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    Coming of the Kingdom © 2026 Christian Testimony Ministry
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    Coming of the Kingdom
    Coming of the Kingdom
    Austin-Sparks, T.

    A Transfiguração e o Reino de Deus

    Leitura bíblica: Mateus 16:28–17:8

    Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui estão, que de modo nenhum provarão a morte até que vejam o Filho do Homem vindo no Seu reino.

    E, seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte:

    E transfigurou-Se diante deles; e o Seu rosto resplandeceu como o sol, e as Suas vestes se tornaram brancas como a luz.

    E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com Ele.

    E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se Tu queres, farei aqui três tabernáculos: um para Ti, um para Moisés e um para Elias.

    Estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu; e eis que uma voz da nuvem dizia: Este é o Meu Filho amado, em Quem Me comprazo; a Ele ouvi.

    E os discípulos, ouvindo isso, caíram sobre os seus rostos e tiveram grande medo.

    E Jesus aproximou-Se, tocou-lhes e disse: Levantai-vos e não tenhais medo.

    E, erguendo os olhos, ninguém viram, senão somente Jesus.

    O significado da transfiguração

    Bem, estamos familiarizados com esse acontecimento, a transfiguração de Jesus. Sempre tive a impressão de que não compreendemos com suficiente profundidade o seu significado.

    Nós a vemos objetivamente, como algo que aconteceu na vida de nosso Senhor — talvez a coisa mais maravilhosa. Então, depois de ler a respeito e tomar conhecimento dela, deixamos o assunto ali e não percebemos que há um tremendo desafio, e que isso representa algo de enorme importância e significado em toda a economia de Deus.

    Não percebemos que esse é o ponto de convergência de todas as Escrituras, desde o início da Bíblia até esse momento, e desse momento em diante. Tudo, passado e futuro, está ligado aqui e converge para isso. Portanto, esse acontecimento contém algo de extraordinária importância.

    Jesus disse, em Mateus 16:28:

    Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui estão, que de modo nenhum provarão a morte até que vejam o Filho do Homem vindo no Seu reino.

    O Pentecostes foi o cumprimento disso, mas a transfiguração revelou o significado e foi a demonstração visível. As duas coisas caminham juntas: a transfiguração e a vinda do Espírito Santo, como Ele veio no dia de Pentecostes.

    Agora, para chegarmos diretamente ao significado disso, observemos que Jesus sempre agia de maneira muito deliberada e inteiramente ponderada. Nada Nele era casual, nem em palavras nem em atos. Sempre havia um contexto muito amplo, conscientemente presente, que se expressava naquilo que Ele dizia e fazia. Nunca era apenas algo isolado.

    E assim, aqui se diz que Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e os conduziu em particular a um alto monte.

    Pedro, Tiago e João como representantes do reino

    Pedro, Tiago e João, mais do que quaisquer outros discípulos de nosso Senhor, eram aqueles em quem a ideia do reino tinha grande força. De maneira muito intensa, aguardavam a vinda do reino. Tinham todas as concepções judaicas acerca do reino e toda a expectativa judaica em relação a ele.

    Por várias de suas exclamações, fica bastante claro que pensavam na vinda do reino de Israel em relação a Jesus:

    Senhor, restaurarás Tu neste tempo o reino?

    Essas eram as palavras deles. Essa era a sua mentalidade, a sua expectativa, a sua esperança.

    Podemos dizer que esse trio era um trio do reino em sua mentalidade, suas concepções e suas expectativas. Era como se todo o conjunto de verdades, ou de ensinamentos, acerca do reino estivesse concentrado e reunido nesses três homens.

    Jesus os levou deliberadamente à parte, para o alto monte, e foi transfigurado diante deles. Eles foram as testemunhas disso. Foram eles que tiveram essa experiência singular.

    A transfiguração como lição concreta do reino

    Jesus estava lhes dando uma lição concreta acerca do reino. A transfiguração é a grande lição concreta do reino. Se vocês examinarem todos os seus elementos, verão como isso é verdadeiro.

    Jesus havia dito, em Mateus 16:28:

    O Filho do Homem vindo no Seu reino.

    Essa é a primeira coisa significativa: o Filho do Homem em Seu reino, e Sua relação com o homem. Trata-se do homem sendo introduzido no reino segundo o propósito de Deus.

    Esse reino é o reino que Deus pretendia que o homem tivesse — que fosse o reino do homem: o reino do Filho do Homem, como representante do homem segundo o pensamento de Deus.

    E assim somos imediatamente levados de volta ao início da Bíblia. Vemos o que Deus pretendia para o primeiro homem: dar-lhe o reino. O reino era a grande ideia no pensamento de Deus ao criar o homem — que todas as coisas fossem colocadas debaixo de seus pés.

