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    Keeping the Unity of the Spirit © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Keeping the Unity of the Spirit
    Keeping the Unity of the Spirit
    Kaung, Stephen

    A Unidade do Espírito

    Por favor, abram a carta aos Efésios. Efésios 4.

    Vamos ler Efésios 4:1-12.

    Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação com que fostes chamados,
    com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor;
    procurando diligentemente guardar a unidade do Espírito no vínculo da paz.
    Há um só corpo e um só Espírito, assim como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;
    um só Senhor, uma só fé, um só batismo;
    um só Deus e Pai de todos, o Qual é sobre todos, e por todos, e em todos.
    Mas a cada um de nós foi dada a graça segundo a medida do dom de Cristo.
    Por isso Ele diz: Quando subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens.
    Ora, isto — Ele subiu — que é, senão que também desceu às partes inferiores da terra?
    Aquele que desceu é o mesmo que subiu muito acima de todos os céus, para encher todas as coisas.
    E Ele deu uns como apóstolos; e outros, como profetas; e outros, como evangelistas; e outros, como pastores e mestres;
    para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo.

    Vamos nos voltar ao Senhor em oração.

    Nosso Pai celestial, como Te louvamos e agradecemos porque é a Tua pura graça que nos reúne em Tua presença nesta manhã.

    Nosso Pai celestial, como Te louvamos e agradecemos pela obra consumada de Cristo, que nos abre um caminho tão novo e vivo, para que possamos entrar em Tua própria presença e contemplar a glória do Senhor com o rosto descoberto.

    Oh, como Te louvamos e agradecemos por tudo o que realizaste e fizeste por nós. Desfrutamos dos benefícios de tudo o que fizeste e, por isso, somos gratos.

    Ao nos humilharmos diante de Ti nesta manhã, pedimos que sopres sobre a Tua Palavra e a tornes viva e operante em nossa vida, para que não sejam apenas palavras, mas que sejam luz e espírito para nós.

    Pedimos em nome de nosso Senhor Jesus. Amém.

    A Unidade Cristã

    O assunto que temos diante de nós nestas manhãs é a unidade cristã.

    Nosso Senhor Jesus, na noite em que foi traído, derramou Seu coração diante de Seu Pai. Ele orou não apenas por aqueles discípulos que estavam com Ele naquela noite, mas por todos os que creriam Nele por meio da palavra deles. Isto é, Ele orou por todos os que Lhe pertencem.

    O grande encargo que estava em Seu coração naquele momento era que todos fossem um, assim como Ele e o Pai são um.

    Às vezes, chamamos João 17 de a oração sacerdotal de nosso Senhor Jesus. Sabemos que hoje nosso Senhor Jesus é o nosso grande Sumo Sacerdote. Ele está assentado à direita de Seu Pai, intercedendo por nós, e pode nos salvar completamente.

    Qual é o encargo de nosso grande Sumo Sacerdote no céu hoje? O que Ele pede por nós em Sua intercessão? Em que aspecto Ele quer nos salvar completamente?

    Creio que Seu encargo não mudou. Ele é o mesmo ontem, hoje e para sempre. Seu encargo por Seu povo hoje, no céu, é exatamente o mesmo que tinha por Seu povo naquela última noite antes de Sua crucificação.

    Seu encargo é que todos sejamos um, assim como Ele e o Pai são um. Sua oração continua no céu. Nosso Senhor Jesus ainda está orando por nós, até hoje, e continuará orando até o dia em que isto seja uma realidade eterna: que sejamos um, assim como Ele e o Pai são um.

    Essa unidade é uma realidade interior. Essa unidade se fundamenta na habitação mútua. Assim como Ele está no Pai e o Pai está Nele, nós estamos Nele e Ele está em nós. É com base nisso que nossa unidade é possível.

    A Vocação para Ser um Só Corpo

    Nesta manhã, gostaríamos de continuar tratando deste assunto: guardar a unidade do Espírito.

    Sabemos que a vontade de Deus é que sejamos um. Sabemos que o desejo do coração de nosso Senhor Jesus para nós também é que sejamos um. Por isso, a unidade do corpo de Cristo se tornou a nossa vocação.

    Nossa vocação nada mais é do que a vontade de Deus. Nossa vocação nada mais é do que o desejo do coração de nosso Senhor Jesus. Se Deus quer isso, se Cristo deseja isso, então somos chamados a isso.

    Somos chamados para ser o corpo de Cristo. Essa é a nossa vocação. Somos chamados juntos para ser esse corpo. A vontade de Deus tem caráter coletivo. O desejo de nosso Senhor Jesus é um corpo coletivo. Ele quer um corpo — um só corpo, não muitos corpos. Um só corpo. Essa se tornou a nossa vocação.

