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    Truths from Israel's History, Part 2 - Gilgal © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Truths from Israel's History, Part 2 - Gilgal
    Truths from Israel's History, Part 2 - Gilgal
    Miller, Ed

    Gilgal: Preparação para a Plena Posse de Cristo

    Peço que vocês abram, por favor, em Josué 4.

    Lembro-me de que, algum tempo atrás, eu estava lendo Provérbios e li aquele versículo. Só pensei em procurá-lo quando estava sentado aqui, e não sabia onde ele estava. Mas era um versículo sobre a caça, e Deus não via com bons olhos alguém que caçava por diversão. Ele dizia, vocês sabem, que são ímpios aqueles que não comem o que abatem na caça.

    E foi assim que o Espírito Santo aplicou isso a mim: eu gosto muito de caçar verdades nas Escrituras. Mas me pergunto se como aquilo que abato na caça. Acho que o Senhor deseja que não apenas procuremos e encontremos coisas maravilhosas, mas que depois nos alimentemos dessa verdade e nos apropriemos dela.

    Ao nos voltarmos novamente ao estudo da Palavra de Deus, lembro a vocês, e lembro ao meu próprio coração, aquele princípio indispensável: confiança total no Espírito Santo de Deus; dependência diante do Senhor, reconhecendo que nada podemos fazer por nós mesmos.

    Isso não significa que não devemos caçar. Devemos caçar. Mas também mostra que Deus recompensa o trabalho de cavar e Se agrada em revelar-Se àqueles que O buscam.

    Há um versículo maravilhoso com o qual gostaria de começar. Não está em Josué; está em Salmos 43:3-4.

    Envia a Tua luz e a Tua verdade;
    Que elas me guiem.
    Então irei ao altar de Deus,
    A Deus, a minha suprema alegria.

    Não é maravilhoso? Quando Ele envia a Sua luz e a Sua verdade, chegamos ao altar — e a Deus, a Quem pertence esse altar.

    Então vou pedir a vocês, irmãos, que mais uma vez se unam a mim em uma oração de fé, enquanto nos curvamos diante Dele. Não preciso dizer a vocês que não entram na presença de Deus quando inclinam a cabeça. Vocês já estão na presença de Deus. Deus estava nesta sala antes de vocês entrarem aqui.

    E, de uma maneira especial, quando vocês entraram na sala, Deus entrou na sala por causa da Sua presença em vocês. Mas reconhecemos essa presença ao nos curvarmos diante Dele. Vamos fazer isso.

    Nosso Pai, nós Te agradecemos nesta manhã porque podemos invocar-Te e esperar que o Teu Espírito Santo revele novamente ao nosso coração, de uma maneira nova e viva, o amado Filho de Deus.

    Nós Te agradecemos por cada parte da Bíblia e, de maneira especial nesta manhã, por Josué 4 e 5. Pedimos que abras o nosso coração para contemplarmos o nosso Senhor Jesus. Leva-nos além da página sagrada. Revela-Te.

    Tu, que habitas entre os querubins, resplandece. Envia a Tua luz e a Tua verdade, nós Te pedimos. Então iremos ao altar de Deus, a Deus, a nossa suprema alegria. Atrai-nos nesta manhã, Senhor, e correremos após Ti. Pedimos no precioso nome de Jesus. Amém.

    O Propósito Espiritual do Fim de Semana

    Lembro a vocês a oração que é, de certo modo, a oração central do meu coração para todo este fim de semana, em Salmos 72:6:

    Que Ele desça como chuva sobre a erva ceifada,
    Como chuvas que regam a terra.

    E, dois versículos depois, em Salmos 72:8, está escrito:

    Que Ele domine de mar a mar.

    Bem, essa é a nossa oração, naturalmente.

    Estamos meditando juntos em uma porção maravilhosa da preciosa Palavra de Deus: a história redentora de Israel. Estamos olhando para Israel desde o momento em que atravessou o rio Jordão até a sua vitória em Ai. Estamos examinando Josué 3–8.

    Ontem à noite, sugeri a vocês aquilo que senti ser, pelo menos, a direção do meu coração para este fim de semana. Gostaria de considerar quatro passagens, quatro histórias:

    1. A travessia do rio Jordão.
    2. O estabelecimento do acampamento-base em Gilgal.
    3. A conquista de Jericó.
    4. A derrota e a posterior vitória em Ai.

    Essas são as quatro histórias que, segundo entendo, expressam aquilo que está no coração de Deus para este fim de semana.

    Como disse ontem, a questão não é tanto como atravessar o Jordão. Há setecentas e cinquenta mil pessoas que foram redimidas e ainda não atravessaram, e muitas delas têm dificuldades específicas. São uma segunda geração de crentes.

    Essa segunda geração enfrenta mais dificuldades do que a primeira. Percebi isso em nossos filhos. Eles simplesmente tiveram uma luta maior. Meu filho mais velho, de maneira especial, sentia que tudo lhe havia sido entregue como uma herança de família. Ele estava recebendo aquilo da mãe e do pai, e não do Senhor. Como ele precisou lutar para receber aquilo pessoalmente do Senhor!