    Mas aquele primeiro homem deixou escapar o reino, ou perdeu o reino. E não era apenas uma questão de governo. A razão pela qual perdeu o reino foi que se tornou outro tipo de homem.

    Pois esse reino pertence a um determinado tipo de homem. E Adão, o primeiro, a quem ele se destinava, mudou sua natureza pela desobediência, pela incredulidade. E assim deixou escapar o reino, ou o perdeu.

    Outro vem e recupera o reino no terreno perdido por Adão. Mas Ele mostra que tipo de homem é o homem do reino.

    Perfeição moral e glória

    E vocês têm duas coisas aqui, nessa apresentação do Filho do Homem transfigurado. Uma delas é a perfeição moral.

    Aqui Ele é apresentado em toda a pureza e perfeição da vitória moral. Ele foi submetido a todas as provas às quais um homem assim pode ser submetido e, depois de tudo, saiu triunfante. Não há realmente mais nada a ser feito no que diz respeito a Ele pessoalmente.

    Se Ele desce do monte e vai para a cruz, daí em diante não é por Sua própria causa. É para conduzir outros homens ao reino. Quanto a Ele mesmo, tudo está feito. Ele alcançou um ponto de perfeição moral, testada e comprovada.

    Assim, a perfeição está claramente estampada na própria descrição Dele aqui: Suas vestes, Seu rosto — um retrato da perfeição moral e espiritual.

    A outra coisa, que decorre dessa, é a glória. Glória. Quando vocês juntam essas duas coisas, sabem o que é o reino. É a perfeição espiritual e moral na humanidade, resultando em glória.

    Essa é uma palavra muito difícil de compreender. Naturalmente, costumamos associar à palavra glória os elementos que acompanham essa transfiguração: brilho, resplendor, luz. Sim, isso é bem verdade.

    Se vocês encontram alguém que realmente, realmente, pela graça de Deus, está vencendo algo que exige muita graça — talvez alguma dificuldade, limitação ou desânimo em si mesmo, algo capaz de torná-lo tudo menos um cristão vitorioso —, ou talvez outra pessoa com quem precisa conviver e trabalhar, seja em casa, no trabalho ou em qualquer outro lugar, e isso é uma provação terrível…

    Se vocês veem essa pessoa triunfando pela graça de Deus sobre essas coisas, percebem algo nela. É glória. Vocês conseguem ver isso até em seu semblante. Como ela é diferente das pessoas que estão debaixo de suas dificuldades! Seu rosto revela se ela está por cima ou por baixo. É algo que vocês reconhecem: há glória.

    Isso é uma verdadeira ilustração do que estamos dizendo. Jesus triunfou, chegou ao ponto de vitória absoluta em todas as questões, e a glória vem em seguida. Essa é a parte da glória.

    Eu realmente creio que, quando formos glorificados juntamente com Ele, haverá algo muito luminoso em nós. Não quero dizer leviano — quero dizer luminoso, brilhante, glorioso: seremos pessoas radiantes. Ah, que pessoas radiantes! O céu será um lugar glorioso nesse sentido: todos serão tão radiantes.

    Agora, aqui está Cristo, o Filho do Homem, radiante. E a base de Seu resplendor é Sua vida espiritual. Isso é o reino.

    Foi para isso que o homem foi criado. Foi isso que ele perdeu. É isso que o último Adão recuperou em Sua própria pessoa. E aqui, na transfiguração, Ele dá a esses três representantes de toda aquela concepção do reino uma verdadeira lição concreta do que o reino realmente é.

    O reino não consiste em vocês se sentarem em tronos e exercerem sua importância sobre outras pessoas, mandando que façam isto ou aquilo, e todo esse tipo de coisa. O reino se expressa em espiritualidade que resulta em resplendor espiritual.

    O Pentecostes e o resplendor da igreja

    Agora, quando Ele veio em Seu reino no dia de Pentecostes, vejam como eles estão radiantes. Vejam como tantas daquelas coisas que os incomodavam e perturbavam — em si mesmos e no relacionamento uns com os outros — desapareceram a partir daquele momento.

    Eles eram um grupo briguento. Não conseguiam se entender, mesmo quando estavam com o Senhor. Estavam sempre estragando as coisas com suas atitudes, reações e ambições erradas. Mas vejam agora: há uma poderosa vitória sobre tudo isso.

    Podemos dizer que nunca antes havia sido possível àqueles pobres homens se levantarem juntos. Talvez o tivessem feito fisicamente, mas levantar-se verdadeiramente juntos é uma poderosa vitória sobre as diferenças de temperamento e todas essas coisas próprias do homem natural.

    É uma poderosa vitória estar verdadeiramente juntos: uma só voz, uma só direção, um só objetivo, unidos. Muitas coisas foram agora superadas pela vinda do reino.