    Se lermos Efésios 1 a 3, veremos que isso nos é revelado com muita clareza: somos chamados para ser o corpo de Cristo.

    Paulo ora pelos crentes de Éfeso em Efésios 1. Ele pede que Deus lhes dê espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento Dele, sendo iluminados os olhos do coração deles, para que saibam qual é a esperança da Sua vocação.

    Então, em Efésios 1:22-23, Deus pôs todas as coisas debaixo dos pés de Cristo e O deu como Cabeça sobre todas as coisas à igreja, que é o Seu corpo, a plenitude Daquele que enche tudo em todos.

    Em Efésios 2:15, somos informados de que Ele aboliu em Sua carne a lei dos mandamentos contidos em ordenanças, para criar em Si mesmo, dos dois, um só novo homem, fazendo a paz; e para reconciliar ambos com Deus em um só corpo, por meio da cruz, tendo por ela matado a inimizade.

    Novamente, em Efésios 2:19, encontramos:

    Assim, já não sois estrangeiros nem peregrinos, mas sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus.

    E em Efésios 2:22:

    No Qual também vós sois juntamente edificados para habitação de Deus no Espírito.

    Então, em Efésios 3:10, encontramos que, agora, aos principados e às potestades nos lugares celestiais seja dada a conhecer, por meio da igreja, a multiforme sabedoria de Deus, segundo o propósito eterno que Ele estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor.

    Aqui vocês encontram qual é a vontade de Deus, qual é o desejo do Senhor e qual é a vocação de Seu povo. Somos chamados para ser um só corpo. Somos chamados para ser um só homem — um só novo homem. Somos chamados para ser uma só família, uma só família de Deus. Somos chamados para ser uma só habitação, um santo templo de Deus. É para isso que somos chamados.

    Um chamado é uma vocação. Essa é a nossa vocação. Nossa vocação é ser um só corpo.

    Essa é a nossa missão. Nossa missão é ser um só corpo. Esse é o nosso destino. Nosso destino é ser um só corpo.

    Queridos irmãos e irmãs, espero sinceramente que o Espírito de Deus grave em nosso coração que a unidade do corpo é a nossa vocação. Por ser a nossa vocação, precisamos estar inteiramente envolvidos nela. Não podemos ser descuidados a esse respeito.

    Precisamos buscar o Senhor para que cumpramos nossa vocação, para que nosso chamado seja realmente uma vocação para nós e para que seja um testemunho ao mundo.

    A Unidade da Igreja Primitiva

    Ao olharmos para a história da igreja, vemos que seus primeiros anos estão registrados no livro de Atos.

    Se vocês lerem o livro de Atos, verão como, no dia de Pentecostes, o Espírito Santo desceu sobre os cento e vinte que haviam se reunido durante dez dias, dedicando-se, de comum acordo, à oração perseverante.

    Naquele dia, em um só Espírito, eles foram batizados em um só corpo. Já não eram cento e vinte membros de uma congregação, mas se tornaram cento e vinte membros de um só corpo. Algo maravilhoso aconteceu no dia de Pentecostes.

    Não havia apenas cento e vinte; imediatamente, vocês veem que três mil foram acrescentados àquele corpo. Todos os que estavam no corpo, como encontramos em Atos 2, perseveravam na doutrina e na comunhão dos apóstolos, na oração e no partir do pão.

    Uma coisa que vocês perceberão na igreja primitiva é como eles eram um. Todos os que criam estavam juntos, e esse estar juntos não era apenas uma proximidade física. Eles tinham todas as coisas em comum.

    Estavam tão unidos. Eram tão um. Eram membros de um só corpo, por isso tinham tudo em comum. Minha mão tem tudo em comum com o restante do meu corpo. Meu pé tem tudo em comum com o restante do meu corpo. A razão de terem tudo em comum é que eram um só corpo.

    E, dia após dia, perseverando de comum acordo no templo e partindo o pão em casa, tomavam suas refeições com alegria e singeleza de coração,
    louvando a Deus e tendo o favor de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava, dia após dia, os que eram salvos.

    Novamente, encontramos em Atos 4:32:

    E a multidão dos que criam era de um só coração e de uma só alma: e nenhum deles dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria; mas todas as coisas lhes eram comuns.

    Isso não incluía apenas os cento e vinte do início. Incluía os três mil do dia de Pentecostes. Incluía aqueles que eram acrescentados à igreja diariamente. Incluía os que foram acrescentados até que o número chegasse a cinco mil.

    Todos eram de um só coração e de uma só alma. Ninguém dizia que alguma coisa do que possuía era sua própria. Todos haviam sido libertos do apego às próprias posses.

