Testimony Ministry LogoChristian Testimony MinistryCTM
  • Home
  • Speakers
  • Venues
  • Topics
  • Scripture
  • Fellowship Finder
THAT THE WORD OF THE LORD MAY RUN AND BE GLORIFIED
About CTMContact CTMPrivacy PolicyRelated Ministries
    The Cross and Eternal Glory #2/7 © 2026 Christian Testimony Ministry
    0:00
    The Cross and Eternal Glory #2/7
    The Cross and Eternal Glory #2/7
    Austin-Sparks, T.

    A Glória Eterna de Deus em Cristo

    Propósito e Método Preliminares

    Antes de passarmos à nossa mensagem desta noite, quero dizer uma ou duas coisas preliminares.

    Estou bem ciente de que, mesmo num grupo pequeno como este, há uma variedade muito ampla de experiências e trajetórias espirituais. Por um lado, há um bom número de pessoas que só recentemente vieram ao Senhor e que ainda não têm um conhecimento muito completo das coisas do Senhor, ou talvez nem mesmo da própria Bíblia.

    E, a partir desse ponto inicial, nos vários — quase poderíamos dizer numerosos — estágios da vida cristã, há neste grupo pessoas com um conhecimento bastante maduro e rico das coisas de Deus. Tudo isso, naturalmente, representa certa dificuldade para quem fala e exige que confiemos verdadeiramente no Senhor para que ninguém fique de fora.

    Mas permitam-me dizer uma ou duas palavras de caráter geral para indicar exatamente qual é o nosso objetivo neste momento. Acho que poderia resumir tudo assim: compreender aquilo em que entramos quando passamos a estar em Cristo, ou quando nos tornamos cristãos.

    Aquilo em que entramos — e, para aqueles que já estão bem adiantados, aquilo em que realmente estamos. Nunca chegaremos ao ponto de não precisarmos ter isso sempre diante de nós: exatamente aquilo em que estamos.

    Agora, os iniciantes talvez saibam muito pouco sobre aquilo em que entraram, mas acho que algumas pessoas que já estão muito adiantadas às vezes não sabem exatamente em que estão — do que se trata tudo isso. Sempre será útil que nos seja mostrado, em qualquer ponto da caminhada, aquilo em que estamos.

    Quanto ao nosso método, queremos, por um lado, ajudar no conhecimento da Bíblia. É importantíssimo sabermos que nunca a conheceremos plenamente, por mais tempo que vivamos; mas conhecê-la, e conhecê-la cada vez mais, é da maior importância para os cristãos.

    Por isso, seguimos nessa direção com a intenção de ajudar todos a saber o que está na Bíblia e do que ela trata. Uma tarefa muito grande.

    Por outro lado, não se trata apenas de conhecer a Bíblia. Todos nós precisamos conhecê-la melhor. Trata-se de recebermos a mensagem para a nossa própria vida. De a Bíblia falar conosco pessoalmente, de maneira espiritual, de modo que alcance algo mais profundo do que a nossa mente e realmente entre em nossa vida, interpretando os caminhos de Deus conosco — a maneira como Deus trata conosco —, a fim de nos levar aonde Deus quer que estejamos.

    Mas vocês não conseguirão compreender tudo o que lhes será apresentado. Tenho certeza de que já se sentem incapazes diante do que está à sua frente, e eu também me sinto incapaz diante disso.

    Mas o nosso principal objetivo, e aquilo com que ficaremos em grande parte satisfeitos, será obter uma impressão geral — uma impressão geral daquilo que Deus busca. Não necessariamente conseguir compreender ou explicar tudo, mas receber uma impressão. Se pudermos sair destes encontros realmente impressionados com aquilo que Deus busca, isso justificará a nossa presença aqui.

    Agora, tendo dito isso, apenas uma palavra sobre o que está diante de vocês. É possível que, de onde estão, vocês nem consigam ler todos os pontos. Permitam-me dizer isto: não é meu pensamento nem minha intenção percorrer esse esboço ponto por ponto, detalhe por detalhe. Ele está ali como uma visão abrangente, dentro da qual trabalharemos para receber esta mensagem.