    Então há essa segunda geração de crentes que precisa entrar. Deus muitas vezes usa a primeira geração de crentes para ajudar a segunda geração a entrar, e temos isso ilustrado aqui.

    Naturalmente, quando dizemos “entrar”, estamos falando, na figura, da terra; na realidade, do Senhor. É Ele. Tudo o que estava representado naquela terra era uma figura do nosso Salvador.

    Não há outro propósito em atravessar o Jordão a não ser chegar a Ele. Não há outro propósito em aprender as lições de Gilgal a não ser que isso me prepare para entrar e tomar posse de um Salvador em Sua plenitude, de um Cristo em Sua plenitude. É por isso que conquistamos Jericó. É por isso que aprendemos com Ai: para entrar e tomar posse de Cristo em Sua plenitude e, pela graça de Deus, capacitar outros a entrar e tomar posse desse mesmo Salvador.

    O Ministério dos Sacerdotes e dos Presbíteros

    Ao examinarmos essas histórias maravilhosas, temos olhado de maneira especial para os instrumentos que Deus usou. Para levar o povo através do Jordão, Ele usou os sacerdotes. Para levar o povo a Gilgal, Ele usou os anciãos. Para levar o povo a Jericó, Ele usou Josué, o líder militar. Para prosseguir na terra, Ele usou Josué e os anciãos, o exército e todo o corpo de crentes.

    Se vocês perderam alguma parte daquela conversa ontem à noite, não quero passar todo o tempo revisando. Mas acho que haverá algumas fitas disponíveis, e assim por diante.

    Isso nos leva, nesta manhã, à próxima etapa de ajudar outros a tomar posse de um Salvador em Sua plenitude: Josué 4 e 5, o estabelecimento do acampamento-base em Gilgal.

    Segundo a localização geográfica geralmente aceita, Gilgal ficava a cerca de oito quilômetros do lugar onde atravessaram o Jordão, e depois havia mais três a cinco quilômetros até Jericó. Em outras palavras, Gilgal ficava um pouco além da metade do caminho para o primeiro confronto deles, em Jericó.

    Já observei que Deus não os levou diretamente do rio Jordão para Jericó. Certamente, Ele poderia ter feito isso, mas não fez. Há ensinamentos nisso; há razões pelas quais Ele não fez assim.

    Atravessar o Jordão é certamente o primeiro passo, mas são necessários preparativos antes de tentarmos conquistar Jericó. Deus oferece isso em Gilgal: algumas coisas que precisam ser aprendidas, e bem aprendidas, antes de ousarmos ir a Jericó e enfrentar o inimigo.

    Foi em Gilgal que o Senhor estabeleceu esses princípios maravilhosos, onde eles precisaram aprender as mais básicas de todas as verdades cristãs. Estou sugerindo que, se Deus vai nos usar para ajudar outros a tomar posse de um Salvador em Sua plenitude, não devemos apenas levá-los através do rio, mas, pela graça de Deus, precisamos carregá-los até Gilgal também.

    Olhamos para os sacerdotes sustentando a arca sobre os ombros, a fim de aprender como ajudar outros a atravessar o Jordão. Nesta história em particular, não são os sacerdotes que estão sustentando a arca sobre os ombros, mas os anciãos — e eles estão carregando outra coisa sobre os ombros.

    Se vocês me acompanharem em Josué 4:2-3, começaremos a leitura:

    Tomai do povo doze homens, um homem de cada tribo.
    E ordenai-lhes, dizendo: Tomai daqui, do meio do Jordão, do lugar onde os pés dos sacerdotes estão firmes, doze pedras; levai-as convosco e depositai-as no lugar onde passareis esta noite.

    O que essas pedras representavam? Naturalmente, a resposta é a nação inteira — todo o povo. Doze homens, um de cada tribo; doze tribos formando o corpo, a nação inteira.

    Esses anciãos selecionados, escolhidos a dedo, esses líderes, precisavam, cada um, pegar uma pedra e colocá-la sobre o ombro. Aquela pedra representava a sua tribo, a sua congregação, o seu rebanho. Então os anciãos carregavam aquilo que representava o povo de Deus.

    Os anciãos colocaram as pedras sobre os ombros. Não leiam isso simplesmente assim: “Lá, lá, lá, os anciãos carregaram as pedras”. Os anciãos carregaram as pedras por oito quilômetros. Imaginem a cena: carregaram-nas até Gilgal, morro acima, oito quilômetros morro acima, até esse lugar maravilhoso em Gilgal.

    Não acho que, no plano humano, essa fosse necessariamente uma tarefa fácil. Sei que eles tinham o poder do Senhor para fazê-la. Foi um grande privilégio para aqueles homens serem escolhidos para carregar o povo de Deus até esse lugar especial, onde poderiam aprender essas verdades preciosas e, assim, estar preparados para entrar e apropriar-se de um precioso Salvador. Esse era o propósito de tudo aquilo.

