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THAT THE WORD OF THE LORD MAY RUN AND BE GLORIFIED
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    The Cross and Eternal Glory #1/7 © 2026 Christian Testimony Ministry
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    The Cross and Eternal Glory #1/7
    The Cross and Eternal Glory #1/7
    Austin-Sparks, T.

    Sua Glória Eterna

    Leitura Bíblica: 1 Pedro 5:10-11

    E o Deus de toda a graça, que vos chamou à Sua eterna glória em Cristo, depois de haverdes padecido um pouco, Ele mesmo vos aperfeiçoará, confirmará e fortalecerá. A Ele seja o domínio para todo o sempre.

    Quero colocar sobre este tempo uma expressão extraída desse versículo. É esta: “Sua eterna glória.”

    Isso indica um objetivo e um propósito final de Deus que governam todas as coisas: a glória.

    Sempre e onde quer que tenha existido uma condição que correspondesse ao pensamento de Deus, houve glória. A glória está sempre presente quando as coisas correspondem ao pensamento de Deus, porque a glória é o pensamento de Deus.

    É claro que, às vezes, encontramos nas Escrituras situações em que a manifestação da glória veio para juízo. Mas, ainda assim, ela era um testemunho contra aquilo que não correspondia ao pensamento de Deus.

    Vocês se lembram de quando Moisés, o servo de Deus designado por Ele, foi contestado por alguns quanto à sua posição. É-nos dito que a glória apareceu à porta do tabernáculo, e o juízo se seguiu.

    Então, no início do último livro da Bíblia, o livro de Apocalipse, temos o Senhor Jesus apresentado em glória, e novamente é para julgar as coisas.

    Mas, seja em bênção, seja em juízo, é sempre uma manifestação do pensamento de Deus. O pensamento de Deus é glorioso; é um pensamento de glória. E a glória não está sujeita ao tempo: é a Sua glória eterna.

    A Glória como Expressão da Natureza Divina

    Agora, visto que esse é um objetivo e um propósito final de Deus que governam todas as coisas, precisamos de uma definição de glória que se aplique a todas as ocasiões em que essa palavra é usada.

    E, é claro, essa é uma tarefa muito grande. Basta consultar uma concordância bíblica, e vocês descobrirão que têm diante de si centenas — mais de quatrocentas — de ocorrências na Bíblia em que essa palavra, “glória”, é usada.

    E, no entanto, há uma definição que se aplica a todos os casos. O que quero dizer é isto: quando a glória é mencionada, vocês fazem a pergunta: “O que isso significa? O que significa glória?”

    Então, se definirem glória, verão como a definição, ou a palavra corretamente compreendida, se aplica a cada situação.

    A definição que já demos anteriormente, de acordo, creio eu, com aquilo que as Escrituras tornam perfeitamente claro, é que a glória é a natureza de Deus. E uma condição de glória é uma condição que corresponde à natureza de Deus.

    A glória, portanto, é a natureza divina em expressão.

    Se vocês têm o amor divino em sua perfeição, têm glória. Se há uma condição de amor — amor divino — entre o povo do Senhor, então isso é glória. Não necessariamente algo como um clarão de luz que vocês veem, mas algo que percebem. Vocês percebem.

    Quando há uma condição de vida divina em plenitude, em que não há morte alguma, mas tudo é vida, o rio está fluindo em sua plenitude: essa é uma condição de glória.

    Quando a fé está livre de todos os questionamentos, dúvidas e desconfianças — fé perfeita —, essa é uma condição de glória.

    Quando a santidade, a santidade divina, está presente sem nenhum elemento de pecado que destoe ou a contradiga, então isso é glória.

    Sabemos o que queremos dizer simplesmente pensando no oposto de todas essas coisas. Sabemos que, quando há contenda, discórdia, falta de amor, ódio, malícia, suspeita e todas aquelas coisas que são exatamente o contrário do amor, não há glória. Não há glória. É uma situação miserável, e ninguém a chamaria de gloriosa.