    Esse esboço, ou diagrama, abrange toda a Bíblia. Na verdade, vai além da Bíblia, para antes e depois dela. Mas abrange todo o campo dos participantes que de fato aparecem na Bíblia e daqueles cuja existência ela indica.

    Vocês perceberão imediatamente que a Bíblia está organizada, ou dividida, em seções muito claramente definidas. Estou dizendo tudo isso para as pessoas que estão começando a conhecer a Bíblia. Não se assustem. É para ajudá-los, simplesmente para colocar uma chave em suas mãos.

    Vocês poderão perceber agora que ela não é apenas um livro cheio de detalhes, de todo tipo de coisas: “Não sei o que tudo isso significa”. Há linhas muito claramente definidas em toda a Bíblia. Ela tem seções bastante distintas e passa de uma seção para outra, trazendo em cada seção uma única mensagem.

    Portanto, isso é para ajudá-los a ter uma compreensão geral da Bíblia e colocar em suas mãos uma chave que abrirá a Bíblia, se vocês a usarem.

    E, então, para realmente deixar o Senhor falar ao coração de vocês. Minha maior preocupação é que, ao pegarem a Bíblia, seja em qualquer parte dela, seja como um todo, vocês escutem. Escutem Deus falando por meio da Sua Palavra e façam sempre a pergunta: “O que isso diz a mim?”. Não apenas: “O que isso diz?”, mas: “O que isso diz a mim? Qual é a mensagem de Deus para mim nesta parte e naquela outra?”.

    Bem, acho que isso basta como introdução.

    O Chamado à Glória Eterna em Cristo

    Agora, como dissemos nesta tarde, a expressão-chave que está acima destas meditações — e permitam-me abrir um parêntese aqui: não estou presumindo que vamos dedicar toda a conferência a isso. Não creio que seja assim, no que diz respeito à minha participação. Não espero isso. Mas, por enquanto, e talvez em algumas ocasiões, estaremos nos movendo nesta esfera.

    A expressão-chave para este aspecto da conferência, porém, está em 1 Pedro 5:10-11:

    E o Deus de toda a graça, que vos chamou à Sua eterna glória em Cristo, depois de haverdes padecido um pouco, Ele mesmo vos aperfeiçoará, confirmará e fortalecerá.
    A Ele seja o domínio para todo o sempre. Amém.

    A cruz, a cruz e a glória eterna.

    Já vimos hoje que esta palavra e este tema, glória, são algo que governa toda a história do ponto de vista de Deus. Governa toda a Bíblia e é o objetivo que Deus, desde a eternidade passada, tem em vista para a Sua criação e que finalmente realizará.

    É glória — mas é glória em Cristo Jesus:

    À Sua eterna glória em Cristo Jesus.

    Portanto, Cristo Jesus é a esfera da glória eterna de Deus. Essa glória eterna, para a qual vocês, eu e todos os crentes somos chamados pela Sua graça, está ligada a Cristo Jesus e é inseparável Dele.

    Não haverá glória que não esteja em Cristo Jesus. Toda a glória estará Nele, e não há esperança de glória à parte Dele. É Cristo em vocês, a esperança da glória, e não há perspectiva de glória à parte de Cristo.

    Cristo na Glória Anterior à Criação

    Assim, pela Palavra, somos apresentados, em primeiro lugar, a Cristo na glória anterior à criação. Vocês conhecem as passagens que indicam isso — há, naturalmente, um bom número delas, às quais não vamos recorrer —, mas aqui estão duas em João 17, que registra aquela incomparável oração do nosso Senhor.

    João 17:5:

    E agora glorifica-Me Tu, ó Pai, junto de Ti mesmo, com aquela glória que tinha Contigo antes que o mundo existisse.