    Há um sentido em que, como sacerdotes, todo o nosso ministério consiste em avançar pela fé, permanecer no terreno que Deus secou e erguer Cristo. Esse é todo o nosso ministério como sacerdotes.

    Mas há outro sentido em que, como presbíteros, temos outro ministério. É carregar o povo de Deus até o lugar onde possa aprender alguns dos princípios mais básicos de todos. Acho que é isso que está ilustrado nesta história.

    Alguns dos queridos filhos de Deus nunca chegarão a Gilgal se os presbíteros não os carregarem até lá — se os presbíteros não os levarem nos ombros até lá.

    Nesta manhã, gostaria de mostrar a vocês o grande propósito de Gilgal, conforme o entendo a partir do coração de Deus. O que Deus realizou em Gilgal? Quais eram as grandes verdades de Gilgal?

    Vejam, por favor, Josué 5:9:

    E o Senhor disse a Josué: Hoje removi de sobre vós o opróbrio do Egito. Por isso, o nome daquele lugar é chamado Gilgal até o dia de hoje.

    E depois, Josué 4:19-20:

    O povo subiu do Jordão no décimo dia do primeiro mês e acampou em Gilgal, na fronteira oriental de Jericó.
    E as doze pedras que haviam tomado do Jordão, Josué as erigiu em Gilgal.

    A palavra Gilgal vem de uma palavra que significa círculo, roda ou rolar. Algumas pessoas acham que, quando as pedras foram colocadas em Gilgal, foram dispostas em círculo, em vez de empilhadas como um altar. Não sabemos.

    Normalmente, a definição dada para Gilgal vem de Josué 5:9:

    Hoje removi de sobre vós o opróbrio do Egito.

    O peso, o opróbrio do Egito, foi removido. É o lugar onde o opróbrio do Egito é retirado, como algo que se faz rolar para longe. Isso é Gilgal. É isso que Deus faz ali.

    Se vamos ajudar outros a tomar posse de um Salvador em Sua plenitude, precisamos ajudá-los a atravessar o Jordão. Mas depois também precisamos levá-los — carregá-los — até o lugar onde o opróbrio do Egito é finalmente removido. Isso precisa acontecer antes da conquista de Jericó.

    Agora, seja o que for esse opróbrio do Egito, ele precisa ser removido. Não pode ser removido antes de vocês atravessarem o Jordão, e precisa ser removido antes de chegarem a Jericó.

    O Opróbrio do Egito

    O que é esse opróbrio do Egito? A situação era esta: o povo redimido de Deus, redimido do Egito pelo poder e pelo sangue, vinha peregrinando pelo deserto. Havia sido redimido de alguma coisa, mas ainda não havia sido redimido para alguma coisa.

    Há uma redenção de, e há uma redenção para. Eles foram redimidos do Egito e de tudo o que ele representa; ainda não haviam sido redimidos para Canaã e tudo o que ela representa — a plenitude do Salvador.

    Como haviam sido redimidos de, mas não para, o opróbrio do Egito ainda estava sobre eles. É um pouco parecido com o que aconteceu quando Lázaro foi ressuscitado dentre os mortos. Ele estava vivo, mas ainda usava as faixas da sepultura. Ainda estava amarrado. Ainda tinha sobre si aquelas vestes de morte, embora tivesse sido redimido.

    Com estes olhos, não era possível perceber que eles eram redimidos. Estavam fora do Egito, mas o opróbrio do Egito ainda estava sobre eles. Ainda estavam em escravidão.

    Você olhava para o povo redimido de Deus, coçava a cabeça e dizia: “Se eles são redimidos, por que estão vagando em incredulidade? Por que estão vagando pelo deserto? Por que não estão contentes? Por que estão murmurando, gemendo e reclamando? Por que estão se arrastando pelo deserto? Por que a vida deles é tão estéril? Por que não há fruto? Por que não têm um testemunho? Onde está a alegria deles? Onde está a paz deles? Eu pensava que eles fossem redimidos”.

    Sim, eles são. Mas o opróbrio do Egito ainda está sobre eles porque não foram redimidos para. Foram apenas redimidos do Egito.

    Receio que milhares de cristãos ainda não tenham ido a Gilgal. O opróbrio do Egito ainda está sobre eles. Estão fora do Egito. São salvos. Foram libertos. Falarão a vocês sobre o Cordeiro pascal. Falarão sobre o sangue que lhes permitiu atravessar, e assim por diante.

    Mas estão vagando como incircuncisos, como estiveram durante toda aquela peregrinação. Parecem exatamente com os incircuncisos. Estão vivendo debaixo de condenação, culpa e vergonha, porque o cheiro do Egito ainda está sobre eles: o peso do Egito, o cansaço, o trabalho penoso, o medo, a frustração, a opressão da carne.

