ao que a lei levítica chamava de puro ou impuro, mas também ao que a lei levítica dizia a respeito das pessoas. Contudo, tanto judeus quanto gentios são purificados pelo sangue de Cristo.

    Falando em termos levíticos, segundo a lei cerimonial, os judeus eram puros e os gentios eram impuros. Mas, quando entramos na presença do Senhor, somos todos impuros. Não há diferença.

    Os judeus precisam ser purificados pelo Senhor Jesus assim como os gentios, e são purificados. Esse é o argumento que vocês encontram na carta aos Gálatas. Até nós, judeus, somos salvos como os gentios, não pelas obras, mas pela fé no Senhor Jesus.

    Ao que Deus purificou, nenhum homem chame comum.

    A remoção da divisão em Cristo

    Deus removeu a parede de separação. Em Efésios 2, Ele removeu a parede de separação, a inimizade, as ordenanças que eram contrárias a nós. Ele nos fez um. Ele é a nossa paz.

    Irmãos e irmãs, essa é a igreja. Essa é a igreja. A igreja foi concebida por Deus. Sua origem, sua raiz, está no céu. Ela inclui todos os que foram purificados pelo Senhor, tanto judeus quanto gentios.

    O Senhor disse: “Tenha comunhão com todos. Não faça distinção”.

    Pedro disse: “Não, quero ter comunhão apenas com os judeus. Quero uma igreja judaica, e que eles tenham a igreja gentílica deles”.

    Mas o Senhor disse: “Tenho apenas um aprisco, não dois apriscos. Eu os fiz um”.

    Pedro estava tão preso à tradição, tão preso à lei, tão cercado pelo passado, que simplesmente não conseguia. Simplesmente não conseguia. Embora soubesse que era o Senhor falando com ele, dizia: “Não, Senhor. Não, Senhor. Não, Senhor”.

    Vocês sabem, não é muito fácil romper com a tradição. Não é fácil romper com o passado. É muito difícil. É muito difícil deixar o velho passar e entrar na novidade que é Cristo.

    O Senhor estava conduzindo Pedro à plenitude de Cristo, mas Pedro se via incapaz — incapaz. Três vezes.

    Então, o lençol subiu ao céu e, naquele exato momento, os mensageiros de Cornélio chegaram à porta. Bateram à porta e disseram: “Queremos encontrar um homem, Simão, que tem por sobrenome Pedro. Ele está aqui?”.

    Pedro ainda estava refletindo sobre a visão. “Agora, o que isso significa?” O Senhor disse:

    Desce. Vai com eles. Eu os enviei.

    Então, Pedro foi. Ele disse:

    Vós sabeis que não é lícito a um judeu entrar na casa de um gentio, mas o Senhor me disse: Ao que Deus purificou, nenhum homem chame comum ou impuro.

    Graças a Deus, o evangelho chegou aos gentios, e o Espírito Santo deu testemunho de Sua aprovação. Maravilhoso!

    A expressão prática da unidade celestial

    Irmãos e irmãs, o Corpo de Cristo é um corpo celestial que toca a terra. Todos os princípios que governam a igreja são celestiais, mas são muito práticos.

    Na igreja, no Corpo de Cristo, não há judeu nem grego, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro nem cita, escravo nem livre. Por quê? Porque Cristo é tudo e está em todos.

    As distinções desapareceram. Todas as distinções naturais foram apagadas, pregadas na cruz. Não há mais reconhecimento de dívida. Somos livres em Cristo para ter comunhão com todos os nossos irmãos e irmãs.

    É uma nova criação. Todas as antigas discriminações foram deixadas na cruz.

    Vocês sabem, há algo muito maravilhoso a respeito de Cornélio. Ele era gentio, romano, centurião da coorte chamada Italiana. Isso significa que aqueles soldados eram romanos de grande valor, e estavam aquartelados naquele lugar, em Cesareia.

    Mas ele era piedoso. Não era um prosélito do judaísmo, mas, de alguma forma, admirava a pureza que encontrava no judaísmo. Por isso, vocês veem que ele colocava isso em prática, dando esmolas e orando. Deus conhecia seu coração.