    O governo soberano do Senhor glorificado desceu sobre eles. Aquilo que era tão contrário à concepção divina do reino simplesmente desapareceu — simplesmente desapareceu. E há resplendor ali; estão cheios de alegria, simplesmente cheios de alegria.

    É realmente um retrato maravilhoso de homens transfigurados, não é? E a igreja deve ser uma igreja transfigurada, com base na essência da transfiguração. É o reino: aquilo que Deus pretendia para o homem, aquilo que Cristo trouxe em Sua própria pessoa e para o qual Ele nos chamou — para o Seu reino eterno.

    O significado oculto do reino

    Foi um acontecimento maravilhoso. Comecei dizendo que esse é o ponto de convergência da história. Creio que foi a maior coisa que já havia acontecido na história da humanidade: a transfiguração de nosso Senhor.

    E, no entanto, os jornais nada disseram a respeito. O mundo não sabia absolutamente nada sobre isso; por enquanto, permanecia inteiramente alheio. Isso não se encontra em nenhum registro histórico fora do Novo Testamento, e, ainda assim, foi a maior coisa na história da humanidade.

    O reino é sempre assim. O mundo não consegue apreciá-lo, não consegue avaliar seu valor. O mundo realmente não sabe nada a respeito disso. Seu sistema de valores é inteiramente diferente da perfeição espiritual e moral.

    E as pessoas não conseguem apreciar nem mesmo a alegria e o resplendor dos cristãos. “Bem, parece que eles estão radiantes. Não sei do que se trata. Por que tanto entusiasmo?” Elas não conseguem apreciar isso. Mas é a maior coisa da história.

    O impacto transformador da verdade divina

    Bem, tudo isso precisa ser analisado muito mais profundamente, mas não conseguiremos fazê-lo nesta manhã. Observem esses homens — Pedro, Tiago e João — como representantes, antes, daquela outra concepção do reino, e agora como o núcleo dessa nova concepção do reino.

    Esses homens sentiram o impacto daquela cena. Até precisamos desculpar Pedro, como dizemos, por ter metido os pés pelas mãos. Foi um equívoco compreensível o que Pedro cometeu. Mas é isso. Vejam, quando temos uma experiência avassaladora, fazemos todo tipo de plano. Ficamos simplesmente fora de nós, e assim ele deixou escapar essas palavras.

    Mas o fato é que esses homens foram ao chão sob o impacto disso. Era o reino vindo em poder. E, quando o reino vem em poder, nós vamos ao chão. Simplesmente temos de ir ao chão.

    Queridos amigos, essa é a prova e o desafio do próprio reino. Temos todo o ensino acerca do reino. Ah, temos por aí vários sistemas diferentes de ensino acerca do reino de Deus e do reino dos céus. Mas não se trata do nosso ensino; não se trata do nosso sistema. Trata-se do efeito que isso tem sobre nós.

    E, de fato, apropriar-nos verdadeiramente da verdade do reino significa que somos pessoas que caíram com o rosto em terra diante da revelação de Jesus Cristo. Isso é demais para nós. É avassalador. É algo tremendo. Simplesmente caímos com o rosto em terra. Ficamos como mortos.

    É assim que a apresentação da verdade divina chega até nós? Vocês alguma vez se sentam diante de uma apresentação do Senhor Jesus, seja numa reunião, seja com a sua Bíblia, enquanto ouvem ou leem, e inclinam a cabeça, dizendo: “Isso é grande demais para mim, maravilhoso demais; é avassalador”?

    Não quero dizer intelectualmente avassalador, mas espiritualmente. Isso é tremendo. Isso fala diretamente a mim. Toca o coração dessa maneira. E, a menos que isso seja verdade, há algo faltando em nossa compreensão.

    A verdade deve nos levar de joelhos. A apresentação de Jesus Cristo deve nos humilhar e nos esvaziar. Devemos cair com o rosto em terra — sim, se quiserem, com temor e tremor. De qualquer modo, o importante é que nos prostremos.

    E foi isso que aconteceu com eles. O reino veio em poder, representado na pessoa do Filho do Homem. Isso deixou sua marca, e eles caíram com o rosto em terra.

    Sabemos disso porque foi muitos anos depois desse acontecimento que Pedro escreveu a respeito dele, em 2 Pedro 1:18–19:

    Esta voz ouvimos, estando com Ele no monte santo.

    E, além disso, ele diz:

    Bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro.

    Vejam, Pedro nunca se esqueceu disso.

    Isso voltou a Pedro com força renovada. Algo assim o acompanhou até o fim da vida. E talvez não tenhamos uma visão física, objetiva, do Senhor transfigurado, mas o Espírito Santo quer tornar o Senhor glorificado glorioso para nós.

    Vejam, isso se confirma ao longo de todo o caminho. Pensem no próprio João. Tantos anos depois, ele viu esse Filho do Homem e disse, em Apocalipse 1:17:

    Caí a Seus pés como morto.