    Deus disse: “Eles precisam ir a Gilgal”, e alguém terá de carregá-los até lá.

    Quatro Princípios Aprendidos em Gilgal

    O opróbrio do Egito foi removido em Gilgal. Tudo isso faz parte da preparação final.

    Há quatro figuras de Josué 4 e 5 que gostaria que considerássemos nesta manhã — quatro figuras que contêm princípios válidos em todas as épocas, verdades maravilhosas de vida.

    1. As vinte e quatro pedras: os dois monumentos de doze pedras.
    2. As facas de pederneira: a renovação da aliança da circuncisão.
    3. O Cordeiro pascal: o restabelecimento da Páscoa.
    4. O Príncipe do exército do Senhor: aparecendo com uma espada desembainhada na mão.

    Precisamos carregá-los até essas verdades, porque então o opróbrio do Egito é removido.

    Os Dois Monumentos de Doze Pedras

    No primeiro princípio, ilustrado pelos dois monumentos de doze pedras, cada tribo tinha uma pedra que foi retirada do leito seco do rio — o leito que Deus havia secado — e carregada até Gilgal, onde passariam a noite.

    Então Josué 4:9 diz:

    Josué também erigiu doze pedras no meio do Jordão, no lugar onde estiveram os pés dos sacerdotes que levavam a arca da aliança; e ali estão até o dia de hoje.

    Assim, um monumento de doze pedras foi erigido em Gilgal, e o outro monumento de doze pedras foi erigido bem no meio do leito seco do rio, onde os sacerdotes estiveram.

    Esses dois monumentos, cada um com doze pedras, contam uma história maravilhosa. Aqueles de vocês que atravessaram o Jordão reconhecerão a história à medida que eu a apresentar.

    Vejam, por favor, Josué 4:18:

    E aconteceu que, quando os sacerdotes que levavam a arca da aliança do Senhor subiram do meio do Jordão, e as plantas dos seus pés se puseram em terra seca, as águas do Jordão voltaram ao seu lugar e transbordaram por todas as suas margens, como antes.

    Quero que vocês tentem imaginar isso. As águas transbordaram por todas as margens, como antes.

    Ontem destaquei um ponto de Josué 3:16: quando Deus secou o Jordão, havia um lugar real chamado Adã, e Ele fez as águas recuarem até Adã. Tudo o que vai de Adão até a morte, Ele secou. É isso que o rio Jordão representa. Por Sua morte e ressurreição, Ele secou isso.

    Imagino que isso seria um pouco desconcertante para alguém que saísse do Jordão, andando em terra seca, atravessando o Jordão — e depois visse que ele voltou.

    Você está me dizendo que aquela corrente que vai de Adão até a morte ainda está fluindo? Eu pensei que tivesse secado.

    Há aqui uma lição que o povo de Deus precisa ouvir, e os presbíteros precisam carregá-lo até ela.

    Para alguns, é desconcertante estar do lado da ressurreição, ter atravessado em terra seca — um rio que Deus havia secado — e depois se virar e, em vez de ver terra seca, ver um rio caudaloso. Vocês já passaram por isso? Um rio caudaloso.

    Uma das questões mais confusas de toda a minha experiência cristã foi exatamente essa. Como me incomodava, depois de todos os anos em que eu conhecia o Salvador, ver aquele rio ainda correndo com tanta força — toda aquela corrupção persistente em meu coração, coisas ainda fluindo de Adão e terminando em morte. Eu pensei que estivesse seco. Por que aquele rio ainda está ali?

    É tão frustrante. Não estou pronto para Jericó enquanto não compreender o coração de Deus a respeito disso. É importante compreender o princípio ilustrado pelas pedras. É importante compreender como o Jordão ainda pode correr com tanta força depois de ter sido seco.

    Muitos de nós temos confessado essas verdades teologicamente: “Deus secou o rio. Estou crucificado com Cristo. Contudo, vivo; mas Cristo vive em mim. Estou vivo Nele. Considero-me morto para o pecado”.

    Depois você fica sozinho e olha no espelho, ou olha para o seu coração, e precisa confessar que aquele rio ainda está ali. Aquilo que flui de Adão até a morte continua fluindo, e às vezes corre com muita força. Neste caso, o rio corria e inundava; estava transbordando por todas as suas margens. Como posso ser salvo e ainda ter aquele rio transbordando desse jeito?

    A Identificação com Cristo

    O primeiro princípio trata desse mistério, desse enigma, dessa frustração do povo de Deus. Por que posso ficar à margem do rio e, com este olho, dizer que ele ainda está correndo e, com este outro olho, dizer que está seco?

    Os teólogos têm um nome para isso. Chamam de identificação. Chamam isso de verdade da identificação.

    Há uma parte de mim que vocês podem ver. Vamos a Gilgal. Vejam, lá estou eu. Olhem para a minha pedra. Vocês podem vê-la. Com estes olhos, vocês podem ver as minhas ações, as minhas atitudes, o meu comportamento e aquilo que faço.