    Ou em qualquer um dos outros casos em que, por uma razão ou outra, permitiu-se que a morte — a morte espiritual — entrasse, e tocamos o âmbito da morte e das coisas mortas. Entramos numa linha de conversa que toca em coisas mortas. Elas não têm vida diante de Deus. Não há glória. Lamentamos ter sequer tocado nelas, tê-las mencionado, ter feito referência a elas. Não há glória na morte.

    Quando você e eu entramos numa condição de dúvida e questionamento — questionando o Senhor — e começamos a vacilar em nossa fé, a glória se retira, e só volta quando retornamos a uma confiança firme no Senhor.

    E, quando se tolera o pecado, dá-se lugar ao mal. Não há glória.

    Então, penso que essa definição é sólida — é uma definição correta. A glória é simplesmente a natureza divina em expressão, e, onde quer que isso esteja presente, há glória. Há glória. A glória entra.

    O Caráter Inicial, Ocasional, Progressivo e Final da Glória

    A glória é inicial. Sempre que nos alinhamos ao pensamento de Deus, ela está presente. Tomem como exemplo a experiência de alguém que vem ao Senhor pela primeira vez.

    Uma alma recém-nascida, um novo convertido, alguém que realmente entrou no significado da salvação logo no início — essa pessoa pensa que está pronta para o céu imediatamente. Não há mais nada a fazer. Na verdade, se ela não foi para o céu, o céu veio até ela.

    Isso é glória. Há um toque de glória. Isso é verdade; ela é inicial.

    Ela também é ocasional. Isto é, sempre que há alguma experiência por meio da qual passamos a corresponder mais plenamente à vontade de Deus, há um novo despontar de glória.

    Isso pode acontecer por meio de alguma tremenda batalha espiritual, alguma controvérsia que o Senhor tenha tido conosco, ou nós com Ele; algo sobre o qual o Senhor colocou o dedo, mas que não estávamos dispostos a deixar, a entregar.

    Algo assim, que durante todo esse tempo tem impedido o avanço de tudo em nosso relacionamento com o Senhor ou em nossa vida espiritual. E então, como costumamos dizer, conseguimos superar. Superamos essa questão. Resolvemos aquilo, esclarecemos tudo e removemos o obstáculo. Imediatamente há uma nova expressão de glória. Ela enche o nosso coração.

    Ela é inicial; é ocasional. Teremos muitos momentos de glória em nossa vida cristã.

    Ela é progressiva — progressiva no sentido de que é algo que aumenta.

    De tempos em tempos, o cristão é conduzido a uma experiência mais profunda, cada vez mais profunda: uma provação, uma aflição, uma tristeza — algo mais profundo e mais difícil do que tudo o que veio antes.

    E há um período em que parece que pouca coisa está fluindo. A glória parece estar velada. Não há necessariamente nada de errado nisso, queridos amigos. Voltarei a esse assunto daqui a pouco.

    Isso se tornou uma experiência, e reconhecemos que faz parte da experiência cristã.

    Mas, vejam, Deus é o Deus da glória. Somos chamados à Sua glória eterna. E o que o Senhor pretende com isso é mais glória. Quanto mais profunda a provação, quanto maior o sofrimento, maior será a glória depois.

    É apenas para produzir a glória em medida mais plena. Ela é progressiva dessa maneira. E assim parece não haver fim para essas experiências de descida, mas igualmente não há fim para as experiências de subida.

    Parece não haver fim. Em meio às experiências escuras, tenham certeza de que também não há fim para as experiências luminosas.

    Às vezes, tenho estado no elevador, procurando iniciar uma conversa com o ascensorista, e digo algo assim: “Bem, você sabe bastante sobre os altos e baixos da vida, não é?”

    “Ah, sim, é claro”, ele responde, resmungando.