    João 17:24:

    Pai, aqueles que Me deste quero que, onde Eu estiver, também eles estejam Comigo; para que vejam a Minha glória que Me deste: porque Tu Me amaste antes da fundação do mundo.

    Cristo na glória anterior à criação. Não podemos descrevê-la. Não sabemos nada mais a respeito dela além dessas declarações, sugestões, indicações e alusões. Mas são suficientes: a Palavra de Deus nos diz de maneira muito explícita e definida que Cristo estava ali, antes que o mundo existisse, com o Pai na glória, compartilhando a glória divina — um Ser glorioso antes que o mundo existisse.

    Glória sem tempo — glória eterna.

    Essa é a primeira declaração. Como eu disse, não precisamos tentar nos demorar nela, permanecer nela. Pouco mais nos é dito além do fato, mas é aí que começamos.

    O Mistério da Vontade de Deus

    Mas há uma verdade paralela revelada, uma verdade maravilhosa. Ela remonta, aparentemente, exatamente ao mesmo período, se podemos falar da eternidade como um período. E é esta: aquilo que chamamos, ou aquilo que a Palavra de Deus aqui chama, de “o mistério da Sua vontade”.

    Está em Efésios 1:9:

    Descobrindo-nos o mistério da Sua vontade.

    Qual é o mistério da Sua vontade? Efésios 1:12 completa a declaração:

    Com o fim de sermos para louvor da Sua glória.

    E percebam duas coisas: Cristo na glória eterna antes da fundação do mundo; e, nesse mesmo tempo sem tempo, Deus decidindo ter um povo — determinando ter um povo eleito que correspondesse à glória de Cristo. Isso é chamado de mistério da Sua vontade.

    Vocês sabem que a palavra mistério não significa aquilo que normalmente queremos dizer, em nossa linguagem cotidiana, quando falamos que algo é um mistério. Queremos dizer algo completamente fora da nossa compreensão ou do nosso entendimento, algo muito oculto e secreto.

    Mas, na Bíblia, no Novo Testamento, a palavra não significa isso. Significa um segredo que antes era segredo, mas que agora foi divulgado, revelado — algo que se tornou conhecido. Era algo que antes estava no coração de Deus, mas agora saiu do coração de Deus. Era um mistério — isto é, era um segredo —, mas agora veio à luz. É um segredo revelado.

    É assim que a palavra é usada aqui: o segredo revelado da Sua vontade, de que fôssemos para louvor da Sua glória, correspondendo àquilo que era verdadeiro a respeito de Cristo no que dizia respeito à Sua participação na glória celestial. Isso será verdadeiro a respeito deste povo eleito.

    Esta palavra, glória, se vocês observarem, ocupa um lugar importante na Carta aos Efésios. Não vamos consultar cada passagem. Estou apenas mencionando isso; façam uma anotação e vejam o lugar que a glória ocupa nesta carta tão curta. A palavra glória é usada oito vezes nesta pequena carta, pequena no que diz respeito à sua extensão.

    E há ainda um uso maravilhoso da palavra em outra forma, a respeito da igreja: que Ele apresentasse a igreja a Si mesmo, uma igreja gloriosa. Glória — gloriosa.

    E vocês sabem que toda a carta se relaciona com esse povo eleito chamado igreja e trata dele. Essa é a segunda parte da declaração, na qual não vamos nos deter mais. Mas temos esses dois aspectos: na eternidade sem tempo, antes da fundação do mundo, primeiro Cristo na glória — glorioso — e, então, Deus determinando, querendo, que houvesse um povo que correspondesse a Cristo nessa glória.

    Tudo isso era verdadeiro antes que este mundo existisse, e tudo ficou decidido ali.

    A Criação como Expressão da Vontade de Deus

    E então retomamos essa palavra, vontade — o mistério da Sua vontade. Estamos colocando essa palavra, “VONTADE”, em letras maiúsculas e entre aspas. A vontade agora passa à ação criadora.