    Mas também há uma parte de mim que vocês não podem ver, assim como aquelas pedras que ficaram submersas no rio: uma parte secreta, profunda, oculta e encoberta. É a parte que sei que está ali e que é refletida pela parte que vocês podem ver. Há uma imagem correspondente, como num espelho.

    Há dois monumentos. Um está estabelecido na terra, mas isso é apenas uma figura. Está estabelecido em Gilgal, mas isso é apenas uma figura. Está estabelecido em Cristo. É disso que ele é uma figura.

    É importante que eu saiba, quando olho para aquele rio, que a minha pedra está em Cristo. É importante que você saiba, quando olha para o rio, onde está a sua pedra. Está em Cristo. Está estabelecida na terra. Está estabelecida em Gilgal.

    É importante saber que Deus fez algo que ninguém mais pode ver. As pessoas olham para a sua vida, veem esse rio caudaloso e dizem: “Você não é diferente”. Eu digo: “Sou diferente. Há algo lá embaixo. Há um monumento lá embaixo que talvez você não veja, mas ele está lá”.

    O povo de Deus precisa saber disso. Precisa saber onde está a sua pedra. Precisa saber que ela foi estabelecida na terra, há dois mil anos, na pessoa de Cristo.

    Atravessei o rio Jordão em 1965, quando cri. Atravessei há dois mil anos. Atravessei novamente.

    Posso imaginar uma criança chegando ao pai, ao avô — ou à mãe — e dizendo: “Explique para mim, pai. O que significam essas pedras estranhas? Por que temos essas pedras aqui?”

    O pai, o avô, a mãe, seja quem for, diz: “Meu filho, deixe-me contar uma história. Precisamos dar uma caminhada. Vamos andar uns oito quilômetros. Quero mostrar uma coisa a você”.

    Eles descem até as margens do rio Jordão, e aquele servo de Deus diz: “Filho, vai ser difícil você acreditar nisso. Lembra-se daquele monte de pedras que viu lá em cima, em Gilgal? Há outro monte igual àquele bem ali, no meio do rio Jordão. Você não pode vê-lo, mas ele está lá”.

    “Como ele pode estar lá?”

    “Deixe-me contar a história de como Deus secou isso um dia. Deixe-me contar como, um dia, as águas se amontoaram. Deixe-me contar como os sacerdotes sustentaram a arca e como a arca de Deus secou o rio.”

    Então os pais contariam aos filhos a história de onde está a sua pedra, de como há uma imagem correspondente e de como, embora não pareça, ela continua ali.

    Enquanto meu filho Stephen e eu estudávamos isso juntos, ele me lembrou de lembrar a vocês que as pedras eram apenas uma figura do povo de Deus. Elas nos representam.

    Em nossos dias, meu filho nunca veio me perguntar: “O que significam aquelas pedras estranhas?” Mas meus filhos já vieram e disseram: “Você é estranho. O que é isso que você vive? Por que você anda naquele grupo, com outras pessoas que parecem exatamente com você?”

    É a sua vida que eles veem. Então você lhes explica essas grandes verdades da identificação com Cristo.

    Quando estudei isso, fiquei pensando por que eles erigiram doze pedras em Gilgal. Se eu tivesse escrito a Bíblia — e falo como um insensato —, teria erigido nove pedras e meia em Gilgal. Sabem por quê? Porque aquelas duas tribos e meia que nunca passaram para o outro lado — a tribo de Rúben, a tribo de Gade e metade da tribo de Manassés — disseram: “Não queremos ir para o outro lado”.

    Eu diria: “Bem, eles não merecem ter a sua pedra lá. Coloquem duas pedras e meia do lado de lá”.

    Deus disse: “Não, eles são o povo de Deus. Não importa como o rio pareça. A sua pedra está na terra. Não importa onde você arme a sua tenda. A sua pedra está na terra”.

    Eles precisam ouvir isso. Os presbíteros precisam carregar o povo de Deus até o lugar onde possa aprender essas verdades da identificação: Deus vê você em Cristo, e Deus vê você na terra. Embora o rio esteja correndo com força, e embora você possa estar acampado do outro lado, no deserto, a sua pedra está em Cristo.

    Irmãos, vocês são gratos nesta manhã porque a sua pedra está em Cristo? Às vezes vocês olham para aquele rio. Às vezes olham para a sua situação retratada ali e ficam em dúvida. Somos apenas feitos de barro. Somos tão tolos; como nos rebelamos contra o Senhor! Deus continua nos lembrando de que a nossa pedra, apesar de tudo, está na terra. A nossa pedra está em Cristo Jesus.

    A Aliança da Circuncisão

    Há um segundo princípio que eles precisam aprender, e precisamos carregá-los até essa verdade. Josué 5:2-8 descreve a renovação da circuncisão em Gilgal.