    Vocês sabem, o espírito de apego às próprias posses é muito forte em nossa vida natural. Mas todos eles haviam sido libertos desse espírito. Todas as coisas lhes eram comuns.

    Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e grande graça estava sobre todos eles. A ressurreição do Senhor não era apenas aquilo que se pregava; a ressurreição do Senhor era aquilo que se podia ver.

    Também não havia entre eles quem passasse necessidade, pois todos os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o valor do que havia sido vendido e o depositavam aos pés dos apóstolos; e se distribuía a cada um conforme a sua necessidade.

    O que impressionava o mundo naqueles primeiros dias era isto: “Vejam como essas pessoas amam umas às outras”. Elas eram um. A unidade dos crentes era o testemunho daquela época.

    A Unidade na História da Igreja

    O professor F. F. Bruce, ao escrever a história da igreja primitiva, concluiu com este comentário. Vou citá-lo:

    As igrejas do primeiro século d.C. estavam intimamente ligadas na comunhão cristã, mas não estavam unidas em nenhuma organização federativa. Não havia a ideia de que a igreja de uma cidade estivesse subordinada à igreja de qualquer outra cidade. O relacionamento entre as igrejas era, principalmente, de comunhão e amor. As igrejas, unidas por esse tipo de vínculo, passaram, no segundo século, a ser designadas coletivamente como a Igreja Católica.

    A Igreja Católica não é o sistema católico romano. Igreja Católica significa igreja universal. A igreja universal, naquela época, era representada pelas igrejas locais em Jerusalém, na Judeia, em Samaria, em Antioquia, na Ásia, na Europa e em Roma.

    Quando chegamos ao início do segundo século, vemos que todas as igrejas de Deus estavam unidas em uma só — não por alguma organização federativa, mas pelo vínculo da comunhão e do amor. Essa é a igreja.

    Mas, infelizmente, pouco a pouco, seitas, partidos, divisões, correntes de opinião e heresias começaram a entrar na igreja de Deus. O povo de Deus começou a se dividir em opiniões, a se separar em grupos e partidos.

    Mas, no coração do povo de Deus, todos sabiam que não deveriam estar divididos. Havia uma profunda consciência em todos os crentes. Eles sabiam que deveriam ser um. Eram chamados para ser um só corpo. Se estavam divididos, alguma coisa não estava certa. Todos sabiam disso.

    Ainda assim, havia divisões. Havia partidos. Havia cismas, rupturas e dissensões entre o povo de Deus.

    Então, algumas pessoas tentaram unir a igreja. Não havia apenas essa consciência de que precisamos ser um; havia também ambições. Por isso, algumas pessoas tentaram unir a igreja.

    Quando chegamos ao sexto século, vemos que o sistema católico romano estava consolidado. Por um lado, ele tentou unir todo o povo de Deus em um só. Mas era uma união que não se dava pelo Espírito; era uma união por meio de manobras políticas de poder.

    Embora o sistema católico romano tenha conseguido trazer muitas igrejas e muitos grupos para dentro de seu sistema, sabemos que, ao mesmo tempo, existiam a Igreja Ortodoxa Grega e a Igreja Ortodoxa Copta. Portanto, o povo de Deus continuava dividido.

    Apesar de todos esses esforços exteriores para reuni-lo, o povo de Deus não era um. Isso continuou até o século XVI.

    A Reforma

    Agora, graças a Deus, no século XVI, Deus levantou os reformadores.

    Durante a Reforma, vemos que a justificação pela fé foi pregada. Durante aquela Idade das Trevas, as pessoas que eram chamadas cristãs não sabiam que podiam ser justificadas pela fé.

    A noção comum era que precisavam acumular méritos — justificação pelas obras. Se alguém acumulasse méritos suficientes, talvez pudesse ir para o céu. Mas, com exceção de alguns santos que acumularam mais méritos do que o necessário e foram diretamente para o céu depois de morrer, todos os demais precisavam ir para o purgatório.

    Como esses santos tinham mais méritos do que precisavam para ir para o céu, ensinava-se que, se vocês orassem a eles, eles compartilhariam seus méritos com vocês. Vocês poderiam receber indulgências e sair mais rapidamente do purgatório.

    Assim, vemos que todos esses abusos e superstições entraram na igreja. Era realmente um tempo de trevas.

    Mas, graças a Deus, Ele reagiu àquela situação. Deus levantou Martinho Lutero, João Calvino, Zuínglio e outros. A justificação pela fé foi proclamada, e muitos chegaram a um conhecimento real da salvação.

    Não havia apenas o ensino da justificação pela fé; havia também a Bíblia aberta. Naquela época, a Bíblia estava acorrentada.

    A imprensa não havia sido inventada antes daquele período, por isso a Bíblia precisava ser copiada. Era muito cara, e pouquíssimas pessoas tinham uma Bíblia. Mesmo onde havia uma Bíblia, ela geralmente ficava acorrentada nos mosteiros, e nem os monges liam esses livros.