    E eu digo: “Certifique-se de que o último movimento seja para cima, e não para baixo, está bem?” E uma expressão de dúvida aparece em seu rosto: “O que o senhor quer dizer com isso?”

    Bem, vejam, é exatamente isso que queremos dizer. Para o povo do Senhor, o último movimento será para cima, não para baixo, simplesmente porque esse é um objetivo e um propósito final do Senhor que governam todas as coisas.

    Vocês creem nisso? Que o fim não será para baixo; será para cima. Ele tem em vista a glória, Ele que chamou vocês à Sua glória eterna.

    E assim, aquilo que é inicial, ocasional e progressivo é também final. A Bíblia revela que isso é assim para o povo de Deus. Essa é uma afirmação, uma verdade geral — uma verdade em termos gerais.

    A Glória como Fundamento da Presente Dispensação

    Agora, se vocês examinarem o Novo Testamento, descobrirão que a glória é um fator central e determinante no fundamento desta dispensação, de uma maneira particular.

    Esta dispensação, como vocês sabem, está edificada, de modo especial, sobre aquilo que a Palavra descreve em Efésios 2:20:

    O fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Jesus Cristo a principal pedra da esquina.

    Declara-se, assim, que a fé dos crentes nesta dispensação repousa sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas. É claro que são os apóstolos e profetas do Novo Testamento, sendo o próprio Jesus a principal pedra da esquina. Esse é o fundamento completo.

    Agora, quando vocês olham para o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sobre o qual repousa toda a fé nesta dispensação, encontram isto: o fundamento da glória.

    João, que era um deles — e não um dos menores —, disse em João 1:14:

    Vimos a Sua glória.

    E vocês examinam o seu Evangelho e descobrem que essa palavra, “glória”, ocupa um lugar muito importante no Evangelho de João. É glória, glória.

    E assim João, muitos anos depois, resume sua compreensão de Cristo — aquilo que Cristo havia significado para eles. E ele usa o plural:

    Vimos a Sua glória.

    “Nós”, os apóstolos. E tudo repousa sobre isso.

    Pedro, que também não era um dos menores entre os apóstolos, ao olhar para aquilo que Cristo havia se tornado para eles e ao se referir ao que evidentemente lhe causara a maior impressão, disse em 2 Pedro 1:16-17:

    Fomos testemunhas oculares da Sua majestade; quando da glória magnífica veio esta voz.

    Agora, isso é bastante notável neste sentido: Pedro, que estava no monte da transfiguração com o Senhor, expressou isso posteriormente, anos depois:

    Fomos testemunhas oculares da Sua majestade; quando da glória magnífica veio esta voz.

    Não muito tempo depois disso — apenas pouco tempo depois —, encontramos Pedro em completa escuridão, duvidando de Quem o Senhor era, duvidando de quase tudo o que o Senhor havia dito, levantando questões acerca da cruz.

    Porque a cruz, para ele, parecia ser o maior desastre que poderia acontecer. Ele duvidava até da ressurreição e, por não ter compreendido o significado disso, chegou a negar seu Senhor com veemência.

    Essa experiência, por assim dizer, ressurgiu dentre os mortos. Tudo isso voltou — essa experiência no monte da transfiguração. Tudo voltou dessa maneira poderosa. E, anos depois, ele dizia:

    Fomos testemunhas oculares da Sua majestade.

    Vejam, a vida e o ministério de Pedro, dali em diante, repousaram sobre a glória de Cristo — sobre a glória. Bro­taram da glória.

    Creio que a lembrança posterior, a recordação e a recuperação daquilo que aconteceu no monte da transfiguração foram a inspiração e a força da vida e do ministério de Pedro.

    Para nós — para nós em toda esta dispensação —, esses homens foram salvos pela glória. Esse é o ponto. Esses homens foram confirmados e estabelecidos pela glória. Esses homens receberam sua vida e seu ministério da glória que haviam visto em Cristo.