    Naquele tempo, disse o Senhor a Josué: Faze facas de pederneira e torna a circuncidar os filhos de Israel pela segunda vez.
    Assim, Josué fez facas de pederneira e circuncidou os filhos de Israel.
    E, quando acabaram de circuncidar toda a nação, permaneceram no seu lugar no acampamento, até que sararam.

    Esse é o princípio da circuncisão ilustrado por essas facas de pederneira. Como vocês sabem, essa é a aliança que Deus havia instituído com Abraão em Gênesis 17:10-27, o sinal que deveria simbolizar a aliança eterna de que o povo de Deus pertence a Ele.

    Eu disse a vocês que há uma separação de, e há uma separação para; uma redenção de, e uma redenção para. Na circuncisão, temos as duas figuras.

    Na circuncisão, como vocês sabem, um pequeno pedaço de carne, literalmente, é removido do corpo. A carne é separada do corpo. Isso se torna uma figura na Palavra de Deus: separação de, separação para.

    Deus disse: “Estou fazendo isso porque temos uma união especial, e vocês pertencem a Mim”.

    A maioria dos ensinamentos, ou muitos ensinamentos, sobre separação enfatiza apenas a separação de. Os cristãos não devem fazer isto, não devem ir ali, não devem se envolver nisso e devem se separar daquele tipo de coisa.

    Mas o ponto principal da separação não é a separação de; é a separação para. Separação para o Senhor, para a união com Ele, para um relacionamento com Ele.

    Fico tão contente porque Deus colocou essas duas coisas uma logo depois da outra na Bíblia. Primeiro, olho por cima do ombro e vejo aquele rio correndo com força. Digo: “Sei que está seco, mas não parece seco”. Olho para o meu coração, e parece que tudo o que vai de Adão até a morte continua fluindo.

    Deus diz: “Agora, deixe-Me falar a você sobre a circuncisão: separação da carne”. As duas coisas são verdadeiras. O rio continua correndo, mas então Deus começa a fazer essa obra maravilhosa em Gilgal. Ele renovou essa circuncisão.

    Naturalmente, toda figura tem suas limitações. Deus é tão sábio. Ao escolher um pedaço de carne retirado da própria fonte da vida e separar essa carne do corpo, Deus não poderia dar a figura completa.

    Ouçam a realidade completa, em Colossenses 2:11:

    Nele também fostes circuncidados com uma circuncisão não feita por mãos, no despojamento do corpo da carne, na circuncisão de Cristo.

    Em outras palavras, se Deus tivesse dado a figura de modo a mostrar toda a realidade, não seria apenas um pequeno prepúcio removido. Toda a sua carne teria de ser retirada — todo o corpo da carne — para representar a realidade: a circuncisão não feita por mãos.

    Durante quarenta anos, o povo de Deus havia negligenciado esse rito, esse sinal de que pertencia ao Senhor, de que era separado para Ele. Havia negligenciado isso por quarenta anos e, por isso, andava incircunciso. Parecia exatamente com os não salvos.

    Agora, uma vez que atravessaram o Jordão, Deus diz que precisa haver uma diferença. “Quero que vocês saibam, em primeiro lugar, que estão identificados com Cristo. Quero que saibam, em segundo lugar, que, pela aliança de Deus, em uma circuncisão não feita por mãos, vocês estão separados para o Senhor.”

    Eles precisam saber disso antes de ir a Jericó: que estão separados para o Senhor.

    Quando Deus instituiu o rito da circuncisão, em Gênesis 17:12, Ele disse que todo menino com oito dias de idade deveria ser circuncidado. Essa é uma figura impressionante.

    Eles precisavam tornar-se novamente como criancinhas de oito dias de idade. Estavam prestes a entrar em uma guerra de sete anos. Estavam prestes a entrar em conflito com todos aqueles povos cujos nomes terminam em “-itas”. Enfrentariam trinta e um reis diferentes, cada região com seu próprio rei e exército.

    Você diria: “Vou entrar para conquistar a terra. É hora de ser resistente, forte, alerta, treinado, preparado. É hora de ser soldado. É hora de avançar como homens”.

    Deus coloca as forças de combate, cada um daqueles homens, na condição de um bebê de oito dias de idade. Deus circuncidou as forças de combate, fez de todos eles crianças e os enfraqueceu de propósito.

    Ele disse: “Vocês são o Meu povo e estão separados para Mim”. Quem conquista a terra? Crianças conquistam a terra. Tudo é pela aliança. Eles precisam ouvir isso. Precisam saber disso.

    Precisam saber que a sua pedra está em Cristo e precisam saber que são o povo de Deus pela Sua aliança eterna. A separação que Ele exige não depende deles. Ele a fará. Os bebês vão conquistar a terra e debulhar o campo.

    O Cordeiro Pascal

    O terceiro princípio de que eles precisam é uma verdade muito básica. Josué 5:10-12 diz:

    Estando os filhos de Israel acampados em Gilgal, celebraram a Páscoa na tarde do décimo quarto dia do mês, nas planícies de Jericó.
    No dia seguinte à Páscoa, naquele mesmo dia, comeram do fruto da terra: pães sem fermento e grãos tostados.
    E o maná cessou no dia seguinte, depois que comeram do fruto da terra.