    Quer você seja judeu ou gentio, se está realmente buscando a Deus, Deus sabe. Não há distinção nisso.

    Deus enviou um anjo a Cornélio. Quando aquele anjo veio a Cornélio, não lhe pregou o evangelho para que fosse salvo. O anjo disse: “Envie pessoas a Jope e mande Pedro vir para lhe dizer como ser salvo”.

    Nós dizemos: “Sim, isso é muito complicado. Tu podes fazer isso com muita facilidade. Se envias um anjo, por que não deixar que o próprio anjo transmita a mensagem?”.

    Não. Deus nunca age por mera conveniência. Ele sempre age segundo um princípio.

    Se Deus tivesse enviado um anjo para pregar o evangelho, talvez fosse um evangelho perfeito, mas aquele anjo não tinha experiência de salvação. O resultado teria sido uma igreja ortodoxa, mas sem vida.

    O ministério de Pedro e a unidade do Corpo

    Vocês sabem quem provavelmente estava em Cesareia? Se vocês se lembram da Bíblia, quem provavelmente estava em Cesareia? O grande evangelista Filipe.

    Se Deus queria que Cornélio ouvisse o evangelho, Filipe não poderia ir até lá? Era logo ao lado! Estou apenas dizendo isto: por que enviar pessoas para fazer uma viagem de um dia até Jope e trazer Pedro? Foram quatro dias ao todo, entre ida e volta.

    Esse, mais uma vez, é o modo singular de agir do Espírito Santo. Ele nunca age porque é conveniente. Ele sempre age segundo um princípio.

    Filipe era um evangelista experiente, usado por Deus e provado. Certamente, se o Espírito do Senhor tivesse dito a Filipe: “Vá ali ao lado, visitar Cornélio, e anuncie-lhe o evangelho”, Filipe teria feito isso.

    Contudo, Deus usou Pedro. Por quê? Para preservar a unidade do Corpo de Cristo.

    Por que Deus usou Pedro para abrir a porta aos judeus e a mesma pessoa para abrir a porta aos gentios? Para manter a unidade do Corpo de Cristo.

    Se Deus tivesse usado Filipe, provavelmente vocês teriam uma igreja gentílica ali. Mas, irmãos e irmãs, vocês veem, no estabelecimento do fundamento do Corpo de Cristo, como o Senhor enfatizou repetidamente essa unidade do Corpo de Cristo.

    Nesse corpo, não pode haver judeu nem gentio. Cristo é tudo e está em todos.

    Graças a Deus, embora Pedro fosse tão preconceituoso e tão preso à tradição, Deus, de alguma forma, rompeu essa barreira. Pedro teve sua recaída, é claro, mas Deus realmente rompeu essa barreira.

    Assim, os gentios e os judeus foram todos batizados por um só Espírito em um só Corpo, no qual não há judeu nem gentio; e a todos nós foi dado beber do mesmo Espírito. Essa é a igreja.

    Oração final

    Vamos orar?

    Ó Pai celestial, nós Te adoramos, porque os Teus caminhos são sempre mais altos que os nossos caminhos. Os Teus pensamentos são sempre mais altos que os nossos pensamentos.

    Quantas vezes agiríamos por conveniência, pensando que sabemos o que é melhor. Mas, Senhor, Tu sabes melhor.

    Como Te louvamos e Te agradecemos por preservares a natureza da unidade do Corpo de Cristo. Como Te louvamos e Te agradecemos porque nos purificaste, apesar do que somos, e nos fizeste um.

    Tu desejas que tenhamos comunhão uns com os outros no espírito de amor. Ó Senhor, oramos para que o Teu povo não perca essa visão hoje.

    Ah, que o Teu Corpo seja esse vaso especialmente concebido e escolhido para conter-Te e expressar-Te.

    Senhor, nós Te adoramos. Tu és grande. Em nome de nosso Senhor Jesus. Amém.