    E Paulo, de modo algum o menor dos apóstolos, contemplou a glória de Cristo a caminho de Damasco. Ele contemplou a glória. Cristo lhe apareceu em glória.

    E temos boas razões para crer que aquilo não foi apenas a conversão de Paulo, mas que tudo o que sabemos sobre Paulo remonta àquele acontecimento e brotou dele.

    O maravilhoso nisso é que a glória estava ligada a Jesus de Nazaré. Em Atos 22:8, lemos:

    Quem és Tu, Senhor? Eu sou Jesus de Nazaré.

    O significado disso é tremendo, porque esse é o título de Cristo em Sua humilhação — Cristo como Homem. E a glória, a glória eterna de Deus, havia sido ligada ao Homem, Jesus de Nazaré.

    Ela havia sido ligada ao Homem. E isso se tornou o próprio fundamento da vida e do ministério de Paulo.

    Vejam, queridos amigos, a glória era o fundamento dos apóstolos e dos profetas, e toda esta dispensação, para os cristãos, repousa sobre essa glória. Esses homens conheciam algo da glória, e essa glória fez deles o que eram e, por meio deles, nos deu aquilo que lhes devemos — aquilo que devemos a esses homens.

    As Quatro Relações da Glória no Novo Testamento

    Agora, por um ou dois minutos apenas, vamos olhar para outro aspecto disso: as quatro relações da glória no Novo Testamento.

    Em Atos 7:2, Estêvão inicia seu discurso aos líderes e anciãos judeus com estas palavras:

    O Deus da glória apareceu a nosso pai Abraão, quando ele estava em Ur dos caldeus.

    O Deus da glória.

    Paulo, em sua carta aos Efésios, em Efésios 1:17, usa esta expressão:

    O Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória.

    O Pai da glória.

    Em sua primeira carta aos Coríntios, em 1 Coríntios 2:8, ele diz:

    Crucificaram o Senhor da glória.

    O Senhor da glória.

    E então Pedro, em sua primeira carta, em 1 Pedro 4:14:

    O Espírito da glória repousa sobre vós.

    Quatro relações da glória: o Deus da glória, o Pai da glória, o Senhor da glória, o Espírito da glória. O Deus triúno — Pai, Filho e Espírito Santo —, todos designados pela palavra “glória”.

    Vamos examinar brevemente cada uma delas.

    O Deus da Glória

    Sempre que a palavra ou a ideia de “Deus” se apresenta ou nos vem à mente, há uma única coisa que expressa seu significado correto. Se é Deus, então a ideia é adoração, não é? É adoração.

    O Deus da glória. Então, o fim de todos os caminhos de Deus será a adoração. A glória se expressará em termos de adoração.

    Vejam, trata-se de Abraão:

    O Deus da glória apareceu a nosso pai Abraão, quando ele estava em Ur dos caldeus.

    E vocês se lembram de que, em nossa última conferência, destacamos que, em Ur dos caldeus, prestava-se adoração a duas mil formas diferentes de divindades. E Deus disse: “Isso não está certo. Duas mil coisas sendo adoradas! Há somente um Deus que deve receber a adoração. Saia disso, Abraão — saia disso.”

    E vocês percebem que toda a história do tratamento de Deus com Abraão — na verdade, Sua escolha de Abraão — tinha como propósito constituir um povo que desse toda a adoração a um único Deus.

    Êxodo 20:3:

    Não terás outros deuses diante de Mim.

    Um povo que dê a Deus Seu lugar exclusivo e Seus direitos, sem reservas, sem divisão — toda a adoração somente a Ele. Esse era o significado do chamado de Abraão: sair de toda outra adoração para adorar o único, o único Deus verdadeiro e vivo; um povo no qual se pudesse ver que Deus recebia Seus direitos, e os recebia plenamente, sem nenhuma reserva. Esse era o objetivo.