    Voltem, por favor, a Josué 4:19:

    O povo subiu do Jordão no décimo dia do primeiro mês.

    Por que o Espírito Santo seria tão específico ao nos dizer exatamente o dia em que eles saíram do rio Jordão, o décimo dia do primeiro mês? A resposta está em Êxodo 12:1-6.

    Quando saíram do Egito, na Páscoa, Deus disse: “No décimo dia — e em nenhum outro dia, somente no décimo — vocês escolherão um cordeiro. Escolherão um cordeiro para o sacrifício, para tomar o lugar de vocês”.

    Exatamente quarenta anos depois, naquele mesmo dia, eles saíram do Jordão, e a primeira coisa que precisaram fazer foi escolher um cordeiro. Assim que saíram, precisaram escolher o cordeiro e celebrar essa Páscoa.

    Creio que Deus estava dizendo pelo menos três coisas por meio desse maravilhoso restabelecimento da Páscoa. Eles a haviam negligenciado ao longo dos anos.

    Primeiro, acho que Ele estava dizendo: o caminho para entrar é exatamente o mesmo pelo qual vocês saíram. Como saio do Egito? Pelo sangue do Cordeiro. Como entrarei em Canaã? Pelo sangue do Cordeiro pascal. O mesmo caminho pelo qual você saiu é o caminho pelo qual entra.

    Já ouvi pessoas dizerem: “Bem, tive fé para ser salvo, mas não tenho fé para me apropriar da vida em Cristo”. É a mesma fé.

    Como eles saíram? Andaram em terra seca. Como entraram? Andaram em terra seca. Como saíram? Pelo Cordeiro pascal. Como entrarão? Pelo Cordeiro pascal.

    Assim como vocês receberam Cristo, andem Nele. Vocês continuam da mesma maneira como começaram.

    Você nunca esteve mais rendido ao Senhor do que naquele primeiro momento em que se entregou a Ele. Mais tarde, talvez diga: “Eu O aceitei como Salvador e, depois, O aceitei como Senhor”. Isso não é verdade. Isso é bobagem teológica.

    Quando você aceitou o Senhor, aceitou-O como uma pessoa. Ele é Salvador, é Senhor, é Sacerdote e é tudo. Quando você veio a Cristo, recebeu-O como Ele era, e Ele era tudo.

    Agora, talvez você tenha se afastado disso e precise voltar. Pode falar de uma segunda bênção, de uma terceira bênção e de uma centésima bênção, mas tudo se resume a redescobrir a primeira bênção. É voltar àquilo que você recebeu no início.

    Eles precisam saber que estão em Cristo. Precisam saber que estão separados para Deus e pertencem a Ele pela aliança. Precisam saber que tudo é por causa do sangue do Cordeiro pascal.

    Toda coisa boa que Deus já fez por você foi por causa do sangue de Jesus. Toda coisa boa que Deus já fez por mim foi por causa do sangue de Jesus. É tão fácil entrar quanto foi sair do Egito.

    A segunda coisa que acho que Deus nos ensina, ao restabelecer a Páscoa nesse momento, é que eles não mereciam entrar em Canaã.

    Posso imaginar alguns dos judeus que talvez fossem tentados a se orgulhar e dizer: “Deus vai nos usar como executores do juízo. Aqueles cananeus pecadores merecem o que vão receber. Vamos entrar para aniquilá-los em nome do Senhor, e eles merecem ser aniquilados. São pecadores. São perversos e não merecem viver”.

    Ao restabelecer a Páscoa em Gilgal, Deus os fez reconhecer novamente que a única razão pela qual escapariam do juízo era o Cordeiro substituto.

    Eles não mereciam sair do Egito e não mereciam entrar em Canaã. Mereciam tudo o que os cananeus receberiam, mas o Cordeiro pascal recebeu aquilo no lugar deles, como seu substituto.

    Deus usou essa Páscoa como um poderoso instrumento para humilhá-los, para fazê-los reconhecer a sua pequenez.

    A terceira coisa realizada pelo restabelecimento da Páscoa foi o seu objetivo final: alimentar-se do Cordeiro. Eles precisavam comer o Cordeiro.

    É exatamente nesse ponto, enquanto se alimentam do Cordeiro, que o Espírito Santo intervém no relato. Deus diz: “Agora o maná cessou, e eles começaram a comer das coisas boas da terra”. A terra é Cristo, e eles começam a alimentar-se da terra.

    Não levem essas pessoas a Jericó antes de terem passado por Gilgal. Elas precisam saber sobre a identificação: que estão em Cristo Jesus. Precisam saber que estão separadas para Deus em santidade e que Deus fez isso. A santidade delas não depende delas; depende Dele.