    Mas, durante a Reforma, graças a Deus, em Sua providência, a imprensa foi inventada. A Bíblia foi impressa nas línguas do povo, e uma Bíblia aberta se tornou acessível ao povo de Deus. Foi um grande movimento vindo do céu.

    Mas, infelizmente, naquele período, embora a grande doutrina da justificação pela fé tivesse sido recuperada e uma Bíblia aberta estivesse nas mãos de muitas pessoas, a unidade do corpo de Cristo não foi enfatizada. A unidade dos crentes não estava sendo ressaltada.

    Por causa disso, vemos que da Reforma surgiram todas essas igrejas estatais e nacionais. Por um lado, o povo de Deus ainda tinha o sentimento de que precisamos ser um e não devemos estar divididos.

    Quando saíram do sistema católico, um sistema internacional, ou da Igreja Ortodoxa, outro sistema internacional, vemos que os protestantes foram organizados em igrejas estatais e nacionais.

    A ideia ainda estava presente: não devemos estar divididos; devemos ser um. Mas como? Uma igreja estatal, uma igreja nacional, estava limitada a um Estado ou a uma nação. Na igreja estatal ou nacional, qualquer pessoa que nascesse naquele país pertencia automaticamente à igreja.

    Os membros eram os cidadãos daquele país. Nem mesmo isso era o desejo de Deus.

    Dessas igrejas nacionais e estatais, vemos que surgiram dissidentes e separatistas. Na história da igreja, vemos todo tipo de grupo e denominação começando a aparecer.

    Geralmente, eles se concentravam em determinada doutrina, determinada forma de organização ou no seguimento de certas pessoas ou certos líderes. Vemos denominação após denominação sendo formada.

    Havia unidade dentro da denominação, mas havia divisões entre as denominações.

    O Anseio Contemporâneo pela Unidade

    Quando chegamos ao século XX, especialmente aos últimos vinte ou trinta anos, damos graças a Deus porque o Espírito de Deus tem se movido entre o povo de Deus.

    Por quê? Porque o tempo está próximo.

    Entre o povo de Deus, nas últimas décadas, tem havido um desejo crescente, um anseio crescente, uma percepção crescente: como podemos estar divididos? Por que estamos divididos?

    No coração do povo de Deus, há um desejo crescente de que nos reunamos. Mas como? Como vamos ser um?

    Deixem-me ler para vocês algo escrito pelo Dr. Martyn Lloyd-Jones:

    Não há questão que receba tanta atenção na atualidade, em todos os ramos e divisões da igreja cristã, quanto a questão da unidade da igreja. Há muitas opiniões divergentes a esse respeito.

    A solução católica romana para o problema, necessariamente e apesar do que parece ser uma maior cordialidade na atualidade, é simplesmente a absorção em sua instituição e organização. Do seu ponto de vista, a igreja é sempre a mesma e, com base em sua definição, tem de ser assim. Portanto, é bastante lógico que sua concepção de unidade seja a de que todas as outras partes da igreja devem retornar a ela, que é a única e verdadeira igreja de Cristo.

    As chamadas igrejas ortodoxas, grega e russa, sustentam a mesma opinião. Mas há outras opiniões, algumas das quais contrastam fortemente com essa por sua falta de rigor. Elas sustentam que o que se deseja é uma unidade visível e uma reunião de todos os que se chamam cristãos, em qualquer sentido que seja.

    Unidade significa que todas as partes da igreja cristã, qualquer pessoa que reivindique o nome de cristã, devem se reunir, ter comunhão, caminhar juntas e apresentar uma frente comum aos inimigos do cristianismo.

    Uma outra opinião precisa ser especialmente mencionada neste ponto, e ela parece estar se tornando bastante popular nos círculos evangélicos. Essa opinião considera a unidade principalmente em termos de uma reunião para formar uma espécie de fórum, no qual várias concepções da fé cristã possam ser discutidas e as pessoas possam apresentar suas diferentes percepções, na esperança de que, como resultado, possam finalmente chegar a algum acordo comum.

    É isso que as pessoas estão fazendo hoje: o movimento ecumênico, tentando reunir todos os que são chamados cristãos.

    A Igreja Católica Romana procura chamar aqueles que divergem dela para que voltem ao seu rebanho, porque, segundo ela, existe apenas uma igreja, e essa é a Igreja Católica Romana; e não há salvação fora da igreja. Absorção.

    Então, entre os protestantes, algo está acontecendo por meio de comissões, congressos, negociações e concessões, na tentativa de encontrar uma base comum para que possam apresentar uma frente comum diante do mundo.