    Quando viram a glória desse Jesus de Nazaré, eles estavam com o rosto em terra — homens quebrantados, esmagados, desamparados e impotentes em sua própria força.

    O senhorio de Cristo

    Precisamos recuperar, não é verdade, esse elemento — a maravilha, a glória e a grandeza do Cristo de Quem tanto ouvimos falar. Ele precisa ser resgatado da familiaridade banal. Nosso coração deve ser profundamente comovido.

    Agora, só tenho tempo, talvez, para dizer mais uma coisa. Pedro — bem, vamos desculpá-lo. Afinal, numa experiência assim, provavelmente faríamos algo muito parecido. Sim, outro escritor diz, em Lucas 9:33:

    Isto disse, não sabendo o que dizia.

    Muito bem. Mas, quando ele disse isso, o céu levou suas palavras a sério.

    E, enquanto ele ainda falava, uma nuvem os cobriu. Uma reação de Deus, vinda do céu. A voz saiu da nuvem, dizendo, em Mateus 17:5:

    Este é o Meu Filho amado, em Quem Me comprazo; a Ele ouvi.

    Então, nesse ponto, entra toda a questão da completa sujeição ao Senhor. Isso é o reino.

    Vocês podem falar de maneira insensata, leviana, mas vejam bem: é melhor sujeitarem toda a sua fala ao domínio absoluto de seu Senhor. Essas línguas precisam se submeter ao senhorio de Cristo. Ah, precisam mesmo.

    E, portanto, nossas línguas devem ser tocadas pelo reino e transfiguradas. As línguas precisam ser libertas daquilo que não corresponde à glória e à pureza do reino do Filho do Homem.

    E, em todos os outros aspectos, essa pequena expressão é a palavra decisiva:

    A Ele ouvi.

    Não fiquem ditando o que Ele deve fazer. Não fiquem fazendo sugestões a Ele. Ouçam-No. Essa é a lei do reino.

    Cristo é o primeiro e o último. Cristo é o único de Quem devemos receber nossas ordens e instruções. É nessa posição que precisamos estar. Levamos tudo a Ele. Submetemos tudo a Ele. Ele ocupa o lugar de senhorio absoluto.

    A abertura ao Senhor e a entrada no reino

    Não é algo extraordinário? Creio que se torna ainda mais extraordinário quanto mais o consideramos. Aqui está o Filho do Homem, transfigurado e glorificado naquele breve momento, como uma lição concreta e um exemplo. Mas olhem novamente. Considerem e contemplem tudo o que isso representa, tudo o que significa.

    Na glória, na perfeição — tudo o que isso significa, não conseguimos compreender. E então ouçam:

    E vós matastes o Senhor da glória.

    Que coisa terrível. Eles haviam acabado de matar Aquele.

    Aqui está Ele. Olhem para Ele. Olhem para Ele transfigurado, e depois O matem. O Filho do Homem, ou Filho de Deus, que crucificaram não era outro senão Aquele que estava no monte — o mesmo.

    O ponto é simplesmente este: precisamos realmente, precisamos realmente, ter nossos olhos abertos para o Senhor Jesus, para que sejamos guardados de cometer os erros mais terríveis, terríveis, no que diz respeito à Sua honra e à Sua glória.

    Eles fizeram isso porque eram cegos, e eram cegos porque tinham preconceitos. E vejam o que fizeram por causa de seus preconceitos. É o Cristo do monte da transfiguração, o Cristo pendurado na cruz — é o mesmo Cristo. Eles podem fazer isso como resultado do preconceito.

    Podem fazer uma coisa assim porque seu coração não está disposto a tê-Lo como Senhor, como Rei. Ah, o que podemos fazer por causa de um coração fechado e de uma mente fechada!

    Como é necessário, então, que estejamos numa posição de abertura ao Senhor. Aonde isso nos conduzirá? Vocês entendem o que quero dizer. A abertura ao Senhor nos conduzirá diretamente àquilo que Adão perdeu: o reino glorioso.

    A abertura ao Senhor é o primeiro passo de volta ao reino. Fechar-se ao Senhor, como no caso do preconceito judaico, significou que Israel perdeu o reino. E é disso que se trata o reino.

    Ah, que o Senhor nos dê um coração aberto, uma mente sem preconceitos, um espírito puro, uma honestidade transparente. Vejam aonde isso nos levará. Isso nos levará ao reino.

    O reino, como temos dito recentemente, não é apenas um sistema de coisas, embora, por fim, venha a assumir essa forma. É um poder espiritual que nos conduz à glória.

    Não há glória no caminho de um coração fechado, de uma mente fechada, do preconceito, do medo e da suspeita. Esse é o caminho que nos afasta da glória. O coração aberto, a submissão e a sujeição a Cristo são o caminho para entrar no reino.