    Precisam saber que tudo é por causa do sangue. Precisam saber como se alimentar de Jesus antes de chegar a Jericó.

    Você diz: “Bem, precisamos conhecer as ciladas do inimigo e saber como lutar contra Satanás”. Não lute contra Satanás antes de se alimentar de Jesus. Aprenda primeiro a alimentar-se Dele, e você ficará impressionado ao ver como aquelas muralhas cairão.

    As pessoas se machucam em Jericó porque não passaram por Gilgal. É difícil levar alguns cristãos a aprender essas verdades. Sim, às vezes eles são pesados. Não desistam. Irmãos, carreguem-nos até lá.

    Falem com eles sobre a sua identificação com Cristo. Ensinem-lhes. Mostrem-lhes onde está a sua pedra. Quando ficarem frustrados com o rio, quando ficarem frustrados com o lugar onde estão acampados, mostrem-lhes onde está a sua pedra. Mostrem-lhes o que é a circuncisão e como ela se relaciona com Ele. É Cristo.

    O Príncipe do Exército do Senhor

    Uma última figura, e terminaremos. Josué 5:13-15. Vamos retomar isso nesta noite. Agora vou apresentar apenas um ponto dessa história, e então começaremos aqui à noite, porque essa é uma parte muito estratégica da conquista de Jericó.

    E aconteceu que, estando Josué perto de Jericó, levantou os olhos e olhou; e eis que um homem estava diante dele, com a Sua espada desembainhada na mão.
    Josué foi até Ele e Lhe disse: És Tu dos nossos ou dos nossos adversários?
    E Ele disse: Não; mas venho agora como Príncipe do exército do Senhor.
    Então Josué se prostrou com o rosto em terra, adorou e Lhe disse: Que diz meu Senhor ao Seu servo?
    E o Príncipe do exército do Senhor disse a Josué: Tira a sandália do teu pé, porque o lugar em que estás é santo. E Josué assim fez.

    Há muita coisa nesses cinco versículos, e vamos conversar sobre boa parte disso nesta noite, se o Senhor permitir. Mas o ponto que quero destacar agora é este: Ele é Aquele que me levou através do Jordão, secando o Jordão, e Ele é Aquele que terá de me levar para dentro da terra.

    Posso mostrar a vocês pelas Escrituras que a conquista da terra de Canaã levou aproximadamente sete anos. Foi uma guerra de sete anos.

    Ao longo do livro de Josué, muitas espadas serão desembainhadas nessa guerra de sete anos. Mas qual é a primeira espada desembainhada no livro de Josué?

    Não está na mão de Josué. Não está na mão de nenhum soldado. A primeira espada desembainhada neste livro está na mão do Senhor Jesus Cristo, o Príncipe dos exércitos do céu e da terra — o próprio Senhor Jesus.

    Entre as muitas coisas que Ele está dizendo aqui, está dizendo o que lemos em 2 Crônicas 20:15:

    A peleja não é vossa, mas de Deus.

    A batalha não é de vocês, mas de Deus.

    Conclusão: As Verdades de Gilgal

    Sabem por que Gilgal é tão importante? Algumas das maiores verdades que vocês aprenderão em sua vida cristã são aprendidas ali.

    Se vocês vão ajudar outros a apropriar-se de um Salvador em Sua plenitude e a conhecer o que significa entrar na terra e viver em abundância, eles precisam aprender o que significa identificação: identificação com Jesus; separação para Jesus; alimentar-se de Jesus; a batalha pertence a Jesus.

    Essas são coisas que vocês precisam aprender em Gilgal.

    Sabem o que acontece quando as aprendem? O opróbrio do Egito é removido. O opróbrio do Egito é removido, e estamos prontos para avançar e conquistar a terra.

    Que Deus nos ajude, como sacerdotes, a avançar pela fé, permanecer no terreno que Deus secou, erguer bem alto o Senhor Jesus Cristo e viver sob o Seu senhorio, para que eles possam atravessar.

    E, como presbíteros, que o Senhor nos conceda graça para tomar sobre os ombros todo o corpo de Cristo — o grupo específico que representamos e cujo peso carregamos —, levar esse peso e carregá-lo por quantos quilômetros for necessário, até que aprendam essas grandes e indispensáveis verdades, sem as quais não tomarão posse da terra.

    Ah, que Deus nos ajude. Queremos entrar. Queremos ajudá-los a entrar. Estou sugerindo que aquilo que aprenderam em Gilgal, aquelas quatro grandes verdades, é tão necessário antes de ousarmos enfrentar Jericó.

    Pai, nós Te agradecemos, não pelo que eu penso que essas coisas significam, mas por tudo o que Tu, por inspiração, fizeste com que significassem. Opera essas coisas em nosso coração.

    E, Senhor, obrigado pelo privilégio que temos de carregar o Teu povo até essas verdades preciosas. Elas são realmente preciosas. Opera-as em nosso coração, nós Te pedimos, em nome de Jesus. Amém.