    Tudo o que precisamos dizer a respeito disso é o seguinte: quando abrimos a Bíblia e começamos a história das coisas na criação, qual é o propósito de tudo isso? Qual é o propósito? Qual é o significado por trás de tudo isso? Do que realmente se trata?

    Não é apenas uma declaração de certas coisas:

    No princípio criou Deus os céus e a terra.

    E depois Ele prosseguiu com tudo o mais. Tudo muito interessante, muito maravilhoso — mas do que se trata? É a vontade em ação.

    O que essa vontade significa é ter algo que corresponda à glória eterna. Assim, Deus realizou cada detalhe com um único objetivo: que tudo correspondesse à glória de Cristo antes da fundação do mundo, que tudo estivesse em harmonia com ela.

    O próprio universo existe pelo poder de Deus, governado por essa vontade — o mistério da Sua vontade, o segredo da Sua vontade —, de que somos chamados à Sua glória eterna.

    Se quiserem, apesar de toda a luta e de todos os malabarismos que se têm feito com essa palavra, eterno, eu realmente creio que ela significa algo mais do que uma era. E, para mim, se Deus é eterno, Cristo é eterno e a vida é eterna, isso não pertence a uma era. Portanto, a glória não é apenas de uma era; ela está além do tempo.

    A glória está tão além do tempo quanto Deus, quanto Cristo e, portanto, quanto a vontade de Deus. Somos trazidos à existência segundo essa vontade, para que, por fim, sejamos glorificados juntamente com Ele.

    A Criação e a Glória dos Filhos de Deus

    Se quiserem acompanhar o que eu disse, vocês podem fazê-lo, especialmente quanto a esse último assunto sobre a criação e a glória. Há muitas passagens das Escrituras que apontam para isso. Gostariam de ver apenas uma passagem bem conhecida? Aqui está. Aqui se lança luz, de maneira muito clara, sobre essa questão da obra criadora segundo a vontade.

    Está em Romanos 8:20-22, uma passagem bem conhecida:

    Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa Daquele que a sujeitou, na esperança
    de que também a mesma criação será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
    Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora.

    Entenderam? Bem, ela foi trazida à existência para a glória. Veio a ruptura, da qual falaremos daqui a pouco, e, por causa dessa ruptura na glória, ela ficou sujeita a isso — foi colocada sob o domínio da vaidade. Vaidade simplesmente significa a incapacidade de realizar o seu destino enquanto está sob esse domínio.

    Até que Deus obtenha aquilo que busca em um povo — todos os filhos de Deus. E, quando Ele obtiver isso, quando tiver o povo para o qual a criação foi feita — não o contrário; é assim: a criação foi feita para o povo —, quando Ele tiver o povo para a glória, então a criação será libertada da sua servidão e entrará na glória desse povo.

    Assim, toda a criação está ligada a esse propósito a respeito de um povo.

    Parece um pouco exagerado dizer que vocês e eu, pessoas tão comuns como somos, criaturas tão pobres em nós mesmos — sim, bem poderíamos nos desculpar pela nossa própria existência, de tão pouca coisa que somos —, ainda assim, em Cristo, toda a criação espera por nós?

    É isso que Ele disse aqui. Toda a criação espera por nós. Não quero dizer apenas por nós que estamos aqui. Tenham cuidado ao divulgar isso, está bem? Mas por nós e por pessoas como nós: em Cristo, toda a criação espera até que cheguemos à glória, e espera até então pela sua própria glória.

    Mas ela virá — a glória, diz esta passagem, quando chegarmos à glória. E é nisso que entramos! Vocês alguma vez pensam na vida cristã dessa maneira?

    Quando vocês saíram de seus lugares e foram à frente no Estádio de Wembley, pensaram que era nisso que estavam entrando? Quando receberam Cristo como seu Salvador e Senhor, foi isso que viram? Não, é claro que não. Nenhum de nós viu. Todos nós estamos apenas aprendendo sobre isso, mas estou tentando lhes dizer: entramos em algo tremendo.