    Mas, queridos irmãos e irmãs, isso não é unidade cristã.

    A unidade cristã é algo mais profundo do que isso. A unidade cristã é uma unidade espiritual. É algo realizado pelo Espírito Santo. Não é algo criado pelo homem. Não é algo que o homem possa produzir. É a operação do Espírito de Deus.

    O Andar Digno da Vocação

    Portanto, chegamos a Efésios 4.

    Agora, se vocês abrirem em Efésios 4, a palavra-chave aqui é pois, no versículo 1:

    Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação com que fostes chamados.

    Sempre que encontramos a palavra pois, sabemos que ela dá continuidade ao que veio antes. Em outras palavras, Efésios 4 dá sequência ao que nos foi descrito e mostrado em Efésios 1 a 3.

    Nos três primeiros capítulos da carta aos Efésios, é-nos mostrado qual é a nossa vocação. Somos chamados para ser o corpo de Cristo.

    Tendo sido chamados para ser o único corpo de Cristo, portanto, andemos de modo digno da vocação com que fomos chamados.

    Vocês sabem, a palavra digno, no original, tem este significado: peso igual, ou equilíbrio.

    Agora vocês têm o ensino, a doutrina, a vocação. Equilibrem isso com o seu andar, com a sua conduta, com o seu modo de viver, para que tenham peso igual. Que não seja apenas um ensino.

    Queridos irmãos e irmãs, nos últimos trinta anos tem havido muito ensino sobre o corpo de Cristo. A exortação do Espírito Santo é: equilibrem isso com o comportamento, com a conduta, com as ações. Andem de modo digno da vocação com que foram chamados.

    Essa palavra, digno, também tem o sentido de ser apropriado, de estar em conformidade com alguma coisa.

    Agora, vocês são chamados para ser o corpo de Cristo. Não entrem em conflito com isso. Não vivam em contradição com isso. Procurem se ajustar a isso — tornar-se aquilo que vocês são.

    Somos exortados a nos tornar aquilo que somos. Somos exortados a equilibrar nosso ensino com nossa prática. Somos exortados a andar de modo digno da nossa vocação.

    A Unidade Concedida por Deus

    Essa unidade não é algo que possamos criar. Essa unidade não é algo que o homem possa produzir.

    Essa unidade é algo que Deus concedeu. É algo que Cristo realizou. É algo que o Espírito Santo colocou em operação.

    Quando chegamos à unidade dos crentes, vemos que ela é elevada ao nível sublime da Trindade divina.

    Aqui encontramos, em Efésios 4:3:

    Procurando diligentemente guardar a unidade do Espírito no vínculo da paz.

    Essa unidade é chamada de unidade do Espírito. Por quê? Porque é o Espírito de Deus que nos traz essa unidade. Graças a Deus, Ele já a trouxe. Por isso, a Escritura diz:

    Guardai diligentemente a unidade do Espírito.

    Queridos irmãos e irmãs, não devemos criar a unidade do Espírito. Ninguém pode fazer isso. A unidade do Espírito já foi concedida. Ela foi concedida a todos os que pertencem ao Senhor. O Espírito Santo já realizou a obra. Tudo o que precisamos fazer é guardá-la, e guardá-la diligentemente.

    Irmãos e irmãs, vocês não guardam aquilo que não têm. Vocês guardam porque têm.

    Vocês não guardam diligentemente aquilo que têm se isso vale pouco. Mas, se aquilo que têm possui um valor tão extraordinário, então precisam vigiá-lo e protegê-lo com muita diligência.

    Se eu tiver alguns centavos no bolso e estiver andando na rua, não vou pôr a mão no bolso por causa de um batedor de carteiras. Se ele pegar, pode ficar com eles.

    Mas suponham que eu tenha um milhão de dólares no bolso. Quando eu estiver andando na rua, vocês sabem como vou tomar cuidado.

    Queridos irmãos e irmãs, vocês sabem o que Deus lhes deu? Sabem quanto custou ao Senhor Jesus tornar isso possível para vocês? Sabem o que o Espírito Santo fez na vida de vocês?

    Ele fez algo grandioso. Deu a vocês uma unidade — uma unidade com seus irmãos e irmãs, uma unidade com todos os que pertencem ao Senhor.

    Existe uma unidade, não apenas uma união com Deus e com Cristo, o Cabeça, mas uma unidade e uma união com todos os que pertencem ao Senhor.

    Do primeiro século ao século XX, desde a primeira pessoa que pertenceu ao Senhor até agora, vocês a têm, eu a tenho, e cada um de vocês que crê no Senhor Jesus a tem.

    Não digam: “Como posso subir ao céu para obtê-la? Como posso descer ao inferno para trazê-la de lá?”. Ela já é de vocês. Vocês a têm.