    E Deus diz: “Quando isso acontecer, quando Eu tiver Meu lugar — Meu lugar exclusivo — e não houver divisão nessa questão de quem recebe a adoração e quem recebe os direitos, então haverá uma condição de glória.”

    Podemos olhar até o fim, não podemos? O fim será este: não haverá outros deuses, nenhum outro objeto de adoração, nenhuma lealdade dividida em relação a Deus. Somente Ele será Deus.

    Paulo toca nesse assunto quando diz, em 1 Coríntios 15:28:

    O próprio Filho Se sujeitará; para que Deus seja tudo em todos.

    E é aí que haverá glória. É glória em termos de adoração.

    Se você e eu — e estou dizendo algo muito elementar —, se você e eu cremos em Deus, o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, como nosso Deus, afirmamos que Ele é o nosso Deus, cremos que Ele é o nosso Deus, vejam o que isso significa.

    É algo que conduz à glória, mas que, ao longo de todo o caminho, nos desafia quanto a se Ele é, afinal, Deus — nosso único Deus, Deus em tudo.

    Isso basta sobre esse ponto: o Deus da glória.

    O Pai da Glória

    Assim, cada título tem seu próprio significado: o Pai da glória.

    Bem, a paternidade significa que deve haver filhos; caso contrário, não tem significado algum. E a verdadeira paternidade significa que os filhos assumem o caráter do pai.

    Esta é a carta aos Efésios, como vocês veem:

    Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória.

    O Pai em Quem toda família recebe seu nome. Vejam, agora a ideia é a de uma família.

    A família de Deus, assumindo o caráter de Deus, recebendo a própria vida e natureza de Deus e expressando-as.

    Não preciso me demorar nisso no âmbito natural. Muitas vezes é tão fácil perceber a semelhança de família, como dizemos — a semelhança de família —, e dizer: “Ah, filho, bem, sabemos de quem você é filho.” Nem sempre, mas muitas vezes.

    Então, neste caso, não há dúvida, ou não deveria haver dúvida, quanto a de Quem somos filhos. Deveria ser possível dizer: “Sabemos a Quem vocês pertencem”, querendo dizer: “Sabemos Quem é o Pai de vocês.” Há a semelhança de família.

    Agora, se há uma verdadeira participação na natureza divina, se há aqui a expressão de Sua paternidade, na medida em que isso for verdadeiro, haverá glória. Ele é o Pai da glória.

    Isto é, os filhos participam de Sua natureza, e a natureza de Deus em expressão é glória.

    Bem, isso pode ser submetido e colocado à prova, não pode? Novamente, da maneira como acabei de dizer: se há em nós algo que não se parece com o Pai, algo feio, algo que contradiz a semelhança com nosso Pai celestial, bem, não há glória.

    Mas resolvam isso — alguma falta de amor, algo em nós que realmente não é do Senhor. Resolvam isso e removam o obstáculo, e o que acontece? Bem, a única palavra é esta: é glória.

    Percebida interiormente, desfrutada interiormente e desfrutada com os outros, a glória entra. Tomem o caso de dois cristãos: tratem daquela coisa feia e removam-na, e que glória surge entre eles!

    É tão simples, mas esse é o Pai da glória: a natureza divina manifestada nos filhos.

    O Senhor da Glória

    Então, chegando a 1 Coríntios 2:8, temos o Senhor da glória. Penso que isso tem um duplo significado.

    Antes de tudo, indica claramente o lugar de Cristo — o lugar que pertence a Cristo por direito: o Senhor da glória. É um título dado a Ele: Ele é o Senhor da glória.

    Significa, neste sentido, o Senhor que vem da glória; o Senhor Cujo lugar é na glória; o Senhor Cuja herança por direito é a glória. Ele é o Senhor da glória no sentido pleno e absoluto.

    E, novamente, é somente quando Jesus é realmente Senhor que conhecemos a glória.

    Ah, essa batalha tão prolongada pelo Seu senhorio — que…