    Em Cristo, fomos chamados à Sua glória eterna, pela qual toda a criação espera. E, quando chegarmos a essa glória, a criação saltará para fora da sua servidão, para fora da sua corrupção — pois a corrupção é o oposto da glória —, para a glória, a glória incorruptível.

    Que coisa tremenda é essa em que entramos. Que coisa grandiosa é ser cristão.

    A Ruptura na Glória

    Bem, a ruptura — a sombra, o capítulo sombrio. Conhecemos a ruptura em dois aspectos. As Escrituras nos ensinam que essa ruptura na glória começou no céu.

    A Rebelião de Lúcifer

    Havia alguém que ocupava uma posição muito elevada e muito gloriosa no céu. Pelo que sabemos, talvez estivesse logo abaixo de Cristo. Talvez participasse da glória de Cristo, compartilhasse dela, sendo descrito em termos muito luminosos e gloriosos: Lúcifer, filho da alva.

    Mas, de alguma maneira — aqui, novamente, há algo que não é um mistério revelado; permanece um mistério —, como o mal poderia entrar no coração de um ser criado numa esfera como aquela? Mas, de alguma maneira, parece que ele chegou a esse ponto em que não se contentava em receber glória de outro, de segunda mão. Ele precisava ocupar o lugar daquele Outro e ser, ele próprio, a glória.

    Ele a teria como sua, de forma independente, separada, e não como glória recebida. Não como glória recebida. Ele aspirou a ocupar o lugar ao lado de Deus, à igualdade com Deus.

    Não precisamos nos demorar nisso. É tão conhecido — a não ser para vocês que não conhecem as Escrituras. Aí está. É isso que elas nos dizem sobre o início dessa ruptura. O resultado: ele foi expulso da glória, expulso da glória.

    Como caíste do céu, ó Lúcifer, filho da alva!

    Jesus disse:

    Eu via Satanás, como raio, cair do céu.

    Mas não antes de ter influenciado um grande número de seres angelicais, atraindo-os para a sua conspiração, para a sua rede, contaminando-os com a sua própria ambição ilegítima.

    E assim nos é dito em uma passagem das Escrituras:

    E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, Ele reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia.

    É uma indicação — uma indicação terrível — dessa ruptura na glória. Nós a mencionamos e a deixamos de lado. Mas esse não foi o fim.

    A Queda da Humanidade

    O outro aspecto da ruptura, como sabemos pelas Escrituras, é que ele, não satisfeito em atrair seres angelicais, decidiu afastar de Deus a humanidade que Deus havia criado, seguindo a mesma linha. E assim temos a cena no jardim: a tentação, a vitória, a rendição do homem e uma ruptura na glória.

    Deus havia declarado a respeito da Sua criação:

    É muito bom.

    Ela correspondia ao pensamento de Deus. Deve ter sido muito gloriosa. Temos indicações disso na criação, mas não há nada na criação atual que realmente corresponda ao que ela deve ter sido antes que qualquer pecado a arruinasse ou que a morte tivesse poder sobre ela.

    Tudo agora está capturado por esse inimigo de Deus. E ele, com as suas legiões — as suas legiões! O apóstolo Paulo, nesta Carta aos Efésios, nos diz que são inumeráveis, incontáveis hostes de espíritos malignos. Como devem ter sido grandes as consequências da ação de Satanás!

    Agora ele inicia essa grande campanha na história humana para afastar o homem de Deus. O homem cede, e a glória é quebrada — a glória da criação e a glória do homem, tal como existiam então.

    Tudo o que fazemos é declarar os fatos que a Bíblia nos apresenta. Observamos alguns dos seus elementos. Isso é necessário porque não podemos compreender todo o significado de Cristo, da cruz, da redenção, da nova criação e de todas essas coisas — aquilo a que estamos procurando chegar — até compreendermos, por dentro, a natureza dessa ruptura.

    Bem, em primeiro lugar, não foi apenas um ato; foi um espírito — um espírito.