    Por ser tão preciosa, queridos irmãos e irmãs, a Escritura diz: “Guardem-na, e guardem-na diligentemente”. Por quê? Porque, mesmo sendo de vocês, se não a guardarem, podem perdê-la.

    Mesmo sendo de vocês, se não a guardarem diligentemente, o inimigo a arrebatará de vocês. Se olharem para a história da igreja, ou até para a própria história de vocês, verão como o inimigo tenta, de todas as maneiras, arrebatar isso de vocês.

    Se ele conseguir afastá-los da base da unidade do Espírito, terá êxito em dividir o povo de Deus.

    Pela graça de Deus, isso é algo que cada um de nós precisa guardar diligentemente: a unidade do Espírito.

    Os Sete Aspectos da Unidade do Espírito

    O que é a unidade do Espírito? Ela é descrita em Efésios 4:4-6:

    Há um só corpo e um só Espírito, assim como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;
    um só Senhor, uma só fé, um só batismo;
    um só Deus e Pai de todos, o Qual é sobre todos, e por todos, e em todos.

    Um Só Corpo

    Um só corpo.

    Em Efésios 3, somos informados de que somos chamados para um só corpo. Sempre que vocês pensam no corpo, pensam no Cabeça. Por quê? Porque o corpo procede do Cabeça. Sem cabeça, não pode haver corpo.

    Cristo é o Cabeça. Toda a plenitude da Divindade habita Nele corporalmente, e vocês estão completos Nele.

    Pensem no Cabeça. Pensem em Cristo. Oh, a plenitude da Divindade! Quem pode sondar a plenitude de Deus? Quão rico é Deus? Quão pleno é Deus? Quão glorioso é Deus? Como Ele é cheio de amor, justiça, santidade e luz!

    Ninguém pode medir a plenitude da Divindade. Contudo, a plenitude da Divindade habita em Cristo corporalmente, e vocês estão completos Nele.

    Apeguem-se firmemente ao Cabeça, e então o corpo será unido.

    Queridos irmãos e irmãs, precisamos vê-Lo. É somente quando nos concentramos Nele, o Cabeça, que o corpo é unido em um só.

    O que é o corpo? O corpo deve conter todas as riquezas do Cabeça, e o corpo deve expressar aquilo que o Cabeça é. Isso é o corpo.

    Queridos irmãos e irmãs, somos chamados para ser esse corpo. Somos chamados para ser a expressão coletiva de Cristo. Devemos expressar Sua glória. Ele deve expressar a Si mesmo por meio de nós.

    Um só corpo, porque há um só Cabeça.

    Todos os que nasceram do alto entraram nesse corpo. Podemos não viver no corpo, mas estamos no corpo. Porque estamos no corpo, devemos, portanto, viver no corpo.

    Não se trata de tentar entrar no corpo por meio do nosso modo de viver. Trata-se de viver a partir do corpo. No corpo, todos somos membros uns dos outros. Portanto, vivam de acordo com isso. Um só corpo.

    Um Só Espírito

    Um só Espírito.

    Em 1 Coríntios 12:13, está escrito:

    Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um só corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres; e a todos nós foi dado beber de um só Espírito.

    No dia de Pentecostes, o Espírito Santo veio. Irmãos e irmãs, quando lemos Atos, nossa atenção geralmente se concentra no que foi visto e ouvido.

    Houve um som como de um vento impetuoso que vinha do alto. Havia línguas como de fogo pousando sobre a cabeça dos cento e vinte.

    Quando lemos isso, geralmente prestamos atenção ao que foi visto e ouvido. Sim, aquilo foi espetacular. Foi maravilhoso. Aquilo eram sinais. Mas, irmãos e irmãs, era algo secundário.

    O que é Pentecostes? O que o Espírito Santo fez no dia de Pentecostes?

    Em um só Espírito, eles foram batizados em um só corpo. Isso, sim, é Pentecostes.

    Por um só Espírito, essas pessoas, que eram indivíduos, foram batizadas em um só corpo, o corpo de Cristo. Isso, sim, é o milagre de Pentecostes.

    Mas isso era apenas a metade. A outra metade aconteceu em Cesareia, na casa de Cornélio, enquanto Pedro pregava.

    Vocês sabem, Pedro provavelmente era um pregador de sermões longos. Quando ele estava apenas começando a se aquecer, o Espírito Santo desceu e caiu sobre aquelas pessoas.

    Em um só Espírito, elas foram batizadas em um só corpo — quer judeus, quer gentios.

    No dia de Pentecostes, os judeus foram batizados por um só Espírito naquele corpo de Cristo. Na casa de Cornélio, os gentios foram batizados pelo mesmo Espírito no mesmo corpo.

    Portanto, nesse corpo não há judeus nem gentios. É Cristo, tudo e em todos.

    Queridos irmãos e irmãs, vocês não sabem que, no dia em que creram no Senhor Jesus, o Espírito Santo não apenas os gerou, mas também, por meio do batismo com o Espírito Santo, os batizou nesse mesmo corpo?

    Vocês foram batizados no mesmo corpo em que foram batizadas as pessoas no dia de Pentecostes e em que foram batizadas as pessoas na casa de Cornélio.

    Não apenas isso: a todos nós foi dado beber do mesmo Espírito.

    Ser batizado é algo exterior, externo. Mas beber é algo interior.

    O Espírito Santo, desde o dia em que vocês são salvos, é a bebida de vocês. Ele deve ser a própria vida de vocês, o próprio sustento de vocês. Vocês não podem viver sem Ele. Ele é a bebida de vocês, e vocês bebem Dele.

    Queridos irmãos e irmãs, não é verdade que temos o mesmo Espírito? Fomos batizados no mesmo Espírito naquele mesmo corpo, e temos o mesmo Espírito que habita em nós. Somos um.

    Uma Só Esperança da Nossa Vocação

    E uma só esperança da nossa vocação. Qual é a nossa vocação? Nossa vocação é ser o corpo de Cristo.

    Qual é a esperança da nossa vocação? Esperança é algo que aguardamos. O que o corpo está aguardando?

    O corpo está aguardando aquele dia em que estará plenamente desenvolvido e maduro. Então, o Cabeça voltará como o Noivo para tomar o corpo como Sua noiva. Essa é a esperança da nossa vocação.

    Irmãos e irmãs, temos uma bendita esperança.

    Nossa bendita esperança não é simplesmente andar por ruas de ouro. Nossa bendita esperança é que, quando o Senhor voltar, estejamos plenamente preparados, amadurecidos e desenvolvidos, para que possamos ser Sua noiva, unidos a Ele eternamente nessa união.

    Essa é a nossa bendita esperança. Essa é a esperança de vocês. Essa é a minha esperança. Essa é a nossa esperança. Temos a mesma esperança — uma só esperança da nossa vocação.

    Vocês veem que esses três primeiros elementos de unidade estão todos relacionados à terceira Pessoa da Trindade. É pelo Espírito Santo que fomos batizados em um só corpo, que nos foi dado beber de um só Espírito e que recebemos a esperança da nossa vocação.

    Por quê? Porque é o Espírito Santo que trabalha em nós e entre nós para nos transformar e nos conformar juntos a Cristo, a fim de que nos tornemos um corpo maduro, a noiva de Cristo. Essa é a obra do Espírito Santo.

    Um Só Senhor

    Então, encontramos o quarto elemento de unidade: um só Senhor.

    Em 1 Coríntios 8:5-6, lemos:

    Pois, ainda que haja os que se chamem deuses, quer no céu, quer na terra; como há muitos deuses e muitos senhores;
    todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de Quem são todas as coisas, e nós para Ele; e um só Senhor, Jesus Cristo, por meio de Quem são todas as coisas, e nós por meio Dele.

    Embora haja muitos deuses e muitos senhores no mundo, para nós há um só Deus, que é Pai de todos nós, de Quem são todas as coisas, e nós para Ele. Temos um só Senhor, Jesus Cristo, por meio de Quem são todas as coisas, e nós por meio Dele.

    Queridos irmãos e irmãs, nós que cremos no Senhor Jesus não temos apenas um Redentor que nos redime; temos um só Senhor. Ele é nosso Senhor, nosso Mestre.

    Pertencemos a Ele. Devemos tudo a Ele. Ele nos comprou com Seu próprio sangue.

    Ninguém pode dizer “Jesus é Senhor” senão pelo Espírito Santo. Pelo Espírito de Deus, de boa vontade e com alegria, nós O confessamos como Senhor. Isso é algo que compartilhamos.

    Deus ungiu Jesus como Cristo e Senhor. Pelo Espírito, nós O chamamos de Senhor.

    Um dia, toda língua confessará que Jesus é Senhor, e todo joelho se dobrará diante Dele. Mas, antes mesmo que esse dia chegue, pelo Espírito já O confessamos como Senhor.

    Todos os que creem no Senhor Jesus O confessam como Senhor. Mas que essa confissão seja verdadeira. Que não digamos apenas “Senhor, Senhor” e façamos as coisas à nossa maneira.

    Uma Só Fé

    Uma só fé.

    A única fé mencionada aqui se refere à fé fundamental na Pessoa e na obra de Cristo Jesus. Em outras palavras, essa única fé é diferente da fé mencionada mais adiante, em Efésios 4:13.

    Essa única fé se refere àquela fé básica sem a qual ninguém pode ser salvo. É a fé que justifica.

    Cremos que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo. É a fé que Pedro confessou quando o Senhor Jesus disse:

    Quem dizeis vós que Eu sou?

    Pedro respondeu:

    Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.

    O Senhor Jesus disse:

    Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas: porque não foi carne e sangue que te revelaram isso, mas Meu Pai, que está nos céus.

    Irmãos e irmãs, essa é a única fé. A menos que, por revelação do alto, vocês creiam e confessem que Jesus é o Cristo, o Ungido de Deus, o Messias, o Salvador, Aquele que foi enviado para realizar a obra, vocês não podem ser salvos.

    Vocês creem em Sua cruz, em Seu sangue derramado e em Sua obra consumada. Quanto à Sua Pessoa, creem que Ele é o Filho do Deus vivo.

    Irmãos e irmãs, essa é a fé que justifica. É uma só fé, e é algo que todos nós temos. O Espírito Santo deu essa fé a todos nós. Nós a compartilhamos.

    Um Só Batismo

    Um só batismo.

    Isso não se refere às formas e às maneiras de batizar. Refere-se ao significado do batismo.

    Se vocês lerem Romanos 6, encontrarão em Romanos 6:3:

    Ou ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados em Sua morte?

    Qual é o significado do batismo? O batismo não é apenas uma formalidade. O batismo não é um ritual nem uma cerimônia. O batismo tem um sentido espiritual e um significado espiritual.

    O batismo significa que fomos batizados em Cristo. Assim como os filhos de Israel foram batizados em Moisés, nós fomos batizados em água em Cristo.

    Fomos batizados em Sua morte. Fomos batizados em Seu sepultamento. Fomos batizados em Sua ressurreição.

    Em Gálatas, somos informados de que todos os que foram batizados em Cristo se revestiram de Cristo. Agora estamos revestidos de Cristo.

    Portanto, Nele não há judeu nem grego, escravo nem livre, circuncisão nem incircuncisão, homem nem mulher; mas Cristo é tudo e em todos.

    Irmãos e irmãs, um só batismo. Todos fomos batizados em Cristo. Pertencemos a Ele. Estamos revestidos de Cristo.

    Já não sou eu; é Cristo que vive em mim. Um só batismo.

    Esses três elementos de unidade — um só Senhor, uma só fé e um só batismo — estão todos relacionados à segunda Pessoa da Divindade. A segunda Pessoa da Divindade é o Senhor que confessamos, Aquele em Quem cremos e Aquele em Quem fomos batizados.

    Um Só Deus e Pai de Todos

    Por último, o versículo 6:

    Um só Deus e Pai de todos, o Qual é sobre todos, e por todos, e em todos.

    Tudo precisa voltar à própria fonte, e a própria fonte é Deus Pai, a primeira Pessoa da Divindade.

    Ele não é apenas nosso Deus, nosso Criador. Ele é Deus de todos os seres sobre esta terra, reconheçam isso ou não. Ele é Deus sobre toda a criação. Ele é Deus sobre todas as coisas no céu, na terra e debaixo da terra.

    Ele é o Criador, o Autor, o Possuidor e o Dono de todas as coisas. Mas Ele não é apenas nosso Deus; Ele é nosso Pai — Deus, nosso Pai.

    Oh, irmãos e irmãs, pensem nisto: vocês têm Deus como seu Pai. O que isso significa?

    Ele é sobre todos. Ele é transcendente. Ele é por todos — imanente, penetrando e permeando tudo. Ele está em todos nós, habitando em nós.

    Todo aquele que crê no Senhor Jesus tem Deus como seu Pai e tem o direito de se tornar filho de Deus e de clamar: “Aba, Pai”.

    Todo aquele que crê no Senhor Jesus não apenas adora a Deus como Aquele que é transcendente, mas também como Aquele que é imanente, Aquele que habita em seu interior.

    Todo aquele que crê no Senhor tem isso.

    Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo nos deram essa unidade. Nossa unidade está em Deus. Nossa unidade está no Filho. Nossa unidade está no Espírito.

    Guardem diligentemente a unidade do Espírito no vínculo unificador da paz.

    Vamos orar.

    Nosso Pai celestial, muitas vezes não sabemos o que nos deste, quanto Cristo fez por nós e o que o Espírito Santo está realizando em nós.

    Nosso Pai, pedimos que abras nossos olhos para vermos o que já fizeste, o que já nos deste e o que já colocaste em nós — a própria unidade do Espírito.

    Nosso Pai, não permitas que a negligenciemos. Ajuda-nos a guardá-la diligentemente.

    Não permitas que contendamos uns com os outros, mas ajuda-nos a guardar a unidade do Espírito no vínculo unificador da paz.

    Em nome de nosso Senhor Jesus. Amém.